Lucro da Porto avança 437% no 2º trimestre e ultrapassa a barreira de R$ 1 bilhão no semestre 

São Paulo, Brasil 22-04-2019 Retrato de Roberto Santos, presidente-executivo da Porto Seguro no prédio da empresa em São Paulo. Fotos: Fernando Martinho.

A Porto divulgou lucro líquido de R$ 705,6 milhões no segundo trimestre de 2023, aumento de 437% comparado com o mesmo trimestre do ano passado. No primeiro semestre, o grupo comemora ter superado a marca de R$ 1 bilhão, com avanço de 238%. “Além de registrarmos este fato histórico, todas as verticais de negócios — Porto Seguro, Porto Saúde e Porto Bank registraram crescimento das receitas”, festeja o CEO da holding, Roberto Santos, em entrevista ao Sonho Seguro.

A receita total da Porto avançou 17,6% no segundo trimestre comparado ao mesmo período do ano anterior, atingindo a marca de R$ 7,5 bilhões. Em indenizações, a Porto devolveu à sociedade R$ 8 bilhões no primeiro semestre. Segundo ele, a tendência é de a sinistralidade em seguros gerais, como carro e casa, se mantenha sem aumento de frequência de colisão, roubo e furtos. “Não enxergamos possibilidade de piora de resultados no mercado”, aponta.

A rentabilidade sobre o patrimônio da companhia alcançou 25,8% no trimestre com incremento de 20,2 pontos percentuais em comparação com o mesmo período do ano anterior, e 19% no semestre, elevação de 12,5 p.p. quando comparado ao primeiro semestre de 2022. Contudo, excluídos os efeitos dos ativos intangíveis, o ROAE ajustado foi de 27,8% no segundo trimestre e de 20,5% no primeiro semestre do ano.

Além do ganho operacional equilibrado, as seguradoras registraram no semestre um ganho financeiro alimentado pela Selic ainda elevada. O retorno sobre as aplicações financeiras (ex-previdência) geridas pela tesouraria da Porto foi de R$ 339,2 milhões no segundo trimestre do ano, o que representa uma rentabilidade equivalente a 100% do CDI. Os resultados do trimestre foram explicados pela variação das carteiras de ações que compensaram o carrego dos títulos atrelados à inflação. Em relação ao mesmo período do ano passado, o resultado financeiro aumentou 161,8%, atingindo R$ 330,9 milhões. 

Santos ressalta que já se foi o tempo em que ter uma taxa de juros elevada beneficiava as instituições financeiras. “As seguradoras calibram a precificação dos produtos considerando o ganho operacional e o ganho financeiro para ter uma companhia saudável e com caixa para investir na melhor oferta aos consumidores. Estamos colhendo bons resultados por ter o cliente no centro do negócio, como mostram os indicadores NPS acima de 70% nas principais carteiras de negócios”, acrescenta.

Um indicador importante foi a conquista de clientes. A Porto ganhou aproximadamente 500 mil em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo 12,7 milhões de consumidores e um total de 20,4 milhões de negócios. “Temos um pré-sal dentro de casa. Com uma base de dados unificada, podemos fazer ofertas assertivas para os clientes. Hoje já temos 1,5 negócio para cada CPF. São infinitas oportunidades de negócios em todas as frentes de negócios com nossos distribuidores”, conta.

No principal canal de vendas, os corretores de seguros e assessorias, Santos cita o programa “A Porto está por perto”. “Temos uma agenda mensal de encontros. Escolhemos uma cidade ou região e fazemos a ativação da marca, com os principais executivos da companhia, que escutam as alegrias e dores dos corretores. Com uma escuta ativa, melhoramos cada vez mais o nosso relacionamento e, consequentemente, nossas vendas”, explica.

As cooperativas de crédito, que avançam a passos largos e em breve ganham uma regulamentação própria. O governo se movimenta para otimizar a estrutura do setor de seguros, o que inclui permitir a concessão de autorização para a atuação de cooperativas para além de operações em seguros agrícolas, de saúde e acidentes do trabalho. “Temos profissionais dedicados a este canal”, informa. Segundo ele, a Porto está presente nas principais cooperativas do país.

