Setor segurador supera a marca de R$ 100 bilhões em pagamento de indenizações no primeiro semestre de 2022

Dyogo Oliveira CNseg - Crédito Luciana Whitaker_baixa (4)

Fonte: CNseg

Os segurados receberam nos seis primeiros meses deste ano R$ 112,6 bilhões em indenizações, benefícios, resgates e sorteios, valor 25,3% superior ao mesmo período de 2021, sem contar Saúde e DPVAT. Os produtos que mais contribuíram para esse avanço foram o VGBL, cujos benefícios e resgates aumentaram em R$ 10,5 bilhões, o seguro rural com pagamentos que superaram em R$ 5,9 bilhões os valores pagos no ano passado, e o seguro auto, com mais R$ 4,8 bilhões.

No primeiro semestre de 2022, o VGBL somou R$ 54,2 bilhões em resgates e benefícios (+24%); o seguro rural pagou em indenizações R$ 8,5 bilhões (+227%) e seguro automóvel R$ 14,9 bilhões (+47,2%). 

Já a arrecadação no primeiro semestre do ano totalizou R$ 168, 8 bilhões, um aumento de 16,3% em relação aos seis primeiros meses do ano passado.  “Mantem-se, portanto, o comportamento observado nos últimos meses, de um avanço mais vigoroso das indenizações do que das receitas, o que é até certo ponto esperado quando lembramos que nos primeiros meses de 2021 ainda vivíamos em um ambiente com algumas restrições de atividades em função da pandemia da COVID-19 e de condições climáticas adversas nesse ano, principalmente na região Sul do país,” disse o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira.

Junho de 2022/2021

No mês de junho de 2022, o setor de seguros pagou R$ 18,5 bilhões, um avanço de 25,8% em relação a junho de 2021. A receita, de R$ 30,9 bilhões, representou um aumento de 11,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. 

As indenizações relacionadas ao seguro de Crédito e Garantia apresentaram um avanço expressivo em junho.  Os R$ 278,6 milhões no mês representam um aumento dez vezes em relação ao valor indenizado em junho de 2021. No primeiro semestre, o montante pago nessa modalidade alcançou R$ 822 milhões, 73,4% acima das indenizações do primeiro semestre de 2021.  

Os seguros de crédito e garantia têm uma característica em comum, que é um contrato com a participação de três agentes: a seguradora, o segurado, e o garantido (ou ainda tomador ou beneficiário). A seguradora, como sempre, é quem ficará responsável pelo pagamento da indenização ao garantido, caso ocorra alguma situação prevista na apólice de seguro, referente a uma determinada relação existente entre o segurado e o garantido.

No caso do seguro de crédito a relação entre o segurado e o garantido é que o primeiro tem uma dívida com o segundo. Se o segurado não honrar com o seu compromisso com o garantido, a seguradora quita a dívida. Ou seja, o seguro de crédito tem como objetivo a redução do risco de operações de crédito, pois o garantido somente não receberá os valores relacionados à operação de crédito objeto do seguro se tanto o segurado e a seguradora não honrarem com a suas obrigações. 

Já no seguro garantia, a relação entre o segurado e o tomador não está vinculado a uma dívida e sim ao cumprimento de diversos tipos de contrato, como, por exemplo, execução do obras e projetos, fornecimento de bens e equipamentos, ou mesmo em substituição a depósitos judiciais, como garantia de pagamentos que o tomador necessite realizar em realização da tramitação de processos judiciais.”, explica Oliveira.

Outro destaque no mês de junho foi o seguro rural, que a exemplo dos meses anteriores, também apresentou um avanço expressivo das indenizações, 32,4% em relação ao mês de junho de 2021, com um total de R$ 651,6 milhões. 

Pelo lado da receita, os produtos que mais contribuíram para o avanço da arrecadação no mês de junho em relação a junho de 2021 foram o seguro automóvel, com aumento de 38,2%, o rural, com 63,9% e o patrimonial, com 18,3%. 

Saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou os dados do primeiro trimestre das operações de saúde suplementar. A arrecadação de R$ 62,7 bilhões representou um avanço de 5% em relação aos valores do primeiro trimestre de 2021. Já as indenizações de R$ 53,0 bilhões foram 12,5% superiores aos pagamentos feitos no primeiro trimestre de 2021.

“A saúde suplementar apresenta, portanto, comportamento semelhante ao restante do setor, com avanço mais vigoroso das indenizações do que das receitas no ano de 2022”, avalia o presidente da CNseg.

