Insurtech Coover traz Francisco Vidigal, ou Kiko, como conselheiro consultivo

francisco Vidigal coover

A Coover, uma das insurtech autorizadas a operar no sandbox regulatório da Susep (Superintendência de Seguros Privados), anuncia a chegada de Francisco Caiuby Vidigal Filho, conhecido no mercado como Kiko, como conselheiro consultivo, que adiciona à seguradora sua bagagem de mais de duas décadas no mercado de seguros, tendo sido CEO de empresas como a Sompo Seguros. Desde que deixou o cargo, o executivo tem se dedicado a diversos empreendimentos como consultor e como membro de conselhos, que vão desde este na Coover até a ONG Plan Intenation.

“A pandemia acentuou não só em mim, mas em todos, a necessidade da diversidade de conhecimento na vida profissional e também nos beneficiou com o convivência familiar”, disse em conversa com o Sonho Seguro o executivo de 50 anos, pai de quatro filhos. “O meu maior tem 24 anos e a menor 3. Poder participar mais da vida deles foi um dos sentimentos que me motivou a buscar novas qualificações e interesses profissionais. A mudança dos hábitos de consumo e da tecnologia revolucionaram a relação das pessoas com as marcas e isso também me agrada, pois me traz novidades e negócios no meu dia a dia como investidor anjo”, comentou.

Sua participação na Coover vem da aposta no mercado segurador. “A flexibilização das regras para que a tecnologia pudesse estar inserida nas seguradoras abriu novas frentes de negócios. Muitas vezes uma seguradora tradicional tem de manter o foco em seu negócio e perde algumas oportunidades. A entrada das insurtechs veio para agregar valor, uma vez que elas se dedicam a trazer soluções inovadoras para que novos produtos cheguem com mais agilidade aos consumidores. E isso tem impulsionado o crescimento do setor em muitas frentes e em muitos negócios. Assim como a entrada de fintechs no mercado financeiro revolucionou bancos e diversos produtos financeiros, o mesmo tem acontecido em seguros com a entrada das insurtechs”.

“A entrada das insurtechs veio para agregar valor, uma vez que elas se dedicam a trazer soluções inovadoras para que novos produtos cheguem com mais agilidade aos consumidores”, diz vidigal

A Coover está no Sandbox da Susep, com previsão de sair nos próximos meses. Até o momento, apenas duas insurtechs deixaram o do ambiente protegido do órgão regulador, de um total de 32 projetos. As empresas que recebem a autorização podem atuar, por até três anos, com menor custo regulatório e mais flexibilidade para inovar.

Planos de saúde para pets é a aposta da Coover, com a criação de uma plataforma digital que também vai oferecer assistências para os bichinhos. Trata-se de um segmento que aguça investidores diante do potencial de crescimento. A estimativa é de ter mais de 150 milhões de pets no país, cujos tutores não possuem opções de produtos securitários que os atendam plenamente. O setor de produtos, serviços e o comércio de animais de estimação projeta um crescimento de 14% em 2022 e um faturamento de R$ 58,9 bilhões – estimativas do Instituto Pet Brasil (IPB).

Em celular, a Coover atua como uma plataforma digital em parceria com a seguradora Zurich. “A aliança com a Coover é outro exemplo relacionado à transformação digital promovida pela companhia”, informou o diretor executivo de parcerias da Zurich, Luis Reis, em recente entrevista. “Aliás, com as novas alianças, a seguradora projeta um crescimento de 30% nos negócios do segmento de Bancassurance, impulsionado pelas vendas de seguros de auto, vida, residencial e acidentes pessoais (com serviços de telemedicina e proteção financeira, dentre outros)”, acrescentou.

