Seguro para equipamentos médicos? A seguradora HDI tem

A HDI Seguros aproveita o dia mundial da Saúde, criado pela OMS, para reforçar sua atuação com o RD Equipamentos, garantindo a proteção de diversos aparelhos, dentre eles, equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos. Este seguro garante a cobertura de danos causados aos aparelhos utilizados em hospitais, consultórios médicos e também consultórios odontológicos. A contratação pode ser feita por pessoa física ou jurídica.

“O Brasil tem um amplo potencial no segmento da saúde para auxiliar na proteção dos equipamentos utilizados diariamente em hospitais, por exemplo, para a realização de cirurgias e exames. São equipamentos de altíssimo custo, por isso é essencial analisar a relação custo-benefício para garantir a segurança dos equipamentos em situações de danos”, explica Igor Di Beo, vice-presidente técnico da HDI Seguros.

Além das coberturas básicas, é possível adquirir as coberturas adicionais no RD Equipamentos, levando em conta a proteção no cotidiano, contra danos elétricos e roubo de bens.

SulAmérica reforça linha Odonto PME e Empresarial

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica apresenta os novos planos e características da linha Odonto PME, PME Mais e Empresarial. Com condições diferenciadas por grupo de vidas, com planos PME, de 2 a 29 vidas, a partir de R$19,90/pessoa, e para grupos de 30 a 99 vidas, a partir de R$16,90/pessoa, no PME +, o portfólio conta com diferentes produtos, oferecendo uma ampla linha de benefícios como restaurações, limpeza, extração, tratamentos, cirurgias, além de clareamento convencional, documentação ortodôntica, ortodontia completa e, no Plano Premium, Implante e Clareamento a Laser como diferenciais. 

“Oferecer as melhores oportunidades em planos odontológicos para nossos parceiros é fundamental para a companhia seguir com o objetivo de levar saúde para cada vez mais pessoas. Estamos em busca de aprimoramento, sempre entendendo as necessidades de cada segmento e oferecendo as melhores soluções de negócios”, pontua comenta Juliana Caligiuri, vice-presidente comercial da SulAmérica.

Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostram que o número de beneficiários exclusivos de Odonto cresceu cerca de 76% no período de 10 anos (entre 2011 e 2022), atualmente são mais de 30 milhões de pessoas com planos exclusivamente odontológicos no país.

“O plano odontológico é o terceiro benefício mais desejado entre colaboradores. E a SulAmérica traz para as empresas de todos os portes um portfólio amplo com vantagens e diferenciais”, comenta Solange Moretto, superintendente Comercial Odonto da SulAmérica. 

Atualmente, a seguradora conta com 2,1 milhões de beneficiários na carteira de Odonto, e a expectativa é crescer ainda mais. Por meio de planos que oferecem um custo-benefício para as empresas, o seguro odontológico viabiliza o acesso das pessoas a tratamentos específicos, sem que isso pese no orçamento. Além dos benefícios, os clientes contam também com Central de atendimento 24h, App SulAmérica Odonto, descontos de até 70% em farmácias (em medicamentos e itens de higiene pessoal), acesso ao Clube de descontos SulAMais e uma rede credenciada qualificada com abrangência nacional.

As novidades na linha de serviços de Odonto estão em linha com a proposta da companhia de entregar alta qualidade em seus serviços e mais acesso para seus beneficiários e beneficiárias.

IZA Seguros capta R$ 16 milhões 

A IZA Seguros anuncia a captação de sua terceira rodada de investimentos, no valor de R$16 milhões.  O aporte, realizado por um pool de investidores, será utilizado para acelerar o crescimento e a expansão do portfólio de produtos, que poderão ser adicionados ao plano de seguro. 

Com o valor, a IZA Seguros já soma R$ 34 milhões em rodadas de investimentos desde a sua fundação, em 2021, mostrando que a combinação entre tecnologias inovadoras para melhorar a eficiência do mercado de seguros e a personalização dos produtos para públicos que não tinham acesso a esse tipo de serviço desperta o interesse dos investidores nesse mercado. Atualmente, a seguradora digital possui mais de 250 mil vidas seguradas.  

