Universeg do Grupo Bradesco Seguros lança “Programa Ciclos”

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros segue atuando para fortalecer, cada vez mais, sua parceria com corretores de seguros e contribuir com o crescimento do setor. Com isso, a companhia anuncia mais um lançamento exclusivo, o “Programa Ciclos”, uma iniciativa desenvolvida pela Universeg.

O objetivo principal do programa é trazer soluções e conhecimentos atualizados sobre sucessão empresarial, um tema crucial para a perenidade dos negócios das corretoras de seguros. A jornada conta com aulas online ao vivo e materiais digitais complementares. A parceria com esses profissionais, que já vem escrevendo uma história centrada na proteção das pessoas, patrimônios, saúde e futuro dos clientes, agora se volta para a sustentabilidade e longevidade dos negócios. 

Ministrado por consultorias especializadas no ramo de Sucessão Empresarial, como o IBMEC, MCF Consultoria e o Atingire, o ‘Programa Ciclos’ visa equipar os corretores com as ferramentas e estratégias mais atuais para enfrentar os desafios da sucessão em suas empresas. A seguradora reconhece a importância de uma transição suave e eficaz para a próxima geração de corretores, garantindo que o setor de seguros continue a servir seus clientes com excelência.

Este é um passo importante do Grupo Bradesco Seguros em direção à construção de um setor mais robusto e preparado para os desafios do futuro. Ao investir no desenvolvimento e na sucessão de seus parceiros, a empresa reforça seu compromisso com a excelência em atendimento ao cliente.

Ricardo Montenegro é o novo presidente da Aconseg-SP

Fonte: Aconseg-SP

Representantes das 40 assessorias associadas à Aconseg-SP participaram de um processo eleitoral para a escolha do novo presidente na manhã de 19 de setembro, no restaurante El Tranvia. Foram duas chapas capitaneadas por integrantes da atual diretoria: Jairo Christ, vice-presidente, e Ricardo Montenegro, diretor Financeiro.

Helio Opipari Junior, atual presidente da Aconseg-SP, destaca que foi a segunda vez que a associação teve duas chapas. “Fizemos um processo democrático e transparente, de forma que os dois candidatos tivessem tempos iguais para apresentação. É uma satisfação ver dois candidatos que fazem parte da gestão atual comprometidos com uma pauta que já estamos desenvolvendo há quatro anos, o que mostra a satisfação das assessorias com a atual gestão”.

A chapa conduzida por Ricardo Montenegro foi eleita para o biênio 2024-2025 e é composta por Milton Ferreira (vice-presidente), Alberto Novais (diretor Financeiro), Mônica Dargevitch (diretora Administrativa), Maria Guadalupe  (diretora para o Interior), Marcos Holanda (presidente do Conselho). Jorge Teixeira Barbosa, Luiz Philipe Baeta e Wilson Lima compõem o conselho fiscal.

“Parabenizo o Montenegro e desejo que ele tenha muito sucesso nos próximos dois anos. A Aconseg-SP sai ainda mais fortalecida desse processo. Tenho certeza que ele fará uma excelente gestão”, cumprimenta Opipari Junior.

Ricardo Montenegro possui uma trajetória de 50 anos dedicados ao mercado de seguros, é sócio-fundador da Aconseg-SP e participou das diretorias da associação nas duas últimas gestões. “Chegar à presidência de uma entidade tão representatividade e importante é uma satisfação enorme. É uma alegria indescritível. Irei honrar os votos que tive”, comenta o presidente eleito.

Montenegro não pretende fazer mudanças radicais na associação. Sua proposta consiste em dar continuidade ao processo evolutivo que marca a história dos 20 anos da Aconseg-SP. “Começamos pequenos e chegamos, após 20 anos, a esses números maravilhosos. A nossa proposta traz melhorias e propostas que serão focadas no nosso associado. Mas é uma continuidade da atual gestão”, comenta o presidente eleito.

Em seus 20 anos de existência, a Aconseg-SP conquistou uma forte reputação por chancelar o atendimento das assessorias aos corretores de seguros com base na excelência.

