Dar o exemplo é um dos pilares da Porto para avançar em práticas ESG

carolina zwarg PORTO

Um milhão de pequenas coisas que tornam a o grupo Porto uma referência em sustentabilidade no mercado de seguros. São mais de 15 anos mergulhado neste tema, mesmo quando ele ainda era moda e não prioritário como é hoje. Agora, o grupo, dividido em verticais – seguros, saúde e investimentos — colhe os frutos do investimento na conscientização da importância de se pensar na sociedade, no ambiente e na governança. 

“A Porto trabalha com liderança antroposófica desde 1998 e todos os líderes passam por um programa de formação bastante consistente, totalmente ligado a soft skills. Acreditamos que, desta forma, conseguimos formar líderes mais sensíveis, inclusive a temas de meio ambiente e ações sociais. Temos uma jornada de conhecimento também para os colaboradores, em um ambiente virtual com trilhas de aprendizagem sobre os conceitos de sustentabilidade e ESG, por meio de lives, vídeos e podcast, onde mostramos o que é o ESG e como praticamos no dia a dia”, afirma Carolina Zwarg, diretora de Pessoas e Sustentabilidade da Porto. 

Parece um trabalho fácil agora que flui com naturalidade, mas não é. Desde que assumiu a diretoria em 2019, Carolina abraça o desafio de tornar as ações que envolvem a sigla ESG cada dia mais integradas na cultura dos 13 mil funcionários do grupo Porto.  Hoje, as diversas áreas do grupo Porto não precisam da diretoria de sustentabilidade para criar produtos. Eles já nascem com base na cultura da empresa semeada nestes anos. Hoje, boa parte da equipe já tem o hábito de questionar sobre o impacto de cada ação das verticais para a sociedade. 

O investimento nessas pequenas atitudes é o alicerce da estratégia do grupo, que visa o crescimento das empresas para os próximos anos e tem o objetivo de fortalecer ainda mais o relacionamento dos colaboradores com a cultura, o propósito e a história da marca.  Um dos pontos altos em 2023 foi anunciar o lançamento do Porto em Ação, programa de remuneração que irá permitir que todos os seus funcionários se tornem sócios da companhia por meio da transferência direta de ações (PSSA3). “Todos passam a ser donos e pensar como tal. Nosso propósito é construirmos juntos para ganharmos juntos. Queremos reforçar o compromisso da Porto como uma das grandes marcas empregadoras do País. Atrair e reter talentos de alta performance é um fator estratégico para a competitividade de mercado”, avalia a executiva. 

O Porto em Ação integra o programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da empresa entre 2022 e 2025, e é um adicional à atual PLR, cuja política de recompensa será mantida. Os 13 mil funcionários de todas as empresas do Grupo Porto em todo o País, de todos os níveis hierárquicos, participam do programa, exceto colaboradores do Uruguai, os jovens aprendizes, temporários e estagiários. A executiva ressalta que caso a meta do período não seja atingida, nenhum funcionário terá perda financeira. Todos ganham ou todos deixam de ganhar juntos. 

Um ganho certo para todos é a educação financeira. Afinal, para ter ações, é preciso cumprir todo o protocolo do mercado acionário, como ter conta de investimento, entender como aplicar, acompanhar o mercado de ações entre outras demandas de investidores em bolsa.  De acordo com a executiva, gestão financeira faz parte de programas como o Saúde Integral, que trabalha os pilares de Saúde Física, Emocional e Financeira. “Um programa baseado em remuneração por meio de ações para todos os colaboradores é bastante arrojado e sabemos que somos uma das empresas precursoras deste modelo, por isso, temos a consciência e responsabilidade que o trabalho de educação financeira das pessoas é fundamental para o bom desempenho do programa”, afirma.

Como donos, todos se empenham em levar o melhor para clientes e corretores de seguros, estimulando assim o crescimento das companhias do grupo, sempre buscando atrelar a ações que visam a preservação do meio ambiente e a responsabilidade social. Na vertical Porto Seguro, por exemplo, em 2022 foram adquiridas 30.402 apólices de seguros para veículos elétricos e híbridos, 19.254 apólices de bike, 12.846 apólices de placas solares, 421 apólices do RC Ambiental (Seguro de Responsabilidade Civil Ambiental de Transportes da Porto) e 13.794 hectares de florestas no seguro Agro.

Em seguro de carros, a seguradora busca soluções voltadas à redução das emissões de carbono na atmosfera. São várias ações, que vão de motos aquáticas a atendimento à pé.  Por meio da instalação de 30 estações de recarga de veículos elétricos e híbridos na Grande São Paulo, em diferentes cidades e regiões, onde clientes e não clientes podem fazer as suas recargas gratuitamente. “Também temos investido na utilização de bicicletas como modo de transporte para o atendimento aos segurados, por meio de uma frota de 46 bikes elétricas”, destaca Carolina. 

