MetLife Foundation e Vila Sésamo realizam evento de troca de cartas em escola pública de São Paulo

Fonte: Metlife

A MetLife realizou, no dia 11 deste mês, um evento em parceria com a Vila Sésamo (Sesame Workshop) para celebrar as ‘Trocas de Cartas’ entre crianças de uma escola pública de São Paulo e voluntários da MetLife Brasil.  Com a ação, a empresa tinha como objetivo propor reflexões sobre fortalecimento financeiro, ao compartilhar histórias de mulheres inspiradoras que sonharam, planejar e alcançaram seus sonhos. A ação chegou ao fim com uma série de dinâmicas que envolveram os participantes; entre elas: sessão de cinema de pré-lançamento da série ‘Mulheres Inspiradoras – Árvore dos Sonhos’, e a presença dos personagens da Vila Sésamo, Come-Come, Elmo e Bel, para inauguração do sonho coletivo da escola. 

A parceria entre MetLife e a Vila Sésamo, que existe há mais de 7 anos, busca contribuir para que as crianças e os adultos sejam capazes de visualizar o futuro, identificar sonhos, definir as metas, construir planos e compreender que as escolhas feitas todos os dias podem ajudá-los a alcançar seus projetos de vida. O evento contou ainda com a participação da atriz e diretora artística Mafalda Pequenino, que promoveu um bate-papo sobre identidade, sonhos e representação da população afro-brasileira na programação infantil.

“Como as famílias continuam lidando com os desafios causados pela pandemia, os recursos deste projeto, ajudam os familiares e educadores a refletirem e colocarem em prática estratégias para resiliência e a flexibilidade para superar os desafios financeiros. Acreditamos que o conteúdo do projeto possa gerar diálogos significativos entre adultos e crianças sobre conceitos importantes como sonhar, planejar e alcançar, além do compartilhar e doar”, comenta Thais Catucci, gerente de comunicação interna, responsabilidade social e sustentabilidade da MetLife Brasil.

Projeto em números

No Brasil, desde 2015, o programa já alcançou diretamente mais de 150 mil famílias por meio de atividades e materiais de impacto social do projeto ‘Sonhar, Planejar e Alcançar’.  Além disso, mais de 30 milhões de pessoas foram sensibilizadas a partir de uma campanha transmídia em televisão, rádio, redes sociais e website. Em 2022, iniciamos uma nova edição do programa nas cidades de Belo Horizonte, Manaus, Rio de Janeiro e Salvador, dessa vez com um olhar mais atento para o papel da mulher no fortalecimento financeiro das famílias e comunidades, e para as questões raciais que interferem nesse processo. Neste ano, estão sendo alcançadas 200 escolas, 1200 educadores e, aproximadamente, 28 mil famílias. Em 2023 serão envolvidos 50 espaços comunitários, a partir dos quais serão alcançadas mais 30 mil famílias via parcerias diretamente estabelecidas entre a Vila Sésamo e Organizações da Sociedade Civil.

Os resultados somativos das duas primeiras fases mostraram impacto positivo, especificamente:

·         As crianças estão economizando mais, entendendo a necessidade de planejamento e tendo aspirações mais altas.

·         Os adultos que estiveram engajados com o projeto apresentaram mudanças em seu próprio comportamento como:

·         Mais conversas sobre assuntos financeiros com os filhos; 

·         Maior conscientização sobre o que seus filhos estão pensando sobre questões de dinheiro e sobre seu futuro;

·         Confiança em dar às crianças seu próprio dinheiro para aumentar a independência financeira;

·         Confiança em deixar as crianças tomarem suas próprias decisões de gastos

SulAmérica realiza sorteio de carros para o PRA Super Campeões 2022

sulamerica

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica organiza na próxima quarta-feira, 16/11, a rodada intermediária do Programa de Reconhecimento ao Corretor, o PRA Super Campeões 2022. Nesta edição, serão sorteados nove carros 0Km. O evento será realizado presencialmente para corretores e corretoras em São Paulo e no Rio de Janeiro, com transmissão online para todo o Brasil por meio de plataforma exclusiva da companhia. São esperados 250 profissionais em SP, 210 no Rio e 2 mil profissionais on-line acompanhando o encontro.