Segundo o 7º Relatório da Aconseg-SP – O mercado de assessorias e consultorias no estado de São Paulo, as assessorias faturaram R$ 2,73 bilhões em 2022, são responsáveis pelo atendimento a 18 mil corretores.

O processo eleitoral ocorreu a partir de uma comissão eleitoral presidida por Marcos Colantonio, presidente do Conselho da atual gestão. “Saimos daqui mostrando ao mercado a nossa coesão com todos seguindo o mesmo caminho para continuarmos a fazer a nossa Aconseg-SP cada vez mais forte e importante no mercado”.

O novo presidente assumirá o cargo em janeiro de 2024, quando a diretoria liderada por Helio Opipari Junior conclui o mandato.

Mais de 90% das seguradoras incluem ASG em sua estratégia

Fonte: CNseg

A agenda ambiental, social e de governança (ASG) está fortemente presente nas empresas que compõem o universo segurador. É o que mostra o novo Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, produzido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), ao indicar que 93,5% das empresas participantes da pesquisa já integram ASG em sua estratégia, crescimento de 7.1 p.p. em comparação com o relatório anterior de 2021, assim como adotam práticas de promoção da diversidade e não-discriminação. Nesta edição do documento, participaram 45 seguradoras, que correspondem a 75% da arrecadação total do mercado representado pela CNseg.

O documento aponta também que 63,3% das empresas afirmam monitorar e avaliar as ações em sustentabilidade com base em critérios claros e objetivos, verificando sua efetividade. 64,5% das empresas entrevistadas incluem questões ASG em suas políticas de investimentos (próprios ou geridos por terceiros). E 70,6% incluem as questões ASG em suas políticas gerais de subscrição de risco, que é o processo da seguradora em dimensionar, avaliar, precificar e aceitar o risco do cliente. 

Os indicadores presentes no estudo correspondem a análises realizadas entre janeiro e dezembro de 2022. Para o presidente da Confederação, Dyogo Oliveira, a publicação anual destaca iniciativas que ampliam o protagonismo do setor nesse campo e se multiplicam em diversos vértices, ratificando o compromisso permanente com essa agenda. “Mais uma vez, evidenciam-se avanços significativos do mercado, que apontam novas direções rumo a um futuro melhor.”

O relatório apontou que 56,7% das entrevistadas possuem produtos ou linhas de negócios relacionados diretamente ao risco ou responsabilidade ambiental, com destaque para o seguro Residencial com serviços ambientais, como consultoria, descarte de eletrodomésticos e móveis (52,9%) e para o RC Ambiental (47,1%) e uma linha de negócio específica para energia solar/eólica (41,2%). Neste último tópico, as participantes deste Relatório têm iniciativas para apoiar o desenvolvimento de fontes de energia renovável, sendo que 46,4% estão focadas no seguro Residencial com a proteção para painéis solares; 32,1% em seguros Empresariais para empreendimentos de energia renovável; e 28,6% em seguro Automóvel para veículos híbridos e/ou elétricos.

O setor de seguros entende a sua vulnerabilidade com relação às mudanças climáticas, por conta de seu impacto no pagamento de indenizações e de sua importância na subscrição de riscos, tendo sido pioneiro na promoção de ações relacionadas a essa temática. As companhias que participam deste Relatório já têm isso em mente e presumem que as mudanças climáticas impactem a estratégia de seus negócios nas áreas de produtos e serviços (93,3%), cadeia de valor (73,3%), operações (53,3%), adaptação e atividade de mitigação (50%) e investimento em pesquisa e desenvolvimento (40%). Quando questionadas, em quanto tempo enxergam que as Mudanças Climáticas serão integradas plenamente em sua governança, estratégia, gestão de riscos e metas e indicadores, 74,2% das empresas acreditam que em até cinco anos, 22,6% delas citam que levará entre cinco e dez anos e 3,2% mencionam mais de uma década. 