Através da moto enchente, uma adaptação frente às mudanças climáticas, foram abordados 380 segurados da Porto, Azul e Itaú, sobre o risco de inundação onde seu veículo está localizado, além de 31 remoções executadas de forma ativa perante o alto risco de sinistro. Outro exemplo que chama a atenção dos consumidores é o guincho elétrico, que têm contribuído para minimizar os impactos dos deslocamentos da Porto no meio ambiente. Em 2022, o uso de guinchos leves e light (mais compactos e que consomem menos combustível), Passo Certo (projeto de atendimento ao cliente a pé) e a frota elétrica, correspondeu a 74,71% dos 92,12 milhões de quilômetros rodados. Além disso, ao longo do ano foram realizados mais de 1,7 milhão (41%) de atendimentos por meio destas iniciativas, informa a companhia.  

As oficinas que consertam os veículos dos clientes também estão no programa de sustentabilidade. A Porto mobilizou também 100% das oficinas parceiras através do EAD em práticas sustentáveis, além de realizar o desmonte de 2.472 veículos e prensa/destinação de outros 1.833 pela Renova Ecopeças, contribuindo para a destinação adequada de 3.119 toneladas de resíduos. A Porto disponibiliza ainda ao cliente a correta destinação de resíduos eletrônicos. A iniciativa já descartou de forma ecologicamente correta quase 4 toneladas de resíduos para mais de 400 clientes.

Em 2013, a Porto criou a Renova Autopeças, empresa pioneira no mercado de reciclagem de carros no Brasil, para ajudar a mitigar o elevado volume de sucata gerado por veículos sinistrados. Além da emissão de CO2 na atmosfera, esse é um dos maiores impactos que o setor automotivo causa na natureza. A Renova comercializa peças de qualidade por meio de seu website e direciona, de forma segura, os componentes ou resíduos que não possam mais ser aproveitados.

Na vertical financeira, o Porto Bank, há oferta de diferentes soluções financeiras para o público há mais de 25 anos. Em 2022, por meio da modalidade Consórcio +sustentável, foram adquiridos mais de R$ 1.269.035 em créditos de bicicletas e motos elétricas, bem como R$ 572.000 em créditos para placas solares, contando neste período com uma carteira de aproximadamente 930 participantes. Outra iniciativa é o Porto Plus, plataforma de benefícios, foram doados 15.513.440 pontos pelos clientes do cartão, dos quais foram revertidos em aproximadamente R$ 232.496,96 destinados a instituições sociais, demonstrando a conscientização e preocupação social com os clientes.

Em saúde, todo cuidado é Porto, afirma Carolina. A Porto Saúde, tem programas e ações voltadas à qualidade de vida dos segurados. Em 2022, 16.674 beneficiários obtiveram acesso aos programas e benefícios preventivos de promoção à saúde. Foram realizados 66.858 atendimentos de telemedicina pelo Alô Saúde, o que evitou 334.290 km rodados; além de 73.112 atendimentos pela plataforma parceira de psicologia, numera a executiva. Neste mesmo período, foi implantada a primeira ambulância elétrica do Brasil no grupo de modais, contando uma estimativa de redução de 87,33% nas emissões de gás carbônico equivalente, comparado com uma ambulância convencional com rodagem de 3.000 km/mês e consumo médio de diesel de 71 L/mês.

Ninguém imagina o efeito positivo ao planeta com uma mudança das carteirinhas do modelo físico para o digital em toda operação. “Através desta ação, pretende-se preservar aproximadamente 2 milhões de litros de água, o que equivale a quase 1 piscina olímpica, além de reduzir 7 toneladas de gás carbônico na atmosfera”, conta. 

São essas ações que brilham os olhos dos 13 mil funcionários. “No entanto, ao adotar a prática “Walk the talk”, ou se mostrar pelo exemplo, não são só 13 mil. Levamos a cultura para os lares dos nossos colaboradores”, enfatiza. “Escutamos e agimos. Quando falamos de cliente no centro é isso. E os clientes da área de pessoas e sustentabilidade são os nossos colaboradores e os líderes”. 

Existe uma enorme oportunidade, mas também um grande desafio para melhorar as práticas ESG no Brasil. Essas são apenas alguns exemplos de pequenas coisas que o grupo Porto tem feito, com potencial para mudar o mercado de seguros.  

Alexandre Camillo se torna consultor no Conselho da SegPartners

Depois de associar sua empresa, a Camillo Seguros, à SegPartners, o corretor de seguros, ex-presidente do Sincor-SP e ex-superintendente da Susep, Alexandre Camillo, acaba de se tornar consultor no Conselho da rede.

