Mitsui Sumitomo Seguros recebe, pelo segundo ano consecutivo, o selo GPTW

Pensa numa equipe unida. Um time forte para ser melhor. Que faz um esforço para que a empresa cresça, seja mais, para que todos possam crescer juntos. Este é o clima na Mitsui Sumitomo Seguros, integrante do MS&AD Insurance Group, que acaba de receber, pelo segundo ano consecutivo, a certificação do Great Place to Work (GPTW), empresa de consultoria que reconhece companhias com os melhores ambientes de trabalho ao redor do mundo.

O índice de satisfação da equipe chegou a 84,5%, considerando a avaliação dos funcionários convidados a participar da edição 2022. Eles afirmaram que a Mitsui Sumitomo é um excelente lugar para se trabalhar. Um dos pontos mais destacados foi a diversidade, com quase 100% das respostas positivas. Nos quatro itens sobre imparcialidade, a nota foi 98. Ou seja, os funcionários são bem tratados independentemente da cor, etnia, orientação sexual, gênero ou idade.

“Estamos muito felizes de sermos reconhecidos pelo segundo ano consecutivo pelos nossos funcionários como uma empresa modelo para se trabalhar. Mesmo com um cenário desafiador nos negócios, nosso time nos reconheceu como uma empresa que se dedica às pessoas. E isso nos enche de orgulho e de energia para continuarmos nesta jornada junto com nossa equipe”, afirmou o vice-presidente Hélio Kinoshita.

Ser um lugar psicologicamente saudável para trabalhar, “posso ser eu mesmo por aqui” e “quando se entra nesta companhia fazem você se sentir bem-vindo” também foram respostas que encheram de orgulho Julia Christensen, Superintendente de Recursos Humanos e Marketing da Mitsui Sumitomo. “Estamos em construção e cada um de nós tem dado o seu melhor para a continuidade de sermos a nossa melhor versão e, consequentemente, uma referência em bem-estar de toda a equipe”, comentou.

Como disse a drag queen Mercedes Vulcão, contratada para ser a âncora da campanha interna para explicar a metodologia e motivar a equipe a participar da pesquisa GTWP: “Nem todos os dias são bons. Porém, todos são responsáveis para crescer e aprender com erros e acertos. Participar e trazer soluções, juntos, é fundamental. E, o mais importante: cada um é como é, e todos são aceitos, assim como eu, uma drag queen.”

Icatu assina parceria com a 42 Rio, braço da francesa École 42

Fonte: Icatu

A Icatu acaba de assinar uma parceria com a 42 Rio, a franquia carioca da francesa École 42, que iniciou o processo de formação de sua primeira turma de programadores e desenvolvedores de software no campus do Rio de Janeiro. Com mais de 6 mil inscritos na plataforma da unidade carioca, o processo seletivo teve três etapas e, ao final, 181 cadetes – como são chamados os estudantes – foram aprovados. Em sua maioria, pessoas com renda de até três salários-mínimos (47%) e sem experiência prévia em programação (77%). 

“A Icatu acredita no acesso à educação como forma de transformar a vida das pessoas. E essa iniciativa contribui para a capacitação de jovens e a formação para o mercado de TI, que lida com déficit de profissionais no país. Como uma companhia de seguros que emprega mais de 400 profissionais da área de tecnologia e investe constantemente em inovação, identificamos uma sinergia muito grande nesta parceria com a 42 Rio”, afirma a diretora de Pessoas da Icatu, Camila Asenjo.

“Buscamos nos conectar com empresas que entendem o nosso propósito e acreditam na importância da democratização da educação e da empregabilidade dos mais jovens. A 42 Rio é um instituto de tecnologia sem fins lucrativos que recebe pessoas a partir de 18 anos, a maioria sem experiência em programação e condições financeiras para custear os estudos. Nossa proposta é totalmente gratuita para o estudante e inclusiva”, afirma Ana Cristina Mais, General Manager da 42 Rio. 

