Luto: Lucio Marques, ex-presidente do CVG-RJ

É com imenso pesar e tristeza que a diretoria do CVG-RJ e o seu Conselho Consultivo e Fiscal comunicam o falecimento do ex-presidente executivo e ex-presidente do conselho consultivo, Lucio Marques, nessa terça-feira, 08 de agosto.

O velório será realizado no Crematório do Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro, no dia 11 de agosto, sexta-feira, na Capela 6, a partir das 09:00h. E a Cremação ocorrerá às 12:00h.

Ícone do mercado – Mineiro, de Belo Horizonte, Lucio Marques formou-se em História e Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais. Começou a trabalhar aos 13 anos numa empresa de representação de seguradoras de um amigo de seu pai. Com apenas 16 anos tornou-se sócio e gerente geral da empresa, passou por várias companhias e em 83 desembarcou no Rio de Janeiro para dirigir a Seguros da Bahia e, posteriormente, a Previdência do Sul. Em 92, presidiu a Banerj Seguros, a convite do Governador do Estado. Presidiu a diretoria executiva e o Conselho Consultivo do CVG-RJ e foi vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do Estado do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Foi também diretor da ANSP, no Rio de Janeiro, e exerceu cargos de diretoria e conselho na Fenaseg, hoje CNseg, e na Escola de Negócios de Seguros. Ao todo, são mais de 60 anos dedicados ao seguro. Além do legado técnico que Lucio Marques deixa ao mercado de seguros, em especial ao segmento de Vida e Previdência, ele se dedicava também à literatura e escreveu um livro de poesias, “Tsunami”, em 2000, e outro de contos e narrativas, “Lagoa Santa”, em 2004. Estava em curso um livro de memórias, que não chegou a concluir.

Liberty reforça como seguros de vida podem ajudar autônomos

Fonte: Liberty

O Brasil registrou cerca de 25,7 milhões de profissionais autônomos no último trimestre de 2022, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um recorde histórico para o País e crescimento de 4,7% em relação ao ano anterior. Atenta à expansão deste tipo de trabalho, a Liberty Seguros preparou uma lista de como os seguros de vida, segmento no qual a companhia atua fortemente, podem beneficiar e proteger as finanças dos empreendedores.

Para o diretor de seguros de pessoas da empresa, Alexandre Vicente, o aumento do nicho de autônomos pode impulsionar o mercado de seguros e aquecer a demanda por produtos customizados que atendam às suas necessidades. “Os profissionais autônomos e empreendedores, principalmente aqueles que não têm uma renda fixa, devem considerar proteções de vida desde os primeiros passos do negócio, a fim de ter um equilíbrio financeiro e poder planejar o futuro com mais tranquilidade, focando no que realmente importa: crescer”, afirma o executivo.

Finanças protegidas

Assim como as opções residenciais cobrem as despesas de casas e apartamentos em situações de sinistro, um seguro de vida pode trazer proteção financeira caso ocorra algum imprevisto de saúde que possa vir a afetar o dia a dia dos negócios. Se o profissional autônomo tem uma renda que varia de acordo com a época, a contratação desse tipo de proteção pode ajudar a garantir que ele receba uma indenização em dinheiro em caso de algum problema que demande afastamento, como doenças graves ou invalidez.

A Liberty, por exemplo, oferece a opção de cobertura DIT (Diária de Incapacidade Temporária) que foi pensada justamente para a necessidade de segurança para empreendedores e proprietários de pequenos negócios. Essa cobertura visa a indenização diária do período contratado em caso de acidentes, reavendo a quantia equivalente ao período durante o qual o segurado estava impossibilitado de trabalhar.

Extensão para as famílias e tratamentos

Vemos cada vez mais casais empreendendo em família, modelo que pode trazer diversas vantagens. E um benefício do seguro de vida que atende essa tendência é extensão da proteção financeira para os familiares do contratante, caso ocorra um imprevisto como doença ou acidente. Tendo uma apólice de vida vigente, a renda não é comprometida de maneira significativa, a ponto de afetar os negócios. 

O seguro de vida ainda pode dar a opção de tratamento psicológico, algo que demanda recursos financeiros em casos mais delicados. Nessa frente, a Liberty disponibiliza a assistência de telepsicologia, oferecida em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein. A empresa foi a primeira do mercado a dispor desse tipo de atendimento, incluído de forma gratuita no seguro Liberty Vida Perfil. O acesso é feito pelo Einstein Conecta, serviço de telemedicina para casos de baixa complexidade.