Para ser elegível ao sorteio, o corretor ou corretora precisa estar entre os maiores pontuadores de cada região, de acordo com o regulamento do programa. “Esse é um dos momentos mais aguardados pelos nossos parceiros e parceiras. O evento é uma oportunidade para reforçarmos o quanto nosso relacionamento com corretores e corretoras é prioritário, e como nos preocupamos em reconhecer suas conquistas”, destaca Solange Zaquem, diretora comercial da SulAmérica. 

Além do sorteio dos carros 0Km, o PRA Super Campeões conta também com uma premiação final que dá direito a viagem nacional para um resort ou uma viagem internacional, que nesta edição terá Israel como destino, ambas a serem realizadas em 2023.  O cálculo da pontuação para classificar a corretora como elegível à premiação final acontecerá também no próximo ano, considerando a soma de todos os pontos acumulados durante o período da campanha, de acordo com regulamento. 

Para acompanhar a premiação do PRA, no próximo dia 16/11, acesse: http://sulamericapra.com.br/.

Cadeia produtiva da saúde segue em alta e acumula quase 4,8 milhões de empregos no País

Fonte: IESS

As oportunidades de empregos formais na cadeia produtiva da saúde continuam aquecidas no País e seguem acumulando consecutivos registros de alta. Nos últimos três meses encerrados em setembro deste ano, o número de pessoas empregadas no setor atingiu a marca de 4,77 milhões – crescimento de 1% em relação junho quando havia 4,73 milhões. As informações são do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 61, publicação do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).

O estudo considera os setores público, privado e empregos diretos e indiretos sendo que, do total de vínculos na cadeia, 3,78 milhões (79,2%) pertencem ao setor privado com carteira assinada – proporção que aumentou 1,2 pontos percentuais em relação a novembro do ano passado. Na mesma comparação trimestral, o mercado de trabalho da economia teve registro de alta 1,9%. 

Vale destacar que no Sudeste estão concentrados mais da metade dos empregos do setor com 2,36 milhões de vínculos. As regiões com maiores crescimentos de vínculos, no entanto, levando-se em conta a variação percentual do trimestre, foram Nordeste (2,2%), seguida pelo Sudeste (0,8%), Sul e Centro-Oeste (0,7%) e Norte (0,3%).

“Tivemos, novamente, um comportamento de alta (1%) em relação às novas oportunidades de emprego na cadeia da saúde no País, com indicador mais favorável ao registrado no trimestre anterior (0,8%). Reflexo do volume gerado na economia, que até aqui, também segue com a mesma tendência de alta”, afirma o superintendente executivo do IESS, José Cechin.

Já o saldo mensal de oportunidades, registrado em setembro deste ano, foi de 21,2 mil empregos no setor. Em junho, o montante havia sido de 9 mil. No acumulado do ano, considerando os subsetores, o que mais gerou empregos formais na cadeia foi o de prestadores (88,9 mil), seguido por fornecedores (39,4 mil) e operadoras (4,9 mil). No total, o saldo do setor privado (133,3 mil) representa 6,2% do volume gerado pela economia (2,1 milhões).  

CNseg: soluções tecnológicas para incrementar estratégia de negócios das seguradoras

André Vasco - CNseg

Quando o assunto é informações em seguros, prepare-se para pensar em algo infinito. As seguradoras são donas de informações preciosas, que podem ajudar a gerar negócios valiosos. Sem elas, os prejuízos também podem ser gigantescos. Por isso, tecnologia, inteligência artificial, analytics e outras palavras correlatas invadem o dia a dia das conversas sobre o setor há muito tempo.