As vendas via bancos parceiros também ganham destaque, principalmente porque as instituições financeiras passaram a priorizam mais seguros no mix de produtos aos seus clientes. Neste primeiro semestre, a Porto estreou no balção de vendas do Santander e da XP. Com o Itaú, tem uma joint venture desde 2009, que está amadurecendo a cada dia com um maior apetite do banco pelos produtos de seguros.

O presidente do Itaú, Milton Maluhy, disse em reunião com analistas na quarta-feira (8), que a plataforma digital possibilita ofertas assertivas, o que abre uma possibilidade de crescimento das vendas em diversos produtos, sendo seguro um deles. “É um ambiente de negócios maduro, onde colhemos frutos dos investimentos em tecnologia, comunicação, marca, processos colaboradores e, sobretudo, no atendimento ao corretor e aos consumidores”, avalia o CEO da Porto.

De acordo com Santos, o momento do setor, com o alinhamento das políticas e estratégias, como o Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, comandadas pela CNseg, a confederação das seguradoras, da qual é o presidente do conselho executivo, e com o avanço das reformas que o governo vem implementando, favorecem os negócios no Brasil. “Tudo isso ajuda a construir uma economia forte. E é isso que é bom para seguros”, diz.

Um dos exemplos é o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), previsto para ser anunciado nesta sexta-feira pelo presidente Lula. “Os investimentos envolvidos movimentam a renda das grandes, das médias, das pequenas empresas. E isso gera impacto em praticamente todos os segmentos da economia. Em seguros, as pessoas compram mais planos de saúde, proteção para um financiamento, seguro para um carro, consórcio, usam mais o cartão de crédito “, pontua.

Tudo isso chega num momento em que a Porto tem um novo posicionamento, com as verticais de negócios, com o “rebranding” e o investimento na visibilidade da marca. “Estamos patrocinando grandes eventos, como o festival de música “The Town” e a Fórmula 1. Isso tem trazido bons resultados, como o consumidor reconhecendo nossa marca e a qualidade dos serviços que nos dedicamos a ofertar para todos”.

Verticais: todas apresentaram crescimento de dois dígitos

Na Porto Seguro, vertical que responde pelos produtos de seguros da companhia, as receitas do trimestre cresceram 14% (vs. 2T22), impulsionadas pela expansão em duplo dígito dos principais produtos. No Auto, os prêmios emitidos aumentaram 11,5% no trimestre (vs. 2T22), explicado pelo incremento de 100 mil carros na frota (vs. 2T22), decorrente do aumento das vendas, e pelas adequações na precificação.

Os seguros Patrimoniais avançaram 20,5% (vs. 2T22), com destaque para o Empresarial, Residencial e seguros para Celulares. O seguro de Vida apresentou um crescimento de 25,9% (vs. 2T22). Já o Índice Combinado da vertical Porto Seguro melhorou significativamente, atingindo 85,1% (-14,4 p.p. vs. 2T22), explicado principalmente pela redução na sinistralidade do Auto.

Porto Saúde registrou alta de 32,2% (vs. 2T22) nas receitas, alavancada pela continuidade de uma expansão significativa do seguro Saúde em prêmios (+34,6% vs. 2T22) e em vidas (+16,7% vs. 2T22), ultrapassando 460 mil vidas seguradas no período. A sinistralidade do Seguro Saúde foi de 84,2% no 2T23, um aumento de 5,5 p.p. em comparação ao 1T23, em razão de uma retomada do comportamento pré-pandemia. A Companhia tem atuado com foco em tecnologias para redução de fraudes. Estima-se que essas iniciativas geraram um impacto recorrente entre 1,0 e 1,5 p.p. de redução no sinistro.

Os resultados da Porto Bank, vertical de negócios financeiros, seguem com as mesmas tendências de progresso. As receitas totais ultrapassaram R$ 1,1 bilhão, aumento de 9,1% em relação ao 2T22, com crescimento de mais de 260 mil negócios na vertical (vs. 2T22). Em Consórcio, destaque para a expansão de 22,2% nas receitas. No segmento de consórcio de veículos, as vendas aumentaram 85,4% no período. Já no imobiliário, esse incremento foi de 63%.

