A corretora global de resseguros Gallagher Re anunciou hoje a nomeação de Daniel Veiga como CEO da Gallagher Re Brasil, responsável pela operação de contratos.
Com mais de 18 anos de experiência na indústria de resseguros, Veiga ingressa na Gallagher Re vindo do IRB Re Brasil onde ocupou cargos executivos e técnicos, durante 15 anos, liderando a estratégia e desenvolvimento de negócios das linhas de riscos Agrícolas, linhas financeiras, Garantia, Transportes e Aeronáutico.
Desde 2021, atuou como Chief Underwriting Officer para todas as linhas de negócios, com exceção do ramo de Vida: “Sinto-me honrado em ingressar na operação de contratos da Gallagher Re Brasil e entusiasmado com os desafios que terei pela frente, com o que podemos oferecer aos nossos clientes por meio de serviços integrados de consultoria de risco e capital, enquanto expandimos nosso alcance no mercado brasileiro”, comenta Daniel Veiga.
A nomeação de Veiga faz parte do plano de fortalecimento da Gallagher Re no Brasil, com sede no Rio de Janeiro e escritório em São Paulo, que aposta no investimento estratégico em liderança. Ele trabalhará ao lado de Fernando Tilger, Vice-Presidente Executivo da Gallagher Re e em colaboração com Luiz Araripe, Country Manager das operações da Gallagher Corretora de Seguros e Resseguros Facultativo.
Veiga se reportará a Edson Wiggers, CEO da Gallagher Re América Latina e Caribe, que liderava a operação no Brasil, em colaboração com Fernando Tilger. “Estamos felizes em recebê-lo na Gallagher Re Brasil. Daniel Veiga é um líder altamente conceituado do setor, com conhecimento excepcional do mercado, além de paixão e dedicação em fornecer as melhores soluções para os clientes – atributos essenciais à medida que continuamos a investir e expandir nossos negócios”, comenta Wiggers.
“Veiga colaborará estreitamente com Fernando Tilger, ambos possuem sólido conhecimento técnico, relacionamento de longa data com os clientes e experiência comprovada em resseguro em todas as linhas de negócios. Compartilhando uma visão de excelência alinhada com foco no cliente e pautada na cultura de colaboração, a parceria entre eles reforçará a operação da Gallagher Re Brasil para fornecer soluções inovadoras e centradas nas necessidades dos clientes”, acrescenta Wiggers.
A chegada de Veiga à divisão da América Latina e Caribe segue a de Junaid Seria, contratado em fevereiro para liderar a área de Catastrophe Analytics, e de Carlos Gonzalez e Harry Titherley, que ingressaram como vice-presidente e diretor de divisão, respectivamente, no final de 2022.
A Seguros SURA juntamente com a ONG Feito Formiguinhas e a Glaboral, empresa de gestão de qualidade vida corporativaestá promovendo uma campanha de incentivo aos seus colaboradores com o intuito de cultivar a cultura fotográfica.
Chamada de Fotografar! a iniciativa faz parte de uma série de ações do seu programa de bem-estar conhecido como “Bom da Vida” e tem o objetivo de promover a arte da fotografia. Os colaboradores da SURA terão uma oficina completa sobre fotografia, desde a construção de uma câmera Pinhole (buraco de alfinete), até a exposição das fotos captadas pelos participantes. O início da campanha está previsto para o final de maio e terá duração até julho, período em que o colaborador SURA aprenderá técnicas de fotografia até o tratamento das fotos captadas.
“A arte e a cultura são uma das fortalezas de sermos uma companhia Latina para latinos e acompanhar a criação de uma foto analógica é uma ótima forma de refletir a importância dos processos. Estamos sempre em busca de materializar a nossa estratégia de entregar bem-estar e por isso, promovemos iniciativas que além de facilitar a integração entre as pessoas, também funcionam como combustível da criatividade, uma das nossas competências.” Finaliza Diego Kuhl, Analista de Comunicação da SURA.