Considerado inovador, o método da 42 Rio é o mesmo da École 42, que abriu sua primeira unidade em 2013, em Paris, e já está difundido em todo o mundo – atualmente, são mais de 42 campus em 26 países, sendo o Brasil o primeiro da América Latina. A metodologia é a Peer-to-Peer – sem aulas e sem professores – a aprendizagem acontece de forma prática através projetos desenvolvidos coletivamente pelos estudantes.   A 42 está entre as 10 universidades mais inovadoras do mundo e aparece em 1º lugar no ranking de Valores Éticos de acordo com a WRUI (Universidade do Mundo de Real Impacto).

A formação completa possui 21 níveis, os quais são finalizados entre três e cinco anos, pois são os alunos que determinam o próprio ritmo de estudo. “Nossa proposta de aprendizagem é diferente de uma escola tradicional. É um formato para quem quer aprender a programar, mas também desenvolver habilidades sociocomportamentais. Na 42 costumamos dizer que não formamos apenas programadores, formamos Human Coders“, conta Ana Cristina Mais. No Brasil, além do Rio, a 42 também tem uma unidade em São Paulo. Desde sua primeira turma, já formou 12 mil alunos em diferentes países, com a marca de 100% de empregabilidade. 

A parceria com a Icatu apoiará a continuidade do projeto na cidade e a ampliação de vagas disponíveis para as turmas. Vale destacar a importância da aproximação do instituto e da Icatu com as comunidades do entorno, fato que influenciou a decisão de que parte do processo seletivo da primeira turma tenha ocorrido no Morro da Providência, no centro do Rio. 

Ainda na etapa do processo seletivo, realizada em fevereiro deste ano, a seguradora esteve presente em uma conversa com os alunos da 42 sobre carreira e TI, esclarecendo as dúvidas dos participantes. “É uma oportunidade de estarmos próximos dos futuros profissionais de tecnologia, apresentando a Icatu e nossas oportunidades de carreira e desenvolvimento”, reforça Camila.

Seguradora Zurich celebra adesão das suas oficinas referenciadas à Certificação Selo Verde

Fonte: Zurich Seguros

Há cerca de um ano, a Seguradora Zurich iniciou uma parceria com o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) para revolucionar o mercado de oficinas de reparação, com a utilização da Certificação Selo Verde. A certificação é a única do gênero no país e reconhece as oficinas que aderem às melhores práticas sustentáveis nos serviços de reparos automotivos.

Para ser certificada, as oficinas precisam atender a uma lista de 60 itens estabelecidos pelo IQA, sendo classificadas em três categorias: Ouro (deve atingir pontuação acima de 90%), Prata (entre 75% e 90%) e Bronze (de 51% a 75%).

Atualmente, a Zurich conta com 55 estabelecimentos com a certificação, a maioria, 20, no estado de São Paulo. Em seguida vem Minas Gerais com 10; Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul (07); Distrito Federal (02); Goiás, Rio de Janeiro e Pernambuco (01 em cada). Do total, 18 na categoria Bronze, 28 Prata e 09 Ouro.

Sozinho, o setor de oficinas de reparação tem movimentado anualmente cerca de R$ 70 bilhões entre os mais de 121 mil estabelecimentos distribuídos em todo o país, segundo o Sindirepa Nacional, entidade que reúne os sindicatos do setor no território nacional. Contar com o selo pode ser um diferencial competitivo. 

É o caso da oficina Estufa 4 Rodas, de São Bernardo do Campo (SP), certificada em 2021 na categoria Bronze. “Sempre tive uma preocupação com a qualidade dos serviços prestados, não apenas para os nossos clientes, mas para a sociedade e é impossível pensar nisto sem avaliar o impacto social e ambiental da minha atividade profissional”, conta seu proprietário, Efrem Azzoni, que acredita que o mercado de oficinas de reparação precisa de uma iniciativa como a Certificação Selo Verde. “Quem não se ater às questões ESG, ficará de fora”, complementa. 

