VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros: conheça os jornalistas finalistas

Estão definidos os 30 finalistas do VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros, promovido pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Os melhores trabalhos foram eleitos após atribuição de notas da Comissão de Seleção do Prêmio, que avaliou 290 inscrições.

Confira abaixo a relação dos 30 finalistas por categoria:

Allianz – Seguro Rural

Adriana Marinelli (Coautora Ludymila Siqueira) – “Seguro rural atua para mitigar riscos da crise climática no campo” (Jornal A Redação);

Cristian Delosantos – “Seguro Rural: a solução para evitar perdas no campo, mas burocracia ainda é obstáculo para os produtores de SC” (CBN Floripa);

João Carlos Labruna – “Seguro no campo” (Revista Segurador Brasil);

Lorenzo Dornelles – “Com R$ 16 bilhões em perdas na última década, seguro rural vira pilar de sobrevivência no campo” (Portal ND Mais);

Rafael Walendorff – “Falta de subvenção a seguro rural ameaça a proteção da soja” (Jornal Valor Econômico).

CAPEMISA – Previdência e Vida

Gilson Monteiro – “Mulheres seguras: câncer de mama e outras doenças graves aumentam busca por seguro de vida entre público feminino” (Portal TNH1);

Maria Lúcia D’Urso – “Longevidade e mudança no clima desafiam planejamento financeiro” (Jornal Valor Econômico);

Patrícia Maria Alves – “Entre o amanhã e o agora: aumento de plataformizados levanta debate sobre renda futura” (Folha de Londrina);

Vanessa da Rocha – “Quando a segurança vira produto: boom de PJs impulsiona mercado de seguros em SC” (Portal ND Mais);

Verena Veloso – “Mercado Segurador: o crescimento da previdência privada no Brasil” (BandNews Salvador).

FenaCap – Capitalização

Adriana Aguilar – “Fôlego renovado” (Revista Valor Econômico – Financeiro Seguros e Previdência);

Ana Mello – “Capitalização ganha força como garantia locatícia e vira solução de segurança e liquidez no mercado imobiliário” (Portal CQCS);

Cristiane Noberto – “Títulos de capitalização entram no radar de concessões e mineração” (CNN Brasil);

Fernanda Torres – “Cotidiano e Esperança: os caminhos de Diandra e Wesley nas APAEs gaúchas” (Portal JRS);

Thais Ruco – “A vez da capitalização” (Jornal dos Corretores de Seguros – JCS).

MAPFRE – Sustentabilidade & Seguros

André Felipe de Lima – “Daqui pra frente, tudo vai ser diferente” (Revista Apólice);

André Tomazela – “Quanto custa uma catástrofe?” (Revista Valor Econômico – Financeiro Seguros e Previdência);

Antonio Carlos Teixeira (Coautora Sônia Araripe) – “Seguro: O Agente Estratégico do Financiamento Climático Global” (Revista Plurale);

Carol Kossling – “Taxonomia Sustentável Brasileira redefine regras do jogo para investimentos e sustentabilidade” (Jornal O Povo);

Danilo Moliterno – “Mudança climática deixa perda anual de R$ 30 bi no campo e desafia seguros” (CNN Brasil).

Unimed – Seguros Gerais

Arthur Moraes – “Quando o Seguro sobe o morro: a inovação humana que floresce nas favelas brasileiras” (Portal Seguro Gaúcho);

Cinthya Oliveira (Coautora Tatiana Lagôa) – “Supervivência” (Jornal O Tempo);

Jaqueline Fonseca – “Fim do DPVAT prejudica milhares de pessoas e DPU busca reparação” (Portal Metrópoles);

Marcelo Bruzzi – “Golpe do seguro: quadrilhas inventam crimes para ter acesso a indenizações milionárias” (Rede Globo/GloboNews);

Raphael Guerra – “Aumento de golpes virtuais contra idosos acende alerta e aquece mercado de seguros” (Jornal do Commercio).

Saúde Suplementar

Carol Rodrigues – “Plano de saúde ainda é incompreendido, embora seja reconhecido pela população” (Revista Cobertura);

Edis Henrique Peres – “Queixas sobre cobertura para autistas em planos de saúde aumentam 10 vezes em 5 anos” (Portal R7);

Ingrid Coelho – “Custo dos planos de saúde para jovens dobra em cinco anos no Ceará e supera alta entre idosos” (Diário do Nordeste);

João Pedro Polido – “Seguro-viagem: proteção além das fronteiras do seguro saúde regional” (Jornal dos Corretores de Seguros – JCS);

Leticia Lopes – “IA ganha ainda mais espaço na medicina privada” (Jornal O Globo).