Coover insurtech
Beduschi: “A Coover evidencia ainda mais o que nós acreditamos: a soma de conhecimentos é fundamental, sendo nossa maior força e diferencial”

Jó Beduschi, CEO da Coover, afirma ter sido a primeira startup do país a oferecer um seguro para smartphones com tecnologia própria de autovistoria, permitindo ao usuário realizar a contratação de qualquer lugar, usando apenas seu smartphone e tendo acesso à internet. Agora, a insurtech pretende aplicar aquilo que já funciona no seguro Coover para smartphones – também – aos seguros de saúde Pet. 

Além de Kiko e – após sua última rodada de investimentos e novas alianças com stakeholders – a Coover ampliou seu quadro de dirigentes. “A Coover evidencia ainda mais o que nós acreditamos: a soma de conhecimentos é fundamental, sendo nossa maior força e diferencial. Por isso, buscamos absorver novas inteligências e experiências pensando no futuro”, afirma o CEO da Coover.

Kiko é formado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), certificado pela Universidade da Pensilvânia (EUA) no Wharton Advanced Management Program e Conselheiro de Administração pelo IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.

MAPFRE e Instituto Blindar criam programa para assegurar profissionais da área da Saúde  

Fonte: MAPFRE

A MAPFRE e o Instituto Blindar, de serviços de proteção ao exercício das profissões, firmaram uma parceria para a distribuição de um programa de proteção às carreiras de profissionais da Saúde. O Blindagem PRO é o único serviço do mercado com o conceito de prevenção e o segurado tem acesso 24h a uma equipe multidisciplinar que irá atuar na proteção de sua imagem, prestando todas as orientações necessárias para minimizar ou evitar qualquer impacto relacionado a conduta do profissional.

Patricia Siequeroli, diretora de seguros gerais da MAPFRE, explica que o seguro de responsabilidade civil faz parte do programa e garante a segurança e os direitos em caso de incidentes com pacientes. “O profissional da Saúde se prepara durante anos para exercer a sua profissão com a máxima precisão e responsabilidade, mas, por vezes, em condições adversas, podem estar sujeitos a eventualidades. Uma particularidade do seguro RC Profissional é que ele pode ser contratado tendo como base a reclamação de terceiros e o profissional será reembolsado sempre que for responsabilizado judicialmente por algum dano, podendo ainda decidir se a sua apólice terá ou não franquia”, detalha. 

“O Blindagem Pro protege, apoia e faz a gestão de riscos das carreiras de profissionais nas áreas médica e odontológica e a união da capacidade financeira e solidez da MAPFRE com a expertise do Instituto Blindar viabilizou a criação do programa, que está disponível na plataforma da seguradora e pode ser acessado por toda a rede de corretores da companhia”, acrescenta Nereu Passaia, diretor-executivo do Instituto Blindar.
 

De acordo com Talita Wigg, superintendente comercial de Retail e Utilities da MAPFRE, por ser um produto com caraterísticas consultivas, sua distribuição será feita sob o ramo massificados. “O produto está disponível para distribuição em associações, conselhos e sociedades médicas, entre outras entidades, e por ter como característica principal a venda em larga escala, com coberturas simples, importantes, diferenciadas e acessíveis a qualquer profissional da saúde, ele pode ser personalizado de acordo com as necessidades dos interessados”, informa.

PASI divulga mudanças na coordenação comercial regional com o intuito de fortalecer a atuação estratégica com os corretores 

Fonte: Pasi

A Coordenadora Comercial PASI da região Norte e Nordeste, Sandra Godoy, irá ampliar sua área de atuação e passará também a atender os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Centro Oeste. A executiva possui mais de 20 anos de atuação no mercado segurador, desses quase 18 dedicados ao Seguro PASI.

“É com imenso prazer que recebo esse grande desafio de atender, além da região Norte e Nordeste, a região Centro Oeste e os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Como já atendi anteriormente essas regiões, minha missão será a de estar mais próxima e apresentar aos corretores além do propósito de proteção e amparo do nosso seguro, as novas oportunidades de negócios, as soluções digitais e facilidades tecnológicas que cada uma dessas regiões tem a sua disposição”, destacou Sandra.

