Seguros SURA registra crescimento em Minas Gerais e no Centro-Oeste

Fonte: Seguros Sura

A Seguros SURA está apostando no estado de Minas Gerais e na região do Centro-Oeste do Brasil, regiões em que tem registrado resultados na venda de seguros voltados para mobilidade e no produto Auto Único. “Nossos números vem acompanhando o crescimento nas regiões, com a estratégia de regionalização da SURA, estamos conectando diversos perfis diferentes de clientes e obtendo ótimos resultados, e isso é o fruto da nossa tática em sempre estar perto dos nossos parceiros, corretores e clientes”, afirma Daniel de Assis, diretor regional Centro Norte da companhia.

Segundo o estudo do Banco Central, a região Centro-Oeste expandiu economicamente 5,9%, liderando pelo segundo ano consecutivo a alta da atividade econômica do país. Já Minas Gerais, representou 9,3% da produção brasileira, com setor de serviços como principal alavanca, registrando a maior participação no PIB brasileiro em 2022, segundo o relatório da Fundação João Pinheiro (FJP), instituição de pesquisa e ensino, do Governo do Estado de Minas Gerais.

O Auto Único é um seguro desenvolvido especialmente para veículos com valores a partir de R$ 220 mil reais, que além de todas as coberturas básicas que um seguro automóvel convencional possui, oferece diferenciais exclusivos como a garantia automática para veículos 0km de todas as marcas, pelo período de 10 dias corridos, adquirido pelo segurado durante a vigência da apólice e a cobertura automática de 1% do valor do veículo para gastos de locomoção em caso de sinistro.

Outro diferencial do Auto Único, é a assessoria de gerenciamento de crise e danos à imagem social na ocorrência de sinistros de danos corporais. Esses diferenciais aliados a estratégia de regionalização da SURA asseguram os números de crescimento.

Além do Auto Único, outro produto com crescimento expressivo nas localidades é o Bici SURA, a modalidade de seguro possui coberturas para bicicletas urbanas, fixas, roads, mountain bikes convencionais e elétricas, novas ou usadas. O seguro oferece proteção contra danos acidentais; furtos ou roubos; a subtração durante a pedalada e nos locais em que o segurado resida ou esteja hospedado, além dos lugares de guarda (estacionamento/bicicletários) ou destinados à manutenção (bike shops ou oficinas). Além de outras coberturas que poderão ser contratadas, por exemplo, para os seus acessórios de pedalada.

O executivo destaca que o crescimento nos números de apólice é resultado da personalização dos produtos e da parceria com os corretores, ressaltando a importância da regionalização da empresa. “Uma vez que estamos presentes no dia a dia do corretor, ele passa a entender melhor os diferenciais dos produtos, ganhando mais confiança na hora da comercialização, acreditamos que essa parceria entre a SURA e os corretores nas regiões só tem a crescer e trazer mais benefícios a todos”, comenta Daniel de Assis.

CNseg apresenta agenda institucional do setor em Brasília nesta 4a. feira

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A CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) fará o lançamento da “Agenda institucional para parlamentares e autoridades públicas”, em Brasília, nesta 4ª feira, 12. O documento terá informações sobre a contribuição do setor para o desenvolvimento socioeconômico do país e para a ampliação da poupança nacional. A indústria de seguros representa, hoje, 6,6% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, e a projeção é ter uma participação de 10% até 2030. O encontro para convidados será a partir das 19h.

A agenda institucional tratará sobre ações para melhoria do ambiente regulatório e pautas legislativas prioritárias para o setor, com temas como relações de consumo, ASG (ambiental, social e governança), seguro de catástrofes, DPVAT, seguros de pessoas e previdência como instrumentos de garantia e novo Marco Regulatório da Saúde Suplementar.

De acordo com o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, a entidade acompanha 5.500 projetos de lei e propostas de emenda à Constituição, que podem ter impacto na indústria de seguros.

Segundo a CNseg, são proposições que sugerem alterações legislativas e novas regras para o setor, que tem importância histórica na economia nacional. Quanto mais amplo e urgente for o debate sobre a legislação do setor, mais protegidos estarão os cidadãos, as empresas e os governos federal, estaduais e municipais.

