Icatu patrocina o Conecta Imobi 2022, maior evento imobiliário da América Latina

Icatu Capitalizacao

Fonte: Icatu

A Icatu é patrocinadora da 9ª Edição do Conecta Imobi, considerado o maior evento imobiliário da América Latina. O encontro, que está de volta ao formato presencial, será realizado entre os dias 21 e 22 de setembro, no Expo Transamérica, em São Paulo, e reunirá os principais players do mercado para abordar as tendências deste setor. 

A companhia, que já é a 4ª maior seguradora do país em Capitalização considerando reservas, está atenta às novas modalidades do mercado e tem investido no Icatu Garantia de Aluguel, título de capitalização que substitui o fiador ou seguro-caução nos contratos imobiliários de locação de imóveis. Uma das inovações pioneiras implementadas pela empresa é a possibilidade de parcelamento em até 18 vezes no cartão de crédito, proporcionando maior acessibilidade ao produto. Para os clientes que não possuem limite suficiente ou não queiram comprometer o saldo do cartão de crédito, é possível incluir o cartão de terceiros para adquirir o título.

“Acreditamos no parcelamento como uma importante inovação para incentivar o Icatu Garantia de Aluguel. Esse novo formato facilita o pagamento para os inquilinos que antes tinham que pagar o valor do título à vista, o que muitas vezes era um dificultador, por ser uma quantia que nem todos têm disponibilidade imediata. Desta forma, reforçamos nosso propósito em democratizar o acesso aos produtos de proteção e planejamento financeiro, com facilidade e comodidade na hora da contratação”, comenta Marcelo Oliveira, diretor de Capitalização da Icatu.

A Icatu marca presença no evento com um stand, onde estará à disposição durante todo o congresso para receber os participantes e apresentar o produto Icatu Garantia de Aluguel, abordando as vantagens para imobiliárias e corretores, locadores e locatários.

Para incentivar a oferta do produto, até 31 de outubro, a seguradora está realizando a campanha “Garantia Premiada”, voltada às imobiliárias parceiras que comercializam o título, na qual poderão concorrer a uma série de prêmios. Para participar, basta fazer o cadastro na plataforma: www.icatugarantiapremiada.com.br e registrar as vendas. Vale lembrar que vendas realizadas no cartão de crédito rendem pontos extras. 

Serviço

Conecta Imobi 2022

Data: 21 e 22 de setembro

Local: Expo Transamérica (SP)

Acesse a programação completa e informações em:

www.conectaimobi.com.br/

Asset da SulAmérica lança novo fundo de previdência em parceria com a XP Seguros

daniela gamboa

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica Investimentos, asset com mais de 25 anos de história e R$ 52 bilhões sob gestão, lançou seu mais novo fundo de previdência em parceria com a XP Seguros. O SulAmérica Excellence Prev XP Seg FIC FI RF Crédito Privado replica a estratégia do Excellence, produto que já tem 20 anos de histórico na categoria de fundo aberto, agora na versão previdenciária.

O produto busca superar o CDI no longo prazo através de investimentos em títulos privados como debêntures, letras financeiras e FIDCs de baixo risco de crédito. Com taxa de administração de 0,80% ao ano, o Excellence Prev XP tem liquidez em D+1, com classificação de risco médio e é destinado a investidores em geral. 

“Este produto é uma opção interessante na parcela de previdência voltada para crédito privado e conta com todo o expertise da nossa área de Crédito”, afirma Marcelo Mello, VP de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica. O time de Crédito Privado e Imobiliários da asset  gere mais de R$ 13 bilhões somente nesta classe e trouxe, nos últimos anos, profissionais de grande experiência para compor a equipe. 

“A SulAmérica Investimentos possui uma equipe dedicada apenas para os fundos de crédito, com mais 15 anos de experiência em média no mercado de crédito privado. Alinhado ao nosso propósito de entregar produtos de alta qualidade, em que todos os nossos processos de seleção e monitoramento de crédito são bem estruturados e combinam critérios fundamentalistas com uma integração ESG”, ressalta Daniela Gamboa, Head de Crédito Privado e Imobiliários da SulAmérica Investimentos.

MAG Seguros lança a campanha Orgulho de Ser Corretor 2022

Foi dada a largada para uma importante ação de reconhecimento e valorização dos corretores parceiros da MAG Seguros: o Orgulho de Ser Corretor MAG 2022. A iniciativa é voltada para reconhecer os profissionais que são referência na seguradora segundo os próprios corretores, que podem se candidatar para serem votados pelos pares.

Para participar, os corretores precisam ter pelo menos seis meses de atuação de parceria com a seguradora, IMAP acima de 75% e ser um corretor cadastrado e ativo na MAG Seguros na data do lançamento da campanha, em 15 de agosto.
 

“A ação deste ano acontece em três etapas. A primeira é a candidatura, em que o corretor envia um vídeo de apresentação para a organização da campanha. Na sequência, são escolhidos até 3 candidatos por unidade de negócio da MAG. Depois, acontece o momento eleitoral e o debate, em que os corretores se apresentam e trocam ideias a fim de serem escolhidos”, explica Luciana Rosa, gerente de Gestão de Talentos Comerciais.
 

O resultado final sai em 07 de outubro, e os corretores eleitos levam para casa um certificado e um kit de presentes exclusivo, ainda a ser revelado.