Sandra acredita que a experiência que teve com as regiões Norte e Nordeste foi muito importante para que pudesse entender na prática a importância do seguro de vida na vida das pessoas. “Hoje temos à disposição cerca de 12 assistências e benefícios inovadores desenvolvidos pelo Seguro PASI para serem utilizadas em qualquer momento da vida e sempre que necessário pelos segurados, suas famílias e até pelos gestores das empresas contratantes”.

Segundo a executiva, dentre os objetivos previstos para o início do seu trabalho está a realização de um cronograma presencial de treinamentos e visitas para os corretores, além de estruturar um time específico para os atendimentos em cada região. “Será uma grande oportunidade para rever os corretores já atuantes e consolidar novas parcerias, uma vez que temos muitos negócios a serem explorados e também muitas opções de novos produtos para alavancar as vendas dos nossos parceiros, que proporcionam mais agilidade e autonomia nas suas operações, ampliando ainda mais a proteção das pessoas através do seguro”, conclui Sandra. 

Brasilprev comemora 29 anos com foco em inovação de produtos, digitalização e ESG

angela assis brasilprev

Fonte: Brasilprev

A caminho de completar 30 anos, a Brasilprev, empresa especialista e líder de mercado em previdência privada, traz uma história marcada pela evolução constante do seu negócio, com o propósito de transformar o jeito como o brasileiro prepara o seu futuro, promovendo o desenvolvimento sustentável. No mês de agosto, a empresa celebra 29 anos cada vez mais digital e próxima dos seus mais de 2,5 milhões de clientes.“A Brasilprev vive em constante transformação, não apenas tecnológica, mas em todos os aspectos. Esse é um papel que assumimos com grande empenho e responsabilidade. Buscamos incansavelmente a inovação de produtos, a excelência na nossa relação com os clientes e investimos fortemente na educação financeira, seja de forma personalizada ou de amplo alcance. Essa tem sido nossa jornada há 29 anos, e estamos prontos para ir além”, destaca Ângela Assis, presidente da companhia.

Desenvolvimento de novos produtos – O desenho de novos produtos e a modernização do portfólio, com diferentes opções para diversificação e níveis de risco, tem sido um dos pilares da Brasilprev. Desde 2020 foram lançados 33 fundos, e cada uma destas estratégias foi alocada em todos os segmentos: Atacado, Canal Corretor, Estilo, Pequenas Empresas, Private e Varejo.Esse planejamento já apresentou importantes resultados neste ano. A Brasilprev atingiu um patrimônio superior a R$ 16,9 bilhões em fundos de gestores terceiros em sua plataforma aberta. A ampliação da diversificação na oferta de produtos da companhia, teve início no primeiro trimestre de 2020, e conta atualmente com a parceria de 21 casas gestoras independentes, com 25 fundos multimercados e opções mais atualizadas para renda fixa disponíveis para os públicos Private, Varejo e Estilo BB.

Crescimento dos canais digitais e uso de dados – O canal da Brasilprev no WhatsApp atingiu neste ano mais de 1.2 milhão de acessos totais, e mais de 520 mil usuários únicos e se tornou o principal canal de atendimento da empresa, utilizando a inteligência artificial. Atualmente, o serviço disponibiliza 25 tipos de atendimento, entre eles a consulta a extratos, informe de rendimentos, contribuição extra, diversificação de fundos e até assessoramento. Durante esse tempo, já foram mais de 32 milhões de mensagens trocadas com um índice de satisfação superior a 78% e um NPS (Net Promoter Score) de 69 pontos.A empresa vem utilizando estratégias com o uso de dados para desenvolvimento de produtos personalizados e jornadas de comunicação customizadas aos clientes. A cultura data-driven permite que a companhia organize seus processos e métricas com base em análises precisas, resultando em decisões mais assertivas. Além disso, essa estrutura consolidada permite que a empresa esteja preparada para a chegada do Open Insurance, entregando com qualidade e agilidade os insights necessários para geração de valor aos nossos clientes.