Apoio

Esta oitava edição conta com o apoio de grandes empresas e entidades, que dão nome a cinco das seis categorias: Allianz – Seguro Rural; CAPEMISA – Previdência e Vida; MAPFRE – Sustentabilidade & Seguros; Unimed – Seguros Gerais; FenaCap – Capitalização; e Saúde Suplementar.

A Tokio Marine também é patrocinadora do Prêmio ao ceder, em forma de permuta, a casa de espetáculos Tokio Marine Hall, em São Paulo (SP), para sediar o evento de anúncio dos vencedores.

Premiação em março

Os trabalhos finalistas agora serão submetidos à Comissão de Julgamento, que elegerá os vencedores em cada uma das seis categorias e, também, o vencedor geral do Prêmio, que ganhará o título “Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros”.

A cerimônia que anunciará os vencedores acontecerá no dia 3 de março, às 19h, no Tokio Marine Hall, em São Paulo (SP).

Os autores dos três melhores trabalhos em cada categoria serão contemplados com R$ 20 mil (1º lugar), R$ 10 mil (2º lugar) e R$ 5 mil (3º lugar), totalizando R$ 210 mil em premiações.

O “Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros” receberá, adicionalmente, bolsa de estudos em uma das imersões internacionais que a ENS promoverá em 2026, com passagens e hospedagens pagas.

Folha: Vorcaro ofereceu seguro da Kovr à Justiça em troca de desbloqueio de R$ 5 milhões

Fonte: Folha

Durante processo judicial que se arrasta desde 2022 sobre uma dívida de R$ 7,4 milhões após a compra do grupo que deu origem à Kovr Seguradora pela família Vorcaro, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, chegou a oferecer em troca do desbloqueio de seus bens um seguro da Kovr no valor de R$ 9 milhões.

Vorcaro entrou como garantidor da aquisição e, como houve inadimplência, a Justiça mandou bloquear bens do ex-banqueiro no valor de R$ 5 milhões. Ele então apresentou, como substituição ao bloqueio, uma apólice de seguro garantia judicial da Kovr, de R$ 9,2 milhões.

O produto seria a garantia de pagamento da dívida enquanto o processo corre na Justiça sem uma solução. Ou seja, a devolução do valor só aconteceria, de fato, após o trânsito em julgado. A apólice tinha validade até agosto de 2027. A ação ainda segue na Justiça.

Em sua decisão, o juiz Antonio Carlos de Figueiredo Negreiros, da 7ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, negou o pedido de Vorcaro de substituição da penhora pela apólice, dizendo que já havia naquele momento (agosto de 2022) condição de satisfação da execução da dívida, ao menos em relação à parte incontroversa, que eram os R$ 5 milhões.

A briga ainda continua na Justiça sobre o índice de correção monetária dessa dívida.

Consultada sobre o processo, a assessoria de Daniel Vorcaro disse que não vai comentar.

ENTENDA A DISPUTA

O caso que resultou na determinação de penhora de bens remonta a 2017, mas a briga judicial acontece desde 2022 na 7ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Conforme o Painel S.A. noticiou, a Alliance Participações, empresa que tem o pai e a irmã de Daniel Vorcaro como sócios, comprou em 2017 participação acionária na Segpar Participações do fundo Hermes Capital Semente e da NPF Participações, comprometendo-se a pagar R$ 5 milhões.

Com a aquisição, a empresa de Henrique Moura Vorcaro (pai de Daniel) e Natalia Bueno Vorcaro Zettel (irmã do ex-banqueiro), passou a deter o controle da Segpar, com 77% das ações, enquanto os outros 23% eram detidos pelo fundo Hermes.

O principal ativo da Segpar era o Grupo InvestPrev, que atuava nas frentes de seguros, capitalização e previdência. Foi esse grupo que, posteriomente, deu origem à Kovr Seguradora.

Kovr foi vendida pouco antes da liquidação do Master, que aconteceu em novembro do ano passado.