Valor de indenização customizado

O seguro de vida é muito importante para um bom planejamento financeiro, e deve ser contratado cuidadosamente. Um ponto importante desse processo é a escolha do valor da indenização. Este pode ser adequado às necessidades que cada profissional autônomo terá durante as diferentes fases da vida. Por exemplo, o seguro pode ser contratado com indenizações voltadas para:

  • Formação familiar e nascimento de filhos, no qual a cobertura deve ser maior para cobrir o futuro e estudos do novo membro da família;
  • Independência dos filhos, momento no qual é possível proporcionar uma boa educação e os dependentes são financeiramente mais estáveis;
  • Aposentadoria, que conta com coberturas diferentes no seguro de vida e a apólice pode ser mais enxuta, assim como o valor pago no seguro.

Ao escolher uma proteção pelo Meu Momento de Vida, plataforma 100% digital da Liberty criada para facilitar a contratação de seguros de vida, os clientes podem, por exemplo, fazer qualquer alteração diretamente pela plataforma, de acordo com as suas preferências. Além disso, no caso dos produtos da própria companhia, o valor limite para contratação de cobertura de morte é de até R$2.5 milhões para pessoas entre 16 e 60 anos, e de até R$1 milhão para pessoas entre 61 e 65 anos.

Tranquilidade 

Além dos benefícios práticos do seguro de vida, uma vantagem indispensável que vem no pacote é a tranquilidade dos empreendedores. Por saber que têm um seguro contratado, os profissionais podem ficar tranquilos de que os negócios e as famílias terão apoio financeiro para se restabelecer em caso de algum imprevisto, sem depender de terceiros ou instituições financeiras. 

Seguradoras indenizam US$ 50 bi por perdas com catástrofes naturais no 1º semestre de 2023

Uma série de tempestades generalizadas atingiram os EUA e representaram 68% dos US$ 50 bilhões em perdas globais seguradas por catástrofes naturais no primeiro semestre de 2023, destacando os crescentes impactos de perdas de perigos secundários. As perdas econômicas gerais decorrentes de catástrofes naturais totalizaram US$ 120 bilhões, em comparação com US$ 123 bilhões no período do ano anterior, 46% acima da média de dez anos. Já as perdas causadas seguradoras pagas por eventos causados pelos homens, somaram US$ 4 bilhões.

“Com tempestades severas como o principal fator para perdas seguradas acima da média no primeiro semestre de 2023, esse risco secundário torna-se um dos principais impulsionadores globais de perdas seguradas. As perdas médias reafirmam uma tendência de crescimento anual de 5 a 7% nas perdas seguradas, impulsionadas por um clima mais quente, mas ainda mais, por valores econômicos em rápido crescimento em ambientes urbanizados, globalmente. Os eventos de ciclone e inundação na Nova Zelândia no primeiro trimestre de 2023 são testemunhos do risco para os grandes centros urbanos de hoje, continuando os padrões observados em 2021 nas inundações na Alemanha e em 2022 na Austrália e na África do Sul”, comentou Martin Bertogg, chefe de Riscos de Catástrofes da Swiss Re, em estudo divulgado.

Tempestades convectivas severas – tempestades associadas a trovões, raios, chuva forte, granizo, ventos fortes e mudanças bruscas de temperatura – causaram US$ 35 bilhões (quase 70%) em perdas seguradas em todo o mundo no primeiro semestre de 2023. Isso significa que as perdas seguradas são quase duas vezes mais alta em um período de seis meses do que a média anual dos últimos dez anos (US$ 18,4 bilhões).

Nos EUA, uma série de fortes tempestades provocou perdas seguradas de US$ 34 bilhões no primeiro semestre de 2023, as maiores perdas seguradas em um período de seis meses. Dez eventos causaram perdas de US$ 1 bilhão ou mais cada, em comparação com uma média anual de seis eventos nos dez anos anteriores. O estado mais afetado foi o Texas.

A Nova Zelândia foi atingida por dois eventos climáticos severos com apenas duas semanas de intervalo no início de 2023, destacando o risco crescente de perigos relacionados ao clima atingindo grandes centros urbanos. Em particular, a Ilha do Norte da Nova Zelândia foi atingida sucessivamente no primeiro trimestre por fortes inundações em Auckland, a maior cidade do país, e pelos remanescentes do ciclone Gabrielle. Ambos se tornaram os dois sinistros segurados relacionados ao clima mais caros na Nova Zelândia desde 1970, com perdas seguradas combinadas estimadas em US$ 2,3 bilhões.

