Lucro das seguradoras dobra no primeiro trimestre de 2023

O lucro das seguradoras dobrou no primeiro trimestre de 2023, para R$ 6,4 bilhões (R$ 3,2 bilhões em 2022), segundo dados divulgados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) e organizados em ranking pela consultoria Siscorp

A disputa pela liderança do ranking segue acirrada. Bradesco Seguros, que divulgará seu balanço no próximo dia 5 de maio, juntamente com o banco, informou à Susep lucro R$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre deste ano, bem acima dos R$ 821 milhões registrados em mesmo período do ano anterior. A BB Seguridade exibe o segundo maior lucro no trimestre, com R$ 1,34 bilhão (R$ 757 milhões em 2022).

Caixa, Itaú e Tokio completam as cinco maiores colocadas, como R$ 904 milhões, R$ 410 milhões e R$ 313 milhões, respectivamente. Porto tem o sexto maior ganho, com R$ 289 milhões, subindo cinco posições no ranking, comparando com o trimestre de 2022, quando ocupou a 11a, posição.

Os balanços do trimestre começam a ser divulgados nesta semana e seguem durante o mês de maio. Hoje, a Porto Seguro divulgou que registrou prêmios ganhos de R$ 3,24 bilhões no trimestre, alta de 31,3% na comparação ano a ano. O índice de sinistralidade atingiu 61% de março de 2023, um avanço de 1,9 pontos percentuais na comparação com março do ano passado.

Para completar os dez maiores ganhos do trimestre, Prudential (R$ 206 milhões), Zurich (R$ 203 milhões), Santander (R$ 165 milhões), e Liberty (R$ 143 milhões). 

Planos de saúde registram prejuízo operacional de R$ 11,5 bilhões em 2022

vera valente fenasaude

Fonte: FenaSaúde

Com prejuízo operacional de R$11,5 bilhões, os planos de saúde médico-hospitalares tiveram em 2022 o pior resultado desde o início, em 2001, da série histórica feita pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).  Diante dos resultados, a FenaSaúde considera o cenário crítico e alerta para o impacto nos reajustes dos planos de saúde. A divulgação do índice de reajuste dos planos individuais e familiares deve ocorrer em maio. 

De acordo com a entidade, entre os fatores que impactam esses resultados estão o crescimento da frequência de uso dos planos de saúde; o fim da limitação de consultas e sessões de terapias ambulatoriais com fonoaudiólogos, psicólogos, entre outros; o aumento do preço de insumos médicos; a obrigatoriedade de oferta de tratamentos cada vez mais caros, com doses a cifras milionárias; a ocorrência de fraudes; e a judicialização.  

“A saúde suplementar sofre efeitos diretos do descompasso entre receitas e despesas e do aumento dos custos dos tratamentos de saúde, medicamentos, procedimentos hospitalares e terapias. Essa escalada deve impactar diretamente no índice de reajustes dos planos.  Esse cenário coloca em risco o equilíbrio do sistema, o que pode levar à saída de milhares de beneficiários, sobrecarregando ainda mais o SUS”, explica a diretora-executiva da FenaSaúde, Vera Valente. Apesar de o quarto trimestre ter apresentado prejuízo operacional menor (0,6 bi) em relação aos três anteriores – 1º tri (-1,1bi), 2º tri (-4,4bi) e 3º tri (-5,5 tri) –, o setor já acumula 7 trimestres negativos seguidos.   

A executiva da FenaSaúde pontua que tal cenário tende a se agravar com a Lei 14.454/2022, promulgada em setembro de 2022, que alterou o caráter taxativo do rol, criando condicionantes frágeis e subjetivas de cobertura. “Trata-se de alteração crítica, pois interfere diretamente no funcionamento de um setor que opera com base no mutualismo e na adequada precificação dos riscos”, afirma.  

A relação entre receitas e despesas do setor vive um grande desequilíbrio. Entre 2021 e 2022, as receitas tiveram variação positiva de 5,6%, enquanto as despesas das operadoras aumentaram na ordem de 11,1%. 

Outro destaque negativo de 2022 têm relação com o índice de sinistralidade dos planos médico-hospitalares. Um dos principais indicadores do setor, o índice chegou a 89,21% no quarto trimestre. O percentual indica que a cada a cada R$ 100 reais da receita das operadoras de planos saúde no trimestre, R$ 89,21 foram destinados ao pagamento de despesas assistenciais com consultas, exames, internações, cirurgias, entre outros. No terceiro trimestre o índice chegou a 93,2%. 

