Seguro de vida: por que os mercados são mais ou menos inclusivos?

De um total de 16 mercados estudados, o Brasil ocupa o 11º lugar na inclusão de seguros de saúde e vida, a frente de países como Egito e Colômbia, mas atrás de mercados como Indonésia, Austrália e Índia. É o que conta o novo relatório do Swiss Re Institute, L&H Insurance Inclusion Radar, publicado hojeO material também revela como tornar o seguro de vida e saúde mais barato, disponível e acessível, ajudando a reduzir a lacuna de proteção.

Em relação à América Latina, o mercado de seguros do Brasil cresce apesar dos desafios na capacidade de pagamento, enquanto o México enfrenta desafios no respaldo regulatório e na capacidade de pagamento. “Como muitos mercados emergentes, a inclusão de seguros no Brasil tem dificuldades nos indicadores que compreendem a capacidade de pagamento. O país está entre os que mais carecem de incentivos fiscais para a compra de seguros de vida. Nos últimos anos, no entanto, houve um respaldo regulatório destinado a reduzir os prêmios de seguro e a aumentar o número de segurados”, comenta Fred Knapp, Head Reinsurance Brazil & Southern Cone.

Confira alguns destaques:

. Melhorar a inclusão de seguros requer uma abordagem multifacetada que começa com uma melhor compreensão das necessidades do consumidor por meio de pesquisas de mercado que priorizam comunidades carentes

. Re/seguradoras devem explorar alianças inovadoras e estratégicas, para diversificar os canais de distribuição e usar a tecnologia digital para maior alcance

. A inovação contínua no design do produto deve ser acompanhada por práticas de subscrição mais eficientes e inclusivas

. A colaboração com órgãos reguladores é fundamental para manter o equilíbrio entre a proteção do consumidor e a inovação inclusiva necessária para incentivar uma maior oferta na cobertura de risco

. A estrutura do L&H Insurance Inclusion Radar nos permite ir além da medição do tamanho da mortalidade e das lacunas de proteção à saúde para considerar os fatores que as causam. Isso nos fornece um novo recurso para orientar os esforços de re/seguradoras em fechar as lacunas de proteção e expandir a proteção para grupos carentes

CNseg: Ana Paula Almeida Santos assume a diretoria de Sustentabilidade e Relações de Consumo

A CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), entidade que congrega as Federações que representam as empresas integrantes dos segmentos de Seguros, Previdência Privada, Saúde Suplementar e Capitalização, acabou de anunciar Ana Paula Almeida Santos como a nova diretora da Superintendência de Sustentabilidade e Relações de Consumo.

Ana Paula possui uma extensa trajetória no mercado de seguros e reconhecimento internacional pelo trabalho realizado em prol da diversidade. Foi diretora Jurídica e de Compliance de grandes empresas e seguradoras e, em 2016, recebeu os prêmios: Women Worth Watching Award, pela Diversity Journal, e o Chambers Women in Law Award: Latin America, por “Outstanding Contribution to Advancing Gender Diversity in the Legal Profession”, pela Chamber and Partners. Atualmente, é presidente e membro fundador do Idis (Instituto pela Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros), além de integrar o Comitê de Startups do IBGC.

Na CNseg, a executiva já havia participado das Comissões de Sustentabilidade e de Relações de Consumo, sendo agora efetivada como executiva da Confederação.

Ana Paula é formada em Ciências Jurídicas pela Universidade Mackenzie, possui LLM – Masters in Law pelo Ibmec e MBA em Inovação pela FIA – Business School

Mapfre anuncia Afonso Arinos para comandar a área comercial de agronegócio

Fonte: Mapfre

São Paulo, 13 de março de 2023 — A Mapfre anuncia a chegada do executivo Afonso Arinos para liderar o departamento Comercial da divisão de seguros agrícola e patrimonial rural da companhia. Engenheiro de formação, com especialização em marketing e serviços pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Arinos acumula mais de 20 anos de experiência em posições de liderança na área comercial e de relacionamento, estruturando canais de vendas de grandes multinacionais e startups. Nos últimos seis anos, teve atuação destacada como superintendente de Operações e diretor de Negócios e Soluções de Seguros, com foco no segmento Agro.