“Os efeitos da mudança climática já podem ser vistos em certos perigos como ondas de calor, secas, inundações e precipitação extrema. Além do impacto da mudança climática, o planejamento do uso da terra em zonas costeiras e áreas ribeirinhas e expansão urbana no deserto, geram uma combinação difícil de reverter de exposição de alto valor em ambientes de maior risco. Medidas de proteção precisam ser tomadas para que os produtos de seguro permaneçam econômicos para essas propriedades de alto risco. investir em mais adaptação climática”, afirma Jérôme Jean Haegeli, economista-chefe do grupo Swiss Re.

Chuvas fortes na região de Emilia-Romagna, no norte da Itália, em meados de maio, causaram grandes inundações e perdas seguradas esperadas de mais de US$ 0,6 bilhão, o evento climático mais caro no país desde 1970. As perdas econômicas estimadas foram de US$ 10 bilhões. Com 94% das perdas sem seguro na Itália, o importante papel do seguro como meio de preencher a lacuna de proteção e ajudar as famílias a fortalecer sua resiliência financeira contra catástrofes naturais torna-se óbvio.

O norte da Itália experimentou condições de seca nos últimos dois anos. Com a forte precipitação, o solo rapidamente ficou saturado, levando ao aumento do escoamento e inundações. A tendência geral mostra um aumento significativo da seca no sul da Europa. No entanto, mudanças na sazonalidade podem levar a eventos de chuvas fortes menos frequentes, mas mais intensos.

Desde o início de julho, os EUA, o noroeste da China e o sul da Europa se tornaram focos de ondas de calor este ano. No sul da Europa, o tempo seco e os ventos fortes agravaram os incêndios florestais (muito provavelmente induzidos pela atividade humana) em muitas ilhas gregas, bem como em Itália e na Argélia, embora ainda seja muito cedo para estimar os prejuízos tanto económicos como segurados.

Os terremotos ainda causam algumas das consequências humanitárias e financeiras mais graves. O desastre mais caro, tanto em termos de perdas econômicas quanto seguradas, foi o terremoto na Turquia e na Síria, causando danos materiais e afetando a subsistência de milhões de pessoas em toda a região. De acordo com a Swiss Re, as perdas seguradas são estimadas em US$ 5,3 bilhões, enquanto as perdas econômicas preliminares são de US$ 34 bilhões, estima o Banco Mundial.

CEO da HDI Seguros fala sobre o processo de integração de corretores e de colaboradores

Fonte: Sincor SP

A 13ª edição do programa SincorCast, que foi ao ar na última sexta-feira, 04 de agosto, recebeu o presidente da HDI Seguros, Eduardo Dal Ri, para debater sobre os desafios e expectativas da companhia, diante das novas operações adquiridas com as companhias Sompo e Liberty. O presidente do Sincor-SP, Boris Ber, e o 2º secretário do Sincor-SP, Rogério Freeman, mediaram o bate-papo.

“Grande parte da minha agenda é se comunicar com corretores de seguros, agradeço a oportunidade para transmitir tranquilidade e informação aos parceiros, não apenas de São Paulo, mas de todo o país, que formam a audiência do SincorCast”, disse Eduardo Dal Ri.

“Uma satisfação e desafio entrevistar aquele que hoje é o responsável pela segunda maior companhia do mercado”, disse Boris Boris. “Em qualquer momento seria muito boa uma conversa com o presidente da HDI, agora então é muito mais oportuno, os corretores estão ansiosos para ouvir o posicionamento em relação às mudanças que estão acontecendo”, completou Rogério Freeman.

Boris Ber frisou que Eduardo já vinha de uma experiência de aquisição de carteira, chega na HDI e tem a compra da Sompo, quando tudo já estava se acalmando agora tem a compra da Liberty. “Como está o seu sono?”, brincou.

“Minha primeira experiência nesse sentido foi quando eu era diretor na HDI e ela adquiriu o HSBC, em 2005. Na época, a HDI dobrou de tamanho e se transformou realmente em uma empresa nacional, foi uma experiência bárbara”, contou o convidado. “Passei por algumas outras experiências, como em 2019, quando na minha antiga companhia tivemos aquisição. Mas é muito bacana porque conseguimos ganhar experiência de outras companhias, é incrível o que já aprendemos com a aquisição da Sompo”.

“Estamos trazendo quase 700 funcionários e todos os corretores, ganhamos uma capacidade tremenda de distribuição especialmente em São Paulo, que não tínhamos como HDI. Aprendemos como a Sompo fazia com o vida, property e também automóvel. Agora, com a Liberty, também está sendo muito gratificante o aprendizado, sendo concorrentes nunca conseguiríamos entender tão bem como eles chegaram ao sucesso”, relatou.