“Alexandre Camillo se junta à nossa equipe de liderança trazendo consigo uma vasta experiência e expertise no setor de seguros. Sua participação reflete nosso compromisso contínuo em fortalecer nossa empresa e aprimorar nossos serviços. Acreditamos que sua vinda ao Conselho irá contribuir significativamente para nossos esforços em impulsionar o sucesso das corretoras de seguros e oferecer soluções inovadoras. Damos as boas-vindas a Alexandre Camillo e contamos com seu valioso contributo à SegPartners”, afirmam Itamar Ziliotto, presidente do Conselho, e Paulo Rogério dos Santos, CEO da SegPartners Brasil, em comunicado ao mercado.

Construída por um grupo de corretores e para os corretores, a SegPartners tem em seu DNA o propósito de “liberar o corretor e a corretora do envolvimento operacional e capacitá-los a alavancar uma nova onda de desenvolvimento”.

“Quero usar minha experiência e trabalhar, mais uma vez, para apoiar o desenvolvimento de corretores de seguros. Conheço as ‘dores’ da categoria e vou usar o relacionamento com o setor para desenvolver oportunidades e vencer desafios”, garante Alexandre Camillo.

A Camillo Seguros é membro da SegPartners desde outubro de 2019, quando passou a se beneficiar de serviços compartilhados, gestão da corretora e do negócio, e alavancagem de vendas. “Todas essas etapas são construídas e formatadas como consequência do uso da inteligência coletiva e do compartilhamento de seus participantes, mais a expertise de alguns ex-executivos de seguradoras e de mercado”, aponta o novo consultor.

ESG: o bônus e o ônus em seguros para quem respeita (ou não) o planeta, a sociedade e as normas

seguros ESG
as florestas plantadas de eucalipto emergiram como parte da solução para a crise climática

Eis o mais recente artigo no Infomoney

Quem acompanhou os diversos eventos do mercado de seguros em setembro e outubro, tanto dentro quanto fora do Brasil, notou que a sigla ESG está ganhando cada vez mais relevância no setor de seguros.

Afinal, para as seguradoras e resseguradoras, que baseiam suas avaliações de risco na probabilidade de eventos ocorrerem ou não, quanto mais todos respeitarem o planeta, a sociedade e cumprirem as normas, menor será a probabilidade de os clientes precisarem acionar o seguro.

Isso, por sua vez, resulta em maiores lucros para as empresas de seguros. No entanto, também representa vantagens para os clientes que adotarem essa abordagem.

Investir em gerenciamento de riscos e buscar ações sustentáveis não é mais apenas um diferencial ao negociar programas de seguros, mas agora se tornou uma condição para obter seguro.

Um exemplo disso é a renovação do programa de seguros da Suzano, a maior produtora de celulose do mercado. Este é um dos três maiores contratos de seguros no país, com um limite de risco de US$ 1 bilhão. A Suzano possui 13 fábricas no Brasil, incluindo três consideradas como de “highly protected risk,” além de diversos portos e terminais intermodais, totalizando mais de 20 locais de risco em território brasileiro.

As negociações para a renovação do seguro começaram em junho e devem ser concluídas neste mês. A apólice entrará em vigor no início de novembro e terá uma validade de 18 meses, até abril de 2025. Até o momento em que este texto foi concluído, em 13 de outubro, tudo indica que o contrato será renovado com redução de taxas, de acordo com informações de pessoas próximas às negociações com resseguradoras no Brasil, em Miami, Londres e na China. A agenda incluiu a apresentação do risco para mais de 100 resseguradoras, das quais cerca de 50 demonstraram interesse em assumir uma parte do risco.

Além das coberturas tradicionais de danos patrimoniais e lucros cessantes, o programa de seguros da Suzano inclui coberturas para obras de engenharia e mercadorias armazenadas nas fábricas, com uma cláusula de rateio que não se aplica. Isso torna o programa de seguros da Suzano um dos mais abrangentes do setor. As seguradoras e resseguradoras que participarem deste seguro terão preferência na contratação do seguro para a nova unidade fabril em Ribas do Rio Pardo, no Mato Grosso do Sul, que será a maior linha única de produção de celulose do mundo. A previsão é que comece a operar no primeiro semestre de 2024 e receba investimentos de R$ 20 bilhões, conforme informações divulgadas pela imprensa.

Renovar um contrato sem aumento de prêmio nos últimos dois anos é um grande feito em um cenário delineado por resseguradores em eventos como Monte Carlo, Mônaco, Fides Rio 2023 e na Associação Brasileira de Gerenciamento de Riscos (ABGR), que reúne os principais compradores de seguros corporativos do Brasil. Eles destacaram a importância da agenda ESG e apontaram as tendências para renovações em vários segmentos da economia, observando que o fim do ciclo “hard” está previsto apenas para 2025, a menos que surjam novas surpresas, como eventos climáticos graves, pandemias ou conflitos armados.

A abordagem ESG beneficia a Suzano devido à sua abordagem robusta e ao comprometimento da alta direção da empresa com essa agenda. O grupo informou em várias entrevistas que a remuneração variável de todos os gestores está ligada a metas de ESG. Além disso, uma grande parte da dívida da companhia está vinculada a esses indicadores, incluindo green bonds e Sustainability Linked Bonds (SLB).