Rendez-Vous 2022: aumento na demanda e nos preços do resseguro impulsionados pelo avanço dos riscos

Neste cenário de maiores tensões geopolíticas globais, desenvolvimentos macroeconômicos e mudanças climáticas há maior demanda por proteção contra riscos por parte dos segurados. Por outro lado, o setor de resseguros precisa se concentrar na modelagem e na certeza do contrato para garantir que a precificação seja adequada aos riscos assumidos e, assim, aumentar sua capacidade. Este é o tom do discurso da Swiss Re, uma das maiores resseguradoras do mundo, na abertura do tradicional do Rendez-vous 2022, que acontece em Monte Carlo entre 10 e 15 de setembro, evento que mostra a tendência das negociações de seus futuros contratos.

“Além dos impactos do COVID-19 e das crescentes perdas por catástrofes naturais, o setor de resseguros agora é confrontado com questões como inflação, risco de recessão e tensões geopolíticas. Provamos nossa resiliência ao apoiar os clientes e a sociedade ao longo dos últimos anos, pagando grandes sinistros de seguros. À medida que vemos as indenizações se acelerando nesse ambiente de risco dinâmico, os prêmios de seguro devem ser cuidadosamente calibrados para acompanhar o ritmo”, comenta o CEO da Swiss Re Resseguros, Moses Ojeisekhoba (foto).

Oportunidades de crescimento apesar do ambiente desafiador

Tensões geopolíticas, pressões inflacionárias e efeitos indiretos, como choques energéticos, ameaças cibernéticas e interrupções na cadeia de suprimentos, representam desafios para a sociedade e, em última análise, para o setor de resseguros. Além disso, as mudanças climáticas estão se manifestando cada vez mais sem fim à vista. Ao mesmo tempo, existem oportunidades significativas para proteger esse ambiente volátil com soluções de seguros. O aumento da conscientização sobre riscos e exposições resultarão em mais demanda por proteção de seguro em todos os negócios e regiões, traduzindo-se em uma perspectiva positiva para os prêmios. Por exemplo, o Swiss Re Institute espera um aumento de US$ 33 bilhões em volumes de prêmios comerciais no período de 2022 a 2026 como resultado da relocalização da cadeia de suprimentos. E se os países conseguirem construir toda a capacidade de energia renovável que eles almejaram até agora, espera-se que os investimentos em energia verde gerem prêmios adicionais relacionados ao setor de energia de US$ 237 bilhões até 2035.

A Swiss Re pretende crescer e diversificar ainda mais seu portfólio de catástrofes naturais. Prevê-se que o mercado de resseguros de catástrofes naturais cresça para cerca de US$ 48 bilhões nos próximos quatro anos, de US$ 35 bilhões de acordo com o Swiss Re Institute. O mercado precisa acompanhar as tendências crescentes de perdas e desenvolver recursos de modelagem para riscos relacionados ao clima, como perigos secundários. A Swiss Re, com seus modelos proprietários e uma equipe significativa de pesquisa de catástrofes naturais de 50 cientistas e engenheiros naturais, está bem posicionada para oferecer soluções de catástrofes naturais para melhor navegar nas condições de mercado existentes.

Abordagem de subscrição disciplinada é fundamental

O ambiente incerto exige ajustes mais frequentes nas práticas de subscrição. O foco na qualidade e nas margens, bem como na clareza contratual em todo o setor, será fundamental nesse sentido. “Para permitir que o setor de seguros acompanhe o aumento da demanda, três fatores serão fundamentais: avaliar e modelar as tendências em evolução, garantir um entendimento compartilhado dos termos contratuais e gerar margens técnicas aprimoradas para refletir o risco efetivo”, disse o diretor de subscrição do grupo Swiss Re, Thierry Léger.

A Swiss Re revisa e atualiza continuamente seus modelos de subscrição para incorporar novos aprendizados, melhor compreensão científica e experiência de perda adicional para refletir os riscos com os quais os clientes serão confrontados e oferecer a cobertura necessária. Está colaborando com as principais universidades, como o Massachusetts Institute of Technology (MIT), ETH Zurich, Berkeley e o Swiss Federal Institute of Technology Lausanne (EPFL) para abordar as mais recentes técnicas de aprendizado de máquina para aprimorar seus modelos preditivos.

“Em tempos como esses, quando os desafios se manifestam na forma de riscos elevados, nós da Swiss Re estamos bem posicionados para enfrentar esses tempos turbulentos junto com nossos clientes. força de capital e franquia de clientes, e fornecendo soluções inovadoras, continuamos a criar valor para nossos clientes. Isso é apoiado por nossos principais recursos de dados e análises, que desempenharão um papel fundamental para o sucesso futuro”, comentou o CEO de resseguros da Swiss Re, Moses Ojeisekhoba.

Rendez-Vous 2022: debates revelam que taxas de resseguro devem subir ainda mais

As taxas de resseguro devem subir em todo o setor, impulsionadas pela inflação, taxas de juros mais altas e um declínio no capital para sustentar a atividade de subscrição. O ano de 2022 já é marcado por inúmeros eventos climáticos extremos de rara intensidade, como seca na América do Sul e enchentes na Austrália. É com grandes perdas que as maiores resseguradoras do mundo, incluindo Munich Re, Swiss Re, Hannover Re e SCOR, se reúnem para iniciar as negociações de seus futuros contratos, segundo briefing dados pelos principais resseguradores do mundo na abertura do tradicional do Rendez-vous 2022, que acontece em Monte Carlo entre 10 e 15 de setembro.

