As abelhas que renderam uma indenização de R$ 100 milhões

denise bueno infomoney

Fonte: InfoMoney

R$ 100 milhões. Esse foi o valor recebido pelo CEO de uma empresa como indenização pelas perdas seguradas causadas por um incêndio em um de seus galpões de armazenamento. Apesar de receber o valor correto do seguro contratado, ele saiu chateado e decepcionado da negociação que durou mais de oito meses para a regulação do “sinistro”, termo usado pela seguradora para se referir ao acidente.

Foi um grande transtorno para a empresa, contam alguns dos envolvidos. Desde a poluição gerada pela fumaça do incêndio até as reuniões com o prefeito que pedia urgência na retomada da produção diante do impacto econômico e social que o grupo empresarial tem para a cidade.

Apesar da tristeza de um acidente, gosto de saber como ele aconteceu. A premissa de que o diabo mora nos detalhes é verdadeira neste caso. O “enorme sinistro” teve como ponto de partida um pequeno ser vivo: as abelhas.

Um funcionário, pronto para deixar o turno de trabalho, viu uma colmeia no telhado de um dos pontos de estoque. Pegou um jornal velho e ateou fogo. Acreditou que a fumaça espantasse as abelhas. Quando viu que elas se espalharam, jogou o jornal no chão, pisoteou para apagar a brasa e saiu.

Só que o fogo não apagou. Pelo contrário. Devorou uma área inteira do armazém.

Acidentes acontecem, seguro existe para mitigar riscos e pagar indenizações. O foco desde artigo é a insatisfação do segurado. Entrevistei corretores e gestor de riscos para saber o que precisa melhorar no atendimento ao cliente empresarial.

Um processo de sinistro possui diversos atores: clientes, reguladores, peritos, seguradores e resseguradores. Portanto, diversas interações e trocas de documentos, informações e registros em sistemas distintos. Se isso não for bem-organizado, resultará em baixa eficiência e retrabalho em todo o processo de regulação e, por consequência, extensos prazos para a liquidação de sinistros.

Gestores de riscos têm várias #ficaadica para este tema. Priscila Madoenho, uma das facilitadoras do grupo de WhatsApp WIM, que reúne quase 150 clientes de seguradoras, afirma que saber antecipadamente quais tipos de documentos serão solicitados em caso de um acionamento do seguro é de extrema valia. “Isso ajuda a criar procedimentos e políticas internas fazendo com que demais departamentos da empresa estejam envolvidos e cientes do que será solicitado”, cita. “Um acordo de confidencialidade sempre ajuda, mas poucos fazem”, acrescenta.

O uso de API’s entre reguladores e corretores é uma das sugestões de uma das maiores corretoras do mundo, que também atua no Brasil. A adoção desta prática forneceria mais agilidade no levantamento dos valores a serem indenizados, além de trazer maior transparência ao cliente através de portais de sinistros onde podem controlar o processo desde sua notificação até a sua conclusão. Além das integrações, seguradores e reguladores devem inovar em seus processos de regulação como realizar avaliações remotas através de drones ou imagens por satélite além de se utilizar de telemetria para reduzir fraudes.

Marcio Ribeiro, corretor especializado na colocação de riscos facultativos, aqueles que são gigantes e complexos e por isso são divididos com diversas empresas, afirma que uma ação muito simples é deixar prenomeado as reguladoras que poderão atuar em nome de todos. “Pensa em um contrato que envolve o corretor de seguros, o cliente, várias seguradoras dividindo o risco, sendo cada qual em uma especialidade, com retenção em seus contratos automáticos e cada uma comprando capital facultativo de um extenso painel de resseguradores”, comenta.

Isso parece incomum, mas é o dia a dia de um programa de seguros corporativo. Segundo Ribeiro, o fato de ter vários envolvidos não é o problema. “O problema está na falta diálogo. No alinhamento das partes em benefício de todos. O maestro dessas várias bandas tocando juntas deveria ser o corretor de seguros. Quando eles buscarem entender melhor as necessidades e complexidades para uma integralização, poderão deixar de ser coadjuvante para serem protagonistas”.

