Mitsui Sumitomo Seguros recebe, pelo terceiro ano consecutivo, o selo GPTW

Mitsui sumitomo GPTW

Pelo terceiro ano consecutivo, a Mitsui Sumitomo Seguros, integrante do MS&AD Insurance Group, conquistou a certificação do Great Place to Work (GPTW), empresa de consultoria que reconhece companhias com os melhores ambientes de trabalho ao redor do mundo.

O índice de satisfação da equipe chegou a 93%, acima dos 84,5% do ano passado, considerando a avaliação dos funcionários convidados a participar da edição 2022. Segundo eles, a Mitsui Sumitomo segue sendo um excelente lugar para se trabalhar e o quesito diversidade tem um grande impacto no sentimento de inclusão do time de pouco mais de 300 colaboradores. 

“Ganhar nos três anos que participamos consagra nosso empenho nesta jornada iniciada em 2017, que exigiu muito protagonismo não só do RH, mas de todos os colaboradores que toparam fazer parte dos grupos de trabalho no intuito de discutir os temas que poderíamos melhorar. Temos percebido que a cada ano a participação na pesquisa aumenta, bem como a percepção dos funcionários sobre o ambiente de trabalho que construímos juntos”, comemora Julia Christensen, Superintendente de Recursos Humanos e Marketing da Mitsui Sumitomo.

Renata Feo Martinez, gerente de RH da Mitsui Sumitomo, acrescenta: “Juntos continuaremos com um olhar focado em todos os apontamentos feitos. Temos muito ainda a melhorar e nossa escuta ativa dos nossos colaboradores possibilita uma nova conquista. Rumo a 2024 ainda mais inclusos e diversos.” 

“Um grande orgulho ter a Mitsui Sumitomo Seguros reconhecida pela terceira vez como uma excelente empresa para se trabalhar. Isso nos mostra que estamos no caminho certo de entregarmos aos nossos colaboradores o apoio e as oportunidades de desenvolvimento que nos move para construirmos juntos uma sociedade mais inclusiva e diversa”, afirmou Hélio Kinoshita, vice-presidente da subsidiária do grupo japonês Mitsui Sumitomo, um dos maiores do mundo.

MAPFRE divulga Relatório de Sustentabilidade com ações e metas atingidas no Brasil 

Fonte: Mapfre
 

A MAPFRE divulga nesta semana a edição 2022 do seu Relatório de Sustentabilidade. Produzido em linha com diretrizes internacionais, o documento apresenta, de forma clara e transparente, o desempenho da companhia de forma integrada às iniciativas ESG (do português: ambientais, sociais e de governança).

Além de dar transparência para as iniciativas ESG promovidas pela empresa, o relatório é um dos principais documentos de comunicação com os stakeholders, funcionando como uma ferramenta de divulgação de metas, resultados e indicadores ambientais, sociais e de governança.

Dentre os resultados ambientais atingidos pela MAPFRE no Brasil em 2022 estão a redução da pegada de carbono em 45%; redução do consumo de energia em 17%; substituição de 50% da frota para veículos híbridos e utilização de 77% do consumo elétrico com origem de fontes renováveis. Na área social, a companhia demonstrou seu compromisso com a equidade e a inclusão, atingindo 52% de promoções no ano. Além disso, ampliou a contratação de pessoas com deficiência, totalizando 5% da força de trabalho e desenvolveu cursos de formação em educação financeira para os colaboradores.

Já nos segmentos de governança e negócio, a MAPFRE realizou uma série de ações com foco na transparência para incrementar o conhecimento da companhia e seu marco ético. Durante o ano, realizou, ainda, uma análise diagnóstica para identificar os produtos com características sustentáveis em seu portfólio e consolidou o modelo de análise ESG para Grandes Riscos.