Eduardo Dal Ri destacou a importância dos corretores e dos colaboradores neste processo. “Definimos com a equipe dois vetores principais que temos que olhar neste processo com a Sompo e agora com a Liberty: o primeiro são os corretores, as assessorias, os parceiros que temos – estes precisam ficar tranquilos e ativos na companhia para garantir que a venda continue; o segundo são os talentos, os funcionários. Comprar uma empresa oca, sem pessoas, não vale nada, se dissolve em seguida. Se perdermos a distribuição nada mais faz sentido e se perdermos os talentos eles levam embora todo o ganho com a experiência”.

O início da operação com a Sompo deve ser oficializado no próximo dia 16 e comemorado. “Faremos uma festa para nossos novos colaboradores, logo no dia 16. É como se contratássemos quase 700 pessoas ao mesmo tempo, vamos receber com festa esta turma. Eles já vêm sabendo o que vão fazer, fizemos lives, mandamos emails, temos cuidado nos detalhes com essas pessoas. E no mesmo dia os corretores de seguros HDI já passam a comercializar os produtos da Sompo. Por exemplo, havia uma carência em seguro de vida, já passam a comercializar seguro de vida da Sompo, nós praticamente não trabalhávamos com condomínio, e agora seremos a segunda maior neste ramo, então traz imediatamente muitos negócios”, disse.

“Por um tempo vamos trabalhar com as duas marcas, depois será apenas HDI. Será realmente uma grande festa, porque os nossos accounts gostam de produtos, e eles vão visitar o corretor com maior portfólio. O corretor que trabalhava com a HDI terá seu cadastro automático na Sompo. O parceiro HDI que não era tão parceiro da Sompo já chega com força na Sompo, pelo status que tem na HDI. Há ainda uma questão de sistemas, mas é menor quando se coloca em perspectiva com essas duas colunas, que são os corretores e os colaboradores”.

Rogério Freeman lembrou que, em 2009, quando a HDI resolveu trabalhar com varejo no Brasil, era basicamente uma seguradora de automóvel, se posicionava assim. “É impressionante como a companhia evoluiu e está vivendo um momento completamente novo”, destacou.

O presidente da HDI afirmou que desde 2000 a empresa começou um processo de atuação no varejo, antes era focada em property e grandes riscos. “Nesta semana lançamos o novo slogan que fala sobre essa nova fase da HDI. Nos despedimos do ‘Humana, Digital e Inovadora’, que foi bárbaro, serviu muito para mostrar quem é a HDI, e os atributos continuam. Mas lançamos o slogan ‘Protegendo o seu mundo’, que é muito simples, mas mostra carinho e que não queremos mais ser conhecidos somente como empresa de automóvel, porque agora temos essa capacidade de atuar em todos os ramos. É a repaginação da nossa cultura na HDI”, apontou.

Ao fim do programa, foi sorteado um smartphone entre os associados que geraram o número da sorte, pela Carteira Digital de Associado (disponível no aplicativo Sincor Digital) e a vencedora foi Miriam Yokosawa Shimabukuro, de Presidente Prudente.

Austral Seguradora cresce 53%, em seguro garantia, no primeiro semestre de 2023

Fonte: Austral

A Austral Seguradora cresceu 53% em seguro garantia no primeiro semestre de 2023, comparando com o mesmo período de 2022. O mercado de Óleo e Gás, especialmente projetos de Subsea e a área de descomissionamento, impulsionaram o desempenho da Seguradora, que é uma das quatro maiores neste tipo de produto.

“Estamos muito bem posicionados, principalmente neste segmento. Temos uma sinergia muito boa com os principais players da cadeia, visto que, há quatro anos consecutivos, a Austral tem a maior operação da América Latina em Seguros de Riscos de Petróleo. Finalizamos 2022 com R$182 milhões de Prêmio em Seguro Garantia e nossa expectativa é chegarmos a R$220 milhões até o fim do ano, um crescimento de cerca de 20%”, comenta Rafael Gama, diretor comercial da Austral Seguradora.

Para a companhia, o segundo semestre deve ser ainda mais promissor para o mercado, devido ao movimento de novas obras de infraestrutura e a manutenção dos investimentos no setor de energia e Óleo e Gas. Os recentes anúncios do Governo, como o novo Programa de Aceleração do Crescimento, conhecido como PAC III; e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que estima que o Brasil precisará de investimentos da ordem de R$ 3,5 trilhões em infraestrutura, nos próximos 10 anos, reforçam o argumento.Parte significativa desse investimento, segundo o BNDES, deverá ser feita em energia.