Inclusão social no mercado segurador 

A diretora de Sustentabilidade e Relações de Consumo da CNseg, Ana Paula de Almeida Santos, destaca que garantir uma maior participação do seguro na sociedade é fundamental para o desenvolvimento sustentável e para inclusão social. “O seguro desempenha um papel essencial na mitigação de riscos sob os quais organizações, pessoas e governos estão expostos, fortalecendo a resiliência econômica via redução da volatilidade financeira e promovendo maior confiança dos investidores. Além disso, a proteção securitária é imprescindível para reformas estruturais de adaptação climática e para investimentos em infraestruturas verdes”, reforça a executiva. 

Os dados de diversidade apresentados no relatório mostram que as seguradoras estão com o olhar mais cuidadoso esta temática. Das 93,5% das participantes que adotam práticas de promoção da diversidade e não-discriminação, os principais pilares são os de gênero (100%), raça (96,6%), Pessoas com Deficiência (82,8%), LGBTQIAPN+ (72,4%), gerações (58,6%) e etnia (58,6%). Ainda neste tópico, 90% mencionaram possuir canais de reclamação para queixas de preconceito dentro da empresa, bem como 70% executam ações internas, como o monitoramento de indicadores de diversidade do quadro de pessoal e a capacitação de gestores no tema. Destaca-se, ainda, que 87,1% das empresas promovem a diversidade e inclusão como um meio sustentável de obter resultados positivos nos negócios principalmente na atração e retenção de talentos (88,9%) e na melhoria do clima organizacional (85,2%).

Questionadas com relação a ações, políticas ou programas específicos voltados para vulnerabilidades específicas, como mulheres pretas e pardas, para mulheres com deficiência, para mulheres LGBTQIA+ e para mulheres de acima de 50 anos, o relatório mostrou que 90% das respondentes relataram seguir políticas e programas para todas as mulheres, independentemente da sua idade, cor/etnia, orientação sexual, identidade de gênero e condição física.  

Ana Paula ainda sinaliza que ao ampliar o alcance do seguro em camadas da população desassistida, especialmente as mais economicamente vulneráveis, “o seguro reduz o impacto negativo de imprevistos e quebra o ciclo de incerteza financeira que persiste na vida dessas pessoas, auxiliando na diminuição das desigualdades e promovendo a construção de uma sociedade mais inclusiva e justa”, complementa.

O Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros tem o objetivo de ampliar os horizontes de análise e apontar caminhos para o enfretamento dos desafios dos negócios, bem como prestar informações qualificadas à sociedade sobre a atuação das empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização. Ele é elaborado desde 2012 e desde 2015 faz referência às normas GRI (Global Reporting Initiative) para Relato de Sustentabilidade, além de manter correspondência com os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), com as recomendações da Força-Tarefa sobre as Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD, na sigla em inglês) e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS).

MetLife participará do maior festival de diversidade e inclusão no mercado de seguros e resseguros do mundo

Fonte: MetLife

A MetLife Brasil reforça o seu compromisso com uma cultura mais diversa e inclusiva participando pelo quinto ano consecutivo do Dive In, o maior festival de Diversidade e Inclusão no mercado de seguros e resseguros do mundo. Com o tema “Unlocking Innovation: The Power of Inclusion“, a 8ª edição do festival acontecerá entre os dias 26 e 28 de setembro e tem como objetivo discutir sobre como a criação de uma cultura inclusiva que valorize perspectivas diversas é essencial para impulsionar a inovação no setor de seguros, fator importante para adaptação aos novos cenários da economia global.

As inscrições para o Dive In Festival 2023 já estão abertas e são gratuitas, permitindo que pessoas do Brasil assistam às palestras internacionais em salas simultâneas on-line, além de poderem participar presencial, virtualmente ou em modelo híbrido nas palestras nacionais.

Nesta edição, a MetLife Brasil contará com representantes em dois painéis. Paula Toguchi, Diretora de Produtos na MetLife Brasil, participará do painel “Produtos e Soluções para LGBTQIA+”, que acontecerá presencial na matriz da MetLife Brasil, e Raquel Bonfim, Superintendente Comercial e Líder do comitê MDA (MetLife Diverse Abilities) na MetLife Brasil, estará presente na discussão sobre “Como a inclusão do PcD ocorre na prática?”, os painéis serão realizados no dia 28/09, às 11h e às 16h respectivamente.

