É preciso dar prioridade para a convivência positiva entre gerações, reforça Fórum Internacional da Longevidade

Alexandre Kalache no Forum Internacional da Longevidade 2022

É preciso dar prioridade para a convivência positiva entre gerações partir de abordagens que impactam toda a sociedade. Este foi um dos principais recados dados por especialistas como Alexandre Kalache, médico, gerontólogo e presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil, e Karla Giacomin, médica geriatra e ex-presidente do CNDI – Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, no Fórum Internacional da Longevidade (edição acadêmica – sob gestão do ILC BR – International Longevity Centre Brazil), realizado na última quarta-feira, dia 23, na sede do Grupo Bradesco Seguros, no Rio de Janeiro.

“Esta edição do fórum teve, como fio condutor, talvez a coisa mais importante no nosso país hoje, que é a harmonia entre gerações. O Brasil está em um processo de envelhecimento muito rápido. Vamos estar entre os três países que mais rapidamente envelhecerão até o ano 2050. O que fizemos, neste encontro, foi mostrar a harmonia intergeracional na arte, na cultura, na ciência, na educação, na saúde, na família, na cidade onde as pessoas vivem. E trouxemos, no final, a harmonia que transcende as gerações que estão aqui, com a questão da ancestralidade tão bem representada por Conceição Evaristo”, conta Alexandre Kalache, responsável pela curadoria do Fórum Internacional da Longevidade, que teve apoio da Bradesco Saúde e Bradesco Vida e Previdência.

Entre os palestrantes, destacam-se as presenças renomadas da linguista e escritora Conceição Evaristo, no painel sobre Ancestralidade, e do bailarino e coreógrafo Ivaldo Bertazzo, na conversa sobre Arte. Segmentos como Sociedade, LGBTQIA+60, Trabalho e Saúde também foram contemplados pelo debate.

“Nós, do Grupo Bradesco Seguros, temos muito orgulho de apoiar há mais de 10 anos Fóruns para debater sobre o tema Longevidade, o que reforça os pilares de prevenção e cuidado integral como catalisadores para uma nova consciência. A longevidade é um tema de hoje na construção de um futuro de qualidade e com saúde. Os diálogos deste ano promoveram encontros únicos trazendo a intergeracionalidade e o legado de cada geração para a transformação da sociedade”, afirma Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do grupo Bradesco Seguros.

Varejo fecha parcerias com seguradoras na Black Friday 

Para oferecer a melhor experiência de compra ao consumidor, a Via, dona das marcas Casas Bahia, Ponto e Extra.com.br, investe em parcerias com o mercado de seguros. A novidade é que a empresa acaba de se unir às seguradoras Zurich e Assurant para atender às demandas da Black Friday de 2022.

Os clientes da Casas Bahia e do Ponto terão garantia estendida “Compre 24 e leve 36 meses” em todas as categorias de mercadorias elegíveis. A ação é com a seguradora Zurich e vale para compras até 28/11.

Já o cliente do Extra que adquirir a garantia estendida original para celular ou refrigerador (com exceção da linha side), também terá a cobertura do seguro da Assurant por 36 meses, mas pagará apenas 24 meses. A condição é assegurada pela Assurant e faz parte das ações promocionais da companhia para a Black Friday que estará vigente até dia 28/11.

“Podemos dizer que a abrangência da promoção é o grande diferencial da Via para atender os consumidores no que diz respeito à garantia dos produtos que são comprados. Isso porque, atualmente, o mercado disponibiliza ofertas apenas para categorias muito específicas”, explica Rafael Rocha, gerente executivo de Seguros, Serviços Financeiros e Meios de Pagamento da Via.

Embora a Black Friday seja o foco no momento, vale ressaltar que a Via já oferece os benefícios de garantia estendida e com grande variedade de produtos. Por exemplo, graças a uma parceria com a Mapfre, o cliente da Via encontra o melhor custo-benefício quando o assunto é proteção de casa e assistência de auto e moto. Até o dia 30 de novembro, os seus clientes podem adquirir o plano prata pelo valor do bronze, equivalente a apenas R$ 124,00 por mês.