“O ecossistema de startups cresceu a passos largos, fazendo barulho no mercado. No entanto, é imprescindível ter um modelo de negócio sustentável a longo prazo para conseguir se manter diante das intempéries do cenário econômico”, afirma Amanda Senedesi, co-fundadora & head Técnica e Financeira da IZA.

Segundo a executiva da IZA, os investidores estão mais cautelosos e seletivos na hora de escolher onde aportar capital. Para ela, o mercado segurador precisa ser flexível para se adaptar às demandas dos consumidores por produtos específicos. Empresas que percebem essas potencialidades no setor e possuem uma governança sólida ganham destaque entre os investidores, pois oferecem aos clientes experiências mais eficientes e personalizadas.

“O mercado de seguros no Brasil é extremamente regulado e sabemos que todos os investimentos que possuem riscos estão pausados. Vemos que estamos na contramão do mercado nesse ponto. É natural que os investidores procurem empresas que possuam modelos de negócio mais sólidos e uma equipe capaz de lidar com os desafios atuais e na IZA buscamos exatamente isso: manter o crescimento sólido e cada vez mais abrir espaço para novos recursos e produtos”, explica.

Prefeito do Rio estará na FIDES Rio 2023

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, se encontrou com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, nesta quarta-feira, 5 de abril, para convidá-lo a participar da FIDES Rio 2023, que acontecerá entre 24 e 26 de setembro, reunindo representantes do setor segurador de toda a América Latina.

Na ocasião, Dyogo lembrou ao prefeito que as principais empresas do setor segurador brasileiro nasceram no Rio de Janeiro e a Conferência da FIDES será uma importante oportunidade para atração de investimentos para a cidade.

De acordo com Eduardo Paes, que confirmou sua presença no evento, a reunião também foi uma boa oportunidade para discutir o desejo da CNseg de realizar parcerias para gerar mão de obra qualificada para o setor de seguros, em especial, dentro da área de tecnologia. Uma iniciativa que pode se somar a projetos da prefeitura em andamento, como o projeto “Programadores Cariocas”.

A Conferência da FIDES é organizado a cada dois anos pela Federação Interamericana de Empresas de Seguros, entidade sem fins lucrativos que agrega atualmente as associações de seguros privados de vinte países membros, tendo a CNseg entre as entidades fundadoras e representantes do Brasil.

JPMorgan revisa estimativas para IRB (IRBR3) e Qualicorp (QUAL3) após resultados do 4º trimestre

Fonte: InfoMoney

O JPMorgan atualizou suas estimativas de lucro para o ressegurador IRB Brasil (IRBR3) e para Qualicorp (QUAL3) após incorporar os resultados referentes ao quarto trimestre do ano passado.

O IRB anunciou prejuízo líquido de R$ 38,8 milhões no quarto trimestre de 2022, queda de 89,5% na comparação com o mesmo período de 2021.

Em seu release de resultados, a empresa explicou que o número foi impactado pelo resultado negativo de subscrição de R$ 152,8 milhões, parcialmente compensado pelo resultado financeiro positivo de R$ 153,0 milhões.

Com base nesses resultados, o banco americano optou por cortar em 80% a estimativa de lucro do IRB em 2023, para R$ 27 milhões, “principalmente devido ao menor crescimento de receita e melhoria mais lenta do que o esperado na taxa de perdas”, destaca. Para 2024, reduziu as estimativas de lucro em cerca de 50% para R$ 119 milhões, também como resultado de maiores sinistros.

De forma geral, analistas acreditam que recuperação está mais próxima agora e os múltiplos estão mais consistentes com a faixa justa estimada em torno do valor contábil, o que levou o banco a manter recomendação neutra para as ações do ressegurador, com novo preço-alvo de R$ 25, para refletir o recente grupamento de ações na proporção de 30 para 1.

O JPMorgan também revisou suas estimativas para Qualicorp para incorporar os resultados do 4T22, que “foram ruins, como esperado, (e contaminados), com a empresa registrando um lucro por ação (EPS, na sigla em inglês) ajustado de R$ 0,08, abaixo das expectativas do banco e do consenso”, diz relatório do JPMorgan.