“Nossa estratégia de sustentabilidade está cada vez mais integrada ao modelo de negócio, o que nos permite enfrentar os grandes desafios globais, gerindo riscos e oportunidades ESG e, ao mesmo tempo, inovando no desenvolvimento de produtos e soluções de seguros, resseguros e serviços que beneficiam os clientes e, em conjunto, a sociedade como um todo”, afirma o CEO da MAPFRE no Brasil, Fernando Pérez-Serrabona.

As ações da companhia vão ao encontro da Estratégia Global de Sustentabilidade lançada no ano passado, e que resultou na criação do Plano de Sustentabilidade 2022-2024. O documento define o posicionamento estratégico da companhia em relação às questões ESG e de negócios para os próximos anos, contemplando os compromissos globais de sustentabilidade assumidos pela empresa, com foco nos grandes desafios enfrentados atualmente pelo mundo.
 

 
Fatima Lima: “A sustentabilidade está no centro da nossa estratégia “

Dentre os compromissos globais com a sustentabilidade assumidos no Plano de Sustentabilidade estão alcançar a neutralidade de carbono em países estratégicos – entre eles o Brasil, até 2024 – promover a economia circular e a inclusão, investir na transparência, promover produtos e serviços com critérios ESG no portfólio do Grupo, expandir o modelo de análise de subscrição considerando aspectos ESG e garantir que até 2024, 90% do portfólio global de investimentos seja avaliado a partir de critérios ESG.

Em seu primeiro ano de implementação, o Plano de Sustentabilidade registrou índice de 99% de cumprimento dos objetivos e metas propostos para o período. “A companhia está empenhada em ampliar a adoção de práticas ambientais, sociais e de governança corporativa, por meio de uma série de ações efetivas colocadas em prática. A sustentabilidade está no centro da nossa estratégia e estamos orgulhosos em alcançar um índice tão alto de cumprimento de nossos objetivos no primeiro ano de implementação do plano. Isso nos motiva a continuar avançando e aprimorando nossas práticas para construir um futuro mais sustentável no mercado de seguros”, comemora a diretora de Sustentabilidade da MAPFRE, Fátima Lima.

No Mês do Orgulho, Liberty Seguros reforça compromisso com diversidade e inclusão 

Fonte: Liberty

No Mês do Orgulho LGBTQIAPN+, a Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, está promovendo uma série de ações em prol das temáticas de diversidade e inclusão. Entre os projetos, a seguradora realizou uma palestra com Gabriela Augusto, primeira pessoa trans a ser reconhecida pela Forbes Under 30 e que tem atuado ao lado de grandes organizações do Brasil e do mundo em iniciativas de DEI. O evento, que teve como tema central “Por que temos orgulho?”, ocorreu na última quarta-feira, dia 21, e contou com a abertura de Patricia Chacon, CEO da Liberty no Brasil, e Delane Giannetti, CTO e Sponsor do Grupo de Afinidade Pride da companhia.

Durante a conversa, Gabriela parabenizou a iniciativa da empresa e pontuou que a informação é a principal ferramenta no combate ao preconceito, reforçando a importância de se falar cada vez mais sobre diversidade e equidade. Ao longo do evento, que contou com a participação massiva dos colaboradores da empresa, ela apresentou diferenças entre conceitos de gênero, desmistificou termos e tirou dúvidas sobre o que se deve ou não falar em determinadas situações, agregando ainda mais conhecimento ao público presente. 

A atenção aos temas de diversidade e inclusão está no DNA da Liberty há anos. Exemplos disso são os grupos de afinidade voluntários liderados por colaboradores aliados às causas, que têm o objetivo de conduzir discussões e ter ideias voltadas a questões de gênero, da comunidade LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, gerações, raças e etnias. Dessa forma, é possível garantir um ambiente no qual todos têm oportunidades equitativas, além de terem seus direitos respeitados e a liberdade para serem quem são.

Comunicar é educar

Além da palestra com a especialista Gabriela Augusto, outra forma que a Liberty encontrou de fomentar um ambiente seguro para a comunidade LGBTQIAPN+ e celebrar a causa de grupos minoritários foi a produção do podcast “DEIcast – Não sabia, agora sei”. Em maio, a companhia lançou a segunda temporada do projeto, que foi toda gravada no estúdio da Fundação Dorina Nowill, referência em inclusão de pessoas com deficiência visual.