Posteriormente à aquisição da Segpar pelos Vorcaros, o fundo Hermes liquidou sua participação, que foi sucedida pela NPF Participações. Nesse momento, segundo consta no processo, houve alteração no contrato de compra e venda da Segpar pela Alliance e Daniel Vorcaro entrou como garantidor da aquisição, que ainda não havia sido quitada.

A ação judicial diz que, em 2020, a NPF Participações sofreu liquidação voluntária, e o acionista Luiz Eduardo Franco de Abreu passou a figurar como seu sucessor, assumindo como credor da Alliance na compra do controle da Segpar.

Franco de Abreu foi CEO, na década de 1990, do BRB (Banco de Brasília) e, posteriomente, nos anos 2000, do braço de investimentos do Banco do Brasil. Ele ingressou com a ação para pleitear o pagamento da dívida em 2022, à época calculada em R$ 7,1 milhões.

Após uma longa disputa judicial que se arrasta desde então, Daniel Vorcaro teve R$ 5 milhões bloqueados referentes à garantia que deu na compra da participação da Segpar em 2017.

Para garantir o pagamento do remanscente da dívida, hoje no valor de R$ 2,4 milhões, que diz respeito à correção monetária e multa, a Justiça determinou, em novembro de 2025, que fossem penhorados bens nessa soma da Alliance.

CRÉDITO DE CARBONO

Conforme a Folha noticiou, a Alliance, uma sociedade anônima fechada, também foi usada pela família Vorcaro para investir em um projeto bilionário irregular de créditos de carbono realizado sobre terras públicas e baseado em valores inflados, sem lastro na realidade do mercado.

A reportagem mostrou, com base em documentos, que os Vorcaros estão envolvidos desde a origem no plano de explorar esses créditos em uma área da Amazônia, por meio da alavancagem financeira realizada com fundos da administradora Reag.

Dois fundos sob gestão da Reag tiveram seu patrimônio reavaliado porque duas empresas das quais eles eram acionistas foram turbinadas em mais de R$ 45,5 bilhões com a geração de carbono advinda de uma área pública da União na Amazônia, o que é irregular.

Caminhos para o RH promover acesso ampliado e sustentável ao plano de saúde

Flavio Bitter Bradesco Saúde

Por Flávio Bitter, diretor da Bradesco Saúde

Diversos levantamentos sobre benefícios corporativos indicam que o plano de saúde figura entre os mais valorizados pelos colaboradores, exercendo papel estratégico na atração e retenção de talentos. Um dos mais recentes, a Pesquisa de Benefícios da Robert Half, confirma que a assistência à saúde é o benefício não-financeiro mais importante para os empregados.

Em um cenário de custos médico-hospitalares que crescem ano após ano acima dos índices gerais de inflação, a busca por soluções sustentáveis de planos de saúde é crucial para que os RHs das empresas consigam oferecer a colaboradores e seus familiares esse benefício tão desejado, sem comprometer o orçamento.

É nesse contexto que a coparticipação, que consiste no compartilhamento de parte dos custos entre empresa e colaborador, tem se destacado como um modelo capaz de conciliar cuidados com a saúde de forma sustentável e a preço acessível.

Ao conferir maior previsibilidade orçamentária, preserva a capacidade de oferecer o benefício de forma sustentável. Um plano com percentual médio de coparticipação de 30% em procedimentos ambulatoriais como consultas, exames e terapias, por exemplo, pode representar redução de mais de 20% de custo fixo do plano para a empresa, especialmente entre as PMEs.

Além disso, conforme estabelecem a Lei dos Planos (9.656/98) e resoluções normativas da ANS, a coparticipação, sem a cobrança de contribuição fixa mensal do titular, evita passivo para as empresas nas situações de demissão sem justa causa (artigo 30) ou aposentadoria (art. 31) do colaborador, que tem o direito de permanecer no plano coletivo empresarial nas mesmas condições de cobertura e de preço que tinha enquanto ativo, desde que assumindo o custo integral da mensalidade.

Do ponto de vista do comportamento do beneficiário, a contribuição com uma pequena parcela prevê um uso mais consciente do plano. É o fenômeno conhecido como moral hazard. E se levarmos em conta o princípio do mutualismo, essência do seguro e da saúde suplementar, chegamos à inequívoca constatação de que mais pessoas utilizando o plano de forma adequada têm como consequência um produto mais acessível e sustentável para todos.