“Precisamos buscar soluções que visem o uso racional dos recursos dos planos de saúde e promovam a eficiência operacional da saúde suplementar. E isso só será possível a partir da soma de esforços de todos os agentes da cadeia de serviços em saúde, como as operadoras, os prestadores de serviço e os fornecedores, com o apoio da própria sociedade, que é a principal beneficiada por um sistema que ajuda a desafogar o sistema público de saúde, oferecendo assistência médica a 50,4 milhões de pessoas”, finaliza a diretora-executiva da FenaSaúde.

IRB Brasil Re divulga lucro de R$ 14,3 milhões em fevereiro de 2023 e faz acordo com os EUA

Irb brasil re

O IRB Brasil Re registrou lucro líquido total de R$ 14,3 milhões em fevereiro desta ano, ante resultado negativo de R$ 50,9 milhões apurado em igual mês do ano passado. O resultado foi divulgado hoje seu relatório mensal do mês de fevereiro, segundo dados do Formulário de Informações Periódicas (FIP) enviado à Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Os prêmios emitidos somaram R$ 537,2 milhões, ante R$ 478,5 milhões. Os prêmios retidos totalizaram R$ 329,8 milhões em fevereiro deste ano, ante R$ 176,8 milhões apurado um ano antes. Já os prêmios ganhos chegaram a R$ 420,9 milhões ante R$ 233,3 milhões de um ano atras.

O índice combinado ficou em 110,3% em fevereiro deste ano, ante 145,7% de fevereiro do ano passado. O índice combinado ampliado, por sua vez, ficou em 94,3% ante 135,8% apurado um ano antes.

US$ 5 milhões

O IRB também informou em fato relevante que celebrou, em 20 de abril de 2023, com o United States Justice Department (“DOJ”) um Non-Prosecution Agreement (o “Acordo” ou “NPA”), tendo por objeto principal a informação inverídica de que o Berkshire Hathaway integraria a base acionária da Companhia, divulgadas, em território americano, entre fevereiro e março de 2020.

A companhia disponibilizará – nos termos, condições e prazos pactuados no NPA – o montante de US$ 5milhões a título de compensação. O Acordo não prevê o pagamento de qualquer multa pecuniária e/ou o desembolso de outros valores com relação aos fatos em exame.

Em função da assinatura do Acordo, a companhia continuará a cooperar com o DOJ e aprimorar suas práticas de controles internos, governança e conformidade, submetendo-se ao acompanhamento e reporte periódico por um período de até 3 anos.

A Companhia manterá seus acionistas e o mercado em geral informados sobre eventuais evoluções relevantes sobre o assunto em epígrafe.

Assistência do seguro HDI em Casa garante cuidados para os pets

Fonte: HDI

A preocupação e os cuidados com nossos companheiros, amigos que sempre estão nos ensinando, só mostram o quanto eles são importantes numa casa. Não é à toa que no Brasil foram registrados 58,1 milhões de cães e 27,1 milhões de gatos em 2021, segundo levantamento da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). Ainda de acordo com a entidade, o Brasil se manteve em sexto lugar com um dos melhores faturamentos no mundo pet, desde o mercado de cuidados, passando pelo de comidas, até o de cuidados médicos. Com a crescente população de animais de estimação, como gatos e cachorros, a HDI Seguros, uma das principais seguradoras do país, reforça a importância dos cuidados que exige um pet. Para auxiliar a manutenção da saúde e a segurança do animal, a seguradora oferece, como assistência pet, diversos serviços disponíveis para os clientes do seguro residencial HDI em Casa. Confira!
 

Transporte emergencial: se o pet sofrer um acidente ou tiver alguma doença, a HDI faz a remoção para uma clínica, desde que o segurado não tenha condições físicas ou psicológicas para isso;

Veterinário emergencial: cobre despesas com cirurgia e medicação, em consequência de acidente ou doença súbita; 

Consultas veterinárias dentro da rede credenciada da seguradora;

Serviço de orientação por telefone: o segurado recebe esclarecimento sobre dúvidas gerais e as que possam cooperar para o bem-estar do animal;

Envio de ração: o seguro paga o transporte da ração, sendo que o custo do alimento é por conta do segurado;

Funeral do pet: cobre o enterro ou a cremação do animal;

Serviço de hospedagem: pode ser utilizado quando o dono viajar, em um estabelecimento da rede credenciada da companhia.

A seguradora também oferece apoio no agendamento de consultas, informações sobre vacinas, raças, indicação de banho e tosa, agendamento de leva e traz, entre outros serviços que possam garantir conforto para o animal.

Por que pacote de crédito do governo agrada executivos de seguros

InfoMoney

Fonte: Infomoney

O governo federal anunciou em 20 de abril um pacote de medidas que tem como objetivo estimular o crédito no país. Entre os 13 pontos do pacote, três estão diretamente relacionados ao mercado de seguros: a utilização da previdência complementar como garantia, o apoio às cooperativas de seguros e o projeto de lei 29/2017, atualmente em tramitação no Congresso. Além disso, outras medidas, como a regulamentação da Lei do Superendividamento e a criação de um sistema de garantias para incentivar investimentos em projetos de parcerias público-privadas (PPPs), também beneficiam e estimulam a venda de diversos tipos de seguros.

