FIDES RIO 2023: Evento traz debates relevantes sobre as tendências de seguros em 2023 e 2024

sonho seguro na Fides Rio 2023

A próxima semana promete fortes emoções em seguros. O Fides Rio 2023 começa no domingo, 24, com um torneio de golfe, e termina com um baile de gala no dia 26. Entre eles, debates relevantes sobre tendências da indústria mundial, da América Latina e do Brasil. A maior conferência de seguros da América Latina chama a atenção do mundo de seguros. Apesar de uma certa instabilidade política econômica na região, o Brasil brilha nos olhos estrangeiros com o novo PAC e seus investimentos previstos em R$ 1,7 trilhão e com um PIB de agronegócio que poderá alcançar R$ 2,6 trilhões neste ano.

Não é à toa que 60% das 1,5 mil inscrições são de estrangeiros, informou a CNseg, uma das fundadoras da Federação Interamericana de Empresas de Seguros, entidade sem fins lucrativos que agrega atualmente as associações de seguros privados de 20 países membros, e responsável por organizar a 38o edição do evento, que acontece a cada dois anos.

Desde cedo, participantes, patrocinadores e speakers estarão em encontros oficiais e paralelos. Sim, um evento deste porte tem a característica de gerar negócios. O primeiro evento da programação oficial é o tradicional jogo de golfe, que muito se tentou trocar para algo mais brasileiro como o beach tennis. Mas não rolou. Golfe, segundo relatam alguns dos praticantes do setor, ativa mais o cérebro neste período de renovação dos principais contratos de resseguro, principal fonte de capital para as seguradoras cumprirem suas promessas de crescer dois dígitos mesmo numa economia ainda em compasso de espera.

Este é período que antecede as principais negociações de contratos de resseguros no mundo. Num cenário tão complexo como o que vivemos atualmente, detectar tendências exige uma intuição pra lá de aguçada. E é essa a proposta da Fides Rio 2023, que acontece na sequência do principal evento de resseguros do mundo realizado em Monte Carlo de 9 a 13 de setembro. Um resumo das notícias sobre os debates em Mônaco é de que embora as condições de mercado estejam muito mais calmas do que a turbulência que eclodiu no quarto trimestre de 2022 até as renovações de janeiro de 2023, o equilíbrio do mercado de resseguros ainda está vulnerável a qualquer choque adicional.

Por isso, o foco está na troca densa de informações. Há dois mundos. Os salões de debates públicos do Windsor Hotel e as reuniões privadas para poucos convidados. Nos eventos oficiais, debatedores do porte do ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, Luis Alberto Moreno, ex-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e Paul Krugman, prêmio nobel de economia (2008), além de todos os porta-vozes locais de governos, órgãos reguladores, seguradoras, resseguradoras, corretores, associações, advogados entre outros.

Os eventos privados serão realizados em rooftops e restaurantes reservados nos melhores cartões postais da cidade considerada maravilhosa. O tom, no entanto, é bem “pé no chão”, com conversas francas com os parceiros comerciais. Os investidores buscam informações para diversas questões e parcerias de longo prazo.

Entre elas: quais os riscos das obras do novo PAC ? O que o governo tem feito para garantir a transparência desses financiamentos e conclusão das obras nos prazos e valores acordados em contratos? A taxa de juros realmente entra num ciclo de queda? Quais os riscos da inflação sair do controle nos próximos dois anos? Como o Brasil se prepara para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas? Há novos casos como Americanas? Os contratos de seguros estão claros sobre o que está coberto ou não? Qual a perspectiva das eleições em 2024? E em 2026? Como se comporta a segurança jurídica neste governo? Quais são, de fato, os melhores negócios para manter a rentabilidade? O novo titular da Susep tem aparatos para fazer as mudanças que deseja no arcabouço regulatório?

As respostas podem ou não conquistar os resseguradores. Bom que conquiste, pois eles são essenciais para o crescimento do mercado de seguros brasileiro. Se não há capacidade de resseguro, as seguradoras têm três opções: correm o risco sem amparo do resseguro, cobram muito caro pelo seguro ou simplesmente não ofertam. Um exemplo disso é o risco cibernético. As resseguradoras mundiais restringiram capacidade e raríssimas seguradoras vendem o seguro cyber, mergulhado em profundas discussões sobre como atuar neste risco com elevada demanda sem levar as companhias à falência. 

A boa notícia é que os investimentos em tecnologia tem aprimorado a subscrição de riscos, o gerenciamento de perdas, a redução das fraudes e potencializado a capilaridade dos canais de distribuição. E o resultado desta combinação é o lucro, exatamente o que todos querem garantir. Depois de quase cinco anos de perdas com pandemia, guerra entre Ucrânia e Rússia e catástrofes naturais, as resseguradoras conseguiram recuperar resultados, mas ainda não têm reservas suficientes para novas perdas catastróficas como temos visto com o terremoto em Marrocos e as inundações na Líbia.

E mais uma vez o Brasil se mostra uma oportunidade. Apesar da devastação no litoral norte em fevereiro e o ciclone tropical no Sul neste mês, o país ainda é considerado fora da zona de catástrofes naturais como outras regiões com perdas relevantes como os EUA com furacões ou o Chile com os terremotos.

