Fabio Silva assume a superintendência de Property na Zurich 

Fabio Silva Zurich
Fabio Silva

Com o objetivo de reforçar sua proposta de valor para clientes e corretores, a Seguradora Zurich designou ao Fabio Silva, executivo com 14 anos na companhia, a superintendência de Property. O engenheiro, que possui MBA Gestão Estratégica e Econômica em Negócios pela FGV, já atua como Superintendente de Riscos de Engenharia na Zurich e assume a nova função em adição às suas responsabilidades atuais a partir de maio. 

Ambas as superintendências pelas quais Fabio está responsável estão na diretoria de Seguros Corporativos e Subscrição da Seguradora. Segundo o executivo, a mudança na estrutura, que unificará as duas áreas, segue uma tendência que já ocorre em outras companhias. 

“A ideia é criar maior sinergia entre os produtos voltados aos riscos de engenharia e aos riscos patrimoniais, visando ter uma visão mais global das necessidades dos corretores e dos clientes”, pontua Fabio.

SURA promove Road Show em todas as filiais do Brasil

Com o objetivo de estreitar o relacionamento com todos os corretores do Brasil e consolidar as suas estratégias regionais, a Seguros SURA promove o SURA Road Show em todas as filiais da companhia.

As regiões de Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte inauguram a agenda do encontro de corretores. Jorge Andrés, Presidente da Seguros SURA, Daniel Betancur, Vice-presidente de Negócios e Operações, Rodrigo Fujita, Diretor Técnico, José Henrique, Diretor Regional Sul e Daniel Assis, Diretor Regional Centro Norte, participaram dos eventos que contaram com mais de 100 participantes.

De acordo com Rodrigo Fujita, a rodada servirá para alinhar as estratégias, debater e criar soluções para aproximar ainda mais a SURA de seus parceiros. “O SURA Road Show foi criado para estreitar ainda mais a relação que temos com nossos corretores. Estamos posicionando a SURA regionalmente, o que nos permitirá entender as necessidades regionais e assim, entregar soluções de seguros que façam sentido aos nossos corretores e clientes.”, comenta.

Para José Henrique, Diretor Regional Sul da Seguros SURA, o encontro é de suma importância para as regiões, pois com uma estratégia assertiva, o crescimento da seguradora nas localidades será ainda mais potencializado: “Esse evento é de muita importância para os corretores e para a SURA, pois o nosso objetivo é crescer ainda mais nas localidades e com uma estratégia traçada juntamente com os nossos parceiros”, ressalta.

Jorge Andrés, presidente da SURA, também comentou sobre os encontros. “As primeiras rodadas de negócios foram um sucesso, conseguimos alinhar as táticas com os nossos corretores e apresentar as nossas soluções para os novos parceiros de negócio. Para os próximos meses iremos para outras filiais, essa é mais uma etapa do processo de regionalização que a SURA está realizando no Brasil” finaliza.

Cobertura para táxis da Azul Seguros abrange todo o Brasil com opção de lucros cessantes

Fonte: Porto

A Azul Seguros conta com um produto desenvolvido especialmente para taxistas, o Azul Auto Táxi, com cobertura contra roubo, furto, colisão, incêndio e danos causados a terceiros. Os motoristas contam com assistência 24 horas, com abrangência nacional, que inclui serviços como guincho, chaveiro e troca de pneus. Dentre as coberturas opcionais, o destaque é a de lucros cessantes, que garante o pagamento de diárias ao segurado como compensação pela perda de receita decorrente da paralisação do veículo em caso de sinistro. 

De acordo com a Confederação Nacional de Municípios, há no Brasil cerca de 600 mil taxistas – com estimativa de dois motoristas cadastrados por veículo para que o carro fique 24 horas em funcionamento. Ou seja, existe um número considerável de trabalhadores cujo sustento próprio e de suas famílias depende diretamente desta atividade, sendo, portanto, altamente necessário haver formas de apoio e segurança para esse ofício. 

Para além desse contexto, o seguro-táxi oferecido pela Azul Seguros é uma opção acessível e vantajosa para os profissionais que utilizam seus veículos como meio de trabalho e precisam garantir a segurança dos passageiros. Com uma ampla rede de parceiros e uma equipe especializada em atendimento ao cliente, a Azul Seguros oferece um serviço de qualidade e confiabilidade. 