“O pacote anunciado pelo governo é visto de forma positiva, considerando as medidas que poderão facilitar o acesso a recursos, estimular investimentos em setores essenciais para a população, bem como o aperfeiçoamento do marco legal de seguros. As medidas, uma vez implementadas com sucesso, certamente beneficiarão a economia como um todo, incluindo o setor de seguros. Isso porque, principalmente a facilitação do acesso a recursos e a atração de capital para investimento em projetos, estimulam de forma positiva a economia e aumentam a demanda por diversos tipos de garantia, dependendo das obrigações a serem garantidas em cada contrato”, afirma Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros.

Previdência complementar servirá de garantia para empréstimos

O projeto de lei autorizará o uso de recursos em fundos de previdência complementar aberta e capitalização como garantia em operações de crédito, o que deverá contribuir para a redução de juros. O patrimônio investido em fundos de previdência é de R$ 1,2 trilhão e na capitalização, R$ 20 bilhões.

Segundo Dyogo Oliveira, presiente da CNseg, as medidas são positivas, pois, resultarão em empréstimos pessoais mais baratos por meio da redução da taxa de juros da operação, que terá uma garantia real atrelada, do mesmo jeito que acontece nos financiamentos de casas e veículos. Hoje, o Brasil possui cerca de R$ 1,2 trilhão em reservas previdenciárias. Se uma pequena parte desta base se transformar em garantias para crédito, sendo 5% ou 10%, por exemplo, chegaremos a valores na ordem de R$ 60 bilhões a R$ 120 bilhões. Trata-se de um efeito extremamente significativo para o cidadão e, também, para a economia brasileira”, disse.

Roberto Santos, presidente do Conselho Executivo da CNseg, diz que a utilização de reservas previdenciárias e títulos de capitalização como garantia para operações de crédito tem dois efeitos principais, ambos muito positivos. “Por um lado, evita resgates de poupanças individuais em momentos de necessidade. Por outro, torna o empréstimo pessoal mais barato, pois reduz a taxa de juros da operação, que terá uma garantia real atrelada, nos moldes dos financiamentos habitacionais e de veículos, que têm juros menores por serem garantidos pelo bem financiado”.

A Fenaprevi acrescenta que a medida pode, sim, ajudar a estimular o mercado. “Além de ser uma conquista de anos de discussões com o setor público, poderá beneficiar diretamente os clientes e as empresas”, informou em nota. Os primeiros, porque quem tem plano de previdência privada aberta poderá usá-lo como garantia para adquirir um empréstimo e, com isso, buscar taxas de juros mais baixas. Já a seguradora porque conseguiria evitar o resgate dos recursos de previdência e dos saldos dos chamados “seguros resgatáveis”, uma vez que o dinheiro ficaria bloqueado. “Ou seja, ganha o consumidor por não precisar mexer na ‘poupança de futuro’ dele e as companhias pela atração de novos negócios e a permanência do cliente na base”.

Cooperativas ganham com a oferta de novos tipos de seguros

As cooperativas de crédito poderão ampliar sua atuação na oferta de seguros, além dos já permitidos, como seguro rural, saúde e acidentes de trabalho. Elas poderão oferecer apólices para automóveis, bicicletas, equipamentos eletrônicos como celulares e computadores, entre outros. Trata-se de um pleito antigo que vem sendo discutido nos bastidores do setor.

Em janeiro, Helder Molina, CEO da MAG Seguros, provocou quatro representantes de cooperativas em uma palestra. “Por que não uma união das cooperativas?”, questionou Remacio Fischer, presidente da Unicred, Cledir Magri, presidente da Cresol, Adelino Sasse, diretor da Alios e Miguel Ferreira, presidente do Conselho de Administração do Sicoob.

Todos foram unânimes em afirmar que as conversas sobre este tema estão na pauta do dia, como uma forma de reduzir custos e ganhar escala para que possam ampliar o atendimento financeiro a uma população ainda carente de soluções financeiras sob medida para um público que demanda consultoria e atendimento personalizado.

Miguel Ferreira, presidente do Conselho de Administração do Sicoob, com mais de 6,7 milhões de cooperados e 348 cooperativas, foi enfático ao afirmar que a união de forças é importante. “A missão do seguro é muito parecida com a do cooperativismo. O sentimento de pertencimento do cooperado é a essência da inclusão financeira, atingindo regiões que não contam com a estrutura de uma instituição financeira tradicional e focando na união das pessoas em prol da coletividade”, disse.