Com uma vasta experiência profissional em bancos e seguradoras, André Vasco está à frente da Diretoria de Serviços às Associadas (DISERV), da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). “Quanto mais os riscos aumentam, maior a necessidade de informações analisadas. Oferecemos às associadas com exclusividade soluções que possibilitam aumentar a receita, otimizar e aperfeiçoar os processos de precificação, cotação, subscrição e regulação de sinistros, reduzir custos, prevenir e combater fraudes, mitigar riscos e manter-se em conformidade legal, resultando em melhoria contínua na prestação de serviços ao cliente”, explica Vasco ao Sonho Seguro. 

Então o que muitas das startups estão oferecendo às seguradoras nesses últimos dois anos já existia? A resposta de Vasco é: “boa parte sim”. Os dados existem há décadas e com o avanço da tecnologia se tornaram ainda mais importantes. “E por isso tem hoje a atenção que merecem, uma vez que dados custam caro. E a CNseg tem a missão de zelar e torná-los acessíveis às associadas. Normalmente, contratar de forma individual dá mais trabalho e fica mais custoso do que acessar os dados via CNseg, que negocia com o parceiro em nome das associadas”.  

As seguradoras estão ligadas a diversas empresas. As que cuidam dos carros, dos motoristas, do transporte de mercadorias. Dos clientes de saúde e toda a cadeia envolvida, como hospitais e laboratórios. Das que pegam empréstimo e contratam um seguro prestamista. Dos investidores e seus projetos bilionários de infraestrutura. Que cuidam do clima, como forma de mitigar riscos catastróficos. As que contabilizam ataques de hackers. As que quantificam roubos, furtos, homicídios. Enfim, uma infinidade de empresas ligadas de alguma forma a seguro. 

Dados que envolvem automóveis, a maior carteira do setor até uns quatro anos atrás, e que hoje só perde para seguro de pessoas (vida e previdência), é a mais robusta e antiga. Em 1991, a Confederação, naquela época ainda uma federação, a Fenaseg, criou um sistema de informações com base no índice nacional de roubo e furto. Ele permite acesso online às informações sobre a situação de roubo e furto de veículo.

De lá para cá, as informações, as parcerias e os dados só aumentam. O estado de São Paulo é responsável pela maior frota de veículos do país. Também são os paulistas que mais compram seguro de carro na terceira maior frota de automóveis do mundo. Imaginem a quantidade de dados. E ainda temos de considerar que a cidade tem radar em quase todos os lugares. Quantas imagens da placa são geradas por hora e alimentam o banco de dados? Quem foi multado?

“Importante destacar que dados são fundamentais para as seguradoras, que analisados com a inteligência que dispomos ajudam muito as nossas associadas em suas estratégias, seja para precificar o seguro, para entrar em novos nichos, investir em prevenção, enfim, diversas informações podem ser extraídas de nossos serviços que estão em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, ressalta Vasco.

Com a pandemia e a entrada das startups em finanças e seguros, o banco de dados ficou ainda mais estratégico. Vasco cita que tem soluções e que estão segmentadas em Automóvel, Capitalização, Rural, Saúde Suplementar, Crédito e Garantia, Patrimonial, Transportes e Vida e Previdência. 

A solução de Compartilhamento de Incidentes Cibernéticos (CIC) foi implementada em 2022. Vasco explica que o CIC visa o cumprimento da Circular Susep 638/2021, que trata da obrigatoriedade de compartilhamento de incidentes cibernéticos. A seguradora que for vítima de um incidente relevante deve informar a todas as supervisionadas pela SUSEP. As empresas aderentes ao CIC poderão ter seus casos informados às mais de 169 supervisionadas simultaneamente. “Esse serviço é importante porque oferece a possibilidade de custos operacionais menores para cumprir a regulação da SUSEP”, destaca. Além disso, a solução da CNseg oferece um serviço de curadoria dos eventos enviados e uma varredura de qualquer incidente relevante para o mercado segurador, seja nacional ou internacional.