Ao longo de 2022, as perdas econômicas decorrentes de desastres naturais na América Latina atingiram cerca de US$ 18 bilhões. No entanto, destes, aproximadamente US$ 4,8 bilhões foram cobertos por seguros, o que continua a reforçar a importância de reduzir a lacuna de proteção em toda a região. Também em 2022, os prêmios cedidos de resseguro na América Latina totalizaram US$ 19,2 bilhões, um aumento sólido de 9,9% em comparação com US$ 17,4 bilhões de 2021. Os três países que registraram os maiores aumentos nos prêmios cedidos foram o Brasil, que registrou avanço de 27,5%; Nicarágua, de 12,5%; e Costa Rica de 11,4%.

Segundo estudo da Fitch, os lucros das resseguradoras da América Latina serão apoiados no segundo semestre de 2023 e em 2024 por aumento de taxas, ganhos financeiros e forte demanda por proteção de resseguros. O desempenho do setor de resseguros da América Latina foi muito forte em 2022, favorecido por menores perdas relacionadas à pandemia e melhores preços de resseguros globais.

De acordo com a agência de classificação, os ventos contrários relacionados à alta inflação e às taxas de juros devem começar a diminuir, enquanto se espera que os efeitos das mudanças climáticas nas reivindicações de catástrofes naturais sejam avaliados de forma adequada. A aposta é que as resseguradoras da América Latina se beneficiem das condições globais de resseguro, priorizando preços, gestão de risco de catástrofe natural e crescimento orgânico de prêmios.

A agência também estima que o retorno do capital no curto prazo do setor excederá 8% a 10% do seu custo de capital. Além disso, é provável que os ratings da maioria das resseguradoras da América Latina permaneçam inalterados ao longo do horizonte de rating devido à melhoria das perspectivas para o setor de resseguros global.

Segundo a Fitch, o cenário base para os próximos 12 a 18 meses sinaliza que a maioria das resseguradoras da América Latina manterá capitalização e desempenho financeiro adequados, apesar dos riscos macroeconômicos conhecidos e do aumento das perdas por catástrofes alimentadas pelas mudanças climáticas. Com isso, o cenário mais otimista prevê que os prêmios cedidos continuem a ganhar impulso durante os próximos 12 a 18 meses, considerando o crescimento orgânico dos mercados de seguros da América Latina, a maior frequência de eventos de catástrofe natural e a crescente conscientização dos consumidores de seguros.

Que comecem os debates. Desejo que os corretores de re/seguro consigam boas negociações para que o seguro siga num ritmo de crescimento de dois dígitos e exerça seu papel social de apoiar o crescimento econômico do Brasil.  

CVG-RJ entrega ‘Oscar do Seguro’ aos destaques do setor

Diante dos mais destacados representantes do setor de seguros brasileiro, foram anunciados na noite desta quinta-feira (21) os contemplados com o tradicional prêmio “Destaques do Ano” de 2022/23, considerado o “Oscar do Seguro”. Realizado no Clube da Aeronáutica, no centro do Rio de Janeiro, e organizado pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ), a premiação chegou a sua 47ª edição do evento, com o lema de democratização do acesso ao seguro no país e teve a condução do cerimonial por Simone Julião.

O evento também foi marcado pela posse do novo presidente do CVG-RJ, Edson Calheiros, para um mandato que será cumprido nos próximos dois anos. Minutos antes da premiação, Calheiros, em seu discurso, prometeu dar continuidade às ações da gestão anterior, cujo comando era de Octávio Perrisé, que agora assumiu a presidência do conselho consultivo do CVG-RJ, empregando como lemas inovação e modernização das instalações da entidade, bem como implementando cursos e palestras na sede e promovendo grandes eventos, sobretudo os já consagrados como o “Oscar do Seguro”, que permitam reunir todo o mercado securitário.

Outra importante frente de trabalho de sua gestão será o fomento da cultura de seguros nas camadas mais populares e vulneráveis da sociedade. “O nosso CVG-RJ, ao longo dos seus 57 anos de história, contribuiu na formação de vários profissionais do mercado e continua contribuindo, não só para formação, mas, também, para a disseminação da cultura do seguro para toda a população brasileira”, declarou Calheiros, que complementou: “Através dos nossos corretores parceiros, seguradores, do esporte e da cultura o conceito de inclusão social através dos seguros inclusivos e da certeza de que tenho, que: seguro é essencial! e o essencial é estar seguro.”

Nova diretoria — Além do novo presidente do CVG-RJ, Edson Calheiros, a nova diretoria da entidade também foi empossada. Dela farão parte, o gerente regional da MAG Seguradora, Vinicius Brandão (vice-presidente); Andrea Ramos (gerente regional da Porto) e Marcio Coutinho (CEO da Capemisa Capitalização), como assessores da Presidência, além do Assessor de Assuntos Internacionais, César García González. A superintendente comercial da SulAmérica Seguradora, Esther Teixeira, como diretora de Seguros, tendo como diretoras-adjuntas Sonia Marra (sócia da Marra Corretora) e Jacqueline Sorensen (diretora comercial da Forza Assessoria); Ênio Miraglia, sócio da Millenium Assessoria, como diretor Social, que terá como diretoras-adjuntas Tatiana Antoniazzi (gerente regional da MBM Seguradora) e Leila Nogueira (Gerente Regional da HDI Seguradora) e Paulo Galindo, sócio da Unimédica Saúde, como diretor Financeiro, e seus diretores-adjuntos Gilberto Vilella (sócio da Plataforma Assessoria) e Wellington Costa (administrador de empresas e consultor de Seguros e Capitalização). 