Os tópicos da agenda institucional fazem parte do PDMS (Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização), divulgado pela Confederação em março de 2023. No programa, a entidade propõe iniciativas para o desenvolvimento do setor.

O objetivo geral é aumentar a parcela da população atendida pelos diversos produtos do mercado de seguros, previdência aberta, saúde suplementar e capitalização em 20% e elevar o pagamento de indenizações, benefícios, sorteios, resgates e despesas médicas e odontológicas dos atuais 4,6% para 6,5% do PIB nacional em 7 anos.

Vendas avançam em janeiro

O mercado segurador teve avanço de 19,7% em arrecadação, com um total de R$ 31,2 bilhões, e em pagamento de indenizações, resgates, benefícios e sorteios, o crescimento foi de 1,5%, somando R$ 20,4 bilhões. Os dados, que desconsideram DPVAT e Saúde Suplementar, compõem levantamento realizado pela CNseg referente ao comportamento da indústria de seguros em janeiro de 2023 em comparação com mesmo período de 2022.

No mês, evidencia-se a evolução na procura pelo seguro Rural, com 35,3%; Automóvel, com 28,7%; Crédito e Garantia, com 28,2%; e Planos de Acumulação em Coberturas de Pessoas, com 20,8%. Este último também foi destaque em retorno para a sociedade, sendo responsável por mais da metade de todo valor pago pelo setor em janeiro de 2023, com R$ 11,9 bilhões em resgates e benefícios, montante 17,6% superior a janeiro do ano passado.

Os Planos de Acumulação em Coberturas de Pessoas, mais conhecidos como Planos de Previdência Complementar, têm como objetivo a formação de reserva, capitalizada, para recebimento futuro, inclusive, sob a forma de renda. Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, eles representam uma importante proteção social ao longo de todo o ciclo de vida do cliente. “Além de prover renda de caráter previdenciário, admitem a possibilidade de o participante resgatar a reserva acumulada, destinando-a conforme a sua necessidade como, por exemplo, complemento da renda, ou para a realização de projetos pessoais futuros”, disse o executivo.

Dos Planos de Previdência Complementar, os produtos mais conhecidos são o PGBL e o VGBL. A Família VGBL, responsável por 94% da arrecadação, avançou 21,1% em termos de demanda na comparação com janeiro de 2022, com uma captação de R$ 12,9 bilhões. Em relação aos resgates e benefícios, o montante pago foi de R$ 10,2 bilhões em janeiro, 21,9% a mais do que no mesmo mês em 2022. Já a Família PGBL, em janeiro de 2023, arrecadou R$ 786,7 milhões, montante 16,8% superior ao de 2022, e retornou aos seus clientes R$ 1,7 bilhões, um pouco abaixo do que foi pago no mesmo mês do ano passado.

As abelhas que renderam uma indenização de R$ 100 milhões

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Fonte: InfoMoney

R$ 100 milhões. Esse foi o valor recebido pelo CEO de uma empresa como indenização pelas perdas seguradas causadas por um incêndio em um de seus galpões de armazenamento. Apesar de receber o valor correto do seguro contratado, ele saiu chateado e decepcionado da negociação que durou mais de oito meses para a regulação do “sinistro”, termo usado pela seguradora para se referir ao acidente.

Foi um grande transtorno para a empresa, contam alguns dos envolvidos. Desde a poluição gerada pela fumaça do incêndio até as reuniões com o prefeito que pedia urgência na retomada da produção diante do impacto econômico e social que o grupo empresarial tem para a cidade.

Apesar da tristeza de um acidente, gosto de saber como ele aconteceu. A premissa de que o diabo mora nos detalhes é verdadeira neste caso. O “enorme sinistro” teve como ponto de partida um pequeno ser vivo: as abelhas.

Um funcionário, pronto para deixar o turno de trabalho, viu uma colmeia no telhado de um dos pontos de estoque. Pegou um jornal velho e ateou fogo. Acreditou que a fumaça espantasse as abelhas. Quando viu que elas se espalharam, jogou o jornal no chão, pisoteou para apagar a brasa e saiu.