Novos canais de distribuição – Em maio, foi fechada a primeira parceria de comercialização de produtos Brasilprev com um banco digital, o Banco Modal. A estratégia faz parte do processo de expansão de canais de distribuição, permitindo que a companhia possa levar sua proposta de valor para cada vez mais pessoas. Outra ação nesse sentido foi o investimento na capacitação e atração de novos corretores de seguros, que passaram a contar com um portfólio mais atualizado de produtos para oferecer. O resultado foi o aumento do número desses profissionais dobrando a base de parceiros cadastrados.

Metas de sustentabilidade – O compromisso com a sustentabilidade faz parte dos objetivos da Brasilprev em prol da sociedade. A partir de um documento, a empresa estabeleceu metas de desenvolvimento sustentável que deverão ser atingidas até 2026.  São ações que envolvem temas de Gestão de Investimentos ASG; Relacionamento e Satisfação dos Clientes; Diversidade, Equidade e Inclusão; Integridade, Ética e Transparência; e Gestão Ambiental e Responsabilidade Social.“Temos metas claras para cumprirmos ao longo de quatro anos. Iremos revisar a nossa Política de Investimentos, principalmente com foco nos aspectos climáticos e em ESG, ainda impactaremos 188 mil pessoas por meio de programas de educação financeira, além de compensar 100% das emissões de gases de efeito estufa”, explica Ângela. “Em diversidade, equidade e inclusão, deveremos ter ao menos 40% dos cargos de liderança ocupados por mulheres e no mínimo 33% do quadro de colaboradores preenchido por pessoas pretas e pardas”, completa.

Consultoria dedicada ao segmento empresarial – A Brasilprev também disponibilizou um novo portfólio de produtos para o segmento de atacado, e, recentemente, reestruturou duas novas gerências para esta frente. A área de Corporate Hunter tem maior foco na prospecção de novos negócios e relacionamento com o Banco do Brasil. Já a Corporate Farmer é mais dedicada aos processos de implantação de novos planos empresariais instituídos – em que a empresa e o colaborador fazem as contribuições, além de ser responsável pelo relacionamento e modernização dos planos existentes, bem como implantação de novos colaboradores na base de clientes corporativos.A tecnologia também é uma grande aliada e está presente nas iniciativas de prospecção e vendas do segmento empresarial. Recentemente, a Brasilprev promoveu melhorias no Teo, o bot desenvolvido pela empresa para auxiliar os clientes do segmento corporativo. Utilizando uma linguagem simples e descomplicada, o consultor virtual proporciona a melhor experiência para os clientes por meio de uma adesão 100% digital. E o feedback tem sido positivo: o índice de satisfação com o serviço é de mais de 94%, com um NPS de 64,92%.

Cuidado com as pessoas – A Brasilprev tem como um dos seus valores corporativos o “Cuidado com as pessoas”. Esse valor foi definido a partir do Projeto de Cultura estabelecido na empresa em 2019 e da criação de um manifesto cultural no ano seguinte, que contou com a participação ativa de todos os colaboradores.“O bom clima organizacional na Brasilprev também está refletido pela conquista dos selos Great Place to Work (GPTW) e Lugares Incríveis para Trabalhar (FIA UOL), que nos enchem de orgulho em pertencer”, conclui Ângela.

Redução dos preços influencia projeção para o IPCA em 2023

O monitor do PIB da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgado na semana passada, confirmou o quadro de atividade mais aquecida em junho, quando apresentou crescimento de 0,1% em relação a maio. O indicador, que busca ser uma aproximação mensal do PIB, aponta crescimento de 1,1% na atividade econômica no segundo trimestre em comparação ao primeiro, considerando-se dados com ajuste sazonal. Trata-se de uma estimativa ainda mais alta que os 0,6% apontados pelo IBC-Br na segunda-feira passada. 