Porto Seguro Bank lança linha de cartões de crédito feitos com peças originais de carros de Fórmula 1

Fonte: Porto

A Porto Seguro Bank, founding partner do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 pelos próximos três anos, anunciou nesta terça-feira (9) duas novidades ao mercado: o lançamento de uma linha de cartões de créditos inéditos feitos com peças autênticas de carros da categoria e o início da venda de ingressos para a arquibancada exclusiva da companhia no Grande Prêmio de São Paulo deste ano no dia 25 de agosto. O GP deste ano acontece no autódromo de Interlagos nos dias 11, 12 e 13 de novembro. 

O evento realizado na sede da empresa, em São Paulo, para a avant premier de lançamento oficial da campanha dos novos cartões e do minidoc sobre os bastidores da produção dos cartões, contou com a participação do CEO da Porto Seguro Bank, Marcos Loução, e dos executivos Alan Adler e Francisco Mattos, CEO e diretor-executivo do GP de São Paulo de F1, respectivamente.

A nova linha de cartões da Porto Seguro Bank utiliza partes originais de carros da Fórmula 1 em sua produção e poderá ser solicitada a partir do dia 10 de agosto. São quatro versões, limitadas e exclusivas, que estarão disponíveis tanto para novos clientes quanto para aqueles que já são clientes da marca. Todos serão emitidos com a bandeira Mastercard nas categorias Gold, Platinum ou Black, de acordo com o perfil do cliente. Além dos benefícios já conhecidos oferecidos por cada tipo de cartão, a Porto Seguro Bank ainda conta com vantagens exclusivas, como tag para pagamento de estacionamentos e pedágios, descontos ao abastecer com o Shell Box e presença nas principais carteiras digitais, Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay.

Todo o processo de confecção dos novos cartões foi verificado pela Deloitte, empresa internacional de auditoria e consultoria, e será contado num mini documentário criado pela companhia e que estará disponível também a partir do dia 10 de agosto nas redes sociais da empresa. Na mesma data, estreia a nova campanha da Porto Seguro Bank apresentando a novidade ao grande público. 

“Pela primeira vez em nossa história estamos adotando um cartão temático. E o universo das pistas traduz muito sobre os atributos da nossa marca Porto Seguro Bank: inovação, performance, tecnologia e qualidade, além, é claro, de fãs apaixonados por novas experiências. O lançamento dos cartões e a abertura de uma arquibancada especial no Autódromo de Interlagos chegam para presentear os nossos clientes e fanáticos por automobilismo que terão a chance de participar do Grande Prêmio de São Paulo e ter, na palma da mão, um pedacinho dessa paixão para fazer parte do seu dia a dia”, destaca Marcos Loução, CEO da Porto Seguro Bank.

As vendas dos ingressos  exclusivos para a arquibancada Porto Seguro Bank começam no dia 25 de agosto. Serão cerca de 2 mil ingressos para a arquibancada “O”, no antigo setor “V” de Interlagos. O valor dos ingressos é de R$1.600,00 e com o desconto de 15% do cartão de crédito Porto Seguro Bank já aplicado no carrinho, o valor passa a ser de R$1.360,00. Os clientes poderão adquirir até dois ingressos por CPF e o pagamento poderá ser dividido em até 10x sem juros.

“Estamos muito felizes com a celebração da parceria do GP São Paulo de Fórmula 1 com a Porto Seguro Bank. A Companhia passa por um processo de expansão de seus negócios, e encontrou no GP São Paulo a plataforma ideal de comunicação e de relacionamento com seus clientes. Temos um evento global, transmitido para cerca de 200 países, com uma audiência renovada, e que reúne fãs aficionados. Com essa associação, a Porto Seguro Bank alinha-se a algumas das mais valiosas marcas do mundo”, afirma Alan Adler, CEO do GP São Paulo de F1. 

A Porto Seguro Bank, que consolida os produtos e soluções financeiras do Grupo Porto, conta com mais de R$13 bilhões em ativos de crédito, R$3,6 bilhões em receitas e 3 milhões de clientes, sendo o líder em fiança locatícia, a segunda maior empresa de consórcio de imóvel e o 8º maior emissor de cartão de crédito do país. A Porto Seguro Bank tem o compromisso de seguir aprimorando o seu portfólio de produtos, oferecendo soluções cada vez mais completas, confiáveis e integradas aos seus clientes.

Mercado de seguros cresce 19,6% no primeiro semestre de 2022

Fonte: IRB

O mercado de seguros cresceu 19,6% no primeiro semestre desse ano (1S22) em relação ao mesmo período de 2021, com faturamento de R$ 80 bilhões. É o que mostra a 22ª edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência, produzido com base nos dados publicados pela Susep em 01/08, órgão que regula o setor.  

No acumulado de 2022, as seguradoras faturaram R$ 13,1 bilhões a mais que nos primeiros seis meses do ano passado. Os segmentos que mais contribuíram para a alta foram Automóvel, Vida e Danos e Responsabilidades com R$ 5,5 bilhões, R$ 2,9 bilhões e R$ 2,2 bilhões a mais em faturamento, respectivamente. 