A primeira temporada foi produzida em parceria com a Nohs Somos, startup de impacto social que criou um mapa que localiza estabelecimentos seguros e amigáveis para a população LGBTQIAPN+. 

A iniciativa é parte de uma ação de letramento do Grupo Liberty Brasil, que traz conteúdos desenvolvidos por especialistas em diversidade para toda a companhia, contribuindo para que o conhecimento seja disseminado. Por meio dele, é possível despertar reflexões voltadas para diversidade, equidade e inclusão, tanto para os funcionários e funcionárias quanto para a comunidade de forma geral.

Novidade na bandeira

Pelo segundo ano consecutivo, a Liberty ainda hasteou a bandeira LGBTQIAPN+ no Hub Brooklin. A ação visa reforçar que a companhia é comprometida com a criação de um ambiente de trabalho inclusivo e acolhedor para todos os colaboradores e colaboradoras.

Depois de uma conversa entre os representantes da companhia e os organizadores do movimento, a Liberty lançou uma novidade em 2023: um novo design da bandeira. A atualização foi feita pelo designer norte-americano Daniel Quasar e, além das tradicionais cores do arco-íris utilizadas pela comunidade desde 1987, foi adicionada uma seta apontando para a direita – o que, segundo Quasar, indica progresso.

“Temos muito orgulho do que a Liberty vem fazendo em diversidade e inclusão e progredimos cada vez mais nesses programas. O compromisso com essas pautas é um diferencial da companhia e um trabalho do qual não abrimos mão”, explica Patricia Chacon. “Por meio de projetos como os que estamos promovendo no Mês do Orgulho, ficamos mais próximos do nosso objetivo de garantir um ambiente totalmente seguro para qualquer pessoa, independente de gênero, pensamento ou orientação sexual”, completa a executiva.

Prudential do Brasil promove treinamentos com corretores em São Paulo

Parceiros da Prudential que comercializam produtos de Vida em Grupo participam de treinamento em São Paulo | Divulgação

Fonte: Prudential

A Prudential do Brasil promoveu, em junho, o Café Tour, uma semana de treinamento para um seleto grupo de corretores e assessorias parceiras que comercializam produtos de Vida em Grupo. Os encontros aconteceram na Grande São Paulo e em Campinas, e reuniram mais de 70 corretores que tiveram oportunidade de conhecer os benefícios e os diferenciais do seguro de Vida em Grupo da Prudential para empresas.

O grupo compartilhou experiências sobre casos reais de pagamentos de sinistros e debateu sobre o alto índice de renovação dos produtos e a flexibilidade da Prudential na comercialização das coberturas. Uma questão unânime entre os participantes foi a isenção da Declaração Pessoal de Saúde (DPS), questionário sobre os hábitos e a saúde do contratante de um seguro de vida, incluindo perguntas sobre doenças preexistentes, uso de medicamentos, tratamentos médicos, entre outras.

Durante o treinamento, também foram apresentadas as novas assistências do produto Corporate voltado para empresas com mais de 500 vidas e a campanha de agenciamento adicional para os parceiros. Nessa ação, a Prudential paga um agenciamento adicional de 50% para quem fechar contas com até 500 vidas ainda no mês de junho, mesmo que com vigência futura.

De acordo com o Head Regional de Vendas da Prudential, Bruno Guaglianone, o segmento de Vida em Grupo é promissor e tem forte potencial de desenvolvimento. “Ficamos muito satisfeitos em ouvir como a Prudential se posiciona no setor. A agilidade no pagamento do benefício e a qualidade no atendimento foram destacados como diferenciais. Tivemos encontros produtivos, com muita troca de ideias e experiências. Queremos estreitar cada vez mais o relacionamento com nossos parceiros”, enfatizou.