O conselho consultivo do CVG-RJ, que agora será presidido por Octávio Perissé, terá como secretário-executivo Ademir Marins. Já o conselho fiscal terá como presidente Ronaldo Marques (diretor da Icatu Seguradora) e também será composto por Lauro Barros (SulAmérica Seguradora) e Emanuel Paiva (Bradesco Seguros).

Coube à Perrisé a apresentação da premiação “Destaques do Ano”. Em seu discurso que antecedeu a entrega dos troféus aos vencedores, ele agradeceu ao apoio das beneméritas do CVG-RJ, dos cerca de 1200 associados e dos patrocinadores.

“Driblando as dificuldades naturais do período pandêmico, nada deixou de ser realizado: a festa dos destaques, pela primeira vez realizada online; a assinatura de convênio internacional com a Apromes (Associação Profissional de Mediadores de Seguros em Portugal), que abriu as portas dos profissionais do segmento de vida aos cobiçados mercados europeus, em especial, Portugal e Espanha; o ingresso de dez novas beneméritas, totalizando 21 empresas parceiras do CVG-RJ; a comemoração dos 60 anos de mercado do nosso estimado e ilustre ex-presidente do conselho, que nos deixou recente, Lucio Marques; as inúmeras palestras e vídeos técnicos com especialistas, entre outras”, listou Perrisé, para, em seguida, passar a palavra para a cerimonialista Simone Julião revelar os ganhadores do “Oscar do Seguro” 2022/23.

Estamos a três anos de completar 50 edições dos “Destaques do Ano”, a mais antiga e reconhecida honraria prestada aos profissionais e empresas do setor de seguros. De forma ininterrupta, a premiação homenageia personalidades e empresas que, ao longo do período em questão — ou seja, a edição de 2022/23 —, destacaram-se nas áreas de seguros de pessoas, saúde, previdência e capitalização. Não por acaso, o prêmio ficou conhecido como o “Oscar do Seguro” por traduzir um momento em que o mercado se reúne para celebrar e ser prestigiado por lideranças, executivos, profissionais das mais diversas categorias e a imprensa especializada, entre outros.

Os premiados — Os vencedores das treze categorias do “Oscar do Seguro” 2022/23 em cada categoria foram os seguintes: Baeta (Assessoria do Ano); MDS (Corretora do Ano); Ully (Corretora de Seguros Saúde do Ano); Escola de Negócios e Seguros (Instituição do Ano); Leonardo Freitas, da Bradesco Auto/RE (Profissional do Ano); Viviane da Cruz, da Prudential (Profissional do Ano); Bradesco Seguros (Campanha de Marketing do Ano); Capemisa (Seguradora de Capitalização do Ano); SulAmérica (Seguradora Saúde do Ano); MBM Seguradora (Seguradora Vida do Ano); Dyogo Oliveira, diretor-presidente da CNseg (Homem de Seguro do Ano); Erika Medici, CEO da Axa no Brasil (Mulher de Seguro do Ano) e HDI (Seguradora do Ano).

Homenagens – Além dos vencedores nas treze categorias do “Oscar do Seguro”, a 47ª edição do “Destaques do Ano” também reverenciou dois importantes nomes do setor. O primeiro deles é Lucio Marques, que, infelizmente, morreu recentemente. No evento estiveram seu filho Fabrício e Glória, esposa de Lucio. Ambos fizeram discursos emocionados. 

Mineiro, de Belo Horizonte, Marques presidiu a diretoria-executiva e o conselho consultivo do CVG-RJ. Formou-se em história e administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Com 13 anos ingressou numa empresa de representação de seguradoras de um amigo de seu pai. Com 16 anos, tornou-se sócio e gerente geral da empresa, passou por várias companhias e, em 1983, desembarcou no Rio de Janeiro para dirigir a Seguros da Bahia e, posteriormente, a Previdência do Sul. Em 1992, Marques presidiu a Banerj Seguros a convite do governador do estado e foi vice-presidente do Sindicato das Seguradoras dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Sindseg RJ/ES). Foi também diretor da ANSP, no Rio de Janeiro, e exerceu cargos de diretoria e conselho na Fenaseg, hoje CNseg, e na Escola de Negócios de Seguros (ENS). Ao todo, foram mais de 60 anos dedicados ao seguro. Além do legado técnico que Lucio Marques deixa ao mercado de seguros, ele publicou um livro de poesias, “Tsunami”, em 2000, e outro de contos, “Lagoa Santa”, em 2004. Deixa um livro, que será editado in memoriam.