Os dados apontam ainda alta no índice de sinistralidade (sinistros ocorridos sobre o faturamento do mês) do 1S22. O crescimento chegou a 7,5 pontos percentuais (p.p) em relação à taxa registrada no mesmo intervalo do ano passado, impactada em grande parte pelo segmento Rural, cujo índice evoluiu 92,4 p.p., e amenizada, principalmente, por Vida que teve de -17,8 p.p. 

O Boletim IRB+Mercado divulgado hoje traz ainda dados de junho, quando o setor de seguros faturou R$ 15,6 bilhões, um avanço de 23,1% na comparação com o mesmo mês em 2021. Houve crescimento nominal em todos os segmentos pelo segundo mês consecutivo, com destaque para Rural com o maior aumento, seguido de Automóvel. Já o índice de sinistralidade teve alta de 1,4 p.p. na comparação com junho do ano passado.  

Por segmento

Em junho, Vida, que representa 34,2% do total arrecado pelo setor nos primeiros seis meses do ano, registrou faturamento de R$ 4,8 bilhões com alta de 10,3%. Já no semestre, soma R$ 27,4 bilhões (+11,9%), sendo o produto Vida responsável por 64,6% desse progresso. Já a sinistralidade retornou ao patamar pré-pandemia.  

Automóvel (28,6% do mercado de janeiro a junho) registrou, em junho, faturamento de R$ 4,4 bilhões (+38,1%). No acumulado de 2022, registrou R$ 22,9 bilhões, ou seja, alta de 31,4%, maior taxa para os seis primeiros meses do ano desde o início da série histórica em 2014. A sinistralidade semestral fechou em 74,1%.  

Já o segmento de Danos e Responsabilidades (19,1% do mercado de janeiro a junho) faturou R$ 3,5 bilhões em junho (+20,5%) e R$ 15,3 bilhões (+17,1%) no acumulado de 2022. A sinistralidade retraiu 0,9 p.p., ficando em 42,8%. Individuais contra Danos (7,6% do mercado de janeiro a junho) faturou, no sexto mês do ano, R$ 1,1 bilhão (+15%). No acumulado, R$ 6,1 bilhões (+8,8%). A taxa de sinistralidade foi 38,8%, aumento de 8,3 p.p. em relação ao primeiro semestre de 2021. 

Já Rural, que responde por 7,2% do faturamento do mercado no primeiro semestre, obteve avanço de 63,3% ao arrecadar em junho R$ 1,3 bilhão. No acumulado, atingiu R$ 5,7 bilhões e encerrou o semestre com a maior variação: 39,1%. O bom desempenho é influenciado pelo programa de subsídio do Governo Federal. Pelo segundo mês consecutivo, a taxa de sinistralidade recuou, de 80,3% para 76,3% no comparativo junho de 2021 com junho de 2022. Contudo, no acumulado do ano, essa taxa ainda é alta: 160,9%, devido às condições climáticas adversas. 

Por fim, Crédito e Garantia (3,2% do mercado de janeiro a junho) obteve, em junho, arrecadação de R$ 460 milhões (+2,9%). No acumulado, o progresso do segmento foi de 16,6% (R$ 2,6 bilhões) e a sinistralidade de 24,7%, aumento de 6,2 p.p. frente à taxa do 1S21. 

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros, considerando os seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios. A análise está disponível, na íntegra, no site do IRB Brasil RE. No mesmo endereço, o Dashboard IRB+Mercado Segurador permite consulta dinâmica e gratuita às informações de todo o setor. 

Marcelo Picanço deixa a vertical Seguros, da Porto

marcelo picanco porto

A Porto informou em comunicado a saída do vice-presidente de Seguros da companhia, Marcelo Barroso Picanço, que se dedicou por mais de 16 anos para a companhia. Começou como CFO, passou para a vice-presidência financeira, vice-previdencia de seguros e há um ano era o CEO de Seguros dentro da holding.

Em um comunicado frio e curto, “a companhia registra votos de profundo agradecimento ao Sr. Marcelo Barroso Picanço por sua dedicação e contribuição como diretor da companhia e de suas controladas”. Certamente novos projetos já estão na mira do executivo, tanto pela forte demanda de profissionais do porte de Picanço como também por ser querido entre muitos.

Segundo o documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o cargo será ocupado interinamente pelo atual CEO, Roberto de Souza Santos, que também acumula a responsabilidade pela área de Relações com Investidores.

Semana passada, o grupo divulgou o balanço semestral. Na Porto Seguros, até entao comandada por Picanço, o crescimento foi de 32,1% nas receitas do trimestre (vs. 2T21), impulsionado principalmente pelo seguro de Auto, explicado por adequações de preços, e pelo seguro Empresarial, que incrementou em 14,8% o número de empresas seguradas com ampliação de 37,7% nos prêmios emitidos (vs. 2T21). No semestre, o crescimento das receitas da Porto Seguros foi de 24,1% (vs. 2T21). 