Só que o fogo não apagou. Pelo contrário. Devorou uma área inteira do armazém.

Acidentes acontecem, seguro existe para mitigar riscos e pagar indenizações. O foco desde artigo é a insatisfação do segurado. Entrevistei corretores e gestor de riscos para saber o que precisa melhorar no atendimento ao cliente empresarial.

Um processo de sinistro possui diversos atores: clientes, reguladores, peritos, seguradores e resseguradores. Portanto, diversas interações e trocas de documentos, informações e registros em sistemas distintos. Se isso não for bem-organizado, resultará em baixa eficiência e retrabalho em todo o processo de regulação e, por consequência, extensos prazos para a liquidação de sinistros.

Gestores de riscos têm várias #ficaadica para este tema. Priscila Madoenho, uma das facilitadoras do grupo de WhatsApp WIM, que reúne quase 150 clientes de seguradoras, afirma que saber antecipadamente quais tipos de documentos serão solicitados em caso de um acionamento do seguro é de extrema valia. “Isso ajuda a criar procedimentos e políticas internas fazendo com que demais departamentos da empresa estejam envolvidos e cientes do que será solicitado”, cita. “Um acordo de confidencialidade sempre ajuda, mas poucos fazem”, acrescenta.

O uso de API’s entre reguladores e corretores é uma das sugestões de uma das maiores corretoras do mundo, que também atua no Brasil. A adoção desta prática forneceria mais agilidade no levantamento dos valores a serem indenizados, além de trazer maior transparência ao cliente através de portais de sinistros onde podem controlar o processo desde sua notificação até a sua conclusão. Além das integrações, seguradores e reguladores devem inovar em seus processos de regulação como realizar avaliações remotas através de drones ou imagens por satélite além de se utilizar de telemetria para reduzir fraudes.

Marcio Ribeiro, corretor especializado na colocação de riscos facultativos, aqueles que são gigantes e complexos e por isso são divididos com diversas empresas, afirma que uma ação muito simples é deixar prenomeado as reguladoras que poderão atuar em nome de todos. “Pensa em um contrato que envolve o corretor de seguros, o cliente, várias seguradoras dividindo o risco, sendo cada qual em uma especialidade, com retenção em seus contratos automáticos e cada uma comprando capital facultativo de um extenso painel de resseguradores”, comenta.

Isso parece incomum, mas é o dia a dia de um programa de seguros corporativo. Segundo Ribeiro, o fato de ter vários envolvidos não é o problema. “O problema está na falta diálogo. No alinhamento das partes em benefício de todos. O maestro dessas várias bandas tocando juntas deveria ser o corretor de seguros. Quando eles buscarem entender melhor as necessidades e complexidades para uma integralização, poderão deixar de ser coadjuvante para serem protagonistas”.

Boa parte das empresas do setor de seguros está dedicada a encantar o cliente. Há um longo caminho ainda. Certamente esta jornada, seja cliente corporativo ou pessoa física, vai descomplicar o setor de seguros e, consequentemente, ajudá-lo a crescer e ser responsável por 10% do PIB em 2030 (hoje 6,4%), como prevê a CNseg, no Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS).

Preço do resseguro aumentou para todos, afirma relatório da Gallagher Re

Kent James Gallagher

Fonte: Artemis

Até mesmo os clientes mais favorecidos pagaram mais na renovação do programa de seguros recém-concluídas em 1º de abril de 2023, enquanto nenhuma região geográfica ficou imune à correção do preço de mercado, segundo o tradicional relatório da corretora de seguros Gallagher Re. “A disciplina de subscrição dos resseguradores não diminuiu, resultando em condições de mercado desafiadoras para os cedentes”, afirma em comunicado.

Citando “correções de preços variáveis, mas universais, elevando as taxas nas renovações de 1º de abril”, a Gallagher Re diz que nenhum comprador de resseguro evitou essa tendência de preços de mercado.