Outro importante nome do setor na atualidade homenageado durante o evento foi Roberto Santos, CEO da Porto, onde atua há 15 anos, e presidente do conselho diretor da CNseg. Ele, entretanto, não compareceu ao evento e foi representado por Bruno Rocha, que leu, no palco, uma mensagem do homenageado. Nela, Santos agradece ao CVG-RJ e exalta a premiação “Destaques do Ano”. Segundo ele, é um orgulho ser homenageado aos 43 anos de carreira durante um evento tão prestigiado como o “Oscar do Seguro”. “Agradeço a toda diretoria e em especial ao Edson (Calheiros), o atual presidente. E para finalizar, gostaria de dedicar esse prêmio ao grande amigo Lucio Marques, que nos deixou recentemente, grande baluarte do mercado e que sempre foi muito ativo aqui, nesse clube.”

O diretor social Ênio Miraglia destacou que “a iniciativa pioneira de contar a história do CVG-RJ através de painéis com fotos alusivas aos fatos e personalidades marcantes da entidade, como o seu fundador Minas Mardirossian, para receber os convidados foi muito apreciado e emocionou os presentes”. 

Show e samba no final — A 47ª edição da premiação “Destaques do Ano” terminou em meio a muita musicalidade, com a apresentação do Grêmio Cultural, Esportivo, Recreativo Escola de Samba Protegidos da Princesa, de Santa Catarina, cujo presidente da agremiação, Marcelo Domingos Pereira, revelou, em primeira mão, o samba enredo da escola de samba para o carnaval de 2024: “A celebração da princesa no palácio seguro do samba”, que conta a história do seguro no Brasil., enredo que partiu do novo presidente do CVJ-RJ, Edson Calheiros. Também no palco esteve a cantora Luana Vaz, que encerrou o evento cantando inúmeros sucessos da MPB.

HDI Seguros conquista o prêmio “Oscar do Seguro”, na categoria Seguradora do Ano 

A HDI Seguros conquistou o prêmio “Oscar do Seguro”, na categoria “Seguradora do Ano”, concedido pelo Clube Vida em Grupo – Rio de Janeiro (CVG – RJ), em evento realizado no Clube da Aeronáutica, no centro da capital fluminense. A homenagem reflete o momento que a companhia atravessa, de crescimento no ramo Vida e de maior capilaridade nacional, incluindo expansão do Rio de Janeiro. As recentes aquisições da Sompo Consumer e da Liberty Seguros alavancaram de forma significativo este movimento, que já vinha ocorrendo de forma orgânica.

A cerimônia de premiação, que aconteceu na noite de ontem (21/09), contou com a participação do CEO da HDI Seguros, Eduardo Dal Ri. Ele ressaltou a importância de vencer um prêmio organizado por uma das instituições mais importantes do mercado de seguros no país. “Estamos muito felizes e honrados pelo reconhecimento. A HDI vive uma fase de grande expansão, com maior diversificação de portfólio de produtos e serviços, que irá resultar em um crescimento ainda mais acentuado nos próximos anos em diferentes segmentos do setor. A HDI existe para proteger o que é mais importante para as pessoas, o mundo delas”, destaca.

O executivo ainda ressaltou que a visão da companhia é de fortalecer cada vez mais a relação com os corretores, que desempenham um papel fundamental como consultores para os clientes. “Trabalhamos todos os dias para oferecer uma experiência mais completa e conectada para o corretor. Nossa estratégia está em nos tornarmos o melhor parceiro do corretor e, para isso, apostamos no desenvolvimento de processos mais intuitivos e ágeis”, completa. 

Crescimento do PIB Global deve desacelerar 2,5% em 2023, projetam economistas da Allianz Trade

Fonte: Allianz

A projeção do crescimento do PIB global deve desacelerar em +2,5% em 2023, atingindo níveis tão baixos quanto em 2019. É o que aponta o relatório global, “Atlas Setorial”, divulgado na última semana pela Allianz Trade, líder global em seguro de crédito comercial, onde foram analisados os riscos de não pagamento de empresas em 18 setores da economia, em 70 países. 

Os setores analisados foram: Agroalimentar, Automotivo, Construção, Eletrônicos, Energia, Equipamentos Domésticos, Equipamentos e Maquinários, Equipamentos de Transporte, Farmacêutico, Químicos, Metais,  Papel, Serviços de TI, Varejo, Telecomunicações, Têxtil e Transportes.  

Os economistas que desenvolveram o estudo, apontam que a temporada de lucros do 2T revelou um declínio nas receitas globais de -1,9% em relação ao ano anterior, marcando a primeira contração em todas as regiões desde 2020.

Diminuição nos lucros globais

As receitas dos EUA caíram -0,3%, enquanto isso, após um primeiro trimestre forte, as empresas europeias estão caminhando para uma queda de -6,0% nas vendas, principalmente devido ao setor de energia (excluindo energia, projeta-se um aumento de +0,6%). Já os lucros globais diminuíram -1,2% em relação ao ano anterior, com contrações significativas nos setores de transporte marítimo, papel, produtos químicos e metais e mineração. 