“Nossa parceria com a MAG Seguros foi fundamental para o planejamento da cooperativa. Devemos conectar pessoas para promover a justiça financeira. Não é apenas para oferta do produto, mas sim para promover a liberdade financeira dos nossos cooperados”, avalia o Sicoob, que está presente em 371 municípios.

O polêmico PL 29/2017

O ponto mais polêmico está na aprovação do PL 29/2017, que ficou em discussão por 20 anos e foi arquivado há cinco anos. De autoria do ex-deputado e ex-ministro José Eduardo Cardozo (PT-SP), o projeto de lei traça as responsabilidades dos segurados e das seguradoras, abordando temas como carências, prazos e prescrição. O PL foi desarquivado no fim de março em votação no Senado e tem agora o senador Jader Barbalho (MDB-PA) como relator.

Fabiano Suzarte, diretor de Negócios Garantia e Resseguro da BMG Seguros, comenta que um ponto importante para o setor de seguros é que, ao criar demanda para projetos de infraestrutura por meio de PPPs, se criam oportunidades para produtos de seguro, como garantia de contratos, e também para as emissões de debêntures. “Já sobre o PL 29/2017, vemos como um ponto negativo, pois entendemos que é uma intervenção desnecessária do estado por trazer retrocesso ao mercado de seguros como um todo. O nosso entendimento é que devem prevalecer as questões de liberdade de negociação entre as partes, porque estamos falando de grandes riscos”, afirma.

Paulo Pereira, presidente da Fenaber (Federação Nacional de Resseguros), defende que o PL 20/2017 precisa ser atualizado, pois ficou cinco anos parado, exatamente num período em que o arcabouço regulatório e o próprio mercado de seguros mudaram muito. Para o seguro de grandes riscos, o projeto não é bom. Se aprovado da forma como está, acabará com duas premissas que hoje funcionam bem.

“Há flexibilidade para clientes e seguradoras negociarem sem ter de aprovar produtos na Susep e a Lei da Arbitragem está funcionando bem”, argumenta. Segundo ele, os principais porta-vozes do setor entendem que seguro e resseguros têm natureza jurídica diferentes. “Resseguro não é um contrato de adesão, negociado cláusula a cláusula. Por isso, uma lei de seguros não deve falar de resseguro, a não ser se for para dizer ‘esta lei não se aplica a resseguro, pois resseguro tem uma Lei própria, que é a LC 126’”, afirma.

Mas ele concorda que é preciso fazer mudanças pontuais. “O mercado é dinâmico. Mas se houver mudanças, que sejam na LC 126. Se criarmos uma ilha exótica em resseguros, que é uma operação internacional, quem sofrerá será o cliente, que perderá capacidade e pagará mais caro. A principal função do resseguro é a pulverização do risco. Isso é o que faz com que o setor assuma riscos vultosos mundo afora. Se um país dificulta, perde ou paga mais caro. Vamos a Brasília conversar com o senador Jader Barbalho, que assumiu a relatoria do PL 29/2017, para justificarmos tecnicamente nossos pontos”.

As entidades ABInsurtech (Associação Brasileira de Insurtechs), Abecor (Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguros), ABGR (Associação Brasileira de Gerência de Riscos), ANRE (Associação Nacional das Resseguradoras Locais) e Fenaber (Federação Nacional das Empresas de Resseguros) argumentam que o PLC impactaria de forma negativa o setor.

Elas citam pontos como a liberdade de negociação, a simplificação e a flexibilização de produtos, além da padronização de “garantias para riscos naturalmente desiguais”, equiparando “grandes segurados”, como uma plataforma de petróleo, a “consumidores hipossuficientes”, como aqueles que contratam o seguro de celular e estariam “já protegidos” pelo Código de Defesa do Consumidor.

O Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS) divulgou um longo comunicado defendendo o PL 29/2017. Resumidamente, eles afirmam que a aprovação da lei traria um regime “mais atual, equilibrado, representativo e plural para um contrato fundamental ao desenvolvimento social e econômico do país”. O PL recebeu 200 propostas de emendas e foi atualizado por quatro substitutivos, o último em dezembro de 2016.

AXA reforça capacidade da companhia em proteger pequenos e grandes negócios

Fonte: AXA

A AXA lança hoje a sua campanha de marca no Brasil. Com o objetivo de ganhar reconhecimento dos brasileiros como uma seguradora global que tem soluções para negócios de todos os portes, o mote adotado para a divulgação nacional é “AXA, seguradora oficial da maior roda-gigante da América Latina e do seu negócio”. Ao assumir o patrocínio e seguro da maior roda-gigante da América Latina, localizada em São Paulo, a companhia deseja mostrar a sua capacidade de proteger desde um grande empreendimento, como a Roda Rico, a negócios de pequeno e médio portes.