Gallagher Brasil contrata Marcelo Ferreira para liderar a área de telecom, varejo e farmacêutica

Fonte: Gallagher Brasil

A corretora de seguros Gallagher Brasil anuncia a chegada do executivo Marcelo Ferreira, ex-MDS e Chubb, para comandar as áreas de Telecom, Varejo e Indústrias Farmacêuticas. O grupo Gallagher administra cerca de R$ 1 bilhão em prêmios no Brasil, conforme balanço no fechamento do ano de 2022. Para 2023, a previsão é ampliar, ao menos, 35% esse resultado.

“Temos boas oportunidades e a expectativa é que a carteira se desenvolva de forma sólida, tendo em vista toda a expertise da Gallagher no mundo e a potência do nosso quadro técnico. Venho para desenvolver, somar e fazer com que consigamos atingir importantes resultados”, comenta Marcelo Ferreira, Head de Telecom, Atacado/Varejo e Indústrias Farmacêuticas. 

“Estamos prontos para ajudar nossos clientes com nosso know how mundial, atendimento personalizado e soluções sob medida”, conta o CEO Rodrigo Protasio. No Brasil, o grupo conta com o apoio da Artex soluções de cativas e rent a captive, uma empresa do grupo Gallagher em administração, criação e estruturação de soluções de cativas e estruturas alternativas de transferência de risco através da Gallagher Re Fac Brasil.

A estratégia de trazer grandes especialistas para liderar as verticais dos setores da economia é o foco do negócio da multinacional no Brasil. “A responsabilidade que assumimos através da estrutura de especialistas abrangem o conhecimento profundo das indústrias, compreensão dos desafios e oportunidade dos clientes na especificidade de suas operações, alinhamento de ações em gestão de riscos, customização do programa de seguros observando estratégias locais e internacionais, até a gestão ativa da regulação na eventualidade de ocorrências de sinistros”, reforça Rafael Pol, Head de Specialties.

A empresa atua com clientes nas áreas Agro, Alimentos e Bebidas, Energia, Construção e Infraestrutura, Mineração, Marine, sempre com soluções de Seguro e Resseguros, com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e em Belo Horizonte e Goiânia.

Estudo sobre seguro cibernético aponta principais pontos de atenção das empresas globais

Fonte: Howden

Assim como no mercado global, o Brasil vive um momento de crescimento do seguro cyber. Lá fora, a atividade de ramsonware aumentou quase 50% até maio desse ano, em comparação ao mesmo período de 2022. No entanto, o preço do seguro cibernético caiu 9% entre janeiro e junho de 2023, de acordo com os dados do estudo de seguro cibernético Coming of Age, realizado pela Howden, corretora internacional de seguros independente.

No Brasil, esse mercado também é crescente. Dados divulgados pela Trend Micro colocaram o Brasil como o segundo colocado entre os países mais afetados por incidentes de ramsonware em 2022, o que fez com que o prêmio local fosse elevado. Segundo dados da SUSEP, em 2021 o valor do prêmio emitido foi de R$ 105 milhões; em 2022 cresceu para R$ 181 milhões. Nesse ano, o valor se manteve crescente até abril, com 19% de aumento com relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com Marta Schuh, diretora de Cyber Insurance da Howden, “o Brasil vive um momento de ajustes. Antes da pandemia, as seguradoras adotaram uma estratégia de avaliação de subscrição de risco que não evidenciava efetivamente uma postura de cibersegurança dos segurados. Com a chegada de sinistros de forma simultânea, foi necessário entender os controles e a abrangência da aplicação de tecnologia para minimizar o impacto dos acionamentos”, explica.

Ainda de acordo com a especialista, de lá para cá as coisas mudaram no mercado de seguros e as áreas de subscrição se tornaram mais técnicas, passaram a ser compostas também por especialistas da área de tecnologia para melhorar a subscrição, assim como se tornou necessário o uso de algumas ferramentas para avaliação de maturidade. Esse é um ponto importante, já que os melhores resultados de subscrição geram resultados positivos para os compradores de seguros”, reforça.

Novas regras e orientações, como as da Securities and Exchange Commission (SEC), equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) americana, têm como foco expandir a supervisão em torno da segurança cibernética. 

“Sob a perspectiva regulatória, seja voltada ao mercado de capitais ou às regras locais, como LGPD, Circular Susep, Resolução 4658 do BACEN, regra ANEEL e outras, os benefícios do seguro cibernético podem ser considerados como uma medida de proteção do ponto de vista regulatório e de mercado, ou seja, ter uma apólice cibernética em vigor faz parte da resposta das empresas regulamentadas às propostas dos órgãos reguladores. Isso evidencia o gerenciamento de riscos cibernéticos e a capacidade de acessar conhecimentos relevantes”, diz Marta.