O Índice Combinado da Porto Seguros seguiu impactado no 2T22 (98,9%), explicado principalmente pela sinistralidade do seguro Auto. Contudo os ajustes efetuados na subscrição e precificação já começaram a surtir efeitos, com melhora desses indicadores em relação ao primeiro trimestre do ano. O Vida obteve uma melhora expressiva na sinistralidade trimestral (-38,9 p.p. vs. 2T21), explicado pela redução do impacto do Covid-19. No semestre, o Índice Combinado da Porto Seguros atingiu 99,1% (+10,3 p.p. vs. 1S21).

Medida decretada pela ANS aumentará em 30% os custos com a utilização de terapias por colaboradores com planos de saúde

Claudia Machado Howden Corretora

Fonte: Howden Corretora de Seguros

A partir de 1º de agosto, pacientes podem realizar sessões com psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas sem um limite determinado, de acordo com a indicação médica. A medida decretada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determina que os planos de saúde são obrigados a cobrir quantas consultas e terapias forem necessárias para tratar o paciente.

A medida, que beneficiará 44,9 milhões de usuários de planos de saúde, de acordo com o último dado disponível pela ANS, no mês de abril, trará um alivio aos beneficiários dos planos de saúde que utilizam as diversas terapias contempladas pela medida. Por outro lado, se não houver uma utilização consciente, obedecendo à pertinência técnica, haverá um incremento significativo nos custos dessas terapias, sem um resultado clínico satisfatório.

“Não há dúvidas de que essa medida beneficia também as empresas, já que a atenção à saúde mental minimiza custos com absenteísmo, aumenta o presenteísmo e a produtividade, evitando a judicialização de casos mais graves onde as terapias têm indicação de tratamento contínuo. Durante a pandemia, com a necessidade de isolamento e distanciamento social houve uma procura elevada para as psicoterapias, fazendo com que o segmento de Saúde Suplementar, por determinação da ANS, disponibilizasse ferramentas para teleatendimento, assim como outras iniciativas para atender a população que não tem plano de saúde como, por exemplo, os Conselhos Regionais de Psicologia, que disponibilizaram atendimentos gratuitos para tratar a saúde mental”, comenta Claudia Machado, VP de Benefícios da Howden Harmonia Corretora de Seguros.

E qual é a consequência para os planos de saúde corporativos e pessoa física? De acordo com Claudia Machado, o impacto financeiro pra todos os planos de saúde é inevitável. “Nos clientes da corretora notamos que, de 2021 para 2022, houve um aumento de 50% nas teleconsultas, incluindo médicas e psicoterapias. Isso representa um impacto financeiro considerável de, em média, 30% no custo das terapias, o que acarretará um aumento na sinistralidade geral e, consequentemente, nos reajustes das apólices de saúde”, explica.

Segundo Celiano Amorim, diretor médico da Howden Harmonia Corretora de Seguros, um levantamento realizado junto a um cliente do setor farmacêutico, com 15.000 vidas, revelou que a taxa de utilização de terapias simples no período de um ano (de junho de 2021 a junho de 2022) teve um aumento de 48,29% na frequência. “Já a sinistralidade anual regular para psicoterapias impactava em 14,49%, e, com a nova medida, pode ultrapassar 20%, o que representa um custo anual de R$ 120 mil apenas para essa modalidade terapêutica. Entre as terapias, o atendimento psicológico representa o maior custo por sessão, por isso pesa mais nas despesas médicas da apólice. De acordo com as nossas projeções poderá haver aumentos em outras terapias, como Fonoaudiologia (com acréscimo de 163,87%), seguida de Acupuntura (+140,32%), Fisioterapia (+123,67%) e Nutricionista (+50,54%;)”, exemplifica o médico.

Ele ainda complementa: “com a liberação dos referidos procedimentos, ocorrerá uma reação em cascata, ou seja, haverá um incremento na sinistralidade, já que esses procedimentos somam aos valores maiores nas utilizações gerais. Esse fato representará um aumento no valor de coparticipação nos planos de saúde que são pagos pelos colaboradores, mas esses procedimentos não são os vilões. Precisamos criar estratégias para que as terapias possam realmente trazer benefícios e soluções aos pacientes e, ao mesmo tempo, acompanhar e fazer com que a apólice também tenha a sua saúde financeira da apólice”.