Utilizar a ciência de dados para que o setor produtivo tenha acesso a produtos inteligentes e possa continuar operando com segurança. Esse é o compromisso assumido pelo Head de Desenvolvimento de Negócios da Sombrero Seguros, José Bernardo de Medeiros, ao juntar-se a um time que tem na inovação uma de suas maiores características.
Com 28 anos de experiência em desenvolvimento de negócios, gestão de riscos e produtos de seguros, Medeiros conta com uma carreira sólida neste setor, tendo atuado em grupos globais e em grandes conglomerados nacionais. Nos últimos anos, ele se dedicou a liderar projetos de estruturação e operacionalização de novos produtos de seguros suportados por modelos matemáticos e ciência de dados.
Com formação em Engenharia Química, José Bernardo de Medeiros descobriu logo no início da sua carreira a aptidão pelo setor de seguros. “Aconteceu de estar procurando o primeiro emprego depois de formado e como eu tinha feito algumas matérias optativas sobre gestão de riscos, surgiu uma oportunidade numa grande corretora americana”, recorda. A corretora em questão era nada menos que a Marsh & McLennan, uma das maiores companhias do mundo do setor de seguros. Após esta experiência, Medeiros passou por outras grandes empresas do setor como a Aon Risk Services e a Horiens Risk Advisors.
Especialista no desenvolvimento e execução de estratégias de transferência de riscos vultosos, de alta complexidade ou de alto volume, ele agora vai utilizar toda expertise adquirida nesta área para abrir novos canais de distribuição, construir parcerias comerciais e desenvolver produtos que vão ao encontro das necessidades dos clientes da Sombrero.
Novos produtos para o setor produtivo
A Sombrero iniciou suas atividades em 2022 com foco no seguro agrícola, terminando o primeiro ano com a quinta posição em vendas e a a menor sinistralidade do mercado. Um dos papéis desempenhados por Medeiros será o desenvolvimento de outros ramos ligados ao setor agropecuário, tais como o seguro para máquinas e equipamentos rurais, seguro da propriedade rural e de estruturas como silos, armazéns e plantas de beneficiamento, além de seguro pecuário.
Além disso, JB (como o executivo é conhecido no mercado) participará do desenvolvimento das novas linhas de negócio da Sombrero, que já estão em início de operação – garantia, propriedade, responsabilidade civil, entre outros.
“Sua contratação é importante para fortalecer a estratégia de diversificação da Sombrero, com mais produtos voltados para o agronegócio e outros setores da economia, sendo distribuídos em mais localidades do Brasil, assim fazendo jus ao lema da companhia de proteger quem produz”, resume o Diretor Técnico da Sombrero, Márcio Rios.
A Latin Re anuncia a chegada do seu novo sócio, David Lozano, como Chief Broking Officer Latam. Com uma carreira de mais de três décadas em Seguros, Corretagem e Resseguros, Lozano traz consigo uma vasta experiência internacional que enriquecerá ainda mais a proposta de valor e serviço da Latin Re para seus associados e clientes.
Lozano desempenhou o papel de subscritor de riscos nas áreas de Engenharia, Property, Casualty, Energia, Treaty e Facultativo para empresas como Allianz, Mapfre e Guy Carpenter. Participou do desenvolvimento e administração de portfólios de riscos facultativos na América Latina e Caribe, em parceria com Lloyd’s of London, White Mountains Re, Grupo Primary e Swiss Re Corso.
Na Scor, assumiu a subscrição e gerenciamento de portfólios de Property & Energy. Posteriormente, ocupou o cargo de Superintendente de Property, Engenharia e Energia para a América Latina na AXA Corporate Solutions. Atualmente, dedicou-se ao desenvolvimento e administração de portfólios de Engenharia e Construção na América Latina para a AGCS.
“Com muita alegria, estou me unindo à equipe da Latin Re como Chief Broking Officer Latam para contribuir com minhas experiências de mais de 3 décadas no mercado, com o privilégio de trabalhar com diversas das mais prestigiadas companhias e players de nossa querida indústria. Tenho certeza de que alcançaremos as metas que traçamos e enriqueceremos ainda mais nossa proposta de valor e serviço para nossos associados e clientes.”
