Zurich aprova fundo de catástrofe para auxiliar vítimas de enchentes na Bahia

Fonte: Zurich

A Seguradora Zurich aprovou um fundo de catástrofes de R$ 2,4 milhões para auxiliar comunidades em situações de calamidade pública no Brasil, provenientes de ocorrências como enchentes, alagamentos e outras situações adversas, até setembro de 2023.
 
Parte do recurso já está sendo destinada para ações – emergenciais em prol das vítimas das enchentes nas cidades de Dário Meira, Aurelino Leal, Baixa Grande, Pau Brasil, Itabuna, Ilhéus, Salvador e Feira de Santana, da Bahia.
 
Os recursos serão direcionados, através do Movimento União BR com gestão corporativa e financeira do Instituto da Criança, para a compra de cestas de alimentos e refeições desidratadas, que devem beneficiar mais de 16 mil atingidos pelas fortes chuvas na região ao longo dos meses de dezembro de 2022 e janeiro de 2023. De acordo com a Sudec (Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia), 1.740 pessoas estão desabrigadas, 20.262 desalojadas e 166.094 foram afetadas pelas fortes chuvas no estado.

“O fundo de catástrofes é parte do nosso programa de Responsabilidade Social Corporativa”, conta Ana Matta


 
“Com a aprovação desse fundo para uso futuro, estamos garantindo agilidade na destinação de doações para pessoas em situações como esta, da Bahia, fazendo com que os recursos cheguem mais rapidamente a quem precisa”, conta Ana Paula Maniá da Matta, Gerente de Comunicação e Responsabilidade Social Corporativa da seguradora. “Já trabalhamos com o Movimento União BR e o Instituto da Criança em outras oportunidades, que assim como em 2021, – identificaram prontamente a necessidade da destinação de fundos para a Bahia em função das chuvas, a fim de suprir as necessidades mais emergenciais dos atingidos”.
 
Seguradora já utilizou fundo para chuvas na Bahia e Covid-19

Assim como aconteceu em 2021, quando a companhia fez doação de recursos para ações de atendimento imediato às famílias atingidas e para a reconstrução da infraestrutura das cidades afetadas na Bahia, mais uma vez a Seguradora Zurich conta com a parceria do Movimento União BR que que atua em prol de pessoas em situação de vulnerabilidade social e possui um hub de distribuição na Bahia. O Instituto da Criança, sediado no Rio de Janeiro, é o parceiro corporativo e financeiro do Movimento.
 
A organização também foi a parceira da Zurich na destinação de recursos em 2021 para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no país. Na ocasião, foram doadas miniusinas de oxigênio para o estado do Amazonas durante o período mais crítico da pandemia no estado.
 
“O fundo de catástrofes é parte do nosso programa de Responsabilidade Social Corporativa, e junto aos nossos parceiros, estamos sempre atentos às necessidades das comunidades espalhadas pelo país, mobilizando recursos para apoiá-las em momentos como esses”, finaliza Ana Matta.

CNseg repudia as invasões e as destruições em Brasília

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) repudia veementemente as invasões e as destruições no Palácio do Planalto, no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Congresso Nacional, em Brasília, ocorridas nesse domingo, 08 dejaneiro de 2023. Como entidade que representa 160 empresas do setor segurador e uma defensora fiel da vida e do desenvolvimento econômico e social do Brasil, a CNseg reitera que a depredação dos bens públicos é um ataque ao Estado Democrático de Direito e à sociedade brasileira, contribuindo para um atraso no crescimento do país, na geração de emprego e renda e na superação da desigualdade social.

FenaSaúde – Manoel Peres, Presidente da FenaSaúde, e Vera Valente, Diretora-executiva da FenaSaúde

A Federação Nacional de Saúde Suplementar, representante de grandes operadoras de planos e seguros privados de saúde do país, manifesta o seu total repúdio às ações antidemocráticas que culminaram na invasão e depredação dos edifícios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal no último domingo, 8 de janeiro de 2023. Também presta apoio às instituições que, igualmente, se posicionaram publicamente contra tais atos de vandalismo, tal qual o Fórum de Dirigentes de Agências Reguladoras Federais, liderado pelo presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Rebello. A violência e o desrespeito às instituições não condizem com uma Nação que precisa urgentemente promover mais segurança e bem-estar à sua população, em especial no âmbito da Saúde.

Edson Toguchi, CEO da Berkley, prioriza desenvolvimento de produtos

A Berkley International do Brasil Seguros anuncia a contratação do executivo Edson Toguchi como CEO da seguradora. Em conjunto com Leandro Garcia Okita, vice-presidente Brasil e Regional para América Latina e Caribe, Toguchi é formado em administração de empresas com ênfase em finanças e pós-graduado em Gestão de Seguros e Previdência Privada, atua no mercado há 32 anos, liderando grandes seguradoras. 