Segundo a Vice-Presidente Comercial e Marketing da AXA no Brasil, Karine Brandão, o lançamento da campanha acontece em momento de crescimento potencial, estimado em 19% para 2023. “Nossa nova campanha contribui muito com os macro-objetivos da companhia. Queremos levar a marca ao conhecimento de mais pessoas, demonstrando que temos solidez para atender às necessidades de empresários de todos os portes nas cinco regiões do país. Nesse sentido, a Roda Rico tangibiliza a nossa capacidade de oferecer soluções para todos os negócios, independentemente do tamanho. Em paralelo, vamos focar na distribuição de produtos, utilizando todo o conhecimento regional dos corretores e nossa inteligência de parcerias, reforçando relações com mais proximidade”, conta.

Na maior roda-gigante da América Latina, a AXA dá as boas-vindas ao público com a marca exposta logo na recepção. Para quem deseja aproveitar a vista 360º proporcionada pela roda, o passeio pode ficar ainda mais agradável na cabine da AXA, de número 30, personalizada e com  informações da seguradora. A campanha terá duração de cinco meses, com veiculação nas principais mídias digitais e no Aeroporto de Congonhas (SP), além de divulgação na grande imprensa.

“Esse é o maior investimento de marca da AXA no Brasil e toda a campanha demonstra o nosso valor para o grande público, apresentando nossas credenciais como um grupo segurador global, presente em mais de 50 países e que tem mais de 3 milhões de clientes no Brasil. Criamos uma campanha que dialoga com diferentes públicos, deixando claro que todos eles podem contar com a proteção da mesma seguradora da maior roda-gigante da América Latina” revela a Superintendente de Planejamento Comercial e Marketing da AXA no Brasil, Danielle Titton Fagaraz.

A AXA é uma das maiores seguradoras do mundo, presente em mais de 50 países, com 149 mil funcionários 95 milhões de clientes. No Brasil, a companhia atua desde 2014, oferecendo uma linha completa de seguros do pequeno ao grande risco para empresas de todos os portes, e também para pessoas físicas, por meio de parcerias com grandes varejistas e instituições financeiras. A empresa mantém escritórios-sede em São Paulo e no Rio de Janeiro e conta com 15 filiais comerciais para cobrir as cinco regiões do país.

A Roda Rico, maior roda-gigante da América Latina, está localizada no Parque Cândido Portinari, em São Paulo, tem 91 metros de altura e 42 cabines climatizadas para passeio. Com uma vista 360º da cidade, o novo cartão-postal faz parte do projeto de revitalização da área do entorno do Rio Pinheiros.

Venda simples e produtos acessíveis elevam venda de seguro residencial

O esforço das seguradoras em ofertar seguros mais simples e digitais ajudou a elevar a penetração de seguros residenciais. Esta é a conclusão do levantamento inédito feito pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), que apontou um aumento de 25% no Índice de Penetração (IP) deste seguro entre 2017 e 2021. A participação, que era de 13,6% no primeiro ano da série histórica, pulou para 17%, o que representa 12,7 milhões de residências seguradas em todo país.

“Olhando os últimos anos, vemos uma importante inclusão securitária, com mais 2,8 milhões de residências protegidas pelo seguro residencial”, afirma o presidente da comissão de seguros patrimoniais massificados da FenSeg, Jarbas Medeiros. Segundo ele, este crescimento foi maior em 2022. Os dados foram solicitados às companhias, uma vez que na base estatística da Susep não aparecem isolados, e estão sendo contabilizados e devem ser divulgados até o final deste semestre.

Presidente da Fenacor entrega estudo a Lula

O presidente da Fenacor, Armando Vergilio, teve uma reunião de trabalho, neste domingo, em Lisboa (Portugal), com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com quem conversou sobre as potencialidades de crescimento do mercado de seguros no Brasil. “Entreguei ao presidente Lula o documento intitulado Visão do Mercado de Seguros Brasileiro, elaborado pela Fenacor, que traz uma análise sobre a realidade, as perspectivas de desenvolvimento e as oportunidades do setor no nosso País”, informou Vergilio, em comunicado. 

Na conversa, Vergilio explicou para o presidente Lula que a Fenacor representa ampla rede composta por 57 mil empresas Corretoras de Seguros, que empregam cerca de 150 mil pessoas, e mais 72 mil Corretores de Seguros pessoas físicas, responsáveis por 90% dos negócios do mercado de seguros. Em 2022, o segmento devolveu para a sociedade, sob a forma de benefícios e indenizações, mais de R$ 220 bilhões, o que representa uma média diária de R$ 600 milhões, valores que ajudaram a movimentar a economia nacional.