Os números mostram a aprovação dos beneficiários a esse modelo que equilibra acesso e custo: recente pesquisa do Vox Populi para o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostra que 84% dos entrevistados com plano de coparticipação consideram o valor razoável ou baixo. 

Por todos esses motivos, a adesão entre as empresas à coparticipação tem sido crescente. De acordo com a “Pesquisa de Benefícios de Saúde e Bem-Estar 2024”, realizada pela corretora Pipo Saúde em parceria com a MIT Management Sloan Review Brasil, o percentual de empresas que adotaram a coparticipação passou de 52% para 65% entre 2023 e 2024. O desafio, no entanto, está em disseminar esse conceito entre as micro, pequenas e médias empresas. Mesmo representando mais de 90% dos contratos coletivos de planos de saúde no Brasil, as PMEs são apenas 25% entre as que oferecem o modelo de coparticipação.

Fato é que a coparticipação representa uma importante evolução na forma como as empresas encaram a gestão de benefícios. Quando bem desenhada — com percentuais adequados, comunicação clara e alinhamento com programas de promoção de saúde — ela promove equilíbrio entre investimento e valor percebido. As empresas que adotam esse modelo frequentemente apresentam melhor saúde financeira e maior sustentabilidade do uso ao longo do tempo.

Cabe ao RH atuar como protagonista nessa jornada: educando, engajando, esclarecendo dúvidas e garantindo que o benefício seja percebido não apenas como proteção, mas como parte essencial da cultura de cuidado da organização. Dessa forma, levaremos a tranquilidade do plano de saúde a mais empresas e a mais brasileiros.

Segunda edição do Solarium Yelum reforça presença da marca durante o verão

A Yelum Seguros, marca do Grupo HDI, realiza a segunda edição do Solarium Yelum no verão de 2026. A iniciativa acontece entre os dias 31 de janeiro e 01 de março, nas praias de Maresias (SP), Cupê (PE) e Atlântida (RS), com a instalação de espaços voltados ao bem-estar, à convivência e à segurança de segurados, corretores, parceiros, colaboradores, moradores e turistas, em uma experiência diferenciada de vida ao ar livre. 

Após uma estreia bem-sucedida no ano passado – com ativações em Jurerê Internacional e Balneário Camboriú (SC) e na Praia do Futuro, em Fortaleza (CE) –, a iniciativa proprietária da seguradora traduz, de forma prática, seu posicionamento no mercado: estar presente para oferecer cuidado, proteção e tranquilidade em momentos reais da vida das pessoas. Durante os fins de semana da ação, os públicos terão acesso a uma estrutura preparada para apoiar a permanência na praia, com serviços e facilidades que promovem conforto, organização e segurança.   

Segundo André Truzzi, vice-presidente de Transformação e Assistência do Grupo HDI, a iniciativa reforça o DNA da seguradora e o sucesso em construir experiências de excelência. “A Yelum é uma marca solar e, com o Solarium, transformamos o verão em uma experiência real da empresa, ocupando a praia como um território de cuidado, bem-estar e liberdade”, explica. “No ano passado, conseguimos impactar mais de oito milhões de pessoas, somando ativações físicas, conteúdo digital e presença na imprensa sobre o evento, além de mais de um milhão de visualizações nas nossas plataformas. Esses resultados reforçam o potencial de criar conexões genuínas com a marca”, conclui o executivo.  

Assim como o público geral, corretores e parceiros comerciais da marca também contarão com ações direcionadas ao relacionamento com a companhia visando reforçar a proximidade em um ambiente propício para integração, troca e fortalecimento de vínculos. 

“O Solarium Yelum é a tradução prática do nosso posicionamento. Ele mostra que a liberdade que defendemos se constrói com presença, cuidado e experiências reais”, afirma André. “Vemos muito potencial em criar essas conexões com a marca, reafirmando nosso compromisso em oferecer segurança, tranquilidade e liberdade para clientes, corretores e parceiros.” 

A iniciativa também integra um conjunto mais amplo de ações da seguradora para o período de verão, que inclui ativações em rodovias de grande circulação. Entre elas, destaca-se um pit stop proprietário no estacionamento do Frango Assado de Guararema da Rodovia Presidente Dutra, em São Paulo, onde a Yelum oferece serviços de apoio aos viajantes, como calibragem de pneus e recarga de bateria, conectando suas soluções de seguro e assistência aos deslocamentos típicos da estação. 