A Suzano foi a primeira empresa do Hemisfério Sul a emitir dívida vinculada a esses indicadores e a segunda no mundo a fazê-lo. Antes disso, a Suzano já se destacava no mercado devido ao amplo uso de energias renováveis, já que gera toda a energia elétrica necessária para sua operação em suas fábricas e exporta o excedente para a rede elétrica brasileira, conforme apresentado a resseguradoras.

Corretores, resseguradores e subscritores enfatizaram em palestras durante os eventos que o mercado europeu já está mais avançado na agenda ESG e está selecionando segurados com base nesse critério. Afirmaram que ainda não é possível estabelecer um paralelo concreto entre descontos e ações ESG, mas agora todas as apresentações de riscos contam com a participação de especialistas em ESG para ajudar o subscritor de risco a decidir se aceitarão ou não o risco. Em resumo, quem não aderir a essa abordagem corre o risco de ficar sem seguro.

Samarco ainda paga ônus da devastação causada em Mariana (MG)

Outra notícia deste mês de outubro que destaca a importância da agenda ESG diz respeito à gestora americana Gramercy Fund Management e a maior tragédia ambiental do Brasil. A gestora anunciou um investimento de US$ 552 milhões no escritório londrino de advocacia Pogust Foodhead, que representa 720 mil pessoas afetadas pelo rompimento da barragem de Fundão da Samarco em Mariana, em 2015.

Em junho deste ano, a Samarco fechou um acordo com suas parceiras Vale e BHP Billiton Brasil e seus credores financeiros para aprovar seu plano de recuperação judicial. Esse processo foi iniciado em abril de 2021, quando a empresa estava com uma dívida de R$ 50,5 bilhões. Mais de R$ 26 bilhões desse valor eram dívidas com fundos estrangeiros que haviam adquirido títulos da Samarco emitidos antes do acidente de 2015, que levou à suspensão das operações da mineradora. As dívidas com a Vale e a BHP totalizavam cerca de R$ 24 bilhões e consistiam em títulos de adiantamentos concedidos à Samarco desde 2015.

A ação coletiva movida pelo escritório Pogust pode resultar em indenizações superiores a 36 bilhões de libras esterlinas, de acordo com informações de agências internacionais. Em comunicado, a Gramercy Fund Management afirmou que apoiar litígios ambientais está alinhado com sua missão de trazer impacto positivo para seus clientes, empresas do seu portfólio e suas comunidades. A gestora também expressou orgulho em contribuir para buscar justiça em um dos piores desastres ambientais das últimas décadas.

Apesar dos altos valores de indenizações solicitados no Brasil e no exterior, há um limite máximo de cobertura estabelecido no programa de seguros da Samarco. Na época do desastre, a apólice foi segurada e ressegurada por empresas como Chubb, Mapfre, Swiss Re Corporate Solutions e Fairfax Brasil.

Empresas que adotam boas práticas ESG tendem a ter um custo de capital mais baixo, a atrair os melhores funcionários e a estar mais preparadas para enfrentar situações adversas, além de manterem sua relevância em um mercado em constante mudança. Investidores, analistas, profissionais e consumidores estão cada vez mais atentos a esses aspectos.

Como afirmou Antonio Trindade, presidente da Federação Nacional de Seguros Privados (FenSeg), durante um evento da ABGR, o consumidor final está avaliando as marcas com base em seu comprometimento com a agenda ESG. Há muito tempo, o ESG deixou de ser um diferencial e agora é uma condição de mercado. Quem não adotar essa abordagem corre o risco de ficar para trás, pois o bonde da história agora é elétrico e não mais movido a gasolina. Antonio Trindade é também membro do conselho da Chubb, uma das maiores seguradoras do mundo em riscos patrimoniais e de responsabilidades.

Bradesco Vida e Previdência fecha parceria com corretora Segurize em seguro de vida

Data: 10.02.2020 Local: Alphaville, SP Assunto: Retrato de Bernardo Castello, diretor Bradesco Vida e Previdência. Foto: Bitenka

Fonte: Bradesco

A Bradesco Vida e Previdência acaba de fechar uma parceria com a corretora Segurize para ampliar a jornada de distribuição e o alcance do seguro de vida. A iniciativa, que nasceu no Polo de Inovação da companhia, soma o DNA vanguardista da empresa à disrupção da insurtech, que em uma associação com a Prontto, irá gamificar e potencializar as vendas do produto. Por meio da plataforma, os usuários cadastrados na Prontto poderão indicar produtos a familiares, amigos e conhecidos e, caso a contratação seja efetivada, serão bonificados. A ideia é engajar o usuário, tornando a contratação do produto mais dinâmica.