Seguro cyber e PMES

As pequenas e médias empresas brasileiras se encaixam em outro modelo em se tratando de cibersegurança. De acordo com dados da Accenture, as PMEs sofrem 43% dos ataques cibernéticos por terem menos recursos e uma infraestrutura de segurança cibernética menos robusta. Marta reforça que há grande necessidade de trazê-las para o ecossistema de governança, já que muitas fornecem serviços para grandes organizações. 

“Para favorecer a subscrição de seguros para as médias e pequenas empresas, as seguradoras têm flexibilizado termos de contratações e apoiado melhorias com ofertas casadas de soluções gratuitas na contratação da apólice, como ferramentas de antivírus, sistemas de varredura de vulnerabilidade e serviços de incidente e resposta”, esclarece a executiva.

Impactos financeiros x resgate por ataque ramsonware

O estudo Coming of Age aponta que os primeiros cinco meses de 2023 registraram um aumento significativo de ataques ramsonware, embora a divulgação das seguradoras mostre que isso não foi acompanhando de aumento da sinistralidade, apontando para o sucesso dos controles de riscos em tornar as empresas mais resilientes e suportar condições mais estáveis do mercado de seguros este ano, apesar das atividades de ramsonware.

Um ponto de divergência entre os demais países para o Brasil é com relação ao pagamento de resgate por ataque ramsonware: de acordo com dados separados da Sophos, 58% das empresas com cobertura autônoma de seguro cyber pagam resgates, contra apenas 15% sem nenhum seguro cyber. No Brasil, a situação é outra – “as empresas não pagam resgate e alocam recursos da apólice em incidente e resposta, o que dá fôlego financeiro, além de contar com a expertise de profissionais qualificados para tratar a crise e minimizar impactos”, conta Marta.

A pesquisa The State of Ramsonware, da Sophoda, aponta que quase 70% das empresas brasileiras ouvidas sofreram ataques de ramsonware, sendo que vários casos se tornaram públicos e tiveram grandes desdobramentos, incluindo empresas que perderam aproximadamente R$ 1bi e tiveram impacto em valores de ações no mercado de capitais. 

Lucros cessantes no topo das preocupações

O relatório da Howden reforça que a privacidade de dados merece muita atenção, seguindo decisões recentes em alguns países, como os Estados Unidos, em torno dos dados de privacidade biométricos (BIPA), que revelaram um enorme potencial exposições. O litígio sobre pixels nos EUA é outra tendência emergente a ser observada.

Empresas que coletam e retêm dados biométricos sem obter o devido consentimento, como impressões digitais e digitalizações faciais, enfrentam o risco de serem penalizadas significativamente devido aos danos acumulados por varredura, que podem datar até cinco anos. O problema é um dos mais impactantes, confrontando o mercado de seguros cyber.

Marta comenta que “no Brasil o cenário é semelhante, embora haja uma preocupação muito forte com relação às questões regulatórias. Há uma concentração de acionamentos e prejuízos muito maior quanto aos danos próprios dos segurados, em especial dos Lucros Cessantes , que são diretamente voltados à receita que a empresa deixa de gerar em virtude da indisponibilidade causada pelo incidente, além das despesas extras operacionais, que são demandadas em diversas esferas dentro da organização durante um incidente”.

Segurança na nuvem x Interrupções

O mercado de serviços em nuvem é altamente concentrado, com cerca de dois terços do abastecimento fornecido por três empresas: Amazon Serviços Web, Microsoft Azure e Google Cloud Plataforma. Essas empresas tendem a relatar apenas grandes interrupções em seus serviços, embora tenham sido centenas de interrupções de desempenho ocorridas em 2021 e 2022, com uma média mensal de 25. 

O impulso para a inovação no setor de hospedagem vem com trade-offs, ou seja, é compensatório: é difícil manter serviço ininterrupto quando a nova tecnologia está sendo constantemente lançada. Apesar do investimento na resiliência do data center pelos provedores, o tempo de inatividade pode ocorrer devido a uma matriz ou mistura de problemas em torno de software, hardware e a infraestrutura. 

Dados do relatório da Howden revelam que a causa mais comum de interrupções relatada no ano passado foi erro humano, incluindo configuração incorreta e atividade de manutenção defeituosa. Problemas de conexão com a internet, sistemas sobrecarregado, falta de energia e problemas na infraestrutura física vêm na sequência. Isso realmente importa e mostra como o tempo de inatividade pode causar consideráveis ​​prejuízos financeiros e de reputação às empresas.

