MetLife e Átila Abreu celebram parceria na etapa final da Stock Car em Interlagos

A MetLife celebra sua parceria com o piloto Átila Abreu durante a etapa final da Stock Car Pro Series, neste final de semana, no autódromo de Interlagos. Com presença ativa no sábado e no domingo, a seguradora promoveu experiências exclusivas para parceiros e corretores no Truck Lounge, reforçando seu compromisso com saúde, bem-estar e proteção.
 

Ao longo da temporada, a parceria se traduziu em ações estratégicas que levaram a marca MetLife para dentro do universo do automobilismo, com destaque para ativações voltadas à comunicação e engajamento nas redes sociais, aproximando o público da emoção das corridas e do universo da categoria.
 

O Truck Lounge é um ambiente exclusivo com vista privilegiada para a pista, telão, áreas cobertas, lounges, alimentos e bebidas especiais, proporcionando conforto e experiência completa aos convidados durante todo o evento.

“A presença da MetLife nas pistas reforça nosso compromisso com iniciativas que conectam a marca a valores importantes para nossos clientes e parceiros, como saúde, bem-estar e proteção”, afirma Denise Coelho, diretora de comunicação e marketing da MetLife Brasil.
 

Átila Abreu, um dos pilotos mais respeitados da Stock Car, com mais de 300 corridas na carreira e 19 vitórias, comenta: “Acelerar na maior categoria do Brasil com uma marca como a MetLife é motivo de muito orgulho. Essa parceria nos acompanha dentro e fora das pistas, reforçando valores como saúde, bem-estar e proteção”, afirma o piloto.


Durante o final de semana em Interlagos, a MetLife reforçou sua presença com ativações no Truck Lounge e ações para parceiros, celebrando mais um ano de engajamento e iniciativas conjuntas ao longo de 2025.

Austral Resseguradora detecta demanda por maior capital em seguro de vida

Alessandra Monteiro - baixa

O mercado de seguros de Vida no Brasil tem passado por uma mudança de comportamento, com o aumento da contratação de apólices que protegem capitais mais elevados. A tendência revela um consumidor mais atento à proteção patrimonial e exige das companhias do setor o aprimoramento dos modelos de subscrição, combinando tecnologia, dados e precisão técnica, para avaliar riscos de forma mais precisa.

Na Austral Resseguradora, esse movimento teve impacto positivo  na carteira de Vida, que apresentou um incremento de 70% até setembro de 2025, passando a representar 12% do total da receita da empresa, cujo faturamento atingiu R$ 2 bilhões no período. O resultado reflete ainda a estratégia de diversificação de portfólio e da aposta em linhas que combinam relevância social e potencial de crescimento sustentável.

Em relação aos seguros de valor mais elevado, o crescimento do interesse é observado, naturalmente, entre famílias com maior poder aquisitivo e por artistas, esportistas e empresários que passaram a enxergar o planejamento sucessório como parte da gestão patrimonial. O contrato funciona ainda como uma salvaguarda em caso de morte (sem precisar passar por inventário) ou invalidez, assegurando a continuidade dos compromissos firmados.

De acordo com a diretora de Subscrição de Vida e Saúde da Austral Re, Alessandra Monteiro, esse fenômeno é reflexo direto de um amadurecimento do mercado e da evolução dos processos de subscrição, que hoje combinam tecnologia, dados e análise técnica aprofundada.

“Estamos vivendo um momento em que a nossa indústria precisa equilibrar agilidade, sem abrir mão da análise técnica. O ressegurador tem um papel importante nesse processo, ajudando a ajustar critérios e calibrar modelos. A meta é simplificar sem perder qualidade”, afirma Alessandra.

Esse novo perfil de cliente também pressiona o setor a desenvolver modelos de subscrição mais modernos e inteligentes. A utilização de dados e ferramentas de inteligência artificial permitem aprimorar a precificação e o gerenciamento de risco, garantindo maior previsibilidade e eficiência nas decisões de aceitação. 

“A análise de risco está mais integrada, considerando variáveis de saúde, comportamento e estilo de vida. A tecnologia é uma aliada, mas o desafio é usá-la sem perder o olhar técnico e humano sobre cada caso. Por isso, a curadoria de um especialista ainda é essencial”, explica Alessandra.

Um setor que se mantém aquecido

Além do público de alta renda, o movimento dessa carteira se estende a produtos relacionados ao crédito, como os seguros prestamistas, que garantem o pagamento de dívidas ou financiamentos em caso de falecimento.