Já a inadimplência das Operações de Crédito acima de 90 dias ficou estável em comparação ao trimestre anterior e permaneceu 0,6 p.p. abaixo da média de mercado. A vertical manteve o rigor nas políticas de concessão, privilegiando o crédito para clientes que possuem relacionamento com a Companhia, e implantou novos instrumentos de cobrança que elevaram a recuperação de clientes devedores. O foco na gestão de risco e a melhor qualidade da carteira de crédito continuam sendo pilares do crescimento sustentável.

No segmento de Serviços, o avanço nas parcerias estratégicas contribuiu para um aumento de 20,2% nas receitas (vs. 2T22) e a uma expansão significativa na quantidade de usuários no modelo B2B nos últimos 12 meses (+41% vs. 2T22), em linha com a estratégia da companhia de gerar valor através da ampliação da oferta de serviços para novos públicos e segmentos.

Santos também destacou as premiações e as ações da seguradora em ESG, detalhados no relatório de sustentabilidade divulgado em junho deste ano. A companhia foi eleita a 2ª marca mais forte do país pela Brand Finance. Também venceu o prêmio Exame Melhores do ESG na categoria Serviços Financeiros.

Principais destaques (2T23 em comparação com 2T22):  

  • Receita Total: R$ 7.576,5 milhões (+17,6%)
  • Receita Porto Seguro: R$ 5.056,1 milhões (+14,0%)  
  • Receita Porto Bank: R$ 1.115,8 milhão (+9,1%)  
  • Receita Porto Saúde: R$ 1.069,7 milhão (+32,2%)  
  • Receita Serviços: R$ 134,8 milhões (+20,2%)
  • Lucro Líquido: R$ 705,6 milhões (+437%)

Seguradora Prudential do Brasil anuncia Glaucia Smithson como VP de parcerias estratégicas multicanais

Glaucia smith prudential do brasil

A seguradora Prudential do Brasil anuncia Glaucia Smithson como a nova vice-presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais. Com mais de 20 anos de experiência no setor de seguros e resseguros, a executiva já passou por empresas como Allianz, Zurich, WTW e Itaú, em posições locais e regionais no Brasil, América Latina, Reino Unido e Europa. Glaucia chega à Prudential para o cargo ocupado interinamente pela atual CEO Patricia Freitas.

“Tenho orgulho de ingressar em uma companhia que tem como prioridade proteger vidas e o bem-estar das pessoas. Tenho certeza de que vamos continuar crescendo e obtendo sucesso em todo o país”, afirma Glaucia.A CEO Patricia Freitas, acrescenta: “Estou segura e confiante em ter a Glaucia em nossa equipe. Sua chegada fortalecerá ainda mais o nosso compromisso de ampliar o acesso à proteção financeira para todos os brasileiros”.
 

Glaucia é formada em Direito pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMS) e pós-graduada em Ciências Legais pela Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso e em Contract Law pela PUC de São Paulo. A executiva ainda possui MBA em Gerenciamento Estratégico pela UFMS e em Negócios Internacionais pela Maastricht School of Management. Certificações em Governança Corporativa (The Wharton School) e em Liderança Situacional (The Center for Leadership Studies) completam o currículo.

Seguradoras arrecadam R$ 181 bi e pagam R$ 113 bi em indenizações no primeiro semestre de 2023

Alessandro Octaviani Susep

A arrecadação do setor no acumulado até junho deste ano foi de R$ 181,77 bilhões, o que representa crescimento de 7,7% em relação ao primeiro semestre de 2022, segundo informa a Superintendência de Seguros Privados (Susep) em seu relatório Síntese Mensal, com dados do setor de seguros referentes aos seis primeiros meses de 2023. O documento foi produzido pela Autarquia com base nos dados encaminhados pelas companhias supervisionadas.

Em relação às indenizações, resgates e sorteios, o setor devolveu à sociedade o montante de R$ 18,29 bilhões em junho de 2023. No acumulado de janeiro a junho, o total é de R$ 113,64 bilhões injetados na economia.

Os segmentos de seguros de danos e pessoas, sem considerar o VGBL, apresentaram crescimento de 12,3% nos primeiros seis meses de 2023, em relação ao mesmo período de 2022, com uma arrecadação acumulada de R$ 89,83 bilhões.