Para as corretoras e seguradoras, a vigilância é fundamental para que a liberação das terapias não abram precedentes ao uso indiscriminado. Segundo Claudia Machado, os programas de prevenção e promoção de saúde fazem toda a diferença para que os colaboradores evitem consultas desnecessárias. “A Howden fez um alinhamento de fluxo com as principais seguradoras parceiras para construir os processos de auditoria daqui pra frente, pois o que se espera é que haja um olhar mais crítico e uma orientação aos pacientes sobre o uso consciente”. 

Ainda de acordo com ela, “os programas de saúde personalizados e a gestão médica disponibilizada aos clientes são fundamentais para essa conscientização, por isso contamos com uma equipe multidisciplinar própria, formada por profissionais de psicologia, enfermagem, assistente social, educador físico, odontólogo e outros parceiros de saúde para fomentar a utilização consciente e assertiva, com foco na promoção e prevenção, cuidando do nosso bem maior, a Vida. Esse é um formato que sempre adotamos e que é essencial para o monitoramento e controle da saúde financeira dos planos, fazendo com que os nossos clientes tenham melhores resultados”, finaliza. 

Dive In: festival de diversidade e inclusão em seguros e resseguros está com inscrições abertas 

dive in festival seguros

Fonte: MetLife

Estão abertas as inscrições para o maior festival de Diversidade e Inclusão no mercado de seguros e resseguros do mundo, o Dive In. Em 2022, o evento reunirá cerca de 40 palestrantes, entre executivos de empresas internacionais, professores, escritores e representantes de instituições sociais, o evento acontecerá de 27 a 29 de setembro e tem inscrição gratuita, permitindo que pessoas do Brasil assistam a palestras internacionais em salas simultâneas on-line, além de poderem participar presencial, virtualmente ou em modelo híbrido nas palestras nacionais.  

Organizado pelo Lloyd´s Bank, banco comercial e de varejo britânico com agências na Inglaterra e no País de Gales, desde 2015 o Dive In tem o objetivo de incentivar empresas a adotarem metodologias mais diversas e inclusivas, discutindo temas da atualidade. Com o tema central “Construindo Culturas Mais Corajosas para implementar modelos de trabalho psicologicamente mais seguros” o festival deste ano pretende discutir como a indústria de seguros e resseguros deve trabalhar para criar ambientes – on e offline – onde as pessoas se sintam seguras, valorizadas, respeitadas e livres para se expressarem. Desta forma, aspectos como a forma de pensar e agir dos grupos diversos em seus locais de trabalho, a importância do ambiente criado por colegas e pela liderança, serão alguns dos assuntos em pauta.

A MetLife participará de três painéis, todos on-line. Confira: 

  • Burnout – Como lidar com a nova doença ocupacional da OMS 

    Data: 28/09, quarta-feira das 15h às 16h30 

    Há tempos, profissionais sofrem de estresse devido à pressão para alcançar metas, ao volume de demandas e aos prazos apertados. A pandemia, com seus efeitos na saúde mental, só agravou essa condição. A oficialização do burnout como doença ocupacional no dia 1º de janeiro deste ano pela OMS, intensifica o alerta e a demanda de um olhar mais atento ao problema pelas empresas. Passa a ser necessário o combate a um ambiente de trabalho tóxico e o fomento de uma cultura organizacional saudável e equilibrada. Neste painel, definiremos o burnout, entenderemos seus principais sintomas e efeitos, discutiremos qual o posicionamento e papel das empresas em relação isso, entenderemos o cenário legislativo e ouviremos um depoimento de quem sofreu com o burnout. 

    Palestrantes: Dr. Frederico Furquim Silva (Médico do trabalho, parceiro da MetLife), José Neto, (Diretor Jurídico da MetLife, com experiência no tema), Adriana Zanni (VP LATAM People na AON) e Juliana Nunes (Sócia área trabalhista na Campos Mello Advogados). 
  • Direitos da comunidade LGBTQIAP+ e a contribuição das empresas 

    Data: 28/09, quarta-feira às 17 horas 

    Discutirá o panorama jurídico relacionado à comunidade LGBTQIAP+ pelo mundo comparando com os avanços que tivemos no Brasil e a longa jornada que temos pela frente. Vai comentar como as empresas estão entrando com ações e informação para suprir a demanda que a comunidade tem de suporte aos seus direitos. 

    Palestrantes: Aline Cipolla (Superintendente de Sinistros da MetLife Brasil), Jaqueline Suryan (advogada na Campos Mello Advogados) e com mediação de Natália Cysne (assessora no Santander). 
  • Saúde Mental – O impacto da saúde mental no pós-pandemia 

    Data: 29/09, quinta-feira das 11h às 12h30 

    Link: https://onemetlife.webex.com/meet/CatucciTS  

    No começo da pandemia, fomos impactados pela demanda de mudança brusca e rápida de rotina e modelo de trabalho. Foi necessário muito aprendizado e grande adaptação à nova realidade. Com a retomada das nossas atividades, uma nova surpresa: desacostumamos a interações sociais e ao trabalho presencial, o que nos demanda um novo ciclo de adaptação. Neste sentido, qual o papel da empresa na readaptação do colaborador? Como evitar a ansiedade das equipes? Quais são os novos cuidados e programas necessários para manter um time saudável? Quais são as melhores práticas que as empresas devem adotar para facilitar essa transição? Discutiremos respostas a essas perguntas em nosso painel sobre saúde mental pós pandemia, mostraremos estatísticas e ainda falaremos sobre os impactos em um ambiente inclusivo. 