Na comparação interanual, a economia cresceu 3,0% no segundo trimestre e 2,7% em junho, segundo o Monitor do PIB. “Tais resultados mais positivos, aliados à recuperação gradual do mercado de trabalho e às medidas tomadas pelo governo para reduzir a inflação e ampliar as transferências de renda este ano – a exemplo da redução do ICMS sobre combustíveis e a ‘PEC das Bondades’ – melhoram as projeções para o crescimento da economia, mesmo que estejamos vendo os primeiros sinais de que a política monetária mais restritiva já faz efeito sobre a atividade”, analisa o economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). 

O economista destaca que a mediana das projeções para o crescimento do PIB em 2022 subiu de 2,0% para 2,02%. Para 2023, em compensação, a projeção para o crescimento caiu de 0,41% para 0,39%.  “A redução dos preços dos combustíveis e da energia elétrica que levaram à deflação nos índices de preços ao consumidor no último mês, continuam a influenciar as projeções para a inflação, desta vez também no ano que vem, pois, alguns analistas acreditam que a forte desaceleração na segunda metade deste ano por conta dessas medidas pode entregar um componente inercial favorável para 2023”, avalia Simões. 

Nesta semana, a mediana das projeções para o IPCA caiu para 6,82% em 2022 e para 5,33% no ano que vem. Em meio a sinais ainda diversos dos indicadores de atividades e inflação, as projeções medianas do mercado para a Selic mantiveram-se estáveis por mais uma semana, em 13,75% para o final deste ano e 11% no final de 2023.  Na agenda da semana, destaque para o simpósio de Jackson Hole, um importante encontro anual nos EUA em que se debate a política monetária mundial, tradicionalmente utilizado por autoridades monetárias – inclusive pelo Fed, cujo presidente, Jerome Powell, discursará – para deixar mais clara a leitura do cenário econômico dos Bancos Centrais. Destaque também para o IPCA-15 de agosto, na quarta (24/08) e para os dados do Caged, na quinta-feira (25/08). Além disso, começa nesta semana, oficialmente, a campanha eleitoral.

Mudanças climáticas podem gerar litígios contra administradores, alerta Seguradora Zurich

Marck Rodrigues Zurich linhas financeiras

Fonte: Zurich

Um alerta vermelho foi dado para o planeta quando a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou, no começo de abril, o mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). E este foi o mais novo fato, entre tantos outros, que contribui para crescer nas empresas o nível de preocupação com as questões que envolvem aspectos relacionados ao meio ambiente, ao social e a governança corporativa – hoje sintetizadas pela sigla ESG (ou ASG), cada vez mais essenciais nas análises de riscos.

Mas apesar de o assunto há algum tempo fazer parte da agenda de companhias de diversos portes e áreas de atuação, o que pouco se conhece é que pode haver impacto negativo para os responsáveis na tomada de decisão, se tiverem de responder, em nome das empresas que representam, em caso de descumprimento de políticas e metas estabelecidas, bem como pela falta de diligência ou preocupação com este tema. E que, caso isto ocorra, se possuírem um seguro D&O (Directors and Officers Liability Insurance) contratado, destinado a conselheiros, diretores, gestores ou administradores da empresa, a apólice poderá indenizar os custos e prejuízos financeiros relacionados aos litígios contra esses indivíduos por conta de danos relacionados a mudanças climáticas.

Quem faz esse alerta é a Seguradora Zurich, a partir da observação de que tais litígios, mais comuns nos Estados Unidos e na Europa, têm aumentado recentemente e podem atingir as companhias de diferentes formas. “Na América Latina, e no Brasil, especificamente, não são tão usuais, mas o país tem dado sinais cada vez mais significativos de que o litígio climático é uma tendência que não pode ser ignorada”, diz o superintendente de linhas financeiras da Zurich, Marck Sá.