Paula Toguchi conta que, mesmo participando de outras edições, o entusiasmo segue intacto e comenta a importância de a marca estar presente no maior festival de Diversidade e Inclusão no mercado de seguros e resseguros do mundo. “Para nós da MetLife Brasil, participar do Dive In, um evento tão relevante para o mercado segurador, é um orgulho e reflete o nosso compromisso e esforço em promover um futuro mais seguro e diverso para todos”, finaliza a diretora. 

Informações úteis – Dive In Festival 2023

Abertura das inscrições: 05 de setembro

Link para inscrição gratuita e demais informações: www.diveinfestival.com

Realização: de 26 a 28 de setembro de 2023

Grupo Bradesco Seguros marca presença em Brasília

Fonte: Bradesco

Em visita à Capital Federal nesta segunda-feira (18), o presidente do Grupo, Ivan Gontijo, os diretores-presidentes Jorge Nasser (Bradesco Vida e Previdência e Bradesco Capitalização); Manoel Peres (Bradesco Saúde e Mediservice); Ney Dias (Bradesco Auto/RE); e executivos do Grupo se reuniram com representantes de entidades e instituições locais para discutir a importância da região para o mercado segurador e para o agronegócio.

Com o maior PIB per capita do país – quase 2,5 vezes a média nacional, segundo dados do IBGE -, Brasília possui um amplo potencial de consumo e de disseminação da cultura do seguro. Entre as maiores seguradoras do Distrito Federal, a Bradesco Seguros tem celebrado o crescente interesse dos brasilienses na contratação de seguros no último semestre, com 21,5% a mais no residencial e 14,5% de crescimento no auto, por exemplo.

Mitsui Sumitomo Seguros tem nova gerente da filial Curitiba

Devido às oportunidades de negócios na região, o estado do Paraná se configura como uma localização estratégica para a expansão da Mitsui Sumitomo Seguros no mercado segurador brasileiro, marcando um novo capítulo para a Filial Curitiba. Uma das principais mudanças neste cenário é a promoção de Mariana Pimentel ao cargo de gerente de filial.

Mariana, que faz parte da nossa equipe desde 2018, construiu uma carreira sólida na área comercial, desempenhando o papel de executiva de contas com excelência. Agora, ela assumirá a responsabilidade pela definição da estratégia de atuação e pelo fortalecimento do relacionamento com os corretores do Estado do Paraná.

Mariana Pimentel possui uma especialização em Riscos Corporativos, o que a coloca em sintonia com a visão estratégica que a Mitsui Sumitomo Seguros tem para o futuro do mercado brasileiro de seguros.

Mariana Pimentel é graduada em Administração de Empresas pela UNICURITIBA, com pós-graduação em Gestão Comercial do Seguro pela FUNENSEG e Desenvolvimento de Liderança pela FAE Business School. Ao longo de sua trajetória profissional, acumulou experiência no mercado segurador, tendo passado por empresas como Zurich, ACE, HDI e Chubb.

PIS/Cofins incide sobre prêmios recebidos, mas não em receitas financeiras de seguradoras, diz STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou acordão que delimita o alcance da cobrança do PIS/Cofins nas atividades das seguradoras.  A maioria dos ministros concordou que a incidência das contribuições federais recai apenas sobre a arrecadação de prêmios das seguradoras, mas não vale para demais receitas que não decorram de suas atividades operacionais típicas, como os ganhos gerados pelas aplicações das reservas técnicas.  A votação ocorreu em plenário virtual, na última sexta-feira, 15 de setembro. 

O julgamento respondeu a embargos de declaração interpostos pela seguradora AXA, que agora esta sob administração da Porto, uma vez que o grupo comprou a carteira de seguros da seguradora francesa. O caso trava há anos uma disputa com a União, por entender que a atividade de seguros não deveria ser enquadrada na cobrança de PIS/Cofins sob o fundamento de que essas contribuições seriam típicas de empresas de serviço ou de venda de mercadorias, algo distinto do core business das seguradoras, que realizam atividade contratual de cobertura de riscos, remunerando-se pelo recebimento de prêmios.