Em geral, devido à deterioração dos resultados operacionais de curto prazo e despesas financeiras mais altas, o banco cortou a estimativa de EPS para este ano em 33%, para R$ 0,30/ação e em 1 centavo para R$ 0,50 por ação em 2024.

No entanto, o banco disse que não mudou suas expectativas de médio e longo prazo para a Qualicorp e mantém recomendação neutra e preço-alvo para dezembro de 2023 de R$ 5.

Em termos de operação, o JPMorgan destaca que a Qualicorp possui uma nova estratégia de crescimento que consiste em 1) afastar-se de altos volumes de adições brutas, especialmente planos de menor valor, enquanto 2) direciona planos de classe média a alta, que são os que apresentam menor churn.

“A nova estratégia de crescimento da Qualicorp deve impulsionar a geração de fluxo de caixa livre enquanto traz mais resiliência aos resultados de longo prazo”, explicam analistas. “Por outro lado, no curto prazo, a empresa deve ver uma potencial queda em sua base de membros, limitando a visibilidade do crescimento real, enquanto os níveis de rentabilidade devem ser estruturalmente mais baixos do que no passado.”

Na avaliação do JPMorgan, a empresa está bem posicionada para capturar a rápida mudança para uma população mais velha no Brasil, capturando uma população que normalmente perde benefícios de saúde quando se aposenta.

Por fim, analistas veem a Qualicorp com um ritmo de crescimento de receita de 1% nos próximos cinco anos, o que, na opinião deles, sustenta sua avaliação descontada.

Seguro protege painel solar de eventos climáticos, incêndio e roubo; veja preços e como contratar

Fonte: Gilmara Santos, InfoMoney

O preço da energia elétrica tem pesado no bolso dos brasileiros. Apesar de ter dado uma trégua no ano passado com a redução da carga tributária, a conta de luz acumula alta de 70% nos últimos oito anos (entre 2015 e 2022), conforme dados da Abraceel (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia). Para se ter uma ideia, no mesmo período, o IPCA, índice oficial de inflação, apresentou elevação de 58%.

Diante disso, muitas pessoas físicas e jurídicas estão buscando a energia solar para reduzir as despesas com a conta de luz fornecida pelas distribuidoras. A estimativa é de diminuição de até 95% nas despesas com energia elétrica para quem opta pela placa solar. Da mesma forma que mais brasileiros querem essa energia alternativa, cresce também a busca por seguro para os equipamentos solares, que cobre danos materiais e acidentes com causas externas.

“Mesmo no pós-pandemia, o home office tem crescido cerca de 30%. Consequentemente, a energia ficou cada vez mais cara, o que tornou a opção de um sistema fotovoltaico mais vantajoso a longo prazo”, avalia Jarbas Medeiros, diretor executivo de ramos elementares da Porto Seguro.

O que é?

O seguro para painéis solares tem a finalidade de cobrir os equipamentos e placas solares em casos de incêndio, roubo e furto ou fenômenos naturais. Pode ser residencial, comercial ou para fazendas solares.

“A energia solar vem crescendo no país e é importante que a proteção a esses equipamentos acompanhe essa tendência. Por serem aparelhos que exigem investimentos robustos, é fundamental que, no momento da compra, sejam avaliadas as vantagens e os benefícios que o seguro desses equipamentos tem a agregar para o segurado”, comenta Igor Di Beo, vice-presidente técnico da HDI Seguros.

“Vale destacar que os eventos de roubo e furtos simples [envolvendo placas solares] têm se tornado mais frequentes e que em ambos os produtos [engenharia e operações] esta cobertura encontra-se disponível para contratação”, diz Sandro Povegliano, diretor de property e riscos de engenharia da EZZE Seguros.

Leia o texto completo no portal do Infomoney, na vertical Seguros, escrito pela jornalista Gilmara Santos.