Atualmente, Vasco e sua equipe trabalham em um novo produto, chamado de “Dashboard de Seguros”, um painel visual que apresenta, de maneira centralizada, um conjunto de informações estatísticas sobre automóveis. “Sabemos, por exemplo, com base no cruzamento e análise de informações, quantos veículos de uma determinada marca e modelo foram emplacados, roubados, furtados, recuperados em cada cidade do Brasil. Com essas informações, a seguradora poderá, por exemplo, avaliar sua estratégia comercial. Este projeto deve estar finalizado no primeiro trimestre de 2023. Na agenda estão também serviços para o ramo patrimonial e pessoas”, finaliza Vasco. 

Icatu turbina o seguro de Acidentes Pessoais, agora o Super AP 

Sempre atenta às novas demandas do mercado e com um portfólio de seguros de vida que atende aos mais diversos perfis, a Icatu tem investido cada vez mais em trazer melhorias e inovações nas jornadas e experiências de seus produtos de proteção financeira. Uma das reformulações mais recentes foi realizada no Super AP – Seguro de Acidentes Pessoais, que já existia na companhia, mas que passou por um upgrade e retorna ao portfólio da Icatu com mais benefícios para os clientes e corretores, tanto do ponto de vista de coberturas e assistências quanto de experiência. Um dos destaques é a ampliação do limite de capital segurado para até R$ 1 milhão, além de um grande diferencial, que é o serviço de Assistência Funeral, que cobre eventos decorrentes de morte natural ou acidental, sem carência, com a prestação de serviços ou com reembolso de até R$5.500.

“O Super AP foi criado com o objetivo de ser um produto descomplicado e acessível, com alto valor agregado e uma solução de entrada para a proteção financeira das pessoas. Fizemos essa reformulação justamente para atender às novas necessidades de clientes e corretores que temos monitorado. O cliente poderá personalizar coberturas e assistências no momento da contratação, tornando o produto ainda mais flexível e completo”, explica Luciana Bastos, Diretora de Produtos de Vida da Icatu.

O Super AP conta com idade de contratação de 18 a 70 anos e tem opção de pagamento mensal ou anual, por meio de débito em conta, cartão de crédito ou boleto bancário. Entre as coberturas inclusas, estão: Morte Acidental; Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente e Assistência Funeral Individual ou Familiar. O produto também possui os benefícios de Assistência Domiciliar e Sorteio Mensal de R$ 25 mil todo mês. Além de um dos benefícios opcionais, sem custo adicional ao cliente: Seguro Viagem, Telemedicina ou Assistência Saúde em Dia. 

O produto conta ainda com a possibilidade de majoração da cobertura de Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPAM) ou inclusão das coberturas adicionais de Diária por Incapacidade Temporária por Acidente (DIT-A) e Diária por Internação Hospitalar por Acidente (DIH-A). 

Visando o autosserviço e praticidade, a companhia também disponibiliza a Área do Cliente, que pode ser acessado através do site da Icatu, onde o cliente consegue realizar a manutenção do seguro, como alterar beneficiário e forma de pagamento, consultar documentos como certificado e condições gerais, além do acompanhamento do produto, como coberturas contratadas, valor da parcela, entre outros.

Vantagens para os corretores parceiros

Um dos destaques com a reformulação do Super AP é o incentivo ao corretor. Por meio dos módulos de comissão flexíveis e sorteio no modelo “cliente dá sorte”, onde o corretor ganha o mesmo valor que o cliente, em caso de contemplação. O produto também está totalmente integrado à Casa do Corretor, ferramenta exclusiva da Icatu, que permite não somente a realização da venda, mas também diversos serviços de pós-venda, acompanhamento de produção, consulta de materiais de apoio, entre outras funcionalidades.