“A Berkley é uma seguradora multinacional de tradição, presente no Brasil há mais de 15 anos e a minha chegada na família Berkley contribuirá para transformar a empresa em uma seguradora de entrega, com excelência nos serviços de seguro, com os nossos esforços focados principalmente na cotação, emissão, atendimento, análise e pagamento de sinistros”, comenta Toguchi. O momento é de transformação não somente para a Berkley, mas para todo mercado segurador, com mudança significativa para o consumidor em relação aos serviços, produtos de seguros, subscrição dos riscos e tecnologia”, completa o executivo.

A seguradora entende que já possui um portfólio de seguros bastante diversificado, focado em garantia, transportes, responsabilidades, engenharia, property, equipamentos, bike, eventos e pessoas, informa ainda que pretende expandir a sua atuação para atender as necessidades do mercado e dos clientes. Como mensagem final para os parceiros corretores, o Edson Toguchi comenta: “aguardem as novidades de produtos que serão lançados nos próximos meses”.

Governo sem seguro para reconstruir a destruição causada por bolsonaristas extremistas

estragos brasilia

Sem seguro. O governo federal não tem o hábito de contratar seguro para seus bens. E mesmo que contratasse, atos de vandalismo são excluídos das apólices. “Atos de vandalismo são riscos excluídos na maioria das apolices de seguros de danos”, disse um porta voz do segmento de seguros de bens e responsabilidades (ou, na sigla em inglês, Property & Casualty – P&C). Com terrorismo, como classificam algumas mídias, as seguradoras são ainda mais rígidas. Até oferecem a cobertura, mas a preços tão elevados que praticamente ninguém contrata. “Alguns ministérios até tem uma ou outra apólice, mas planalto, congresso e STF não”, afirmou um executivo do setor que pediu anonimato.

Mais de 400 criminosos já foram presos pelas forças de segurança após os atos de vandalismo e destruição praticados ontem por bolsonaristas extremistas, que invadiram Brasília em mais de uma centena de ônibus que chegaram a capital federal no domingo. O grupo protesta contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições 2022. As áreas do térreo do Planalto, como a galeria de presidentes da República, e outras áreas do segundo e terceiro andar foram danificadas. Uma obra do pintor carioca Di Cavalcanti no Palácio do Planalto, vidraças e peças artísticas históricas estão na lista dos estragos.

“Estive agora à noite no Palácio do Planalto e no STF. Os golpistas que promoveram a destruição do patrimônio público em Brasília estão sendo identificados e serão punidos. Amanhã retomamos os trabalhos no Palácio do Planalto. Democracia sempre. Boa noite”, escreveu o presidente Lula em sue twitter.

As agitações sociais estão no radar das seguradoras em todo o mundo. No Brasil, diante da polarização política, o tema é acompanhado com muita atenção, pois podem causar danos físicos, interrupção de negócios ou perda de receitas. Ontem, as perdas geradas pelas manifestações, até agora, estão concentradas em Brasília.

A Verisk Maplecroft, uma empresa de pesquisa especializada em análise de risco global, estimou que 75 países vivenciaram um aumento nos protestos até o final de 2022. Destes, mais de 30 – grande parte na Europa e nas Américas – provavelmente verão uma atividade significativa. A violência política também causou importantes sinistros de seguros em 2020.

Enquanto os protestos, após a morte de George Floyd, que ocorreu em 140 cidades dos EUA, foram em sua maioria pacíficos; os incêndios, o vandalismo e os saques que ocorreram custarão ao segmento segurador pelo menos US$ 1 bilhão a US$ 2 bilhões em sinistros, de acordo com Axios.  Este valor leva em conta também o lucro que as empresas deixam de ter, numa cobertura chamada lucro cessante. Durante as manifestações dos “Coletes Amarelos”, lojas ao longo da Champs Elysees em Paris foram saqueadas e muito danificadas, o que afugentou os clientes. Após apenas algumas semanas de protestos, a federação francesa de varejo informou que os varejistas haviam perdido, em todo o país, US$ 1,1 bilhão em receitas, relata a AGCS, seguradora de grandes riscos do grupo Allianz, em recente estudo.

As empresas também devem rever suas apólices de seguro. As apólices de P&C podem cobrir sinistros de violência política em alguns casos, mas as seguradoras também oferecem cobertura especializada para mitigar o impacto de greves, motins e comoção civil através do mercado especializado em violência política. “Anteriormente, esta cobertura era vista como um ‘é bom ter’ para os clientes e ‘nada com que se preocupar demais’ pelas seguradoras. Entretanto, isto mudou desde 2018, pois tanto a frequência quanto a gravidade destes eventos aumentaram significativamente. Vemos o crescente interesse e demanda por coberturas de violência política por parte das empresas”, comentou Bjoern Reusswig, director global de Violência Política e Soluções para Ambientes Hostis da AGCS, no estudo.