OAB-SP cria página para agrupar aulas do Programa de Formação em Seguro

A Comissão Especial de Direito do Seguro e Resseguro da OAB/SP, presidida por Ernesto Tzirulnik, organizou uma página com as aulas ministradas on-line, sem custo algum, do Programa de Formação em Direito do Seguro, coordenado por Walter Polido e que contou com o engajamento de diversos membros da Comissão. São mais de 21 temas debatidos.

Quem tiver interesse, encontrará material farto sobre os principais debates que envolvem jurídico e seguros. A Comissão conta hoje com mais de 100 membros. Duas mulheres como vice-presidentes Juliana Lopes Decausseau Machado e Inaê Siqueira de Oliveira. Luiza Bartolo é a secretária que organiza tudo.

Os colaboradores e consultores têm como norte de atuação proporcionar a melhor compreensão do direito do seguro e resseguro por todos os advogados inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil, notadamente a advocacia paulista, o público assistido pela OAB e a sociedade em geral.

Os trabalhos estão divididos em subgrupos, coordenados por Carlos S. Leal de Carvalho; Gustavo de Medeiros Melo; Nei Vieira Prado Filho; Raíssa Livalati Barbosa Abbas Campelo; Walter Polido e Wolf Ejzenberg.

A Comissão está organizando a retomada do Programa, ainda neste semestre, com expectativa de início das aulas em maio, sobre novos e variados temas.

Aconseg-SP é a primeira associação a firmar uma parceria de educação continuada com a ENS

Fonte: Aconseg-SP

A Aconseg-SP e a Escola de Negócios e Seguros (ENS) selaram, em 4 de abril, uma parceria inédita no mercado de seguros. Com a ação, que consiste em oferecer bolsas de estudos para a qualificação dos profissionais que atuam nas assessorias em seguros, a Aconseg-SP é a primeira associação em todo o Brasil a firmar uma parceria de educação continuada com a ENS.

Com a parceria, as assessorias em seguros oferecerão bolsas de estudos ao seus colaboradores em cursos livres, que vão de técnicas de vendas de produtos específicos a marketing digital e mídias sociais. 

A trilha dos cursos livres será customizada e já está sendo formatada por Rodrigo Matos, superintendente da Regional São Paulo, e Valéria Graciano, coordenadora de Ensino Técnico da ENS.

A primeira turma está prevista para a segunda quinzena de maio deste ano. 

Segundo Helio Opipari Junior, presidente da Aconseg-SP, a iniciativa tem como propósito aprimorar o conhecimento dos colaboradores das assessorias para melhor auxiliar os corretores no atendimento a um consumidor cada vez mais exigente.

“A parceria com a ENS é um sonho antigo – do período da gestão de Marcos Colantonio, atual presidente do Conselho -, que está sendo realizado. Acreditamos no conhecimento e na qualificação como base para o crescimento. O momento vivido pelas assessorias favorece muito a entrada em um projeto importante como esse. Temos 720 colaboradores e 18 mil corretores, ou seja, um universo enorme para trabalhar”, destaca Opipari Junior.

“Agradecemos a oportunidade de a Escola estar junto da Aconseg-SP e, evidentemente, de todas as assessorias. O mote da Escola não é engessar, mas sim dar acesso à educação. Queremos trazer para o mercado algo que vai fazer a diferença na vida dos profissionais. As consequências serão produtividade, venda e conquista de novos segurados. Tudo isso passa pela educação”, comenta Rodrigo Matos.

Opipari Junior lembra que, no passado, quando a diretoria da Aconseg-SP pensou em promover capacitação para seus colaboradores e corretores parceiros, defendeu a importância de se aliar à ENS. “A Escola é nota máxima no MEC e oferece em seu portfólio mais de 300 cursos. Estamos fazendo um upgrade muito grande ao nos aliarmos à ENS para oferecer mais capacitação aos nossos colaboradores”, comemora o presidente.