Mesmo assim, os especialistas reforçam que a economia dos EUA continua robusta, apesar de um ambiente monetário desafiador, enquanto a zona do euro enfrenta um crescimento mínimo e problemas persistentes de inflação. “Como os bancos centrais continuam determinados a se livrar da inflação, as taxas de juros devem permanecer mais altas por mais tempo, o que prejudicará os setores altamente alavancados e também acabará por reduzir o capex”, afirma o Felipe Tanus, Diretor de Crédito na Allianz Trade do Brasil. 

Já a perspectiva de crescimento da China diminuiu devido a vários desafios, que vão desde problemas no setor imobiliário até a baixa confiança do consumidor, e os mercados emergentes também devem registrar um crescimento menor.

Impacto das taxas de juros

Segundo o relatório, o impacto iminente do aumento das taxas de juros pode levar ao rebaixamento das classificações, aumentando os custos de financiamento. Embora as empresas mantenham uma capacidade de cobertura de juros maior do que a pré-pandemia, o índice está diminuindo. 

“Diante desse cenário, observamos um panorama de risco equilibrado do ponto de vista do setor. A maior parte das nossas avaliações setoriais está classificada como ‘Médio risco’ ou ‘Risco Sensível’ (um total combinado de 85% de todas as avaliações) em todas as regiões. No entanto, existe uma considerável dispersão de riscos entre as regiões, com a Ásia parecendo estar do lado mais seguro, enquanto a América Latina está do lado mais arriscado”, explica Felipe Tanus

O relatório aponta ainda que, em termos de setores, as indústrias farmacêuticas ou de software e serviços de TI são aquelas com avaliações globais melhores, enquanto construção, têxteis e metais são frequentemente considerados mais arriscados.

Metodologia

A Classificação de Risco Setorial da Allianz Trade Economic Research avalia o risco de não pagamento por empresas de 18 setores em 70 países em todo o mundo. 

Ele é medido em uma escala de quatro níveis, de Baixo a Alto. As avaliações de risco do setor são baseadas na avaliação prospectiva de quatro determinantes principais – demanda, lucratividade, liquidez e ambiente de negócios – usando dados internos da Allianz Trade e julgamentos de especialistas, bem como dados concretos de fontes secundárias.

Governador do Sul reforça a importância de honrar o pagamento do seguro para danos do ciclone

O governador Eduardo Leite participou nesta quinta-feira (21/9) de reunião com o conselho diretor da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), em São Paulo, para falar sobre o processo de recuperação econômica das empresas afetadas pelas inundações do início do mês no Vale do Taquari. Durante o encontro, Leite reforçou a importância de que sejam honradas as apólices de seguro das companhias que tiveram perdas durante a enchente.

“Tenho repetido que não podemos aceitar que as pessoas sejam vítimas duas vezes. Elas já foram vítimas da tragédia, que causou danos muito grandes, e não podem também ser vítimas de desassistência. Por isso, o governo está em diálogo com as seguradoras, que têm se mostrado sensíveis a essa situação”, afirma o governador.

Leite apresentou aos executivos um balanço dos estragos causados pelas inundações e as principais ações do governo para mitigar os danos sociais e econômicos para a população. O governador também reforçou o ineditismo e a extensão do evento climático nas instalações de algumas empresas. Um dos pedidos do governo é de que seja dada agilidade aos processos dessas empresas por meio do fast track, mecanismo de resposta mais rápida por parte das seguradoras após a entrega de documentações dos sinistros.

“Algumas indústrias já tinham enfrentado outros alagamentos ao longo do tempo e já havia uma certa rotina a ser seguida em situações como essa, com remanejo de equipamentos, por exemplo. Mas a intensidade da chuva superou em muito qualquer outra inundação. A água chegou onde nunca tinha chegado antes e tapou linhas de produção inteiras”, contou Leite.

Ao longo da reunião, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Dyogo Oliveira, e o presidente do Conselho Diretor, Roberto Santos, apresentaram ao governador os detalhes de um projeto de lei que pode auxiliar as vítimas de desastres naturais. A proposta, em tramitação no Congresso, prevê o pagamento obrigatório de seguro por parte dos proprietários de imóveis residenciais em todo o território nacional. O seguro cobriria danos de até R$ 20 mil a partir de inundações, alagamentos ou desmoronamentos.

A CNseg apresentou o substitutivo ao Projeto de Lei 1.410 que visa oferecer, para todas as regiões do país, acesso a seguro social contra desastres naturais. O PL busca oferecer direito a cobertura de bens e auxílio funeral decorrentes de eventos naturais relacionados às catástrofes como chuvas, enxurradas e deslizamentos, sendo essas reconhecidas como calamidade pública pela autoridade competente do estado afetado. 

O presidente da CNseg ressalta que a proposta visa impactar todas as camadas sociais do País. Por isso, mesmo sendo obrigatório, a proposta de preço para tal produto, estimado pelo setor, pode variar entre R$ 2 e R$ 5 mensais, valor que poderia ser descontado diretamente na conta de energia elétrica. A indenização prevista seria de R$ 15 a R$ 20 mil por residência e transferida via PIX de maneira automática para o segurado, mesmo que o segurado esteja inadimplente. O recurso vai garantir necessidades emergenciais, como fogão, colchão, produtos de limpeza, alimentos, água e outros itens, conforme necessidade de cada família, explica Dyogo. 