E para os consumidores que pretendem comprar um celular com a tecnologia 5G ainda neste ano, nas redes Casas Bahia e Ponto é possível encontrar o Fique Seguro de até 6 meses da Zurich. O cliente que contratar o plano Fique Seguro 5G de 12 meses ganha mais três de vigência e para quem contratar o de 24 meses ganha mais seis.

“Buscamos essas parcerias para entregar aos brasileiros a maior pluralidade de cobertura com preços acessíveis e planos personalizados. É assim que Via procura ajudar seus clientes com soluções para facilitar seu dia a dia.”, conclui Rocha.

Seguros: principais tendências que impulsionam a atividade de acidentes marítimos

seguro marítimo Allianz

Fonte: AGCS

Incêndios e explosões causam os mais caros sinistros de seguros na indústria naval, enquanto em um momento de aumento de exposição e inflação, os danos à carga são a causa mais frequente de perdas, de acordo com a Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS). A seguradora marítima e de cargas analisou mais de 240.000 sinistros do setor de seguros marítimos em todo o mundo entre janeiro de 2017 e dezembro de 2021, no valor aproximado de 9,2 bilhões de euros, e identificou uma série de sinistros e tendências de risco que estão impulsionando uma grande atividade de perdas no setor. A inflação é outra preocupação chave para as seguradoras marítimas e seus segurados, pois os recentes aumentos nos valores de navios e cargas significam que as perdas e reparos estão se tornando mais caros quando as coisas dão errado. 

“O número de incêndios a bordo de grandes embarcações aumentou significativamente nos últimos anos, com uma série de incidentes envolvendo carga, que podem facilmente levar à perda total de uma embarcação ou a danos ambientais”, diz Régis Broudin, Diretor Global de Sinistros Marítimos da AGCS. “Ao mesmo tempo, o setor naval também está tendo que lidar com muitos outros desafios, incluindo um número crescente de cenários de ruptura, problemas na cadeia de abastecimento, inflação, membros da tripulação com muitas horas no mar, perdas e danos crescentes devido a eventos climáticos extremos, implementação de novas tecnologias e combustíveis de baixo carbono, bem como a invasão russa da Ucrânia”. 

Os incêndios representaram 18% do valor dos sinistros marítimos analisados (equivalente a cerca de 1,65 bilhões de euros) em comparação com 13% por um período de cinco anos que terminou em julho de 2018. Um fator que contribui para este aumento do risco de incêndio a bordo dos navios é muitas vezes a declaração incorreta/não declarada de cargas perigosas, enquanto um recente aumento nos incêndios na casa das máquinas pode revelar algum risco subjacente em torno da habilidade da tripulação. Os perigos potenciais que o transporte de baterias de íons de lítio em embarcações representam apenas aumentam essas preocupações, com a AGCS já tendo visto uma série de incidentes. Um relatório da seguradora destaca uma lista completa de medidas de prevenção de perdas a serem consideradas aqui[1].

Inflação elevando os valores das embarcações, cargas e reparos em uma época de exposições crescentes

Com muitos países vendo taxas em torno de 10%, a inflação está agravando as tendências existentes, levando a uma maior severidade dos sinistros. O aumento dos preços do aço, das peças de reposição e da mão-de-obra são fatores que contribuem para o aumento do custo do reparo do casco e dos sinistros por quebra de máquinas. 

Além disso, o valor tanto dos navios quanto da carga tem aumentado em um momento de exposição crescente associada a navios maiores, o maior dos quais pode transportar 20.000 contêineres de uma só vez. O valor combinado da frota comercial global aumentou 26% para US$ 1,2 bilhão em 2021[2] enquanto o valor médio dos embarques de contêineres também tem aumentado com mais mercadorias de alto valor, tais como produtos eletrônicos e farmacêuticos. Não é raro ver um contêiner avaliado em US$ 50 milhões ou mais para produtos farmacêuticos de alto valor. 

