Corretora de seguros MDS anuncia contratação de Gisele Christo como diretora regional de riscos empresariais 

A corretora de seguros MDS Brasil anuncia a contratação de Gisele Christo como Diretora Regional de Riscos Empresariais. Com sólida experiência em médios e grandes riscos adquirida ao longo de mais de 20 anos de carreira em seguradoras, Gisele será responsável pelo relacionamento e retenção da carteira de clientes, além de estratégia de novos negócios para as regiões do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e todo o Nordeste. A expectativa é trazer um crescimento de 20% para a área. 

“Estou bastante entusiasmada por ingressar na MDS em um momento de expansão do Grupo. Uma corretora sólida, com muita expertise na consultoria de Seguros e Resseguros que vem crescendo a cada ano. Com orgulho, me junto a esse time de grandes profissionais para contribuir com o crescimento da área de vendas com uma visão holística, focando no atendimento construtivo, especializado em gerenciamento de riscos e colocando as necessidades dos nossos clientes sempre no centro das nossas ações e soluções”, afirma a executiva. 

Formada em Ciências Contábeis pela Universidade Gama Filho, com MBA em Gestão de Negócios com Ênfase em Seguros pela Ibmec, e especialização técnica em Seguros Patrimoniais pela Funenseg, a executiva teve passagem em três grandes seguradoras: AXA Seguros & AXA XL, Allianz e Bradesco Seguros.  Gisele é, ainda, co-autora da 1ª edição do livro “Mulheres no Seguros”. 

Para Thiago Tristão, vice-presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil e CEO Brasil da MDS Reinsurance Solutions, a chegada da Gisele à equipe potencializará ainda mais o know-how da área de gestão de riscos.  “A análise e gerenciamento de risco é uma etapa fundamental para a subscrição de toda e qualquer apólice de seguro, e tenho certeza de que, com todo o conhecimento, atitude e capacidade de liderança, a Gisele trará uma nova visão positiva e fundamental para maximizar nossas oportunidades de negócios e aumentar a comunicação nessas grandes e estratégicas regiões”, comenta o líder.  

Mercado mantém a confiança no crescimento, segundo indicador da Fenacor

Fonte: Fenacor

Pesquisa divulgada pela Fenacor indica que, em julho, o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) se manteve em alta, pelo segundo mês consecutivo, atingindo 117,8. Esse é o maior percentual apurado desde agosto do ano passado, quando chegou a 122,2. Esse cenário se refere às previsões nos próximos seis meses. Ou seja, até o final do ano.

Realizado pela Rating de Seguros Consultoria, por encomenda da FENACOR, o ICSS é um indicador mensal que mede a confiança do setor de seguros no Brasil.

Esse indicador é o resultado da média de três variáveis utilizadas na pesquisa: o ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras); o ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras); e o ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).

No seu cálculo, o indicador leva em conta aspectos referentes à economia brasileira, ao faturamento e à rentabilidade de cada um dos setores citados.

A partir dessas informações, e após cálculos estatísticos, é definido esse índice, cujo valor varia de 0 a 200. O número 100, que divide o índice ao meio, sinaliza que a expectativa atual é que a situação permaneça a mesma no futuro. Por outro lado, quanto maior esse valor, mais otimista está o segmento; e vice-versa.

Em julho, o índice com maior evolução foi o que mede a confiança das Seguradoras, que chegou a 124,7.

O ICGC também indicou um aumento da confiança dos Corretores de Seguros, chegando a 123,6, com avanço de 11,6 pontos em comparação a junho.

Em todos os finais de mês são enviadas perguntas simples, de múltipla escolha, em que as empresas dizem sobre o que esperam que aconteça nos próximos seis meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor. Ao todo, aproximadamente 100 companhias são entrevistadas em cada oportunidade. Embora todas as perguntas sejam de caráter institucional, as respostas não são divulgadas individualmente.