Uma das corretoras presentes foi Cristiane Guedes, diretora da Tabapuã Seguros, que mencionou a importância de se aproximar da Prudential. “Fico muito feliz da parceria com a Prudential, uma seguradora que se destaca no mercado pela qualidade do atendimento, está sempre ampliando seu portfólio de produtos e aprimorando a experiência dos clientes”, afirmou.

Até o final do ano estão previstos outros encontros em diversas regiões do país. O próximo está previsto para o interior de São Paulo, em Ribeirão Preto.

Nove tendências para as seguradoras brasileiras se manterem rentáveis

A Accenture acaba de lançar o mais recente estudo sobre “Tendências na indústria de seguros 2023”. Para os autores, a indústria de seguros brasileira conseguiu entregar um crescimento topline significativo no último ano, passando em 2022 a marca de R$ 355 bilhões em prêmio direto, o que significa um avanço de 16,2% frente a 2021. 

“O cenário positivo é confirmado ao avaliarmos o último relatório divulgado pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) em 2022, em que os índices de sinistralidade tanto no seguro de pessoas, quanto no seguro de danos, se mantiveram aderentes a média histórica com aproximadamente 30% e 43%, respectivamente”, comenta Hugo Assis, líder de seguros para a América Latina. 

Segundo ele, os próximos anos serão chave para as seguradoras, insurtechs e corretoras que desejam permanecer relevantes em um ambiente rentável e em crescimento, porém de competição acirrada e que precisa se tornar mais eficiente. “É necessário que as seguradoras aproveitem o momento positivo para se diferenciarem através de inovações ao longo de toda cadeia de valor sem perder a centralidade no cliente”, acrescenta. 

O estudo traz tendências em diversos temas para o Brasil:

Tendências da indústria de Seguros no Brasil

1-Aceleração de novas parcerias entre incumbentes e insurtechs 

2-Seguro deve deixar de ser um produto elitizado 

3-ASG deve ganhar força frente a novas definições regulatórias

4- Prescriptive analytics deve impulsionar modernização de toda cadeia de valor 

5-Inserção em ecossistemas estratégicos para viabilizar novos modelos de negócio

6-Adoção de novas tecnologias demanda readequação da força de trabalho 

7-A janela de migração para a nuvem está se fechando e uma nova onda de escala deve surgir 

8-A busca por maior produtividade deve ir além das iniciativas concentradas em back office 

9-O amadurecimento do metaverso e desmistificação das oportunidades

Escolhi o tema ESG para o primeiro post por estarmos no mês do meio ambiente e termos diversas divulgações de seguradoras sobre as iniciativas adotadas até agora. 

ESG deve ganhar força frente a novas definições regulatórias, prevê Accenture

Tendo que tomar decisões relevantes em ambos os lados do balanço, seja como investidora institucional ou como tomadora de riscos, as seguradoras são alvos constantes de ativistas que cobram restrições, metas claras de redução de carbono e o fim do greenwashing

No Brasil, as seguradoras começam a se estruturar para adequação às normas regulatórias com objetivo de diferenciação e extração de valor sobre a pauta, destaca o estudo “Tendências de Seguros”, da consultoria Accenture. “Com o surgimento de equipes dedicadas, espera-se mais movimento rumo à inovação: novos produtos sustentáveis, melhorias de processos em toda cadeia de valor e uso de analytics para direcionar investimentos são alguns exemplos”, comenta Assis. 

O estudo destaca algumas iniciativas ligadas à agenda ASG que têm sido desenvolvidas há alguns anos no mercado de seguros, como o descarte correto de resíduos gerados pelo cliente à redução drástica das emissões de CO2 através de automação e digitalização de diversos processos. Outro ponto relevante está na inclusão da filantropia à promoção de um ambiente de trabalho inclusivo, diversificado e equilibrado. Também na pauta das companhia, a seleção de riscos, com restrição a subscrição de determinados riscos à atuação transparente e responsável em todas as questões tributárias. 

