Patricia Freitas assume como CEO da Prudential do Brasil a partir de janeiro de 2023

Patricia Freitas CEO da Prudential do Brasil

A partir de janeiro de 2023, a Prudential do Brasil, maior seguradora independente no mercado de seguros de pessoas do país, terá uma nova CEO, Patricia Freitas. Desde 2015 na companhia, a executiva atua como vice-presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais e liderou o crescimento expressivo da seguradora em parcerias comerciais. Sua nomeação ainda passará pelo processo de aprovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Durante sua jornada na empresa, Patricia assumiu responsabilidades crescentes, como a liderança do negócio de seguros de vida, a implementação do Prudential Vitality – inovadora plataforma de bem-estar, exclusiva no Brasil – e lançou a parceria com o Mercado Pago, estreia da empresa em seguros massificados. O negócio inovador levou a empresa a oferecer proteção financeira para um número cada vez maior de brasileiros. 

“Assumirei a Prudential do Brasil com o compromisso de manter nossa trajetória de crescimento e liderança no mercado de vida. Com o apoio do nosso time, dos corretores franqueados, dos fortes canais de distribuição e a confiança de nossos clientes continuaremos cumprindo nosso propósito de proteger mais brasileiros. Seguiremos investindo forte em inovação, tecnologia, novos produtos e serviços e, acima de tudo, ouvindo o mercado e suas necessidades”, afirma Patricia Freitas.
 

O atual CEO da Prudential do Brasil, David Legher, assumirá a posição de presidente regional América Latina e se reportará diretamente à Prudential International Insurance. A posição reforça a estratégia da empresa em investir nos mercados emergentes e afirma a representatividade do Brasil no negócio. O país é o terceiro maior mercado da Prudential no mundo e um dos maiores motores de crescimento da empresa. Essa mudança faz parte de um processo internacional de alteração de estruturas para trazer mais proximidade aos negócios em toda a Prudential International Insurance e se tornará efetiva em janeiro de 2023.
 

“Os últimos três anos e meio na Prudential do Brasil foram muito marcantes. Tive a honra de entrar em uma empresa com um propósito muito forte, que se revelou ainda mais importante com a chegada da pandemia. Nosso negócio é totalmente focado em proteção de vidas e possuímos valores éticos que nos levaram à importante posição que temos na sociedade hoje”, diz David Legher.

Disputa entre resseguradoras altera ranking do setor

austral estudo resseguro

A disputa no mercado de resseguro brasileiro está acirrada. Os problemas enfrentados pelo IRB Brasil Re nos últimos dois anos ainda não foram suficientes para tirar dele a liderança do setor. Mas tem perdido participação de mercado, o que movimenta os concorrentes, que buscam ganhar clientes inseguros com a solvência do ressegurador brasileiro, além de ampliarem o leque de produtos que permitem que seguradoras tenham capacidade financeira para testar novos mercados. Também se nota a busca das seguradoras por proteção para riscos antes retidos dentro de casa, como automóveis.

O mercado ressegurador local registrou prêmios cedidos de R$ 25 bilhões até junho deste ano, considerando os últimos doze meses, alta de 24,5%. Considerando-se apenas o primeiro semestre deste ano, os prêmios cedidos por seguradoras brasileiras avançaram 25%, de 7,7 bilhões para R$ 9,6 bilhões. Os riscos patrimoniais lideram, seguidos por rural, riscos financeiros e automóvel, segundo a 39ª edição do Austral Report, que traz uma visão 360° do mercado de resseguros no Brasil. 

Interessante notar as mudanças das maiores do setor, tendo sempre o IRB Brasil RE como líder desde 2015 até hoje. Ma Neste período, Zurich, Munich e Mapfre se alteram na segunda posição do ranking. Allianz e Swiss Re brigam pela terceira posição.

Com informações atualizadas de 2022, o Austral Report traz relatórios de inteligência do mercado de resseguros brasileiro. Dentre outros dados, nele é possível acompanhar o histórico de crescimento de prêmio emitido ao longo dos anos, evolução de resultado e lucro líquido, além da relação entre cedentes brasileiras e resseguradoras off shore. Outros pontos abordados são resultados por linhas de negócios; ranking brasileiro de resseguros por categorias; ranking de resseguro aceito por países-sede.