Mesmo com a opção confirmada da tributação dos prêmios recebidos pelas seguradoras – sem precedente semelhante na legislação internacional de seguros- foi decidido, ao menos, que as receitas financeiras auferidas pelas seguradoras, em razão de aplicações de reservas técnicas, não constituem receita típica ou operacional dessas instituições, não podendo ser computadas na base de cálculo das referidas Contribuições, visto que inexistente a necessária materialidade desses tributos, conforme entendimento da CNseg, que ingressou como amicus curiae no chamado caso AXA.  

Para a diretora jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, o acórdão fechou uma lacuna, uma insegurança jurídica, já que os votos proferidos durante a tramitação do processo não delimitavam o alcance das contribuições sobre todas as receitas auferidas pelas seguradoras, “algo fundamental para que não viesse a surgir questionamentos futuros quanto à aplicação da tese fixada pelo Supremo”.  

A CNseg requereu que, caso superado o entendimento de que as Contribuições PIS/COFINS incidiriam somente sobre as receitas da venda de serviços ou da venda de mercadorias, fosse reconhecida, ao menos, a não incidência das Contribuições sobre as receitas financeiras auferidas pelas seguradoras, visto que não decorrem nem da venda de mercadorias, nem da prestação de serviços e, menos ainda, de suas atividades operacionais/típicas.

“Mesmo com o prevalecimento do racional de que as Contribuições incidem sobre as receitas operacionais típicas (resultando na incidência sobre o prêmio de seguro), houve o reconhecimento de que as receitas financeiras decorrentes de aplicações de reservas técnicas não integram esse conceito, isto é, não decorrem de suas atividades operacionais/típicas”, explicou Glauce em comunicado.

Nas manifestações ao STF, a CNseg lembrou que, “na experiência internacional, as receitas com a contratação de prêmios de seguros, auferidas pelas entidades seguradoras, não sofrem a incidência de nenhum tributo que guarde semelhança com as contribuições destinadas ao PIS e a Cofins. No caso das seguradoras, “o IOF tem seu fundamento técnico apropriado à própria natureza jurídica do contrato de seguro, o qual, inquestionavelmente, não se confunde com prestação de serviço nem com a venda de mercadoria.”

Com a vitória parcial no caso AXA, considerado o êxito na tese da exclusão das receitas financeiras de aplicações de reservas técnicas da incidência das Contribuições PIS/Cofins, as seguradoras poderão, em seus casos concretos, postular a aplicação do precedente.

Heitor Augusto assume posição de diretor Comercial na SulAmérica

Heitor Augusto assume a posição de diretor comercial da SulAmérica. Dentre as suas metas estão: impulsionar o crescimento, aumentar a receita, melhorar a participação no mercado e garantir a satisfação dos clientes.

O executivo está há 25 anos na companhia. Iniciou como Superintendente de Relacionamento em 1998, foi promovido a Diretor Técnico e Relacionamento com Clientes & Odonto em 2019. Em seguida atuou como Superintende Técnico de Saúde & Odonto por sete anos e neste ano foi promovido a Diretor Comercial Saúde & Odonto.
 

“A aproximação que tive com os clientes no começo da minha carreira foi fundamental e continua sendo, pois, para exercer a minha posição atual é preciso ter uma relação próxima com os beneficiários para entender as particularidades de cada região e as diferentes necessidades. É com essa leitura aprofundada que conseguimos oferecer a melhor experiência para eles”, comenta.

Allianz Seguros leva 50 corretores parceiros à Espanha

Fonte: Allianz

Cerca de 50 corretores parceiros da Allianz Seguros de todo o Brasil estão, neste momento, em viagem à Espanha junto aos principais executivos da companhia. A ação é um reconhecimento aos vencedores da edição 2022 da Alliadoz, principal programa de relacionamento da seguradora. Os profissionais embarcaram na última segunda-feira (11) acompanhados de Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros; e Karine Barros, diretora executiva Comercial. Também participam Soraia Silva, diretora Regional de Corporate e Parcerias; Flavio Rewa, diretor Comercial Regional São Paulo Capital; e Alexandro Barbosa, diretor Comercial Regional Minas Gerais e Centro-Oeste.