Com novas parcerias, Zurich amplia negócios de distribuição de seguros

Luis Reis
Luis Reis

Fonte: Zurich

A Seguradora Zurich está avançando cada vez mais forte no segmento de parcerias e ampliando a distribuição de seguros comercializados por meio de outras empresas. A seguradora associou-se a uma série diversificada de parceiros comerciais, que incluem: a operadora de TV paga via satélite SKY; Grupo Carrefour Brasil e a insurtech Coover, uma plataforma de seguros por assinatura compartilhada. Entre as instituições financeiras, o C6 Bank, o Banco ABC Brasil, por meio a ABC Brasil Corretora são as alianças mais recentes de uma lista que reúne BVSofisa e os seguros gerais do Sicoob.

No caso da Coover, a oferta é para a proteção de aparelhos celulares novos e seminovos, oferecida por meio do modelo de seguro mútuo, também conhecido como peer-to-peer. A ideia é no futuro expandir a parceria para outros produtos do portfólio da Zurich por meio da plataforma.

Com o Banco ABC, a proposta é oferecer seguro de vida em grupo capital global (no qual todos os colaboradores das empresas contratantes, além de sócios e dirigentes, contam com proteção), bem como o seguro prestamista, que possibilita a quitação total ou parcial de dívidas no caso de impossibilidade de pagamento por parte do segurado, além dos seguros patrimoniais, Garantia, POSI, cyber, D&O, E&O e RCG.

Já com o Grupo Carrefour Brasil, através do Banco Carrefour – seu núcleo financeiro e principal Fintail do país –, por outro lado, a gama de produtos é mais extensa, abrangendo as coberturas de residencial, perda e roubo de cartões, funeral, diária de internação hospitalar e vida. 

No caso da SKY, a expectativa é que a empresa aumente a base de vendas dos seguros residencial e prestamista, de acordo com a sua inserção no mercado.

Segundo o Diretor Executivo de Parcerias da Seguradora Zurich, Luis Reis, um leque tão diferenciado de produtos e de empresas parceiras oferece à companhia a oportunidade de alcançar públicos “nichados”, com interesses específicos. “Trabalhando com esses parceiros, conseguimos entender as necessidades de seus públicos e desenvolver produtos inovadores e customizados. Além disso, com a maioria das ofertas também no digital, um meio em que os jovens gostam de transacionar, temos uma distribuição mais ampla e inclusiva, que alimenta a cultura do seguro muito mais cedo”, defende.

Alinhada à proposta de transformação digital da seguradora está também a carteira de serviços oferecida junto ao C6 Bank, que inclui seguro contra transferências bancárias indevidas, bolsa protegida e proteção para cartão, além do seguro celular e da garantia estendida, uma inovação nas parcerias com bancos para a Zurich. A aliança com a Coover é outro exemplo relacionado à transformação digital promovida pela companhia.

Aliás, com as novas alianças, a seguradora projeta um crescimento de 30% nos negócios do segmento de Bancassurance, impulsionado pelas vendas de seguros de auto, vida, residencial e acidentes pessoais (com serviços de telemedicina e proteção financeira, dentre outros). No portfólio há também novidades como o seguro para transações via PIX e seguros tradicionais, como patrimonial, equipamentos agrícolas e de reponsabilidade civil. Além disso, a Zurich levou para esses canais outros produtos, como seguros empresariais para proteção contra riscos cibernéticos, responsabilidade civil de executivos (D&O) e para situações de erros e omissões (E&O), em alta no momento.

As parcerias em Bancassurance trazem um cenário promissor e ampliam os negócios da companhia e dos parceiros, que hoje somam mais de 20 alianças com instituições financeiras, principalmente bancos tradicionais e digitais, cooperativas e fintechs. Além disso, oferecem um amplo catálogo de opções aos clientes.

Luís Reis afirma que essas novas alianças estratégicas mostram o nível de flexibilidade da Zurich em firmar acordos com instituições de diferentes áreas de atuação, do mercado tradicional de bancos e cooperativas relevantes do mercado financeiro às fintechs. “Além de mostrar flexibilidade, vislumbramos muitas oportunidades para ampliar a oferta de seguros variados para a população brasileira”.