Boa parte das empresas do setor de seguros está dedicada a encantar o cliente. Há um longo caminho ainda. Certamente esta jornada, seja cliente corporativo ou pessoa física, vai descomplicar o setor de seguros e, consequentemente, ajudá-lo a crescer e ser responsável por 10% do PIB em 2030 (hoje 6,4%), como prevê a CNseg, no Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS).

Preço do resseguro aumentou para todos, afirma relatório da Gallagher Re

Kent James Gallagher

Fonte: Artemis

Até mesmo os clientes mais favorecidos pagaram mais na renovação do programa de seguros recém-concluídas em 1º de abril de 2023, enquanto nenhuma região geográfica ficou imune à correção do preço de mercado, segundo o tradicional relatório da corretora de seguros Gallagher Re. “A disciplina de subscrição dos resseguradores não diminuiu, resultando em condições de mercado desafiadoras para os cedentes”, afirma em comunicado.

Citando “correções de preços variáveis, mas universais, elevando as taxas nas renovações de 1º de abril”, a Gallagher Re diz que nenhum comprador de resseguro evitou essa tendência de preços de mercado.

Os compradores enfrentaram desafios semelhantes aos vistos nas renovações de janeiro, com preços mais altos, mudanças nos termos e estruturas e, embora a capacidade tenha se mostrado adequada, as condições do mercado de renovação terão ramificações para as empresas cedentes.

“Nenhuma geografia em particular ficou imune às correções de preços que os resseguradores mantiveram durante as renovações de 1º de abril. Vimos um impacto de precificação aprimorado com base no desempenho do cliente individual e em suas relações com resseguradoras, mas mesmo os clientes mais favorecidos pagaram mais, com a disciplina da resseguradora sendo evidente em todo o mercado”, disse James Kent, CEO global da Gallagher Re.

“A capacidade era adequada para cobrir as exposições dos cedentes, mas as renovações de abril são um parâmetro inadequado para a relação geral de oferta e demanda do mercado, pois é fortemente ponderada em relação às exposições japonesas, que são significativamente mais baixas do que as exposições máximas dos EUA. Mas certamente não vimos nenhuma nova capacidade significativa ou qualquer outra indicação de que as resseguradoras estão preparadas para ceder seu território de preços duramente conquistado”.

Segundo ele, a combinação de perdas por catástrofes e perdas de investimento marcadas para o mercado em 2022 significa que as resseguradoras continuarão a persuadir o mercado a taxas que ajudarão os retornos a exceder o custo de capital.

O capital ainda está restrito, disseram eles, com a nova capacidade limitada, mas mesmo que o equilíbrio entre oferta e demanda permaneça equilibrado, ele se mostrou adequado para cobrir as exposições dos compradores.

O Japão talvez tenha visto o melhor das renovações com relacionamentos de ressegurador de longo prazo, bem como melhorias na subscrição primária, gerando um melhor alinhamento das expectativas do cliente e do ressegurador, disse o corretor.

As maiores empresas de seguros do mundo

As maiores empresas de seguros do mundo possuem uma capitalização de mercado combinada de US$ 3,2 trilhões, o que indica quanto elas valem com base no mercado de ações. Também chamada de valor de mercado, essa métrica costuma ser usada para determinar o tamanho de uma empresa e comparar seu desempenho financeiro com outras empresas.

Neste artigo, a Insurance Business classifica as 20 maiores seguradoras do mundo com base no valor de mercado. Essas empresas respondem por quase dois terços, ou cerca de US$ 1,93 trilhão, do valor global, em 2022.

Saiba quem são as 20 maiores companhias de seguros do mundo por valor de mercado. Temos aqui 17 seguradoras, 1 resseguradora e 2 corretoras de seguros:

Seguro para equipamentos médicos? A seguradora HDI tem

A HDI Seguros aproveita o dia mundial da Saúde, criado pela OMS, para reforçar sua atuação com o RD Equipamentos, garantindo a proteção de diversos aparelhos, dentre eles, equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos. Este seguro garante a cobertura de danos causados aos aparelhos utilizados em hospitais, consultórios médicos e também consultórios odontológicos. A contratação pode ser feita por pessoa física ou jurídica.

“O Brasil tem um amplo potencial no segmento da saúde para auxiliar na proteção dos equipamentos utilizados diariamente em hospitais, por exemplo, para a realização de cirurgias e exames. São equipamentos de altíssimo custo, por isso é essencial analisar a relação custo-benefício para garantir a segurança dos equipamentos em situações de danos”, explica Igor Di Beo, vice-presidente técnico da HDI Seguros.