A Munich Re disse que a capacidade de resseguro do setor de assumir riscos está em declínio enquanto a demanda por contratos cresce, o que faz com que as taxas tendem a subir. O grupo alemão ressaltou que a inflação extrema, taxas de juros crescentes e quedas de ativos atualmente representam desafios para todo o setor de seguros, juntamente com os encargos da guerra na Ucrânia. Pela primeira vez desde 2018, projeta-se um menor capital de resseguro para o ano corrente – um importante indicador da capacidade de resseguro disponível. Mas, ao contrário de então, o declínio previsto desta vez é substancial: em mais de 8% para US$ 435 bilhões, de acordo com dados divulgados por AM Best e Guy Carpenter.

“Permanecemos disciplinados, mas aproveitamos as oportunidades à medida que surgem. Ao fazê-lo, tomamos muito cuidado ao considerar a inflação com a devida cautela. Dadas as condições adequadas, continuamos a apoiar os nossos clientes com a nossa solidez e capacidade financeira. Onde os riscos aumentaram, como no ciberespaço ou como resultado das mudanças climáticas, precisamos de margens suficientes em nossa subscrição. As rodadas de renovação de 2022 até agora levaram nossa consideração prudente das mudanças na inflação e o aumento das taxas de juros terá um efeito positivo em nosso retorno sobre o investimento no médio prazo. Em suma, continuamos firmes no caminho certo para cumprir nossas metas da estratégia no plano de 2025”, disse Torsten Jeworrek, membro do Conselho de Administração da Munich Re.

As resseguradoras europeias foram particularmente atingidas porque todos esses desafios econômicos são ainda mais superados pela forte alta do dólar americano em relação ao euro. Assim, as responsabilidades em dólares americanos aumentam sensivelmente quando convertidas para euros, impactando também a capacidade.

Em alguns segmentos de resseguro, a escassez de capacidade está surgindo no curto prazo, por exemplo, para coberturas de catástrofes naturais na Flórida. Várias resseguradoras reduziram a capacidade em determinadas áreas ou desistiram completamente. E mesmo o mercado de transferência alternativa de risco não cresceu. O volume de capital investido permaneceu praticamente inalterado em cerca de US$ 100 bilhões.

No entanto, ao mesmo tempo, a demanda aumenta. A conclusão é que o mercado global de resseguros de responsabilidade civil crescerá pelo menos tão fortemente quanto o mercado de seguros primários até 2024. O Departamento de Pesquisa Econômica da Munich Re estima que o setor de resseguros crescerá de 2 a 3% em todo o mundo de 2022 a 2024, quando ajustado pela inflação. O crescimento mais forte provavelmente será na América Latina, em 4-5%.

Ao falar sobre capital alternativo e títulos vinculados a seguros (ILS), Jeworrek disse que esse lado do mercado tem sido relativamente estável. “O que vemos aqui, após um número muito grande de turbulências e, digamos, reestruturações, nossa melhor expectativa é que no mercado de capitais no negócio essa capacidade permaneça estável, mas não aumente”, disse ele. No entanto, ele observou que as ambições de preços no mercado de resseguro tradicional e no mercado de ILS estão cada vez mais alinhadas, pois ambos os lados lidam com a incerteza e a volatilidade da experiência recente.

O diretor de subscrição da Swiss Re, Thierry Léger, disse que o dinamismo das taxas positivas este ano vai continuar e “há muitas boas razões para isso”. Até este ano, as taxas de resseguro normalmente lutavam para igualar o aumento observado nas classes especiais desde 2018-19, levando a descrições de um mercado rígido em “forma de U”. Mas a renovação de 1º de janeiro de 2022 tirou o sono dos executivos e os subscritores tiveram sucesso em manter esse impulso ao longo do ano. Isso é especialmente verdadeiro em Cat, onde um aperto na capacidade, preocupações com o impacto das mudanças climáticas, a preponderância de eventos de perda “não modelados” em 2021-22 e a melancolia econômica inflacionária criaram uma reavaliação da classificação. Como consequência, o índice Guy Carpenter US Property Catastrophe Rate-on-Line aumentou quase 15% nas renovações de janeiro de 2022 a julho de 2022 – a mudança mais significativa desde 2006.

Efeitos das mudanças climáticas cada vez mais evidentes – É essencial uma gestão de risco rigorosa

Catástrofes naturais relacionadas ao clima, como ondas de calor, secas, incêndios florestais ou inundações em muitas partes do mundo, recentemente tornaram evidente que as mudanças climáticas são o maior desafio da humanidade a longo prazo. Entre alguns exemplos para os quais a comunidade científica considera comprovada a contribuição das mudanças climáticas, ele cita que o centro e o sudoeste da Europa sofreram fortes ondas de calor com secas extremas entre junho e agosto. Grandes incêndios florestais assolaram a França, Espanha e Portugal. No Reino Unido, geralmente mais frio, as temperaturas subiram para mais de 40°C pela primeira vez. Um estudo atual da World Weather Attribution Initiative sobre as temperaturas recordes no Reino Unido chegou à conclusão de que as mudanças climáticas aumentaram dez vezes a probabilidade de um evento desse tipo. Além disso, de acordo com uma análise liderada pelo Potsdam Institute for Climate Impact Research, desde 1980 a tendência das ondas de calor na Europa acelerou três a quatro vezes mais rápido do que nos EUA ou no Canadá, por exemplo.