O Diretor Comercial de Parcerias da Seguradora Zurich, Sidemar Spricigo, complementa: “Cada vez mais, as pessoas e as empresas têm necessidades específicas, principalmente no que diz respeito à proteção pessoal e dos seus bens conquistados. Por isso, elas procuram seguros que as atendam de forma customizada, correspondendo à especificidade de suas demandas. Esse é um dos diferenciais que entregamos para nossos parceiros de negócios e clientes. Somos uma companhia multiproduto e multisserviço, com o mais amplo portfólio de produtos do mercado”.

Parcerias via APIs

Sidemar reforça que a Zurich é uma empresa que investe muito em tecnologia e que todas as operações com os bancos e demais parceiros são via APIs (Interfaces de Programação de Aplicações, na sigla em inglês), que são facilitadores para as empresas interessadas em distribuir os seguros, já que permitem que sistemas de diferentes linguagens de programações sejam integrados de forma rápida, fácil e segura.

Essas operações entre a Zurich e outras instituições são viáveis graças à plataforma Zews, que possibilita que os parceiros – seja um pequeno estabelecimento comercial que só atue presencialmente, seja uma rede de lojas com inúmeros pontos vendas e que também conte com e-commerce, ou mesmo um grande banco ou fintech – consigam acessar o sistema da seguradora e operacionalizem as vendas e pós-vendas de diferentes tipos de seguros com agilidade e segurança, sem que, para tal, precisem realizar altos investimentos.

Thinkseg Corporate contrata Alex Carvalho como diretor de linhas financeiras

Após quase 2 anos atuando como diretor na seguradora paranaense JNS Seguradora, o economista Alex Carvalho, chega para dirigir a área de linhas financeiras da Thinkseg Corporate.

O executivo traz à Thinkseg Corporate sua experiência de 20 anos na área de seguro garantia, atuando em empresas nacionais e multinacionais.

“O objetivo é fazer a oferta do seguro garantia com uso de tecnologia, eficiência e atendimento personalizado que, na prática, apresenta propostas mais flexíveis e pensadas de acordo com a realidade das médias e grandes empresas (indústrias, construtoras, entre outras) no Brasil. Acredito neste diferencial de atuação da Thinkseg Corporate em um mercado altamente competitivo”, afirma Alex Carvalho.

O CEO da Thinkseg, André Gregori, explica que a chegada do novo diretor, Alex Carvalho, é o início de uma reformulação na empresa que ainda contará com a vinda de mais profissionais para reforçar a equipe. “Nossa projeção para o seguro garantia, ofertado na Thinkseg Corporate (thinksegcorporate.com) é muito otimista, principalmente, pela perspectiva de maior demanda por seguro garantia no País para obrigações públicas ligadas aos setores de energia e infraestrutura.

Brasilprev lança compromissos com a sustentabilidade com metas até 2026

Fonte: BrasilPrev

A Brasilprev, empresa da holding BB Seguros, líder e especialista em previdência privada, tornou público um documento que revela os seus compromissos com a sustentabilidade. Dividido entre os temas de Gestão de Investimentos ASG; Relacionamento e satisfação dos clientes; Diversidade, equidade e inclusão; Integridade, ética e transparência; e Gestão ambiental e responsabilidade social, o documento estabelece objetivos e metas a serem cumpridos até 2026. 

“O cuidado com o futuro está em nosso DNA, por isso criamos este documento focado em sustentabilidade – para usá-lo como um guia para as decisões estratégicas da companhia”, revela a presidente da Brasilprev, Ângela Assis. “Assumir esses cinco compromissos significa criar um legado de desenvolvimento sustentável não só para a Brasilprev, mas para as próximas gerações”.

A Brasilprev ainda se compromete, neste período, a revisar a Política de Investimentos, principalmente com foco nos aspectos climáticos e em ASG, em capacitar no mínimo 95% dos colaboradores em treinamentos de ética e compliance e ainda impactar 188 mil pessoas por meio de programas de educação financeira, além de compensar 100% de suas emissões de gases de efeito estufa.