Além das coberturas básicas, é possível adquirir as coberturas adicionais no RD Equipamentos, levando em conta a proteção no cotidiano, contra danos elétricos e roubo de bens.

SulAmérica reforça linha Odonto PME e Empresarial

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica apresenta os novos planos e características da linha Odonto PME, PME Mais e Empresarial. Com condições diferenciadas por grupo de vidas, com planos PME, de 2 a 29 vidas, a partir de R$19,90/pessoa, e para grupos de 30 a 99 vidas, a partir de R$16,90/pessoa, no PME +, o portfólio conta com diferentes produtos, oferecendo uma ampla linha de benefícios como restaurações, limpeza, extração, tratamentos, cirurgias, além de clareamento convencional, documentação ortodôntica, ortodontia completa e, no Plano Premium, Implante e Clareamento a Laser como diferenciais. 

“Oferecer as melhores oportunidades em planos odontológicos para nossos parceiros é fundamental para a companhia seguir com o objetivo de levar saúde para cada vez mais pessoas. Estamos em busca de aprimoramento, sempre entendendo as necessidades de cada segmento e oferecendo as melhores soluções de negócios”, pontua comenta Juliana Caligiuri, vice-presidente comercial da SulAmérica.

Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostram que o número de beneficiários exclusivos de Odonto cresceu cerca de 76% no período de 10 anos (entre 2011 e 2022), atualmente são mais de 30 milhões de pessoas com planos exclusivamente odontológicos no país.

“O plano odontológico é o terceiro benefício mais desejado entre colaboradores. E a SulAmérica traz para as empresas de todos os portes um portfólio amplo com vantagens e diferenciais”, comenta Solange Moretto, superintendente Comercial Odonto da SulAmérica. 

Atualmente, a seguradora conta com 2,1 milhões de beneficiários na carteira de Odonto, e a expectativa é crescer ainda mais. Por meio de planos que oferecem um custo-benefício para as empresas, o seguro odontológico viabiliza o acesso das pessoas a tratamentos específicos, sem que isso pese no orçamento. Além dos benefícios, os clientes contam também com Central de atendimento 24h, App SulAmérica Odonto, descontos de até 70% em farmácias (em medicamentos e itens de higiene pessoal), acesso ao Clube de descontos SulAMais e uma rede credenciada qualificada com abrangência nacional.

As novidades na linha de serviços de Odonto estão em linha com a proposta da companhia de entregar alta qualidade em seus serviços e mais acesso para seus beneficiários e beneficiárias.

IZA Seguros capta R$ 16 milhões 

A IZA Seguros anuncia a captação de sua terceira rodada de investimentos, no valor de R$16 milhões.  O aporte, realizado por um pool de investidores, será utilizado para acelerar o crescimento e a expansão do portfólio de produtos, que poderão ser adicionados ao plano de seguro. 

Com o valor, a IZA Seguros já soma R$ 34 milhões em rodadas de investimentos desde a sua fundação, em 2021, mostrando que a combinação entre tecnologias inovadoras para melhorar a eficiência do mercado de seguros e a personalização dos produtos para públicos que não tinham acesso a esse tipo de serviço desperta o interesse dos investidores nesse mercado. Atualmente, a seguradora digital possui mais de 250 mil vidas seguradas.  

“O ecossistema de startups cresceu a passos largos, fazendo barulho no mercado. No entanto, é imprescindível ter um modelo de negócio sustentável a longo prazo para conseguir se manter diante das intempéries do cenário econômico”, afirma Amanda Senedesi, co-fundadora & head Técnica e Financeira da IZA.

Segundo a executiva da IZA, os investidores estão mais cautelosos e seletivos na hora de escolher onde aportar capital. Para ela, o mercado segurador precisa ser flexível para se adaptar às demandas dos consumidores por produtos específicos. Empresas que percebem essas potencialidades no setor e possuem uma governança sólida ganham destaque entre os investidores, pois oferecem aos clientes experiências mais eficientes e personalizadas.