A mercadoria danificada, incluindo a carga, é a principal causa de sinistros de seguros marítimos por frequência, e a terceira maior por valor, mostra a análise da AGCS. Os mais comuns são danos físicos, normalmente causados por manuseio, armazenagem e embalagem inadequados. Entretanto, nos últimos anos também houve uma série de sinistros de roubo de alto valor e variação de temperatura – esta última pode ter um impacto especial sobre os produtos farmacêuticos. O roubo é a terceira causa mais freqüente com criminosos que visam produtos eletrônicos de consumo e mercadorias de alto valor, como o cobre. A carga é normalmente roubada de portos, armazéns ou durante o trânsito. O recente boom no transporte de contêineres também afetou os sinistros de carga com uma escassez global, tendo resultado em que contêineres abaixo das normas e danificad os voltaram a ser utilizados, resultando em perdas. 

“O risco de roubo e danos a cargas de alto valor precisa ser tratado com medidas adicionais de mitigação de risco, tais como rastreadores GPS e sensores que fornecem monitoramento em tempo real da posição, temperatura, choque de umidade e luz e aberturas de portas, por exemplo”, diz o Capitão Rahul Khanna, Diretor Global de Consultoria de Risco Marine da AGCS. “Ao mesmo tempo, os juros da carga precisam vigiar de perto os valores segurados. Os clientes podem precisar ajustar seus limites de seguro e de apólice, ou correm o risco de estarem com seguro abaixo do valor normal – já vimos sinistros de cargas de contêineres de alto valor onde os juros da carga estavam com seguro abaixo dos $20mn”. 

A AGCS também identifica uma série de tendências de risco na análise que provavelmente terão impacto na atividade de perda no setor marinho – tanto hoje como no futuro: 

·  As fontes de interrupção continuam a aumentar: Nos últimos anos, uma série de incidentes marítimos, catástrofes naturais, ciberataques e a pandemia de Covid-19 causam grandes atrasos no transporte marítimo e nos portos. Outras perturbações também foram causadas pelo congestionamento, escassez de mão de obra e limitação da capacidade dos contêineres. Há também maiores concentrações de risco de carga a bordo de grandes navios porta-contêineres e nos principais portos, portanto qualquer incidente tem o potencial de afetar simultaneamente grandes volumes de carga e empresas. 

·  As pressões comerciais já são um fator que contribui em muitas perdas que resultaram de más decisões. Com a pressão sobre os navios e a tripulação atualmente alta, a realidade é que alguns podem ser tentados a ignorar questões ou tomar atalhos, o que poderia resultar em perdas. 

·  A mudança climática está afetando cada vez mais os sinistros marítimos: As catástrofes naturais já são a quinta maior causa de sinistros marítimos, pela freqüência e gravidade, de acordo com a análise da AGCS. O clima extremo foi um fator que contribuiu em pelo menos 25% das 54 perdas totais de embarcações relatadas somente em 2021, enquanto que a seca na Europa durante 2022 novamente causou grandes perturbações no transporte marítimo no Reno. Nos Estados Unidos, as vias fluviais ao redor do rio Mississippi caíram para níveis não vistos durante décadas, impactando o transporte global de culturas como grãos. 

·  É necessária uma abordagem mais sustentável e mais verde no setor marítimo, mas ela vem com riscos:

Os esforços para descarbonizar a indústria naval, que é um dos principais contribuintes para as emissões globais de gases de efeito estufa (GEE), também terão impacto sobre os sinistros futuros. A redução dos GEE exige que a indústria naval desenvolva formas mais sustentáveis de propulsão e novos projetos de embarcações e que utilize combustíveis alternativos. Por mais que a introdução de novas tecnologias e práticas de trabalho seja necessária para se mudar para um mundo de baixo carbono, isso pode resultar em conseqüências inesperadas – as seguradoras já viram uma série de avarias de máquinas e sinistros de combustíveis contaminados relacionados à introdução de óleo combustível com baixo teor de enxofre nos últimos anos como parte da mudança para reduzir as emissões de óxido de enxo fre. A quebra de maquinário já é a quarta maior causa de sinistros por freqüência e valor. 