    Palestrantes: Daniela Dall´Acqua (diretora de recursos humanos da MetLife), Fátima Macedo (psicóloga, CEO e Diretora Geral da SAMPO – Hospital das Clinicas), Dr. Ricardo Salem (Diretor Médico da Care Plus) e a mediadora Marcela Hill (Head Latam e Sócia de Seguros e Resseguros da Campos Mello Advogados). 

    Dive IN Festival 2022 – de 27 a 29 de setembro  

    Abertura das inscrições: 09 de agosto

    Link para inscrição (gratuita) e demais informações: www.diveinfestival.com 

Seguro de vida: bom produto, bom preço e boa consultoria financeira são as apostas para elevar as vendas

Seguro de vida Fenaprevi

O segmento de vida e previdência tem dois grandes desafios pela frente: lidar com as variáveis da macroeconomia que tiram o poder de compra da população e se comunicar melhor com a sociedade, incluindo ai os 3 Poderes, empresas, famílias e indivíduos. “Enquanto tivermos uma desigualdade de renda como a do Brasil neste momento, vai ser difícil chegarmos a patamares de penetração do seguro de vida como vemos em outros países. Mas mesmo neste cenário mundial de juros e inflação elevados, desemprego, cadeias produtivas em alerta com os problemas geopolíticos, é possível dobrar o tamanho do segmento de pessoas no Brasil, independentemente da renda”, afirmou Edson Franco, presidente da seguradora Zurich no Brasil e da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdencia e Vida), em evento promovido pelo CVG-SP (Clube de Vida de São Paulo).

O seguro no Brasil tem participação de 4% no PIB (Produto Interno Bruto), abaixo da média mundial de 7%. Especificamente em pessoas, a participação é de 2,1%, segundo o estudo mais recente da Fundação Swiss Re, com dados de 2021. Em seguro de vida, o percentual cai para 0,5%. “Isso mostra que temos grande potencial, independentemente da renda, para avançarmos na venda do seguro de vida. Precisamos levar para a sociedade mais informações sobre os produtos, que já trazem serviços e cobertura para serem usadas em vida e atendem os vários ciclos de vida do consumidor”.

Em grandes números, o segmento de pessoas avançou de R$ 34,5 bilhões em 2017 para R$ 51,2 bilhões em 2021, um crescimento médio de 10% ao ano, sendo o VGBL, Vida em Grupo e Vida Individual os principais produtos. Um dos pontos destacados em seguro de pessoas está o valor que o segmento devolveu à sociedade em decorrência da Covid-19: R$ 7 bilhões em indenizações pagos para mais de 183 mil famílias. “São números relevantes, que mostram a importância do setor no suporte financeiro para famílias, bem como para o governo”, ressaltou o executivo.

A pandemia, por outro lado, contribuiu para abrir o diálogo sobre morte. “Antes tínhamos um inimigo oculto, que era o tabu em falar sobre morte. Ninguém queria falar sobre isso, por mais necessário que possa parecer para nós que trabalhamos no setor. Infelizmente, todas as noites a partir de março de 2020, todos paravam para escutar o ministro da Saúde falar sobre as mortes nas tevês. Isso mudou a visão das pessoas sobre a necessidade da proteção da renda familiar. O que nos traz a missão de oferecer produtos que atendam este anseio da sociedade”, acrescenta Franco.

Segundo pesquisa encomendada pela Fenaprevi ao DataFolha, 62% das pessoas que tinham seguro de auto não tinham de vida. Quando perguntado se a segurança da família era menos importante do que o do carro, as pessoas comentavam que iriam rever este assunto. “É este momento que temos de aproveitar para elevar a penetração de seguro de vida no Brasil. Vamos juntos nesta jornada, corretores. A assessoria competente de riscos é fundamental”, ressalta Franco.

A pesquisa foi realizada entre 18 de novembro e 01 de dezembro de 2021, e ouviu 2023 pessoas em todo o país (com 18 anos ou mais), com destaque à classe C que possui 48% dos representantes. Sobre o que fizeram ou estão fazendo para proteção de si e da família de situações adversas, 23% afirmaram ter começado a guardar algum dinheiro; outros 17% disseram ter contratado um seguro, sendo 6% deles um seguro de vida, e 11% não tomou nenhuma atitude para se proteger da doença. “Temos de mostrar para a sociedade que seguro de pessoas vai muito além do seguro de vida. Temos o seguro doenças graves, internação hospital, para quitar dívidas entre tantos outros serviços com o telemedicina e benefícios que estimulam a qualidade de vida”, cita.