Assis enfatiza que a lista de iniciativas aumentou expressivamente nos últimos anos, seja por pressão regulatória ou devido a maior pressão social. “No Brasil, cada vez mais seguradoras tem assumido compromissos de sustentabilidade, alguns deles impulsionados por determinações globais. No entanto, os desafios para mensurar os resultados e extrair valor dessa agenda são enormes e todos reconhecem existir um longo caminho a percorrer”. 

No último relatório de sustentabilidade da CNSeg com 34 seguradoras, menos da metade (47%) indicou possuírem diretrizes sustentáveis para apoiar as atividades de investimentos ou alocação de ativo. Ainda neste relatório, foi registrado que 38% das seguradoras consideram diretrizes ASG em seu processo de subscrição e apenas 1/5 (20%) indicam que os executivos seniores são avaliados e remunerados com base no desempenho na agenda. Na Europa, por exemplo, 57% dos executivos de seguros são avaliados segundo critérios ASG, compara o estudo da Accenture. 

De acordo com os autores do estudo, números como esses demonstram os diferentes estágios de maturidade. Para aquelas que estão iniciando a caminhada, quatro passos são inevitáveis: definição consensual de metas claras, objetivas e mensuráveis; estabelecimento de papéis e responsabilidades com criação de times dedicados e independentes; desenvolvimento de uma estratégia ASG em ondas com priorização de determinados temas; e desenvolvimento de uma rotina de comunicação com stakeholders de maneira clara, ordenada e consistente. 

Espera-se em 2023 e nos anos adiante que as seguradoras consigam usar a agenda ASG para melhorar branding compartilhando seu compromisso ASG para engajar clientes, corretores, investidores e funcionários. Também é esperado que as seguradoras façam parcerias com clientes e brokers para, utilizando seu know-how, auxiliar na redução de emissões. 

“Um ponto importante da agenda ESG é abrir caminho para novas receitas”, destaca o consultor, citando três frentes: o desenvolvendo de novos produtos e serviços para negócios ambientais emergentes e para atingir população de baixa renda”, cita o consultor; redução de custo, utilizando novas tecnologias para digitalização de processos; e gestão do risco, incorporando fatores de sustentabilidade em sua estratégia, estruturas e políticas de risco, aumentando a confiança e gerenciando expectativas de partes interessadas. 

AXA lança seguro Auto Frota Flex com flexibilidade e personalização aos clientes

Fonte: AXA

A AXA no Brasil acaba de lançar uma nova solução para segurança corporativa: o Auto Frota Flex. O seguro é uma opção personalizável e flexível para veículos comerciais de empresas, proprietários de empreendimentos, sócios e dependentes diretos, sendo cônjuge e filhos. Oferecendo proteção que abrange do pequeno ao grande risco, o produto é válido para frotas a partir de três itens, sem limite máximo, e conta com diversas opções de serviços.

O Auto Frota Flex da AXA foi desenvolvido em colaboração com os corretores e clientes para atender às necessidades específicas de cada caso, como resultado da cultura de cocriação da empresa. Entre os diferenciais do lançamento, destacam-se a personalização do seguro, uma vez que o corretor e o cliente poderão selecionar, no momento da cotação, o tipo de atendimento de oficinas e peças por item, podendo ter até três preços em uma mesma cotação. O produto também oferece possibilidade de escolha de carro reserva ou voucher para aplicativo no momento do sinistro, além de opções de serviços de vidros, assistência 24h e carro reserva.

Um grande diferencial do Auto Frota Flex da AXA é a opção de contratação de danos elétricos para veículos elétricos plug-in, incluindo a cobertura para cabos e carregadores, caso ocorra este evento no momento de carregamento do automóvel. Com essa nova opção de seguro, a AXA reforça sua posição como a primeira companhia do mercado a oferecer proteção de Danos Elétricos para veículos elétricos, por meio de cobertura adicional contratada.