“Há um crescimento importante também nas apólices ligadas a crédito (seguro prestamista), tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Esse tipo de cobertura tem ganhado espaço com o aumento do acesso a financiamentos e a busca por garantias adicionais por parte das instituições financeiras”, observa.

Outro ponto destacado pela executiva é a evolução das chamadas ‘coberturas em vida’, garantias previstas nas apólices que permitem ao segurado utilizar o benefício em situações como diagnóstico de doenças graves ou necessidade de cirurgia. 

“O seguro de Vida deixa de ter apenas o foco na proteção pós-morte e passa a ser visto como um instrumento de planejamento pessoal e de saúde financeira. É uma tendência que acompanha mudanças de comportamento e amplia o papel social do Seguro”, analisa Alessandra.

Parcerias em busca de subscrição mais eficiente

Além do avanço em Vida, a Austral tem atuado de forma próxima às seguradoras parceiras no desenvolvimento de modelos de subscrição mais eficientes e personalizados, com foco em simplificação de processos e maior aderência aos perfis de risco. A companhia também investe em soluções analíticas e em capacitação técnica das equipes, contribuindo para elevar o padrão de qualidade e governança na avaliação de riscos.

“Nosso papel como ressegurador é apoiar as seguradoras na construção de produtos mais adequados à realidade dos novos clientes, com processos mais rápidos e decisões fundamentadas em dados. É assim que conseguimos contribuir para um crescimento sustentável do mercado e fortalecer a cultura de proteção financeira no país”, complementa Alessandra.

Bradesco Seguros e Bradesco Saúde são as marcas mais admiradas pelos cariocas em suas categorias

alexandre nogueira grupo bradesco seguros

O Grupo Bradesco Seguros foi reconhecido em dose dupla na 16ª edição da pesquisa “Marcas dos Cariocas”, realizada pelo jornal O GLOBO em parceria com a consultoria Troiano Branding. A Bradesco Seguros foi eleita a marca mais admirada na categoria ‘Seguros’, enquanto a Bradesco Saúde conquistou o primeiro lugar na categoria ‘Saúde’, consolidando sua forte conexão com os consumidores do estado e reafirmando seu compromisso com qualidade, proximidade e excelência no atendimento.

Para Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing e Canais de Relacionamento do Grupo Bradesco Seguros, o reconhecimento na categoria ’Seguros’ é reflexo da confiança construída com o consumidor ao longo dos anos. “A conquista deste prêmio representa o resultado do trabalho realizado com o Corretores e parceiros de negócios e o reconhecimento direto daqueles que estão no centro da nossa atuação: os nossos clientes. Estar entre as marcas mais queridas dos cariocas na categoria ‘Seguros’ reforça nosso compromisso em oferecer experiências cada vez mais relevantes, humanas e resolutivas, com foco na proteção e no bem-estar da sociedade”, avalia o executivo.

O estado do Rio de Janeiro possui papel estratégico para a atuação do Grupo Bradesco Seguros. Além de abrigar as sedes da Bradesco Saúde e da Bradesco Auto/RE, a companhia mantém operações de diversas áreas corporativas em um edifício moderno na região do Porto Maravilha. 

Na categoria ‘Saúde’, a Bradesco Saúde teve seu protagonismo reafirmado com a conquista do primeiro lugar. “Este é um prêmio especial que nos traz grande alegria. A Bradesco Saúde nasceu no Rio de Janeiro. Aqui temos uma relevante parcela de clientes da nossa Companhia, com cerca de 700 mil beneficiários, que correspondem a aproximadamente 18% da nossa base nacional. Por isso, reforçamos nosso compromisso de continuarmos investindo na evolução dos nossos serviços, sempre integrando inovação com atendimento humanizado para atender às necessidades dos beneficiários de maneira eficaz e próxima”, destaca Carlos Marinelli, diretor-presidente da Bradesco Saúde.

Esse reconhecimento também reflete o crescimento da Bradesco Saúde no estado. Na comparação do primeiro semestre deste ano com o de 2024, o segmento SPG – o Seguro para Pequenos Grupos, que contempla pequenas e médias empresas 3 a 199 vidas – cresceu 11,3% no estado, apoiado pela retomada do emprego e renda, que incentiva benefícios corporativos para retenção de talentos. A solidez, a credibilidade e a forte identificação do carioca com a marca Bradesco Saúde contribuíram para que esse movimento de fortalecimento do mercado de trabalho fosse revertido em aumento no número de beneficiários.