Com experiência no atendimento às demandas do agronegócio, Arinos vai gerenciar em conjunto com a equipe especialista de agro toda estratégia comercial de distribuição dos produtos de seguros agrícola e patrimonial rural em todos canais como cooperativas, corretores, bancos assim como a estratégia conjunta de formação especializada, eventos agro e apoio a mais de 400 comerciais em todo o país. A companhia possui coberturas para mais de 70 tipos de culturas e para o patrimônio do agricultor, tendo superado recentemente o montante de R$ 1 bilhão em prêmios emitidos no setor.

“Estamos muito felizes em dar as boas-vindas ao Afonso Arinos, que é um líder experiente e altamente qualificado para comandar a frente comercial de Agro da Mapfre a partir do seu histórico bem-sucedido na área de negócios. Ele tem um profundo conhecimento do mercado de seguros agrícola e está comprometido em oferecer soluções inovadoras para ajudar nossos clientes a proteger suas propriedades e ativos”, afirma o diretor geral Comercial da Mapfre, Raphael Bauer.

“Com raízes no agro, o grupo conhece o segmento rural como poucas seguradoras. Estou entusiasmado com a oportunidade de somar meu conhecimento a uma equipe altamente especializada, que é referência no segmento, tem conhecimento sólido e está em constante evolução”, afirma Arinos.

A importância de ter os seus sonhos seguros

denise bueno colunista infomoney

por Denise Bueno

Quem já viu uma família ou uma empresa se reinventar depois de uma tragédia sentiu na alma a importância de ter um seguro, tema desta coluna de estreia no InfoMoney. E ter um seguro de verdade e não qualquer coisa que se vê por aí. É um assunto que merece seriedade de todos. De quem desenha o produto, quem vende, quem fiscaliza o setor e quem compra.

Sou repórter especializada em seguros há quase 30 anos. Meu dia a dia é escrever sobre este setor que administra reservas de R$ 1,5 trilhão no Brasil. No mundo, são mais de US$ 30 trilhões. Em vendas, o setor registrou cerca de R$ 355 bilhões em 2022, sendo o seguro de vida e o de carro os principais no Brasil. No mundo, as seguradoras faturaram mais do que US$ 7 trilhões, sendo US$ 3 trilhões com apólices de vida e aposentadoria, e US$ 4 trilhões e com seguros de bens e de responsabilidades.

Os números impressionam, mas o que me chama mais a atenção são as indenizações pagas para ajudar clientes a se reerguerem após um imprevisto. As quase 100 seguradoras que atuam no Brasil desembolsaram R$ 219 bilhões no ano passado. No mundo, dados disponíveis mostram apenas as indenizações por catástrofes naturais: US$ 132 bilhões em 2022. Quase 30% dos US$ 313 bilhões das perdas econômicas geradas por inundações, furacões, incêndios entre outros eventos climáticos.

Muita gente me perguntou se as seguradoras tinham dinheiro para pagar tantos carros boiando nas inundações em diversas partes do país neste início do ano. Sim, as seguradoras fazem seguro para grandes perdas com as resseguradoras. Por isso, não vemos casos de falência mesmo quando acontece uma grande tragédia. E as resseguradoras também dividem, com investidores, ao negociarem títulos financeiros atrelados a catástrofes (ou cat bonds).

Mesmo com esta complexa estrutura financeira, é possível ter perdas significativas, como mostrou a guerra entre Rússia e Ucrânia. Um exemplo é o seguro aéreo. Algumas seguradoras deixaram de operar no segmento diante das bilionárias indenizações pagas em razão das aeronaves confiscadas pelo governo russo. E quem ficou elevou de forma significativa o preço.

E não importa se isso aconteceu lá do outro lado do planeta. Afeta o segmento com um todo e empresas aéreas brasileiras sofreram para negociar o seguro em 2022, com um reajuste superior a 40%. Para compensar o aumento de custo, as passagens estão mais caras. E, como quase tudo na vida, quem paga é o consumidor final, obrigado a fazer malabarismos para proteger suas finanças e ter a tão sonhada aposentadoria com dinheiro para pagar o plano de saúde e viajar.

O Brasil está na mira do mundo para atrair investimentos pelo potencial de crescimento e ausência de catástrofes, com exceção das enchentes, inundações e das catástrofes provocadas pelo homem, como o caso Americanas e a tragédia da Samarco, para citar dois exemplos.