Segundo o executivo, o escritório americano de advocacia internacional Clifford Chance define que litígios de mudança climática são aqueles que, de alguma forma, estão relacionados ao aquecimento global. E observa que eles incluem uma ampla gama de processos. “Reclamações contra Estados para aumentar as medidas de mitigação das mudanças climáticas; casos estratégicos movidos contra empresas privadas para coibir comportamentos de emissão de carbono (geralmente como ações ilícitas ou incômodas); planejamento e licenciamento de casos relativos a projetos de combustíveis fósseis; e reivindicações relacionadas à necessidade de instituições ou empresas levarem em consideração o risco das mudanças climáticas ao fazer investimentos ou divulgar o risco climático em relação a investimentos existentes são alguns exemplos”.

O executivo cita um relatório de 2021, o Global Trends in Change Litigation: 2021 snapshot, segundo o qual em todo o planeta o número acumulado de casos relacionados às mudanças climáticas mais que dobrou desde 2015: cerca de 800 casos foram arquivados entre 1986 e 2014, e 1.000 foram abertos nos últimos seis anos.

O estudo cita, ainda, o que denomina “casos estratégicos”, pois são os que consideram o uso de litígios como estratégia por ativistas que buscam aumentar a ambição em questões climáticas, bem como um número crescente de ações que buscam desafiar ou minar as questões climáticas. E ilustra com dois casos estratégicos recentes.

O primeiro de 2018, denominado “Notre Affaire à Tous e outros v. France”, também conhecido como “L’Affaire du Siècle”, foi apresentado por quatro ONGs francesas dirigidas formalmente ao Primeiro Ministro e a 12 membros do governo francês e teve apoio de mais de 2,3 milhões de membros do público que assinaram uma petição. O outro caso, de 2015, envolveu a Bélgica e ficou notório pelo nome “Affaire Climat”: cerca de 60 mil cidadãos belgas acusaram as autoridades governamentais daquele país, acusando-as de falhas ilícitas na política climática.

No Brasil, de acordo com outro escritório jurídico, o Mayer Brown, o primeiro caso desse tipo de litígio ocorreu em 2020, quando o Ministério Público de São Paulo buscou compensação por emissão de GEE de 30 empresas aéreas.

“No relatório analisado, os advogados informam que, em 2021, a Associação Brasileira dos Promotores de Justiça Ambiental se associou ao Instituto para Clima e Sociedade para promover um curso de capacitação em contencioso climático para promotores, para fins de discussão e alinhamento de estratégias de combate às mudanças climáticas no contexto brasileiro”, revela Marck Sá, que acredita que haverá aumento de litígios relacionados às mudanças climáticas no Brasil.

Mudanças climáticas são os riscos que impactam empresas e a sociedade

O mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), mencionado acima, alertou que se as emissões de GEE não forem reduzidas até 2030, levanto ao aquecimento a 1,5oC, conforme previsto no Acordo de Paris, o planeta aquecerá 3,2oC. Será um ponto sem retorno para a Terra, apontam especialistas.

O Grupo Zurich, que tem a ambição de ser tornar uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto do mundo, anunciou, no mesmo período, que antecipou em 20 anos – de 2050 para 2030 – o prazo para zerar as emissões de carbono de suas operações.

Antes disso, em janeiro, o Global Risk Report 2022, estudo mundial que o grupo segurador realiza anualmente, há 16 anos, em conjunto com as universidades de Oxford e de Singapura e a consultoria de riscos e corretora Marsh & MacLennan, já apontava que a crise climática continua sendo a maior ameaça que a humanidade enfrenta, tanto no curto, quanto no médio e longo prazos.

Todos os fatos mostram que, cada vez mais, as questões relacionadas às mudanças climáticas e o impacto que as decisões que os administradores podem ter junto às empresas às quais representam podem ter efeitos danosos aos seus stakeholders.

“Nesse cenário, faz toda a diferença para elas poder contar com uma seguradora como a Zurich que, além de dispor de um seguro D&O, ainda pode oferecer o suporte de uma equipe de Riscos de Engenharia para assisti-las: seja quando ocorre um sinistro (que é um evento que tem cobertura do seguro), seja de forma preventiva, mapeando os riscos e definindo estratégias para mitigá-los”, pontua Marck Sá.