Segundo o diretor da Bradesco Vida e Previdência Bernardo Castello, o objetivo da ação é incentivar os usuários a recomendarem os produtos, de modo a tornar o seguro de vida ainda mais presente no cotidiano das pessoas, fortalecendo a cultura de proteção e de planejamento financeiro. “Quem nunca contratou um produto ou serviço por recomendação de um amigo ou familiar? Ao fomentar a criação de uma rede de indicações, estaremos não apenas ampliando a abrangência do produto, mas também contribuindo para a geração de renda complementar”, destaca o executivo.

Segundo o founder das empresas parceiras, Keyton Pedreira, esse modelo de negócio irá revolucionar o mercado. “Estamos unindo a solidez da Bradesco Vida e Previdência à agilidade da Segurize e ao formato inovador da Prontto, focado na geração de renda extra para a população por meio de indicação ou venda de produtos e serviços”, explica, informando ainda que o App Prontto já está disponível nas principais lojas de aplicativos.

A procura pela modalidade de proteção de pessoas vem crescendo de forma consistente nos últimos anos. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), no primeiro semestre de 2023, os prêmios de seguro de vida e acidentes pessoais registraram evolução de 8,2%. A plataforma surge como mais um instrumento para desmistificar e democratizar o produto, mostrando que, diferentemente do que muitos pensam, trata-se de um instrumento que, além da tradicional cobertura de morte, também oferece uma ampla gama de coberturas e assistências para uso em vida. 

Para Castello, esse é um passo importante não somente para a Bradesco Vida e Previdência, mas para o mercado segurador como um todo. “Temos avançado tanto na oferta de produtos acessíveis, quanto na simplificação da jornada de contratação. Mas, para expandir o universo do seguro de vida, precisamos investir cada vez mais em educação financeira e comunicação. Acreditamos que iniciativas como a que estamos adotando vão totalmente ao encontro desse objetivo. Além disso, quanto mais pessoas conhecem os benefícios, inclusive para uso em vida do seguro, maior é a importância da consultoria de um corretor de seguros, que poderá oferecer os produtos mais adequados para cada perfil de cliente, fazendo com que ele contrate apenas o necessário. Nesse sentindo, temos estreitado cada vez mais os laços com esses parceiros de negócios tão importantes, sinalizando como eles podem diversificar as suas carteiras comercializando os produtos de vida”, conclui.

Porto Seguro anuncia oferta especial de seguro nova picape da Ram

Rivaldo Leite Porto seguros
São Paulo, Brasil 26-11-2021 Retrato de Rivaldo Leite, VP comercial e de Marketing da Porto Seguro na sede da empresa em São Paulo. Foto: ©Fernando Martinho

Fonte: Porto

A Porto Seguro anuncia parceria com o grupo Stellantis para uma oferta especial de Seguro Auto Premium para a nova picape da marca americana Ram, a Rampage. A promoção oferece vantagens e condições especiais aos clientes que adquirirem o modelo durante o período da pré-venda e ficará disponível até o dia 1º de dezembro.

“Sabemos da importância de ter seu veículo assegurado, especialmente uma picape Ram, que é um automóvel que chamativo por conta do seu tamanho e beleza. A Porto Seguro lança essa oferta sabendo dessa necessidade. Nosso intuito é o de promover uma experiência de qualidade cada vez mais expressiva para os nossos clientes”, comenta Rivaldo Leite, CEO da Porto Seguro.

Os modelos elegíveis da marca que estão contemplados nessa campanha são as três versões do novo veículo: Rebel, Laramie e R/T. Para os novos donos das picapes, a Porto Seguro oferece os seguintes benefícios: 

  • Assistência 24h para o carro e para casa;
  • Atendimento concierge em caso de sinistro;
  • Cobertura para objetos deixados no veículo;
  • Rede de oficinas premium;
  • Cobertura compreensiva: 100% FIPE com franquia 50% da obrigatória
  • Cobertura para terceiros (Danos Materiais e Danos Corporais): R$ 200.000
  • Acidentes pessoais a passageiros (APP): R$ 50.000

A promoção ficará disponível até o dia 1º de dezembro de 2023.

HDI AUTO amplia portfólio com soluções e parceria para veículos híbridos e elétricos

Fonte: HDI

A HDI Seguros, seguradora alemã com mais de 40 anos de atividade no Brasil e em plena expansão de mercado, apresenta novidade para a cobertura do seguro Auto específica para carros híbridos e elétricos. Para os clientes que optarem pela contratação, em caso de pane elétrica, passarão a contar com serviços de reboque 24h para remoção até um ponto de recarga mais próximo ou para residência indicada. Entre os novos benefícios estará garantida a cobertura do cabo de carregamento de veículos híbridos plug-in e elétricos (desde que seja de fábrica), em caso de indenização integral do veículo proveniente de roubo ou furto.

Além disso, está disponível o serviço exclusivo de indicação de ponto de recarga mais próximo por meio do telefone 0800 434 4340. Se preferir, o segurado também pode consultar um ponto de recarga, acessando: PlugShare (disponível para todos os proprietários de veículos elétricos ou híbridos). Lembrando que é possível realizar a contratação para veículos de até R$ 600mil.