A pesquisa “Marcas dos Cariocas” identifica as marcas mais admiradas pelos consumidores fluminenses. A metodologia é composta por duas etapas: na primeira, os entrevistados indicam espontaneamente suas marcas preferidas por categoria; na segunda, essas marcas são avaliadas com base em seis dimensões – qualidade, preço, respeito, ESG, identidade e evolução. O índice final resulta da média ponderada dessas associações, refletindo a força e a relevância das marcas no cotidiano da população do Rio de Janeiro.

Usebens Seguradora anuncia Alex Frederico Dias como CEO

A Usebens Seguradora anuncia oficialmente a chegada de Alex Frederico Dias como seu novo Chief Executive Officer (CEO) e Diretor Estatutário, posição que integrará o novo ciclo estratégico que se inicia em 2026. A nomeação está sujeita à aprovação do órgão regulador.

Bacharel em Administração de Empresas e mestre pela Fundação Getulio Vargas (FGV), Alex possui formação executiva abrangente, com programas de extensão no Brasil e no exterior. No país, estudou na Fundação Dom Cabral, Insper e FIA/SP. Internacionalmente, participou de programas executivos na Babson Executive Education (Boston/MA, EUA), na Deusto Business School (Madri) e no IESE Business School (Barcelona), além de curso de Técnicas de Negociações de Sucesso na University of Michigan (Chicago/IL, EUA).

Com mais de duas décadas de atuação no mercado segurador, Alex iniciou sua carreira na área técnica da antiga AGF, atual Allianz. Na Mapfre, destacou-se desde cedo, liderando a maior sucursal do país e, posteriormente, sendo promovido a Diretor da Área Corporate aos 31 anos, função que exerceu por seis anos. Em seguida, como Diretor Executivo de Canais Estratégicos, liderou operações em affinities (varejo), bancassurance (bancos e cooperativas de crédito) e grandes acordos de distribuição.

Mais recentemente, atuou como sócio e Chief Commercial Officer (CCO) da primeira insurtech aprovada na segunda edição do Sandbox Regulatório da Susep. Nesse ambiente experimental, estruturou o novo modelo comercial com forte valorização dos corretores de seguros, contribuindo para que a empresa alcançasse sua licença definitiva e atraísse novos investidores.

A nomeação de Alex reforça o compromisso da companhia com governança moderna, crescimento sustentável e expansão nacional. Os acionistas controladores e fundadores da seguradora, Carlos Zago, que assume a presidência do Conselho, e Marcella Verdi Zago, membro do Conselho, destacam: “Esse movimento representa um passo decisivo para consolidarmos uma fase de expansão sustentável, inovação contínua e governança profissionalizada. Confiamos plenamente na visão estratégica e na capacidade de execução de Alex”.

Em sua primeira declaração, Alex afirma: “Estou muito feliz com esta nova fase em minha carreira e quero agradecer a confiança dos acionistas fundadores Marcella e Carlos Zago. Temos um time íntegro e produtos excelentes. Temos um plano ambicioso, porém coerente. A Usebens não é novata. É uma seguradora séria, com mais de 11 milhões de clientes, no mercado há mais de duas décadas, e destaca-se por sua solidez, tecnologia e simplicidade — uma opção muito mais segura para parcerias de longo prazo com corretores e clientes distribuidores. Esse é só o começo de uma jornada grandiosa”.

Como CEO e Diretor Estatutário, pendente de aprovação regulatória, Alex liderará a agenda 2026–2030, que inclui a modernização da governança, eficiência operacional, ampliação do portfólio, aceleração comercial e fortalecimento da distribuição com corretores.

BNP Paribas Cardif Brasil faz doação a fundo emergencial de eventos climáticos extremos

A BNP Paribas Cardif Brasil, referência nacional em seguros massificados, anuncia uma doação de R$ 150 mil ao Fundo Raízes, iniciativa do Fundo Brasil de Direitos Humanos voltada ao apoio de povos indígenas e comunidades tradicionais em situações emergenciais ligadas ao clima. O aporte reforça a importância do financiamento de projetos voltados para a prevenção e mitigação de desastres ambientais, reconhecendo que grupos vulneráveis demandam mais proteção, adaptação e acesso a recursos.