Grupo Allianz Partners anuncia novo CEO e alterações na estrutura de liderança

Fonte: Allianz

O Grupo Allianz Partners, líder mundial em soluções de assistência e seguros B2B2C, anunciou duas alterações na estrutura de liderança do seu Conselho de Administração.

Tomas Kunzmann foi nomeado CEO do Grupo Allianz Partners, com efeito desde o dia 1 de julho de 2022. O novo CEO ocupa o antigo lugar de Sirma Boshnakova, que foi eleita membro de Conselho de Administração da Allianz SE no início deste ano.

Tomas juntou-se ao Grupo Allianz em 2009, ocupando vários cargos na Allianz Private Krankenversicherung (APKV), incluindo o de Chefe de Underwriting para Saúde. Em 2013, juntou-se à área de vendas alemã da Allianz (ABV) como Gerente de Vendas, antes de assumir a responsabilidade de direção nos escritórios regionais em Ingolstadt e depois em Kempten, na Alemanha. Em 2017, Tomas mudou-se para a Allianz SE como Assistente Executivo do CEO, Oliver Bäte, desempenhando posteriormente o cargo de Chefe Interino do Gabinete do CEO. Desde 2020, Tomas tem liderado a linha de Mobilidade e Assistência da Allianz Partners como CEO e Membro do Conselho de Administração.

Com efeito a partir do dia 1 de setembro de 2022, Laurent Floquet foi nomeado CEO de Mobilidade e Assistência e membro do Conselho de Administração do Grupo Allianz Partners, sucedendo Tomas Kunzmann.

Laurent juntou-se ao Grupo Allianz em 2014, como Chefe de Desenvolvimento de Negócios da Allianz Technology. Mudou-se para a Allianz Partners em 2016, onde foi Diretor Global de Vendas para a pasta da assistência, seguido do seu papel como CEO Regional para os mercados do norte, centro e leste Europeu. Foi eleito também Diretor de Transformaçãoe e Membro do Conselho de Administração da Allianz Partners em janeiro de 2022, liderando as atividades de transformação mundialmente. Laurent iniciou a sua carreira na Accenture, onde trabalhou relevantes programas de transformação para companhias de seguros.

Sirma Boshnakova, membro do Conselho de Administração da Allianz SE, comenta: “estou feliz que Tomas esteja assumindo o cargo de CEO do Grupo Allianz Partners. Dada sua experiência na Allianz Partners, ele trará continuidade de negócios, conhecimento prático do mercado e um forte histórico de colaboração e implementação para a função. Ele está em uma posição clara para acelerar o impulso que alcançamos na Allianz Partners ao oferecer excelência e simplicidade em escala para o benefício de nossos clientes e desejo a ele muita sorte em sua nova posição”.

Tomas Kunzmann, recém-eleito CEO da Allianz Partners, afirmou também que “após dois anos  à frente do negócio de Mobilidade e Assistência, estou orgulhoso em poder assumir esta função  e conduzir o Grupo Allianz Partners em direção ao amanhã. Não apenas como uma empresa líder global em assistência e seguros, que é o que a Allianz Partners é hoje, mas como uma organização que oferece a melhor experiência ao cliente globalmente. Nosso foco permanecerá em impulsionar o crescimento, fortalecendo nossas atividades principais e construindo novos modelos de negócios e plataformas de ecossistemas. O Laurent é um líder experiente que combina um excelente histórico na condução do crescimento da área da assistência, com grande capacidade de mudança e transformação. Ele tem sido uma figura fundamental na nossa transformação ao longo dos últimos meses e sei que é o líder certo para impulsionar o nosso negócio de Mobilidade e Assistência e aproveitar as oportunidades certas para o futuro”.

