Liberty lança nova campanha publicitária com foco em seguros de vida 

A Liberty Seguros anuncia nova campanha publicitária para fomentar a contratação desse tipo de proteção. O projeto foi desenvolvido pela agência de publicidade Greenz com o mote “Se eu tivesse vida, meu seguro seria Liberty” e incentiva as pessoas a aproveitarem a vida como quiserem, pois podem contar com os seguros da empresa. Além disso, o lançamento reforça o novo posicionamento de marca da Liberty, que traz a mensagem “Liberdade para viver do seu jeito”.

Uma pesquisa conduzida recentemente pela Liberty indicou que 83% dos jovens até 35 anos se sentem preocupados com o futuro e veem os seguros de vida como uma forma de proteger seus patrimônios e a si mesmos. Neste contexto, a campanha fomenta a adesão aos produtos de vida por clientes de diferentes idades e arranjos familiares, dando continuidade à estratégia de desenvolvimento do segmento, cujo mercado cresceu 10,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).

Sobre a campanha

De acordo com a pesquisa da Liberty, ainda existe uma lacuna no entendimento dos consumidores sobre a real importância dos seguros de vida e como as coberturas podem ser utilizadas ainda em vida em casos de doenças graves ou acidentes, por exemplo – as vantagens variam desde um planejamento financeiro até a garantia de assistências para dependentes. Diante disso, em parceria com a agência de publicidade Greenz, foi criado o mote “Se eu tivesse vida, meu seguro seria Liberty”. 

O lançamento da campanha de vida, que irá envolver todos os públicos da companhia, incluindo colaboradores e clientes, é alinhado ao novo posicionamento de marca da Liberty, que tem como principal mensagem “Liberdade para viver do seu jeito”. Por meio do mote criado, a companhia visa incentivar as pessoas a serem livres para fazer o que quiserem, pois a Liberty “tem um seguro que cuida de você”. 

O projeto, que fica no ar de 25 de julho a 10 de setembro, gira em torno de dois personagens inanimados: um duende de jardim e um mergulhador de aquário. Em cada take, os objetos fazem uma reflexão sobre a possibilidade de ter vida, e como aproveitariam os momentos se não fossem apenas elementos de decoração – variando de ser um galã de cinema a um proprietário de pousada. 

O gancho com a companhia é feito quando, ao final dos vídeos, os personagens afirmam que, se tivessem vida, o seguro deles seria da Liberty. O objetivo da seguradora com a iniciativa é levar os telespectadores a refletirem se realmente estão aproveitando a vida, e incentivá-los a valorizar e aproveitar cada momento, pois podem contar com a companhia para proteção pessoal e de seus patrimônios – diferentemente dos personagens inanimados.

A campanha será veiculada em todas as regiões do Brasil, por meio de rádios, podcasts e plataformas de streaming. Além disso, a Liberty preparou algumas telas que ficarão expostas em shoppings a partir do dia 25 de julho. As unidades selecionadas foram: Boulevard Shopping de Belo Horizonte; Salvador Shopping, Bela Vista e Itaigara, em Salvador; Iguatemi e Parque Dom Pedro Shopping, em Campinas; e Iguatemi, em Ribeirão Preto.

Ações para os parceiros

Os corretores também ganham visibilidade, visto que têm um papel essencial na oferta dos produtos do setor e podem ampliar seus negócios a partir da iniciativa. Para esses profissionais em específico, a Liberty preparou uma régua de comunicação a fim de engajar e ampliar a visibilidade da nova campanha. 

Entre julho e agosto, a companhia vai enviar e-mails exclusivos sobre o tema para os parceiros, além de criar um desafio no WhatsApp com o tema “Com qual dos objetos inanimados você se identifica?”. A Liberty também fará uma sustentação da campanha no Acontece, newsletter da seguradora dedicada aos corretores e força de vendas, que trará um jogo da memória para os parceiros se divertirem.

A seguradora ainda vai disponibilizar um filtro-game para Instagram, que poderá ser usado por todos os públicos – equipe de força de vendas, corretores e consumidores em geral – na criação de conteúdos, e peças para os influenciadores internos da companhia criarem enquetes sobre os objetos inanimados com os quais mais se identificam. 