“Há cerca de 5 anos, fiz uma reforma que considerou questões como iluminação e uso adequado da água. Quando o processo de auditorias do IQA começou, constatei que muito já estava contemplado. O próximo passo é colocar painéis solares”, revela Efrem.

Outro estabelecimento, também de São Paulo, situado no bairro do Socorro, capital, a receber o Selo também no ano passado, mas na categoria Prata, foi a Oficina 400 Funilaria e Pintura. De acordo com seu sócio-proprietário, Celso Pacheco, a conquista mostra o norte que a empresa tem de seguir para atender às necessidades com o cuidado ao meio ambiente.

“É por estar antenada a elas que me engajei na obtenção do selo. Nosso processo de certificação se deu em apenas um mês e a única não conformidade foi a instalação da caixa separadora, a qual estava em fase de implantação na época”, comemora.

No caso do Centro Automotivo Robcar, de Contagem (MG), certificada em 2021 na categoria Bronze, seu sócio-proprietário, Robson Castro, conta que do primeiro contato à obtenção do selo foram cerca de 100 dias.

Ele comenta sobre a importância de contar com o selo: “Em um mundo globalizado em que vivemos, os clientes estão muito antenados e certamente tendem a buscar empresas que têm as melhores práticas. Estamos fazendo a nossa parte”, observa.

Robson conta houve a necessidade de fazer algumas alterações para receber a certificação, como lixeiras para coleta seletiva, tambores para destinação material contaminado, identificação de locais de descarte, registro de manutenções, além do constante desafio em educar os colaboradores da oficina.

Também de Minas Gerais, mas localizada na capital Belo Horizonte, a recém-certificada na categoria Prata Auto Mecânica Andradas, recebeu o selo em janeiro de 2022, em um processo que durou seis meses. 

O sócio-proprietário da Andradas, Evandro Duarte, também vê valor na conquista e a considera importante, pois a sociedade está cada vez mais preocupada com as questões de conservação e manutenção do meio ambiente. “Os clientes estão optando por empresas que estejam de acordo com as boas práticas de sustentabilidade e o Selo Verde traz visibilidade, aumentando a quantidade de novos negócios para a oficina e, de modo geral, para o setor de reparação automotiva”, comenta.

Ele conta que não houve a necessidade de realizar modificações na estrutura da empresa, porém, teve que implementar alguns processos que já estavam no planejamento da oficina.

Para o Superintendente de Sinistros, Personal Lines da Seguradora Zurich, Fabio Santos Silva, a Certificação Selo Verde impulsionou o compromisso da companhia em ser uma das empresas de maior impacto ambiental no mundo – que é uma meta do Grupo Zurich em nível mundial, razão pela qual tem diversos compromissos assumidos, refletidos em produtos e em iniciativas como a desenvolvida com o IQA.

“O selo envolve esses parceiros relevantes e estratégicos em iniciativas sustentáveis, alinhando nosso ecossistema de negócios ao modelo de governança ambiental, social e corporativa que a Zurich há muito segue e que hoje o mundo todo resume na sigla ESG”, comenta. 

Fabio conta que o projeto de lançamento da Certificação Selo Verde foi desafiador devido ao fato de envolver parceiros de negócios que, em sua maioria, trabalhavam para conquistar o selo justo quando a retomada das atividades acontecia, logo após o auge da pandemia. 

O projeto também foi aprimorado ao longo de seu desenvolvimento, com a implantação de auditorias remotas por parte do IQA e contratação de profissionais para darem suporte ao programa. Se no início do projeto, o tempo estimado para a certificação era de 3 meses, agora, esse prazo passou para 45 dias – a depender, é claro, do nível de aderência das oficinas aos pontos de avaliação.

O executivo da Zurich complementa: “Um aspecto que muito nos orgulha é o marco que o Selo trouxe para todo o mercado, no qual a Zurich marca posição, já que as oficinas referenciadas que conquistam o selo atendem também aos clientes de outras seguradoras”, avalia. “Considerando que aproximadamente 90% das experiências dos clientes do seguro auto acontecem dentro de uma oficina de reparação, a percepção que eles têm e a experiência que vivenciam acabam contribuindo para a elevação do padrão de serviço de todo o mercado de oficinas de reparação do país”.  