·  Impacto da invasão da Rússia na Ucrânia: A indústria naval foi afetada com a perda de vidas e navios no Mar Negro, navios presos em portos ucranianos bloqueados e a crescente carga de sanções. Embora a assinatura da Iniciativa “Grãos do Mar Negro” em julho de 2022 tenha permitido que alguns navios presos em portos saíssem da zona de conflito, outros permanecem. O valor total dessas embarcações presas não é claro, mas os relatórios do setor estimam que poderia chegar a US$ 1 bilhão. Sob algumas apólices de seguro de casco e carga marítima, uma parte segurada pode ser capaz de reclamar uma perda total após um tempo específico desde que a embarcação/carga ficou bloqueada ou presa.

MAPFRE reduz mais de um milhão de toneladas de carbono em sua carteira de investimentos

fatima lima

A MAPFRE, uma das maiores empresas do mercado segurador e financeiro do mundo, reduziu em 1.167.483 toneladas as emissões de CO2 associadas a seus investimentos. Esse marco, alcançado de forma progressiva entre os anos de 2019 e 2021, vai ao encontro de um dos principais compromissos da companhia — o de reduzir em 10% as emissões da sua carteira de ativos até 2024.

A medição, que foi efetuada com uma metodologia própria desenvolvida pela MAPFRE Asset Management, unidade gestora de ativos do grupo, é utilizada para analisar e avaliar os riscos associados às mudanças climáticas nos investimentos. Assim, a empresa é capaz de identificar oportunidades para garantir o desenvolvimento sustentável do seu negócio — garantindo uma oferta de produtos e serviços baixos em carbono.

“A consideração do impacto ambiental nos investimentos faz parte da estratégia que a MAPFRE está realizando em todos os países para reduzir sua pegada de carbono — isso inclui também a nossa carteira de ativos.”, explica Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade da companhia no Brasil.

Com esta nova metodologia, a MAPFRE dá mais um passo em busca de informações mais precisas e de qualidade em relação à pegada de carbono, movimento que pode ajudar todo o mercado segurador. “A redução das emissões de carbono em toda a cadeia de valor da MAPFRE faz parte do conceito #AParteQueNosToca, que norteia o Plano de Sustentabilidade 2022-2024 da companhia. Ele representa o compromisso de todos para se juntar ao objetivo comum de construir um mundo mais sustentável, isto é, mais justo, mais próspero e mais iguaitário.”, conclui Fátima.

Com compra da seguradora Alfa, Safra sobe oito posições no ranking de seguros gerais

O Banco Safra fechou um acordo com a Administradora Fortaleza, das herdeiras do banqueiro Aloysio Faria, para assumir o controle do Conglomerado Financeiro Alfa, que detém o Banco Alfa e outros serviços financeiros e de seguros, numa operação de R$ 1,03 bilhão. A transferência foi anunciada em conjunto pelas duas instituições por meio de comunicado na noite de ontem. O segmento financeiro foi criado por Aloysio Faria, morto em 2020, após a venda do Banco Real ao ABN Amro, em 1998.

Em 2021, a Alfa Seguradora registrou vendas de R$ 544 milhões, ocupando a 35a posição no ranking do setor de seguros, sem VGBL. Já a Safra Seguros totalizou prêmios de R$ 537 milhões, na 37a posição. Juntas, com R$ 1,081 bilhão, o grupo fica em 29o lugar, segundo ranking elaborado por Francisco Galiza, para o Sincor-SP. Em seguro auto, a Alfa é a 12a. maior.

Em nota, David Safra, conselheiro do Banco Safra, afirmou, que “a transação é um marco na história do banco no Brasil. Serão beneficiados clientes, funcionários e acionistas do Conglomerado Financeiro Alfa e do Banco Safra. Compartilhamos valores, visão de longo prazo e paixão por trabalhar, isso nos dá enorme confiança na sintonia e sucesso dessa operação”.