Como parte do trabalho de apoiar os corretores a aumentar suas vendas, a Liberty lançou no dia 3 de julho a 2ª edição deste ano da campanha de incentivo Cresça com o Vida, que reconhece os parceiros que se destacam na comercialização de produtos do segmento de vida. A ação tem vigência até o dia 30 de setembro e considera emissões de apólices feitas até o dia 15 de outubro. No processo, o participante melhor posicionado no ranking de vendas será premiado com um iPhone 14 e o segundo colocado receberá R$ 2 mil no cartão Cresça com a Liberty. 

Pesquisa proprietária: jovens e seguro de vida

A Liberty realizou uma pesquisa com 840 homens e mulheres com idade entre 24 a 35 anos, com o objetivo de entender a relação do público jovem com esses produtos. Foram dois tipos de participantes: pessoas que têm seguros de vida contratados e pessoas que não possuem tal proteção, mas que têm voz (hoje ou no futuro) na decisão de compra de seguros desse tipo. 

A iniciativa faz parte do constante trabalho da Liberty em se manter atualizada em relação a tendências de consumo, principalmente no mercado segurador, e trouxe diversos dados que ajudarão a companhia a oferecer os melhores produtos e serviços que atendam às necessidades e preferências do público pesquisado. 

Entre os achados, o estudo apontou que 83% dos participantes se consideram preocupados com o futuro, motivados por questões como dificuldades financeiras, não prover aos dependentes e ter doenças graves. Além disso, 83% dos entrevistados já tinham algum tipo de seguro contratado – não necessariamente de vida – e, entre os que já contrataram coberturas de vida, 35% declararam que optaram por tais proteções após a pandemia.

O impacto da pandemia foi um dos assuntos-chave da pesquisa. Além de ter influenciado no fator emocional, o período refletiu na parte financeira do público jovem avaliado no estudo, atingindo 34% dos entrevistados. O perfil mais onerado foi a classe C1, que engloba trabalhadores que recebem até dois salários-mínimos; pessoas com dependentes, como filhos.

Entre os jovens entrevistados que pesquisaram opções de seguro de vida no último ano, 57% foram pessoas que começaram a pensar na vida financeira a médio e longo prazo, e 31% os que sentiram vulnerabilidade com relação à renda. Ao mesmo tempo, 38% não têm dependentes e consideram o planejamento financeiro como o fator que mais influencia na decisão de contratar um seguro de vida.

“Os seguros de vida são importantíssimos para a proteção da sociedade, e queremos que todos saibam disso. É o 5º ano consecutivo que lançamos campanhas publicitárias com foco nesse segmento, justamente para conscientizar as pessoas de todas as idades sobre como essas coberturas podem ser vantajosas – inclusive ainda em vida”, afirma a diretora de Transformação da Liberty Seguros, Daniela Bouissou. “Além das iniciativas de incentivo à contratação de produtos de vida, a Liberty trabalha há anos para disponibilizar os melhores produtos, serviços e ferramentas digitais para o setor, e seguiremos com essa estratégia para o futuro”, completa.

Icatu reinaugura sede em Manaus com espaço dedicado ao corretor

Fonte: Icatu

Para celebrar os 10 anos da filial em Manaus, a Icatu reinaugura a sede com espaço moderno e acolhedor. Líder entre as seguradoras independentes em Seguro de Vida, Previdência e Capitalização, a companhia já atua no estado há mais de 20 anos. A nova estrutura privilegia espaço de trabalho e relacionamento dedicado ao corretor de seguros e reforça a importância estratégica do estado para a companhia, que segue investindo no fortalecimento da cultura do seguro na região.

O novo espaço conta com ambiente confortável para receber parceiros e clientes para que tenham maior suporte e contato próximo com os produtos da companhia.

“Estamos há 21 anos no estado e, ano após ano, vemos mais potencial na oferta de produtos de proteção e planejamento financeiro na região. E a reestruturação da nossa filial em Manaus, um dos maiores polos econômicos do Norte, vem justamente dessa percepção. Queremos reforçar cada vez mais a nossa presença e apoiar os nossos corretores locais, estando próximos de nossos parceiros e clientes, democratizando o acesso ao seguro e à previdência, para amparar as famílias em seus momentos de necessidade. Temos certeza que essa nova unidade será um ponto de troca importante regionalmente”, explica Cesar Luiz da Silva, diretor da filial da Icatu em Manaus.