A prioridade das seguradoras é melhorar a comunicação para que mais gente se interesse pelos milhares de produtos disponíveis na palma da mão dos mais de 220 milhões de brasileiros, que vão do aparelho celular ao satélite que nos traz o sinal para usá-lo. Para tudo que está entre eles – carros, imóveis, pessoas, empresas, plantações, animais, florestas e as responsabilidades de cada um por danos causados a terceiros – existe um seguro sob medida.

Meu objetivo é trazer informações para tornar o setor tão claro como é a internet para nós hoje. Apenas usamos, sem saber de tudo que existe nos bastidores girando essa imensa engrenagem. O sonho estratégico das seguradoras é que o cliente dê um clique no celular para ativar seu seguro quando sair casa para ter seu computador protegido enquanto vai de bicicleta para o trabalho. E se cair da magrela, apertar outro botão para receber a indenização na conta corrente sem praticamente ter de falar com alguém.

É sobre isso esta coluna. Contar o desenrolar da revolução tecnológica em curso, os investimentos para tornar a experiência do consumidor cada dia melhor, bem como a dedicação na especialização dos corretores de seguros para ofertarem produtos a todos, independentemente da idade ou classe social. Há também, ainda engatinhando, uma política das práticas sociais, ambientais e de governança, conhecidos como ESG (inglês) ou ASG (em português), pontos cada vez mais valorizados pelo consumidor.

Espero poder contribuir para que todos tenham seus sonhos seguros.

Rodrigo Pacheco pede desarquivamento de projeto de lei sobre o setor de seguros

A jornalista Gilmara Santos, do InfoMoney, conta que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), protocolou um requerimento para desarquivar projeto de lei que trata do setor de seguros. Além de Pacheco, outros 27 senadores assinam o documento.

O texto, que tramita desde 2004 no Congresso Nacional, trata das obrigações e direitos de corretores, seguradoras e clientes, com temas que vão desde a formatação dos contratos, para dar maior transparência nas regras e nos termos usados, até o pagamento de prêmios, valores da garantia e da indenização.

O texto diz, por exemplo, que:

  • a atividade seguradora será exercida de modo que se viabilizem os objetivos da República, os fins da ordem econômica e a plena capacidade do mercado interno, nos termos da Constituição Federal;
  • estipula que o Poder Executivo da União terá competência para expedir atos normativos, atuando em proteção dos interesses dos segurados e seus beneficiários;
  • considera integrantes da atividade seguradora, além dos contratos de seguro, também os contratos necessários à sua plena viabilidade, como o resseguro e a retrocessão; e
  • aponta instrumentais à atividade seguradora, às corretagens de seguros e resseguros.

Apesar de ter ficado parado por quase 20 anos, o projeto de lei serviu de base para países como Portugal, França, Itália, Argentina e Peru, enumera o advogado Ernesto Tzirulnik, presidente do IBDS (Instituto Brasileiro de Direito do Seguro).

Tudo o que você precisa saber para evitar o bloqueio do seu CPF, sem pagar 1 centavo a mais sobre o valor correto na tributação dos seus investimentos.EmailConcordo que os dados pessoais fornecidos acima serão utilizados para envio de conteúdo informativo, analí­tico e publicitário sobre produtos, serviços e assuntos gerais, nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados.

“Houve muitas discussões e muitas audiências públicas, e o texto foi sendo aperfeiçoado por uma série de substitutivos”, explica o advogado.

Elaborado por uma comissão do IBDS coordenada por Ernesto Tzirulnik e Flávio Queiroz de Bezerra Cavalcanti, o Projeto de Lei de Contrato de Seguro, de autoria do então Deputado Federal José Eduardo Cardozo (PT–SP), foi apresentado na Câmara dos Deputados em maio de 2014. Em de abril de 2017, o PL obteve um parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça, mas foi arquivado no Senado Federal no ano passado.

Procurada pelo InfoMoney, a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) informou que vai aguardar a decisão do Senado sobre o desarquivamento. “Caso isso ocorra, vamos estar à disposição dos senadores para contribuir para o debate do projeto”, diz nota da entidade.