A contratação do seguro Auto Frota Flex é feita de forma totalmente digital. Basta que o corretor acesse o sistema de cotação e emissão online no Portal do Corretor. O processo é fácil de utilizar, desde o enquadramento do veículo até a oferta de preço e a negociação. É possível, ainda, fazer o upload de informações, a edição de informações na ferramenta, a possibilidade de ofertas diferentes, a negociação por meio da solicitação de repique e todo controle e agendamento online de vistoria digital em caso de fechamento do negócio. Tudo isso com a possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros.

Zurich passa a oferecer assistência técnica autorizada para eletrodomésticos

Ismael Andrade

Fonte: Zurich

Clientes do Zurich Residência agora contam com um novo serviço de assistência residencial. O objetivo é proporcionar aos clientes uma experiência ainda mais completa e tranquila para protegerem seus lares. 

A partir de agora, o cliente que precisar acionar a cobertura de danos elétricos terá à sua disposição toda a rede referenciada de assistência técnica especializada da seguradora, serviço logístico para eletros de grande porte, garantia de reparos, prazos controlados e parcelamento da franquia. 

“A Zurich é uma empresa multiproduto e isso nos permite pensar em soluções conjuntas. Como líderes no segmento de afinidades, administramos uma das maiores redes de assistências técnicas do mercado segurador, atuando em todas as regiões do país, além de possuir parceria com os principais fabricantes de eletrodomésticos. São quase 300 mil clientes atendidos por ano com alto índice de satisfação”, afirma Ismael Andrade, superintendente de seguros massificados da Zurich. “Agora, disponibilizamos a estrutura e expertise para o seguro residencial”. 

Segundo Fabio Santos Silva, superintendente de sinistros da seguradora, o procedimento tradicional no mercado é que, em caso de necessidade, o cliente seja responsável por encontrar uma assistência técnica para avaliação dos danos ao aparelho e emissão de um laudo técnico. Com base neste documento, a seguradora então realiza o reembolso dos custos de reparo diretamente ao cliente. 

“A nova oferta da Zurich é um diferencial significativo no mercado e demonstra o nosso compromisso em fornecer aos clientes a melhor experiência. Queremos estar ao lado dos clientes em todas as etapas da sua jornada, oferecendo um atendimento personalizado e soluções que se adequem às suas necessidades específicas”, pontua o executivo. 

Como funciona 

Com o novo serviço da Zurich, o cliente que tiver danos elétricos em aparelhos da linha branca (eletrodomésticos), marrom (eletroeletrônicos), informática ou celular cobertos pela sua apólice pode acionar o seu seguro pelo call center ou pela Laiz, assistente virtual da seguradora. Na sequência, ele receberá os dados da assistência que irá atendê-lo e será informado sobre a modalidade logística. 

“Para produtos de pequeno porte, o cliente leva o produto até a assistência; para produtos de grande porte, a assistência vai até o cliente”, destaca Silva. A seguradora já tem 15% de adesão de clientes e corretores na utilização da rede de assistências referenciadas. A expectativa é que a companhia supere 50% de utilização até dezembro de 2023.

American Life e TGL Consultoria firmam parceria

A American Life Seguros (Alseg) e a TGL Consultoria, representada pelo CEO Rogério Araújo, vão atuar em conjunto visando ao crescimento do mercado e dos corretores parceiros.  

“A Alseg atua no ramo de benefícios há mais de 30 anos com o objetivo de fortalecer cada vez mais o canal corretor. Os seus diretores comerciais, Geniomar Pereira e Valmir Rodrigues, têm história no mercado. São pessoas que eu admiro e respeito. Por isso, decidimos apoiá-los, incentivá-los, reunir corretores, apresentá-los a parceiros, enfim, contribuir para aproximar a seguradora dos corretores e do nosso mercado”, explica o mineiro Araújo, que também é corretor de seguros.

O diretor da American Life, Geniomar Pereira, ressalta que “a TGL é uma referência nacional em seguro de vida e planejamento financeiro. Pretendemos compartilhar de toda essa expertise para que, juntos, possamos alavancar nossas carteiras voltadas aos ramos de Pessoas”.