PicPay lança com Icatu seguro de vida a partir de R$ 7,70 por mês

Guilherme Hinrichsen Icatu

Fonte: Icatu

O PicPay acaba de ampliar a oferta do seu hub de seguros com o lançamento do seguro de vida. A partir de R$ 7,70, o novo produto é oferecido em parceria com a Icatu e contempla morte natural ou acidental, invalidez por acidente e assistência funeral. Além disso, o seguro tem a vantagem de ter coberturas que podem ser utilizadas em vida, como hospitalização e doenças graves, e ainda tem sorteio mensal no valor de R$ 10 mil.

Ao contrário das opções disponíveis no mercado, o produto abrange todas as profissões e sem alteração de preço. O limite de cobertura pode chegar a R$ 250 mil e a aceitação é automática e instantânea. 

Outro diferencial é a cobertura mais ágil em caso de internação hospitalar. O seguro pode ser acionado logo após 12 horas, enquanto a maioria dos outros produtos somente após 48 horas, e cobre 360 diárias hospitalares.

Com o primeiro mês de contratação gratuita, o Seguro de Vida PicPay complementa o hub e se junta ao Seguro Carteira Digital e Seguro Celular. O lançamento faz parte da intenção de reforçar o portfólio e ajudar na principalidade dos mais de 30 milhões de usuários ativos. 

“A ampliação do negócio vai na esteira da diversificação, uma das principais estratégias da companhia para gerar mais engajamento da base de clientes, com um produto recorrente e complementar aos outros oferecidos”, afirma Frederico Trevisan, executivo responsável por Cartões e Seguros no PicPay.  

O produto tem como seguradora a Icatu e tem gestão 100% digital da PicPay diretamente pelo app, assim como todo o processo de contratação, desde a simulação até a confirmação. 

“Já temos notado um maior interesse, especialmente do público mais jovem, por proteções desse tipo. Com uma cobertura diferencial e jornada simples aliadas à primeira parcela grátis, a parceria com o PicPay é um movimento para que alcance ainda mais pessoas”, conta Guilherme Hinrichsen, vice-presidente comercial da Icatu.

Zurich lança solução que ajuda a mitigar riscos de mudanças climáticas e nas cadeias de suprimentos 

zurich andressa mudanças climaticas

Fonte: Zurich

A Seguradora Zurich acaba de disponibilizar no Brasil uma nova solução de engenharia de riscos focada na prestação de serviços de prevenção: a Zurich Resilience Solutions (ZRS). 

Por meio dessa solução, a Zurich oferece um amplo leque de soluções de gestão de riscos, com foco em tipos específicos de serviços como resiliência climática e gestão da cadeia de suprimentos, além dos já tradicionais direcionados para prevenção de riscos de incêndio, quebra de máquinas, interrupção de produção, entre outros, para diversos segmentos da indústria. 

Como explica a superintendente de Engenharia de Riscos da Seguradora Zurich, Andressa Meireles, as soluções estão disponíveis para empresas que necessitam de consultoria especializada, mesmo que ainda não sejam clientes da Zurich. 

“Os serviços têm como objetivo avaliar e analisar diferentes tipos de risco, todos relacionados aos principais desafios que as empresas estão enfrentando ou enfrentarão em um futuro próximo. A contratação pode ser feita tanto agregada às apólices quanto fora delas, como um serviço de consultoria específico”, resume. 

A avaliação de mudanças climáticas, explica Andressa, tem como objetivo permitir o entendimento de como os riscos climáticos, cada vez mais frequentes, podem afetar operações de negócios, estratégia e posição financeira das empresas. “No Brasil, vamos atuar focados, principalmente, em avaliações de alagamento. Para isso a Zurich conta com mapas de risco climáticos próprios e modelos que simulam os impactos atuais e dos próximos anos”, revela. 

No caso dos riscos na cadeia de suprimentos, será feita a avaliação do impacto da interrupção dos negócios provocada pela falta de fornecimento de matéria-prima por parte dos fornecedores. 

“Além desses serviços, os clientes contarão com ferramentas de ponta da companhia, como é o caso do Zurich Risk Advisor. Trata-se de um aplicativo que possibilita que sejam feitas autoavaliações, avaliações de riscos à distância, em tempo real e em qualquer parte do mundo. O app é aberto ao público e está disponível para Android e IOS”, complementa. 