Na área de diversidade, equidade e inclusão, a companhia destacou como meta ter ao menos 40% dos cargos de liderança ocupados por mulheres e no mínimo 33% do quadro de colaboradores com pessoas pretas e pardas.

Segundo o diretor Comercial e de Marketing da Brasilprev, Camilo Buzzi, o documento foi construído após meses de estudos, benchmarks, entrevistas e pesquisas online com os públicos de relacionamento da companhia. “Nosso objetivo com este trabalho é transformar a Brasilprev em uma empresa referência também no desenvolvimento sustentável”, garante. “E o mais importante é que, ao reforçar a sustentabilidade como um pilar do nosso negócio, nós estabelecemos um pacto com todos os stakeholders”.

Parceria com cooperativas impulsionam negócios da MAG Seguros e cumprimento do seu propósito 

Fonte: MAG

O dia do cooperativismo, comemorado internacionalmente em julho, mostra a importância do modelo de organização social pelo mundo – inclusive no Brasil, onde vem crescendo cada vez mais, com o auxílio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), órgão máximo das cooperativas no país que reúne as OCEs (Organizações das Cooperativas Estaduais). Para a MAG Seguros, este é um segmento de atuação importante que vai além de negócio pois está diretamente conectado ao propósito da companhia. 

“O cooperativismo é uma ferramenta de desenvolvimento socioeconômico, no qual as cooperativas exercem um papel muito importante da comunidade, apoiando negócios, pessoas, comércios locais e potencializando o consumo consciente, o que gera uma distribuição de renda e um desenvolvimento mais sustentável daquela comunidade. O cooperativismo entende que ao agir naquela comunidade ele potencializa e fomenta a economia como um todo”, explica Ricardo Balbinot, diretor de Cooperativismo da MAG Seguros. 

É exatamente esse aspecto social das cooperativas, em que o associado é o dono do negócio e participa dos resultados, que apresenta muita semelhança e aderência ao modelo de negócios MAG. As cooperativas também têm gestão democrática, na qual o próprio cooperado gere a instituição, assim como são os negócios de seguros, que entra como um dos pilares complementares à instituição. Além, claro, de complementar também os pilares de educação, formação, e informação, aspectos que a seguradora busca fazer diariamente por meio de inúmeras ferramentas, inclusive de prevenção. 

“Nós atuamos dentro das cooperativas disseminando a cultura de proteção financeira, mas também conhecendo muito profundamente seus negócios. Quando atendemos um cooperado, as nossas soluções financeiras e de seguros vêm sempre com uma grande sinergia com negócios da cooperativa, totalmente customizado para suas necessidades específicas”, continuou Ricardo. 

Hoje, em se falando de cooperativas de créditos, são mais de 16 milhões de cooperados no país. Em um âmbito maior, olhando para o tamanho do mercado, são 183 milhões de brasileiros com conta em algum banco, e 34 milhões de pessoas não bancarizadas. 

Olhando para esses números é possível ver a possibilidade de crescimento de negócios, seja atuando na região mais interiorizada do país com pessoas de menor renda, seja com foco nas pessoas que possuem renda maior, que têm conta em banco. 

“Isso olhando apenas o mercado de crédito, apenas um dos sete segmentos. Temos uma oportunidade gigantesca em nossa frente de gerar negócios que tenham um impacto na vida das pessoas e no futuro de quem elas mais amam”, conclui Balbinot. 

Seguradora EZZE contrata Paulo Alves como diretor de seguro transporte

A EZZE Seguros avança com a contratação de especialistas. Desta vez, anuncia a chegada de Paulo Alves, um dos principais executivos de seguro transporte do Brasil, com 29 anos de dedicação a este segmento. “O nosso objetivo aqui na EZZE é levar aos clientes apólices customizadas e automatizadas que mitiguem riscos que possam causar perdas financeiras, como a quebra de contratos ou não ter o produto na gondola do distribuidor”, diz Alves ao Sonho Seguro. 