Há pouco mais de um ano, fortes chuvas no oeste da Alemanha e em algumas regiões de países vizinhos provocaram inundações extremas. Estes causaram perdas de € 46 bilhões, dos quais apenas € 11 bilhões foram segurados. Este foi o desastre de inundação mais caro do mundo de todos os tempos e a catástrofe natural mais cara na Europa até hoje. Mais de 200 pessoas foram mortas. E a probabilidade de tal evento também aumentou significativamente devido às mudanças climáticas, afirma outro estudo da World Weather Attribution Initiative sobre o assunto.

“O impacto das mudanças climáticas é evidente e já foi comprovado muitas vezes. As seguradoras também precisam adequar sua gestão de riscos a essa realidade. Por exemplo, estamos cultivando novos modelos de risco de alta resolução para eventos regionais, como inundações repentinas. Dadas as perdas incorridas, é necessário desenvolver uma compreensão mais profunda desses eventos agora para poder tomar melhores precauções. Além disso, é importante uma combinação de maior prevenção e maior nível de cobertura por meio de seguros, com preços compatíveis com o risco sendo o pré-requisito”, disse Thomas Blunck, cujas responsabilidades no Conselho de Administração da Munich Re incluem a Divisão Europa/América Latina.

A Munich Re prevê que um potencial de negócios substancial surgirá da demanda de seguros gerada à medida que os negócios transitam para a neutralidade climática. De acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), o investimento global em energias renováveis ​​apenas para a geração de energia elétrica precisaria triplicar a partir de 2022 para cerca de US$ 1.300 bilhões anuais até 2030 para que o objetivo de neutralidade de carbono líquida zero fosse alcançado antes de 2050. A Munich Re possui experiência líder em engenharia e avaliação de risco e tem conceitos inovadores de transferência de risco prontos para esse aumento de investimento.

O “hidrogênio verde”, produzido com eletricidade de fontes renováveis ​​de energia, provavelmente desempenhará um papel importante. O hidrogênio verde pode tornar muitos processos industriais amigos do clima, especialmente aqueles que consomem muita energia e – quando combinado com baterias e outras tecnologias de armazenamento – permite que as energias renováveis ​​forneçam capacidade de carga básica. O Goldman Sachs acredita que o mercado de hidrogênio verde pode atingir um volume de aproximadamente US$ 10.000 bilhões até 2050 e satisfazer um quarto das necessidades mundiais de energia. A produção de hidrogênio exige imensos investimentos e os financiadores precisam estar convencidos da confiabilidade da nova tecnologia.

A unidade Green Tech Solutions da Munich Re desenvolveu assim uma cobertura de garantia inovadora para plantas de produção de hidrogênio, aliviando fabricantes, operadores ou investidores dos riscos de disponibilidade ou desempenho de tais plantas. Tal como acontece com as coberturas de garantia de desempenho para fabricantes fotovoltaicos, isso facilita consideravelmente a carga financeira das empresas, pois permite que eles invistam o capital que não é mais necessário para as reservas de garantia no desenvolvimento dos negócios, ao mesmo tempo em que evidencia a qualidade de sua tecnologia. Um risco-chave é reduzido para os investidores. A Munich Re já conversa com potenciais clientes piloto para esta solução, chamada HySure.

Estratégia de crescimento do grupo segurador MAPFRE tem como pilar levar seguros para todos

Mapfre Felipe Nascimento

O crescimento da MAPFRE no plano estratégico 2022-2024 está apoiado em suas principais linhas de negócio, com foco em Auto e Rural, além dos ramos de Vida e Empresas. “Somos otimistas e temos visto um bom resultado de crescimento este ano no Brasil, possibilitado pela conquista de novos clientes e o reforço nos canais de distribuição, com atenção especial para o relacionamento com o corretor”, afirma Felipe Nascimento, CEO da MAPFRE Seguros. 

O executivo acredita em um segundo semestre muito promissor, principalmente no que diz respeito a vida. No primeiro trimestre deste ano, 35% do prêmio arrecadado pelas seguradoras se refere à vida. “Para estarmos ainda mais alinhados às necessidades atuais das pessoas, temos trabalhado nos produtos existentes e estamos desenvolvendo novos, como por exemplo, produtos que possam ser usados em caso de doenças graves e internação, pois existe uma demanda desses produtos no mercado”, conta.

Segundo ele, os três principais produtos de referência são o Multiflex, o vida resgatável Bién Vivir e o produto para PMEs, que protege a vida dos colaboradores de micro e pequenas empresas, além de criar um benefício para o empreendedor, como sorteios para reformas e melhorias na própria empresa. Em seguros rurais, o grupo pretende consolidar seus protagonismo, sempre atentos e flexíveis às necessidades do agronegócio em todo o País. “As análises geográficas de produtividade e de cultura têm permitido que nosso produto se adeque às necessidades do cliente. Produtos para riscos climáticos ou paramétricos já estão em fase de desenvolvimento e finalização”, enumerou.