Para Gilmar Pires, diretor executivo da Azul Seguros, contar com uma ampla oferta de soluções é essencial para que a apólice vá cada vez mais ao encontro das reais necessidades dos clientes. “O nosso papel é o de democratizar cada vez mais o acesso à proteção do patrimônio para todas as pessoas. Para quem trabalha dirigindo, a maior importância é que tenham cada vez menos preocupações no trânsito – seja com a parte mecânica do carro ou até mesmo com a segurança dos passageiros. Para isso, oferecemos o seguro ideal para que os taxistas possam usufruir os benefícios para desempenhar sua profissão com todo o cuidado necessário”, comenta Gilmar. 

Com agilidade e segurança, o Azul Auto Táxi proporciona facilidade de pagamentos e descontos. Para clientes que adquirem o cartão de crédito Porto Bank como forma de pagamento do seguro, a Azul oferece descontos na contratação e facilidade no parcelamento em até 12 vezes sem juros. Correntistas do banco Itaú também contam com descontos de 5% a 10% na aquisição do seguro. A contratação deve ser feita através dos nossos corretores parceiros. Os valores variam de acordo com o perfil do motorista, as características do veículo e a cobertura escolhida.

Como Seria Um Mundo Sem Seguro?

BRADESCO SAòDE / DIVULGA‚ÌONa foto o executivo Alexandre Nogueira, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Por Alexandre Nogueira, diretor de marketing do Grupo Bradesco Seguros

Há décadas, contratar um seguro é um ato de responsabilidade consigo e com a família. No entanto, embora dados oficiais da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) apontem que a demanda por seguros no Brasil cresceu acima de 10% em 2022, sabemos que ainda existe um potencial de crescimento significativo para o Setor.

Aproveitando que neste mês é celebrado o Dia do Seguro, e talvez essa seja a melhor oportunidade para refletir e falar sobre a sua importância para nossa sociedade, me propus a realizar um exercício para analisarmos como o mundo – possivelmente – se comportaria sem a existência deste produto tão importante para proteção de pessoas e negócios.

Seguindo as recentes transformações inovadoras de nosso mundo (diariamente são noticiadas mais de uma centena de notas sobre o tema), escolhi fazer uso da Inteligência Artificial em destaque, o ChatGPT, um modelo generativo de diálogos entre humanos e robôs treinados, para entender qual a visão de tal tecnologia sobre um mundo onde hipoteticamente não existisse qualquer produto ou serviço voltado a proteção de indivíduos, suas famílias e conquistas.

Abaixo, compartilho com vocês, na íntegra, a resposta que obtive durante nossa conversa:

“Se o seguro não existisse, as pessoas e empresas teriam que lidar com as consequências financeiras de possíveis perdas por conta própria. Isso poderia ser devastador para muitas pessoas, especialmente aquelas que não têm os recursos financeiros para lidar com perdas significativas. Sem o seguro, o risco financeiro seria muito maior e isso poderia afetar a forma como as pessoas tomam decisões em suas vidas pessoais e profissionais. Poderia ser mais difícil para as pessoas se sentirem seguras o suficiente para investirem em coisas como imóveis, carros e negócios, o que poderia limitar a economia como um todo.

“Em resumo, o mundo sem seguro seria um lugar muito mais arriscado e financeiramente instável, uma vez que o seguro desempenha um papel fundamental na proteção financeira das pessoas e empresas, e sua ausência teria consequências significativas para a estabilidade financeira e a segurança das pessoas”.

Confesso que, para mim, a resposta não foi uma surpresa. Esse “papel fundamental” dos seguros, citado pela tecnologia, é reconhecido naturalmente por todos que atuam em nosso segmento.

O desafio aqui é tornar essa informação cada vez mais compreendida por toda a sociedade. Há um esforço do setor para ampliar a percepção sobre a necessidade de prover proteção e tornar o mundo – cada vez mais imprevisível –, um lugar em que o seguro esteja mais presente no dia a dia das famílias e que possa ser o ‘amigo certo nas horas incertas’.

Para continuarmos seguindo firmes nesta missão, Seguradoras e Corretores ampliaram a quantidade de produtos e serviços oferecidos, bem como tornaram mais ágeis e simples a experiência de contratação e uso do seguro e assistências.

Além disso, houve um esforço de comunicação para ampliar a mensagem da importância do seguro e tornar mais evidente que existem seguros para tudo e para todos. Um exemplo desse movimento foi a campanha ‘Pra tudo e pra todos’, lançada ano passado pela CNseg.