Para o superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, “há alguns riscos e interesses seguráveis que possuem nítida relação com a tecnologia, para os quais devem-se desenvolver percepções e coberturas adequadas, como os riscos cibernéticos que podem ter dimensões junto à privacidade ou às próprias infraestruturas econômicas críticas do País. A Susep atuará para emanar normas adequadas para lidar com os riscos derivados de inovação tecnológica, contribuindo com o desenvolvimento dessa linha de negócio.”

Nos seguros de danos, no acumulado até junho deste ano, houve alta de 14,6% na arrecadação de prêmios, em comparação com o mesmo período do ano passado. Especificamente na linha de negócios do seguro auto, os prêmios atingiram R$ 26,99 bilhões no acumulado do primeiro semestre de 2023, valor 18,3% superior ao do mesmo período de 2022.

Os seguros contra riscos cibernéticos apresentaram um valor de R$98,12 milhões no acumulado de prêmios do primeiro semestre de 2023, um crescimento de 27,2% em relação ao mesmo período de 2022. O segmento vem em constante crescimento e o arrecadado de janeiro a junho de 2023 chega a ser onze vezes mais que o total do mesmo período de 2019.

Ainda de acordo com a edição de junho, nos seguros de pessoas, o seguro de vida atingiu, em junho de 2023, o montante acumulado de R$ 14,29 bilhões, valor que representa um crescimento de 11,3% em relação ao primeiro semestre de 2022.

Previdência

A previdência privada aberta registrou captação líquida de R$ 11,4 bilhões no primeiro semestre, apontam os dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). Segundo a entidade, os aportes somaram R$ 77,4 bilhões, com alta de 2,9% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto os resgates ficaram em R$ 66 bilhões.

O levantamento mostra que quase 11 milhões de brasileiros já acumulam R$ 1,3 trilhão em ativos em planos de previdência privada aberta, alta de 14,1% sobre os primeiros seis meses de 2022.

De acordo com a Fenaprevi, nos últimos três anos houve comprovadamente um esforço dos participantes para manter as contribuições. Ao olhar o histórico, nos últimos 10 anos, de 2013 a 2022, a captação bruta cresceu em média 8,6% ao ano em termos nominais. Em termos reais, quando descontada a inflação, observa-se um crescimento quase quatro vezes maior do que o da economia brasileira no período.

Segundo o presidente da Fenaprevi, Edson Franco, “apesar do cenário de recuperação lenta da economia, com um nível de inadimplência acima da média e alta restrição de crédito, o crescimento no volume de aportes e a estabilidade da quantidade de participantes no sistema são bons indicadores da importância dada pelos consumidores ao planejamento financeiro familiar e da relevância de preservar uma poupança previdenciária de longo prazo”.

Os dados indicam que, em junho, 10,9 milhões de pessoas tinham planos de previdência privada, quantidade 1,6% acima da registrada em junho passado. Desses, 80% estão em planos individuais e 20% em planos coletivos.

Em relação ao tipo de produto, 61% dos usuários têm planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e outros 21% em PGBL (Planos Gerador de Benefício Livre). Os demais participantes têm planos tradicionais e Fapi (Fundos de Aposentadoria Programada Individual).

Na distribuição por aportes, no primeiro semestre, R$ 70,5 bilhões dos recursos foram alocados em VGBL, com alta de 2,6%. Os PGBLs receberam R$ 5,4 bilhões, cifra 10% acima do registrado no primeiro semestre do ano passado. Outros R$ 1,6 bilhão foram destinados aos planos tradicionais e Fapi.

Grupo Generali apresenta crescimento de €2,3 bilhões no primeiro semestre 


Fonte: Generali

Grupo Generali, referência mundial no mercado de seguros desde 1831, divulgou os resultados financeiros referentes ao primeiro semestre de 2023. Mesmo diante de um cenário volátil, tanto do ponto de vista geopolítico quanto econômico, a empresa continua a cumprir os objetivos estabelecidos em seu plano estratégico ‘Lifetime Partner 24: Driving Growth’. No período, alcançou um resultado operacional de 3,7 bilhões de euros e um crescimento líquido de 2,3 bilhões de euros.
 

O plano estratégico do grupo concentra-se em obter um desempenho financeiro sólido, aprimorar a experiência do cliente e conseguir impactos social e ambiental significativos, reforçados pela dedicação e empenho dos funcionários da Generali, cujas contribuições são fundamentais para os bons resultados alcançados.

Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali, enfatiza que os resultados apresentados fazem parte da transformação pela qual a empresa tem passado. “Estamos no caminho certo para atingir nossas metas, confirmando que o Grupo tem a estrutura para navegar em um cenário macroeconômico e geopolítico em constante evolução”, afirma.
 

Além dos resultados financeiros, é importante ressaltar as recentes aquisições da Liberty Seguros e da Conning, que fortalecem ainda mais a posição de liderança da empresa na Europa. Essas aquisições também contribuem para o aprimoramento da plataforma global de gerenciamento de ativos.
 

A sustentabilidade é também um dos elementos centrais na estratégia da Generali e orienta todas as suas atividades como seguradora, investidora, empregadora e entidade corporativa responsável. A companhia mantém seu compromisso com a responsabilidade social e ambiental, demonstrando a sua visão de longo prazo e a busca por um impacto positivo na sociedade.

O Grupo Generali acredita que o setor de seguros global pode ser afetado, no segundo semestre, por uma desaceleração econômica, que pode ser compensada pela esperada redução na inflação nos próximos meses. Nesse contexto, e em consonância com o plano ‘Lifetime Partner 24: Driving Growht’, o grupo acredita que a simplificação e a inovação continuarão a ser fundamentais no crescimento da companhia, apostando em uma gama de produtos modulares, projetados especialmente para as demandas dos clientes.


Confira os destaques:

  • Os prêmios brutos subscritos aumentaram para 42,2 bilhões de euros (+3,6%), impulsionados pelo crescimento significativo de P&C (+10,6%). As entradas líquidas de Vida foram totalmente focadas em unidades vinculadas e em proteção, em linha com a estratégia do Grupo.
  • O resultado operacional foi superado em 3,7 bilhões de euros (+28,0%), liderado pela forte contribuição do segmento de P&C. O Índice Combinado melhorou para 91,6% (-5,4 p.p). A Margem de Novos Negócios ficou em 5,81% (+0,31 p.p).
  • Forte crescimento do resultado líquido ajustado em 2,3 bilhões de euros (+60,9%).
  • Posição de capital extremamente sólida, com um Índice de Solvência de 228% (221% no ano fiscal de 2022), também graças à forte contribuição da geração de capital.

MDS Brasil compra Conset Corretora de Seguros, terceira neste ano

MDS corretora de seguros

Fonte: MDS

A MDS Brasil anuncia a aquisição da Conset Corretora de Seguros, especialista em corretagem de seguros para grandes riscos. Esta é terceira compra realizada pela companhia em 2023, incluindo a corretora internacional RSG, localizada no Chile, e a Unificado Corretora de Seguros, sediada no Paraná. Essa sequência marca um passo significativo para expansão e consolidação da empresa. Com a integração, a corretora passa a integrar o Grupo MDS, passando a ter acesso a um leque mais completo de produtos e serviços, ao mesmo tempo em que reafirma o seu compromisso de manter a exclusividade e excelência em atendimento, premissas que sempre nortearam a operação.

Fundada em julho de 1998, no Rio de Janeiro, a Conset ganhou destaque no atendimento às demandas de seguros para o setor de infraestrutura e, ao longo dos anos, diversificou seu portfólio, passando a operar em todas as modalidades do segmento de seguros. O crescimento da organização foi impulsionado pelo envolvimento em concessões públicas, principalmente, na área de rodovias, além de oferecer uma ampla gama de produtos e serviços como Seguro Garantia, Riscos Patrimoniais e Benefícios Corporativos, suprindo as necessidades do mercado em geral.

Para Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Américas Regional Manager da Brokerslink, a compra da Conset eleva o nível de especialização da empresa e reforça a atuação da empresa no segmento. “Além de reforçar a nossa presença na área dos seguros e consultoria de risco, estamos incorporando uma equipe altamente qualificada e uma nova carteira de grandes clientes, que passam a ter acesso a todos os nossos produtos e serviços. É uma operação que, como as demais, visa tornar a companhia ainda mais completa, conquistando ainda mais relevância em um segmento específico, com grande potencial de crescimento”, destaca.