Mais tecnologia, mais prevenção 

Para o diretor Executivo de Seguros Corporativos e de Subscrição de Ramos Elementares da Seguradora Zurich, José Bailone, a ZRS vem para qualificar ainda mais as soluções disponibilizadas pela equipe de engenharia de riscos da Zurich. Para ele, a novidade traz ao mercado brasileiro ferramentas extremamente úteis para os corretores que querem apoiar os clientes na mitigação e prevenção de seus riscos. 

“As empresas costumam sofrer com a falta de dados, ferramentas e insights relevantes e confiáveis para ajudá-las a mitigar seus riscos. A ZRS é nossa resposta direta para resolver esse problema” explica o executivo. “Como um consultor de riscos, os corretores podem alertar seus clientes para a importância desse tipo de serviço para a prevenção, contando sempre, é claro, com o suporte qualificado e diferenciado do nosso time de engenharia de riscos”. 

Segundo o diretor, a disponibilização da ZRS no Brasil dá acesso direto às empresas ao amplo conhecimento de mais de 750 engenheiros de risco da Zurich, baseados em 40 países, além de tecnologia de ponta para atuar preventivamente sobre seus riscos. 

Ele frisa também que o lançamento da ZRS no Brasil está diretamente relacionado a episódios que estão sendo vivenciados por todo o planeta e, por isso, preocupam líderes mundiais, como vem apontando o estudo Global Risks Report (GRR), que na edição de 2023 indicou os riscos a que o mundo está exposto em um horizonte de curto e longo prazo. 

“Os riscos climáticos seguem no Top 10 dos principais riscos que a humanidade deverá enfrentar nesta década – tanto em um horizonte de 2 anos quanto de 10 anos. A longo prazo, aliás, quatro dos cinco riscos considerados como mais graves pelo estudo têm relação direta com a falha na resiliência climática e suas consequências. Por isso, atuar para ajudar as empresas para se preparem para o futuro e mitigarem seus riscos é fundamental”, finaliza. 

MAWDY pronta para conquistar os consumidores das empresas com serviços diferenciados

Ana Claudia Calil mapfre assistência

A entrevista é com Ana Claudia Calil, diretora comercial da MAPFRE Assistência, que agora se chama MAWDY (a pronúncia é MÁUDI). O nome da nova companhia tem as iniciais de MAPFRE Worldwide Digital Assistance. Nesta entrevista para o videocast Sonho Seguro News ela conta um pouco sobre a força da unificação da marca global, lançada no início de 2023, a estratégia comercial, parceiros de negócios, tecnologia e digitalização do atendimento aos clientes. 

A MAWDY distribui seus produtos aos clientes através dos canais B2B e B2B2C, com uma proposta de valor baseada no que foi o eixo da transformação da unidade: a digitalização. Em seu portfólio no Brasil estão assistências que complementam os seguros, para residências, empresas, pessoas, automóveis e no segmento rural, além de produtos financeiros, automotivos e do mercado de afinidades. 

Dentre as principais economias da América Latina, a MAWDY está presente, além do Brasil, na Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Panamá, México, Nicarágua, Paraguai, República Dominicana, Uruguai e Venezuela e também na Europa, como Hungria, Itália, Irlanda, Malta e Portugal. E na África em países como Argélia, Tunísia e África Subsaariana.

A operação atende a 50 milhões de beneficiários ao redor do mundo, sendo mais de 15 milhões no Brasil. Cerca de 45% da operação é voltada para pessoas, o que faz a oferta de serviços se diferenciar para benefícios que facilitem a vida do cliente em vida. 

“O mercado de assistência no Brasil é um grande desafio justamente pela dimensão continental. É muito mais simples prestar um serviço de assistência na região Sudeste. O grande desafio está quando você tem uma região mais inóspita. E é exatamente isso que nos faz criar soluções eficazes e torna a digitalização uma estratégia prioritária para nós”, comenta a executiva. 

Assista o vídeo no canal do Youtube ou ouça o podcast disponível no SpotifyApple Podcast e Deezer. Se gostar, compartilhe com os amigos.