“Nossa união proporcionará excelentes oportunidades de negócios. Minas Gerais, berço da TGL, é um dos principais mercados do País. Pretendemos aumentar nossa representatividade no Estado. Ninguém se destaca no nesse setor, sem uma forte parceria mineira e é isso que buscamos na aproximação com a TGL”, argumenta Rodrigues.

Governo sanciona lei que regulamenta seguros de cargas

O governo federal sancionou a Lei 14.599, que regulamenta os seguros de responsabilidade civil do transportador pela carga, entre outros assuntos. O texto da nova lei foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (dia 20 de junho) e  traz importantes alterações ao alterar o artigo 13 da Lei nº 11.442, criada em 2007.

Conhecida como Lei do Transporte Rodoviário de Cargas, essa lei trata da contratação de seguros pelos embarcadores e transportadores e teve origem no Projeto de Lei Conversão de nº 10/2023, resultado da tramitação da Medida Provisória nº 1.1153/2022. Com as novas regras, os caminhoneiros autônomos e as transportadoras poderão contratar o próprio seguro de carga, o que antes era feito diretamente pelas empresas contratantes.

Na análise das advogadas Camila Prado e Márcia Cicarelli, sócias da área de Seguros, Resseguros, Previdência Privada e Saúde Suplementar do Demarest Advogados, por trazer importantes alterações aos seguros de transportes, se espera “um debate amplo sobre o tema envolvendo tanto o mercado de transportes como o de seguros, especialmente sobre a nova dinâmica das contratações e sobre os impactos práticos na contratação dos planos de gerenciamento de riscos e nas cartas DDR (Dispensa do Direito de Regresso)”.

Alan Medeiros, assessor institucional da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), informou ao Infomoney que considera que as novas regras vão ser melhores para transportador, que antes tinham que se submeter às regras definidas entre o dono da carga e a seguradora.

Ele explica que no transporte de cargas diferentes, o transportador tinha um planos distintos de gerenciamento. “Na prática, o plano de gerenciamento ‘a’ permitia ao motorista parar em um ponto e o plano ‘b’ dizia que não podia parar ali porque era perigoso. Se o transportador optou por parar no ponto ‘a’, em Minas Gerais, por exemplo, e lá na frente, no Paraná, houvesse um acidente, a seguradora pagava o valor para transportadora e entrava com pedido de regresso para o transportador, alegando que ele descumpriu uma das regras. A partir de agora vai fazer só um registro, vai ter autonomia para seguir o que determina o Código Brasileiro de Trânsito”, explica Medeiros.

De acordo com entrevista de Marcelo Rodrigues, diretor da NTC&Logística, ao Infomoney, desde 2007, quando foi promulgada a Lei 11.442 para a regulamentação do seguros de transporte, foi permitido que o embarcador contratasse em nome do transportador as apólices de seguro de responsabilidade do transportador.

Entre as principais alterações previstas na nova lei, as especialistas do Demarest destacam em nota enviada ao Sonho Seguro:

  • Alteração dos seguros obrigatórios (art. 13, incisos I, II e III, e § 8º)

De acordo com a norma, são de contratação obrigatória dos transportadores os seguros de responsabilidade civil do transportador rodoviário carga (RCTR-C), desaparecimento de carga (RC-DC) e responsabilidade civil de veículo utilizado em transporte de cargas por danos a terceiros (RCV). A novidade é que, antes, os seguros de RC-DC e RCV eram facultativos.

Além disso, a Lei dispõe como facultativo o seguro de transporte nacional contratado pelo proprietário da mercadoria transportada. Embora a nova lei não contenha previsão expressa sobre a revogação do artigo 20, ‘h’, do Decreto-Lei 73/66 que previa que tal contratação era obrigatória, entende-se que houve uma revogação tácita. Tal revogação, porém, pode ser passível de questionamento, pois há entendimentos no sentido de que o DL 73/66 tem status de lei complementar e , portanto, não pode ser alterado por lei ordinária, hierarquicamente inferior.