Nascimento reconhece que os últimos anos foram marcados por situações sem precedentes, como a pandemia de Covid-19 que assolou o mundo, e circunstâncias adversas, entre elas eventos climáticos e uma guerra, pontos que, inevitavelmente, afetaram a economia global. “Mesmo diante deste cenário desafiador, a MAPFRE se mantém firme em seu modelo de negócio, que é sólido e com objetivos que a impulsionam a um crescimento constante”, comenta. O balanço do primeiro semestre da MAPFRE Brasil em 2022 comprova esse movimento. O crescimento chegou a 40,4% em prêmios emitidos no comparativo com o mesmo período de 2021.

Apesar de um entorno econômico delicado em todo o mundo, o Brasil continua sendo um país foco para nossas operações. A MAPFRE Brasil é a segunda maior operação do grupo no mundo e representa 15% dos negócios da companhia, o que mantém a equipe local otimista em uma recuperação importante e gradual, sobretudo a partir do segundo semestre de 2022. “Totalizamos 2,24 bilhões de euros nos primeiros seis meses de 2022, números alavancados, principalmente, pela evolução dos seguros Rurais, de Vida Risco e os seguros de automóveis, que cresceram 72,4%, 23,4% e 40,9%, respectivamente.

Avaliando o seguro de Vida, por exemplo, 2021 foi o ano com maior impacto da pandemia no setor e em 2022 ainda se nota efeitos nos resultados, embora em menor escala, em função, sobretudo, do avanço da vacinação. Em 2021, as indenizações pagas pela MAPFRE Seguros no Brasil relativas a Covid-19 somaram R$ 451 milhões. “Ressalto, também, que a combinação da pandemia, com o cenário de instabilidade econômica global e os eventos climáticos citados anteriormente tem gerado maior sensibilidade em relação ao risco e, portanto, maior demanda por seguros. Ainda assim, registramos uma recuperação nos últimos meses e esperamos continuar crescendo no país”, considera o executivo.

Nascimento considera que o bom desempenho está também atrelado a diversidade de canais, associada a um grande portfólio de produtos e uma operação com capilaridade geográfica nacional, que permite agregar diferentes meios de atendimento.  “Seguimos atentos às necessidades do mercado e aos novos hábitos de consumo dos clientes, sempre considerando os mais diversos perfis de distribuidores, o que tem nos impulsionado mesmo em um contexto de incertezas econômicas”.

Auto e Rural são carteiras estratégicas para a MAPFRE. “Nosso modelo de negócio robusto é capaz de se adaptar a cenários desafiadores, que exigem uma busca obstinada pela excelência técnica e operacional para que possamos ser competitivos. Além disso, seguimos incessantemente em nosso propósito de atender às expectativas de nossos distribuidores e clientes para, assim, continuarmos crescendo de forma rentável”.

Em Automóvel, a seguradora reforçou o autosserviço para o cliente e corretor, permitindo maior agilidade e conveniência no pós-venda e na gestão da carteira. Já em Rural, a companhia segue na liderança considerando as operações como grupo MAPFRE, que inclui a BB Seguros, e o grande desafio na carteira é a negociação com os resseguradores para a manutenção das capacidades em virtude da sinistralidade e impactos das catástrofes climáticas. “Neste ramo, temos uma grande capacidade técnica em nossas equipes, que têm mapeado territórios, produtividade e cultura, nos possibilitando uma oferta mais personalizada do produto para cada perfil”, acrescenta.

Tendo o corretor de seguros como um parceiro estratégico, o grupo tem a ambição de levar o seguro para o maior número de pessoas em todo o Brasil. “Nossa proximidade com mais de 20 mil corretores, assessorias, varejistas e outros canais estratégicos nos permite seguirmos perto dos nossos parceiros e clientes, oferecendo produtos ainda mais alinhados às necessidades do mercado. Esse movimento tem sido visto também nos seguros de vida, um dos focos da MAPFRE, no qual temos trabalhado para lançar produtos preventivos e não apenas que possam ser usados em caso de morte. Um exemplo é o produto resgatável Bién Vivir, que é uma das nossas grandes vitrines, ao unir cobertura de risco com cobertura de sobrevivência”, finaliza o executivo.

A MAPFRE é a maior seguradora da América Latina, segundo ranking recente de MAPFRE Economics. O grupo também é Top 10 entre as maiores seguradoras europeias.

Swiss Re: energia e segurança alimentar moldarão o cenário de risco

A pandemia de COVID-19 e a guerra na Ucrânia exacerbaram a desglobalização, criando um ambiente em que prevalecem as preocupações com a resiliência da cadeia de suprimentos, a energia e a segurança alimentar. “Friend-shoring” de cadeias de suprimentos para países aliados e relocalização da capacidade de produção no mercado interno, investimentos em energia verde e mitigação de uma crise alimentar moldarão o cenário de risco e provavelmente aumentarão os investimentos na economia real, afirma o Swiss Re Institute em seu mais recente estudo sigma, “Manter a resiliência: o papel das seguradoras de P&C em uma nova ordem mundial”.