“A indústria seguradora brasileira tem potencializado seus esforços para desenvolver produtos e soluções levem mais conforto e dignidade às vítimas e seus familiares. Por isso, reunimos grandes seguradoras e nos unimos em debate com o governador Eduardo Leite que, infelizmente, teve uma experiência recente com impacto climático e pode compartilhar desafios, aprendizados e, claro estratégias para mitigar tais danos no presente e futuro”, explica Oliveira.

Uma das missões da CNseg é justamente ampliar a adesão aos seguros pelos brasileiros, tendo em vista que, quanto mais pessoas adquirirem os produtos deste mercado, mais acessíveis serão e, eventualmente, maiores serão as indenizações. Os contratos firmados com as seguradoras ficariam sob responsabilidade das concessionárias de energia elétrica e do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que caberá a fiscalização e regulamentação da modalidade de seguro. 

“O setor de seguros tem dado contribuição importante em outras áreas. Apenas no Rio Grande do Sul, por exemplo, o setor segurador pagou cerca de R$ 6 bilhões em indenizações em 2022. Contamos com o apoio do governador Eduardo Leite tanto na discussão das necessidades quanto na articulação política para que, nosso projeto seja publicado o mais breve possível e, a partir dessa data, em doze meses, a população possa ter esse suporte”, conclui o presidente da CNseg.

Além do governador, participaram do encontro o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, e a secretária de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans.

Empatia é o tema central da campanha da Liberty na “Semana do Cliente”

A Liberty Seguros, que aguarda a aprovação da Susep (Superintendência de Seguros Privados) da oferta de aquisição pela HDI Seguros divulgada em julho deste ano, escolheu o tema “empatia” para comemorar a Semana do Cliente deste ano.  Uma conversa com jornalistas fez parte das mais de 20 ações divididas em palestras, painéis e sessões interativas para engajamentos de seus principais públicos estratégicos.

“Queremos explorar temas que são fundamentais para sempre oferecer o melhor serviço e assistência aos nossos clientes”, afirmou a superintendente de Transformação, Experiência Digital e Clientes, Etienne Gonçalves, em coletiva de imprensa. “Queremos sensibilizar todos os nossos colaboradores, parceiros de negócios e prestadores sobre a importância da empatia, pois é por meio dela que conseguiremos um atendimento ao cliente cada dia mais humano, mesmo por meio do digital”, acrescenta Helen Eles, superintendente de Marketing de Produtos e Canais.

O tema empatia permeou todas as ações. “É um tema que abraçamos há muitos anos, mas ele precisa ser relembrado sempre para aprimorarmos a nós mesmos. E a consequência disto, além dos benefícios próprios para cada pessoa, está num melhor atendimento da equipe Liberty aos clientes”, afirmam as executivas. Ambas ressaltam o comprometimento da alta liderança da empresa, na pessoa da CEO Patrícia Chacon, que apoia de todas as formas ações dentro do escopo de ter o cliente no centro da estratégia da seguradora.

Ainda sem ter números sobre os atendimentos prestados, um dos exemplos recentes que podem ilustrar na prática o valor da empatia foi o socorro à população do Sul do país atingida pelos efeitos do ciclone tropical da semana passada, pelosprestadores da Fácil Assist, empresa do grupo especializada em serviços de atendimento 24 horas. “A primeira ação da nossa equipe foi atender as pessoas, clientes e não clientes. Feito isso, nossos colaboradores e prestadores iniciaram o cuidado com os bens e deram andamento a abertura do processo de pagamento da indenização”, relatou Etienne.

As executivas contaram que foi renovado o Conselho de Corretores, que faz parte do Programa Cresça com a Liberty e que busca criar soluções, ferramentas e conhecimento para alavancar o crescimento dos corretores, principal canal de distribuição da companhia.  São 120 no total, sendo que 20 novos profissionais ingressaram neste ano. “Construímos jornadas inteiras em parcerias com os corretores, desde aprimorar o atendimento da assistência 24 horas ao cliente até detalhes das jornadas no Portal do Corretor. Isso porque queremos facilitar o dia a dia do corretor para que ele ofereça ao cliente o melhor atendimento possível”, afirmam as executivas. 

Também nesta semana começa a Jornada Digital, com treinamentos sobre todas as facilidades tecnológicas implementadas pela seguradora para facilitar a vida do corretor e do cliente. Até mesmo um jogo de tabuleiro foi criado para mostrar os benefícios da jornada digital, com uma grande pitada de empatia nas regras. Ana Claudia Freitas, gerente de Estratégia Digital da Liberty, uma das criadoras do jogo, apresentou a brincadeira aos jornalistas. 

“Toda a jornada do seguro desde a cotação até a renovação mostra que as decisões interferem no resultado final do atendimento e nos conscientizam sobre como podemos melhorar nossas escolhas aguçando mais nossa empatia ao ver as consequências de cada etapa da jornada do cliente”, explicou. Os jogadores sentem na pele os prós de optar pelo atendimento digital, como avançar casas na trilha do jogo, e os contras de escolher o atendimento humano, perdendo uma ou mais rodadas da jogada de dados. 