“O mercado de vida tem crescido muito nos últimos anos, sobretudo após a pandemia. Então, estamos cada vez mais atentos para trazer produtos que se destaquem, tanto do ponto de vista do cliente quanto do corretor. E o Super AP entrega isso. Além disso, temos soluções que auxiliam o corretor no momento da venda, além do suporte comercial e relacionamento, com regionais por todo o Brasil. Queremos ampliar a cultura do seguro no Brasil e convidamos os corretores para este desafio e oportunidade junto com a gente”, conclui Luciana.

Swiss Re fecha parceria com a insurtech Darwin para cessão de resseguro 

Da esq. para a dir., em pé: Lucca Orlandini, Senior Business Development Analyst da Swiss Re; Carlos Alberto Souza Barros, Co-CEO da Darwin Seguros.; Fred Knapp, Head Reinsurance Brazil & Southern Cone da Swiss Re.

Num momento de grande aperto para as insurtechs com a retração de investimentos, a Darwin fechou um acordo com a Swiss Re. O acordo prevê a cessão de resseguro para parte da carteira de seguros de automóveis da insurtech.  A Swiss Re não terá participação acionária na Darwin. Questionados sobre valores, “por política interna do Grupo Swiss Re, não são divulgados números que não sejam de conhecimento público”. Leia abaixo a entrevista com o sócio e cofundador da Darwin, Carlos Alberto Souza Barros, e com o presidente da Swiss Re no Brasil, Fred Knapp.

  1. Quais os benefícios que a parceria vai gerar para o negócio da Swiss Re? 

Swiss Re: A Swiss Re vê nesta parceria uma grande oportunidade para fomentar o mercado segurador e fazer parte da digitalização da indústria (res)seguradora que está em curso no Brasil. A Darwin Seguros traz uma maneira inovadora de pensar sobre o seguro automóvel, impulsionando mudanças no mercado e transformando a maneira de os consumidores comprarem seguros com mais praticidade.

  1. Será só no Brasil ou atuarão juntos em outros países? 

Swiss Re: Inicialmente, apenas para o Brasil.

Darwin: Embora a intenção de ambos seja se dedicar ao máximo à parceria (fomos os únicos escolhidos da segunda turma do Sandbox), não existe nenhuma exclusividade formal.

  1. Quais as principais dores do negócio que a Swiss Re busca resolver com startups?

Swiss Re: O grupo Swiss Re tem como missão fechar a lacuna de proteção e, com a pandemia, consumidores e empresas da América Latina passaram a adquirir produtos e serviços de forma digital, acelerando a adoção do comércio eletrônico em toda a região. Além disso, houve uma conscientização do setor de seguros para que os modelos de negócios sejam ainda mais centrados no cliente e suas necessidades. Para  reduzir a lacuna de proteção na América Latina, é importante atender os clientes oferecendo o produto certo, no momento certo e da maneira correta. Em paralelo, insurtechs têm investido na criação de experiências digitais para seus clientes. Unindo essas duas frentes, é possível estar alinhado com a tendência de mercado e, consequentemente, com o futuro.

  1. Como teve acesso a Swiss Re (contar como foi o approach)? 

Darwin: A ponte foi feita por um de nossos investidores, que tem um relacionamento muito próximo à Swiss Re. Esse tipo de situação nos mostra como foi uma decisão acertada focarmos em investidores e sócios que entendem de seguro. Estamos iniciando um relacionamento de longo prazo com a Swiss Re, e trazer esse histórico de confiança, que essas pessoas construíram no passado, juntamente com a experiência no negócio, ajuda a mostrar que somos sérios e sabemos o que estamos fazendo. 

  1. Quais as expectativas para 2023? 

Darwin: Nossos objetivos principais são estabilizar o produto e ganhar escala. Temos um canal muito importante e estratégico com o BV, que possui presença em todo o país. Vamos alavancar nosso aprendizado e crescimento através dele e de alguns outros parceiros estratégicos. 

  • Quando sai do sandbox?