Rede Lojacorr destaca tendências do mercado de seguros em 2023

rede lojacorr tendencias setor de seguros

Fonte: Rede Lojacorr

O mercado segurador está em constante desenvolvimento, crescimento e democratização da proteção em todo o território nacional, na busca de potencializar a carreira do corretor, fortalecer o mercado de seguros brasileiro e elevar a consciência da população sobre a importância da proteção do seguro. O ano de 2023 tende a ser desafiador devido às circunstâncias internacionais como a guerra e inflação mundial, além da queda no poder de compra da população brasileira, endividamento e incertezas políticas, mas que oferece, em uma contrapartida, contextos de crescimento, em decorrência da observação e adaptação da iniciativa privada.

  De acordo com Diogo Arndt Silva, cofundador, economista e presidente do Conselho de Administração da Rede Lojacorr, maior rede de Corretoras de Seguros Independentes do Brasil, há um cenário de vuca mundial (vuca = volatilidade, incertezas, complexidade e ambiguidade) na indústria do seguro. Segundo ele, a inflação gerada pelo aumento da oferta monetária, pelo desequilíbrio nas cadeias logísticas, a redução da oferta de gás e energia em função da pandemia e da guerra na Ucrânia, nos mercados brasileiro, norte-americano, europeu e latino atinge diretamente o fluxo de capitais. Para combater a inflação, os bancos centrais do mundo todo elevam as taxas de juros, desestimulando os investimentos, o que impacta muito as economias em desenvolvimento, como o Brasil. Com este cenário, no mercado de seguros, os investidores ficam avessos ao risco, tendendo a investir em países mais estáveis. “No Brasil, essa falta de liquidez afeta diretamente o segmento de resseguros, além do aumento de sinistralidade em função da pandemia e das fortes estiagens que atingiram o Brasil em 2021 e 2022. Por consequência, o mercado compra menos risco e isso deve ser observado ainda em 2023 e 2024. Desta forma, fica mais restrita a aceitação de alguns riscos mais complexos”, afirma.

Confira algumas tendências para o próximo ano:

  1. Gestão e atendimento

Uma das tendências é a capacidade de tornar a jornada do cliente mais rica e ampliar a sua percepção sobre o valor da marca. Com isso, os empreendedores de todos os setores trabalharão o cliente como o centro do negócios, sendo a alma da operação. Por isso, haverá uma busca de seu encantamento constante como tarefa diária e um planejamento contínuo das atividades. Dirceu Tiegs, presidente (CEO) da Lojacorr, também defende que a receita de sucesso é o atendimento ao cliente. “Muito mais que exercer as suas atividades, o corretor precisa avaliar o mercado e usar de soluções que favorecem a sua rotina para que ele consiga empreender com sucesso e ultrapassar as adversidades externas”. 

  1. Criação de comunidades e rede de parcerias

Outra tendência está em estreitar relações. Um estudo da Adobe explicita que três quartos dos executivos do mundo dizem que se tornou mais difícil estabelecer uma relação de confiança desde a pandemia, o que gera um ponto de atenção em relação a uma ligação mais próxima com a comunidade. Isso intensifica a necessidade para 2023 de estimular as relações humanas para ampliar a conectividade das marcas com a cultura, a comunidade ou seus consumidores. O head de Distribuição da Lojacorr, Paolo Bonazzi, explica que será necessária a utilização efetiva de negócios compartilhados, em que o corretor conta com especialistas para auxiliá-lo a fechar negócios e proteger os clientes, independente da sua especialidade. ‘Em todas as economias, esta tem sido uma tendência e uma oportunidade de fortalecer as operações e superar as adversidades. Acredito que em 2023, o sentimento de comunidade e as relações de parcerias estarão ainda mais presentes’, esclarece.

  1. Tecnologia, comunicação e Redes Sociais

Sabemos que a tecnologia já está dominando todos os setores. No mercado segurador não é diferente. Além de inovar, também traz uma melhor experiência para os clientes, mais flexibilidade e, principalmente, conecta seguradoras e corretores com públicos estratégicos. É o que acredita Patricia Chacon, CEO da Liberty Seguros. “Será necessário atuar com criatividade e responsabilidade. Acreditamos que fatores como gestão de dados e cibersegurança também serão cada vez mais essenciais para tornar esse processo confiável e sustentável para todos os públicos. É necessário engajarmos essa transformação digital em todos os nossos pontos de contato. Para 2023, queremos continuar priorizando a inovação”, defende.

Além das ferramentas de tecnologia a comunicação mais rápida e prática é uma tendência, principalmente entre jovens consumidores. Mensagens de texto por WhatsApp, SMS ou outro serviço substituem cada vez mais os emails, inclusive em processos de vendas, acordos e avisos. E por isso, também o uso das redes sociais entra nessa estratégia e é importante que as corretoras busquem maneiras de digitalizar a atuação das suas operações. 