“O veículo elétrico, que era só tendência, já se tornou uma realidade nos grandes centros do país. A frota aumentou bastante e com ela surge a necessidade de novos serviços para atender esse público. Estamos sempre atentos às novas demandas para podermos oferecer produtos cada vez mais completos e conectados, que proporcionem ainda mais segurança, comodidade e confiança para os segurados”, explica Rafael Ramalho, vice-presidente de Automóvel na HDI. 

Parceria – Além da nova cobertura e serviços, a companhia anuncia mais uma parceria que trará benefícios para seus segurados. Todos os segurados proprietários de veículos elétricos ou híbridos passam a dispor de desconto exclusivo de 30% para carregamento dos automóveis na rede de recarga da Zletric em todo o país. O acordo da HDI Seguros com a empresa que possui a maior rede de carregamento para veículos elétricos do Brasil, prevê que o benefício seja sem limite de uso, ou seja, os clientes da seguradora desfrutarão de abatimento todas as vezes que necessitarem realizar o carregamento dos seus veículos, pelo prazo programado. 

Os segurados da HDI ainda contarão com acesso personalizado no aplicativo da Zletric, onde a identificação para utilização do benefício se dará por meio do registro já no login, com placa do automóvel, CPF e número da apólice. O app está disponível para download com compatibilidade para os sistemas IOS e Android. 

“A sustentabilidade está no centro de nossa estratégia de negócio, assim como oferecer aos nossos segurados produtos e serviços que agreguem comodidade, segurança e tranquilidade. Entendemos que a parceria com a Zletric, além de acompanhar a tendência de veículos elétricos, gera um enorme benefício econômico para nossos clientes e essa é a nossa missão, agregar cada vez mais valor às nossas apólices, além de contribuir com o meio ambiente”, comenta o executivo.


Atualmente, a Zletric está presente em 15 estados no Brasil, alcançando mais de 50 cidades e com o oferecimento de 700 carregadores para uma recarga segura e eficiente. Esse é um grande diferencial da empresa. Para consultar o ponto mais próximos de recarga, basta acessar a localização via aplicativo da Zletric e escolher o plano Membership HDI.

Danilo Godoy assume como diretor de marketing, digital e vendas direta da Universal Assistance

 A Universal Assistance empresa do grupo Zurich com atuação no segmento de seguro viagem e líder no mercado brasileiro acaba de contratar Danilo Godoy. Ele assume como diretor de Marketing, Digital e Venda Diretas.

Com mais de 20 anos de vivência em e-commerce, inovação e Operações Digitais em grandes players do mercado, como BNP Paribas, Intel, AXA, Amil e BTG Pactual com experiência voltada à gestão em digital marketing, parcerias estratégicas, transformação digital, performance, novos negócios e novos produtos. Destaque para gestão em Inteligência Artificial, desenvolvimento, estruturação e implementação de novos produtos, novos canais, liderando equipes com foco em performance, além da habilidade em Business Intelligence, estruturação de operações digitais, insurance as a service em grandes canais de distribuição, criação de startups e operações enxutas. Atuou como executivo sponsor de grupos de diversidade e inclusão, principalmente em causas LGBTQIA+.

“O ingresso de Danilo agrega muito ao time BR, que passou por uma importante reestruturação em 2023. Ele é umprofissional perfeitamente qualificado para o cargo, desejamos todo sucesso”, afirma Maurício Amaral, Country Manager da Universal Assistance Brasil.

Israel fornecerá US$ 6 bilhões em seguro de guerra para aviação

Fonte: Reuters

O comitê parlamentar de finanças de Israel aprovou um plano para fornecer uma garantia estatal de US$ 6 bilhões para cobrir seguros contra riscos de guerra para companhias aéreas israelenses, disse o Ministério das Finanças na quinta-feira.

O quadro de garantia concederá às companhias aéreas israelitas apólices de seguro contra riscos de guerra, garantindo assim a continuidade das operações aéreas em Israel.

Devido à eclosão da guerra entre Israel e o grupo militante palestino Hamas no fim de semana passado, as companhias de seguros que seguram a companhia aérea El Al Airlines, Israir e Arkia afirmaram que os termos das suas apólices indicavam que, em tempo de guerra, no prazo de sete dias após a notificação, as seguradoras têm o direito de cancelar apólices de seguro.

Como resultado, o Ministério das Finanças procurou garantias estatais que precisavam de ser aprovadas pelos legisladores.

Embora muitas companhias aéreas globais tenham cancelado voos para Tel Aviv, as três companhias aéreas de Israel continuam a voar, acrescentando mesmo voos para trazer de volta israelitas que estão retidos – muitos dos quais regressam como reservas nas forças armadas.