Os compradores enfrentaram desafios semelhantes aos vistos nas renovações de janeiro, com preços mais altos, mudanças nos termos e estruturas e, embora a capacidade tenha se mostrado adequada, as condições do mercado de renovação terão ramificações para as empresas cedentes.

“Nenhuma geografia em particular ficou imune às correções de preços que os resseguradores mantiveram durante as renovações de 1º de abril. Vimos um impacto de precificação aprimorado com base no desempenho do cliente individual e em suas relações com resseguradoras, mas mesmo os clientes mais favorecidos pagaram mais, com a disciplina da resseguradora sendo evidente em todo o mercado”, disse James Kent, CEO global da Gallagher Re.

“A capacidade era adequada para cobrir as exposições dos cedentes, mas as renovações de abril são um parâmetro inadequado para a relação geral de oferta e demanda do mercado, pois é fortemente ponderada em relação às exposições japonesas, que são significativamente mais baixas do que as exposições máximas dos EUA. Mas certamente não vimos nenhuma nova capacidade significativa ou qualquer outra indicação de que as resseguradoras estão preparadas para ceder seu território de preços duramente conquistado”.

Segundo ele, a combinação de perdas por catástrofes e perdas de investimento marcadas para o mercado em 2022 significa que as resseguradoras continuarão a persuadir o mercado a taxas que ajudarão os retornos a exceder o custo de capital.

O capital ainda está restrito, disseram eles, com a nova capacidade limitada, mas mesmo que o equilíbrio entre oferta e demanda permaneça equilibrado, ele se mostrou adequado para cobrir as exposições dos compradores.

O Japão talvez tenha visto o melhor das renovações com relacionamentos de ressegurador de longo prazo, bem como melhorias na subscrição primária, gerando um melhor alinhamento das expectativas do cliente e do ressegurador, disse o corretor.

As maiores empresas de seguros do mundo

As maiores empresas de seguros do mundo possuem uma capitalização de mercado combinada de US$ 3,2 trilhões, o que indica quanto elas valem com base no mercado de ações. Também chamada de valor de mercado, essa métrica costuma ser usada para determinar o tamanho de uma empresa e comparar seu desempenho financeiro com outras empresas.

Neste artigo, a Insurance Business classifica as 20 maiores seguradoras do mundo com base no valor de mercado. Essas empresas respondem por quase dois terços, ou cerca de US$ 1,93 trilhão, do valor global, em 2022.

Saiba quem são as 20 maiores companhias de seguros do mundo por valor de mercado. Temos aqui 17 seguradoras, 1 resseguradora e 2 corretoras de seguros:

Seguro para equipamentos médicos? A seguradora HDI tem

A HDI Seguros aproveita o dia mundial da Saúde, criado pela OMS, para reforçar sua atuação com o RD Equipamentos, garantindo a proteção de diversos aparelhos, dentre eles, equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos. Este seguro garante a cobertura de danos causados aos aparelhos utilizados em hospitais, consultórios médicos e também consultórios odontológicos. A contratação pode ser feita por pessoa física ou jurídica.

“O Brasil tem um amplo potencial no segmento da saúde para auxiliar na proteção dos equipamentos utilizados diariamente em hospitais, por exemplo, para a realização de cirurgias e exames. São equipamentos de altíssimo custo, por isso é essencial analisar a relação custo-benefício para garantir a segurança dos equipamentos em situações de danos”, explica Igor Di Beo, vice-presidente técnico da HDI Seguros.

Além das coberturas básicas, é possível adquirir as coberturas adicionais no RD Equipamentos, levando em conta a proteção no cotidiano, contra danos elétricos e roubo de bens.

SulAmérica reforça linha Odonto PME e Empresarial

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica apresenta os novos planos e características da linha Odonto PME, PME Mais e Empresarial. Com condições diferenciadas por grupo de vidas, com planos PME, de 2 a 29 vidas, a partir de R$19,90/pessoa, e para grupos de 30 a 99 vidas, a partir de R$16,90/pessoa, no PME +, o portfólio conta com diferentes produtos, oferecendo uma ampla linha de benefícios como restaurações, limpeza, extração, tratamentos, cirurgias, além de clareamento convencional, documentação ortodôntica, ortodontia completa e, no Plano Premium, Implante e Clareamento a Laser como diferenciais. 