O segmento de transporte enfrenta uma infinidade de desafios, ao mesmo tempo que apresenta um imenso potencial de negócios. O seguro transporte registrou vendas de R$ 4,3 bilhões em 2021, crescimento de 31% comparado a 2020. Deste total, 54% das vendas proveem dos transportadores e o restante dos embarcadores nacionais e internacionais. De janeiro a maio de 2022, o crescimento do seguro transporte no setor foi de 21%, para R$ 2,1 bilhões, o que representa apenas 1,8% do total de vendas de R$ 121 bilhões no período.

Um dos desafios acompanhado de perto pelos profissionais deste segmento é o avanço do marco legal de transportes, com o Projeto de Lei 75/2018, que está em debate desde 2016 e pouco avançou. Seguros é um item da pauta e o setor aguarda com grande expectativa a aprovação pelo Congresso. “Certamente ter um marco legal vai estimular uma série de investimentos pelos transportadores e embarcadores, com vistas a reduzir riscos. E isso impacta positivamente no preço do seguro”, comenta Alves. 

No entanto, o termômetro do seguro transporte é a economia. “Quanto mais a economia cresce, mais mercadorias são transportadas. E esta é uma aposta das seguradoras. Neste cenário, a EZZE se prepara para ter produtos sob medida para os corretores de seguros conquistarem transportadores e embarcadores, com tecnologia embarcada para facilitar a vida do profissional de vendas que tem em sua carteira a estratégia de conquistar pequenas e médias empresas”, afirma. 

Mesmo com o lockdown obrigatório decretado com a pandemia Covid-19 em 2020, o setor logístico não parou. Pelo contrário, se transformou para atender a demanda. As seguradoras agiram com rapidez para dar cobertura aos contratos mesmo com as mudanças de riscos de seus clientes. É prática do setor, que toda mudança de risco precisa ser avisada. Caso contrário, o cliente perde direito a indenização. O executivo cita como exemplo clientes que transportavam perfumes e passaram a transportar álcool gel. Fabricantes de máquinas diversas passaram a produzir respiradores. “É uma mudança de risco significativa, que altera de forma significativa a gestão de risco de seguros, afetando preço e regulação de sinistros. E as seguradoras responderam as demandas de seus clientes”, conta. 

Outra alteração foi a mudança da frota. Transportadores com uso de carretas passaram a ter uma frota com veículos menores que pudessem entrar em centros urbanos. Os “last mile”, terceiros com carros muitas vezes próprios, passaram a compor a equipe do transportador para atender o avanço do comercio eletrônico com entrega na casa do consumidor final. “O setor passou a considerar o risco da frota de terceiros, além do roubo, com o registro de assaltos na porta de edifícios, no ato da entrega da mercadoria”, acrescenta o executivo. 

Esses novos riscos se somam a riscos antigos, como elevado índice de acidentes causados pela má conservação das rodovias, que representam mais de 70% do transporte de mercadorias no Brasil. Em seguida ele cita a frota de caminhões de transportadores autônomos, que está com idade média de 18 anos. Outro importante risco é o perfil dos motoristas. Há bons motoristas, mas também há aqueles que precisam trabalhar mais do que a jornada permitida pela legislação e os imprudentes. “O setor teve prejuízo com alguns motoristas que fazem uma manobra chamada “quebra de asa”, que tira os pneus do chão. Quem consegue o feito, ganha pontos na brincadeira postada no YouTube, e são responsáveis por uma série de acidentes”, conta.

Há outro risco, responsável por boa parte do preço do seguro: o roubo. Entre os mais visados seguem equipamentos eletrônicos, bebidas, medicamentos e alimentos. Desde 2021, as seguradoras também consideram o elevado custo dos combustíveis, a alta do dólar frente ao real com grande impacto no custo das mercadorias e novos focos das quadrilhas organizadas, com o sequestro de caminhões do agronegócio e equipamentos para o setor de energia.