O seguro de Cloud Parametrix, disponibilizado pela Howden, visa a cobertura da indisponibilidade causada por provedores de nuvem, através de um sistema de monitoramento constante do desempenho global da nuvem e serviços de terceiros até o milissegundo. Ele detecta eventos de indisponibilidade em tempo real e aciona automaticamente o pagamento de sinistros com tempos de espera de apenas uma hora. “Empresas com alta dependência da internet para a realização de suas atividades podem ser severamente afetadas por uma indisponibilidade, como varejistas, empresas de serviços financeiros e aplicativos”, explica Marta.

Itaú registra resultados de R$ 4,1 bi com seguros, previdência e capitalização no 1o. semestre

CORREÇÃO: O guidance informado pelo Itaú se refere ao crescimento das receitas de prestação de serviços e resultados de seguros e não ao crescimento das vendas, como foi erroneamente informado. Segue o texto ajustado.

O Itaú, que atua com uma plataforma aberta e comercializa produtos de diversas seguradoras, registrou R$ 4,1 bilhões em resultados com as operações de seguros, previdência e capitalização no primeiro semestre deste ano, alta de 14,1% comparado ao mesmo período do ano passado. As receitas avançaram 12,7%, para 4,8 bilhões.

O Itaú reduziu o guidance da receita de prestações de serviços e resultados de seguros para este ano da faixa entre 7,5% e 10,5% para 5% e 7%. No Bradesco, a projeção de crescimento dos resultados para seguros, previdência e capitalização foi elevada para 21% a 25%, ante 6% a 10% antes.

O banco registrou lucro recorrente de R$ 8,74 bilhões no segundo trimestre, um avanço de 13,9% frente ao mesmo período do ano passado, sendo o resultado com seguros R$ 2,4 bilhões no mesmo período. Seguros mantém uma participação média de 25% dos resultados do banco.

Comparado ao primeiro semestre de 2022, o aumento de 14,1% do resultado de seguros, previdência e capitalização ocorreu devido ao aumento dos prêmios ganhos, relacionado com as maiores vendas de seguros. Além disso, houve aumento das receitas líquidas de capitalização, das receitas de prestação de serviços e do resultado de equivalência patrimonial.

Segundo o presidente Milton Maluhy, a queda de juros pode ajudar a receita de tarifas em três frentes: estimular as operações de mercados de capitais; a captação e taxas de desempenho na indústria de fundos; e outros produtos que dependem do desempenho do crédito, como seguro prestamista, por exemplo. “Se por um lado a queda dos juros pode pressionar spreads, por outro estimula a concessão de crédito, o que ajuda a impulsionar os mercados de capitais e a venda de produtos de seguros”, disse durante entrevista coletiva onde comentou o balanço.

Os resultados de contratos de seguros e previdência privada aumentaram 39,6% em função das maiores vendas de seguros, principalmente relacionada aos produtos de vida em grupo, prestamista e habitacional e pelo aumento no resultado financeiro do período. 

O Itaú, que tem uma Joint Venture com a Porto para a venda de seguro de carro e casa, informou que vem apresentando um bom desempenho com crescimento das vendas, evoluções nas experiências de contratação e de uso dos produtos, o que tem permitido o desenvolvimento de novas soluções com a disponibilização de mais produtos e serviços que vão além do setor financeiro. Destacou o lançamento de um seguro prestamista para oferecer mais tranquilidade na compra do veículo. Com o novo produto do icarros, nosso marketplace de mobilidade, além da proteção no pagamento de dívidas ou amortização, oferecemos ao cliente assistências como chaveiro, guincho e borracheiro. 

Pesquisa analisa a percepção dos brasileiros sobre os planos de saúde 

Fonte: Abramge

Pesquisa do Instituto Datafolha, encomendada pela Associação Brasileira dos Planos de Saúde (Abramge) para o Movimento Todos Por Todos com Muita Saúde, com o objetivo de entender a percepção dos brasileiros sobre os planos de saúde, aponta que 94% da população que, hoje, não tem esse tipo de serviço, gostaria de ter. Já entre os beneficiários, a maioria diz se sentir mais seguro tendo acesso à saúde suplementar. No entanto, metade da população brasileira ainda não sabe como funciona o sistema privado de saúde. 

O estudo, representativo da população brasileira, entrevistou 1.599 pessoas com mais de 18 anos, pertencentes a todas as classes socioeconômicas, residentes em todas as regiões do país. Quando questionados sobre qual das opções apresentadas correspondia à sua opinião, 51% afirmaram já ter ouvido falar e acreditar que “os planos de saúde funcionam como um fundo coletivo, ou seja, tudo que você paga ajuda a cobrir a assistência médica de todas as pessoas que fazem parte do plano, assim a coletividade contribui para as urgências de saúde de cada um”. O restante ou nunca ouviu falar sobre a relação entre coletividade e operadoras ou não acredita ser assim que funciona.