 

MDS Brasil anuncia Andrea Mathias para o comando de marketing

Fonte: MDS

A MDS Brasil contratou Andrea Mathias como Head de Marketing. Sua nomeação como “head” tem foco na ampliação da exposição da marca e reforço contínuo de seu posicionamento como uma das corretoras/consultorias líderes no segmento de seguros, fortalecendo o compromisso da MDS Brasil em impulsionar seu crescimento e expandir sua presença no mercado.

“Os desafios no mundo do marketing são constantes e se transformam rapidamente. Ser guardiã da marca e consolidar cada vez mais o posicionamento da empresa alinhado a estratégia global, sempre pensando em soluções adequadas para cada cliente promovendo relações de confiança e longo prazo, é uma de minhas missões”, ressalta a executiva.

Justiça autoriza cancelamento de OCS-BR

Fonte: Fenacor

A FENACOR informa que a 1ª Vara de Registros Públicos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo autorizou que o Oficial do 1º Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Capital proceda o cancelamento do registo da Ordem de Corretores de Seguros do Brasil (OCS-BR), relativo à constituição da associação. A OCS-BR se apresenta como “autorreguladora do mercado de corretagem de seguros”, embora não tenha autorização legal da Susep para atuar como tal.

Segundo o presidente da Federação, Armando Vergilio, essa decisão judicial é de extrema importância para os Corretores de Seguros. “Estamos acompanhando esse processo, pois entendemos que a forma como essa entidade se apresenta gera diversas dúvidas para a nossa categoria”, assinala.

Ele lembra, ainda que a legislação e a regulação vigentes permitem a criação de autorreguladoras do mercado de corretagem de seguros, como órgãos auxiliares da Susep, desde que, naturalmente, observados todos os requisitos para a autorização junto àquela Autarquia, o que, pela leitura da sentença proferida, não aconteceu no caso concreto.
Na decisão, a juíza Luciana Carone Nucci Eugênio Mahuad, da 1ª Vara de Registros Públicos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, destaca que a criação da pessoa jurídica deve observar as diretrizes traçadas pelo CNSP e pela Susep para que seja possível o exercício de atividade relativa à autorregulação.

“A criação da associação é livre, mas seu âmbito de atuação pode ser restrito e dependente de autorização, como é o caso das autorreguladoras do mercado de corretagem de seguros”, frisa a magistrada. Ela acrescenta que o cancelamento do registro relativo à constituição da OCS-BR é uma medida de rigor, notadamente porque presente vício extrínseco ao título: “o pedido de autorização perante Susep foi feito posteriormente ao registro e indeferido”, assinala a juíza.

Artigo: O impacto do confisco das aeronaves pelo governo russo em seguros

Patricia Russo Latin America

por Patricia Russo, Head de Aviation & Marine da Latin Re

Desde o início da Guerra entre Rússia e Ucrânia, foram impostas diversas sanções à aviação civil russa, incluindo a exigência de que as empresas de leasing retirassem suas aeronaves de solo russo até o fim de março de 2022. Com essa exigência, o governo russo aprovou uma Lei permitindo que as aeronaves arrendadas que estavam no país pudessem ser registradas localmente e, com isso, grande parte delas não foi devolvida aos seus donos.

Normalmente, as Linhas Aéreas não são proprietárias de suas aeronaves; elas fazem o arrendamento destes bens com empresas especializadas. Quando as sanções foram impostas à Rússia, essas empresas cancelaram seus contratos de leasing das aeronaves com a intenção de recuperá-las, o que não aconteceu. Fala-se em mais de 400 aeronaves arrendadas que ainda permanecem no país até a data de hoje.

No contrato de arrendamento entre Lessores e Companhias Aéreas, existem exigências mínimas de Seguro a serem cumpridas. As Linhas Aéreas e operadores são obrigados a contratar apólices de seguro contra perdas e danos que possam ser causados diretamente às aeronaves e também a terceiros, além de proteção contra Guerra (Hull All Risks, Liability, Hull War). Por sua vez, os lessores também contratam estas coberturas para garantir a proteção de seus bens, no caso de o Seguro do Operador não arcar com os danos que possam vir a ocorrer.