Com atuação em diferentes regiões do país, o Solarium Yelum amplia a visibilidade da marca no mercado segurador e reforça sua estratégia de crescimento baseada em presença territorial, relacionamento e entrega de valor. 

Agenda Solarium Yelum: 

Praia Maresias – São Sebastião 

Datas: 31 de janeiro; 1º, 7, 8, 21, 22 e 28 de fevereiro; e 1º de março 

Local: Maresias Beach Club 

Endereço: Av. Dr. Francisco Loup, 893 – Maresias, São Sebastião – SP 

Entrada livre, conforme a capacidade do local. 

Praia do Cupe – Ipojuca 

Datas: 6, 7, 8, 20, 21, 22 e 28 de fevereiro; e 1º de março 

Local: Club de Plage Cupe 

Endereço: Sítio São Sebastião, s/n – Cupe, Ipojuca – PE 

Entrada livre, conforme a capacidade do local. 

Praia Atlântida – Xangri-lá 

Datas: 6, 7, 8, 20, 21, 22 e 28 de fevereiro; e 1º de março. 

Local: 20Barra9 

Endereço: Av. Beira Mar, 31 – Xangri-lá – RS 

Entrada livre, conforme a capacidade do local. 

Estudo aponta queda histórica da retenção de prêmios e avanço do resseguro intragrupo no Brasil

O mercado brasileiro de resseguros vive uma mudança estrutural marcada pela redução da retenção de prêmios no país e pela crescente utilização de resseguro intragrupo, segundo a terceira edição do estudo [Re]Vision Research – Mercado Brasileiro de Resseguros e ILS, divulgada em janeiro de 2026. O relatório tem entre seus autores Rodrigo Botti, Francisco Galisa e Pedro Roncarati, e analisa a evolução do setor à luz de dados financeiros, regulatórios e operacionais.

De acordo com o levantamento, a parcela do resseguro cedido que permanece no Brasil caiu para cerca de 27,7%, um dos níveis mais baixos da série histórica. No período de monopólio estatal, a taxa de retenção girava em torno de 50%. A abertura do mercado, aliada a mudanças regulatórias e ao maior acesso ao capital internacional, levou o país a um modelo mais próximo ao de outras economias latino-americanas, caracterizado por menor imobilização de capital doméstico.

O estudo aponta que essa trajetória reforça a dependência de resseguro importado e reduz o papel do setor como formador de poupança interna, ainda que traga ganhos de eficiência e integração ao mercado global. Para os autores, o Brasil avança para um modelo de “capital leve”, com menor retenção local de riscos e maior uso de capacidade estrangeira.

A publicação também apresenta uma análise do desempenho das resseguradoras locais, com dados de prêmios, ativos, lucro líquido, retorno sobre patrimônio e índice combinado. Os números indicam recuperação da rentabilidade no período recente, com algumas companhias registrando retorno superior a indicadores de referência do mercado financeiro até setembro de 2025. Apesar disso, o relatório ressalta que a competição com grandes grupos internacionais segue intensa.

Um dos principais focos do estudo é o crescimento do resseguro intragrupo. Segundo o levantamento, mais da metade das resseguradoras locais opera majoritariamente nesse modelo, no qual seguradoras transferem riscos para resseguradoras do mesmo conglomerado. A estratégia permite ganhos de eficiência por meio de regimes de solvência mais favoráveis no exterior, menor carga tributária em determinadas jurisdições e melhor alocação de capital.

O relatório inclui um exercício teórico que estima ganhos potenciais de retorno sobre o patrimônio entre 3,1% e 8,1% associados ao uso do resseguro intragrupo, com a ressalva de que os cálculos têm caráter indicativo e servem como base para o debate sobre concorrência e regulação.

Além disso, o estudo discute o papel das Letras de Risco de Seguro (LRS) como alternativa para ampliar fontes de capital no setor. A publicação defende ajustes regulatórios para simplificar estruturas, ampliar o acesso de investidores e alinhar o instrumento às práticas internacionais de transferência de risco para o mercado de capitais.

Na avaliação dos autores, o cenário atual impõe o desafio de conciliar maior integração internacional com o fortalecimento do mercado local. O estudo conclui que a revisão do arcabouço regulatório será decisiva para equilibrar eficiência, competitividade e a capacidade do resseguro de contribuir para o desenvolvimento econômico do país.