HDI: seguro de carro e casa em uma só apólice

Fonte: HDI

A HDI Seguros oferece proteção em dobro aos segurados com o HDI DUO, que combina, em uma única proposta de contratação, proteção para o automóvel e para a residência, seja casa, seja apartamento. Com isso, a seguradora visa facilitar a vida do cliente, proporcionando comodidade e segurança com dupla proteção. 

Ao optar pela contratação do HDI DUO, o segurado garante a cobertura para seu veículo em decorrência de colisão, incêndio, roubo e furto, além de danos materiais e corporais ocasionados a terceiros. Já para a residência, são oferecidas as coberturas de incêndio, raio, explosão, queda de aeronave e fumaça.

Outros benefícios para os clientes são as diversas opções de coberturas adicionais que ambos os seguros oferecem. No caso do veículo, há a possibilidade de contratação de danos morais, reposição de veículo zero-quilômetro, acessórios, higienização, proteção contra buracos e muito mais. Paralelamente, as coberturas adicionais para a residência englobam situações de alagamento, danos elétricos, desmoronamento, equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos, e quebra de vidros, entre outras.

Desconto para o cliente

Um dos diferenciais do HDI DUO é que, em caso de sinistro, há um desconto para o cliente na franquia do automóvel. O desconto é calculado a partir do dobro do prêmio líquido do seguro residencial. Confira o exemplo: se o valor do seguro residencial for R$ 150,00 e a franquia do veículo for R$ 2.500,00, o segurado terá R$ 300,00 de abatimento (2x R$ 150,00) e o valor da franquia cairá para R$ 2.200,00.

Além disso, o segurado pode se beneficiar dos diversos serviços de assistência 24 horas desse seguro, que incluem, para o automóvel, auto socorro, troca de pneus, guincho, pane seca, vidros etc. Para a residência, chaveiro, mão de obra hidráulica, desentupimento de tubulação de esgoto ou caixa de gordura, mão de obra elétrica, vidraceiro, conserto de ar-condicionado e muito mais.

“O HDI DUO é um produto completo, versátil e prático para os nossos clientes. Por unir duas contratações, seguro para o carro e seguro para a residência, o cliente se beneficia com os seus diferenciais nos momentos em que tiver um sinistro ou imprevisto. Acredito também que esse tipo de seguro pode atrair mais possibilidades de negócios para os corretores, permitindo a eles atenderem aos seus clientes de forma mais completa”, comenta Igor Di Beo, vice-presidente técnico da HDI Seguros.

Na MAG Seguros, 58% dos funcionários são mulheres; já no time comercial, elas representam 60,6%

patricia campos mag seguros

A equidade de gênero em seguros tem ano a ano se aproximado do equilíbrio. Em algumas seguradoras, o time feminino já ultrapassou a meta de metade da equipe. O Sonho Seguro conversou com a especialista em gente, Patrícia Campos, diretora executiva de Gente e Gestão na MAG Seguros, para contar um pouco da estratégia do grupo centenário nesta jornada sobre a diversidade no setor de seguros. Os percentuais estão acima da média do setor. No mercado de seguros, as mulheres representam 55% do total de trabalhadores, segundo pesquisa da Escola de Negócios e Seguros (ENS), divulgada em setembro de 2022. 

Quais as principais estratégias de seleção, recrutamento, treinamento e preparação e de promoção das mulheres?

Acreditamos que a entrada das mulheres no mercado segurador alavancou o crescimento de nossa indústria. Na MAG fomentamos uma cultura que não vê a mulher como empecilho, e também as desenvolvemos para se tornarem líderes. Promovemos ações internas e benefícios que diminuem os efeitos das dificuldades que a mulher ainda enfrenta no mercado de trabalho e criamos um canal ativo de escuta que presta todo o suporte necessário e melhorias para uma jornada de trabalho mais leve, sem preconceitos e de crescimento profissional. Não abrimos vagas que dão opção da liderança definir se quer contratar um homem ou uma mulher, eles descrevem as competências requeridas e o salário inicial está definido independente de quem será aprovado. 

Como evolui o percentual de mulheres dentro da empresa e quais as metas?

Na MAG, 58% do nosso quadro de colaboradores são mulheres e 48% dos nossos cargos de gestão são ocupados por elas. Já no time comercial, 60,67% são mulheres e elas representam 51,5% das lideranças comerciais.Construímos um ambiente em que a presença feminina não é uma meta, tornou-se natural atrairmos mulheres para o negócio porque elas tem em quem se referenciar e encontram aqui um ambiente propício ao seu desenvolvimento e crescimento profissional.   