“O mercado de seguros no Brasil é extremamente regulado e sabemos que todos os investimentos que possuem riscos estão pausados. Vemos que estamos na contramão do mercado nesse ponto. É natural que os investidores procurem empresas que possuam modelos de negócio mais sólidos e uma equipe capaz de lidar com os desafios atuais e na IZA buscamos exatamente isso: manter o crescimento sólido e cada vez mais abrir espaço para novos recursos e produtos”, explica.

Prefeito do Rio estará na FIDES Rio 2023

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, se encontrou com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, nesta quarta-feira, 5 de abril, para convidá-lo a participar da FIDES Rio 2023, que acontecerá entre 24 e 26 de setembro, reunindo representantes do setor segurador de toda a América Latina.

Na ocasião, Dyogo lembrou ao prefeito que as principais empresas do setor segurador brasileiro nasceram no Rio de Janeiro e a Conferência da FIDES será uma importante oportunidade para atração de investimentos para a cidade.

De acordo com Eduardo Paes, que confirmou sua presença no evento, a reunião também foi uma boa oportunidade para discutir o desejo da CNseg de realizar parcerias para gerar mão de obra qualificada para o setor de seguros, em especial, dentro da área de tecnologia. Uma iniciativa que pode se somar a projetos da prefeitura em andamento, como o projeto “Programadores Cariocas”.

A Conferência da FIDES é organizado a cada dois anos pela Federação Interamericana de Empresas de Seguros, entidade sem fins lucrativos que agrega atualmente as associações de seguros privados de vinte países membros, tendo a CNseg entre as entidades fundadoras e representantes do Brasil.

JPMorgan revisa estimativas para IRB (IRBR3) e Qualicorp (QUAL3) após resultados do 4º trimestre

Fonte: InfoMoney

O JPMorgan atualizou suas estimativas de lucro para o ressegurador IRB Brasil (IRBR3) e para Qualicorp (QUAL3) após incorporar os resultados referentes ao quarto trimestre do ano passado.

O IRB anunciou prejuízo líquido de R$ 38,8 milhões no quarto trimestre de 2022, queda de 89,5% na comparação com o mesmo período de 2021.

Em seu release de resultados, a empresa explicou que o número foi impactado pelo resultado negativo de subscrição de R$ 152,8 milhões, parcialmente compensado pelo resultado financeiro positivo de R$ 153,0 milhões.

Com base nesses resultados, o banco americano optou por cortar em 80% a estimativa de lucro do IRB em 2023, para R$ 27 milhões, “principalmente devido ao menor crescimento de receita e melhoria mais lenta do que o esperado na taxa de perdas”, destaca. Para 2024, reduziu as estimativas de lucro em cerca de 50% para R$ 119 milhões, também como resultado de maiores sinistros.

De forma geral, analistas acreditam que recuperação está mais próxima agora e os múltiplos estão mais consistentes com a faixa justa estimada em torno do valor contábil, o que levou o banco a manter recomendação neutra para as ações do ressegurador, com novo preço-alvo de R$ 25, para refletir o recente grupamento de ações na proporção de 30 para 1.

O JPMorgan também revisou suas estimativas para Qualicorp para incorporar os resultados do 4T22, que “foram ruins, como esperado, (e contaminados), com a empresa registrando um lucro por ação (EPS, na sigla em inglês) ajustado de R$ 0,08, abaixo das expectativas do banco e do consenso”, diz relatório do JPMorgan.

Em geral, devido à deterioração dos resultados operacionais de curto prazo e despesas financeiras mais altas, o banco cortou a estimativa de EPS para este ano em 33%, para R$ 0,30/ação e em 1 centavo para R$ 0,50 por ação em 2024.

No entanto, o banco disse que não mudou suas expectativas de médio e longo prazo para a Qualicorp e mantém recomendação neutra e preço-alvo para dezembro de 2023 de R$ 5.

Em termos de operação, o JPMorgan destaca que a Qualicorp possui uma nova estratégia de crescimento que consiste em 1) afastar-se de altos volumes de adições brutas, especialmente planos de menor valor, enquanto 2) direciona planos de classe média a alta, que são os que apresentam menor churn.

“A nova estratégia de crescimento da Qualicorp deve impulsionar a geração de fluxo de caixa livre enquanto traz mais resiliência aos resultados de longo prazo”, explicam analistas. “Por outro lado, no curto prazo, a empresa deve ver uma potencial queda em sua base de membros, limitando a visibilidade do crescimento real, enquanto os níveis de rentabilidade devem ser estruturalmente mais baixos do que no passado.”