Mercado de seguros arrecada R$ 94,9 bi até julho

Irb Brasil Re

O mercado de seguros cresceu 20,2% em julho em relação ao mesmo período de 2021, com faturamento de R$ 14,9 bilhões. É o que mostra a 23ª edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência, produzido com base nos dados publicados pela Susep – órgão que regula o setor – em 12/09. No acumulado de 2022, as seguradoras registraram faturamento de R$ 94,9 bilhões, com alta de 19,7% frente a igual período do ano passado.

Os dados apontam ainda recuo no índice de sinistralidade (sinistros ocorridos sobre o faturamento do mês) em julho. Houve baixa de 12,6 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o mesmo mês de 2021. A recuperação foi impulsionada por Rural (-105,3 p.p.), Vida (-21,3 p.p.) e Corporativos de Danos e Responsabilidades (-8,1 p.p.), que compensaram o crescimento da taxa nos demais segmentos. No acumulado do ano, o índice cresceu 4,5 p.p. em relação à taxa registrada no mesmo período do ano passado, impactado principalmente por Rural (63,1 p.p.).

Por segmento

Em julho, Vida, que representa 33,8% do total arrecadado pelo setor nos primeiros sete meses do ano, registrou faturamento de R$ 4,7 bilhões, alta de 6,6%. No ano, totaliza R$ 32,1 bilhões (+11,1%), com destaque para os produtos Vida e Viagem que avançaram 16,4% e 226,9%, respectivamente. A sinistralidade até julho registrou queda de 18,4 p.p. e, com isso, atingiu 32,2%, retornando ao patamar histórico anterior aos impactos da covid-19.

Responsável por 47,6% do crescimento do mercado de seguros em julho, Automóvel evoluiu 35,2% frente ao mesmo mês do ano anterior. No sétimo mês do ano, registrou faturamento de R$ 4,6 bilhões (+35,2%) e, no acumulado, R$ 27,5 bilhões. A sinistralidade acumulada do ano foi de 73,1%, alcançando a maior taxa desde o início da série histórica, em 2014, como reflexo da alta de preços dos produtos.

Já o segmento de Danos e Responsabilidades faturou R$ 2,5 bilhões em julho (+15,7%) e R$ 17,8 bilhões (+16,9%) no acumulado de 2022. A sinistralidade recuou 1,9 p.p., ficando em 41,7%. Individuais contra Danos faturou, no sétimo mês do ano, R$ 1,1 bilhão (+6,9%). No acumulado, R$ 7,2 bilhões (+8,5%). A taxa de sinistralidade em julho foi 38,4%, aumento de 8,2 p.p. em relação a igual período de 2021.

Rural obteve avanço de 48% ao arrecadar em julho R$ 1,6 bilhão. No acumulado, atingiu R$ 7,3 bilhões e registrou variação de +40,9%. Foi a melhor evolução do setor em ambos os cenários. A alta taxa de crescimento reflete o volume direcionado ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Os sinistros ocorridos, no mês, reduziram 56%, porém, no acumulado do ano, o crescimento atingiu 146,5%, com impacto na sinistralidade: 144,7% nos 7M22.

Por fim, Crédito e Garantia obteve, em julho, arrecadação de R$ 490 milhões (+27,7%). No acumulado do ano, o progresso do segmento foi de 18,2%, com R$ 3,1 bilhões. A taxa de sinistralidade, apesar de ter aumentado 5,9 p.p. na comparação aos setes meses iniciais de 2021, está abaixo da média histórica: 25,3%.

AXA aposta na gestão de riscos para ampliar segurança no transporte de cargas

Fonte: AXA

A AXA no Brasil tem uma carteira de seguro Transporte relevante e esteve entre os cinco melhores resultados operacionais do mercado, que movimentou cerca de R$4,4 bilhões em 2021, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep). A expectativa é que esse segmento esteja ainda mais aquecido no último trimestre deste ano, com eleições e a Copa do Mundo somados às datas tradicionais – Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Os eventos devem gerar grande impacto no setor logístico, especialmente no modal rodoviário.