Para Renato Casarotti, Presidente da Abramge, ainda há muita desinformação sobre planos de saúde. “O  sistema de saúde suplementar tem como princípio a coletividade. Ou seja, os planos de saúde são um grande sistema de ajuda coletiva, onde cada beneficiário estende a mão para o outro, possibilitando atendimento para todos”, explica Casarotti. 

A população brasileira está aberta para fundos coletivos, haja vista que 76% dos respondentes da pesquisa  concordam com a frase “me interesso por fundos coletivos, como os planos de saúde, pois não tem como construir um país sem pensar na coletividade”. 

Quanto aos direitos e deveres contratuais, 46% dos beneficiários de planos de saúde que responderam a pesquisa declararam que assinaram contrato sem ler ou leram por cima. “Existe uma grande diversidade nos serviços prestados pelos diferentes planos de saúde. Podemos ter distintos preços, com diferentes sinistralidades e coberturas. Por isso, é importante escolher o meus adequado ao seu perfil, atentando-se ao contrato de prestação de serviços”, afirma o executivo. 

Para aclarar o cenário da saúde suplementar no Brasil, tornando-a mais descomplicada e acessivel a todos, foi criado o movimento Todos Por Todos Com Muita Saúde, que visa prover informação de qualidade e credibilidade para a população. 

Casarotti disse que o movimento foi criado para demonstrar às pessoas que elas fazem parte de um coletivo. “A ideia é incentivar o diálogo para elucidar dúvidas comuns à população para que todos possam compreender o funcionamento dos planos de saúde e, ao mesmo tempo, ampliar o acesso aos cuidados da saúde suplementar”, complementa ele. 

Seguradora AXA no Brasil apoia agosto lilás

Fonte: AXA

Em agosto, quando se relembra os 17 anos que a Lei Maria da Penha foi sancionada, também é o mês em que todos buscam a conscientização sobre a importância do combate à violência contra a mulher. Esse é o mote do Agosto Lilás, que foi instituído pelo Governo Federal em 2022. A AXA no Brasil adere a essa causa e reforça a sua comunicação sobre o tema, aproveitando a oportunidade também para falar sobre a Assistência Maria, serviço oferecido junto ao seu Seguro de Vida em Grupo e Acidentes Pessoais. 

Contribuir para a construção de um mundo onde a mulher possa exercer sua plena potência, sem riscos à sua existência só por ser uma mulher, é um braço muito forte dentro da estratégia ESG da AXA no Brasil. Isso se reflete em políticas de RH e dentro de uma cultura interna muito clara de que a inclusão de gênero para garantir a igualdade de oportunidades e desenvolvimento profissional para todas as pessoas é fundamental para nosso sucesso como companhia. Hoje, as mulheres são a maioria da força de trabalho da AXA no Brasil e representam 52% de todo o time, sendo 51% nos cargos de liderança. A empresa conta com diversas práticas de desenvolvimento de mulheres para posições executivas.

A Superintendente de Vida e Parcerias da AXA no Brasil, Patricia Soeiro, reforça que essa atuação da companhia também se reflete na criação de produtos e estratégias da companhia, como por exemplo a oferta da Assistência Maria, que oferece recursos para mulheres em situação de risco.

Durante o Agosto Lilás, a AXA no Brasil irá reforçar a assistência junto aos corretores, relembrando sobre a importância de se falar sobre o produto como um aliado no combate à violência contra a mulher. Isso porque o benefício permite à segurada que tem acesso a ele que seja criada uma rede de proteção composta por até três pessoas que serão acionadas assim que a usuária estiver numa situação de risco e entre em contato com a ferramenta. Essa rede irá comunicar serviços públicos e privados voltados para os casos de violência, criando uma rede de proteção e buscando auxiliar a pessoa em vulnerabilidade. 

As seguradas também têm acesso a um banco de dados com perguntas mais frequentes sobre violência doméstica e podem também ter indicação de advogadas especializadas em violência doméstica conforme sua solicitação e preferências.

“Acreditamos na construção de uma sociedade em que a mulher não corra riscos só pelo fato de ser mulher. Da porta para dentro, temos uma série de práticas ancoradas no ESG com foco no público feminino. Mas como seguradora, acreditamos que precisamos dar o suporte necessário para casos de violência por meio de nossos produtos, mas também cocriamos com o nosso ecossistema um ambiente mais acolhedor para as mulheres. Pautas femininas estão na nossa agenda o ano inteiro. Informação é a chave para a visibilidade e mudança”, completa Patricia Soeiro.