Darwin: Em junho de 2022, fomos a primeira insurtech a receber a Licença Temporária da Susep para operar como seguradora digital na segunda edição do Sandbox, o que nos permite operar neste ambiente por 36 meses (até junho de 2025). Iniciamos nossa operação em outubro de 2022 e pretendemos iniciar o processo de obtenção da licença definitiva ao longo do ano de 2023. 

C6 Bank lança Seguro de Proteção Financeira para financiamento de veículos

Pouco mais de um ano após o início da operação de financiamento de veículos, o C6 Bank lança o Seguro de Proteção Financeira C6 Auto. Oferecido em parceria com a Fairfax Seguros (FF Seguros) e também conhecido como seguro prestamista, o produto garante que o financiamento assumido pelo comprador do veículo seja honrado em caso de invalidez, morte e perda de renda. 

“Desenvolvemos um produto com taxas e cobertura competitivas para que o titular e sua família possam se planejar em caso de imprevistos que interfiram no pagamento das prestações”, explica Fabio Basilone, head de seguros do C6 Bank.  

O Seguro de Proteção Financeira C6 Auto é facultativo e pode ser contratado no momento do financiamento do veículo. O seguro oferece cobertura para casos de morte e invalidez do contratante e também para perda de renda por desemprego involuntário. As condições contratuais e os detalhes da oferta são apresentadas ao consumidor no momento da proposta.

São elegíveis ao produto todas as pessoas com idade entre 18 e 80 anos que tiverem uma proposta de financiamento de veículo aprovada no C6 Bank, ainda que não sejam correntistas do banco. A formalização da apólice é digital e pode ser feita diretamente nas lojas, com um dos parceiros C6 Auto que atuam em todas as regiões do país. 

O seguro tem a mesma duração do financiamento e o pagamento é feito junto com as parcelas. Se houver liquidação ou cancelamento antecipado do financiamento, o Seguro de Proteção Financeira C6 Auto é cancelado na mesma data. Tanto o titular quanto familiares podem acionar o seguro caso ocorra algum dos imprevistos cobertos na proposta. 

Brasilprev anuncia novo superintendente de Dados

A Brasilprev anuncia a chegada de Bruno da Silva Venceslau, que assume o cargo de superintendente de Dados na companhia. O executivo tem o desafio de impulsionar a geração de resultados a partir do uso de modelos analíticos, com foco na sustentabilidade. 

Bruno é profissional de carreira no Banco do Brasil, onde atuou por 19 anos. Possui ampla experiência em Varejo, tendo trabalhado em diferentes funções em agências, como gerente geral inclusive, no período de 2003 a 2015. Liderou por dois anos a operação de financiamento de veículos do BB, na diretoria de Empréstimo e Financiamentos, com destaque para a condução do projeto que transferiu o processo de contratação de financiamento de veículos para o mobile. Nos últimos cinco anos participou ativamente da estruturação da Unidade Estratégica de Investimentos do BB, liderando os times de Comunicação, Serviços e Distribuição, até ser convidado a ingressar na Brasilprev.  

Mestre em administração de empresas pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), Bruno possui dois MBAs pela Fundação Getúlio Vargas, um em Gestão de Pessoas e outro em Gestão de Negócios Financeiros. Cursou também Inteligência Artificial, Machine Learning, NPL e RPA, no Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos; Processamento de Dados na Faculdade de Tecnologia de Sorocaba (FATEC) e Administração de Empresas na Faculdade de Boituva – SP.

IRB Brasil RE divulga prejuízo de R$ 298,7 milhões no terceiro trimestre de 2022

raphael de carvalho IRB

O IRB Brasil apurou prejuízo líquido de R$ 298,7 milhões no 3T22, ante prejuízo líquido de R$ 155,7 milhões no 3T21. Nos nove primeiros meses de 2022 (9M22), o IRB acumula prejuízo líquido de R$ 591,6 milhões, ante prejuízo de R$ 311,8 milhões nos 9M21. O resultado representa redução de 20% do prejuízo em relação ao trimestre anterior (2T22), período também fortemente impactado por esses eventos climáticos atípicos que afetaram o agronegócio. Normalizado, ou seja, excluindo os efeitos extraordinários do Rural, o resultado do 3T22 seria negativo em R$ 123,3 milhões. Segundo nota divulgada, os efeitos climáticos que provocaram a quebra de safras importantes no Brasil e resultaram em sinistros vultosos para seguradoras e resseguradoras seguem impactando negativamente os números da companhia,