Seguradora reúne colaboradores e parceiros em experiência do MetLife Stadium no Brasil

A MetLife, uma das maiores empresas de serviços financeiros do mundo, realiza nos dias 2 e 3 de fevereiro a sua Convenção de Vendas 2026. Durante dois dias, lideranças comerciais da Companhia serão protagonistas em painéis sobre estratégias de negócios, metas, desafios e entregas durante o ano. Com tema central inspirado no MetLife Stadium, palco de grandes eventos esportivos, entre eles a Copa do Mundo de Clubes e a Liga de Futebol Americano, a Convenção traz para o Brasil o conceito de “entrar em campo e jogar junto”.

Pela primeira vez, a companhia reunirá praticamente todos os seus colaboradores e alguns parceiros em um encontro que deve receber mais de mil pessoas para celebrar a cultura e o momento da marca no mundo, temas que serão a base para dinâmicas de integração e motivação dos times. O evento acontecerá na Arena Mercado Livre Pacaembu, em São Paulo. A escolha do local foi estratégica, pois trata-se de um espaço histórico para o esporte nacional e um símbolo da paixão dos brasileiros pelo futebol.

“Estamos motivados a fazer desta a melhor convenção da história. Além de reunirmos todo o time e convidarmos para jogar junto, esse será o momento de conectarmos a grandiosidade da nossa marca e nossa estratégia com nossos colaboradores e parceiros. Temos uma história no esporte mundial, tendo o MetLife Stadium como palco de grandes acontecimentos e junto com a MetLife Foundation reforçarmos nosso propósito de estar ao lado das comunidades, também através de aporte em projetos educacionais e esportivos, por meio da parceria com o Fundo Fifa de Educação Global Citizen”, comenta a diretora de marketing e comunicação, Denise Coelho.

O encontro marca um momento importante para a MetLife Brasil, que segue ano a ano crescendo acima do mercado em seguro de vida e tem como meta dobrar de tamanho sua operação nos próximos quatro anos. A marca, passa a ter um papel fundamental para essa estratégia e não à toa a empresa planeja inúmeras ações para fortalecer sua imagem no país, apostando principalmente no esporte, educação, cultura e em ações sociais financiadas pela MetLife Foundation e a parceria com o Fundo Fifa de Educação Global Citizen, como grandes oportunidades.

“Queremos que esse seja o momento de deixar os colaboradores e parceiros motivados a buscar o mesmo resultado. Por isso é tão importante trazer para eles a força da nossa marca e dos nossos ativos”, acrescenta Denise.

AXA no Brasil lança Check-in de Saúde Mental, ferramenta de autocuidado gratuita e confidencial

A saúde mental vem tomando a atenção de pessoas, famílias e empresas. Dados globais indicam que 32% da população (AXA Mind Health Report) relata vivenciar questões de saúde mental, em um cenário que também pressiona o mundo do trabalho e amplia a necessidade de prevenção e acesso à informação confiável. É nesse contexto que a AXA no Brasil lança o Check-in de Saúde Mental, uma ferramenta online gratuita e de fácil uso, desenvolvida para apoiar o autocuidado e ajudar as pessoas a compreenderem como estão se sentindo.

Disponível globalmente em 13 países e em 10 idiomas, o Check-in chega ao Brasil como a primeira iniciativa de uma campanha da companhia. O foco é tratar a saúde mental como um risco contemporâneo que pode ser compreendido, antecipado e cuidado, com linguagem acessível, abordagem acolhedora e foco em utilidade prática. 

A compreensão do bem-estar mental é fundamental para que as pessoas possam se cuidar de forma completa e segura. Prevenção e conhecimento, para a sociedade no geral, são caminhos que a AXA defende e suporta globalmente para promover cada vez mais ambientes favoráveis e seguros para todos. O compromisso com o cuidado e o desenvolvimento do progresso humano é um dos principais pilares e valores da companhia. 

O Check-in é um questionário online, rápido e que, ao final, apresenta um resultado com base na metodologia do Índice de Saúde Mental da AXA, oferecendo uma leitura do momento atual do usuário e caminhos de orientação e autocuidado. A avaliação considera três dimensões centrais ligadas ao bem-estar mental: estado mental atual, habilidades e crenças e estilo de vida.