Como Chief Broking Officer Latam, Lozano será responsável por liderar as iniciativas comerciais da América Latina em Miami, onde a empresa recentemente inaugurou um novo escritório. A Latin Re está em constante crescimento, expandindo suas operações e alcançando resultados cada vez mais positivos. O crescimento contínuo da empresa é evidenciado pela ampliação da sua base de clientes e pela conquista de novos mercados.
O Grupo MDS adquiriu o controle acionário da corretora RSG, no Chile. Com mais de 40 anos de história, a operação, posicionada entre as 10 maiores do país, segue com o mesmo nome. A gestão da empresa, que conta hoje com mais de 60 colaboradores, permanece sob a responsabilidade dos sócios originais e do seu corpo de executivos, que passam a reportar para a MDS Brasil.
A relação entre as empresas é antiga. Desde 2016, a RSG é membro da empresa global de corretagem Brokerslink, que tem como Chairman e fundador o CEO Global do MDS Group. A MDS é atualmente a maior corretora de seguros em Portugal e Angola, e a terceira maior no Brasil. No final de 2022, o MDS Group foi adquirido pelo Grupo Ardonagh, maior grupo de corretagem independente do Reino Unido e entre os 20 maiores do mundo.
“Ficamos muito felizes em passar a fazer parte do Grupo MDS e, por seu intermédio, do Grupo Ardonagh. É o reconhecimento da nossa trajetória até aqui, bem como da qualidade da nossa equipe. Com o apoio de nossos novos acionistas passamos a ter acesso a mais recursos para seguir com a nossa trajetória de crescimento, bem como incorporar novos produtos e serviços para os nossos clientes atuais e futuros”, afirma Andrés Errázuriz, Gerente Geral da RSG.
Para José Manuel Fonseca, CEO do Grupo MDS, com a integração da RSG, o Grupo MDS dá um importante passo para ampliar a sua participação na região. “Fico muito contente com a conclusão desta importante operação, quando o Grupo MDS dá o seu primeiro passo na expansão para a América Latina, após a nossa consolidação no Brasil. O Chile é um mercado importante e com ainda grande potencial a ser explorado e temos também a felicidade de passar a contar, no Grupo, com uma equipe muito qualificada e reconhecida no mercado”, comenta o executivo.
Na visão do CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink, Ariel Couto, a operação traz significativos ganhos de capilaridade e geração de valor para ambas as empresas. “A RSG soma ao Grupo MDS uma carteira de importantes clientes, conhecimento técnico nas mais diversas áreas e uma equipe composta por excelentes profissionais, que a partir deste momento contam com o apoio não só da MDS Brasil, mas também do MDS Group e do Grupo Ardonagh ”, conclui Couto.
O Brasil foi o país escolhido como sede da reunião anual do Conselho de Governadores da CGAP – Consultative Group to Assist the Poor – , que acontece de 31 da maio a 02 de junho, na capital paulista.
O evento é fechado e reservado a convidados que compartilharão a experiência do Brasil na construção de uma infraestrutura financeira acessível. Na reunião deste ano, o CGAP adotará sua nova estratégia de cinco anos, focada na construção de ecossistemas financeiros responsáveis e inclusivos, que permitam um mundo verde, resiliente e equitativo para todos.
A NEWE seguros, única representante da indústra de seguros do Brasil, terá o seu vice-presidente, Rodrigo Motroni, como um dos debatedores do painel “Inclusão financeira e mudanças climáticas – Perspectivas brasileiras”. Motroni irá compartilhar a experiência da Newe com o seguro paramétrico no sul da Bahia e o desdobramento dessa inovação em novas ações e como política voltada para agricultores familiares.
O CGAP é um grupo de discussão global, sediado no Banco Mundial, cuja estratégia, até o fim de 2023, está direcionada à criação de valor para clientes na linha da pobreza, especialmente mulheres e outros segmentos excluídos; construir modelos de negócios sustentáveis que forneçam serviços financeiros aos pobres, em escala; desenvolver a infraestrutura capacitadora para conectar pessoas a serviços financeiros em um mundo digital e promover um ambiente político que apoie a inovação e, ao mesmo tempo, proteja os consumidores.