Segundo Fabio, desde a implantação do projeto, as questões sustentáveis abordadas na certificação se tornaram condições para o aceite de novas oficinas no rol de estabelecimentos credenciados da Zurich. “Queremos ampliar o impacto desta mudança, que é um diferencial competitivo para nossos parceiros e uma necessidade urgente para o nosso planeta. Vários atores do mercado segurador têm nos procurado, e estamos abertos a compartilhar informações sobre a iniciativa”, finaliza o executivo.

Os processos da Certificação Selo Verde

Fundado em 1995 e especializado no setor automotivo, o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) já contava com um processo de reconhecimento das melhores práticas das oficinas de reparação, acreditada pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro. Mas quando iniciou parceria com a Zurich, em 2021, para aplicar a Certificação Selo Verde, aprimorou alguns parâmetros para avaliar as questões ESG desses estabelecimentos, a partir das demandas específicas da seguradora.

De acordo com o Gerente de Serviços Automotivos do IQA, Sérgio Fabiano, a certificação nada mais é do que uma organização de processo que, por isso, possibilita que as oficinas ganhem em eficiência ambiental, operacional e na qualidade dos serviços prestados. 

“O processo analisa diversos aspectos, como os relacionados à utilização de insumos de baixo impacto ambiental, redução e destinação correta de resíduos sólidos e líquidos, economia e reutilização da água e redução no consumo de luz elétrica, assim como o bem-estar dos funcionários. Para se ter uma ideia, estimamos que, apenas com a melhora do uso da água e luz, as oficinas certificadas podem ter redução de cerca de R$ 6 mil por ano com essas despesas”, revela.

Sérgio explica o passo a passo: “Tudo começa com o diagnóstico remoto, ou pré-auditoria, quando um avaliador do IQA conhece a oficina e prepara um relatório, que funciona como um orientador. Em seguida vem a auditoria inicial, que pode ser presencial ou remota. Se a empresa for certificada recebe o selo com validade por dois anos – ocorre uma auditoria de acompanhamento, feita 12 meses depois da certificação inicial”, conclui.

Presidente da CNseg participa de evento em celebração aos 10 anos do PSI

Fonte: CNseg

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, participa em 20 de junho, de forma virtual, do seminário “The PSI after 10 years: Amplifying sustainable insurance in the UN’s Decade of Action“, organizado pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-FI). Os PSI, ou Princípios para Sustentabilidade em Seguros, na tradução da sigla para o português, foram estabelecidos pela UNEP FI, em parceria com a indústria global de seguros, inclusive a CNseg, que é uma das signatárias fundadoras. Lançada em 2012, durante o 48º Seminário Anual da IIS (International Insurance Society), a iniciativa já conta, atualmente, com mais de 200 organizações signatárias. No Brasil, são 17 as seguradoras associadas à CNseg signatárias do PSI, representando cerca de 83% da arrecadação total de prêmios no País.

O evento, que será transmitido gratuitamente em tempo real, contará com a participação das principais lideranças internacionais do setor segurador, de reguladores e supervisores de seguros, de funcionários da ONU, de organizações da sociedade civil, além de outras partes interessadas. Na ocasião, será debatido como o PSI pode ajudar a ampliar ainda mais a sustentabilidade em seguros e contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa pela metade e para a reversão da perda da biodiversidade, alcançando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU até 2030.

Em sua apresentação, Dyogo Oliveira abordará os avanços da agenda ASG (Ambiental, Social e de Governança) no setor segurador brasileiro nos últimos 10 anos e o papel de destaque da CNseg na definição dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros. O presidente da CNseg também trará informações sobre a parceria da Confederação Nacional das Seguradoras com UNEP FI, com foco na avaliação dos impactos financeirtos dos riscos climáticos gerados nas seguradoras, de acordo com as recomendações da TCFD (Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima).