“Seis meses após a guerra na Ucrânia, nosso mundo mudou drasticamente. cadeias de abastecimento, crises energéticas e alimentares. Os seguros se tornam ainda mais vitais para a economia, contribuindo para a estabilidade financeira das empresas ao cobrir os riscos da cadeia de abastecimento. A indústria também pode facilitar a transição para uma economia verde assegurando e investindo em infraestruturas de energia renovável , e ao expandir o seguro agrícola, pode contribuir para a segurança alimentar global”, comentou Jérôme Haegeli, economista-chefe do grupo na Swiss Re, em estudo divulgado nesta sexta-feira.

A reestruturação da cadeia de suprimentos deverá gerar investimentos em novas infraestruturas e instalações de produção, aumentando a demanda por seguros de engenharia. A reshoring está prevista para gerar um adicional de US$ 30 bilhões em prêmios de seguros comerciais globais nos próximos cinco anos, principalmente de coberturas de engenharia, propriedade e responsabilidade. O Friend-shoring adicionaria US$ 3 bilhões em prêmios. Os prêmios de crédito marítimo e comercial diminuiriam ligeiramente, já que se espera que o comércio global desacelere.

“No cenário de risco em mudança, o seguro de propriedade e acidentes comerciais continuará sendo um dos pilares da resiliência, por exemplo, ajudando as empresas a manter a estabilidade financeira à medida que as circunstâncias operacionais mudam, fornecendo soluções para ajudar a reduzir o caixa volatilidade do fluxo e estabilização dos lucros enquanto as cadeias de suprimentos estão sendo realinhadas”, acrescenta Gianfranco Lot, Head Globals Ressurance da Swiss Re.

O seguro pode facilitar a transição verde e aumentar a segurança alimentar

Os efeitos das mudanças climáticas já haviam destacado a importância de uma transição verde, e a invasão russa da Ucrânia acrescentou uma nova urgência à mudança para energias renováveis. Construir e operar ativos de energia renovável envolve um conjunto complexo de riscos que precisam ser gerenciados para evitar grandes perdas de receita associadas. O setor de seguros pode desempenhar um papel fundamental para permitir a expansão das energias renováveis, fornecendo coberturas de proteção contra os riscos complexos inerentes à construção e operação de infraestrutura de energia renovável.

Como as energias renováveis ​​são apenas um componente da transição verde, é necessário mais investimento na descarbonização de todos os setores da economia para que o mundo cumpra as metas do Acordo de Paris. Se os países conseguirem construir toda a capacidade de energia renovável que têm almejado até agora, o Swiss Re Institute estima que esses investimentos gerarão prêmios adicionais do setor de energia de US$ 237 bilhões até 2035. No entanto, a transição para uma economia verde requer esforços globais e a fragmentação baseada em preocupações geopolíticas e de segurança poderia potencialmente impedir a ação global coordenada necessária.

Devido a interrupções na cadeia de suprimentos devido à pandemia e à guerra na Ucrânia, os preços dos alimentos dispararam. Secas e chuvas fortes nos principais países agrícolas levaram a quebras de safra, aumentando ainda mais os preços. Com a população global prevista para chegar a quase 10 bilhões nas próximas três décadas, a segurança alimentar global tornou-se ainda mais primordial. O seguro agrícola surgiu para desempenhar um papel fundamental em ajudar os agricultores a manter os níveis de renda e continuar a cultivar, mesmo em caso de perdas de safra. Prevê-se que os prêmios globais de seguros agrícolas atinjam US$ 80 bilhões até 2030, de US$ 46 bilhões em 2020.

SulAmérica realiza encontro comercial em Recife (PE)

Fonte: SulAmérica

No início desta semana, a SulAmérica realizou um encontro especial com corretores e corretoras de seguros, área de prestadores e clientes em Recife (PE). Com mais de 300 pessoas reunidas, o café da manhã foi seguido por um bate-papo conduzido pela diretoria comercial e time regional de negócios da companhia, que reforçou o posicionamento frente aos novos desafios do mercado de seguros na região.

Além de fortalecer o relacionamento, o encontro presencial teve como foco destacar produtos e serviços de Saúde e Odonto da SulAmérica, e atributos importantes que compõem suas características, como qualidade da rede credenciada, facilidade na contratação, agilidade na emissão digital e compromisso com o desenvolvimento e melhoria constante dos modelos de atendimento ao beneficiário(a). 

Na ocasião, Juliana Caligiuri, vice-presidente de Saúde, Odonto e Comercial da SulAmérica, Luciano Lima, diretor comercial, Dra. Tereza Veloso, diretora técnica médica e de relacionamento com prestadores, e Sérgio Lima, superintendente comercial regional Norte e Nordeste, também aproveitaram para apresentar a necessidade de se manterem as características  da oferta de produtos e serviços, em especial oftalmológicos e de otorrinolaringologia na região, frente a pressão do aumento de custos.

“Há mais de 126 anos, trabalhamos lado a lado com nossos prestadores e prestadoras de serviço para oferecer assistência médica e odontológica de qualidade. Sempre tivemos uma ótima relação com a rede credenciada, balizada em respeito e ética. Assim como mantemos um contato próximo com nossos parceiros e parceiras assistenciais, acompanhamos também as constantes mudanças do mercado, inovando e criando novos modelos que permitam ampliar a oferta de serviços com qualidade e olhando para o equilíbrio das suas carteiras”, explica Luciano Lima.