Mais informações e o desdobramento desta e demais iniciativas do CGAP, estão disponíveis em www.cgap.org.
A EZZE Seguros acaba de receber o selo Great Place to Work (GPTW), um dos certificados mais importantes no que se refere à gestão de pessoas. Criada nos anos 80, a certificação GPTW é reconhecida mundialmente e, desde então, ganhou cada vez mais reputação no mercado. Ela indica quais são as melhores empresas para trabalhar na perspectiva dos colaboradores.
Para isso, a organização realiza uma pesquisa com seus profissionais, na qual avalia uma série de critérios relacionados ao ambiente de trabalho, clima organizacional e gestão de pessoas.
“Na EZZE, entendemos que, mesmo sendo uma empresa muito jovem, nosso objetivo é corresponder e superar as expectativas de nossos clientes e nossos colaboradores. Hoje já temos práticas, processos de empresas de ponta e o ritmo do nosso negócio nos impulsiona para sermos cada vez mais eficientes e efetivos na empresa que estamos construindo. Esta certificação mostra o quanto os nossos colaboradores estão dedicados a ter um ambiente cada vez melhor. Estamos empenhados, como organização, em entender cada oportunidade de melhoria e de reconhecer todas as fortalezas que temos como empresa, porque na EZZE, a gente se importa”, avalia Vanessa Oliva, diretora de Recursos Humanos e Facilities da EZZE Seguros.
Para Richard Vinhosa, CEO da EZZE Seguros, a certificação reforça o compromisso de evolução constante da companhia. “Vamos envolver boa parte do time para traçar o plano de ação e de melhorias em todos os quesitos e em todas as frentes, quer seja com o colaborador, com o cliente e com o acionista. Agradeço a todos que participaram da pesquisa e que foram sinceros em todos os pontos avaliados”, destaca o executivo.
O Instituto de Resseguros do Brasil agora é IRB (Re). Mais leve. Desapegado. Essa é a nova marca e também mostra o estilo do CEO Marcos Falcão, que tem a missão de repaginar o maior ressegurador local do Brasil, depois de quase três anos de crise que levaram a ação cair dos R$ 44 para praticamente zero diante de uma sucessão de eventos que começaram com uma fake news, passou por uma fraude contábil e quando parceria que tudo iria melhorar, enfrentou perdas com as mudanças climáticas que afetaram a carteira de seguro rural.
“Estamos reescrevendo o futuro. Essa marca sintetiza a evolução do IRB: uma empresa cada vez mais ágil, que se comunica melhor e, sobretudo, valoriza as pessoas e o conhecimento. Temos uma equipe altamente capacitada, que conhece o negócio e faz a diferença. E, agora, com a nova sede, temos um ambiente moderno, mais aberto, que favorece a integração, a troca de conhecimento entre as áreas e a proximidade com os clientes e parceiros de negócios”, afirma Marcos Falcão.
Apresentada pela companhia, a releitura da marca – ou rebranding – coincide com a inauguração da nova sede, no Ventura Corporate Towers, no centro do Rio de Janeiro. O projeto gráfico, baseado em logo tipográfica, traduz o momento de transformação do ressegurador.
Os resultados do primeiro trimestre deste ano sinalizam o saneamento do ressegurador. O lucro líquido da companhia alcançou R$ 8,6 milhões, mas poderia ter sido de R$ 34 milhões se a empresa não tivesse desembolsado R$ 25,4 milhões para encerrar um potencial processo pelo Departamento de Justiça nos EUA. Entre os destaques dos números, uma subscrição positiva de R$ 3,7 milhões ante um prejuízo de R$ 96,4 milhões no mesmo período de 2022.
Os dados de 2022 ainda mostraram um IRB em saneamento, com prejuízo líquido de R$ 630,3 milhões, impactado pela conta negativa de subscrição, de R$ 152,8 milhões, que foi compensada pelo resultado financeiro positivo de R$ 153 milhões. “Já fizemos muitos ajustes. Encerramos carteiras que eram deficitárias. A evolução geral dos nossos indicadores já são vistas nos nossos resultados do primeiro trimestre”, conta o vice-presidente de subscrição, Daniel Castillo, ao Sonho Seguro.