Em 2024, a BNP Paribas Cardif já havia atuado no apoio a vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A partir dessa experiência, a empresa decidiu apoiar abordagens contínuas e de longo prazo, conectando colaboradores e comunidades em iniciativas de impacto social e climático.

“Os temas debatidos na COP30 e os acontecimentos recentes com a sociedade gaúcha despertaram em nós a necessidade de apoiar ações que não apenas respondam às emergências ambientais, mas também fortaleçam comunidades antes que os eventos aconteçam. Depois de muitas pesquisas e contatos, entendemos que o Fundo Raízes tem essa mesma visão e um histórico consistente de apoio direto a quem mais sofre os impactos climáticos”, afirma Fernanda Campos, diretora de RH, ESG e Comunicação da BNP Paribas Cardif Brasil.

“Esta doação fortalece comunidades que representam a essência e a diversidade local. E fazemos isso com um elemento que é a essência de uma seguradora: trazendo mais proteção contra eventos indesejados”, complementa a executiva.

Para Thainá Mamede, assessora de projetos no Raízes, este apoio vai permitir ampliar o atendimento a pedidos emergenciais, o que assegura mais proteção, força e capacidade de mobilização, diante das catástrofes climáticas. “O SOS Raízes é fundamental para fortalecer a justiça climática nos territórios, porque permite respostas rápidas diante de queimadas, enchentes, situações de grave ameaça, retiradas emergenciais, além de oferecer apoio logístico, jurídico e fortalecer estratégias de resiliência climática. Ao apoiar lideranças, comunidades e organizações nesses momentos críticos, garantimos segurança, permanência nos territórios e a continuidade das ações que enfrentam, na prática, os impactos da crise climática”, resume. 

O aporte da BNP Paribas Cardif será aplicado ao longo de 12 meses, por meio de atendimento a pedidos emergenciais de recursos para prevenção e para fazer frente às consequências de eventos climáticos extremos, com prestação de contas e avaliação do impacto social das iniciativas apoiadas. A parceria reflete a coerência entre o propósito do Fundo Brasil e os compromissos da seguradora, que completa 25 anos de atuação no Brasil em 2025.

A iniciativa se soma às ações da companhia em sustentabilidade, que incluem investimentos responsáveis, programas de voluntariado, filantropia, fomento à economia circular e desenvolvimento de produtos de seguro com impacto positivo – dados que podem ser conferidos em detalhes na edição mais recente do Relatório de Sustentabilidade da BNP Paribas Cardif Brasil.

O Fundo Raízes destina recursos a organizações, coletivos e grupos de populações tradicionais – como indígenas e quilombolas – que solicitam apoio para ações de prevenção, contenção e adaptação em casos de desastres ambientais. Os pedidos emergenciais atendidos pela linha Raizes podem chegar a R$ 20 mil por grupo, com agilidade e flexibilidade na resposta a situações críticas, como queimadas durante o período de seca ou enchentes na Amazônia. 

Em 18 anos de atuação, o Fundo Brasil apoiou 2,1 mil projetos e ofertou mais de R$ 20 milhões a povos e comunidades tradicionais em todo o Brasil, como, por exemplo, comunidades negras e quilombolas do Vale do Ribeira (SP), comunidades faxinalenses do Paraná (PR), conselho ribeirinho das margens do Xingu (PA), e povos Kanamari e Matsés na Amazônia (AM), entre outros.

Fórum Mário Petrelli avança em pautas estratégicas de seguros e consolida um ano de realizações

por Karen Fuchs

O ano de 2025 foi muito produtivo e positivo para o Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros. Ao longo do ano, seus membros marcaram presença em importantes eventos do setor, contribuindo ativamente para os debates e iniciativas voltadas à construção de uma sociedade cada vez mais protegida.

Um dos destaques do ano foi a realização, pela primeira vez, das “Conversas do Fórum”, em outubro. O encontro reuniu não apenas representantes da indústria de seguros, mas também profissionais de outros segmentos, na Matriz de Negócios do Grupo MAG, em São Paulo (SP). A iniciativa reforça o propósito do Fórum Mário Petrelli: ampliar o diálogo com a sociedade, estimulando a colaboração entre diferentes setores para o desenvolvimento do mercado de seguros, com produtos e soluções cada vez mais alinhados às necessidades das pessoas e das empresas.