“O mercado ressegurador global enfrentou um terceiro trimestre desafiador. Eventos climáticos, além da alta inflacionária, guerra e as consequências da pandemia, impactam o setor dentro e fora do Brasil. Mais uma vez, no mercado doméstico, a seca histórica afetou o nosso resultado. Esse efeito relevante elevou a sinistralidade a níveis acima dos projetados pela companhia, que já esperava colher de maneira mais significativa nesse trimestre os resultados da estratégia de re-underwriting. Acreditamos que o momento de inflexão de resultados tenha se deslocado no tempo, mas que todas as ações foram tomadas corretamente para que a companhia opere com rentabilidade no médio prazo, executando de forma disciplinada nossa estratégia”, avalia Raphael de Carvalho, CEO do IRB Brasil RE.

Foco no Brasil

O comportamento do faturamento em prêmios, segundo o ressegurador, evidencia a execução da estratégia de negócios da companhia, voltada para o crescimento no mercado brasileiro, definido como prioridade geográfica. “Trabalhamos fortemente na nossa estratégia de longo prazo, com a revisão permanente da carteira, tendo como foco o crescimento com rentabilidade. Estamos diluindo o risco, buscando uma quantidade maior de negócios com menor exposição por contrato. Ou seja, melhoria de subscrição, redução de sinistralidade, maior eficiência e nova cultura centrada no cliente”, afirma Raphael de Carvalho.

Entre julho e setembro, o volume total de prêmios emitidos apresentou redução de 7,5% em relação ao 3T21, alcançando R$ 2.412,4 milhões, comparados a R$ 2.607,7 milhões no mesmo período do ano anterior. Os prêmios emitidos no Brasil somaram R$ 1.738,9 milhões no 3T22, com queda de 3% ante o mesmo período de 2021. Isso ocorreu, principalmente, pela diminuição de negócios em Rural, com a não renovação de contratos desalinhados com as condições de hard market vigentes e com o apetite a riscos da companhia. Já os prêmios emitidos no exterior totalizaram R$ 673,5 milhões no 3T22, com queda de 17,3% em relação ao 3T21.

Ainda em linha com a estratégia da companhia, no acumulado do ano, os prêmios emitidos no Brasil totalizaram R$ 4.133,2 milhões, o que representou alta de 1,3% em relação ao mesmo período de 2021, refletindo o maior volume de prêmios emitidos nos segmentos Vida (+15,3%) e Property (6,1%). Já os prêmios emitidos no exterior, nos 9M22, foram de R$ 1.969,1 milhão, queda de 24,8% em relação aos 9M21.

“No 3T22, renovamos 85% dos contratos que desejávamos manter. Esse percentual de renovação é o mais alto dos últimos trimestres. Esse movimento está em linha com a estratégia da companhia, que tem foco no protagonismo no Brasil, com negócios locais respondendo por aproximadamente dois terços do portfólio. A participação do Brasil no portifólio cresceu e, nos 9M22, chegou a 68%”, explica Daniel Veiga, vice-presidente de Danos, Responsabilidades e Riscos Especiais.

Sinistralidade em queda

O sinistro retido total no 3T22 foi de R$ 1.387,1 milhões, uma redução de R$ 605,2 milhões (ou 30,4%) em relação ao 3T21. Na comparação com o 2T22, observamos redução nominal de R$ 276,6 milhões, uma queda de 16,6%. O índice de sinistralidade total no 3T22 foi de 116,8%, apresentando uma redução de 2,4 p.p. ante o mesmo trimestre do ano anterior, de 119,3%, e 7,4 p.p. em relação ao 2T22, de 124,2%.Excluído o efeito da operação de LPT (Loss Portfolio Transfer) de R$ 328,3 milhões na linha de Aviação Internacional e os impactos climáticos na linha Rural Doméstico, o índice de sinistralidade normalizado no 3T22 foi de 91,3%.