“A saúde mental é um tema urgente, que pede ação consistente de toda a sociedade, incluindo o setor corporativo. Ao disponibilizarmos o Check-in de Saúde Mental, queremos ampliar o acesso a uma ferramenta séria, prática e segura. É uma oportunidade para que as pessoas possam entender melhor como estão e, a partir disso, dar passos embasados em informações confiáveis em direção ao próprio bem-estar”, afirma Alexandre Campos,  Vice-Presidente de RH, Jurídico, Compliance e ASG da AXA no Brasil

Privacidade e confidencialidade como princípio de projeto

Desde o desenvolvimento, a ferramenta foi desenhada para oferecer um ambiente de confiança. O Check-in de Saúde Mental opera de forma confidencial e anônima: as respostas são utilizadas exclusivamente para gerar o resultado exibido ao final e não são armazenadas para identificar quem preencheu. O uso foi estruturado para impedir a possibilidade de identificação da pessoa usuária, reforçando o compromisso com a privacidade.

A iniciativa integra uma campanha mais ampla de saúde mental da AXA, que busca ampliar a conscientização, reduzir estigmas e colocar à disposição do público ferramentas concretas para apoio ao cuidado preventivo. Entender é o primeiro cuidado.

Bradesco Vida e Previdência lança suporte de IA Generativa para corretores

A Bradesco Vida e Previdência lança um agente de Inteligência Artificial Generativa voltado aos corretores de seguros, a ser aplicado inicialmente na comercialização de planos de previdência privada. A nova ferramenta, desenvolvida em conjunto com a área de Inovação do Grupo Bradesco Seguros, combina a agilidade da IA com a expertise humana, possibilitando a esses profissionais ofertarem produtos cada vez mais personalizados e adequados às reais necessidades dos clientes. 

Dentre as principais funcionalidades, destacam-se o apoio na elaboração de materiais de apresentação, a integração e unificação de informações relevantes para o processo comercial e o suporte na preparação de proposta. Esses recursos otimizam o atendimento, permitindo que o corretor dedique mais tempo à orientação e ao esclarecimento de dúvidas, aprimorando a qualidade das interações com o cliente, o que torna o assessoramento mais completo e personalizado.

Outro ponto a ser destacado é o fator de conversão de vendas. Com a IA Generativa aplicada à previdência privada, a Bradesco Vida e Previdência busca não apenas aumentar a comercialização de produtos, mas também proporcionar ao corretor informações estratégicas capazes de transformar um maior número de clientes potenciais em segurados.

“A Inteligência Artificial amplia nossas possibilidades, mas quem transforma a experiência do cliente continua sendo o corretor. A tecnologia chega para simplificar processos, abrir espaço para contatos mais assertivos e reforçar o papel desse profissional como consultor de negócios, no qual a escuta, a orientação e a confiança seguem no centro das decisões. Estamos muito entusiasmados com as possibilidades que chegarão a partir do uso da IA Generativa”, afirma Estevão Scripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência.

Antes da implementação, a Inteligência Artificial Generativa passou por testes com um grupo piloto de corretores, que avaliaram aspectos como usabilidade, recursos e aplicabilidade no dia a dia. A fase de experimentação serviu para ajustar a ferramenta às necessidades reais do atendimento e garantir que ela funcione como apoio, e não substituição, da atuação humana.

“As aplicações complementares da IA Generativa, quando acompanhadas por uma abordagem direcionada, podem abrir caminhos para um futuro bastante promissor quando se trata de Seguros. Esse cenário tornará o cotidiano do corretor mais produtivo e as decisões financeiras mais embasadas”, finaliza Fernando Campilho, Superintendente Sênior de Tecnologia da Bradesco Vida e Previdência.

Livelo e Porto Seguro anunciam parceria para acúmulo de pontos na contratação de seguro viagem

por Livelo

A Livelo, maior e mais completo ecossistema de engajamento do Brasil, e a Porto Seguro, instituição com 80 anos de história e figura central no mercado segurador brasileiro, anunciam uma parceria estratégica válida a partir de 27 de janeiro. A união visa diversificar as opções de acúmulo para clientes que planejam viagens, oferecendo 15 pontos por real gasto em contratações internacionais e 2 pontos por real em trajetos nacionais, beneficiando diferentes perfis de viajantes. A iniciativa permite que o público, que já utiliza pontos para resgates de passagens e hospedagens, potencialize o seu acúmulo de pontos através da proteção da sua viagem.
 