Pensando em dar destaque ao tema e também reafirmar o compromisso em tornar a proteção oferecida mais acessível, o Dia Nacional do Seguro ganha cada vez mais relevância para o setor, pelo menos há cinco anos atuamos para dar protagonismo ao tema em todas as mídias, seja com campanhas (como a “Quinzena do Seguro”), promoções e eventos. Pois é uma oportunidade de comunicar a importância do seguro para as pessoas, os negócios e a sociedade como um todo.

Reforçamos a comunicação tanto para os que já possuem alguma proteção, quanto para os que ainda não possuem nenhum tipo de seguro, isto é, que ainda vivem em um “mundo sem seguro” no seu dia-a-dia.

Nossa missão contínua é ampliar a cultura do seguro, para que as pessoas estejam mais protegidas e preparadas para o presente e para o futuro.

Por fim, nessa data tão especial para nosso setor de seguros, parabenizo e agradeço a todos que compõem o Mercado Segurador Nacional. Sigamos juntos somando esforços por um mundo ainda mais seguro, difundindo a importância de incluí-lo nos planejamentos financeiro, pessoal e familiar de cada vez mais brasileiros.

180º Seguros recebe autorização da Susep para atuar como seguradora digital

180 SEGUROS
TQ SÃO PAULO 15.02.2023 Retrato de Franco Lamping (de barba) e Mauro Levi D´Ancona CEO´s e Co Founders da 180 Seguros. FOTO TIAGO QUEIROZ / 180

A 180º Seguros, insurtech que desenvolve programas de seguros atuando no modelo B2B2C, acaba de conquistar a licença da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) para operar como uma seguradora S3. A partir de agora, a empresa está autorizada a emitir qualquer tipo de seguro em todo território nacional. 

A companhia apoiará empresas no desenvolvimento de programas completos de seguros, por meio de um trabalho que contempla o entendimento do negócio, o estudo da base de clientes e os fluxos de contratação. “Assim, a 180º consegue criar soluções de embedded insurance que estejam conectadas as jornadas dos clientes finais, impactando positivamente no sucesso do produto, satisfação e retenção desses consumidores”, explica Mauro Levi D’Ancona, fundador e CEO da 180º Seguros. 

A conquista da licença vem apenas um ano após o aporte Série A de R$ 177 milhões (US$ 31,4 milhões), liderado pelo fundo norte-americano 8VC com a participação de Dragoneer, Monashees, Atlantico, Quartz, e Norte. A rodada foi um dos maiores investimentos Série A já recebidos por uma insurtech na América Latina.

Com mais de 5 mil segurados e cerca de 20 produtos inéditos em mais de dez canais diferentes, a 180º Seguros já é responsável por diversas inovações no mercado. Entre elas, o primeiro seguro residencial do país com programa de assistências por pontos e o primeiro com cobertura intermitente da América Latina para pertences de veículos, por apenas R$ 0,49. A companhia, que anunciou recentemente produtos em parceria com Recargapay e Solfácil, já conta com cinco parceiros contratados que devem ser anunciados nos primeiros meses de operação da seguradora. 

“Ao operar como seguradora S3, teremos ainda mais autonomia para desenvolver, gerir e oferecer soluções personalizadas e flexíveis que realmente vão transformar o mercado de seguros no Brasil”.

Veja abaixo trechos da entrevista concedida ao Sonho Seguro.

Qual o propósito da insurtech?
A 180º Seguros nasceu para revolucionar a forma de distribuir e consumir seguros no Brasil. Queremos transformar o setor não só pelo nosso modelo de negócio e estratégia de embedded insurance, como também pela proposta de valor que entregamos aos nossos parceiros e segurados. Entendemos que este modelo de oferta é algo que realmente vai mudar como os brasileiros consomem seguros, especialmente quando existem produtos personalizados e que realmente atendam às necessidades. E o nosso foco é exatamente em buscar soluções que não só rentabilizam os parceiros, mas como atender às expectativas dos consumidores. Para isso, o meio que encontramos para atender a estas demandas é utilizar nossa expertise, aliada à tecnologia, para garantir essa experiência completa, com transparência, agilidade e atendimento humanizado.

Ela já estava em operação? Desde quando? Qual o nicho de atuação como seguradora?