Na visão do Thiago Tristão, CEO MDS Re Brasil & VP Riscos Empresariais, a incorporação é estratégica. “O seguro desempenha um papel importante no gerenciamento de riscos de um negócio, sendo parte de uma estratégia abrangente e integrada. Pensando nisso, a experiência e metodologia utilizada pela Conset irá agregar muito valor ao trabalho que já desenvolvemos”, comenta ele.

Para Fernando N M de Castro, sócio fundador e diretor geral da Conset Corretora de Seguros, a operação representa uma oportunidade importante de crescimento para ambas as corporações. “Ao longo de nossa trajetória, sempre buscamos oferecer excelência em atendimento e soluções personalizadas. Nesse sentido, vamos ampliar a oferta de soluções à nossa carteira de clientes, proporcionando uma experiência ainda mais abrangente e diferenciada, além de buscar ampliar a base de clientes, contando com a força do Grupo MDS”, conclui.

Com esta operação, a MDS Brasil agrega à sua operação aproximadamente 1000 clientes, representando um prêmio emitido da ordem de R$100 milhões, reforçando o seu posicionamento com uma das empresas líderes no segmento.

Nubank lança seguro residencial em parceria com a seguradora Chubb

Leandro Martinez CEO da Chubb Seguros

O Nubank lança hoje o seguro residencial Nubank Lar Seguro em parceria com a Chubb Seguros, maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil de capital aberto do mundo e responsável pela emissão das apólices. O novo produto é mais um passo do Nubank na diversificação do seu portfólio de proteção aos clientes e estará disponível para a base elegível no Brasil ao longo dos próximos meses.

“Para a maioria das famílias no Brasil, sua casa é seu ativo mais importante. Graças às capacidades oferecidas pelo Chubb Studio, nossa plataforma global para distribuição de produtos digitais, o Nubank conseguiu criar um produto perfeitamente alinhado às necessidades de seus clientes”, diz Leandro Martinez (foto), presidente da Chubb Brasil. “O lançamento do Nubank Lar Seguro também representa uma grande oportunidade de expandir o conhecimento e valor sobre essa categoria de seguros, assim como vimos acontecer com os produtos de seguro de vida que o Nubank também oferece na parceria com a Chubb”.

“Com o Nubank Lar Seguro, nossos clientes podem escolher as coberturas que realmente precisam e com um custo mensal que caiba no bolso. Assim, acreditamos que vamos ajudar a aumentar a conscientização sobre a relevância do seguro residencial, ainda limitada a uma pequena parcela da população”, diz Livia Chanes, líder das operações do Nubank no Brasil. “Com uma experiência livre de complexidade em nosso app e informações transparentes, oferecemos coberturas personalizadas que materializam a verdadeira proposta de valor do seguro residencial, da proteção do patrimônio a serviços de manutenção 24 horas para cobrir imprevistos do dia a dia”.

O Nubank Lar Seguro oferece cobertura personalizável, de acordo com as necessidades individuais do cliente. As opções incluem reembolso parcial ou total por danos de estrutura e/ou patrimônio nas residências em caso de eventos específicos, como incêndio, perda de aluguel, roubo, danos elétricos, tempestades e responsabilidade civil familiar. O seguro também oferece uma ampla rede de profissionais de serviços de emergência, disponíveis 24 horas, para ajudar com a manutenção de vazamentos, reparos em sistemas elétricos, chaveiros, entre outros, além de permitir o agendamento de reparos gerais e instalações.

De forma simples, o usuário consegue fazer a cotação e contratação com visibilidade dos detalhes de cada uma das coberturas e também conveniência, em experiência 100% digital via app do Nubank.

Estudo de 2021 realizado pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) mostra que apenas 17% dos domicílios no Brasil possuem seguro residencial, com pequeno crescimento em comparação aos anos anteriores.

Já durante a fase de cotação do seguro residencial, o cliente Nubank responde um breve questionário sobre o tamanho da residência, tipo (apartamento ou casa) e se é imóvel próprio ou alugado e recebe uma recomendação inicial com as coberturas mais adequadas. O seguro pode ser acionado diretamente pelo app do Nubank, em processo simples e intuitivo, com a central de relacionamento também disponível 24 horas por dia nos sete dias da semana.

Munich Re lucra € 2,4 bilhões no primeiro semestre de 2023

A Munich Re gerou um lucro de € 2,4 bilhões no primeiro semestre de 2023, mais da metade de sua orientação anual de € 4 bilhões, já que a empresa continua “no caminho certo” para atingir sua meta anual.