“As Conversas do Fórum foram um sucesso e tiveram grande repercussão. Muitas pessoas passaram a demonstrar interesse em participar mais ativamente do Fórum. Atualmente, contamos com 24 membros ativos, com um limite máximo de 30, e a ideia é criar uma categoria de membros convidados , que possam contribuir com uma participação mais ativa, sem alterarmos o número máximo de membros efetivos .

Também pretendemos intensificar o trabalho conjunto com outras instituições, como o IBDS, AIDA, ENS, Fenacor, dentre outras,  para defender pautas relevantes para o mercado de seguros, sempre com o principal objetivo de promover o desenvolvimento e o fomento do setor”, afirma Marco Antônio Gonçalves, diretor-presidente do Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros.

Pautas do Fórum

Entre os temas relevantes abordados pelos membros do Fórum ao longo do ano estiveram o substituto do DPVAT, liderado pelo Alexandre Camilo, Presidente da SegPartners, a Lei do Contrato de Seguro (Lei nº 15.040/24), cujo grupo de trabalho foi liderado por Antonio Penteado Mendonça, sócio do escritório Penteado Mendonça e Char Advocacia, e por Camila Calais, Head de Seguros do escritório Mattos Filho Advogados; a Lei Complementar nº 213/25, novo marco das Cooperativas e Associações de Proteção, com Lucas Vergílio, presidente da Escola de Negócios e Seguros (ENS), à frente do grupo de trabalho; além do tema proteção contra catástrofes, liderado por Rodrigo Botti, country Head da Lockton Re.

Proteção contra catástrofes – “Nós tivemos várias atividades em 2025 e, dentre elas, destacamos os principais temas voltados à ampliação da proteção da sociedade brasileira e ao papel do mercado de seguros, que é o foco central do Fórum. Em proteção contra catástrofes, abordamos não apenas a LRS (Letra de Risco de Seguro), muito importante para o mercado brasileiro, mas também outros riscos. Defendemos a ampliação da cobertura de alagamento para cobertura de água, de forma mais abrangente, incluindo pavimentos superiores e apartamentos, além da inclusão das coberturas de água e desmoronamento na cobertura básica do seguro, de forma compulsória”, afirmou Gonçalves.

DPVAT – “Lutamos muito pelo DPVAT, uma proteção importante e relevante para a sociedade brasileira, que está desde novembro de 2023 sem nenhum tipo de cobertura. Somos contra qualquer intervenção direta do governo, como ocorria anteriormente. Defendemos uma solução para que o mercado de seguros possa abranger o maior número possível de pessoas protegidas, sendo desenvolvida e operada pela iniciativa privada. A proteção contra catástrofes e o substituto do DPVAT são os dois principais temas que os nossos grupos de trabalho continuarão a desenvolver em 2026”, disse Gonçalves.

Lei do Contrato de Seguro – “Em vigor desde o dia 11 de dezembro, acompanharemos o desenvolvimento dessa Lei para avaliar seus impactos positivos, especialmente no fomento do mercado de seguros, que é o foco do trabalho desenvolvido pelo Fórum”, sintetizou Gonçalves.

Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS) – “O PDMS ficou um pouco prejudicado, principalmente, em função da inclusão do IOF de 5% no VGBL para valores superiores a R$ 600 mil. O VGBL é uma das grandes alavancas do seguro no Brasil. Esse percentual de IOF reduz significativamente a atratividade de aportes únicos de valores mais elevados, sobretudo no planejamento sucessório. Essa medida impacta diretamente o PDMS, que tinha como objetivo alcançar 10% do PIB até 2030, meta que é desafiadora e necessita do engajamento e muito trabalho de todos os envolvidos  para ser alcançada ”, avaliou Gonçalves.

Universal Life – “Aguardamos o lançamento do Universal Life com muita atenção, mas também com grande expectativa para que isso aconteça rapidamente, com uma tributação adequada, capaz de alavancar o mercado de seguros. Trata-se de um produto que, se bem estruturado, pode atender às necessidades de todas as classes sociais. Nos Estados Unidos, o Universal Life é o principal produto do mercado segurador, e teremos muito trabalho no fomento do mercado de seguros por meio desse produto”, afirmou Gonçalves.

Novas tecnologias – “Nós estamos realizando uma análise estratégica sobre o impacto das novas tecnologias no futuro digital do setor. Nossos membros têm muito a contribuir com esse tema, já que muitos foram precursores da tecnologia no mercado de seguros desde o início dos anos 2000”, destacou Gonçalves.