A 180º Seguros foi fundada em outubro de 2020 e, até então, atuava como uma corretora, criando e aprimorando soluções para nossos clientes com seguradoras parceiras. Agora, somos  a primeira empresa de tecnologia a se tornar, de forma direta, uma seguradora full. Com a licença da SUSEP, passaremos a operar como uma seguradora S3, ou seja, que está apta a comercializar qualquer tipo de seguro no território nacional. Este novo escopo, de seguradora, permite que a gente alcance outro patamar em termos de autonomia nas entregas, flexibilidade de produtos e integração tecnológica. Vemos estes dois últimos pontos como duas grandes dores do mercado B2B2C e estamos prontos para trazer soluções nestes quesitos. A 180 é a primeira empresa de tecnologia a se tornar uma seguradora full. 

Qual o produto que vende?
O primeiro produto 100% construído pela 180º será um seguro residencial totalmente flexível e com mais de 20 opções de coberturas para nossos parceiros montarem a oferta de seguro da forma mais personalizada possível. O grande diferencial do produto está na tecnologia aplicada, que permitirá aos parceiros fácil integração, consistência operacional e maior agilidade, dores muito latentes do setor, além de um atendimento mais humanizado ao segurado. Além disso, traremos neste produto opções que não são comuns no mercado e que devem aparecer com mais frequência daqui para frente, coberturas para equipamentos de home office e danos a placas de energia solar. Ademais, a 180º é a única insurtech que cria os produtos do zero e dentro de casa e todo software que usamos de seguros core é feito dentro de casa. Na prática, somos uma empresa de software/tecnologia no ramo de seguros. Uma distinção bem grande de seguradoras que estão se digitalizando, mas que não construíram os seus sistemas. Hoje todas as empresas trabalham de forma terceirizada. Com isso, o produto final da 180º agrega uma qualidade e agilidade ímpares.

Como vai funcionar a insurtech? 

Na prática, teremos dois processos distintos: se uma empresa quer vender, mas não sabe como, a 180º tem um time de pesquisa que constrói o produto do zero e cuida de todas as etapas desde o pré até o pós-implantação. No caso de empresas que já vendem seguros, mas que estão com dificuldade para lançar um produto novo, como falta de API para conectar e  NPS  baixo, a 180º  entra para intermediar o desenvolvimento do produto e as conexões.  Esse é um passo muito importante para a evolução da companhia. A licença reforça a nossa missão de construir o melhor produto de seguro para nossos usuários.

Teve aporte? Quem são os acionistas?
Nosso último aporte foi em fevereiro de 2022, quando a 180º captou R$ 177 milhões (US$ 31,4 milhões) numa rodada Série A liderada pelo fundo norte-americano 8VC com a participação de Dragoneer, Monashees, Atlantico, Quartz, e Norte. Foi um dos maiores investimentos Série A já recebidos por uma insurtech na América Latina e parte deste valor será utilizado agora, com a nova fase da companhia, após a obtenção da licença.


Há expectativa de aporte de capital?

Agora, não. Como mencionei, nosso Series A já foi feito pensando neste novo momento como seguradora. Nosso objetivo agora é executar e entregar um produto de qualidade para os nossos clientes e parceiros.

MetLife reforça apoio à cultura com patrocínio ao Teatro UOL

metlife

Depois de organizar o patrocínio como seguradora oficial do C6 Fest, a seguradora de vida MetLife anuncia outro apoio de peso: o Teatro UOL. “O nosso propósito é proporcionar mais acesso à cultura e à informação, além de poder divulgar de forma mais ampla a importância do seguro de vida, como meio de levar proteção para um número cada vez maior de brasileiros”, afirmou Carolina Montanino, head de marketing da MetLife Brasil, em entrevista ao Sonho Seguro durante o último dia do C6 Fest, que aconteceu em São Paulo e no Rio de Janeiro, entre os dias 18 e 21 de maio.

A MetLife convidou parceiros de negócios e clientes para participar deste grande show, que reuniu mais de 40 mil pessoas nos 3 dias do evento. Sem revelar valores de investimentos em marketing, Carolina afirma que estas duas ações, C6 Fest e UOL, contribuem para que a MetLife seja mais conhecida pelo público em geral. “Já temos nossa marca consolidada no segmento de corretores e gestores de recursos humanos, com as apólices em grupo e de afinidades, por meio de parcerias. Agora, queremos ser mais conhecidos pelas pessoas, alvo do nosso terceiro canal de vendas — os representantes de seguros — pelo cuidado integral que temos com a população”.