Meu Doutor Novamed disponibiliza atendimento digital dedicado a pacientes surdos


Fonte: Bradesco Saúde

Com o objetivo de promover acessibilidade e inclusão por meio da inovação tecnológica, a rede de clínicas Meu Doutor Novamed, do Grupo Bradesco Seguros, acaba de implementar o atendimento especializado a pacientes com deficiência auditiva. A ferramenta de tradução simultânea em Libras permite ao paciente uma comunicação sem barreiras em toda a sua jornada assistencial, desde o agendamento até a consulta com o médico.


O recurso de acessibilidade está disponível para acolher todos os que procuram pelos serviços da Meu Doutor Novamed, em qualquer uma das 31 clínicas da rede. A plataforma utilizada é uma central de Libras com tradução simultânea que facilita o diálogo entre médico, demais profissionais de saúde envolvidos no atendimento e o paciente. Pelo aplicativo, o paciente aciona uma videochamada intermediada por um intérprete de Libras, que traduz a conversa da pessoa com a deficiência auditiva para o ouvinte e vice-versa.


“Proporcionar acessibilidade faz parte do nosso modelo de atendimento com foco no cuidado integral do paciente. Esse novo formato de atendimento oferecido na rede Meu Doutor Novamed dá maior autonomia às pessoas que possuem a deficiência auditiva nessa jornada, tornando as suas experiências ainda mais completas e acolhedoras, a partir de recursos interativos que asseguram a plena comunicação com os médicos e equipe de atendimento”, explica Aline Thomasi, superintendente executiva da Bradesco Saúde e da Meu Doutor Novamed.


Como funciona?


O cuidado com o paciente começa ao agendar a consulta. Neste momento, ele recebe um vídeo explicativo em Libras sobre o funcionamento do aplicativo e aprende como utilizar a plataforma, antes mesmo da consulta. E assim, pode se preparar para o atendimento sem receio, sabendo que a sua comunicação com o médico ocorrerá com fluidez e qualidade nas interações. De maneira simples e direta, o paciente se conecta via aplicativo, e a conversa é intermediada por um intérprete de Libras, que traduz a em tempo real a consulta.

Acidentes aéreos emblemáticos mudaram as regras do seguro para aviões no Brasil?

Fonte: Infomoney

Em novembro de 2018, o piloto John Venera sofreu um acidente aéreo junto com um colega em um voo especial para a renovação dos certificados da aeronave. A queda, sem vítimas fatais, ocorreu na Serra do Mangaval, localizada em Cáceres, município mato-grossense localizado a 220 quilômetros de distância da capital, Cuiabá. No acidente, Venera fraturou os dois tornozelos, o fêmur, o nariz e machucou a testa.

Era um voo autorizado pela ANAC [Agência Nacional de Aviação Civil, reguladora da aviação civil no país] para regularizar esse avião e o acidente em si, não foi falha mecânica (…), mas foi uma sucessão de erros. Hoje eu falo que um acidente não acontece na hora, ele vem com uma sucessão de erros lá de trás. Na época eu tinha pouco tempo de empresa (…), vi uma sucessão de erros antes dessa operação, que vinha pela minha falta de maturidade. Isso é algo que eu não tenho vergonha de falar. Algumas decisões que foram tomadas ali em conjunto com o outro piloto que estava a bordo acarretaram no acidente. Eu tive um CFIT, né? É um acidente que por um milagre divino (…) eu tô aqui vivo hoje pra contar a história e evitar que se repita”, conta o piloto.

No episódio desta semana do Tá Segurovideocast do InfoMoney que traduz o mundo dos seguros, Venera detalha a sua recuperação e a experiência com a utilização do seguro após o acidente. A indenização, ele conta, foi de cerca de R$ 70 mil e o ajudou no período de oito meses que levou para se recuperar e voltar a voar.

“Após 5 dias, a força aérea fez o nosso resgate. Dali para frente começou a questão de tratamento médico. Entre a entrada no hospital e a saída foi em torno de 30 dias, e uma recuperação total aí em torno de oito meses”, relata Venera. Segundo ele, foi uma “recuperação extraordinária”, já que os médicos previam cerca de um ano para o total restabelecimento de sua saúde.

O piloto relembra que utilizou o montante para custear remédios e fisioterapia, e “algumas contas” que ele tinha. “Porque acabei ficando desempregado nessa sequência do acidente. E aí o que aconteceu? Esse valor supriu as minhas necessidades, embora não a totalidade, mas ajudou muito”.

Proteção obrigatória

A indenização recebida por Venera foi proveniente do RETA – seguro obrigatório cujo objetivo é a proteção de terceiros (passageiros, tripulantes, pessoas e bens no solo) no caso de acidentes aeronáuticos. Sua contratação é de responsabilidade do operador da aeronave (que pode ser o proprietário ou não).