E a participação em cargos de liderança?

Atualmente, na MAG, 22% das mulheres ocupam posição de liderança estando bem representadas em todos os níveis.Nossa Universidade Corporativa promove assessment e a formação de novas lideranças que nos últimos anos têm apresentado um virtuoso equilíbrio entre homens e mulheres.Uma das ações para promover o desenvolvimento de carreira foi a implementação do Programa “Impulsionando Mulheres na Liderança”. O objetivo foi preparar as mulheres que estão em cargos de níveis táticos (média gestão) para assumir futuras posições mais estratégicas (superintendência e diretoria), aliado à mentoria. Comprovamos que a ampliação e consolidação de competências elevou o nível de prontidão para assumir essas posições. 

Cite outras práticas de inclusão da empresa.

Trazemos o tema Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) como prioridade estratégica da companhia há alguns anos. Em 2021, criamos o Programa Plural com o objetivo de organizar ações e disseminar o tema em nossa cultura e temos nossa política amplamente divulgada. A empresa não tolera nenhum tipo de discriminação, faz parte dos nossos inegociáveis, por esse motivo, dissemina o Código de Ética e Conduta entre os novos e atuais colaboradores.Realizamos campanhas de conscientização interna e externamente, projetos com Grupos de Afinidade com temática LGBTQIA+ e PcD, Momento Plural no MAG Day, Palestra específica para C-levels sobre DE&I e vieses inconscientes, promovemos workshops sobre grupos minorizados para as lideranças e webinares sobre o tema para preparar a força de vendas durante as visitas aos clientes e engajamos com frequência todos os colaboradores nessa temática, deixando claro que garantir um ambiente diverso e inclusivo deve ser um compromisso de todos. Além disso, realizamos um programa de formação de novos corretores com apoio financeiro que serve de inspiração para quem deseja começar uma nova carreira no mercado de seguros de vida e previdência. Oferecemos todo o suporte necessário no processo de formação, incluindo uma bolsa integral e preparo com profissionais experientes do setor. Em março ingressaram cerca de 140 novos corretores e com 50% de mulheres, absolutamente equilibrado.Reconhecemos que se há um fator que promove equidade é a remuneração variável, os ganhos são determinados pelo nível de dedicação e desempenho, sejam funcionárias ou autônomas, e temos acompanhada o crescimento da renda das mulheres e a conquista de premiações. 

Quais são as metas para inclusão de mulheres?

Acreditamos que a mulher tem o direito de equilibrar a sua vida profissional com a vida familiar, afinal aqui na MAG 55% delas são mães, por isso, além dos benefícios como plano de saúde diferenciado e auxílio creche e babá, promovemos práticas que suportam esse equilíbrio: modelo híbrido de trabalho, programa família segura, licença maternidade estendida, e isenção de coparticipação nos exames de prevenção em outubro.Temos construído juntos uma empresa que as mulheres têm voz e vez, crescem por sua competência e indicam outras e, naquilo que podemos aprimorar, elas tem espaço para nos indicar caminhos. 

MetLife se consolida no mercado de Gig Economy 

GIG economia Metlife

Fonte: MetLife

A MetLife intensificou os investimentos em tecnologia e está cada vez mais antenada às oportunidades de oferecer produtos e serviços focados em empresas e trabalhadores da Gig Economy. Esse termo, tão falado ultimamente, engloba diversas formas de trabalhos autônomos, profissionais que buscam flexibilidade e valorização de seus serviços, como motoristas de aplicativos e corretores de imóveis. A necessidade e a busca por esse tipo de trabalho, principalmente durante a pandemia, fizeram com que as empresas de tecnologia se desenvolvessem para apoiar o novo cenário.

De acordo com os dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do final de 2021, aproximadamente 1,5 milhão de pessoas estavam trabalhando na Gig Economy no setor de transportes do país. Desses, 61,2% eram motoristas de aplicativo e/ou taxistas, 20,9% entregavam mercadorias via motocicletas, 14,4% atuavam como mototaxistas e o restante exercia a atividade de entrega de mercadoria via outro meio de transporte.