“É uma transação histórica no mercado financeiro brasileiro. Temos a convicção de que a operação entre os dois bancos seculares potencializará a qualidade, perenidade e excelência que sempre oferecemos aos nossos clientes e colaboradores”, afirmou Fábio Amorosino, CEO do Conglomerado Financeiro Alfa, em nota.

O Conglomerado Alfa possui, além do braço financeiro, outras empresas, como a C&C Casa e Construção, a Rede Transamérica de Hotéis, a Águas Prata e a Sorvetes La Basque.

Valor: Lula precisa de tempo para compor novo governo, diz Garfinkel

O empresário Jayme Garfinkel, acionista da Porto Seguro, diz que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisa de tempo para anunciar os nomes que vão compor seu futuro governo e que o petista não deve ceder às fortes pressões do mercado financeiro e de parte do setor privado para divulgar sua futura equipe. “Lula está certo [em esperar]. Qualquer nome que ele for divulgar, vai ter um monte de gente contra.” O empresário também não vê problemas caso o petista Fernando Haddad seja o escolhido para comandar a pasta da Economia. “Tanto faz se for um economista ou um político. O que importa é a atuação dele. Haddad é um nome de confiança do Lula.”

Leia a íntegra no Valor.

Tokio Marine alcança marca histórica de meio bilhão de reais em vendas no segmento de vida

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine tem consolidado cada vez mais sua atuação como uma Seguradora Multiprodutos. Prova disso é que além de figurar entre as líderes de nichos importantes como seguros Automóvel, Transportes e Riscos de Engenharia, a Companhia vem se destacando no segmento de Pessoas. Nos nove primeiros meses do ano, o segmento cresceu 12%, tendo registrado, apenas em setembro, uma produção de R$ 47 milhões. No total, a Diretoria Comercial Vida atingiu a marca histórica de R$ 500 milhões em Prêmios Emitidos nos últimos 12 meses.

O resultado expressivo nos dois últimos anos – período em que a pandemia esteve em seus momentos mais críticos – é reflexo de um trabalho permanente da Tokio Marine para diversificar e adequar o seu mix de produtos às reais necessidades dos consumidores. Aliado a esse movimento, a companhia mantém investimentos robustos em tecnologia e inovação com ferramentas que auxiliam no processo de desburocratização do seguro e no desenvolvimento das Assessorias e dos mais de 17 mil Corretores ativos no segmento de Vida, que representam 47% da base total de Parceiros da Seguradora.

Para o diretor comercial nacional Vida da Tokio Marine, Marcos Kobayashi, o desempenho da carteira de Pessoas também está atrelado a um novo olhar da sociedade para os produtos de seguros, principalmente o de Vida. “Percebemos que nos últimos anos as pessoas têm demonstrado uma conscientização cada vez maior sobre a necessidade de proteção.  Elas passaram a identificar nos seguros de Pessoas, por exemplo, características de planejamento familiar e financeiro e serviços que podem ser utilizados em vida com muitos benefícios agregados”, observa o executivo.

Um dos destaques da carteira de Pessoas, o Vida Individual Tokio Marine, vem demonstrando crescimento significativo desde o seu lançamento em 2017, mantendo a média de 50% nos últimos três anos. Nos últimos 12 meses, o volume de contratações do produto cresceu 29% e alcançou um total em prêmios superior a R$ 87 milhões, representando, hoje, 17% da produção da carteira. Considerando os produtos Vida Individual, Acidentes Pessoais Individual e Acidentes Pessoais Estagiário, a Tokio Marine mantém mais de 78 mil vidas seguradas.

Cabe ressaltar que, mesmo antes da pandemia, a Tokio Marine foi a primeira companhia do setor a implantar o serviço de telemedicina no Seguro de Vida. Uma iniciativa pioneira no mercado, que acabou sendo de extrema utilidade em um momento crítico para a sociedade e serviu de exemplo para que outras empresas adotassem o mesmo padrão. 