Além desse encontro, Armando Vergilio cumpre, nesta semana, uma série de reuniões com investidores europeus. Segundo ele, há interesse de grupos estrangeiros em investir em parcerias com empresas locais. Conforme detalhado no estudo, a Fenacor sugere dois tipos de investimentos. Primeiro, em sociedades seguradoras; segundo, na área de Open Insurance, este com um potencial de alta taxa de crescimento.

Sobre as seguradoras brasileiras, o estudo afirma que “economicamente, elas estão bem, pois o setor tem crescido com elas. Entretanto, é importante reconhecer que há concentração em alguns ramos, com poucas sociedades seguradoras em atuação. O resultado é o bom lucro que essas empresas vêm obtendo, aliado a um excelente retorno financeiro.”

Violência em escolas do país eleva a demanda por seguros

Diante do cenário de violência crescente nas escolas do país, a demanda por seguro disparou na principal empresa que vende a proteção aos estabelecimentos educacionais. A reportagem produzida pela Denise Bueno, colunista do InfoMoney, procurou diferentes seguradoras para obter delas os tipos de cobertura disponíveis para as escolas, mas a maioria optou por não conceder entrevistas, por receio de gerar alguma conotação distorcida sobre o tema, considerado sensível.

Trata-se de uma plataforma especializada em atender as necessidades das escolas em seguros e assistências aos alunos, professores e corpo diretivo da instituição. Por meio da Patente Godinho Corretora de Seguros, que administra o seguro Peper, os produtos são distribuído por corretores de seguros especializados e garantidos pela MAG Seguros.

Elaine Patente Godinho, diretora comercial do Peper, conta com um modelo de seguro e assistências desenhado para atender instituições de ensino há 16 anos no mercado. O principal cliente é a Confenen (Confederação dos Estabelecimentos de Ensino), que reúne mais de 43 mil escolas de educação básica, do infantil ao ensino médio, reconhecidas pelo Ministério da Educação.

O foco do produto conhecido como Seguro Educacional, na modalidade acidentes pessoais, é cuidar da integridade física do aluno, do professor e de todo corpo diretivo da instituição, uma vez que a legislação presume culpa objetiva do estabelecimento quando um acidente acontece no local. Já o seguro prestamista contribui na continuidade dos estudos do aluno quando da perda do responsável financeiro.

O custo médio do seguro chega a R$ 3 mensais por aluno, para uma indenização média de R$ 15 mil. O valor é negociado de acordo com o perfil e a região de cada escola. O seguro se propõe a pagar indenizações por acidentes, bem como prestar atendimento e oferecer assistência como deslocamentos para sessões de fisioterapia ou descontos no aluguel de equipamentos, como cadeira de rodas.

Elaine: O seguro se propõe a pagar indenizações por acidentes, bem como prestar atendimento e oferecer assistência

Elaine cometa que além das trágicas notícias sobre ataques, as instituições estão preocupadas com as ameaças que circulam pela internet sobre o dia de hoje: 20 de abril. Foi nesta data (há 24 anos) que o massacre de Columbine, nos Estados Unidos, causou a morte de 12 alunos, um professor e deixou outras 21 pessoas feridas.

“Em um movimento que começou em 2022 e se consolidou no começo desse ano, fizemos a ampliação do nosso escopo com a implementação do seguro de proteção escolar permanente, destinado exclusivamente às instituições de ensino e que garante cobertura indenizatória a alunos, professores e outros funcionários de instituições de ensino em casos de morte acidental, incluindo as relacionadas a violência nas escolas. Além, é claro, da possibilidade deste tipo de profissional poder contratar espontaneamente um seguro de vida individual, o que é recomendável de forma geral para toda a população”, conta Helder Molina, CEO da MAG Seguros.

A seguradora Centauro ON, com vendas concentradas no Sul do Brasil, tem na prateleira um seguro para escolas há 15 anos, informa o diretor Renato Barbosa. Segundo ele, o custo é inferior a R$ 5 por pessoa e são vendidas mais de 50 apólices mensais, em todo o país. “A demanda neste ano aumentou bastante, mas não temos qualquer intenção de promover vendas e sim em atender corretores que buscam proteção para seus clientes”, afirmou.

Também é possível agregar ao seguro educacional a proteção conhecida como prestamista, que cobre o valor da mensalidade escolar pela perda do mantenedor do estudante. Outras coberturas também já estão a caminho, como reparação dos danos causados por bullying e homotransfobia, situações que, até pouco tempo, eram tratadas como simples piadas de mau gosto.

“Indo além, verifica-se que o avanço da tecnologia também vem criando novos fatos que acabam por culminar em ações indenizatórias, como o stalking virtual (perseguição pela internet), o revenge porn (pornografia de vingança), ou até mesmo o vazamento de dados pessoais”, comenta Felipe Varela Caon, sócio do Serur Advogados.