  1. Custo benefício

Além da customização, vemos as pessoas procurarem por produtos que tenham um melhor custo benefício. A Liberty Seguros também seguirá essa tendência: “os clientes estão em busca de pagar um valor justo, com condições acessíveis para seu momento financeiro, e que ofereça uma cobertura adequada para o que busca, valorizando também aqueles que oferecem benefícios que vão além do produto contratado – compreendendo que o dinheiro investido está sendo bem aproveitado”, defende Patricia Chacon.

  1. Produtos

De acordo com Julio Ferreira da Ferreira & Associados Corretora de Seguros Ltda, parceira da Rede Lojacorr, produtos tradicionais como Residencial e Automóvel, além dos Empresariais para pequenas e médias empresas, devem crescer mesmo com o aumento nas taxas praticadas pelas seguradoras. “Os corretores devem ficar atentos também aos produtos de vida, saúde e previdência. As pessoas estão cada vez mais sensíveis e inseguras, fenômeno mundial”, explica.

  1. Segurança digital e Plataformas na nuvem

Não apenas a comercialização e atendimento figital continuarão sendo uma tendência para 2023 e configuram oportunidades de negócios, mas também o armazenamento de dados e segurança digital. A Dra. Télia Oliveira Alves, head Jurídico e DPO da Rede Lojacorr, relata que em decorrência ao crescimento das atividades de forma virtual, aumentou a quantidade de dados pessoais disponíveis na internet (nas redes sociais ou provenientes de vazamentos de ataques às bases de dados de aplicativos, empresas, entre outros), o que por sua vez, ampliou o risco de nos tornarmos vítimas de golpes virtuais cada vez mais elaborados e persuasivos. Diante disso, é importante implementar algumas medidas de segurança para evitar esses golpes, como por exemplo: consultar a avaliação das lojas online, criar senhas fortes e não repetir a mesma senha em diferentes contas/sites, habilitar a verificação em duas etapas do WhatsApp entre outras. 

  1. Flexibilização e personalização

Para este ano, o foco também está em tornar a experiência personalizada para que os clientes tenham soluções sob medida para suas necessidades. Diversas empresas já vêm olhando para a diferença de consumo das gerações e das necessidades de cada público, e o mercado segurador não é diferente. Por isso que a comunicação entre empresa e cliente deverá ser cada vez mais assertiva. A Liberty Seguros, por exemplo, já aposta nisso. Segundo Patricia Chacon, CEO da Liberty Seguros, a personalização é chave. “As pessoas optam por produtos e serviços que sejam feitos para elas, particulares para cada perfil de consumidor e adaptados para suas preferências, necessidades e momentos de vida”, explica.

  1. Papel do corretor

Ainda segundo Julio Ferreira da Ferreira & Associados Corretora de Seguros Ltda, os corretores também são a chave da tendência do próximo ano. “Corretores preparados, atualizados com as soluções tecnológicas, que estejam dispostos a compartilhar oportunidades com colegas com o mesmo perfil, que se especializem em determinado produto sem deixar de entregar uma boa consultoria aos seus clientes, terão sucesso mais rápido”, relata. O foco, de acordo com ele, é acreditar na cultura do compartilhar, na capacitação constante, no olhar empreendedor, na modernização da gestão de sua empresa e, principalmente, na busca por inovação. “É não ter medo de conhecer as plataformas, hubs e startups que trazem soluções facilitando a vida do corretor na administração de seus processos”, finaliza.

  1. Empresas conscientes (ESG)

Segundo pesquisa da Gartner, os executivos da atualidade relataram que as mudanças ambientais e sociais estão entre as principais prioridades para os investidores, depois de lucro e receita, o que tende a receber investimentos em soluções inovadoras projetadas para atender à demanda ESG. No mercado segurador, por exemplo, a MetLife seguradora pretende estruturar uma forte agenda ESG. De acordo com Breno Gomes, presidente da MetLife, a companhia continuará a reforçar o compromisso com um crescimento sustentável, alicerçado em metas e ações a serem cumpridas até 2030 com o intuito de contribuir para: saúde e bem-estar, igualdade de gênero, trabalho decente e crescimento econômico, redução das desigualdades e ações contra a mudança global do clima. Assim como para Anderson Léo Sabadin, presidente da Primato Cooperativa Agroindustrial, composta também pela Primato Corretora de Seguros de Toledo (Região Oeste do Paraná – Unidade Sudoeste da Lojacorr), o “ESG já é uma prática rotineira nos negócios, que visa a sustentabilidade, preservação, produção de energia, água e reflorestamento. O produtor entende e pratica dessa forma e o consumidor cada vez mais tem consciência da rastreabilidade do que consome”, acrescenta.