É através das estradas brasileiras que acontece o escoamento das commodities e do transporte de mercadorias transacionadas através do e-commerce. Com maior fluxo e pressão por prazos, aumentam o número de acidentes e a incidência de roubos e furtos. Nesse cenário, segundo Denis Maelaro, Superintendente de Transportes e Gerenciamento de Riscos da AXA no Brasil, o olhar individualizado para Gestão de Riscos é um diferencial importante. 

Para evitar prejuízos, empresas e transportadoras intensificam as medidas de Gerenciamento de Riscos, que podem impactar positivamente na eficiência da operação. Com uma melhor aceitação do risco por parte das seguradoras, os clientes conseguem mitigar melhor os riscos e suas eventuais exposições.

“Nós temos profissionais especializados e divididos por regiões do país, o que permite uma ação muito mais assertiva, porque o conhecimento das peculiaridades locais é fundamental. Além disso, em alguns clientes com operações mais complexas, instauramos comitês de gerenciamento e os números comprovam a eficácia”, afirma Maelaro.

O executivo explica, ainda, que o Gerenciamento de Riscos pode ser aplicado tanto na contenção de acidentes quanto na prevenção do roubo de mercadorias. “Recentemente, realizamos uma visita no centro de distribuição de um cliente e notamos que a acomodação da carga estava incorreta e, por conta do desequilíbrio na distribuição do peso, a incidência de sinistros de tombamento havia aumentado. Após algumas sessões de treinamento, conseguimos mudar os procedimentos e os sinistros praticamente zeraram nesta operação”, conta.

A carteira de Transportes é um dos focos da AXA, que conta com uma operação madura em crescente ampliação e profissionais muito experientes. “Isso faz diferença na vida dos clientes. Deixo aqui meu convite para que empresas, transportadoras e corretores experimentem a AXA e nos deem seu feedback”, conclui Maelaro.

SulAmérica organiza encontro a favor da saúde LGBTI+

Para fomentar iniciativas de Inclusão e Diversidade e apoiar pessoas colaboradoras, parceiros e parceiras na busca por conhecimento a respeito do tema, a SulAmérica organizou na última semana uma formação online para profissionais da saúde da comunidade LGBTI+nos consultórios. O encontro, realizado pelo Dr. Saulo Vito Ciasca, médico psiquiatra e especialista em saúde LGBTI+, autor do livro “Saúde LGBTQAI+: Práticas de Cuidado Transdisciplinar”, teve como objetivo ampliar o repertório das pessoas participantes por meio de conteúdo e troca de experiências. 

Na live, com duração de 1h30, o especialista abordou questões de saúde relacionadas a cada uma das letras que compõem a sigla do movimento. O encontro oportunizou ainda equalizar conceitos, terminologias, questões biológicas e referentes à identidade das pessoas, além de tirar dúvidas e apresentar casos reais de LGBTfobia no atendimento a pacientes. Na ocasião, destacou-se também a importância do uso da linguagem inclusiva e do respeito a pessoas de outras frentes da diversidade, como pessoas com deficiência e população negra. 

“A busca pela organização desta aula para profissionais da área tem como foco ampliar cada vez mais o conhecimento da nossa rede médica e apoiar em temas que também fazem parte do universo da atuação em saúde. A SulAmérica tem trazido luz à inclusão na oferta de saúde e é um compromisso nosso irmos além das ações internas e transbordamos isso para fora” comenta Patrícia Mello, superintendente de Gestão de Saúde Populacional da SulAmérica.

Esta é mais uma iniciativa organizada pela Gestão de Saúde Populacional alinhada ao Programa de Inclusão e Diversidade da SulAmérica, a partir do diagnóstico e identificação de uma oportunidade de aprimoramento de conhecimento ainda técnico e comportamental sobre o assunto entre profissionais da área. “Estamos buscando, em parceria com nossos prestadores e prestadoras, a construção de uma jornada de inclusão e acolhimento na saúde, e bate-papos como esse só nos posiciona no caminho certo”, finaliza Juliana Caligiuri, vice-presidente de Saúde, Odonto e Comercial da SulAmérica.