O advogado acrescenta que as seguradoras vêm oferecendo no mercado seguros específicos para instituições de ensino, os quais abarcam, a depender de previsão específica na apólice, diversos sinistros que são reflexos de fatos sociais que vêm dando causa a indenizações, como bullying, homofobia, transfobia, racismo, mortes acidentais, furtos e roubos, acidentes de trânsito (em excursões, por exemplo), ou até mesmo intoxicação por alimentos e bebidas fornecidos por escolas ou creches.

“Não há uma obrigatoriedade da contratação do seguro, mas é altamente indicado que as instituições procurem se resguardar para situações imprevisíveis como as de um acidente na escola ou até mesmo casos de violência como infelizmente observamos recentemente. Tudo o que acontece no ambiente escolar é de responsabilidade das instituições e ter uma garantia financeira de poder arcar com essas situações é fundamental tanto para a sustentabilidade financeira da instituição, como para a segurança de alunos e colaboradores”, acrescenta Helder Molina, da MAG Seguros.

Seguro para todos

Independentemente do seguro para escolas, qualquer pessoa pode contratar um seguro de vida, com coberturas que podem ser usadas em vida. Ainda não há um “envelopamento” de venda por tipos de profissão, como professores, médicos, engenheiros ou advogados, para citar algumas. Mas a personalização dos seguros é uma tendência como uma forma de atingir públicos-alvo.

Professores, por exemplo, são um nicho importante para as seguradoras, e mereciam inclusive um preço mais acessível do que outras profissões. Segundo Mario Pereira, diretor de vendas da Samplemed e especialista em subscrição de riscos para seguros de pessoas, as instituições de ensino são importantes para o setor de seguros, pois elas têm um papel social extremamente relevante para a sociedade.

O presidente da corretora de seguros TGL, uma das maiores em vida, reforça o coro. “São profissionais que têm muita necessidade de seguro de vida e de previdência. Trabalham em vários lugares para deixar um patrimônio para a família, preocupação que poderia ser reduzida por uma apólice de seguro. Como educadores, ao entender conceitos como esse, poderiam contribuir para difundir a cultura do seguro de vida no Brasil”.

O cálculo do preço do seguro obedece o perfil da pessoa, como idade e doenças pre-existentes. Há pouca oscilação nas estatísticas para profissões, a não ser para atividades com risco intrínseco, como policiais ou praticantes de esportes radicais. Segundo Pereira, instituições de ensino não sofreram qualquer agravamento de taxa diante dos recentes episódios de violência.

Coberturas mais aderentes

A pandemia de Covid-19 criou uma demanda maior pelo seguro de vida e com isso atraiu investimentos das seguradoras tradicionais e novos players, que surgem com coberturas diferenciadas e investem em canais de distribuição para aumentar a participação no mercado, expandir a oferta de coberturas, gerenciar riscos, reduzir custos e melhorar o bem-estar das pessoas que atendem.

Apesar de todo o avanço da tecnologia, como ofertar uma jornada fluida ao consumidor, os especialistas afirmam que a venda de seguro de vida exige um profissional especializado para avaliar as necessidades de cada indivíduo ou família. Isso faz com que as seguradoras invistam tanto em tecnologia, para agilizar e simplificar a venda, como no treinamento de corretores, criando a terminologia “fidigital”, ou seja, venda física e digital.

De 2010 a 2022, o seguro de vida individual cresceu 348%, de R$ 4,7 bilhões para R$ 21,3 bilhões. Já o seguro de vida em grupo saltou 180%, de R$ 14,2 bilhões para R$ 39,8 bilhões, segundo dados do levantamento feito pela MAG Seguros. O corretor especializado em vida é quem tem puxado o crescimento das vendas individuais, enquanto as instituições financeiras como bancos, fintechs, financiadoras e cartões lideram as vendas de apólices em grupo.

No primeiro bimestre de 2023, o setor de seguros de pessoas alcançou cerca de R$ 9,5 bilhões em prêmios, um acréscimo de 15,1% sobre 2022. O seguro de vida é o carro-chefe do setor, com alta de 19,9%, para R$ 547 milhões; o seguro prestamista, que indeniza a divida com financiamentos, vem em segundo lugar, com vendas de R$ 482 milhões, na mesma base de comparação.

O seguro de doenças graves, terceiro maior em vendas, tem impulsionado a venda do setor, por ofertar uma cobertura que pode ser usada em vida. Segundo dados da Fenaprevi (Federação de Previdência Privada e Vida), as vendas da cobertura apenas de doenças graves alcançaram R$ 1,7 bilhão entre março de 2022 e fevereiro de 2023. Já as indenizações somaram R$ 774 milhões.