Tanto Falcão como Castillo afirmam que o empenho de todos é de que o ressegurador volte a ter um balanço positivo em 2023 é voltar ao território positivo. Além de todo o esforço em corrigir carteiras deficitárias que tiveram decisões de receita e nao de resultados, o número de funcionários foi reduzido com o programa de demissão voluntária, para pouco mais de 300. “Também temos ventos a nosso favor, com a taxa de juros alta e um mercado internacional de resseguros muito duro, com falta de capacidade e, consequentemente, com reajustes substanciais de preço “, comenta Castillo.
O executivo conta as suas visitas a clientes. “Foram 101 de janeiro a 29 de maio. Também fizemos road show no exterior para renovação de alguns contratos e conseguimos condições bem melhores para agronegócios. O retorno que tenho tido dos clientes e de parceiros é muito positivo e tenho certeza de que todos sentirão ainda mais a nossa mudança ao conhecer a nova marca”, comentou já na nova sede. “Estamos convictos que nossos índices de sinistralidades serão menores trimestre a trimestre com uma melhora contínua”, acrescenta.
Outra decisão citada por Castillo para a melhora dos resultados é focar a operação de resseguro no Brasil. Boa parte do volume de indenizações pagas se refere a contratos fechados fora do país. “Hoje 60% dos nossos negócios já são provenientes do Brasil. A meta é emitir 80% dos prêmios no Brasil e completar o portifólio, prioritariamente, com operações na América Latina (15%) e em outros mercados (5%)”, informa. “Ainda temos muito trabalho pela frente e desafios a serem superados. Estamos no caminho certo para encerrar 2023 com resultados melhores”, afirmou Falcão.
‘Marca que fala’
A nova marca, desenvolvida após meses de imersão, entrevistas com stakeholders e análises de contexto, tem como pilar estratégico o conhecimento. “Construímos um conhecimento único sobre resseguros no Brasil, que pode contribuir muito para o desenvolvimento da sociedade. Estamos transformando uma marca sóbria em uma marca comunicativa, que fala. Que sente a necessidade de participar, de se relacionar com todos os seus públicos, realçando seu papel de marca protetora”, explica Daniele Sibucs, gerente de Marketing do IRB (Re).
Desenvolvida pela Tátil Design – empresa de branding e design –, o logo ‘IRB (Re)’ fala pela companhia. Cada letra tem significados, conforme explica a consultoria, que reescrevem o futuro do ressegurador. A marca protetora é representada pelo próprio signo dos parênteses, que tem o significado visual de conter, acolher, proteger, cuidar e falar. Explicam que o IRB (Re) é uma companhia de resseguros e o que isto significa.
“Para expressar esse novo momento, identificamos e evoluímos as propriedades expressivas da marca. Um nome que se renova para mostrar sua disposição ao diálogo, seu olhar para o futuro. Uma marca que se torna parte da própria conversa. Um sistema de identidade capaz de comunicar todos esses significados em cada ponto de relacionamento, ajudando a construir a imagem de uma marca coletiva, diversa, que articula a sua inteligência para renovar o resseguro no Brasil”, Ricardo Bezerra, Chief Creative Officer (CCO) da Tátil Design.
São Paulo, Brasil 22-04-2019 Retrato de Roberto Santos, presidente-executivo da Porto Seguro no prédio da empresa em São Paulo. Fotos: Fernando Martinho.
Nada muda no plano estratégico da Porto, afirmou o CEO Roberto Santos. Segundo ele, a sucessão no comando na Porto, anunciada hoje, vem sendo conduzida desde o ano passado. “Num time de futebol, quando se troca o comando é porque o técnico não está indo bem. Aqui na Porto não. Está no nosso DNA fazer tudo com segurança, com cuidado. Eu já vinha pensando em mudar o ritmo de trabalho, desejo que todos tem nesta fase da vida. Em conversas com Bruno Garfinkel, chegamos ao resultado divulgado hoje e que é uma mudança muito benéfica que a Porto, com um profissional com vivência de outros mercados”, disse ele ao Sonho Seguro.