No tocante à comunicação com a sociedade e com os governos federal, estadual e muncipal, Franco comentou a contratação de Dyogo Oliveira para presidente da CNseg, Confederação Nacional das Seguradoras, no triênio 2022-2025. “A grande missão do ex-ministro e agora presidente executivo da confederação é abrir diálogos com os poderes executivo, legislativo e judiciário, no sentido de aumentar o entendimento e a compreensão do tamanho do mercado. Somos o principal financiador da dívida pública, com R$ 1,2 trilhão em reservas aplicadas em títulos do governo. Temos muito a contribuir com o Brasil na oferta de produtos que visam proteger a renda das pessoas. E estamos só no começo, como mostramos no documento com as propostas da CNseg para os candidatos à presidência da República nas eleições deste ano“, frisou.

Claro que o setor depende do bom desempenho da economia para crescer, uma vez que antes de comprar seguro o trabalhador tem despesas básicas como moradia, alimentação, transporte, saúde e educação. Enquanto o governo cuida disto, as seguradoras e corretores investem em tecnologia e inovação para entregar produtos acessíveis, aderentes aos ciclos de vida do cliente, com uma jornada de vendas e de pós venda capaz de tornar o seguro um serviço indispensável no orçamento financeiro das famílias.

Cristina Vidal assume o cargo de diretora de benefícios da MDS Brasil para RJ, MG e NE

MDS corretora de seguros

Fonte: MDS

MDS Brasil, uma das principais corretoras do país no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, anuncia a contratação de Cristina Vidal como Diretora Comercial para a área de Benefícios. Com mais de 25 anos de experiência no mercado de seguros, Cristina será responsável pelo relacionamento e retenção da carteira de clientes, geração de novos negócios nas regiões do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Nordeste e ampliação da visibilidade da área, fortalecendo-a regionalmente, com foco em gestão consultiva e personalizada.

“Estou muito animada com este novo desafio. Espero somar minha experiência ao propósito da MDS de proporcionar acesso ao bem-estar e à qualidade de vida aos colaboradores dos nossos parceiros, pois tratar de Benefícios significa cuidar da vida das pessoas, da sua saúde e dos seus familiares. Trago comigo uma premissa que se alinha à visão da MDS – o oferecimento de um atendimento humanizado como forma de fazer a diferença na vida dos indivíduos”, comenta Cristina.

Formada em Administração de Empresas pela Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), a executiva soma passagens pela D’Or Consultoria, Willis Towers Watson, SulAmerica, Unibanco, Tokio Marine e Fairfax Brasil – onde foi responsável pela expansão da empresa para o estado do Rio de Janeiro. Além disso, a líder também tem experiência como professora na Escola de Negócios e Seguros, na qual aborda a temática da Estratégia de Comercialização de Seguros e Gestão Empresarial e Financeira. 

De acordo com Paulo Loureiro, vice-presidente da área de Saúde e Benefícios da MDS Brasil, a chegada de Cristina Vidal potencializará a atuação da marca regionalmente. “Após anos dedicados a grandes seguradoras e corretoras, Cristina traz consigo todo seu know-how e capacidade de liderança, que serão fundamentais para sustentação e crescimento das operações regionais, não apenas em volume, mas também com iniciativas inovadoras e aderentes às mudanças do mercado”, afirma.

Geração Z é a que mais sente os efeitos da pandemia na saúde emocional, 62% dos jovens se dizem ansiosos

Fonte: SulAmérica

Pelo segundo ano, o Instituto FSB Pesquisa organiza, a pedido da SulAmérica, um levantamento para avaliar a preocupação e os cuidados do brasileiro relacionados à saúde durante a pandemia. Realizada durante o último mês de maio, a amostra contou com 2 mil entrevistas por abordagem online, de todas as regiões do país – nas 27 unidades federativas -, e avaliou questões relacionadas às saúdes física, emocional e financeira dos participantes.

Sob o conceito de Saúde Integral, a pesquisa identificou que, assim como em 2021, a saúde financeira segue como principal motivo de preocupação no dia a dia dos brasileiros – 47% dos entrevistados. Em 2022, 63% afirmaram ser necessário reduzir gastos e quase metade dos brasileiros, ou 49%, afirma estar “apertado” financeiramente. No ano anterior, a pesquisa revelou que 4 em cada 10 brasileiros estavam mais preocupados com a saúde financeira do que com as saúdes física e emocional.