Mercado segurador arrecada R$ 156,1 bi até novembro com venda de seguros gerais e de vida

Em mais um mês de crescimento, o mercado de seguros encerrou novembro do ano passado com alta de 20,2% no faturamento, ante novembro de 2021, totalizando R$ 14,4 bilhões em prêmios emitidos. A participação mais expressiva para o bom desempenho do setor veio do segmento Automóvel, que faturou R$ 1 bilhão a mais no período (+28,8%). Apenas Crédito e Garantia registrou retração: -10,3%. Os dados fazem parte da 27ª edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência, produzido com base nos dados publicados pela Susep – órgão que regula o setor – em 26/12.

No acumulado de janeiro a novembro de 2022, a arrecadação das seguradoras chegou a R$ 156,1 bilhões, crescimento de quase 22% ante os 11 primeiros meses de 2021, o que significa um acréscimo de R$ 28 bilhões. O destaque foi para o segmento Rural que teve a variação mais acentuada: 40,4%. 

O índice de Sinistros Ocorridos sobre o Faturamento de Competência registrou queda de 5,7 pontos percentuais (p.p.) em novembro do ano passado, na comparação com o mesmo mês de 2021. A recuperação na sinistralidade foi impulsionada, principalmente, pelo segmento Vida (-6,4 p.p.). No ano, o índice cresceu 0,1 p.p. em relação à taxa registrada no mesmo período de 2021, devido, principalmente, ao segmento Automóvel (+8,5 p.p.).

Por segmento

Em novembro, Vida registrou faturamento de R$ 5,1 bilhões, alta de 16,5%. No ano, o segmento, que representa 33,9% do total arrecadado pelo setor, totaliza R$ 53 bilhões (+13,9%). Após os impactos da covid-19, a sinistralidade mantém a trajetória de redução, com queda de 14,7 p.p. no ano, atingindo 31,5%.

Já o segmento Automóvel registrou faturamento de R$ 4,5 bilhões em novembro, alta de 28,8% na base anual. No acumulado de 2022, o segmento cresceu 34% (R$ 46 bilhões). Em relação à sinistralidade, no 11º mês, a taxa registrou a segunda retração consecutiva (-12,3 p.p.) e atingiu 64,6%, enquanto no acumulado de janeiro a novembro, a taxa foi de 70,4%, incremento de 8,5 pontos percentuais.

Danos e Responsabilidades faturou R$ 2,4 bilhões em novembro (+23,6%) e R$ 27,6 bilhões (+18,3%) no acumulado de 2022. O produto Riscos Nomeados e Operacionais foi o que mais colaborou com esse avanço em ambos os períodos analisados. Quanto à sinistralidade, no acumulado do ano, a taxa reduziu 4,5 p.p., atingindo 38,8%.

Individuais contra Danos faturou, em novembro, R$ 1,2 bilhão (8,7%). O acumulado de 2022 do segmento foi de R$ 11,8 bilhões (+9,7%), influenciado, sobretudo, pela linha de negócio Patrimonial. A sinistralidade, após dois meses de retração, voltou a crescer em novembro com aumento de 19,2 p.p. em relação a igual período de 2021, atingindo 37,9%. Nos 11M22, a taxa foi de 37%.

Rural avançou, em novembro, 28,7%, no comparativo com o mesmo mês em 2021, ao arrecadar R$ 818 milhões. No acumulado, atingiu R$ 12,7 bilhões e registrou variação positiva de 40,4%. Até novembro, a sinistralidade foi de 100%, não obstante a retração de 25,3 p.p. em novembro.

Já Crédito e Garantia arrecadou R$ 391 milhões em novembro, registrando retração de 10,3%, em relação ao mesmo período de 2021. Essa variação negativa não foi suficiente para reverter a trajetória anual de crescimento. Até novembro, o faturamento avançou 21,3%. Quanto à sinistralidade, no acumulado do ano, a taxa foi 33,4%, aumento de 15,3 p.p..

Seguradora Prudential completa 25 anos de atuação no país

Patricia Freitas CEO da Prudential do Brasil

Fonte: Prudential

A Prudential do Brasil completa 25 anos de presença no Brasil com 3,2 milhões de vidas seguradas e com de R$ 3 bilhões em benefícios pagos. O Brasil é o terceiro maior mercado da Prudential no mundo e um dos maiores motores de crescimento da empresa. 

Ao longo da sua história, lançou produtos inéditos no país, implementou e desenvolveu o modelo de franquias Life Planner, expandiu a oferta de proteção através de parceiros comerciais e corretores, ampliou o portfólio para seguros de vida em grupo, e para seguros massificados, reforçando o objetivo de proteção de todos os brasileiros.