Em abril, a seguradora anunciou o canal de representantes de seguros, que proporciona aos parceiros comerciais autonomia em seus negócios, suporte administrativo e de conteúdo da MetLife para que possam escalonar seus negócios, com o grande objetivo de estimular o empreendedorismo com suporte e know-how da seguradora para empreender e contribuir com o desenvolvimento dos negócios dos parceiros em vida individual, segmento que já responde por 30% das vendas da seguradora.

Segundo Carolina, o desafio da comunicação em seguro de vida individual está na educação. “As pessoas precisam saber que há seguros para protegê-las financeiramente, não apenas no caso de morte, mas em vida também. E há produtos para que cabem em todos os bolsos”, ressaltou.

E como em toda ação de marketing da MetLife há uma causa social, a seguradora criou um Domo da Proteção, uma área vip para receber os convidados, onde mostrou um pouco mais sobre a importância da proteção e também de sustentabilidade, com o Projeto Floresta MetLife que já está indo para a terceira edição.

Com o apoio da MetLife Foundation a segunda edição do projeto “Floresta MetLife” contou com know how do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE), e realizou o plantio de 5 mil mudas de árvores nativas da Mata Atlântica na região de Nazaré Paulista, responsável por abastecer o Sistema Cantareira, em novembro passado. 

“Queremos que as pessoas vejam a preocupação e cuidado que de fato a MetLife tem com o planeta e com os compromissos que assumimos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Todas as mudas que irão enfeitar o nosso espaço serão doadas para o projeto que, acontece no final do ano”, ressalta a executiva.

Daniela Dall’Acqua, diretora de recursos humanos da MetLife Brasil, afirmou que a proteção do futuro é um valor muito importante para toda a equipe. “A importância que ESG tem em nossa estratégia está presente em todos os nossos eventos, desde um detalhe até social até a criação de uma floresta”, afirmou.

Quem esteve no evento C6 Fest também curtiu a ‘Enjoy cam’, uma câmera que destacou o público presente em um telão ao lado do palco e a outra o ‘Se Joga’, uma piscina de espuma para o público dar um salto, estilo o que fazem os astros da música, e que será fotografado e filmado 180º para postarem e ficarem como recordação.

Também foram distribuídos cobertores para todos que passaram pela Arena MetLife. Ao final do evento, os cobertores foram recolhidos e doados para o Exército da Salvação.

Tech Trail faz parceria com seguradora Tokio Marine

Tech Trail Modelagem de Dados, startup especializada na construção de modelos preditivos de avaliação de riscos, fez parceria com a Tokio Marine Seguradora para lançar novo modelo de análise de riscos e precificação de seguros de forma instantânea e assertiva.

O modelo permite que a análise de risco do cliente seja feita em tempo real, com utilização das tecnologias de big data, inteligência artificial e machine learning. A mudança desburocratiza o processo de venda, reduz o declínio de propostas e agiliza o prazo de emissão dos seguros, além de permitir que a seguradora personalize a oferta mais adequada a cada perfil de cliente.

“A plataforma traz ao mercado de seguros a capacidade de otimização do processo de subscrição, a partir da análise do perfil do proponente com modelos preditivos e definição de score de risco individual”, explica Castelano Santos, co-fundador da Tech Trail.

“Com a implantação da solução da Tech Trail, houve uma melhoria da qualidade das informações recebidas para avaliação do risco e diminuição do tempo de aceitação, reduzindo de oito para um dia em média o prazo de emissão, proporcionando assim uma experiência mais fluida para o corretor e o cliente” afirma Nancy Rodrigues, Diretora de Seguros de Pessoas da Tokio Marine.

De acordo com os executivos, o desempenho da carteira de Pessoas também está atrelado a um novo olhar da sociedade para os produtos de seguros, principalmente o de Vida. Afirmam que nos últimos anos as pessoas têm demonstrado uma conscientização cada vez maior sobre a necessidade de proteção. Identificam nos seguros de Pessoas, por exemplo, características de planejamento familiar e financeiro e serviços que podem ser utilizados em vida com muitos benefícios agregados.