Grupo de Comunicação do Fórum – “Neste ano, atualizamos o nosso grupo de comunicação e revisamos a presença do Fórum nas mídias sociais. Nos estruturamos para nos comunicarmos não apenas internamente, mas também com o público externo, cumprindo o papel do Fórum, que é buscar mais proteção para a sociedade brasileira, por meio de ações e da influência positiva no mercado de seguros, propondo soluções e contribuindo para o desenvolvimento contínuo do setor”, concluiu.

Alexandre Vilardi assume cadeira no Conselho de Administração da Icatu Seguros

A Icatu Seguros anuncia que, a partir de janeiro de 2026, Alexandre Petrone Vilardi deixará suas funções como Vice-Presidente Corporativo para assumir uma cadeira em seu Conselho de Administração.

A decisão faz parte de um processo de transição planejado, construído de forma estruturada ao longo dos últimos meses, e reforça o compromisso da companhia com a continuidade estratégica, a estabilidade e o fortalecimento de sua gestão. O anúncio do início dessa transição foi feito nesta segunda-feira (15).

Com 15 anos de trajetória executiva na Icatu, Alexandre Vilardi desempenhou um papel relevante no avanço da companhia, contribuindo para seu posicionamento como a maior seguradora independente de Vida, Previdência e Capitalização do País. Sob sua liderança, a empresa consolidou pilares importantes de tecnologia, inovação, produtos e operação eficiente, que sustentam o ciclo atual de expansão.

A Icatu Seguros, empresa com mais de 30 anos e capital 100% nacional, encerrou o primeiro semestre de 2025 com faturamento de R$9.1 bilhões e lucro líquido de R$289.3 milhões. A seguradora também encerra o ano vigente premiada no Gartner Eye on Innovation Awards for Insurance – um dos prêmios internacionais de inovação mais respeitados do mundo. Todos esses resultados refletem um trabalho intenso, além do engajamento dos seus mais de 10 mil corretores e a aceleração do número de parcerias estratégicas da seguradora – atualmente, são mais de 350 parceiros no país, como grandes bancos, cooperativas, fintechs e varejistas.

“A transição do Alexandre Vilardi para o Conselho da seguradora reflete a evolução de uma sólida carreira, e possibilitará um foco maior no longo prazo. A sua experiência, entendimento profundo do negócio e visão estratégica contribuirão de forma valiosa para o desenvolvimento futuro da companhia.”, afirma Luciano Soares, CEO da Icatu Seguros.

Como Conselheiro, Vilardi passará a atuar em uma nova perspectiva, apoiando as decisões estratégicas que orientarão os próximos anos da seguradora, em um setor que vive importantes transformações tecnológicas, demográficas e regulatórias.

Tenho grande orgulho do trabalho que realizamos até aqui e sigo plenamente comprometido com a Icatu. Assumir a posição de Conselheiro me permitirá contribuir de forma ainda mais estratégica, dedicando-me aos temas de longo prazo que apoiarão o próximo ciclo de crescimento da companhia”, afirma Vilardi.

2025 marca o sexto ano consecutivo com perdas seguradas por catástrofes naturais acima de US$ 100 bilhões

As perdas seguradas globais decorrentes de catástrofes naturais devem alcançar US$ 107 bilhões em 2025, impulsionadas principalmente pelos incêndios florestais em Los Angeles e pelas tempestades convectivas severas (SCS) nos Estados Unidos. O volume é 24% inferior aos US$ 141 bilhões registrados em 2024, mas mantém a marca acima de US$ 100 bilhões pelo sexto ano seguido, segundo estimativas do Swiss Re Institute.

Os incêndios em Los Angeles configuram o evento de incêndio florestal mais caro já registrado no mundo, com US$ 40 bilhões em perdas seguradas. Já o furacão Melissa foi o evento ciclônico mais oneroso de 2025, com perdas seguradas estimadas em até US$ 2,5 bilhões, em uma temporada que, no geral, foi considerada benigna.

Para Jérôme Jean Haegeli, economista-chefe do Grupo Swiss Re, a tendência é clara: “Apesar da volatilidade anual, as perdas seguradas continuam a crescer. Por isso, fortalecer prevenção, proteção e preparação é essencial para proteger vidas e patrimônio. Resseguradoras e o setor de seguros têm um papel duplo: atuar como amortecedores financeiros e apoiar políticas públicas e investimentos privados mais resilientes e orientados ao risco, capazes de reduzir perdas futuras.”