Paulo Kakinoff, que assume como CEO em janeiro de 2024, entrou no conselho da Porto há três anos . Esta é a segunda vez que o executivo faz esta mesma trajetória. A primeira foi na Gol, onde entrou como conselheiro e depois assumiu o comando executivo da empresa aérea. “Eu sou do mercado. Só no grupo Porto estou há 21 anos e sete como CEO”, diz. Segundo ele, a Porto entra numa nova fase em 2024 e a experiência de Kakinoff, com amplitude de visão de outros negócios como indústria automotiva em Volkswagem e Audi, bem como na Gol, têm muita valia”.
Como conselheiro, Kakinoff ajudou a construir as verticais de negócios e o plano estratégico e por isso a troca de executivos, em janeiro próximo, é uma sequência do que vem sendo feito. O que pode mudar são os cenários dos segmentos em que o grupo atua, como seguro automóvel, onde é a maior do Brasil, operações financeiras com banco, financeira e cartões, e planos de saúde.
“Hoje temos cenários diversos e que certamente vivenciarão uma nova realidade, para melhor, em 2024”. Em seguro de carro, Santos afirma que a companhia colhe os frutos das medidas implementadas em meados de 2021 e ainda conta com uma tendência de melhora das vendas de veículos zero quilômetro agora que o governo acena com benefício fiscal, o que é muito positivo para este segmento que tem a maior fatia do negócio vinda do seguro adquirido na compra do carro zero.
“Saúde é um nicho muito pressionado por custos. A Porto tem uma situação um pouco mais tranquila diante da concorrência por não atuarmos com planos individuais, além da nossa operação ser restrita a São Paulo, Rio e Brasília, o que facilita a gestão médica. Não nadamos de braçada, mas temos um resultado confortável”, detalha. Já na vertical financeira, Santos cita a pressão da inadimplência do mercado em geral, principalmente em cartão de crédito, financiamentos e aluguel, mas que medidas mais conservadoras estão sendo tomadas.
Santos segue em suas atuais funções como CEO e cedendo sua experiência como especialista em seguros para agregar valor tanto a Porto, em comitês internos, como para a CNseg, como presidente do Conselho da entidade, que acaba de lançar o Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS), que prevê ações para estimular o crescimento da participação do setor no PIB dos atuais 6,4% para 12% até 2030.
A Porto Seguro anunciou nesta quarta-feira, 31, a escolha de Paulo Kakinoff para suceder a Roberto Santos, a partir de 2 de janeiro de 2024. Santos seguirá no comando da operação da companhia até o final deste ano, quando passará a ocupar uma cadeira no Conselho de Administração. Também segue na função de presidente do Conselho Diretor da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), até o final do mandato, em 2025.
Kakinoff integra o Conselho de Administração da Companhia desde março de 2020, atuando também nos Comitês de Auditoria, Marketing, Pessoas, Remuneração e Risco Integrado. Tem 25 anos de reconhecida experiência executiva, exercendo a função de CEO na indústria automobilística e na aviação civil. Atualmente é membro do Conselho de Administração de empresas dos setores de construção civil, energia renovável, locação de ativos, papel e celulose, logística e mobilidade, além de ONGs nas áreas de educação e esporte.
Roberto Santos ingressou no grupo como diretor presidente da Azul Seguros em novembro de 2003, assumindo a presidência da Porto em 2018, tendo conduzido a companhia neste período “de conquistas marcantes e notável performance”, enfatiza o comunicado.
“Com este movimento reforçamos ainda mais a estratégia de diversificação de nossas áreas de atuação – Porto Seguro, Porto Saúde, Porto Bank e Porto Serviços – fortalecendo o ecossistema Porto, ao acelerar a trajetória de crescimento sustentável da Companhia, com geração de valor a todos stakeholders e sendo cada vez mais um porto seguro para as pessoas e seus sonhos”, informou a companhia em nota ao mercado.
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