Jornada de Inclusão e Diversidade

Nos últimos anos, a SulAmérica tem colocado em prática diversas iniciativas com o objetivo de promover um ambiente de trabalho mais diverso e inclusivo para seus mais de 4 mil colaboradores e colaboradoras. Ações como jornada de trabalho flexível, salas de amamentação, licença familiar que vai além do programa empresa-cidadã – concedendo 180 dias para cuidadoras(es) primários(as)  e 40 dias (20 a mais do previsto) para cuidadores(as) secundários(as), treinamentos para as lideranças sobre variados temas da pauta de inclusão e diversidade como, por exemplo, vieses inconscientes, além de processos de atração, seleção e contratação de profissionais de grupos minorizados fazem parte das iniciativas da empresa.

O primeiro ano do programa de Inclusão e Diversidade da SulAmérica marca a estruturação de diversas outras ações para garantir que o tema seja reforçado em todas as frentes. Durante esse período, a empresa promoveu treinamentos e sensibilizações com aprofundamentos no assunto para os diversos níveis da liderança, bem como para toda sua força de trabalho. Atualmente, conta com Grupos de Polinização que atuam na Equidade de Gênero, Raça e Etnia, LGBTI+, Pessoas com Deficiência e Gerações. Esses grupos garantem a execução e ações relacionadas aos temas.

Em 2022, a SulAmérica foi reconhecida pelo comprometimento com a equidade de gênero pelo índice da Bloomberg (GEI – Bloomberg Gender Equality Index), que avalia a transparência e o desempenho da companhia em 5 pilares: liderança feminina e pipeline de talentos, ignualdade salarial e paridade de remuneração entre gêneros, cultura inclusiva, políticas contra assédio sexual e marca pró-mulher. Essa evolução foi reconhecida também pelo mercado financeiro, uma vez que a companhia foi incluída no fundo de índices ELAS11, lançado em março de 2022, ETF que monitora 350 empresas listadas na bolsa brasileira, identificando aquelas com melhores índices de presença feminina no Conselho de Administração, Conselho Fiscal, Diretoria, Comitê de Auditoria, dentre outros comitês.

Generali Brasil investe em comunicação acessível para todos os públicos

Fonte: Generali

Como parte de seu programa de inclusão, desde o ano passado, a Generali Brasil tornou a linguagem de seu site institucional ainda mais acessível através da tradução automática de texto para Libras (Língua Brasileira de Sinais). A iniciativa acontece por meio da Maya, uma intérprete virtual 3D – mulher e negra. A tecnologia utilizada para a tradução é um plugin de acessibilidade para websites.

Segundo a Hand Talk, empresa especialista em tradução de conteúdo de websites para Libras, “uma grande parcela da comunidade surda possui dificuldades com o português e depende da Libras para obter informação. Isso não quer dizer que sejam analfabetos ou que não conheçam o português, mas acontece que por serem línguas distintas, inclusive na sua estrutura gramatical, os surdos dão preferência por se comunicar na sua língua nativa. Assim, os intérpretes de Libras se tornam indispensáveis.”

Cláudia Lopes, Diretora Comercial & Marketing da Generali, acrescenta: “Também reescrevemos mais de 100 documentos para levar ao cliente final uma linguagem mais clara, simples, objetiva e sem segurês. A exemplo disso estão nossos posts nas redes sociais, que visam descomplicar os termos do mercado segurador e oferecer dicas para nossos clientes. Criamos um canal no Youtube no ano passado e, agora, a grande novidade é que os vídeos contam com uma janela em Libras”.

Outro grande marco para a empresa foi a criação do Comitê de Diversidade, Equidade e Inclusão, onde seus dez membros são estimulados a dialogar sobre pautas positivas, serem porta-vozes de seus colegas e incentivar a mudança de cultura interna. A iniciativa já tem promovido grandes avanços na organização.

“A Generali tem investido muito nas pautas de ESG como diversidade, inclusão e proteção climática. No próximo mês, vamos anunciar a nossa entrada em um novo segmento de seguros, com a criação de serviços e produtos ‘verdes’ à população. Temos muitas novidades”, finaliza Claudia.