Estrategicamente desenhada para o perfil do cliente Livelo, que utiliza o acúmulo de pontos para viabilizar novas experiências, a parceria permite que o planejamento da segurança deixe de ser apenas um custo necessário para se tornar um investimento direto no próximo destino. Agora, o cliente conta com a confiança e a tecnologia da seguradora para garantir sua proteção enquanto junta ainda mais pontos, transformando a etapa de cuidado com o roteiro em uma oportunidade real de emissão de novas passagens ou reservas de hotéis.
 

Além da vantagem transacional, a escolha pela Porto Seguro oferece ao cliente Livelo uma camada robusta de proteção que inclui despesas médicas, hospitalares e farmacêuticas, fundamentais para uma viagem tranquila. A cobertura se estende a situações logísticas, como problemas com passagens, remarcações e até suporte para a prática de esportes radicais. Dessa forma, o cliente desfruta de uma jornada segura e assistida por uma empresa referência no mercado segurador, transformando o cuidado e a proteção em uma oportunidade real de maximizar benefícios futuros.

Generali aponta cinco tendências para o mercado de seguros em 2026 

Eric Lundgren, CEO da Generali Brasil

Com o futuro e a inovação em mente, a Generali Brasil elaborou um panorama com as principais tendências que devem moldar o setor de seguros no país ao longo de 2026. Focada em canais B2B e B2B2C, a companhia observou as perspectivas para o setor, de acordo com análises de entidades e órgãos reguladores, junto das suas próprias expectativas e insights. 

Para o CEO da Generali Brasil, Eric Lundgren, estar na vanguarda do mercado é parte da estratégia da companhia. “Estamos atentos à expansão dos seguros corporativos, à personalização viabilizada pela inteligência artificial e à força das parcerias em ecossistemas abertos. Essas evoluções estão redefinindo a forma como as pessoas e empresas percebem o valor da proteção. Nosso papel é transformar essas oportunidades em soluções tangíveis: simples, acessíveis e relevantes para cada perfil de consumidor”, diz o executivo. 

Seguro de vida corporativo em crescimento: foco em grandes riscos e benefícios flexíveis 

Empresas ampliam soluções de seguro de vida para atender a demanda crescente por coberturas para grandes riscos corporativos e por planos personalizados. As opções são feitas não apenas pensando nas empresas como clientes, mas como uma vantagem real para colaboradores, que enxergam o benefício como um diferencial que serve como ferramenta de retenção de talentos e valorização das pessoas. 

  • Microsseguros embutidos ganham escala  

A expansão de microsseguros vendidos por parceiros, como bancos e varejistas, ganha força por estar inserido na jornada do cliente. A oferta integrada ao processo de aquisição de um produto ou serviço facilitam a aderência, uma vez que os consumidores entendem com mais facilidade a importância da proteção financeira ou garantia estendida de bens. Além da camada extra de segurança, estas soluções tendem a ter valores acessíveis, com coberturas amplas sem comprometer a renda. 

  • Inovação tecnológica e novas funções para uso da IA

Com a consolidação das ferramentas de inteligência artificial, as seguradoras irão utilizar análise massiva de dados e automação de processos para oferecer aos consumidores experiências aprimoradas. A aplicação destas tecnologias oferece ganho operacional e agilidade nas mais diversas áreas das companhias, seja no momento da contratação de seguros personalizados, no atendimento ao cliente mais assertivo e até mesmo no pipeline de abertura de sinistros. 

  • Distribuição via parceiros e avanço do Open Insurance 

Modelos de distribuição baseados em contratos corporativos e parcerias comerciais se popularizam como uma forma de ampliar o alcance das seguradoras. A evolução do Open Insurance e o uso de APIs abertas permitem integrações mais rápidas e seguras entre ecossistemas, favorecendo ofertas sob medida e maior transparência na experiência do cliente. 

  • Riscos emergentes e foco em prevenção 

A crescente exposição a riscos digitais intensifica a procura por ciberseguros e soluções integradas de prevenção. Paralelamente, critérios ESG ganham peso na subscrição e no desenvolvimento de produtos, com seguradoras ofertando não apenas coberturas, mas serviços de mitigação de risco e iniciativas voltadas à sustentabilidade e resiliência climática.