Com a presença de Carlos Valle, presidente do Sincor-PE, e Cláudia Cândido, diretora da Fenacor-PE, o bate-papo reforçou ainda a parceria dos corretores e corretoras, elemento fundamental na conexão da SulAmérica com os clientes e beneficiários(as). “Nossos corretores e corretoras são verdadeiros parceiros e parceiras de negócios, nos conhecem e sabem como trabalhamos para apoiar nossos clientes a partir de um entendimento correto das movimentações de mercado.  Mudanças sempre acontecem em todos os negócios e todos os ajustes são incansavelmente discutidos e estudados antes de serem executados”, reforça Sérgio Lima.

Presidente da Bradesco Seguros vê boas perspectivas para 2023 com estratégia centrada no cliente

O grupo Bradesco Seguros exala otimismo com o crescimento do setor de seguros em 2022 e 2023. “Como uma empresa multilinha, que oferece soluções de proteção para as mais diversas necessidades, enxergamos oportunidades de expansão nos mais variados ramos, sobretudo neste novo contexto pós pandemia, em que a sociedade está mais consciente quanto aos riscos e à importância de se proteger deles”, diz o presidente Ivan Gontijo.

Uma base estatística que ampara o otimismo do executivo está nos índices de penetração do setor na sociedade. Apenas 30% da frota brasileira possui seguro auto, um quarto da população possui plano de saúde e só 16% das casas contam com um seguro residencial, ao mesmo tempo em que os percentuais da população com idade ativa que possuem seguro de vida e plano de previdência também são baixos, de apenas 18% e 17%, respectivamente. “Ainda somos apenas o 18º mercado de seguros do mundo, muito aquém da nossa importância econômica, com uma participação de apenas 0,9% nos prêmios globais. Tudo isso evidencia todo o potencial do mercado segurador”, ressalta.

Em recente evento promovido pela Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), em São Paulo, Gontijo, destacou a importância do seguro de vida e da previdência privada no dia a dia das pessoas, especialmente, em meio à crise sanitária sem precedentes causada pela pandemia da covid-19. Segundo o executivo, o mercado segurador vem demonstrando sua resiliência e capacidade de se adaptar rapidamente à nova realidade da população – com a criação de produtos personalizados e mais adequados ao momento de vida do cliente – e, dessa maneira, cumprindo com a sua principal missão: oferecer proteção ao patrimônio das pessoas e suas famílias.

Os investimentos em inovação de produtos e distribuição ganhou ainda mais tração com a pandemia. A casa ganhou novo significado para a família, enquanto as empresas querem cada vez mais proteger seus funcionários e seus ativos, com a contratação de benefícios e seguros. “A nossa estratégia para que a proteção do seguro chegue a mais famílias e empresas passa pelo “clientecentrismo”, que consiste em ter a perspectiva do segurado em tudo o que desenvolvemos, conhecendo cada vez mais suas necessidades de proteção, para poder levar a solução de proteção mais adequada. Com esse olhar, temos lançado planos de saúde de cobertura nacional mas com foco regional, com redes selecionadas de prestadores que são referência em cada cidade, e investido em segmentações de seguros empresariais e residenciais, bem como na diversificação dos portfólios de seguros de automóvel, vida e da grade de planos de previdência.

Além de oferecer mais produtos, Gontijo afirma que a transformação digital na experiência dos clientes continua sendo um foco importante da estratégia para 2023, com o investimento em tecnologias pensadas na experiência do consumidor. Ele destaque ferramentas que permitam a massificação da personalização, utilizando dados para oferecer produtos e serviços cada vez mais customizados, e que possibilitem ao cliente sanar todos os seus problemas em apenas um local. 

Seguradoras como a Bradesco Seguros, multilinha e multicanal, presente em todos os segmentos do mercado segurador e em todo território nacional, tem vantagem competitiva, o que tem proporcionado ao grupo um resultado mais equilibrado e alinhado aos objetivos da companhia. No segundo trimestre de 2022, o grupo Bradesco Seguros registrou lucro líquido de R$ 1,8 bilhão, o que representa evolução de 176% em relação ao mesmo período de 2021, com aumento do ROAE de 7,8% para 20,9%. O resultado foi favorecido pela expansão do faturamento em todas as linhas de negócios. No semestre consolidado, o montante totaliza R$ 3,4 bilhões, com crescimento de 49%. 

O mercado de seguros tem demonstrado grande resiliência na travessia desse período desafiador com condições de superar essa etapa com níveis de crescimento bastante satisfatórios, embora ainda inferiores ao seu potencial. “No nosso grupo utilizamos as experiências e aprendizados desse período para aperfeiçoar nossa operação, ampliando e aprimorando nossa gama de produtos, agilizando a contratação e habilitando novos canais de comercialização e relacionamento com o cliente, que é a razão de ser da companhia. Isso se reflete nos nossos números. Registramos crescimento de 11% no faturamento em 2021, e de 16% no primeiro semestre de 2022”.

A expectativa para o encerramento de 2022 é de evolução. Em sua análise, o setor vive um momento de aceleração da transformação digital, intensificado na pandemia. Tal movimento impacta segurados, corretores e seguradoras e, com a estratégia baseada na centralidade do cliente, o grupo atua para oferecer sempre a melhor experiência, combinando elementos que façam sua jornada mais ágil, simples e resolutiva.