A seguradora olha para o futuro com otimismo. Este ano, a empresa seguirá investindo forte em inovação, tecnologia, novos produtos e serviços, mantendo sempre o cliente no foco principal. Em sua estratégia de crescimento estão diversificar e fortalecer os canais de distribuição, além de expandir a presença da Franquia Prudential em novas cidades no Brasil.

No início deste ano celebrativo, Patricia Freitas assumiu oficialmente a presidência e a posição de CEO da Prudential do Brasil. “É com muita motivação, gratidão e confiança que assumo essa posição no mês em que a Prudential completa 25 anos de atuação no Brasil. Quero honrar esse legado e dar continuidade a essa jornada de crescimento. Seguro de vida sempre foi uma necessidade fundamental e agora, mais do que nunca, os brasileiros se conscientizaram disto. Temos muitas novidades, inovações e desafios pela frente, e tenho certeza de que iremos ainda muito mais longe. E tudo isso, reforçando diariamente o propósito de proteção de vidas como base para tudo que fazemos”, afirma Patricia.

Ainda como parte das comemorações, a Prudential lança este mês um selo pelos 25 anos. Desenvolvido especialmente para a data, o selo carrega as cores da empresa e do país, representando o orgulho do seu legado e atuação, e irá marcar todas as comunicações e ações do ano.

SulAmérica tem novo comando

 

SulAmérica tem novo comando. Raquel Reis Giglio é a nova presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica. A executiva retorna à companhia após a integração da SulAmérica ao Grupo D’Or. Raquel atuou por mais 10 anos na SulAmérica, saindo em fevereiro de 2022 para assumir a vice-presidência da Rede D’Or. Marcelo Mello, até então vice-presidente, passa a responder como presidente da SulAmérica Investimentos. Mello atua na SulAmérica desde 1997.

Com foco na área de saúde e uma sólida experiência no mercado de seguros desde o início de sua carreira – Raquel era vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica até fevereiro de 2022. Retorna à companhia para se tornar a primeira mulher no comando de uma seguradora brasileira desse porte.

“Estou muito feliz em voltar para a SulAmérica com um novo desafio”, disse Raquel. “Vamos seguir atuando para democratizar o acesso à saúde, e para isso conectaremos tecnologia e dados para entregarmos produtos e serviços cada vez mais sustentáveis para nossos clientes. Nos aproximaremos ainda mais da rede de prestadores e corretores que temos em todo o Brasil.”

Com mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro, Marcelo Mello passa a responder como presidente da SulAmérica para Vida, Previdência e Investimentos. “É uma grande oportunidade e responsabilidade assumir a presidência desta frente de saúde financeira. E agora com a D’Or certamente vamos acelerar nosso crescimento”, declarou Mello.

As mudanças organizacionais buscam trazer mais agilidade e autonomia para a nova fase da SulAmérica, cuja compra pela Rede D’Or foi aprovada pelo CADE e ANS em dezembro de 2022.

Ricardo Bottas deixou a cadeira de presidente executivo e agora segue apoiando a integração como conselheiro consultivo da seguradora.

Financial Times: custos de resseguro aumentam até 200% com a guerra na Ucrânia e o clima extremo

furacão Ian seguros resseguros

Fonte: Financial Times

A guerra na Ucrânia e os eventos climáticos extremos aumentaram o custo do resseguro em até 200% nas renovações cruciais de janeiro, de acordo com um novo relatório, ameaçando aumentar os prêmios e reduzir o que as seguradoras estão dispostas a cobrir.

1º de janeiro é a principal data de renovação de apólices para resseguradoras, que compartilham perdas com seguradoras primárias e, portanto, têm um papel vital no que pode ser segurado e a que preço. A renegociação das apólices de resseguro deste ano tem sido a mais desafiadora em anos, já que os resseguradores respondem à pressão da inflação em espiral e grandes perdas de catástrofes naturais, bem como as consequências da invasão russa da Ucrânia.

James Kent, executivo-chefe global da corretora de resseguros Gallagher Re, que publicou o relatório na terça-feira, descreveu-o como uma “renovação muito tardia, complexa e, em muitos casos, frustrante”.

O custo do resseguro aeroespacial aumentou entre 150% e 200%, pois os resseguradores ajustaram os preços à luz de uma reavaliação de perdas passadas, bem como pagamentos esperados de aviões encalhados e uma batalha legal com empresas de leasing após a crise da Rússia. invasão da Ucrânia.

O resseguro de catástrofes de seguro gerais (Property), que arca com perdas de furacões e outros desastres naturais, também aumentou, com as taxas nos EUA aumentando entre 45% e 100% para apólices com sinistros, de acordo com os números da Gallagher Re. O corretor atribuiu isso ao impacto do furacão Ian, que atingiu a Flórida e a Carolina do Sul no ano passado, bem como à ameaça da inflação, que aumenta os pagamentos.