As vendas de seguros de pessoas somaram R$ 14,6 bilhões no primeiro trimestre deste ano, 12,5% na comparação com o primeiro trimestre de 2022. Cerca de 47% dos prêmios foram em seguros de Vida, 29% no seguro Prestamista, 12% no seguro de Acidentes Pessoais e 12% nos demais ramos. Isso equivale a dizer que o seguro de Vida arrecadou R$ 6,9 bilhões, prestamista R$ 4,2 bilhões e acidentes pessoais R$ 1,8 bilhão e demais ramos R$ 1,7 bilhão. O maior crescimento foi em seguro Viagem (19%), seguido pela expansão nos prêmios do seguro Funeral (18,3%) e no seguro de Vida Individual (17,5%).

Em indenizações no primeiro trimestre 2023, foram pagos R$ 3,66 bilhões no segmento de vida, cerca de R$ 300 milhões acima do registrado no mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), com base nos dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Desse total, 54% (R$ 2 bilhões) foram em seguro de Vida (individual e coletivo), 18% (R$ 650 milhões) em seguro Prestamista, 14% (512 milhões) em seguro de Acidentes Pessoais e 14% nos demais ramos. Já as principais variações no período foram nos ramos de seguro Viagem (138,5%), Acidentes Pessoais (47,7%) e Doenças Graves/Terminais (33,1%). Por outro lado, vale destacar que tanto Vida individual quanto em grupo registraram variações negativas no período, retrações de 12,5% e 1,8%, respectivamente.

Liberty Seguros é destaque em prêmio do setor segurador

liberty seguros

A Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do país, foi destaque da 20ª edição do Prêmio Segurador Brasil, promovido pela Brasil Notícias Editora e Comunicação Empresarial e pela JCL Eventos – empresas responsáveis pela revista e pelo portal Segurador Brasil. A cerimônia de premiação aconteceu no dia 18 de maio, na sede da Escola Nacional de Seguros (ENS), em São Paulo.

Reconhecida por uma atuação regida pela qualidade e pela inovação, a Liberty foi a empresa mais premiada da noite, com prêmios em seis categorias: “Destaque de Maior Crescimento de Vendas”, “Melhor Desempenho em Seguro Auto”, “Melhor Experiência com o Cliente e Melhor Experiência com o Corretor”, “Marketing 10”, “Segurador Brasil Sustentabilidade” e “Pioneirismo e Empreendedorismo”.

O Prêmio Segurador Brasil avalia e reconhece o desempenho das seguradoras e traça um panorama que ressalta a relevância das empresas e das entidades do setor na implementação e desenvolvimento de conceitos, produtos e serviços para o mercado segurador brasileiro. Além disso, são enaltecidos projetos pensados para os consumidores e para sociedade como um todo e contempladas ações empreendedoras e pioneiras.

“Trabalhamos diariamente para oferecer as melhores experiências e opções de produtos e serviços para todos os nossos públicos, portanto, é extremamente gratificante sermos reconhecidos em uma cerimônia tão importante como a do Prêmio Segurador Brasil 2023 e em tantas categorias diferentes”, celebra o diretor de Produtos e Analytics da Liberty Seguros, Rafael Citelli, que esteve presente no evento e recebeu os troféus em nome da companhia. “Esperamos manter essa jornada de sucesso para os próximos anos e garantir um ambiente de respeito para nossos colaboradores, as melhores ferramentas para apoiar o crescimento dos corretores parceiros e, claro, as melhores experiências para nossos clientes”, finaliza o executivo.

Setor de saúde precisa de uma solução urgente

Denise Bueno coluna infomoney saude

O debate de propostas de mudanças para garantir que mais brasileiros tenham acesso aos planos de saúde e que o setor alcance a sustentabilidade é antigo. Mas agora passou a ser mais urgente do que nunca, escrevo na coluna do Infomoney.

A manchete da Folha de S. Paulo “Em crise, planos de saúde rescindem contratos e deixam crianças sem tratamento” expõe velhos problemas que explodem na cara da sociedade ainda sem soluções. Uma coisa ou outra melhorou, mas o plano de saúde, principal desejo de consumo dos brasileiros, corre o risco de ficar ainda mais inacessível e ser um problema ainda maior para todos os envolvidos.

Consumidor reclama que paga muito e recebe pouco. Operadoras se queixam da alta da inflação médica, fraudes e regulamentação excessiva. Clínicas, laboratórios e hospitais reclamam da remuneração recebida. A justiça está atolada em ações de saúde, que responde por algo em torno de 15% de todos os processos em curso no Brasil. E o governo não consegue lidar com esta situação e vê cada vez mais o Sistema Único de Saúde (SUS) afundado em filas de atendimentos que podem ultrapassar um ano. 