Revista de Seguros: mercado pet atrai cada vez mais seguradoras

Fonte: Cnseg

A nova edição da Revista de Seguros identifica riscos e oportunidades no promissor mercado pet, tema de sua matéria de capa. As vendas mundiais de seguros para animais de estimação, projetadas em US$ 7,8 bilhões neste ano, deverão chegar a US$ 38,8 bilhões até 2030, um crescimento de 11% por ano. 

No Brasil, o insurance pet ainda não tem status de seguros (ou seja, não é regulamentado), mas constata-se o aumento na oferta de assistências. A mais recente engloba indenizações por danos materiais ou pessoais causados por pets, ampliando o escopo de garantias, antes restrito à saúde veterinária. Segundo a Susep, o mercado pode, inclusive, criar proteção equivalente de danos aos plantéis dos criadores rurais, onde é comum touro “pular” a cerca e engravidar vacas leiteiras, com prejuízos enormes à produção quando os animais são de raças distintas.

Outro tema impactante trata do avanço dos ataques cibernéticos no sistema portuário, devastadores em todos os sentidos. Esse crime digital pode ter gerado uma movimentação global de US$ 6 trilhões no ano passado, entre resgates exigidos e prejuízos gerados às atividades. O “PIB” do empreendedorismo criminal dos hackers, se fosse um país, seria o terceiro maior do mundo. 

A edição traz ainda matéria sobre recuperação de segmentos duramente afetados na pandemia, como o de Audiovisual e o de Turismo, faz alertas sobre os problemas que poderão surgir com o fim do rol taxativo de Saúde Suplementar, como avanços dos custos operacionais e dos valores dos planos. E, por fim, examina os fatores que poderão encarecer os planos de resseguros no País, seguindo a guinada do mercado mundial, e afetar aquelas modalidades mais dependentes de cessão de riscos, como Rural e Grandes Riscos industriais e comerciais.

Detalhes são vitais em um contrato de resseguro, defende a KNW Brokers

KNW Brokers, contratos de resseguros

O diabo mora nos detalhes, diz um ditado popular. Uma frase que vem a calhar para ilustrar a discussão durante o webinar realizado pela KNW Brokers, em parceria com o Sonho Seguro, para alertar profissionais envolvidos em contratos de resseguros sobre algo que parece trivial, mas que pode levar até à negativa do pedido de indenização do contrato de seguros pelo ressegurador. E ninguém quer passar por um problema deste, numa apólice que envolve milhões de reais, ou dólares. 

O debate “Condicionantes nos Contratos de Resseguro Facultativo: devo me preocupar com isso?” ficou concentrado em apenas um dos detalhes de um contrato que é complexo e envolve uma infinidade de informações. Rafael Abad, CFO da KNW Brokers, tem 10 anos no mercado de resseguros e, hoje, é sócio da KNW Brokers. Ele explicou que condicionantes em um contrato de resseguro facultativo são dispositivos contratuais que constam no contrato de resseguro assinado, ou no jargão do setor, ‘slip de resseguro’; são cláusulas para serem observadas no pós inicio de vigência do contrato. Ela envolve desde uma coisa simples, como quando uma apólice tem de ser enviada até um determinado período, até algo mais complexo, como instalar sprinklers num armazém de muitos metros quadrados. “São detalhes que precisam ser cumpridos para, no caso de um acidente, o ressegurador emitir o pagamento do contrato”, citou.

Márcio Ribeiro, que trabalha com seguros há mais de 30 anos e hoje está a frente da KNW Brokers, é reconhecido no setor por ser um profissional extremamente detalhista na construção de um clausulado de resseguro facultativo. “Tenho uma certa inquietude, pois quero que todos se sintam protegidos com o contrato, sem discussões na hora que mais precisa, que é quando um acidente acontece”, comentou. Sua inquietude tem agora uma razão a mais. A Susep mudou as regras dos contratos de grandes riscos. Os clausulados e coberturas que eram todos padronizados e já conhecidos de todos deixam de valer. O jogo agora é dar liberdade para as partes criarem contratos que mais se adaptam às suas necessidades. “Mas a liberdade tem de vir acompanhada de responsabilidade”, argumenta. 