Alper apresenta soluções para produtores em evento na Bahia

Fonte: Alper

A Alper Consultoria em Seguros marcou presença na Bahia Farm Show, a maior feira do agronegócio do Norte e Nordeste do Brasil. Após ficar suspensa por dois anos, devido à pandemia do Covid-19, a feira movimentou R$ 7,9 bilhões em volume de negócios nos cinco dias de evento. 

 “A Alper é uma das maiores corretoras de seguro agro do Brasil e a Bahia é uma região que possui uma agricultura pujante, diversificada, altamente tecnificada e com grande produtividade. Por isso, estamos presente no estado há quase 10 anos, oferecendo os nossos serviços aos produtores locais”, afirma o CEO da companhia, Marco Couto, que esteve presente na feira. 

Couto ressalta que a Alper vem investindo fortemente em tecnologia para o desenvolvimento de ferramentas que permitam ao agricultor maior mitigação de riscos. “Essas ferramentas, quando empregadas desde o início da cadeia produtiva, otimizam o manejo e contribuem para o aumento de produtividade, permitindo que o produtor possa minimizar os prejuízos e preservar a continuidade do seu trabalho”  

O vice-presidente de Agronegócios da Alper, André Lins, ressaltou ainda a importância de uma consultoria qualificada. “Hoje, mais importante do que vender a apólice de seguro para o produtor rural, é oferecer um serviço de consultoria do início ao fim do processo para mitigação de riscos”, afirma. 

Lins lembra ainda que a falta de conhecimento de alguns profissionais da área de seguro sobre a complexa cadeia produtiva do agronegócio, faz com que as apólices não sejam adequadas ao perfil de cada produtor causando prejuízos no momento de um sinistro.

“Além do gerenciamento de riscos, a Alper se destaca por conhecer a real necessidade do produtor e estar sempre em contato com os clientes e produtores em geral. Nós buscamos sempre o que há de melhor e inovador no mundo, como por exemplo, soluções internacionais para fazer a colocação do seguro. Com isso, nos aproximamos do produtor levando a cultura do Seguro e mudando sua percepção para que os produtores comecem a ver o seguro como uma forma de proteger seus investimentos”, afirma. 

A unidade de Agro, já representa 9% da receita total da corretora e, no primeiro trimestre do ano, apresentou receita de R$ 4,7 milhões, crescimento de 444% ante o mesmo período de 2020. 

Coface projeta avanço de 1,2% do PIB brasileiro com cenário global desafiador 

Fonte: Coface

A Coface, líder global em seguro de crédito comercial e em serviços especializados, elevou a sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2022. A expectativa agora é de uma expansão do PIB de 1,2% neste ano, ante previsão feita em abril de 0,8%.

“No começo do ano, esperávamos estabilidade. Depois, revisamos para um crescimento de 0,4%, 0,8% e agora para 1,2%. De um lado é um crescimento pouco expressivo, mas, por outro, temos uma revisão para cima, com os preços das commodities favorecendo a atividade no Brasil, permitindo mais estímulos e ajudando no crescimento”, disse Patrícia Krause, economista-chefe da Coface América Latina, durante a apresentação, nesta terça-feira (14), do relatório “Impactos da alta de preços das matérias-primas nas indústrias da América Latina”.

Mesmo com a projeção mais otimista, o Brasil deve sofrer uma forte desaceleração em relação a 2021, quando o país cresceu 4,6%, assim como a economia global e da América Latina. Para o PIB mundial, a previsão da Coface é de um crescimento de 3,1% em 2022, após alta de 5,7% no ano passado. No caso da América Latina, essa desaceleração deve ser ainda mais intensa, passando de um crescimento estimado de 7% em 2021 para 2,4% neste ano.

“Diante desse cenário de pressão persistente de custos, a perspectiva é de uma desaceleração econômica não só localmente como também globalmente. Essas estimativas são revisadas sistematicamente e os riscos estão mais inclinados para revisões para baixo”, afirmou.