Traduzindo isso para as pessoas que não são da aviação: é similar ao DPVAT. É um seguro que é calculado de acordo com o peso da aeronave e o número de assentos. O limite de indenização aos tripulantes, passageiros e para qualquer dano que essa aeronave cause no solo, é baixo. Hoje a gente fala em torno de R$ 98 mil por assento. É um seguro que paga médico, qualquer tratamento, ou no caso de vítima fatal, ele indeniza os R$ 98 mil para os beneficiários”, explica Luiz Eduardo Moreira, CEO da corretora de seguros Vokan e especialista em seguro aeronáutico.

De acordo com a advogada Sandra Assali, presidente da Abrapavaa (Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos), há discussões para aumentar o valor de cobertura obrigatória no Brasil, que já foi bem menor, e vem evoluindo com o passar dos anos.

Sandra conta que quando fundou a associação, o valor máximo de indenização desse seguro era de R$ 14 mil. Ela passou a acompanhar o tema mais de perto, a partir de 1996, quando o marido dela estava entre os passageiros do Focker 100 da TAM que sofreu um acidente aéreo logo após decolar do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a caminho do Rio de Janeiro.

Meu marido era médico cardiologista de uma multinacional alemã e foi para o Rio dar uma aula num congresso de Cardiologia. Era um dia de trabalho. Eu o deixei lá, ele foi e ia voltar no mesmo dia”, relembra.

Sandra conheceu as famílias das outras vítimas – um total de 99, sendo 3 atingidas no solo – e 80 viúvas. “Eles tinham idade entre 20 e 45 anos, muitos jovens, [deixaram] aquele monte de criança. Ficaram mais de 100 órfãos, menores [de idade]”, continua a advogada. Ao ver que todas as famílias estavam com as mesmas dificuldades, entendeu que era necessário fundar uma associação brasileira para definir parâmetros para situações como essa na aviação. “E hoje, 26 anos depois, já foram mais de 200 acidentes”, ressalta a presidente da Abrapavaa.

Tem cobertura extra?

Moreira explica que, além do seguro obrigatório, é possível contratar outras duas coberturas “extras” para aeronaves:

  • Seguro casco, que é o seguro da própria aeronave, contratado para proteger esse patrimônio do operador. Cobre, por exemplo, custos de remoção da aeronave que cair em uma mata, evitando multa ambiental;
  • Seguro LUC (Limite Único Combinado), que funciona “em excesso à apólice do RETA obrigatório”, podendo contratar o limite que desejar.

“Vai de 1 milhão de reais a 500 milhões de dólares a possibilidade de contratação desse seguro LUC”, exemplifica o CEO da Vokan. Para se ter uma ideia de custo, o seguro RETA de um avião de 15 lugares custa em média de R$ 3.500 a R$ 4.000 por ano. Já o seguro LUC sai em torno de 3 mil dólares para contratar um limite de cobertura de 5 milhões de dólares. “E se aumentar o limite para 10 milhões, o seguro não dobra, vai para 5 mil. São faixas”, complementa Moreira.

Segundo ele, quando um cliente diz que o “seguro tá caro”, o corretor sempre alega que se o avião vale um milhão de reais e cair, ele sabe quanto será necessário financeiramente para repor esse bem. Mas não é possível saber onde ele vai cair ou se vai bater em outro avião, tornando impossível essa previsão exata de perda financeira.

Casos emblemáticos geram mudanças?

Além dos acidentes aéreos vivenciados pelo piloto John Venera, que sobreviveu a uma queda, e por Sandra Assali, cujo marido foi a vítima fatal, os especialistas comentam sobre outros casos emblemáticos, como o que ocorreu com o time de futebol Chapecoense que caiu na Colômbia a caminho de um jogo em 2016, e do então candidato à Presidência, Eduardo Campos, que caiu no litoral paulista em 2014 durante a campanha eleitoral. Os dois, que seguem sem solução definitiva, tiveram um fator em comum – algum nível de irregularidade na operação.

No caso do acidente de Campos, apontam, era um avião emprestado cujo atual dono não tinha atualizado a apólice. Já no caso da Chapecoense, a provável causa da queda foi pane seca – risco excluído da apólice.

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Na análise da advogada, os acidentes “trazem lições” e ensinam as empresas quais regras precisam ser modificadas e readequadas.

Quais cuidados o consumidor pode ter?

Segundo os especialistas, dificilmente os aviões de companhias comerciais terão algum problema. “100% das linhas aéreas têm o seguro casco e o seguro LUC”, aponta Moreira. “Na aviação executiva nem todos contratam”, acrescenta. Em ambos os casos, o consumidor sempre pode checar pelo menos se a manutenção do avião que irá embarcar está em dia.

ANAC disponibiliza o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), sistema de consulta no qual o consumidor insere o prefixo da aeronave e pode conferir o status em tempo real. E, se o consumidor encontrar algum problema – como taxis aéreos clandestinos (os chamados TACs) – também é possível denunciar pelos canais da ANAC, reforça Sandra.

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