É possível identificar três tendências de negócios: parcerias de ecossistemas, convergência de ofertas em grupo e individuais, e o surgimento de novas oportunidades para cobertura de doenças graves. Enfrentar uma condição que compromete a saúde pode ser um momento difícil para todos os envolvidos, além de comprometer os hábitos e rotinas da família. Por isso, as seguradora buscam ofertar novos serviços para atender a esta preocupação do consumidor.

Quem imaginaria encontrar seguro para receber uma indenização diante de um diagnóstico de câncer, infarto do miocárdio, AVC, alzheimer, parkinson, esclerose múltipla entre outras? Ainda há muita novidade para chegar ao Brasil, segundo as resseguradoras, de quem as seguradoras costumam comprar seguro para mitigar o risco de explorar um novo mercado.

Entre os mais recentes estão os benefícios para diagnósticos de demência, que tem surgido entre a população cada vez mais cedo. A notícia recente de que o ator Bruce Willis, 67, foi diagnosticado com demência frontotemporal, acendeu alerta.

Uma nova cobertura, ainda em testes, prevê incluir internação em casa de repouso e suporte ao cuidador. As seguradoras também avaliam ofertar benefícios para serviços de prevenção e detecção de comprometimento cognitivo mais leve ou precoce e assistência que ajude os idosos a envelhecer no local para reduzir a necessidade de cuidados caros em casas de repouso.

Graças à expansão de produtos, do canal de distribuição e do esforço em gerar uma boa experiência aos corretores e consumidores, as seguradoras de vida encontram novas maneiras de diferenciar suas marcas. Esses avanços ajudarão a moldar os seguros de vida nos próximos anos. Quem ganha é o consumidor, que se beneficia de propostas criativas que oferecem proteção financeira.

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Gondim Porto Seguro

Garantir o pagamento da mensalidade escolar diante de um momento de incerteza financeira é uma das principais preocupações das famílias brasileiras. De olho neste mercado, a Isaac e a Porto fecharam parceria para oferecer seguro educacional para as escolas parceiras, escreve Gilmara Santos, jornalista do Infomoney.

A startup, responsável pela antecipação de mensalidades e gestão financeira de cerca de 1.200 escolas de educação básica que juntas têm 350 mil alunos, passa a oferecer aos seus clientes também o seguro educacional.

O produto prevê a cobertura de mensalidades escolares em caso de demissão, afastamento do trabalho ou óbito do responsável financeiro pelo estudante. O seguro, que começou a ser oferecido no início deste ano, já foi disponibilizado a 200 mil vidas das escolas parceiras do Isaac.

De acordo com as empresas, o seguro nasce com mais de R$ 2 bilhões segurados e a expectativa é dobrar o valor durante este ano, acompanhando o crescimento da startup.“Ofertamos este produto no início deste ano para algumas escolas parceiras, mas muitas outras entraram na nossa base de clientes. A intenção é expandir durante este ano para novas parceiras ou aquelas que entraram depois que o produto tinha sido lançado”, explica Paula Jorge, diretora de operações do Isaac.

Segundo Paula, a Porto chegou a oferecer a cobertura há algum tempo atrás, mas parou por falta de demanda. “Isso está muito relacionado ao fato de que se contratado individualmente, esse tipo de seguro fica muito caro porque tem concentração de risco grande”, diz. Com a parceria, todas as escolas parceiras do Isaac têm a garantia de que vão receber as mensalidades contratadas.

Ainda de acordo com a diretora, a ideia de agregar o seguro às soluções oferecidas surgiu a partir da identificação de uma das principais preocupações das famílias quanto ao orçamento doméstico. “Um dos maiores receios dos pais é justamente o de não conseguirem arcar com as mensalidades em momentos de incerteza. O que queremos é oferecer tranquilidade financeira nesses períodos, já tão difíceis por si só”, afirma.

Quanto às escolas, o produto é mais uma solução para facilitar a gestão financeira, por meio de tecnologia e automação, além de contribuir para a retenção de alunos. “É uma segurança para essas instituições, já que a perda de emprego e a dificuldade financeira estão entre os principais motivos para a evasão escolar atualmente”, acrescenta.

Para assegurar atendimento integral às famílias, o plano cobre todos os dependentes matriculados. Para profissionais liberais ou autônomos, há proteção em casos de incapacidade temporária de exercer suas atividades profissionais por solicitação médica, em decorrência de doença ou acidente pessoal.

“A perda do poder de compra e a evasão escolar são dois dramas sociais recentes. Essa iniciativa tem o objetivo de gerar uma nova oportunidade para que a educação não seja comprometida devido a um problema financeiro momentâneo”, afirma o diretor de vida e previdência da Porto, Carlos Eduardo Gondim.

A cobertura prevê até três mensalidades, em caso de perda de emprego e de renda, e pode chegar à conclusão do ano letivo, em caso de óbito do responsável financeiro pelo estudante.

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