A bola da vez agora são os painéis fotovoltaicos. O setor registrou tantos roubos que fez o produto entrar na lista de mercadorias específicas, com atratividade de roubos, com poucas seguradoras atuando e com preços elevados. “Um caminhão carregado de painéis chega a ter até R$ 2 milhões em valor em risco. Mercadorias com tal classificação saem da esteira de cotação automática para serem avaliadas caso a caso”, explica. Nos agronegócios, o valor agregado de um caminhão de soja ou milho, por exemplo, é baixo, assim como o frete, o que não colabora para uma gestão de risco mais parruda. “Os sinistros mais comuns são a apropriação indébita do caminhão, com o sumiço da carga”. 

Com isso, os pagamentos de indenizações tiveram alta de 17%, para R$ 2,1 bilhões em sinistros, em 2021. Nos cinco primeiros meses de 2022, saltou 59%, para R$ 1,1 bilhão, comparado a mesmo período do ano anterior. Esse aumento tende a acarretar aumento do preço do seguro e em algumas situações até a saída das seguradoras de alguns segmentos da economia. “Na EZZE, a nossa estratégia é usar a tecnologia para ajudar o cliente a aprimorar a gestão de risco, uma solução benéfica para todos”, afirma. 

Alves cita alguns exemplos sobre como a tecnologia tem ajudado o setor de seguro transporte a otimizar a gestão de riscos e consequente custo. “Com a análise de informações disponíveis em torres de controles, podemos saber se o motorista parou na estrada e saber o motivo. Se passou mal, podemos enviar ajuda. Se foi assalto, acionamos a polícia. Se o caminhão quebrou, mandamos um reboque”, cita. Também é possível informar se o peso transportado está dentro do limite da rodovia, tanto para evitar acidentes como ter dificuldade para frear como para não estragar o asfalto com excesso de peso. 

“O seguro de transporte não tem uma rotina. O cenário de risco muda e nos rapidamente nos atualizamos. Nossa meta é chegar ao final de 2022 com um panorama mais claro da sinistralidade e medidas de gestão que mitiguem o risco. E não com um aumento do preço do seguro. A boa gestão, o uso de tecnologia e a especialização em atuar com medidas corretivas são a nossa linha mestra para construirmos uma carteira de transporte equilibrada e longeva”, finaliza o especialista da EZZE.

Generali Brasil lança Cobertura PIX para indenizar transações não autorizadas

Fonte: Generali

O PIX foi uma das grandes inovações do mercado financeiro no Brasil. Mas, junto com essa nova modalidade, surgiram riscos para os usuários. A Generali Brasil, sintonizada com este cenário, lançou a Cobertura PIX. Esta nova modalidade contempla cobertura para roubo, subtração com evidência ou coação em transferências de dinheiro não autorizadas. 

A Cobertura PIX vale para até três eventos durante a vigência anual do certificado e garante o reembolso (limitado ao capital segurado) de uma transação não autorizada (PIX, PIX Poupança, DOC e TED).

“As pessoas ficam expostas diariamente ao ter os apps de bancos em seus celulares – e, assim, estão sujeitas a roubos. Por isso, a Generali Brasil criou um produto fácil e prático para cobrir esses riscos”, explica Claudia Lopes, diretora comercial e de marketing da Generali Brasil. “A apólice cobre eventos ocorridos nas 24 horas anteriores à comunicação formal, que pode ser um simples boletim de ocorrência”, finaliza.

Segundo Conrado Gordon, Chief Insurance Officer da Generali, “a Cobertura PIX é uma vantagem que pode também ser incluída em contratos como o Seguro Bolsa Protegida, Seguro Perda e Roubo de Cartão ou Seguro Proteção de Eletrônicos”. Essas apólices estão disponíveis com valores mensais que vão de R$ 9,99 a R$ 49,99 (a depender do plano – básico, standard, plus ou premium). Além disso, é possível combinar a Cobertura PIX com outros serviços(assistência medicamentos, assistência para vítimas de crimes, telemedicina e monitoramento digital).