Além do tema principal da semana, as iniciativas abordam a jornada do seguro, a metodologia ágil, User Experience (UX), acessibilidade digital, Cultura WOW, personas e tendências, novas tecnologias, entre outros. Os corretores tiveram a oportunidade de assistirem ontem pela manhã, uma palestra da atriz Denise Fraga, que falou sobre conexões humanas na Era Digital para um grupo de corretores presentes na matriz do grupo, em São Paulo. 

Santander lança serviço de assistência à saúde para correntistas com custo mensal de R$ 19

O Santander Brasil fez um movimento inédito para dar a seus clientes acesso à rede privada de saúde. O Banco lança nesta semana um pacote de assistências único no mercado com foco principal nos correntistas de baixa renda e que não possuam plano de saúde. Pelo valor R$ 19,90 por mês, o contratante e mais três pessoas indicadas por ele têm acesso a atendimentos ilimitados por telemedicina, com triagem e consulta por médicos de 12 especialidades. Ginecologia, cardiologia e pediatria são algumas delas.

Os três beneficiários indicados não precisam ter qualquer vínculo familiar com o titular, nem ser clientes do Santander. É possível incluir, por exemplo, um amigo, um trabalhador doméstico, um familiar do cônjuge. Outro diferencial do pacote é não impor limite de idade, o que torna o serviço ainda mais inclusivo e vantajoso, considerando os custos elevados da saúde privada para a população idosa.

O serviço garante ainda descontos de até 80% no valor de consultas agendadas, por meio de uma rede nacional de profissionais de todas as especialidades. Para isso, o Santander criou um aplicativo e uma central de atendimento que localiza os médicos conforme o endereço do beneficiário. Na consulta, o cliente já fica sabendo o valor do atendimento e do abatimento, podendo escolher o profissional da sua preferência.

Além disso, contratante e beneficiários também têm abatimento ilimitado de 80% na compra de qualquer medicamento. “Só este benefício isoladamente já compensa o custo de 19,90 por mês”, avalia Paula Akemi Kajihara, head de Canais e Inovação do Santander.

A executiva explica que a decisão do Banco por uma oferta de valor acessível a qualquer pessoa é atender a uma parcela significativa da população que só tem acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o IBGE, apenas 25% dos brasileiros têm acesso a planos de saúde privados. Sendo que o custo médio de um seguro saúde é R$ 800 mensais por pessoa.

O produto helpS Saúde é um complemento da plataforma de assistências 24 horas do Santander, lançada em 2022, com soluções para diferentes tipos de emergência. O serviço inclui ainda assistência carro e moto no helpS Mobilidade, e até serviços domésticos, como encanador, chaveiro, eletricista e para pets como consultas veterinárias entre outros no helpS Casa+Pet. “O foco é estar presente no dia a dia dos nossos clientes, entregando serviços aderentes às suas necessidades”, explica a executiva do Santander.

Vale destacar que o Santander é o único banco a oferecer um produto de assistência sem ter uma apólice de seguro vinculada.

O modelo da plataforma helpS é inédito porque o contrato fica atrelado ao CPF do cliente, mas o serviço pode ser prestado a qualquer pessoa que ele desejar. Ou seja, cabe ao cliente decidir como usar os serviços. A inovação do Banco no mercado de assistências é exatamente o conceito de usar onde, quando e pra quem o cliente quiser, isso traz flexibilidade e garante que o cliente utilize os benefícios para terceiros.

Trata-se de uma alternativa competitiva em relação às assistências que possuem valores elevados quando contratadas de forma avulsa, quando um imprevisto acontece. “A ideia é ofertar uma comodidade de custo mensal relativamente baixo, principalmente quando comparada aos valores das seguradoras e planos de saúde”, finaliza a head de Produtos do Santander helpS.

No caso do helps Saúde, a contratação para correntistas pode ser feita pelo aplicativo do Banco, na Rede de Agências ou até mesmo pela Central de Atendimento. Não tem período de carência. O cliente paga a primeira mensalidade e já tem direito utilizar os serviços.

HDI destaca praticidade do seguro Auto Funcionário

Fonte: HDI

Com o avanço de médios e microempreendedores no país, a procura por alternativas acessíveis para manter o negócio em desenvolvimento e seguro também cresce. As empresas buscam incessantemente por soluções que se adequem ao orçamento e que, ainda assim, viabilizem o bom funcionamento do negócio. Nesse contexto, a HDI Seguros apresenta o HDI Auto Funcionário, proteção focada aos veículos dos funcionários da empresa mediante acordo operacional. O produto oferece segurança e praticidade com condições especiais como desconto diferenciado e parcelamento facilitado em até 11 vezes sem juros no momento da contratação.