São mais de 50,2 milhões de beneficiários de planos de saúde, segundo dados referentes a janeiro de 2023, divulgados em abril pela Agência Nacional de Saúde (ANS), que regula o setor. Já os planos exclusivamente odontológicos registraram 30,7 milhões de usuários, mantendo o amplo crescimento do ano passado.

Os consumidores, que já pagam valores elevados, terão um reajuste ainda mais amargo em 2023 para um atendimento muitas vezes precário. Um exemplo é a marcação de consultas ou autorização de exames que podem superar 3 meses. Vez ou outra a ANS intervém e proíbe a companhia de vender novos planos até adequar oferta e demanda. 

As reclamações contra planos de saúde mais do que dobraram no Brasil desde que a ANS criou o IGR (Índice Geral de Reclamação), em 2018, que leva em conta o número de clientes de cada plano e a quantidade de reclamações contra a empresa. Esse número era de 15,5 em 2018, quando o índice foi criado, e saltou para 37 em 2022. 

Muitas empresas que oferecem planos aos seus funcionários estão incrédulas com o reajuste de preço apresentando pelos corretores de seguros. A média está em 30% e com elevação de percentuais de coparticipação e negativas de atendimentos amparados pela legislação, como, por exemplo, a exclusão a autistas. 

Segundo a ANS, o mercado de planos de saúde encerrou o ano passado com um prejuízo operacional de R$ 11,5 bilhões, a maior perda registrada desde 2001. O resultado é 12,5 vezes pior do que o registrado em 2021. Praticamente em todo o mundo vemos notícias parecidas de déficit em saúde e boa parte da culpa é jogada na pandemia, que gerou uma ressaca de atendimentos postergados pelo período de isolamento e também deixou sequelas que exigem tratamentos longos e caros. 

Somente nos três anos de Covid, as operadoras de planos de saúde associadas à Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) viabilizaram mais de 585 mil internações em virtude da Covid-19, sendo cerca de 30% em UTI; 1,1 milhão de exames sorológicos; e 6,9 milhões de exames RT-PCR; totalizando um custo de R$ 30,4 bilhões. Também foram registrados cerca de 9,2 milhões de atendimentos de telessaúde.

Vera Valente, diretora executiva da presidente da FenaSaúde, afirma que além do Covid, ainda há o descompasso entre receitas e despesas. A receita efetiva de operações de saúde foi de R$ 237,6 bilhões em 2022 e o lucro de R$ 2,5 milhões, que representou apenas 0,001% da receita. Em 2021, o lucro foi de R$ 3,8 bilhões. Já em 2020, o setor havia registrado um recorde, com o montante de R$ 18,7 bilhões, segundo dados da ANS.

Diante deste cenário, o setor protagonizou um dos maiores números de fusões e aquisições, com Hapvida adquirindo Intermédica São Camilo e Rede D’ Or comprando SulAmérica, para citar apenas as maiores negociações. Até as novatas que prometem revolucionar o mercado enfrentam problemas. Em maio, a healthtech Alice anunciou que passa a cuidar dos mais de 16 mil clientes da concorrente QSaúde, totalizando 27 mil beneficiários. A Allianz, uma das maiores do mundo, anunciou sua saída do mercado de saúde no Brasil em abril deste ano. 

SulAmérica e Hapvida afirmaram em entrevistas sobre os resultados do primeiro trimestre que o foco em 2023 é reajustar o preço, mesmo que isso leve a uma redução no número de beneficiários. Somente a Hapvida, em janeiro, perdeu 43 mil beneficiários, sendo 28 mil nos planos corporativos, segundo análise do BTG sobre o setor.  A SulAmérica outros 7 mil, afirmando a tendência de uma desaceleração do setor diante da alta dos preços e da demora da economia em proporcionar ganho de renda aos brasileiros. 

A saída para este caos seria aumentar a competição. O setor é visto como um dos mais potenciais por investidores. No entanto, eles afirmam que só despejaram milhões em investimentos quando houver maior clareza no que acreditam ser um mercado extremamente potencial, mas muito arriscado por carecer de uma regulamentação flexível e segurança jurídica.  