Na avaliação do JPMorgan, a empresa está bem posicionada para capturar a rápida mudança para uma população mais velha no Brasil, capturando uma população que normalmente perde benefícios de saúde quando se aposenta.

Por fim, analistas veem a Qualicorp com um ritmo de crescimento de receita de 1% nos próximos cinco anos, o que, na opinião deles, sustenta sua avaliação descontada.

Seguro protege painel solar de eventos climáticos, incêndio e roubo; veja preços e como contratar

Fonte: Gilmara Santos, InfoMoney

O preço da energia elétrica tem pesado no bolso dos brasileiros. Apesar de ter dado uma trégua no ano passado com a redução da carga tributária, a conta de luz acumula alta de 70% nos últimos oito anos (entre 2015 e 2022), conforme dados da Abraceel (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia). Para se ter uma ideia, no mesmo período, o IPCA, índice oficial de inflação, apresentou elevação de 58%.

Diante disso, muitas pessoas físicas e jurídicas estão buscando a energia solar para reduzir as despesas com a conta de luz fornecida pelas distribuidoras. A estimativa é de diminuição de até 95% nas despesas com energia elétrica para quem opta pela placa solar. Da mesma forma que mais brasileiros querem essa energia alternativa, cresce também a busca por seguro para os equipamentos solares, que cobre danos materiais e acidentes com causas externas.

“Mesmo no pós-pandemia, o home office tem crescido cerca de 30%. Consequentemente, a energia ficou cada vez mais cara, o que tornou a opção de um sistema fotovoltaico mais vantajoso a longo prazo”, avalia Jarbas Medeiros, diretor executivo de ramos elementares da Porto Seguro.

O que é?

O seguro para painéis solares tem a finalidade de cobrir os equipamentos e placas solares em casos de incêndio, roubo e furto ou fenômenos naturais. Pode ser residencial, comercial ou para fazendas solares.

“A energia solar vem crescendo no país e é importante que a proteção a esses equipamentos acompanhe essa tendência. Por serem aparelhos que exigem investimentos robustos, é fundamental que, no momento da compra, sejam avaliadas as vantagens e os benefícios que o seguro desses equipamentos tem a agregar para o segurado”, comenta Igor Di Beo, vice-presidente técnico da HDI Seguros.

“Vale destacar que os eventos de roubo e furtos simples [envolvendo placas solares] têm se tornado mais frequentes e que em ambos os produtos [engenharia e operações] esta cobertura encontra-se disponível para contratação”, diz Sandro Povegliano, diretor de property e riscos de engenharia da EZZE Seguros.

Leia o texto completo no portal do Infomoney, na vertical Seguros, escrito pela jornalista Gilmara Santos.

OAB-SP cria página para agrupar aulas do Programa de Formação em Seguro

A Comissão Especial de Direito do Seguro e Resseguro da OAB/SP, presidida por Ernesto Tzirulnik, organizou uma página com as aulas ministradas on-line, sem custo algum, do Programa de Formação em Direito do Seguro, coordenado por Walter Polido e que contou com o engajamento de diversos membros da Comissão. São mais de 21 temas debatidos.

Quem tiver interesse, encontrará material farto sobre os principais debates que envolvem jurídico e seguros. A Comissão conta hoje com mais de 100 membros. Duas mulheres como vice-presidentes Juliana Lopes Decausseau Machado e Inaê Siqueira de Oliveira. Luiza Bartolo é a secretária que organiza tudo.

Os colaboradores e consultores têm como norte de atuação proporcionar a melhor compreensão do direito do seguro e resseguro por todos os advogados inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil, notadamente a advocacia paulista, o público assistido pela OAB e a sociedade em geral.

Os trabalhos estão divididos em subgrupos, coordenados por Carlos S. Leal de Carvalho; Gustavo de Medeiros Melo; Nei Vieira Prado Filho; Raíssa Livalati Barbosa Abbas Campelo; Walter Polido e Wolf Ejzenberg.

A Comissão está organizando a retomada do Programa, ainda neste semestre, com expectativa de início das aulas em maio, sobre novos e variados temas.