Saúde emocional preocupa mais do que a saúde física

Apesar da maior atenção à saúde financeira, ainda assim 6 em cada 10 brasileiros afirmam que agora estão cuidando mais da saúde e do bem-estar do que durante o auge da pandemia. Porém, a saúde emocional piorou para 48% dos brasileiros como legado da pandemia.

É por essa razão que a saúde emocional é a segunda que mais preocupa, como dizem 54% dos entrevistados. E, por último, 51% se sentem assim com relação à saúde física.

Para cuidar de alguma forma da saúde mental e emocional, mais de 60% têm como hábito ouvir música, enquanto 45% fazem atividades relacionadas à espiritualidade ou religião e 42% descansam ou fazem relaxamento. Apenas 10% fazem terapia. Quando questionados sobre hábitos regulares de cuidados com a saúde física, 62% revelaram ter baixa ou nenhuma frequência de atividades.

Gerações unidas por um mesmo dilema

A pesquisa revela que questões relacionadas à saúde financeira une todas as gerações, de baby boomers até à geração Z. Todos escolheram a saúde financeira como a maior preocupação do momento.

No entanto, é entre os baby boomers (nascidos entre 1946 e 1964) e geração Z (nascidos entre 1990 e 2010) o maior crescimento registrado em relação aos cuidados com a saúde financeira, do primeiro para o segundo levantamento.

Quando questionados sobre sintomas e sentimentos que mais apareceram no último ano, a geração Z também se mostra mais vulnerável. Em relação à saúde emocional, 62% dos jovens dizem sentir ansiedade, frente a 56% em 2021. A insônia também se destaca mais para 45% dos jovens nesse segundo levantamento.

A margem de erro no total da amostra é de 2 pp, com intervalo de confiança de 95%.

Expectativas para inflação em 2023 permanecem em alta e BC pode já mirar 2024, diz CNseg

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) elevou a taxa Selic em 0,5p.p., para 13,75% ao ano, de acordo com as expectativas, na reunião da semana passada. Porém, diferentemente do esperado, deixou em aberto a possibilidade de novo aumento, ainda que de magnitude menor, na reunião de setembro. Apesar disso, a mediana das projeções do Focus para a Selic ao final deste ano permaneceu em 13,75%, e em 11% para o final do ano que vem. A Ata da última reunião do Copom será divulgada nos próximos dias, então há a possibilidade que os agentes estejam aguardando mais informações antes de alterar seus cenários.

“Como temos frisado, o aperto nos juros básicos conduzido pelo Banco Central desde março do ano passado é grande e tende, com as devidas defasagens, a diminuir a inflação. No entanto, as medidas pontuais tomadas pelo governo para controlar a inflação e impulsionar o nível de atividade até o final deste ano e o custo fiscal a elas associado adicionaram uma grande dose de incerteza no cenário, não apenas porque as medidas têm efeitos distintos no curto e longo prazo – o que fica claro nos movimentos das projeções do Focus nas últimas semanas – como também porque parte do mercado pode interpretar as recentes medidas como mais uma mudança no arcabouço fiscal do País, o que teria como consequência um aumento na taxa real de juros neutra”, avalia o economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Com uma taxa neutra maior, o aumento dos juros necessário para reduzir a inflação também tende a ser maior. As projeções para o IPCA continuam a cair para 2022 (7,11% no relatório desta semana), mas permanecem em alta para 2023 (chegando a 5,36%), o que também adiciona dúvidas quanto aos próximos passos do BC.

O horizonte relevante para a política monetária também tem impactos: com as expectativas acima da meta e ainda subindo para 2023, há analistas que acreditam que o Banco Central já mira, com mais peso, o ano de 2024, o que mudaria a estratégia da política monetária. Esse cenário, como temos frisado, tende a tornar o BC mias data-dependent, isto é, dependente da divulgação de dados de atividade, inflação e da própria dinâmica das expectativas. Depois da desaceleração do IPCA-15 de julho (11,39% em 12 meses), a divulgação do IGP-DI, na semana passada, deu mais uma amostra do potencial de redução pontual da inflação das medidas recentemente tomadas. O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,38% em julho, levando a alta em 12 meses para 9,13%.

O mais interessante, entretanto, é olhar a variação do IPC (Índice de Preços ao Consumidor), componente do IGP que tem estrutura de ponderação semelhante ao IPCA, que teve deflação forte de 1,19%. Enquanto isso, as projeções para o PIB tiveram alterações marginais.  Na esteira da melhora do mercado de trabalho e da ampliação das transferências de renda até o final do ano, subiram para 1,98% em 2022, e permaneceram em 0,4% para 2023. No calendário econômico da semana, além da ata do Copom, amanhã (09/08), destaque para dados de atividades de junho: PMC, na quarta-feira (10/08) e PMS, na quinta (11/08).