“A HDI tem um portfólio extenso, com vários tipos de seguros e sempre pensamos no que é melhor e mais acessível para todo tipo de empreendedor. O HDI Auto Funcionário é um exemplo de seguro auto ideal para os veículos dos seus colaboradores. Desenvolvemos o produto com o objetivo de garantir proteção e vantagens na contratação, o seguro é administrado no nome do funcionário, com customizações de acordo com a rotina de cada um e que pode se estender também para cônjuges, pais e filhos”, comenta Carla Oliveira, Diretora de Automóvel da HDI Seguros. Para a contratação do HDI Seguro Funcionário são aceitos desde veículos de passeio e picapes, nacionais e importados, até motos, no valor de até R$ 600mil. O plano de assistência 24 horas dispõe de três opções – Essencial, Especial e Vip – para se adaptar melhor a realidade de cada empresa. 

Zurich é reconhecida como uma das 10 melhores grandes empresas para trabalhar em São Paulo 

Fonte: Zurich

A Seguradora Zurich está entre as melhores empresas para trabalhar no Estado de São Paulo. A companhia galgou posições em relação ao ano anterior e ficou entre as 10 melhores empresas para trabalhar na categoria Grandes Empresas do Ranking GPTW São Paulo 2023, que contou com a inscrição de mais de mil organizações. Juntas, essas empresas são responsáveis por empregar mais de 1,5 milhão de pessoas. 

O reconhecimento é resultado dos investimentos da Zurich em políticas de diversidade, inclusão, desenvolvimento de talentos, saúde e bem-estar dos colaboradores. Há três anos consecutivos, a seguradora é certificada com o selo GPTW – a certificação, obtida através de pesquisa com os próprios funcionários, é condição primordial para participar dos rankings GPTW, que visam premiar as empresas em âmbito nacional, regional, setorial e temático.

Carlos Toledo, diretor executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich, destaca como diferencial para essa conquista uma das medidas adotadas pela companhia em prol dos colaboradores em 2022: a adoção do modelo híbrido de trabalho após a pandemia. A sede da companhia, em São Paulo, passou por uma reforma cuidadosamente concebida para tornar os ambientes mais acolhedores, estimulando a colaboração e criatividade – ao mesmo tempo, a companhia manteve a maior parte do tempo de trabalho em formato remoto. 

“Nosso objetivo era promover um ambiente saudável e equilibrado, e acredito que estamos sendo bem-sucedidos nesse propósito”, ressalta o executivo. “Buscamos estimular a prática de três comportamentos chave (clientecentrismo, autonomia e agilidade), que espelham os valores e visão de futuro da companhia e nos ajudam a criar juntos um futuro melhor”. 

No início de setembro, a companhia também ficou entre as três primeiras grandes seguradoras no Ranking GPTW de Melhores Instituições Financeiras para Trabalhar. “Sermos reconhecidos em dois rankings importantes sinaliza que nosso comprometimento com nossos colaboradores e compromisso em criar um ambiente saudável com oportunidades para todos está no caminho certo”, afirma Toledo. 

Ambiente saudável 

A saúde e bem-estar também é uma preocupação constante empresa – tanto que a companhia tem um programa voltado especificamente à questão. “Ele foi criado com o objetivo maior de ajudar o colaborador e sua família a cuidarem da saúde de maneira simples e completa”, explica Carlos. 

Através do programa, lançado em 2019, a companhia e dispõe de uma série de benefícios para os seus funcionários, como GymPass, Psicologia Viva, seguros saúde e odontológico, telemedicina, campanhas de vacinação e ações de conscientização, além de aconselhamento psicológico, terapias, meditação e atividades variadas. “O conjunto de todas as nossas ações visam a saúde integral dos nossos colaboradores, e contribuiu para sermos reconhecidos mais uma vez pelo GPTW”, enfatiza o diretor. 

As diversas iniciativas promovidas pela companhia – e priorizadas pela alta gestão –têm rendido reconhecimentos à Zurich também na figura de seus executivos. Em 2023, Carlos Toledo foi escolhido pela segunda vez consecutiva no Prêmio Melhor RH Sudeste pela excelência em gestão de pessoas – Edson Franco, CEO, também concorre em sua categoria.

Grupo Bradesco Seguros promove o 16° Fórum da Longevidade

Fonte: Bradesco

Compromissado em ajudar os brasileiros a aumentarem seu conhecimento e hábitos sobre longevidade, o Grupo Bradesco Seguros promoverá seu 16° Fórum da Longevidade. O evento acontecerá no dia 03 de outubro, no Teatro Bradesco, em São Paulo.

De volta ao formato presencial, a programação conta com palestras e debates que reforçam a missão da seguradora em cuidar e garantir um futuro longevo e protegido para todos. Entre os convidados, estão a atriz e apresentadora Cissa Guimarães, as atrizes Zezé Motta e Bruna Lombardi, a cantora Thalita Pertuzatti e Alexandre Kalache, médico epidemiologista e pioneiro no estudo das questões do envelhecimento. O encontro também prestará homenagem a ícones da longevidade que devem ser anunciados em breve.

“Sabemos que a longevidade precisa se tornar um tema de interesse de todas as faixas etárias e, por isso, nosso fórum busca ampliar essa discussão. É de extrema importância falar sobre a busca do envelhecimento saudável dentro de todos os quesitos: físicos, sociais e financeiros”, afirma Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

O 16º Fórum da Longevidade também contará com transmissão ao vido pelo canal da companhia no YouTube, a partir das 14h.