Para o executivo, em sua atuação como consultor de riscos, o corretor de seguros pode orientar as empresas, e em especial seus administradores, a anteverem as possibilidades de responderem por litígios de mudança climáticas. “Também podem, com a ajuda da nossa área de Engenharia de Riscos, mapear as ameaças e desenhar apólices de seguro de acordo com as características e necessidades específicas”, finaliza.   

Valor do seguro de carro segue tendência de alta em julho

tex tecnologia seguro auto

Fonte: TEx

A TEx, insurtech especializada em soluções online para o mercado segurador, divulga os números de julho do IPSA – Índice de Preços do Seguro Automóvel. O estudo aponta a variação mensal dos preços do seguro auto de acordo com gênero, região, faixa etária, perfil do segurado, idade do veículo, gráfico com as variações mensais do Índice, e o Ranking do Carros mais cotados pelo TELEPORT, plataforma de gestão e MultiCálculo da TEx. Para baixar o IPSA completo acesse o link.

De acordo com o IPSA, o índice mensal de Seguro Auto segue aumentando, como nos últimos meses, chegando a 6,6% em julho, cerca de 34% a mais que o mesmo período do ano passado.

Genildo Dantas, gerente de inteligência de dados da TEx, acredita que o aumento contínuo do IPSA está terminando. “Nos últimos três meses o aumento aconteceu de forma menos intensa. Provavelmente já alcançamos o maior patamar e os preços devem reduzir nos próximos meses. Aos poucos o mercado automotivo está se reorganizando e as seguradoras se adequando ao cenário pós pandemia”, explica o executivo.

Em julho, o IPSA revela que o seguro na Região Metropolitana do Rio de Janeiro segue sendo onde o seguro é mais alto. A região foi 43,1% superior comparado à Região Metropolitana de Belém.

Capital paulista – Especificamente na cidade de São Paulo, o IPSA revela que o seguro na Zona Leste é 52% superior ao Centro. De acordo com Genildo, a região onde o Segurado reside é um fator muito importante na precificação do seguro. “Interfere diretamente nas taxas de roubo e furto”, explica.

Já em relação ao ranking dos carros mais cotados pelo TELEPORT, o Chevrolet Onix segue na liderança com volume total de 6,3% do volume total, seguido por Hyundai HB20 com 4,6%. Vale lembrar que o top 10 dos carros mais cotados representa 31,3% do total de automóveis cotados no mês de julho.

Corretora Vila Velha contrata Fernando Azevedo como diretor de assessorias

Vila Velha corretora

A Vila Velha Corretora de Seguros anuncia a contratação de Fernando Azevedo de Moraes como diretor no novo braço da companhia, a Vila Velha Assessoria. Com mais de 25 anos de mercado em seguradoras como Bradesco, Finasa e Sompo, Fernando será o responsável pelo gerenciamento deste novo segmento de prestação de serviços dentro do Grupo Vila Velha.

Fernando vinha administrando sua própria assessoria que passa a ser incorporada junto a Vila Velha. “Estou muito confiante nesta união de forças para proporcionar um ótimo atendimento junto aos corretores da carteira e aos novos que serão incorporados dentro da Vila Velha Assessoria” afirma o executivo.

Segundo William Alzani, da Vila Velha, este novo negócio vem de encontro a diversificação que procuramos e certamente irá agregar valor aos nossos negócios.

Icatu Vida PME e Vida Empresarial passam a contar com a plataforma de bem-estar Betterfly como assistência adicional

Luciana Bastos Icatu Seguros

Fonte: Icatu

A Icatu, seguradora brasileira especializada em Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos, lança a plataforma de bem-estar Betterfly como mais um benefício do Icatu Vida PME, seguro de vida voltado para pequenas e médias empresas da companhia e também no Icatu Vida Empresarial. A novidade está disponível para segurados de 18 a 75 anos, nos produtos Vida em Grupo e Acidentes Pessoais Coletivo. 