“Oferecer as melhores oportunidades em planos odontológicos para nossos parceiros é fundamental para a companhia seguir com o objetivo de levar saúde para cada vez mais pessoas. Estamos em busca de aprimoramento, sempre entendendo as necessidades de cada segmento e oferecendo as melhores soluções de negócios”, pontua comenta Juliana Caligiuri, vice-presidente comercial da SulAmérica.

Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostram que o número de beneficiários exclusivos de Odonto cresceu cerca de 76% no período de 10 anos (entre 2011 e 2022), atualmente são mais de 30 milhões de pessoas com planos exclusivamente odontológicos no país.

“O plano odontológico é o terceiro benefício mais desejado entre colaboradores. E a SulAmérica traz para as empresas de todos os portes um portfólio amplo com vantagens e diferenciais”, comenta Solange Moretto, superintendente Comercial Odonto da SulAmérica. 

Atualmente, a seguradora conta com 2,1 milhões de beneficiários na carteira de Odonto, e a expectativa é crescer ainda mais. Por meio de planos que oferecem um custo-benefício para as empresas, o seguro odontológico viabiliza o acesso das pessoas a tratamentos específicos, sem que isso pese no orçamento. Além dos benefícios, os clientes contam também com Central de atendimento 24h, App SulAmérica Odonto, descontos de até 70% em farmácias (em medicamentos e itens de higiene pessoal), acesso ao Clube de descontos SulAMais e uma rede credenciada qualificada com abrangência nacional.

As novidades na linha de serviços de Odonto estão em linha com a proposta da companhia de entregar alta qualidade em seus serviços e mais acesso para seus beneficiários e beneficiárias.

IZA Seguros capta R$ 16 milhões 

A IZA Seguros anuncia a captação de sua terceira rodada de investimentos, no valor de R$16 milhões.  O aporte, realizado por um pool de investidores, será utilizado para acelerar o crescimento e a expansão do portfólio de produtos, que poderão ser adicionados ao plano de seguro. 

Com o valor, a IZA Seguros já soma R$ 34 milhões em rodadas de investimentos desde a sua fundação, em 2021, mostrando que a combinação entre tecnologias inovadoras para melhorar a eficiência do mercado de seguros e a personalização dos produtos para públicos que não tinham acesso a esse tipo de serviço desperta o interesse dos investidores nesse mercado. Atualmente, a seguradora digital possui mais de 250 mil vidas seguradas.  

“O ecossistema de startups cresceu a passos largos, fazendo barulho no mercado. No entanto, é imprescindível ter um modelo de negócio sustentável a longo prazo para conseguir se manter diante das intempéries do cenário econômico”, afirma Amanda Senedesi, co-fundadora & head Técnica e Financeira da IZA.

Segundo a executiva da IZA, os investidores estão mais cautelosos e seletivos na hora de escolher onde aportar capital. Para ela, o mercado segurador precisa ser flexível para se adaptar às demandas dos consumidores por produtos específicos. Empresas que percebem essas potencialidades no setor e possuem uma governança sólida ganham destaque entre os investidores, pois oferecem aos clientes experiências mais eficientes e personalizadas.

“O mercado de seguros no Brasil é extremamente regulado e sabemos que todos os investimentos que possuem riscos estão pausados. Vemos que estamos na contramão do mercado nesse ponto. É natural que os investidores procurem empresas que possuam modelos de negócio mais sólidos e uma equipe capaz de lidar com os desafios atuais e na IZA buscamos exatamente isso: manter o crescimento sólido e cada vez mais abrir espaço para novos recursos e produtos”, explica.

Prefeito do Rio estará na FIDES Rio 2023

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, se encontrou com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, nesta quarta-feira, 5 de abril, para convidá-lo a participar da FIDES Rio 2023, que acontecerá entre 24 e 26 de setembro, reunindo representantes do setor segurador de toda a América Latina.

Na ocasião, Dyogo lembrou ao prefeito que as principais empresas do setor segurador brasileiro nasceram no Rio de Janeiro e a Conferência da FIDES será uma importante oportunidade para atração de investimentos para a cidade.