As condições gerais das apólices descrevem a cobertura de Casco-Guerra como sendo destinada a cobrir perda ou danos à aeronave diretamente causados por confisco, nacionalização, apreensão, sujeição, detenção, apropriação, requisição, por direito ou uso, ou por ordem do governo (seja civil, militar ou de fato) e/ou autoridade pública ou local, de país abrangido no perímetro de cobertura da Apólice. Apesar do nome, a apólice de Casco-Guerra não cobre danos causados em decorrência de Guerra declarada (ou não declarada oficialmente) que possa ocorrer entre uma série de países listados em seu clausulado, sendo a Rússia um deles.

Após a não devolução das aeronaves, iniciou-se uma extensa discussão entre os operadores, lessores e seguradores, que deve se estender por muitos anos em brigas judiciais já iniciadas, gerando um alto custo em honorários advocatícios, considerando alguns pontos que ainda permanecem incertos e podem ter várias interpretações:

> As linhas aéreas russas que tiveram os contratos de leasing cancelados ainda estão em posse das aeronaves, então pode-se dizer que não sofreram perdas. Com isso, suas apólices não devem ser acionadas?

> Para que possa ser iniciada uma reclamação de sinistro, é necessário que certos parâmetros existam, e alguns Seguradores argumentam que estes não foram necessariamente cumpridos. Um exemplo seria a data da ocorrência. Qual seria a data a ser considerada? Alguns dizem que é a data da invasão da Rússia na Ucrânia, outros argumentam que é a data em que o Governo assinou o decreto permitindo o registro das aeronaves no país. Outros dizem ainda que seria a data em que as Companhias Aéreas se recusaram a devolver as aeronaves. A data é extremamente importante neste caso, pois pode definir se o possível sinistro ainda estaria coberto na apólice vigente naquele momento ou se o cancelamento do seguro devido às sanções impostas já estaria valendo.

> Apesar da não devolução das aeronaves e de ameaças feitas pelo Governo Russo, nenhuma aeronave pode ser considerada realmente como perdida. Então, neste caso, a apólice de Guerra ainda não poderia ser acionada.

> Diferentemente da apólice de Casco All Risks, as apólices de Casco-Guerra possuem um “cap”, que são limites agregados destinados a limitar o montante de pagamento no caso de um grande número de aeronaves estarem ligadas a um mesmo sinistro ao mesmo tempo. Isso diminuiria bastante os valores de indenização, caso fosse aplicado. No entanto, a situação fica mais complexa, pois alguns lessores já estão argumentando que não se trata de um sinistro de Confisco coberto dentro da apólice de Guerra, mas sim de um sinistro de Roubo, o que entraria na apólice de All Risks, elevando o montante de indenização por não haver o “cap”.

> Uma outra dúvida é sobre como as sanções do Ocidente que foram impostas serão interpretadas pelas cortes em comparação com a linguagem das sanções já existentes dentro das apólices de Casco-Guerra.

Enquanto esta situação não se resolve, o mercado de Seguros tem tomado algumas medidas e feito algumas mudanças para tentar se proteger e compensar, mesmo que pouco, a perda que deve sofrer. Historicamente, as apólices de Casco-Guerra nunca tiveram prêmios altos, pois eram vistas como apólices de baixa exposição a risco e, portanto, o prêmio global dessa linha é extremamente baixo comparado aos valores estimados de indenização.

Algumas das mudanças feitas pelos Seguradores incluem o aumento significativo das taxas praticadas. A apólice que antes era considerada uma pequena parte do custo dentro do Programa de Seguros de uma Linha Aérea já não pode mais ser vista dessa forma. Além do aumento na taxa, os seguradores têm excluído ou restringido algumas condições, como a cobertura de confisco de suas apólices. Essas medidas têm sido tomadas para que os mercados possam manter suas capacidades e permanecer subscrevendo essa linha de negócio.

Acreditamos que esse seja apenas o início das mudanças que acontecerão, uma vez que o mercado Ressegurador mundial leva um tempo grande para absorver essas perdas, que ainda não estão em todos os balanços.

Apesar de toda a incerteza, as renovações das apólices de Hull All Risks não devem apresentar grande aumento em preço até o momento. Já com relação às apólices de Casco-Guerra e Responsabilidade Civil em caso de Guerra, estas têm apresentado mais dificuldade nas negociações e podem trazer aumentos significativos em prêmio para as Linhas Aéreas em suas renovações, além de certas restrições de cobertura.