A receita de seguros aumentou ano a ano para € 14,175 bilhões, acima dos € 13,772 bilhões no segundo trimestre. No primeiro semestre, esse número aumentou para € 28,448 bilhões (27,033 bilhões no mesmo período do ano passado).

Enquanto isso, o resultado técnico total no segundo trimestre foi de € 2,159 bilhões, e o resultado do investimento aumentou para € 596 milhões, de € 317 milhões no ano passado.

A Munich Re gerou um lucro de € 1,154 bilhão no segundo trimestre de 2023, um pouco abaixo dos € 1,585 bilhão no mesmo trimestre do ano passado.

“A Munich Re registrou um lucro de € 2,4 bilhões durante os primeiros seis meses de 2023 – consideravelmente maior que a metade de nossa previsão para o ano inteiro. Todas as áreas da nossa operação estão contribuindo para o nosso sucesso. A Munich Re continua a crescer lucrativamente porque nossos clientes valorizam nossa força, consistência e experiência. E vamos continuar explorando resolutamente o ambiente de mercado encorajador. Além disso, avançamos sistematicamente na descarbonização dos investimentos e seguros e na promoção de lideranças femininas. No meio do nosso programa de estratégia Ambition 2025, fica claro que a Munich Re está no caminho certo para atingir suas metas”, comentou Joachim Wenning, presidente do conselho.

Allianz registra aumento de 18% no lucro trimestral

Oliver Bäte Swiss Re
Oliver Baete, chief executive officer of Allianz SE

A Allianz divulgou lucro líquido atribuível aos acionistas de 2,3 bilhões de euros nos três meses até junho, 18% acima dos 1,9 bilhão de euros no ano anterior, recuperando-se dos mercados voláteis de um ano atrás, e confirmou sua perspectiva para 2023. A empresa, uma das maiores empresas financeiras da Europa, destacou a força em sua divisão de bens e acidentes, ajudada por sinistros menores de desastres naturais.

O período marca uma recuperação em relação ao ano anterior, que foi amortecido por mercados nervosos após a invasão em grande escala da Ucrânia. A meta da seguradora de lucro operacional em 2023 entre 13,2 bilhões e 15,2 bilhões de euros permanece intacta, disse a empresa.

“Os excelentes resultados da Allianz no primeiro semestre de 2023 demonstram a força de nossos fundamentos à medida que capitalizamos nossa escala global e mix diversificado de negócios para o benefício de nossos clientes e acionistas. Com nosso crescimento de dois dígitos nos lucros, estamos no caminho certo para alcançar as metas do grupo para o ano”, comentou Oliver Bäte, CEO da Allianz SE.

O executivo ressaltou estar particularmente satisfeito com o forte desempenho no negócio de Property & Casualty, onde alcançou índice combinado de 92%, com o volume contínuo e o crescimento do lucro do negócio de Vida & Saúde, bem como com a resiliência do segmento de Asset Management, que registrou entradas líquidas positivas de terceiros pelo segundo trimestre consecutivo, apesar do sentimento cauteloso dos investidores.

“Nosso crescimento é um claro reflexo da confiança contínua de nossos clientes em nós para apoiá-los neste período agonizante de inflação e polarização. Essas tendências não apenas desafiam nossa economia global, mas também afetam profundamente as pessoas em um nível financeiro individual. Com nossos resultados e posição de capital, demonstramos que a Allianz é uma empresa que entrega soluções relevantes que as pessoas precisam, especialmente em nossa era turbulenta”.

El Niño ameaça safra de grãos no Brasil e no mundo

FOnte: Coface

A safra brasileira será uma das mais prejudicadas do mundo pelo fenômeno climático El Niño, que deve provocar calor intenso e seca a partir do 4º. trimestre e principalmente em 2024. A previsão é da Coface, líder global em seguro de crédito e serviços de informação comercial que realiza levantamentos sobre setores econômicos em mais de 100 países.

De acordo com o estudo, o El Niño trará incertezas para a produção de commodities agrícolas, principalmente cereais, açúcar, óleo de palma e frutas cítricas, prejudicando, além do Brasil, países como Indonésia e Austrália.