A economista avalia que os números para o crescimento do PIB global no primeiro trimestre foram decepcionantes, com perspectivas negativas no segundo trimestre, especialmente na Europa. E apesar de sinais de estabilização dos preços das commodities não energéticas, as pressões inflacionárias permanecem elevadas.

“É difícil dizer que estaremos no pico da inflação nos próximos meses. Em maio, os Estados Unidos apresentaram uma inflação maior do que a esperada, chegando a 8,6%, a mais alta desde 1981. Com o crescimento fraco do PIB global esperado no segundo semestre aliado à inflação alta e persistente, o cenário de estagflação acaba ganhando força pelo menos no curto prazo”, disse Patrícia, que chama atenção ainda para as perdas nas condições de crédito, com aumento de taxas de juros afetando os mercados.

De acordo com a economista, a guerra na Ucrânia e os bloqueios na China representam um novo choque para a cadeia global de suprimentos, que vem acompanhado também de fretes elevados. Além da maior demanda por bens e escassez de contêineres pós-lockdown da pandemia, os preços dos combustíveis dispararam acentuadamente por conta da invasão da Ucrânia.

“Outro fator importante é o aumento nos prazos de entrega do setor manufatureiro. Os Estados Unidos e a zona do Euro são os mais afetados. Os indicadores mostram uma melhora em maio, mas ainda com um cenário negativo para o prazo de entregas. Entre os motivos apontados estão os bloqueios na China e guerra na Ucrânia”, afirmou.

Indústria na América Latina

Na América Latina, segundo Patrícia, dados de maio mostram, em geral, uma atividade manufatureira resiliente. No entanto, preço da energia, escassez de insumos, lockdown na China e guerra na Ucrânia continuam também pressionando os custos.

“No Brasil, os preços ao produtor fecharam em alta de 18% em 12 meses, uma melhora em relação ao pico de 36% de um ano atrás, mas continuam em um patamar muito elevado. Os setores industriais mais intensivos no uso de energia estão entre os mais impactados, como os de petróleo e biocombustíveis, químico e de metais, que refletem aumento dos preços internacionais do petróleo sobre a indústria. Assim, o cenário segue desafiador para a produção industrial no Brasil, apesar do crescimento, na margem, nos últimos três meses”, afirmou.

Risco/recompensa a favor do dólar

A economista alertou ainda sobre risco/recompensa a favor do dólar. Para Patrícia, as saídas de capitais e a valorização da moeda norte-americana são um coquetel perigoso para países emergentes com posições externas frágeis. “Com a inflação acima da esperada nos EUA, os mercados começam a apostar que o Fed eleve os juros em 0,75 p.p. amanhã (15) e não mais em 0,5 p.p. como previsto anteriormente, causando pressão. Quando olhamos o fluxo líquido de investimento de portfólio, curto prazo, vemos uma saída de capitais nos últimos meses, o que é o sinal de alerta. Observamos ainda um fortalecimento do dólar por uma aversão ao risco” explicou.

Na América Latina, segundo a economista, ainda há uma entrada líquida de recursos no acumulado do ano. Os preços elevados das commodities, além do aperto de juros mais rápido na região em relação a outros mercados emergentes, levaram à valorização cambial.

“Vimos uma apreciação das moedas dos principais mercados latino-americanos, com exceção do peso argentino, no ano. Entretanto, a volatilidade aumentou com as preocupações com os juros nos EUA. Com isso, o câmbio mais forte na região pode ter vida curta uma vez que políticas monetárias mais rígidas nos mercados desenvolvidos tendem a renovar a volatilidade no segundo semestre o ano. No caso do Brasil, isso pode ser mais intenso devido às eleições e discussões sobre as questões fiscais”, disse.

Patrícia acrescentou ainda que o aperto monetário na América Latina não chegou ao fim. Para ela, as principais economias da região devem seguir elevando os juros nos próximos meses para conter pressões inflacionárias. Para o Brasil, a expectativa é que o Banco Central leve os juros a 13,25% ao ano na reunião desta quarta-feira (15). “A nossa projeção é que a taxa possa chegar a 13,75% em agosto”, completou.