Os contemplados já fizeram um tour panorâmico por Madri e foram ao Museu do Prado, onde realizaram uma visita guiada privativa. Conheceram, ainda, o Templo de Debod e caminharam pelo centro histórico da cidade, passando por locais como Catedral de la Almudena, Teatro Real, Mercado San Miguel e Plaza Mayo. Até o dia 18 de setembro, quando a viagem será finalizada, os corretores terão a oportunidade de visitar Toledo e Sevilha. Almoços e jantares em restaurantes renomados da culinária internacional também fazem parte do roteiro criado exclusivamente para os vencedores.

“Nada mais justo do que conceder uma experiência diferenciada aos nossos parceiros de negócios que tanto nos apoiaram no último ano e continuam nos apoiando. O trabalho dos corretores é essencial para a tomada das nossas decisões. O retorno que recebemos desses profissionais é imprescindível para seguirmos com a nossa operação e solidificarmos ainda mais a parceira que temos com cada um deles”, afirma Eduard Folch.

Karine Barros reitera que a Allianz procura sempre beneficiar os principais parceiros da empresa, reconhecendo seu esforço e dedicação. “Recentemente, levamos os corretores para GréciaTrancosoAlemanha e, agora, estamos na Espanha. Queremos muito proporcionar essas vivências a outros corretores também. Por isso, convido a todos a participar da edição 2023 da Alliadoz, que acontece até o final deste ano”, declara.

Campanha Alliadoz 2023

A campanha Alliadoz traz, a cada ano, ações para beneficiar os corretores de seguros parceiros da Allianz. Para a edição 2023, a companhia retomou as segmentações “Topázio”, “Esmeralda”, “Diamante” e “Private”, oferecendo prêmios e vantagens competitivas de acordo com cada categoria. Mais de 1.300 premiações serão distribuídas ao longo do ano, divididas por semestre, incluindo cartões-presente de até R$ 1 mil; benefícios exclusivos em produtos e serviços de marcas parceiras; comissão adicional; atendimento preferencial nos canais Allianz; ofertas especiais para uso da assistência 24 horas, além de experiências no camarote da companhia no Allianz Parque e viagens nacional e internacional.

Os 10 parceiros de negócios “Esmeralda” e os 20 corretores “Diamante” e “Private” que mais pontuarem viajarão à Tailândia, com direto a acompanhante e roteiro exclusivo. Já os 150 corretores “Esmeralda” que mais se destacarem no ranking serão contemplados com uma viagem para um resort paradisíaco no Nordeste brasileiro, também com acompanhante.

Arrecadação do setor de seguros avança 8,6%, para R$ 217,18 bilhões no acumulado de 2023 

estudos sobe desce

A arrecadação do setor de seguros foi de R$ 217,18 bilhões no acumulado até o sétimo mês deste ano, o que representa crescimento de 8,6% em relação ao mesmo período de 2022. O setor retornou à sociedade, por meio de indenizações, resgates e sorteios, um montante de R$ 130,56 bilhões, informa a Susep.

Os segmentos de seguros de danos e pessoas, excluindo-se o VGBL, apresentaram uma alta de 11,7% no acumulado até julho de 2023, em relação ao mesmo período de 2022, com uma arrecadação total de R$ 105,92 bilhões. 

Já os seguros de danos tiveram um crescimento de 13,9% na arrecadação de prêmios na comparação do acumulado até julho de 2023 com o mesmo período de 2022. Na linha de negócios do seguro auto, os prêmios atingiram R$ 31,94 bilhões no acumulado até o sétimo mês deste ano, valor 16,6% superior ao do mesmo período de 2022. 

Ainda de acordo com o relatório de julho, nos seguros de pessoas, o seguro de vida atingiu o montante acumulado de R$ 16,75 bilhões, valor que representa uma alta de 11,5% em relação ao mesmo período de 2022.