“Para a seguros de propriedades, este é o ano em que o resseguro voltou ao comando e eles têm sido muito firmes”, disse o presidente internacional da Gallagher Re, James Vickers, ao Financial Times. “Eles não quebraram.” Ele descreveu as negociações de resseguro como o “[mercado] mais difícil desde o 11 de setembro”.

Em um relatório também publicado na terça-feira, a corretora Howden disse que o custo do resseguro contra catástrofes imobiliárias aumentou 37% globalmente nas renovações de janeiro, o maior aumento em dados comparáveis desde 1992. Howden o chamou de “um dos mercados de resseguro mais difíceis na memória viva”, usando um termo da indústria para um período de aumentos sustentados de preços.

Preços de resseguro mais altos e a disponibilidade reduzida de algumas coberturas normalmente repercutem nos preços que as seguradoras cobram e no que estão dispostas a oferecer, embora também possam optar por subscrever negócios “líquidos” ou sem cobertura de resseguro. Espera-se que os aumentos nos preços dos resseguros alimentem ainda mais o que já é uma alta de anos nos preços dos seguros para as empresas.

Uma atualização sobre as negociações de 1º de janeiro na semana passada de Guy Carpenter, outro dos grandes corretores de resseguros, descreveu-o como “um dos mercados de resseguros mais desafiadores que o setor já experimentou”, com alguns pedidos iniciais de resseguradores para modificar a cobertura “ameaçando corroer o valor central do produto de resseguro”.

A propriedade foi a renegociação mais difícil no que era um setor “estressado”, disse, com aumentos substanciais de preços e condições piores.

Outro fator no aumento dos preços do resseguro tem sido um aperto de capacidade, à medida que os resseguradores saem de áreas como o resseguro de catástrofes imobiliárias. Mas os corretores relataram que o grau de aumento de preços nas renovações de 1º de janeiro atraiu alguma nova capacidade para o mercado, por exemplo, por subscritores levantando novo capital.

“É importante lembrar que já estivemos em encruzilhadas antes”, comentou o presidente da Guy Carpenter, Dean Klisura, apontando para as correções do mercado que se seguiram a eventos como os ataques terroristas de 11 de setembro nos EUA e o furacão Andrew.

As resseguradoras também pressionaram para restringir ou excluir Rússia, Ucrânia e Belarus de algumas áreas de cobertura, disse Gallagher Re. A retração mais ampla dos ativos de resseguro já está tendo efeitos em cascata: no mês passado, as seguradoras de transporte marítimo ocidentais disseram que excluiriam as perdas decorrentes do conflito, após uma ação de suas resseguradoras para reduzir a exposição.

Também em dezembro, o Nikkei Asia, publicação irmã do FT, informou que o governo japonês interveio depois que as seguradoras locais disseram que não podiam mais oferecer cobertura para danos a navios em águas russas – também apontando para a decisão das resseguradoras ocidentais de remover a cobertura.

Liberty Seguros reforça compromisso com sustentabilidade em 2022

Liberty Seguros Daniela

Fonte: Liberty

Como parte do Isso tem + Valor, movimento de sustentabilidade da Liberty Seguros que promove ações de boa cidadania, a seguradora anuncia os resultados de suas iniciativas de ASG (Ambiental, Social e Governança) em 2022. Ao longo do ano, os esforços da companhia foram multiplicados nas frentes ambiental, social e de governança, gerando um impacto positivo na comunidade em que a empresa está inserida. 

“A Liberty tem uma longa história de trabalho e compromisso com a agenda ASG, mesmo antes de haver uma regulamentação sobre o tema, que está plenamente incorporado nas ações de todas as áreas da empresa e no desenvolvimento dos seguros”, afirma Daniela Bouissou, diretora de Transformação da empresa. “Fazer a diferença para a comunidade e contribuir para um meio ambiente mais sustentável é muito gratificante e estratégico para nós. Esta é uma missão perene da Liberty Seguros”, completa.  

Meio ambiente protegido 

O compromisso com o meio ambiente é uma das principais premissas da Liberty Mutual até 2030. Mundialmente, a meta do grupo é reduzir 50% da emissão de gases de efeito estufa, dentro dos escopos 1 e 2 – que engloba emissões lançadas à atmosfera que vêm diretamente do processo produtivo da empresa e emissões indiretas da geração de energia que é comprada de um fornecedor de serviços públicos. 

Com esse desafio, a companhia elaborou um inventário referente ao período entre 2019 e 2021, a fim de avaliar suas emissões. Diante dos resultados do projeto, a Liberty foi avaliada e inserida na categoria Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol – pacote de padrões, orientações, ferramentas e treinamentos para que empresas e governos possam mensurar e gerenciar emissões antropogênicas responsáveis pelo aquecimento global.