“Acreditamos que para os próximos meses a evolução do mercado brasileiro de seguros continuará sendo uma constante. As novas tecnologias tendem a ser cada vez mais utilizadas e ajudarão não apenas a ofertar o melhor produto ao segurado, como também a precificá-lo, por exemplo. Utilizamos as experiências e aprendizados para aperfeiçoar nossa operação, ampliando e aprimorando nossa gama de produtos, agilizando a contratação e habilitando novos canais de relacionamento com o cliente. Continuaremos trabalhando para tornar a jornada do cliente ainda mais ágil, com tecnologias de ponta e sempre contando com o corretor de seguros como um grande consultor, pronto para sanar as principais dúvidas levantadas pelo cliente.  

Segundo ele, o seguro auto ainda tem uma penetração baixa no Brasil. Existem cerca de 17 milhões de veículos segurados, com uma frota de 70 milhões. Dados de fevereiro de 2022 (pesquisa mais recente) apontam que 70% dos automóveis não têm seguro veicular. Para motivar a contratação dos produtos, desde o início da crise um conjunto de soluções integradas para o consumidor foi priorizada: autovistorias online, que proporciona agilidade na execução do serviço; flexibilização de coberturas; plataformas digitais mais interativas; renovação ou contratação 100% digital; inteligência artificial, que permite a apuração e liquidação de um sinistro em poucas horas; além investimentos em nichos de atuação, como produtos low coast, a partir da flexibilização das regras pela Susep.  

Sobre investimentos em outros nichos estratégicos de atuação, Gontijo cita a criação do produto Proteção Digital. A Bradesco Seguros foi a primeira companhia do mercado segurador a oferecer cobertura para aplicativo bancário. A novidade foi apresentada no fim de 2021, com o objetivo garantir o seguro em caso de transações indevidas, realizadas por terceiros, em situações como perda, furto simples, furto qualificado ou roubo do dispositivo móvel, e coação sofrida pelo segurado. “Com isso, consumidores terão acesso a coberturas, em casos de operações indevidas via Transações PIX, Transferências, TED, DOC, pagamentos de boletos e recarga de crédito em telefonia móvel”, cita.  

O presidente também destaca coberturas com foco exclusivo no trabalho remoto e PME’s. O objetivo é atender às principais demandas dos empreendedores e novos formatos de trabalho na residência e dobrar a participação desse grupo na contratação de apólices da seguradora até o fim de 2022.  Ainda, foram criadas coberturas e assistências para a casa e apartamento, sendo de uso habitual ou veraneio, tendo a proteção para atividade comercial na residência como um dos grandes atrativos e diferenciais, com proteção para máquinas, móveis, utensílios, mercadorias e matérias-primas diretamente relacionados com a atividade profissional do segurado, cujo ramo esteja devidamente enquadrado na legislação do MEI.

Quanto a compras, o presidente da Bradesco Seguros afirma que “um grupo segurador com a dimensão do nosso deve estar sempre atento às movimentações no setor e eventuais oportunidades de negócios. Porém, mantendo a orientação que sempre norteou nossa atuação, não comentamos especulações de mercado”.

Europ Assistance Brasil anuncia venda da CEABS Serviços para a Omnilink 

Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance Brasil e da CEABS 1hb

Fonte: Europ Assistance

A Europ Assistance Brasil (EABR) – uma das principais empresas de assistência 24 horas e seguro viagem do país – confirmou a venda da CEABS Serviços para Omnilink, companhia referência no mercado de transporte e logística há mais de 20 anos. A CEABS – líder em rastreamento, monitoramento, telemática e gestão de riscos e frotas – foi adquirida em 2013 pela EABR. Naquela época, o plano era ampliar a oferta de serviços para o segmento de frotistas. 

Com o desenvolvimento de outros serviços por causa de novas necessidades da sociedade e atrelada a crescente digitalização, a EABR optou por focar no segmento de assistência, o qual ainda tem um grande potencial a ser desenvolvido no Brasil. “Hoje, a EABR está consolidada em nossas principais linhas, que são o Auto, Saúde, Lar e Viagem. Queremos focar 100% na evolução contínua destes serviços, assim como apoiar o crescimento de outros, como o cuidado voltado à terceira idade. Também estamos atuando forte no segmento Viagem, que vem crescendo na América Latina, com o objetivo de nos tornar o maior canal de Travel para o Grupo Europ Assistance na região”, explica Newton Queiroz, CEO da companhia no Brasil. 

Para Eduardo Lacet, CEO da Omnlink, a aquisição da CEABS será importante para expandir a operação da companhia. “A força da CEABS no mercado de frota leve é totalmente complementar a atuação da Omnilink no mercado de transporte de carga e essa aquisição consolidará nossa atuação no mercado, através de players relevantes em que a CEABS atua, garantindo maior presença da nossa marca e oferecendo soluções customizadas para nossos clientes”. 

Como os negócios das duas empresas se completam, a estratégia é manter as operações de forma independente. Além disso, a Omnilink planeja investir na tecnologia LoRa (transmissão de dados wireless e peer to peer) para consolidar a CEABS na maior rede de antenas móveis do país em capilaridade, o que garante a redundância no rastreamento e os melhores índices de recuperação do mercado.

O processo de transição já está em velocidade acelerada; e espera-se que esteja 100% concluído nos próximos meses. O valor da transação não foi revelado.