Gustavo Romero, diretor de Novos Negócios da MetLife Brasil, enfatiza “essa é uma frente de negócios que queremos explorar e que está, inclusive, mapeada nos objetivos do negócio da empresa para 2023”. Romero é responsável pelo relacionamento da seguradora com parceiros como o iFood, Bee Delivery e a Teddy que, recentemente, ampliou o escopo de produtos MetLife oferecidos não só aos clientes, como, também, aos entregadores parceiros. 

“A MetLife tem apoiado também Insurtechs inovadoras que estão focadas nesse mercado. Acaba de lançar produtos em parceria com a Teddy, que começou sua operação em 2022 focada em Gig Economy. A Teddy é uma plataforma de benefícios que permite que trabalhadores independentes tenham acesso a proteções desenhadas para suas reais necessidades, e está ajudando as empresas a valorizarem esses trabalhadores.”, comenta Isaac Matznet, Co-Founder da Teddy.

Indo mais além e, pensando em todos os tipos de atividades desses profissionais, a MetLife desenvolveu produtos e benefícios para diversas frentes de negócios. Coberturas em caso de Doença ou Acidente, seguros voltados ao público feminino, Assistência Funeral, Proteção Volta para Casa, Orientações Psicológicas e diversos outros serviços que podem ser utilizados em vida. Todos os produtos podem ter vigência mensal, ou intermitente. A ideia é atender a todos de forma que esses trabalhadores tenham benefícios similares àqueles com contratos de trabalho formais. 

“Nosso trabalho consiste em entender as necessidades de cada tipo de parceiro comercial e desenvolver produtos que atendam as especificidades deles. Um exemplo é a cobertura de despesas médicas hospitalares, um produto inovador, que vai muito além de uma apólice de seguro, pois são serviços de cuidado e bem-estar que podem ser utilizados em vida. Percebemos que os entregadores do iFood precisavam de mais apoio com serviços médicos e ambulatoriais em eventuais sinistros. Com isso, criamos um ecossistema, que dará maior conveniência e autonomia aos segurados. Em parceria com algumas empresas de assistências, disponibilizamos atendimentos em clínicas e hospitais particulares, com um fluxo simples e claro para que eles possam realizar consultas médicas, exames e terapias em mais de 4 mil pontos de atendimentos espalhados pelo país. Tais procedimentos podem ser feitos após o processo de análise pela MetLife e desde que o valor esteja dentro das coberturas e regras do seguro. “O nosso objetivo é dar maior acolhimento, suporte e, principalmente, desburocratizar o atendimento” explica Natália Pedrosa – Executiva de Novos Negócios na MetLife.

“As empresas de Gig Economy, assim como o iFood, possuem uma grande quantidade de clientes, entregadores, e, para que os nossos produtos consigam atender todo esse ecossistema, necessitamos atuar com tecnologias capazes de integrar a nossa grande base de dados, trazendo inovações e buscando melhorias contínuas. E é exatamente por isso que escolhemos seguir junto à seguradora MetLife, por virem se disruptando no mercado segurador, investindo e apostando cada vez mais em tecnologia e crescimento de portfólio, seguindo a mesma cultura que exercemos hoje na empresa”, diz Erica Lopes – Coordenadora de Seguros do iFood.

A Gig Economy é uma tendência mundial – nos Estados Unidos, por exemplo, os ‘gig workers’ consistem em um pilar importante e contribuíram com US$ 1,2 trilhão à economia americana em 2020, de acordo com a plataforma Upwork. O estudo ‘Global Gig-Economy Index’, realizado pela Payoneer em 2019 em dez países, incluindo o Brasil, mostrou que somos a terceira nação onde essa modalidade mais cresce no mundo. Por aqui, a Gig Economy vem aumentando 48% ao ano, atrás apenas de Estados Unidos (78%) e Reino Unido (59%).

Resseguradoras dos EUA emitem US$ 81 bilhões em 2022

As resseguradoras de Property & Casualty (P&C) emitiram US$ 81 bilhões em prêmios líquidos em 2022, um aumento de 8,6% em relação aos US$ 74,6 bilhões em 2021, de acordo com dados de final de ano divulgados na sexta-feira pela Reinsurance Association of America.

O grupo da associação de 17 resseguradores de P&C dos EUA registrou uma taxa combinada de 99,8% para 2022, inalterada em relação a 2021.