Ações comerciais e capacitação:

Nos últimos anos, a Seguradora tem investido em uma série de movimentos e campanhas que envolvem seus Parceiros de Negócios e a sociedade como um todo. Entre eles, o “Green Vida Brasil”, maior movimento de conscientização sobre a importância do Seguro de Vida do País, o “Agenciamento Prolongado” e a campanha “A Vida é o que Importa”. O “Movimento Vida Saudável”, também vem fortalecendo o mote do produto, que é a prevenção e a qualidade de vida, destacando as coberturas em vida e os serviços do aplicativo Vida Saudável, com atendimento de nutricionistas e personal trainners.

Em paralelo a essas ações, a Tokio Marine proporciona capacitação contínua do seu time comercial, com treinamentos de produtos, técnicas de venda e apoio aos Corretores, com o objetivo de ampliar a visibilidade dos profissionais nas mídias sociais e impulsionar suas vendas em ambientes digitais, por meio de materiais disponibilizados em plataformas como Brokertech, Negócios Digitais e Consultor de Negócios.

Artigo: Legado da pandemia no mercado de seguros

Ramon metlife

por Ramón Gomez, vice-presidente comercial da MetLife do Brasil

Estamos chegando ao final de 2022, mais de 30 meses se passaram desde que nossas vidas começaram a mudar. A pandemia da COVID-19 foi o catalizador de coisas que já vinham acontecendo. O mundo já estava em ebulição, com Estados mínimos, governos enxutos. Um cenário inexplorado chegou para confirmar que nada seria como antes.

Empresas centenárias, como a MetLife, que já tinham passado por outros momentos desafiadores como a gripe espanhola, previam que a mudança seria impactante, em todos os sentidos. E sim, principalmente na economia. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, monitorou a quantidade de recursos que os governos de 168 países investiram para enfrentar a pandemia de coronavírus. Ainda em 2020, o montante total de gastos globalmente já ultrapassava os 7 trilhões de dólares, mais de 40 trilhões de reais.

A mudança no comportamento das pessoas é notória. Se mesmo antes já se percebia uma maior preocupação com o bem-estar, com excesso de trabalho, burnout, educação financeira, agora, a preocupação se voltou para as empresas, os RHs. A tendência de demissões voluntárias, inicialmente identificada nos Estados Unidos que ganhou o nome de “The Great Resignation” e, em português, a Grande Renúncia ou até Grande Debandada já é a realidade. Somente em 2021, mais de 47 milhões de pessoas nos EUA deixaram seus postos de trabalho por iniciativa própria. No Brasil, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que, do total de 1.816.882 desligamentos registrados em março, 603.136 foram a pedido do trabalhador, o que equivale a 33,2% do total.

A meu ver, isso se deve à pressão de algumas empresas sob os colaboradores permitindo extensas jornadas de trabalho, desigualdades salariais, de gênero e tantas outras, além da falta de cuidado com a saúde mental. A onda de demissões está impactando mulheres, mães, que com o home office perceberam ser uma carga muito grande conciliar tudo, executivos de alto escalão que estão antecipando suas aposentadorias, pessoas que resolveram empreender e ser seu próprio chefe. A “gig economy” é uma realidade no mercado de seguros, e o trabalho híbrido já é passado, chegou e não vai embora. E agora, o novo mundo espera pela sua mudança. Você está pronto?

Especialistas avaliam cenário das fraudes na saúde suplementar

vera valente fenasaude

Fonte: Fenasaúde

Com um amplo debate sobre impactos das fraudes na saúde suplementar em suas diferentes perspectivas, o 11º Debates FenaSaúde, realizado em São Paulo (SP) na manhã de 22 de novembro, recebeu aproximadamente 100 pessoas no auditório da Escola de Negócios e Seguros (ENS) e teve mais de 1 mil visualizações na transmissão pelo YouTube.