Swiss Re volta a apresentar lucro no segundo trimestre

A Swiss Re voltou à lucratividade no segundo trimestre de 2022, com lucro líquido de US$ 405 milhões. Após o primeiro trimestre ter sido marcado por impactos negativos da desaceleração do mercado financeiro, da pandemia do COVID-19 e da reserva para a guerra na Ucrânia, isso resultou em um lucro líquido de US$ 157 milhões no primeiro semestre de 2022 e um ROE de 1,6% no primeiro semestre de 2022, em comparação com um lucro líquido de US$ 1 bilhão e um ROE de 8,2% no mesmo período de 2021. O declínio foi impulsionado principalmente por resultados de investimento significativamente mais baixos, bem como reservas do primeiro trimestre para a guerra na Ucrânia.

O CEO do Grupo Swiss Re, Christian Mumenthaler, disse: “Após um início de ano desafiador, a Swiss Re voltou à lucratividade no segundo trimestre. Isso foi apoiado por fortes resultados em Resseguro de Vida e Saúde e Soluções Corporativas, bem como um desempenho robusto de subscrição em Resseguro de Propriedade e Acidentes”.

O diretor financeiro do Grupo Swiss Re, John Dacey, disse: “As taxas de juros crescentes são claramente positivas para o setor de resseguros, e estamos começando a ver os benefícios em nosso rendimento recorrente. Com relação às tendências inflacionárias, permanecemos vigilantes e estão tomando as medidas apropriadas, incluindo aumentar o preço de novos negócios e as expectativas de perda inicial relacionadas.”

Tensões geopolíticas podem acelerar a ‘desglobalização’, destaca Revista de Seguros 

Fonte: CNseg

Publicação da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a Revista de Seguros chega à edição de nº 921 alertando, em matéria de capa, sobre as perspectivas da ‘desglobalização’. “O que se constata, até aqui, é que há um freio de arrumação a caminho da economia global, após a desorganização das cadeias de insumo provocada pela pandemia e, mais recentemente, por tensões geopolíticas, tendo a invasão da Ucrânia pela Rússia como um caso emblemático. Muitos setores acenam, sim, com uma rede de fornecedores locais ou regionais para escapar da enorme dependência de insumos fabricados em países asiáticos, notadamente na China. Porém, o Brasil pode se beneficiar do quadro de reorganização das cadeias globais, em razão da sua proximidade com os mercados americano e da União Europeia”, avalia o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, em editorial.

Outro destaque é a matéria sobre migração internacional, chamando a atenção que 3,6% da população mundial – 281 milhões de pessoas – estão fora do país de nascimento, um percentual três vezes superior ao registrado em 1970. A tendência deve se intensificar nas próximas décadas com o envelhecimento da população mundial e gargalos de profissionais nas economias sem políticas de atração de estrangeiros. “Todos precisam ter este tema no radar, principalmente gestores públicos e privados, tendo em vista que será um fator limitante da produtividade”, analisa o presidente da CNseg.  

Em pauta na publicação, as novas tecnologias, a exemplo do metaverso, criam um novo mercado de bens imateriais e estimula o uso das criptomoedas. “Trata-se de uma tecnologia com grande potencial de aproveitamento no setor de seguros, ao lado de outras, como o big data ou a Inteligência Artificial”, explica Oliveira. 

A Revista de Seguros também publica matéria sobre a aprovação no Congresso do Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 15/22 – originário da Medida Provisória (MP) nº 1.103/22 — que estabelece o marco regulatório das companhias securitizadoras e cria a Letra de Risco de Seguro (LRS), um título de crédito transferível e de livre negociação.  “A securitização assegura novas fontes de diversificação dos financiamentos, ampliando a participação nos negócios de grandes riscos pelas seguradoras e resseguradoras”, avalia o presidente da CNseg no edital. 

A publicação também traz entrevista com a economista Zeina Latif, autora do livro “Nós do Brasil – Nossa herança e nossas escolhas”, lançado pela Editora Record e as matérias sobre a fabricação de carros elétricos e o comportamento das commodities no mercado global.