O índice combinado do grupo decorre de um índice de sinistralidade de 76,5% em 2022 contra 75,3% em 2021 e um índice de despesas de 2022 de 23,3% em comparação com 24,5% em 2021.

O superávit dos segurados foi de $ 254,4 bilhões em 31 de dezembro de 2022, um aumento de 6,4% em comparação com $ 239 bilhões no trimestre anterior.

IRB quer voltar à lucratividade, concentrar negócios no Brasil e afasta novo aumento de capital

Fonte: InfoMoney

Com sinistralidade mais baixa no quarto trimestre de 2022 (4T22) e quase um breakeven (equilíbrio entre despesas e receitas), o IRB ([ativo=IRB3]) quer mirar em 2023 na volta à lucratividade. Segundo o CEO Marcos Falcão, a expectativa é que a melhora gradual ocorra trimestre a trimestre ao longo deste ano. O foco será concentrar 80% dos negócios no Brasil e a manutenção e melhora dos índices regulatórios. Após o balanço do 4T22, as ações de IRB subiam 8,93%, a R$ 21,47, às 12h20 (horário de Brasília), após chegarem a avançar mais de 10% durante a manhã desta quinta-feira (9).

Segundo Falcão, as renovações de seguros em janeiro deste ano já foram a taxas melhores do que no ano passado. Com o cenário de juros mais altos no Brasil e no mundo, as reservas serão mais bem aplicadas, impactando em um resultado financeiro melhor, na avaliação do CEO.

Mas Falcão destaca que é preciso tempo para voltar ao nível de resultados que a empresa pode entregar. “Vamos atender o mercado com disciplina financeira e com objetivo de trazer retorno ao acionista”, afirma.

Com sinistralidade, comissionamento e despesas menores, reduziu-se também o índice combinando no 4T22, indicador importante para o setor de resseguros. O índice combinado caiu de 174% em 4T21 para 118% no 4T22.

Wilson Toneto, Vice-Presidente Técnico e de Operações, apontou ainda que 75% dos sinistros retidos em 2021 eram de contratos firmados antes de 2020. A mesma leitura para 2022 apresenta índice de 17%. “Com isso, o chamado efeito cauda foi arrefecido e a representatividade desses contratos será muito menor para os próximos anos”, aponta ele.

Dentro do padrão regulatório

Ao longo de 2022, o IRB foi desenquadrado do padrão regulatório por conta da Suficiência de Patrimônio Líquido e da Cobertura de Provisões Técnicas. Nos últimos dois trimestres, a empresa conseguiu se reenquadrar. O desenquadramento não deve voltar a acontecer em 2023, segundo Carlos Guerra, Vice-Presidente Jurídico, de Governança e Facilities. “As projeções indicam que os indicadores permanecerão dentro do padrão regulatório”, afirmou Guerra.

A Suficiência de Patrimônio Líquido Ajustado, que deve ser acima de 100%, ficou em 101% em dezembro, e o Índice de Solvência Total encerrou o ano em 260% (contra 245% em setembro de 2022).

Foco no Brasil

A diretoria reforçou o objetivo de, cada vez mais, concentrar os negócios no Brasil, até atingir um índice de 80%. Se em 2021, os prêmios emitidos no país somavam 61%, esse índice subiu para 68% em 2022. Agora, a meta é alcançar os 80% no Brasil em 2023.

Segundo Daniel Castillo, Vice-Presidente de Subscrição, é no Brasil que o IRB tem mais experiência, mas outros mercados não devem ficar de fora. “Vamos concentrar esforços em alguns mercados da América Latina. Subscrever 15% da carteira na América Latina, e 5% apenas no mercado global”, afirma.

Sem novo aumento de capital

Após o follow on de R$ 1,2 bilhão em 2022, que foi fundamental para o reenquadramento regulatório de IRB, a diretoria não vê agora a necessidade de outro aumento de capital.

O CEO afirmou que o aumento realizado no ano passado foi uma resposta à catástrofe do agronegócio no Brasil. “Olhando para a frente, vemos o IRB com volume menor de prêmios, vemos a companhia no hard market e não prevemos nenhuma catástrofe. Volta a lucratividade e também melhora a margem de solvência”, destaca.