Estados Unidos concentram a maior parte das perdas globais

Com 83% das perdas seguradas globais estimadas em 2025, os Estados Unidos voltam a ser o mercado mais impactado, somando US$ 89 bilhões. O resultado reflete, sobretudo, os incêndios florestais e as tempestades convectivas severas.

As perdas seguradas por incêndios florestais atingiram US$ 40 bilhões, o maior valor da série histórica. A magnitude dos danos decorre da combinação de condições meteorológicas adversas — períodos prolongados de calor e seca, além de ventos fortes — com o aumento da exposição, especialmente de imóveis residenciais de alto valor em áreas de interface urbano-florestal (WUI).

Tempestades convectivas severas seguem como vetor estrutural de perdas

As SCS responderam por US$ 50 bilhões em perdas seguradas no mundo em 2025, tornando este o terceiro ano mais caro da série, atrás apenas de 2023 e 2024. Nos EUA, a atividade foi intensa no primeiro semestre, com surtos de tornados em março e maio elevando os registros de ventos extremos, enquanto o granizo permaneceu próximo da média. No segundo semestre, até o momento, a atividade foi mais contida.

Na Europa, tempestades de granizo em maio e junho tiveram impacto limitado, pois as áreas mais atingidas apresentavam menor concentração de ativos de alto valor. Ainda assim, as SCS permanecem como um dos principais componentes das perdas globais por catástrofes naturais.

Segundo Balz Grollimund, head de riscos catastróficos da Swiss Re, “observamos uma elevação consistente das perdas associadas a tempestades convectivas severas. Urbanização em áreas de risco, valorização dos ativos, custos de construção mais altos e fatores como o envelhecimento de telhados tornaram esse risco central para as seguradoras. Como eventos isolados raramente geram grandes perdas, é fundamental avaliar o efeito cumulativo de ocorrências frequentes de menor severidade, aliado à alta dos valores imobiliários e dos custos de reparo.”

Temporada de furacões com impacto segurado limitado

O furacão Melissa atingiu o sudoeste da Jamaica em outubro como um Categoria 5, com ventos estimados em 298 km/h, tornando-se a tempestade mais forte já registrada no país. O sistema provocou danos catastróficos por vento, além de enchentes e deslizamentos, afetando também Haiti e Cuba.

Apesar disso, as perdas seguradas por ciclones tropicais no Atlântico Norte devem ser relativamente baixas em 2025. A temporada contabilizou 13 tempestades nomeadas, cinco furacões, quatro furacões intensos e três Categoria 5(Erin, Humberto e Melissa). Pela primeira vez em dez anos, nenhum desses furacões atingiu a costa dos Estados Unidos.

Enchentes severas no Sudeste Asiático

No fim de novembro, Vietnã, Tailândia e Indonésia enfrentaram enchentes fluviais e repentinas, decorrentes da interação de múltiplos sistemas ciclônicos com uma monção intensificada sob condições de La Niña, resultando em chuvas intensas, deslizamentos e danos generalizados.

Adaptação e alertas precoces salvam vidas

Em julho, um terremoto de magnitude 8,8 ao largo da Península de Kamchatka, na Rússia, gerou ondas de tsunami que alcançaram o Havaí e áreas costeiras dos EUA. A resposta coordenada dos sistemas de alerta precoce, especialmente o Pacific Tsunami Warning System (PTWS), é considerada um caso de sucesso, com evacuações e alertas eficazes que evitaram perdas humanas em larga escala. Reformas urbanas baseadas em eventos anteriores também contribuíram para limitar os danos em comunidades costeiras russas.

MAPFRE reorganiza estrutura no Brasil

 A MAPFRE, companhia global de seguros e serviços financeiros, iniciou um novo ciclo de reorganização interna no Brasil. A mudança acompanha o avanço dos projetos estratégicos da seguradora no país, que atingiram mais maturidade nos últimos meses, e busca dar agilidade aos processos decisórios e à atuação das áreas.
 

O atual CEO adjunto de Operações e Finanças, Nelson Alves, será o novo Chief Operating Officer (COO) da unidade brasileira a partir de janeiro de 2026. Com isso, o executivo, que já tinha sob sua responsabilidade as áreas de Tecnologia, Operações e Ouvidoria, agora assume também as áreas Comercial, Técnica, de Clientes, Marketing e Inteligência de Mercado.
 