Mercado global de seguros deve crescer 4,8% nos próximos 10 anos

Fonte: Allianz

O mercado de seguros vive uma década decisiva. A afirmação está baseada no estudo Global Insurance Report, produzido e divulgado recentemente pela Allianz Trade, empresa global especializada em seguro de crédito.

De acordo com o relatório, o setor deve crescer 4,8% nos próximos 10 anos, o que corresponde a um aumento de receita de 67% ou 2,8 trilhões de euros até 2032. Apenas para efeito de comparação, os índices neste segmento deverão ser 1,2% maiores, em comparação com a última década, que registrou crescimento médio anual foi de 3,6

Passado o período mais crítico da pandemia, apenas no ano passado, as seguradoras em todo o mundo arrecadaram cerca de 4,2 trilhões de euros, 5,1% a mais que em 2020. Da mesma forma, o ano de 2021 foi satisfatório para o mercado de seguros, principalmente para as economias mais fortes do mundo, como a europeia e norte-americana, que respondem por mais de dois terços desse crescimento. Os principais fatores que levaram a este desempenho foram a conscientização de riscos e a expansão de novos mercados, segundo os especialistas da Allianz Trade.

Ventos Contrários

A guerra na Ucrânia já apresenta consequências para o mercado de seguros. A divisão do mercado de trabalho for reorganizada e a importância do papel dos mercados emergentes será diminuída, o que afeta diretamente a classe média emergente mundial, considerada o motor deste mercado. Antes do conflito, era esperado que em 2022 o crescimento das seguradoras permanecesse forte, porém é provável que a receita cresça apenas 1 ponto percentual em relação ao ano anterior.

Além dos desafios trazidos pela guerra, o aumento de eventos climáticos nos próximos anos também pode comprometer as perspectivas otimistas para o setor. Os especialistas afirmam que a instabilidade climática deverá aumentar o número de chamados e ser o principal ponto de atenção para o ramo de seguros.

Relatório completo: Insurance Report 2022

Aplicativo de serviços emergenciais automotivos é a próxima aposta da Gente Seguradora

Fonte: Gente Seguradora

Com mais de 50 anos de história, o Grupo Gente está prestes a lançar um novo produto, dessa vez para atender a demanda de serviços emergenciais automotivos. Veja os principais desafios para o desenvolvimento e lançamento do aplicativo, segundo contou a gestora do projeto Gente Resolve+, Sabrina Wais, que contou

Acompanhe abaixo:

O que estimulou a Gente a desenvolver um aplicativo de serviços automotivos?

Faz certo tempo que as reclamações por escassez de assistência, sobretudo a automotiva, vem crescendo no mercado de seguros e isso nos fez acender um alerta: por que não preencher essa lacuna e resolver essa dificuldade existente no mercado de forma rápida, prática e com um preço competitivo? Foi aí que resolvemos desenhar essa solução que atenderá não só o cliente final, mas grandes empresas que possuem frotas e precisam de assistência.

Quais são os serviços que o Gente Resolve+ vai oferecer?

Iniciaremos com serviços de guincho, transporte, troca de pneus, carga de bateria, chaveiro e reparo veicular, contando ainda com um Clube de Vantagens para os clientes que utilizarem o aplicativo. Posteriormente ampliaremos os serviços.

Ele abrange todo o território nacional ou é restrito para algumas regiões?

Estamos em fase de testes em regiões específicas, com estresse de sistema e gargalo de atendimento, mas o aplicativo atenderá todos o Brasil.

Como serão os preços dos serviços disponíveis no Gente Resolve+?

Os preços, se comparados com os serviços avulsos desses prestadores, serão bem mais em conta, no entanto, objetivamos oferecer qualidade e economia com preços super competitivos.

O uso do aplicativo é livre de assinatura?