Todas as iniciativas de neutralização fazem parte do compromisso e responsabilidade que a Liberty tem com o meio ambiente e estão alinhadas aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU, que visam mitigar os efeitos da mudança global do clima. Em 2021, com ações de ecoeficiência e jornadas de trabalho remoto, a Liberty foi capaz de reduzir cerca de 76% da emissão de gases de efeito estufa de escopos 1 e 2 e, a fim de atenuar os efeitos causados ao meio ambiente, compensou mais de 16 mil toneladas de CO2 equivalentes a guinchos leves.

Ainda como parte dos esforços da seguradora em fomentar o cuidado com o meio ambiente, em 2021 a Liberty Seguros anunciou uma mudança no modelo de trabalho, migrando para o formato híbrido, com o objetivo de incentivar a flexibilidade e co-criação entre os colaboradores. A partir de um estudo realizado com diferentes áreas da companhia, as equipes definiram a necessidade do trabalho presencial de acordo com as demandas de cada setor, e os Hubs da seguradora passaram por uma reforma com um grande foco em sustentabilidade. 

No processo, as luzes dos escritórios foram substituídas por fontes de LED, o que pode levar a uma diminuição de 25% no consumo de energia. Além disso, houve redução de 50% nos equipamentos, como impressoras, por exemplo, e processos financeiros, jurídicos e de compras foram digitalizados. Dessa forma, foi possível economizar papel, utilizar energia de forma consciente e fazer mais uso de fontes renováveis.

Comunidade beneficiada 

Anualmente, a Liberty realiza ações de voluntariado com foco em beneficiar a sociedade em situação de vulnerabilidade e engajar os colaboradores a contribuírem com as ações filantrópicas da companhia. Em maio deste ano, a empresa conduziu a Semana do Voluntariado, com uma série de atividades, desde palestras a oficinas presenciais e uma mentoria online em grupos, que contou com a participação de mais de 1400 funcionários, em 420 horas de voluntariado. Ao todo, seis instituições foram beneficiadas pelo projeto e cerca de três mil itens foram arrecadados nos Hubs. 

Hoje a Liberty contabiliza cerca de 2900 participações entre os colaboradores, muito por conta da retomada do trabalho presencial. Ao longo de 2022, a empresa deu continuidade a projetos de impacto social e incentivos, como o Big Heart Parade, a Virada Sustentável e a parceria com o Centro Educacional Assistencial Profissionalizante (CEAP), além de outras iniciativas vigentes. Além disso, o encerramento do ano foi marcado pelo sucesso da campanha Natal Solidário – que engajou mais de 1450 colaboradores em doações de alimentos, brinquedos e apoio a ONGs parceiras.

Diversidade cada vez mais forte 

Assim como o cuidado com o meio ambiente e a sociedade, os temas de diversidade e inclusão são prioridades para a Liberty Seguros. Atualmente, a companhia conta com uma série de grupos de afinidade voluntários liderados por colaboradores aliados às causas. A ideia é conduzir discussões e ações voltadas a questões de gênero, da comunidade LGBTQIA+, pessoas com deficiência, gerações, raças e etnias. O objetivo é garantir um ambiente onde todos tenham oportunidades equitativas e possam ser quem são. 

Há muitos anos, a Liberty promove ações consistentes neste sentido. Um dos resultados deste trabalho é a conquista da equidade salarial entre gêneros em uma empresa liderada por uma CEO mulher, e onde 45% da alta liderança é constituída por mulheres. 

Constantemente, a Liberty promove ações para fortalecer a cultura, desenvolver habilidades inclusivas e acessibilidade. Por isso, 100% da liderança da companhia pratica e incentiva uma série de fundamentos ligados à diversidade, além de contar com um dashboard automatizado que auxilia na redução de vieses inconscientes e fortalece os programas e práticas da gestão de pessoas.  

Ações de letramento, como o podcast mensal da companhia, por exemplo, trazem conteúdos com especialistas em diversidade para toda a empresa, contribuindo para que o conhecimento seja disseminado para todas as pessoas. Assim, cada vez mais, é possível despertar reflexões voltadas para diversidade, equidade e inclusão, tanto para os colaboradores, quanto para a comunidade em geral. 

Relatório de sustentabilidade 

Em 2022, a Liberty trabalhou, também, na retomada de seu relatório de sustentabilidade, construindo uma nova matriz de materialidade que consultou todos os stakeholders da companhia, como clientes, corretores, colaboradores de todos os níveis hierárquicos e parceiros, para definir temas importantes que fizessem sentido para a cadeia de negócios. 

Todos esses temas nortearam o relatório de sustentabilidade da Liberty em 2021 e são a base da agenda de ASG da companhia para os próximos anos. O material sintetiza os desafios e resultados de 2021, com o objetivo de aprimorar a transparência e o diálogo com clientes, parceiros, colaboradores e a sociedade em geral.