Oscar Celada, CEO adjunto de Negócios no Brasil nos últimos dois anos, assumirá uma nova posição comercial em seu país natal, a Espanha, onde iniciou sua trajetória na companhia em 1991. Ele continuará colaborando com projetos estratégicos durante o período de transição no país.  
 

Entre as mudanças, as áreas Comercial Corporate Brokers e de Experiência do Distribuidor passam a integrar o Canal Corretor. Assim, a chamada “jornada do corretor” se consolida na diretoria liderada por Karine Brandão.
 

Para o CEO da MAPFRE no Brasil, Felipe Nascimento, as novidades refletem uma evolução natural da operação no país. “Nos últimos anos, a MAPFRE alcançou um alto nível de maturidade em seus processos, no desenvolvimento de produtos e na relação com seus públicos. Essa evolução nos permite adotar uma estrutura mais integrada, ágil e alinhada às prioridades estratégicas do grupo. As mudanças nos deixam mais bem posicionados para os próximos ciclos de crescimento”, afirma o executivo.

Zurich e Tempo avançam no atendimento ao cliente nos seguros automóvel e residencial

A Zurich Seguros está utilizando uma ferramenta inovadora de atendimento para os clientes que precisam utilizar os serviços de assistência 24h dos seguros automóvel e residencial. Apelidada de ZOE e desenvolvida em parceria com a Tempo, empresa responsável pelos serviços de assistência 24h de ambos os produtos da companhia, trata-se de uma ferramenta inteligente e humanizada, que atua como um “copilot” dos operadores, auxiliando em tempo real na condução dos atendimentos e contribuindo para uma experiência mais ágil, precisa e assertiva para os clientes. 

Funciona assim: durante as ligações, o operador conduz o atendimento normalmente, enquanto a ferramenta interpreta o relato do cliente e sugere as perguntas e soluções mais adequadas, com base nas coberturas contratadas. Com a avaliação do operador, o serviço acionado torna-se 100% alinhado à necessidade do segurado, reduzindo erros, retrabalho e o tempo de atendimento ao cliente. 

Os resultados do piloto já demonstram ganhos significativos: redução de 30% no tempo médio de atendimento, aumento do NPS e nota média de 9,6 atribuída pelos clientes atendidos com o apoio da ferramenta.  

Segundo Fabio Leme, diretor executivo de Linhas Pessoais, Marketing & Clientes e responsável pelo time de Inovação da Zurich Seguros, a iniciativa está alinhada ao pilar de clientecentrismo da companhia, que tem como foco colocar o cliente no centro das decisões e aprimorar continuamente cada etapa da jornada de atendimento. Para ele, a ZOE reforça o compromisso ao utilizar tecnologia e dados para garantir que cada interação seja mais eficiente, personalizada e resolutiva. 

“A ZOE representa um passo importante na nossa jornada de inovação e no compromisso de oferecer uma experiência de excelência aos clientes. Ser uma das primeiras seguradoras a testar essa tecnologia reforça o papel da Zurich como protagonista na transformação digital do setor, sempre usando a tecnologia com foco em eficiência, qualidade e atendimento humanizado”, afirma Fabio. 

A fase piloto da ZOE está sendo conduzida em todo o território nacional, contemplando os principais eventos de assistência do seguro automóvel, como panes mecânicas ou elétricas, colisões com necessidade de reboque, troca de pneu e perda de chave, e do seguro residencial, como problemas hidráulicos, elétricos simples e em eletrodomésticos. 

“A ZOE representa uma nova forma de atendimento, unindo todo o conhecimento que a Área de Operações converteu em algoritmo com a assertividade que a IA proporciona. O resultado é uma melhora significativa na experiência do cliente”, afirma o CIO da Tempo, Wilian Domingues. 

Para a Zurich, soluções como a ZOE reforçam a busca constante por excelência em atendimento, agilidade nas respostas e proximidade com o cliente, valores que sustentam a estratégia de diferenciação da companhia no mercado de seguros. 

“Em seguros massificados e mercados altamente competitivos como o do seguro automóvel, por exemplo, a busca pela excelência nos detalhes faz toda a diferença na escolha do consumidor”, pondera Fábio. “A ZOE destaca o pioneirismo da Zurich na adoção de tecnologias que aliam inteligência artificial e atendimento humanizado, reforçando o valor das parcerias estratégicas com empresas como a Tempo para aprimorar continuamente os serviços prestados e elevar o padrão de satisfação dos clientes”, finaliza Fabio Leme.