  • Contratação do RCTR-C por estipulação mantida (art. 13, caput)

Outro tema que gerou muito debate na vigência da MP 1.153 é a contratação do seguro RCTR-C por estipulação pelo embarcador da mercadoria, ao invés do transportador.  

“A Lei publicada dá tratamento diferente daquele originariamente previsto na MP 1153, que falava emcontratação exclusiva pelo transportador e vedava, portanto, a contratação por estipulação pelo embarcador (prática constante na vigência da Lei 11.442/2007). A nova norma, por outro lado, prevê que os seguros de responsabilidade civil do transportador são de contratação obrigatória, e não exclusiva dos transportadores, indicando a possibilidade de contratação por estipulação”, avaliam as advogadas do Demarest.  

  • Planos de gerenciamento de risco (art. 13, §1º)

Os planos de gerenciamento de risco (PGR) são um conjunto de previsões de prevenção de acidentes e roubos para os transportes de carga, muito comuns nos seguros de transportes e associados a cláusulas de dispensa de direito de regresso (DDR) pelas seguradoras dos embarcadores.

Na vigência da Lei nº 11.442/2007, o cumprimento do PGR era condição para que a seguradora do embarcador não exercesse o direito de regresso contra o transportador em caso de desaparecimento da carga. Assim, a DDR era um benefício aos transportadores que cumpriam o PGR justamente porque o escopo do PGR é reduzir o número de sinistros e mitigar os prejuízos.

“Pela nova Lei, o PGR está mantido. Neste contexto, a norma sancionada dispõe que os seguros de responsabilidade civil por danos à carga (RCTR-C), desaparecimento e roubo (antigo RCF-DC) devem estar vinculados a um PGR estabelecido de comum acordo entre o transportador e sua seguradora. Desta forma, o PGR passará a estar associado ao seguro de responsabilidade do transportador, ao contrário da prática anterior de mercado, que o vinculava às DDR do seguro do embarcador”, completam as especialistas na área de Seguros do Demarest.

A Lei também dispõe que o contratante do serviço do transporte poderá exigir medidas adicionais de segurança daquelas previstas no Plano de Gerenciamento de Risco vinculado aos seguros RC do transportador, mas os custos associados a sua implementação deverão ser suportados pelo próprio contratante e não pelo transportador.

Houve uma mudança com relação ao texto da MP 1153, que previa restrições à vinculação do PGR a seguros contratados pelo contratante do serviço dos transportes com relação às coberturas já contidas no seguro de responsabilidade civil do transportador.

Grupo Omint patrocina primeira corrida Mary Kay em prol do bem-estar feminino

O Grupo Omint está entre os patrocinadores da primeira corrida Mary Kay, que acontecerá no dia 25 de junho, a partir das 7h, no Parque Ecológico de Barueri, localizado na região metropolitana de São Paulo. Toda arrecadação será revertida ao Instituto Mary Kay.

“A Omint é uma incentivadora de iniciativas a favor do bem-estar. Para nós, o esporte é intrínseco à saúde e é fundamental fomentar iniciativas tão importantes quanto essas”, declara Cícero Barreto, CMSO do Grupo Omint.O evento que é promovido pelo Instituto Mary Kay em conjunto com a Associação Mundo Melhor, também vai celebrar os 60 anos da marca Mary Kay no mundo e os 25 em que ela atua no Brasil. 

A corrida e a caminhada serão divididas em três percursos: um de 3km (caminhada), 5km e outro de 10km, com tempo limite de 2 horas para completar as provas. Pessoas acima de 16 anos podem participar das corridas. Confira mais informações em www.minhasinscricoes.com.br/Evento/CorridaMaryKay.


Serviço Primeira corrida Mary Kay

Data: 25/06/2023, às 7 horas

Local: Parque Ecológico de Barueri

Endereço: Av. Doutor Dib Sauaia Neto, 1600, Alphaville Industrial

Mais informações em www.minhasinscricoes.com.br/Evento/CorridaMaryKay