No último ano, vimos alguns mercados saírem e deixarem de subscrever completamente o risco de Guerra, mas alguns outros estão vendo essa situação como oportunidade de entrar nessa linha de negócio e podem começar a trazer novas opções para as próximas renovações.

Na Latin Re, estamos acompanhando os desdobramentos dessa situação, em contato com parceiros ao redor do mundo, para podermos alinhar as expectativas de nossos clientes durante as renovações de suas apólices e, como sempre, trazer a melhor solução a eles.

Wiz Corporate impulsiona receita de bancos com a venda de seguros corporativos

Fonte: Wiz

A Wiz Corporate, unidade de negócio do Grupo Wiz Co com foco nos produtos para pessoa jurídica (no segmento B2B), emitiu, no ano passado, R$ 395,7 milhões em prêmios, 14% acima do ano anterior. No primeiro trimestre deste ano foram emitidos R$ 92 milhões em prêmios. 

A unidade atua no balcão de quase uma dezena de bancos, com agências espalhadas por todo o país, através da comercialização de seguros corporativos, ampliando o portfólio de produtos das instituições financeiras. 

“Somos líder em operação bancassurance para pessoa jurídica no Brasil. Essas operações se consolidaram e impactam positivamente a receita adicional dos bancos. Entretanto, acreditamos que essas operações ainda têm margem para crescimento, através do lançamento de novos produtos e fidelização de clientes”, destaca o diretor comercial de Bancos, Serviços e Varejo da Wiz Corporate, Marco Menezes.

A unidade de negócio atua de forma especializada, oferecendo seguros personalizados, com equipe técnica-comercial própria, atuando em todo o território nacional. A operação possui mais de 60 produtos disponíveis para empresas de todos os portes e trabalha com mais de 50 seguradoras.

Dentre os principais produtos comercializados estão o seguro prestamista para pessoa jurídica; seguro cyber; seguro de riscos diversos para máquinas e equipamentos; seguros D&O e E&O, que garantem cobertura para os atos de gestão de executivo e contra danos e prejuízos causados por falhas no exercício da profissão, respectivamente.

“Os seguros corporativos são fundamentais para a proteção patrimonial e perpetuação das empresas. O nosso objetivo é tornar os bancos parceiros full providers. Ou seja, atuamos para que a instituição financeira possa agregar novos produtos à sua esteira e agregar receitas ao caixa”, acrescenta Marco Menezes.

Após firmar uma série de acordos comerciais no ano passado para vender seguros no balcão de grandes bancos, o executivo afirma que a Wiz Corporate tem grande expertise nessa atuação e não descarta a possibilidade de agregar novos parceiros.

“Temos negociação com grandes players do mercado, que se mostraram interessados na nossa expertise nesse tipo de operação, que engloba transparência, tecnologia e inteligência de mercado. São inúmeras as possibilidades para a geração de novas receitas”, afirma Marco Menezes.

Bradesco Seguros promove encontro com nomes do mercado de seguros internacional

bradesco seguros

Fonte: Bradesco

Nessa segunda-feira, 24, o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Ivan Gontijo, recebeu, junto aos executivos Jorge Nasser, Manoel Peres e Ney Dias, da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização, da Bradesco Saúde e Mediservice e da Bradesco Auto/RE, respectivamente, além das lideranças do CQCS, os palestrantes internacionais que farão parte da programação do CQCS Insurtech & Innovation 2023.

Na ocasião, os executivos destacaram os diferenciais de cada uma das frentes de atuação, mostrando como o Brasil é um mercado de grande potencial para o setor. 

Os convidados também tiveram a oportunidade de abordar um pouco sobre os temas que apresentarão durante o CQCS Insurtech & Innovation 2023, que acontecerá nessa terça e quarta-feira, no PRO Magno Centro de Eventos, em São Paulo (SP).

“Nossa ideia foi promover um encontro de relacionamento para abordar previamente os principais temas que envolvem inovação e seguros. Consideramos de extrema importância reunir as lideranças do setor para que, juntos, possamos achar caminhos para cumprir com a nossa principal missão: criar uma cultura de proteção da sociedade, pensando no futuro do Brasil”, disse Ivan Gontijo.