Cultura do seguro

Inclusive, sob a ótica da educação, a iniciativa vai ao encontro do que preconiza o Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS) apresentado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) em março.
“A Aconseg-SP é a entidade que está liderando a qualificação que vai ao encontro do PDMS apresentado pela CNseg, cuja matriz é divulgar, de forma ampla, a cultura do seguro para o brasileiro. A partir do momento que a CNseg lidera o incentivo para que todos os brasileiros tenham o seu seguro, precisamos ter equipes capacitadas para atender a esse segurado”, explica Matos sobre a importância da iniciativa da associação.

Ruptura do segurês

Hoje, os cursos livres da Escola que têm a temática técnicas e abordagens de vendas já trabalham uma linguagem simples de comunicação com o segurado.
“Atualmente, já estamos trabalhando a ‘disruptura’ do segurês com os nossos professores. Eles já trabalham com casos práticos para que a pessoa entenda a contextualização sem entrar em palavras difíceis que a grande maioria desconhece”, comenta Valéria.
“O segurês é tratado de forma objetiva nos cursos livres de Técnicas de Vendas. Embora o corretor tenha a necessidade de entender o segurês, a Técnica de Venda já tem uma comunicação para o segurado”, acrescenta Matos.

Corretora Alper fecha parceria e estreia em consórcio

Fonte: Alper

A Alper Consultoria de Seguros fechou parceria com a Unifisa Administradora de Consórcio, especialista no segmento, e lançou a Alper Consórcio. A nova empresa já nasce com uma grande expertise e atuando em áreas estratégicas, como: consórcio de imóveis, autos, caminhões, aeronaves, náuticos, offroad, instrumentos musicais entre outros. 

A Unifisa tem mais de 27 anos de atuação no segmento de consórcios e tornou-se uma das mais versáteis do mercado, disponibilizando um portfólio diversificado de planos, além de oferecer soluções customizadas para necessidades específicas de seus clientes.

De acordo com o vice-presidente de Auto/Frota da Alper, Antonio Azevedo, essa parceria é mais um passo no objetivo da companhia de se tornar cada vez mais uma empresa de multicanais. “Faltava para nós um produto financeiro de grande relevância no mercado, voltado para a aquisição de bens móveis e imóveis. Fomos para o mercado e identificamos a Unifisa, uma empresa com excelentes níveis de compliance, com um portfólio de todos os produtos disponíveis para comercialização, concluímos a parceria e, agora, estamos trabalhando no modelo White Label, usando nossa marca Alper Consórcio, junto com a expertise da Unifisa”, explica.

Esta parceria alinha um time de alta performance com o que há de melhor em suporte e serviços para consórcio.  Com um amplo portfólio de produtos em diferentes segmentos, a Alper Consórcio passa a contar com uma solução completa, segura e inteligente no segmento de consórcios. 

“Em nossa estratégia de expansão, ter um parceiro como a Alper nos traz mais tranquilidade em concretizar nossos objetivos. Além de estarmos alinhados como empresas no propósito de transformar vidas e impulsionar negócios. A Unifisa sempre se manteve na vanguarda do setor, seja pela sua eficiente gestão ou pelo seu espírito inovador”, afirma Luiz Savian, sócio-diretor da Unifisa Administradora de Consórcio

Assim como a Alper, a Unifisa investe continuamente em áreas fundamentais, como tecnologia, gestão da informação, desenvolvimento de produtos exclusivos e treinamento profissional. 

Azevedo ressalta ainda que a expectativa é grande para o segmento. Ele lembra, por exemplo, que a taxa básica de juros, a Selic, está em 13,75% ao ano, o que acaba dificultando o acesso ao crédito para a aquisição de bens móveis e imóveis e, neste sentido, o consórcio acaba sendo uma alternativa. 

Segundo dados da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC), no ano passado foram cerca de 4 milhões de adesões aos mais diversos tipos de planos oferecidos. Passando da marca de R$ 252 bilhões em créditos, o produto se mantém em alta prospectando excelentes expectativas para 2023.

Podcast: Tatiana Cerezer, da Mapfre, entrevista Denise Bueno

PODcast denise bueno

Obrigada Tati Cerezer pela oportunidade! Muito bom ser entrevistada por você! Quem quiser ouvir ou assistir, basta clicar abaixo ou no link do YouTube.