De acordo com Eduardo Paes, que confirmou sua presença no evento, a reunião também foi uma boa oportunidade para discutir o desejo da CNseg de realizar parcerias para gerar mão de obra qualificada para o setor de seguros, em especial, dentro da área de tecnologia. Uma iniciativa que pode se somar a projetos da prefeitura em andamento, como o projeto “Programadores Cariocas”.

A Conferência da FIDES é organizado a cada dois anos pela Federação Interamericana de Empresas de Seguros, entidade sem fins lucrativos que agrega atualmente as associações de seguros privados de vinte países membros, tendo a CNseg entre as entidades fundadoras e representantes do Brasil.

JPMorgan revisa estimativas para IRB (IRBR3) e Qualicorp (QUAL3) após resultados do 4º trimestre

Fonte: InfoMoney

O JPMorgan atualizou suas estimativas de lucro para o ressegurador IRB Brasil (IRBR3) e para Qualicorp (QUAL3) após incorporar os resultados referentes ao quarto trimestre do ano passado.

O IRB anunciou prejuízo líquido de R$ 38,8 milhões no quarto trimestre de 2022, queda de 89,5% na comparação com o mesmo período de 2021.

Em seu release de resultados, a empresa explicou que o número foi impactado pelo resultado negativo de subscrição de R$ 152,8 milhões, parcialmente compensado pelo resultado financeiro positivo de R$ 153,0 milhões.

Com base nesses resultados, o banco americano optou por cortar em 80% a estimativa de lucro do IRB em 2023, para R$ 27 milhões, “principalmente devido ao menor crescimento de receita e melhoria mais lenta do que o esperado na taxa de perdas”, destaca. Para 2024, reduziu as estimativas de lucro em cerca de 50% para R$ 119 milhões, também como resultado de maiores sinistros.

De forma geral, analistas acreditam que recuperação está mais próxima agora e os múltiplos estão mais consistentes com a faixa justa estimada em torno do valor contábil, o que levou o banco a manter recomendação neutra para as ações do ressegurador, com novo preço-alvo de R$ 25, para refletir o recente grupamento de ações na proporção de 30 para 1.

O JPMorgan também revisou suas estimativas para Qualicorp para incorporar os resultados do 4T22, que “foram ruins, como esperado, (e contaminados), com a empresa registrando um lucro por ação (EPS, na sigla em inglês) ajustado de R$ 0,08, abaixo das expectativas do banco e do consenso”, diz relatório do JPMorgan.

Em geral, devido à deterioração dos resultados operacionais de curto prazo e despesas financeiras mais altas, o banco cortou a estimativa de EPS para este ano em 33%, para R$ 0,30/ação e em 1 centavo para R$ 0,50 por ação em 2024.

No entanto, o banco disse que não mudou suas expectativas de médio e longo prazo para a Qualicorp e mantém recomendação neutra e preço-alvo para dezembro de 2023 de R$ 5.

Em termos de operação, o JPMorgan destaca que a Qualicorp possui uma nova estratégia de crescimento que consiste em 1) afastar-se de altos volumes de adições brutas, especialmente planos de menor valor, enquanto 2) direciona planos de classe média a alta, que são os que apresentam menor churn.

“A nova estratégia de crescimento da Qualicorp deve impulsionar a geração de fluxo de caixa livre enquanto traz mais resiliência aos resultados de longo prazo”, explicam analistas. “Por outro lado, no curto prazo, a empresa deve ver uma potencial queda em sua base de membros, limitando a visibilidade do crescimento real, enquanto os níveis de rentabilidade devem ser estruturalmente mais baixos do que no passado.”

Na avaliação do JPMorgan, a empresa está bem posicionada para capturar a rápida mudança para uma população mais velha no Brasil, capturando uma população que normalmente perde benefícios de saúde quando se aposenta.

Por fim, analistas veem a Qualicorp com um ritmo de crescimento de receita de 1% nos próximos cinco anos, o que, na opinião deles, sustenta sua avaliação descontada.