A plataforma Betterfly une bem-estar, proteção financeira e impacto social em um aplicativo exclusivo. O benefício conta ainda com um produto inédito no país, que é um seguro de vida dinâmico, desenvolvido pela Icatu. À medida que os usuários da plataforma realizam práticas saudáveis, como exercícios físicos, meditação, yoga e cursos livres, o valor do capital segurado aumenta automaticamente e também se transforma em doações sociais, como pratos de comida, água potável, plantio de árvores, entre outros. Tudo isso por meio de instituições parceiras como Ação da Cidadania, Hospital Pequeno Príncipe, Gerando Falcões, WATERisLIFE e One Tree Planted. 

“Esse benefício contribuirá para a fidelização, retenção e atração de talentos das empresas. O segmento PME no Brasil, por exemplo, representa mais de 90% dos negócios e mais de 25% do PIB nacional, de acordo com o Sebrae. Então, é de extrema relevância para ampliar e democratizar a proteção financeira aos brasileiros. Enxergamos um grande potencial no estímulo ao bem-estar, por meio do engajamento da plataforma. Muitas empresas hoje têm o desafio de entregar propósito, tranquilidade financeira e qualidade de vida para seus funcionários, então essa é uma solução interessante para as companhias que querem proteger seu capital humano”, afirma Luciana Bastos, Diretora de Produtos de Vida da Icatu. 

Benefício em destaque

A pandemia evidenciou a necessidade de proteção e de planejamento financeiro familiar, o que contribuiu não apenas para a conscientização das pessoas, mas também dos empresários em relação ao seu negócio e colaboradores. A demanda crescente das pequenas e médias empresas por produtos que agregam seguro de vida e outros benefícios levou a Icatu a realizar melhorias contínuas em seus produtos do Icatu Vida PME nos últimos anos. No primeiro semestre de 2022, a seguradora registrou 31% de crescimento no segmento. 

“Hoje, o seguro de vida ganhou destaque no pacote de benefícios das empresas e é algo valorizado pelos colaboradores. É uma forma de mostrar que o empregador se importa com os funcionários, afinal, elas são o bem mais valioso de qualquer negócio. Agora, com a plataforma Betterfly, reforçamos ainda mais esse cuidado, pois sabemos o quanto o bem-estar físico, social e financeiro refletem positivamente na vida de todos, inclusive no trabalho”, conclui Luciana. 

Wiz Conseg compra participações em corretoras de seguros dos Grupos Primavia e Le Lac

A Wiz adquiriu participação societária majoritárias nas corretoras de seguros das redes de concessionárias automotivas do Grupo Primavia e Le Lac. “Observamos oportunidades de presença, relacionamento e aumento da rentabilidade dos balcões concessionários. Especialmente a partir dos seguros auto e prestamista, nós levamos soluções de venda e pós-venda aos clientes das concessionárias”, comenta o diretor executivo da Wiz Conseg, Alexandre Kalache, em release.

O vínculo da Wiz Conseg com a Primavia – uma das maiores concessionárias do grupo Fiat no Brasil – teve início no ano passado, mediante implantação de sistemas e do modelo de gestão comercial da unidade de negócio em 28 pontos de vendas das concessionárias. Enquanto isso, nos últimos meses a Wiz avançou na negociação junto à corretora Trombini, do Grupo Le Lac, que dispõe de 11 concessionárias de veículos multimarcas no Paraná.

“A Wiz Conseg vem impulsionando seus resultados e expandindo sua atuação em redes de concessionárias parceiras de forma omnichannel. Essa expertise a consolida como principal player catalisador de resultados em concessionárias, seguradoras e bancos na vertical auto. Isso é motivo de grande orgulho para o conglomerado”, comenta Heverton Peixoto, CEO da Wiz.