No acumulado do ano, o sinistro retido total foi de R$ 3.983,8 milhões, um decréscimo de R$ 715,9 milhões, ou 15,2%, em relação aos 9M21 (R$ 4.699,8 milhões). O índice de sinistralidade total nesse período, de 108,3%, apresentou um acréscimo de 11,5 p.p. comparado ao mesmo período do ano anterior, de 96,8%. Excluída a operação de LPT e os impactos dos eventos climáticos atípicos, o índice de sinistralidade dos 9M22 normalizado foi de 84,8%.

“O índice de sinistralidade ainda reflete os eventos atípicos climáticos, que afetaram o segmento Rural doméstico em R$ 900,6 milhões nos 9M22, e os impactos da pandemia de covid-19 em Vida. Mesmo com o arrefecimento das mortes em 2022, registramos R$ 179,2 milhões de sinistros retidos decorrentes deste evento, notadamente em negócios de Vida, nos 9M22. A tendência é que o impacto seja cada vez menor nos sinistros da companhia”, comenta Wilson Toneto, vice-presidente Técnico e de Operações do IRB Brasil RE.

Suficiência nos indicadores 

O IRB Brasil RE deve observar dois indicadores regulatórios importantes. No 3T22, a companhia retomou a suficiência em ambos. Em 30 de setembro de 2022, a suficiência do patrimônio líquido ajustado em relação ao capital mínimo requerido foi de R$ 153,6 milhões. Assim, o patrimônio líquido ajustado correspondia a 109% do capital mínimo requerido na data. Também em 30 de setembro de 2022, o IRB apresentou suficiência no enquadramento da cobertura de provisões técnicas e liquidez regulatória de R$ 325,9 milhões, em comparação ao saldo positivo de R$ 235,5 milhões em 31 de dezembro de 2021.

“Nosso foco é, cada vez mais, ser especialista em Brasil. A demanda por nossos negócios segue em alta e atuamos para suportar programas, oferecendo a nossa capacidade e experiência. Queremos, em colaboração estreita com parceiros de negócios, ampliar o conhecimento, o engajamento e o desenvolvimento de soluções inovadoras para o nosso mercado”, finaliza Raphael de Carvalho.

Instituto SulAmérica promove impacto social em Arraial D’Ajuda

Fonte: SulAmérica

O Instituto SulAmérica, organização sem fins lucrativos que tem como objetivo possibilitar o acesso de pessoas em situação de vulnerabilidade social a informações e serviços de cuidado da saúde emocional, promove uma ação de impacto social em Arraial D’Ajuda, na Bahia, nesta semana. Um grupo de 18 colaboradores e colaboradoras do Grupo SulAmérica, que venceram recentemente concursos internos de inovação e solução de problemas, realizará até sábado (12) uma série de trabalhos voluntários na ONG Associação Filhos do Céu, que atende mais de 140 crianças da comunidade diariamente.

Além de apoiarem as atividades cotidianas da organização, os voluntários foram preparados pela ONG Vaga Lume para conduzir sessões de mediação de leitura infantil. Na frente de promoção da saúde emocional, a psicóloga do Instituto SulAmérica, Claudia Martini, vai ministrar rodas de conversa na associação. O Instituto oferecerá à comunidade, ainda, o acesso gratuito a uma plataforma de teleconsultas com médicos e psicólogos pelo período de seis meses.

A Associação Filhos do Céu também será beneficiada com os recursos doados pelos funcionários da SulAmérica em campanha interna no Mês das Crianças, que arrecadou o valor de R$3.812,18, para compra de brinquedos e material escolar.