De acordo com a diretora-executiva da FenaSaúde, Vera Valente, as fraudes são uma realidade na saúde suplementar e suas consequências estão diretamente ligadas à sustentabilidade e à previsibilidade de gastos no sistema de saúde. “Isso tem impacto direto e imediato no sistema e, principalmente, para os beneficiários. Sabemos que há uma série de desafios a serem enfrentados pelo setor que envolvem a ampliação do acesso, as mudanças estruturais vividas pela nossa sociedade em termos demográficos e envelhecimento da população, mudanças no perfil epidemiológico e a inclusão de novas tecnologias que são cada vez mais caras e específicas. Mas é preciso entender que esse cenário atual das fraudes na Saúde Suplementar são como ter um incêndio em um prédio de 20 andares. O primeiro passo é apagar o incêndio daquele andar e depois descobrir as causas e evitar que ele volte a acontecer”.

Durante o primeiro painel “Fraudes na cadeia de saúde: impactos e enfrentamento”, mediado pela jornalista Lúcia Helena Oliveira, Vera reforçou que a FenaSaúde vem dedicando especial atenção ao assunto. “Entretanto, para ter ainda mais sucesso nessa empreitada contra os delitos e fraudadores, é imprescindível que atuemos juntos com os demais elos da cadeia da prestação de serviços na saúde suplementar. Por isso é tão importante ter aqui reunidos, além das operadoras, os prestadores de serviço na figura da Anahp e da Abramed, e também de representantes do Ministério Público e da Polícia Civil”, afirmou a executiva.

Ao abordar a importância do tema no contexto da medicina diagnóstica, Milva Pagano, diretora-executiva da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) lembrou que 60% dos exames são realizados pela saúde suplementar. “Muitos laboratórios têm políticas de compliance, áreas e práticas bem estabelecidas, mas não podemos dizer que este é o retrato de todo o mercado. Por isso, reforçamos a importância deste trabalho em conjunto para coibir e impedir práticas que agridam e coloquem em risco a sustentabilidade do setor”, afirmou Pagano.

Na sequência, o diretor-executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Antônio Britto, enfatizou que o assunto das fraudes tem de ser considerado como um problema do sistema de saúde como um todo. “É um problema público, privado, dos pacientes, dos hospitais, dos médicos. Se não tivermos a compreensão disso não chegaremos a lugar algum.” Na avaliação de Britto, aspectos como o estabelecimento de processos e certificações por parte dos hospitais são algumas das ações necessárias para minimizar o que ele chamou de “zonas cinzentas” que estimulam e propiciam as fraudes no setor.

O segundo painel, sob a moderação da Diretora Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, discutiu os aspectos jurídicos e criminais no combate às fraudes em saúde e teve como objetivo buscar formas de ampliar os instrumentos jurídicos à disposição para combater, diminuir e punir as fraudes contra o sistema.

Em sua participação, o delegado-chefe da Delegacia de Repressão à Corrupção da Polícia Civil do Distrito Federal, Adriano Valente, falou sobre a investigação que deflagrou aquela que ficou conhecida em 2019 como a “máfia das próteses”, que envolvia o superfaturamento de próteses

com a participação de empresas do setor e profissionais de saúde. Ele lembrou que o fato de não haver tipificações específicas na legislação brasileira para os crimes de corrupção privada dificulta ainda mais esse tipo de investigação.

Na sequência, o promotor do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e coordenador do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Bruno Corrêa Gangoni, explicou que fez uma pesquisa sobre inquéritos de organizações criminosas no setor e se surpreendeu com o baixíssimo número de ocorrências. “Há poucos inquéritos para questões de investigação de organizações criminosas no setor. Isso surpreende e assusta diante da importância do assunto e das vantagens econômicas que essas organizações criminosas podem estar tendo com as fraudes.”