Não é cobrado nada de adesão e nem de mensalidade, somente o que for utilizado.

Quando o aplicativo será lançado?

Se tudo correr bem com os testes, o lançamento do Gente Resolve+ será no início do segundo semestre do ano.

Modal lança Médico na Tela e seguro viagem em parceria com seguradora SulAmérica

Fonte: Modal

Com o objetivo de promover uma prateleira de proteção cada vez mais robusta e diversificada, o Modal Seguros lança esta semana, em parceria com a SulAmérica, dois seguros que ganharam bastante relevância no mercado pós-pandemia: de acidentes pessoais, com serviços de “Médico na Tela”; e de viagem, com cobertura para Covid-19. 

O primeiro traz um combo de seguro de acidentes pessoais, com diversos serviços e benefícios. Além do próprio “Médico na Tela Familiar”, disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, o produto ainda conta com descontos em medicamentos nas principais redes de farmácia do país e o cliente concorre a sorteios mensais. 

Em condições especiais, o Modal lança o produto para toda a sua base de investidores por apenas R$ 1,50 ao mês, para quem fizer a aquisição durante o período de lançamento.  

“A telemedicina cresceu exponencialmente durante a pandemia, e o nível de satisfação dos clientes atendidos, juntamente com a comodidade e eficiência do serviço, fizeram com que esse produto passasse a ser um importante aliado no cuidado com a saúde. Com essa ação, queremos que todos os nossos clientes, que já confiam no Modal para cuidar de seus investimentos, possam também cuidar de sua própria saúde”, afirma Caio Souza, diretor de Seguros e Previdência do Modal. 

Na mesma linha de complementação de proteção, o Modal lança também o seguro viagem, aproveitando a forte retomada do turismo – a lazer e de negócios.  

O produto é completo e conta com planos personalizados, que variam de acordo com o perfil e destino escolhido pelo cliente, tanto para trajetos nacionais como internacionais, por vias aéreas e marítimas. Outro diferencial é que os planos não possuem carência e todas as modalidades apresentam possibilidade de cobertura para Covid-19.  

“Colocamos à disposição dos nossos clientes não só uma plataforma de investimentos, mas sim um ecossistema com soluções de bem-estar financeiro. Um dos pilares deste posicionamento passa por termos um portfólio robusto de produtos de proteção, que agora ganha o reforço dos seguros de acidentes pessoais, com telemedicina, e o de viagem, que se juntam aos já existentes seguros de vida, residencial, celular e eletrônicos, cartão e assistência Pet”, conclui André Lauzana, sócio e membro do Comitê Executivo do Modal.  

CNseg: Em entrevista ao Sindseg PR/MS, Diogo Oliveira destaca potencial de crescimento do setor segurador

cnseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, afirmou que o mercado segurador, cuja arrecadação equivale atualmente a 6,3% do PIB, tem potencial para atingir participação de 10% ou mais do PIB nos próximos anos. Para Dyogo Oliveira, investimentos contínuos em tecnologia, em produtos mais adequados aos mais variados tipos de consumidores, sobretudo os nativos digitais a caminho do consumo, são algumas variáveis em prol da marcha de expansão do mercado.

O presidente da CNseg trata das projeções positivas e dos desafios do setor em entrevista exclusiva ao canal de TV no YouTube, do Sindseg PR/MS, na companhia de Altevir do Prado, presidente do Sindseg PR/MS; do diretor Ramiro Fernandes Dias, e do jornalista André Marassi.

No programa, Dyogo Oliveira faz também um balanço da conjuntura atual. E avalia os efeitos da inflação na economia e, em particular, no setor. Segundo Dyogo, o atual cenário de inflação impacta os valores das indenizações em alguns ramos, como em automóvel, e reduz o poder de compra dos consumidores. Mas, pondera, que mesmo diante de desafios como esses, o setor segurador nacional vem obtendo crescimento real de 4% (descontada a inflação) e sua arrecadação superou a taxa do PIB, que foi de 1% no primeiro trimestre de 2022.