A Oscilação Sul do El Niño é um fenômeno oceânico-atmosférico cujas origens estão nas variações anormais das temperaturas da água superficial no Pacífico Central e Oriental (costa da América Latina). Ela é composta por dois fenômenos opostos (La Niña e El Niño) que historicamente ocorrem a cada 2 a 3 anos. La Niña traz um clima mais frio e úmido, enquanto El Niño traz clima mais quente e seco.

A Coface lembra, no entanto, que desta vez El Niño está acontecendo menos de um ano após o último episódio de La Niña, ou seja, com muito mais rapidez do que as frequências históricas. Essa antecipação sugere um aumento na frequência desse tipo de fenômeno climático, o que pode ter consequências prejudiciais a longo prazo, alerta o estudo. O fenômeno tende a amplificar os efeitos negativos das mudanças climáticas na Ásia-Pacífico, África do Sul e Leste e nas Américas. A Europa, o Oriente Médio e o Norte da África não são afetados pelo El Niño. 

Como o Brasil está entre os países impactados pelo fenômeno climático, não será surpresa se os preços dos alimentos aumentarem no próximo ano, assim como deverá acontecer em vários outros países. A análise da Coface lembra que episódios do El Niño nos últimos 20 anos geralmente levaram a pressões inflacionárias nos preços dos alimentos.  

A análise global da Coface alerta que colheitas mais pobres colocarão pressão nas cadeias de valor agroalimentares como um todo, e é provável que 2024 seja um ano de extrema tensão entre oferta e demanda para o setor: “De fato, as perturbações terão um impacto negativo tanto na produção dos principais países exportadores (Austrália, Brasil, EUA) quanto nos pontos demográficos quentes que deveriam ser autossuficientes em alimentos (China, Índia). A pressão sobre os suprimentos, portanto, será dupla”

Outro ponto lembrado no estudo da Coface foi o impacto no emprego: “Países onde o setor agrícola é predominante podem sofrer perdas significativas de renda e emprego. Por exemplo, a Indonésia, onde a agricultura representa 13% do PIB e 32% dos empregos, pode ser duramente afetada pelo impacto negativo do El Niño na produção de arroz e óleo de palma. No médio prazo, o país enfrenta prazos políticos importantes: as próximas eleições gerais indonésias (presidenciais, legislativas e senatoriais) estão programadas para fevereiro de 2024. As dificuldades econômicas causadas pelas incertezas das condições climáticas podem, portanto, ter um grande impacto na estabilidade do país”.

Tadeu e ‘Tadeuzinho’ dão dicas de como resolver problemas com soluções Bradesco Seguro Auto

A dupla, que estreou recentemente a nova campanha da Bradesco Seguros divulgando o Bradesco Seguro Auto, tira dúvidas de internautas em vídeos disponibilizados nas redes sociais

Se a sua chave ficar presa dentro do carro, como resolver essa situação? Essa é uma pergunta facilmente respondida pela nova dupla da Bradesco Seguros: Tadeu e ‘Tadeuzinho’. O jornalista Tadeu Schmidt, juntamente com o seu boneco, ‘Tadeuzinho’, gravaram uma série de vídeos especiais, intitulados ‘Fala, Tadeuzinho’, para as redes sociais da seguradora com o objetivo de sanar as dúvidas sobre o Bradesco Seguro Auto de forma bem-humorada.

Em um dos filmes, Tadeu Schmidt responde a uma consumidora que esqueceu as chaves dentro do carro já trancado. Com bom-humor, Tadeuzinho orienta a segurada a utilizar uma vara de pescar para resgatar o objeto, sendo rapidamente repreendido por Tadeu. É nessa hora que o jornalista e apresentador fala da Assistência Dia e noite que, além de contar com diversas vantagens, oferece chaveiro 24 horas. 

“Sempre será nossa prioridade conhecer todas as necessidades e expectativas do nosso segurado e dos corretores parceiros, e nada melhor que o bom humor para trazer as principais mensagens dos produtos oferecidos por nós”, destaca Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

‘Fala, Tadeuzinho’ pode ser conferido nas redes sociais do Grupo Bradesco Seguros. A expectativa é que mais novos filmes sejam lançados ao longo de toda a campanha. Temas como primeira habilitação e troca de pneu serão trabalhados nas esquetes.