Em sua fala, o advogado criminalista Rodrigo Fragoso, da Fragoso Advogados, enfatizou o ambiente propicio que está sendo criado pela FenaSaúde e pelos demais elos da cadeia da saúde para a discussão sobre a prevenção e combate às fraudes. “Não é um seminário sobre fraudes contra os planos, e sim de prevenção e combate às fraudes na saúde suplementar. Um ecossistema que atende mais de 50 milhões de brasileiros. A presença do Ministério Público e da Polícia Civil nesse debate é simbólica e uma demonstração inequívoca de que o crime organizado está atingindo a saúde suplementar, da mesma forma que impacta em diferentes áreas da sociedade”, afirmou Fragoso.

Próximos passos

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade que representa 14 grupos de operadoras de planos de saúde que atendem a 41% dos beneficiários do mercado, vem tomando uma série de iniciativas no âmbito da prevenção e combate às fraudes na saúde suplementar. Neste ano, a entidade criou uma Gerência de Prevenção e Combate a Fraudes e formalizou ao Ministério Público de São Paulo uma notícia-crime para apurar fraudes de reembolso no valor de R$ 40 milhões.

Durante o evento, Vera firmou compromisso de continuar realizando os debates com os representantes, entre eles a própria classe médica, para ampliar o debate e continuar brigando pela sustentabilidade do setor. “Estamos com essa notícia-crime e faremos outras, quantas forem necessárias, fazendo análise conjunta de dados, usando inteligência artificial, para que tenha uma demonstração de que as operadoras brigam para cuidar bem dos recursos dos beneficiários – e não podemos permitir que esses recursos estejam sendo usados de forma indevida”, concluiu a executiva.

Icatu anuncia sua Black Week com live e sorteio de produtos Apple para corretores e clientes

Com foco em democratizar o acesso a proteção e planejamento financeiro, na semana da Black Friday, a Icatu lança sua Black Week – uma promoção especial para corretores e clientes na contratação de produtos selecionados de seu portfólio de seguros de vida e de previdência privada. No período de 21 a 25 de novembro, a cada R$300 em vendas, o corretor ganhará um número da sorte para concorrer a um sorteio de um Iphone 13. Serão dois sorteados. Quanto mais vender, mais chances de ganhar. 

Este ano, participam da Black Week os seguros de vida individual Essencial e Horizonte, e o seguro de acidentes pessoais Super AP, que atendem diferentes perfis e orçamentos, em qualquer fase da vida. 

Já no portfólio de previdência, participam da Black Week previdências privadas individuais e as previdências com cobertura de risco Atitude e Atitude+Simples. Nos 35 fundos participantes, a Icatu reduziu o valor de entrada para R$50 e também reduziu o aporte inicial para R$1 mil.

Assim como os corretores, os clientes que contratarem um seguro de vida ou uma previdência privada da Icatu no período da Black Week também participarão da promoção. Ao total, serão sorteados quatro Apple Watch SE, sendo dois para clientes de Seguro de Vida e dois para clientes de Previdência Privada. 

“Nosso foco é contribuir com o trabalho dos corretores para que a Black Week seja uma ferramenta de apoio ao seu negócio e um bom motivo para alcançar novos clientes, ampliando o nosso propósito de democratizar o acesso a produtos que proporcionem maior qualidade de vida e proteção financeira”, afirma a diretora de Marketing da Icatu, Cinthia Kato.

Os detalhes da Black Week foram apresentados aos corretores através de uma live no Educatu, na última segunda-feira, 21 de novembro, com a participação de Renato Gomes, superintendente de Venda Consultiva da companhia. Para quem não pôde assistir ao vivo, a gravação ficará disponível no aplicativo Mais Icatu para todos os corretores parceiros.

A Icatu possui o mais robusto e diversificado marketplace de previdência do mercado brasileiro, com mais de 400 fundos de 140 dos melhores gestores, sendo a maior entre as seguradoras independentes e a primeira a alcançar o marco inédito de R$50 bi sob gestão em previdência no país.

Para saber mais sobre a promoção Black Week Icatu, acesse aqui.