Voltando ao tema, o termo condicionante muitas vezes é substituído pela palavra “subjetividade”, traduzido ao pé da letra do inglês usado nos contratos do mercado londrino, berço de seguro para o mundo, principalmente na oferta de capacidade para seguros de plataformas de petróleo, parques de energia das mais diversas fontes, satélites entre outros riscos vultosos. Só que aqui subjetividade pode ser entendido como “cada indivíduo pode interpretar da sua maneira, que é subjetivo”. E condicionante é outra coisa. “O problema está no uso da forma inadequada do termo. Se tiver de aconselhar os profissionais, afirmo que é melhor usar o termo condicionante, do que subjetividade”, disparou Walter Polido, sócio da Polido Consultoria.

Júlia Santoro, sócia da DR&A Advogados, comenta que, se a seguradora deixar de cumprir a condicionante porque ela achou que tinha a prerrogativa, isso pode criar uma situação de conflito com o ressegurador, ainda mais se for londrino. A advogada explica que “para o judiciário é o teor da cláusula que terá validade e não meramente o título da cláusula. Concordo com Polido, que não obstante o risco ser muito pequeno de ter um titulo equivocado, a situação pode cair na discussão do entendimento do título e a intenção das partes”, alerta. 

Marcio aponta que a grande preocupação que tem, como um corretor de resseguros focado em formatar um bom contrato tanto para a seguradora como para o ressegurador, é que as equipes envolvidas adotem uma atitude “copy cola” do slip na apólice do seguro. “Temos de ser claros e evitar condicionantes inexequíveis, o que fragiliza uma discussão, se for o caso, do ponto de vista jurídico”, comentou. A melhor forma de resolver a questão, segundo os especialistas, é usar o termo mais apropriado ao mercado que provê a capacidade financeira do contrato. Se oriundo de Londres, certamente a palavra em inglês será “subjectivity”; entretanto, na tradução ou na prática do mercado local a palavra condicionante é a indicada. 

Mas o que a KNW Brokers quer para seus clientes é discutir e combinar as regras antes de assinar o contrato para não transferir problemas para o futuro. “Geralmente é uma correria o fechamento de um contrato de resseguros. Com a falta de tempo, tem profissionais que acabam aceitando determinados termos que podem se mostrar indevidos quando há um pedido de indenização. Um slip de resseguro é como uma obra de arte, quase artesanal. Os detalhes são cruciais e, quando há intermediação, é o corretor que tem defazer acontecer. Condicionante pode parecer um detalhe simples, mas atendê-la em tempo hábil é primordial para reduzir a zona de conflito. Prefiro fazer o trabalho antecipado e mitigar os riscos que estão nos detalhes. Isso é fazer a diferença como um broker”. 

Depois de tudo que foi debatido neste webinar, lembro do ditado popular reverso: Deus está nos detalhes.

Assista aqui o webinar “Condicionantes nos Contratos de Resseguro Facultativo: devo me preocupar com isso?“.

Conheça as melhores empresas para trabalhar em seguradoras

seguradora GPTW

Great Place to Work elegeu as 50 melhores Instituições Financeiras do País em 2022. Parceira da premiação, a revista IstoÉ Dinheiro divulgou o resultado nesta semana. A pesquisa do GPTW é composta por duas etapas. A primeira, quantitativa, com peso de 75%, é resultado de entrevistas com funcionários. Atingidas as codições da primeira etapa, é feita a avaliação das práticas culturais, que corresponde a 25% da nota final. A relação com as 50 empresas premiadas e a cobertura completa do evento de premiação você encontra na edição impressa da DINHEIRO que circula nas bancas na sexta-feira (30).

Seguradoras – Grandes
01.Tokio Marine Seguradora
02.LIBERTY SEGUROS S/A
03.MAG Seguros
04.PORTO SEGURO COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS
05.ZURICH SEGUROS
Seguradoras – Médias
01.Capemisa Seguradora
02.ZURICH SANTANDER SEGUROS E PREVIDÊNCIA
03.Assurant
04.SABEMI
Seguradoras – Pequenas
01.BMG Seguros