O diagnóstico sobre os problemas da saúde no Brasil é praticamente consensual entre operadoras, prestadores de serviço, contratantes, reguladores e legisladores. Todos sabem o que é preciso mudar para que mais brasileiros tenham acesso à saúde de qualidade e a agenda das operadoras inclui, por exemplo, a volta da oferta dos planos individuais, maior segmentação de coberturas, incentivo à atenção primária e redução das fraudes. 

Os planos de saúde privados complementam a cobertura do sistema público, permitindo que as pessoas tenham acesso a uma gama mais ampla de serviços, como consultas com especialistas, cirurgias e tratamentos específicos. Isso pode ser especialmente relevante para condições crônicas ou de longa duração que exigem cuidados contínuos.

Sem a concorrência dos planos de saúde privados, o governo provavelmente seria pressionado a aumentar os investimentos em saúde para melhorar a qualidade e a disponibilidade dos serviços do SUS. Isso incluiria investimentos em recursos humanos, infraestrutura e tecnologia médica. E todos sabem que esses recursos não estão disponíveis para a pasta de saúde, que recebe ano a ano cada vez menos verba do que necessita. 

Sendo assim, por que não sentar à mesa e resolver essas pendências que pioram a vida de todos há anos? As operadoras de planos de saúde frequentemente criticam o excesso de regulamentações governamentais, argumentando que isso aumenta os custos operacionais e limita sua capacidade de inovação. Pedem uma regulamentação mais flexível, que permitiria maior concorrência e preços mais acessíveis.

Outra queixa é a carga tributária elevada. Os altos impostos reduzem a capacidade de investir em melhorias nos serviços, ampliar a cobertura e reduzir os custos dos planos, argumentam. Estabelecer incentivos fiscais para a compra de planos de saúde, como deduções de impostos ou subsídios para determinados grupos da população também está na pauta do setor. 

Muitas operadoras têm programas de estímulo, mas poucos usuários aderem. Incentivar hábitos saudáveis, campanhas de vacinação, exames preventivos e programas de educação em saúde podem ajudar a evitar o surgimento de condições crônicas que demandem tratamentos mais caros.

Para que todos possam ter acesso à saúde, todos precisam se engajar para reduzir os custos dos planos de saúde a longo prazo. Afinal, a vida não tem preço. Mas saúde tem. E para todos os bolsos.

Icatu participa da 10ª Feira Brasileira do Varejo, no Rio Grande do Sul

Fonte: Icatu

Entre os dias 24 e 26 de maio, a Icatu participará da 10ª edição do FBV (Feira Brasileira do Varejo), que acontece no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O vice-presidente da companhia e presidente da Rio Grande Seguros, César Saut, será um dos palestrantes do painel “Como criar credibilidade, recorrência e fidelização?”, compartilhando cases da seguradora Icatu e da Rio Grande Seguros e Previdência, joint venture criada em parceria com o Banrisul, que em poucos mais de seis anos de existência já aferiu, em 2022, um movimento econômico superior a R$ 2 bilhões.

É sempre muito significativo levarmos a Icatu e o caso da Rio Grande ao público, pois além dos resultados financeiros são cases de propósito, que geram impacto e transformação para pessoas e famílias, como também são ferramentas de estabilização de diversos setores econômicos e que são responsáveis pela sustentabilidade social e financeira das comunidades do entorno”, afirma César Saut.


O executivo estará no palco principal Grandes Resultados, às 16h do dia 25, ao lado do CEO e Co-fundador da PagBrasil, Ralf Germer, e do CEO das Lojas Lebes, Otelmo Drebes. Juntos, criarão reflexões sobre os seus cases, bem como abordarão alternativas de fidelização às marcas, corroborando com o objetivo principal do evento: provocar novos olhares e estimular mudanças e transformações positivas na sociedade.

A feira acontece desde 2013 e é referência para o segmento, reunindo profissionais para discutir as tendências e inovações tecnológicas do mercado. Ao longo das nove edições, a FBV atingiu um público de mais de 41 mil pessoas, 600 expositores e cerca de 2 mil prospects. Neste ano, o evento terá a participação de mais de 60 palestrantes, mais de 20 horas de conteúdo e a expectativa de público de mais de 10 mil pessoas

SERVIÇO:

Feira Brasileira do Varejo

Painel: Como criar credibilidade, recorrência e fidelização?

Participantes: César Saut, Ralf Germer e Otelmo Drebes

Data: 25 de maio, às 16 horas 

Local: Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul