Bradesco Vida e Previdência quer construir a companhia dos anos 2050

Data: 10.02.2020 Local: Alphaville, SP Assunto: Retrato de Bernardo Castello, diretor Bradesco Vida e Previdência. Foto: Bitenka

Eis o mais recente artigo para o InfoMoney

Construir a seguradora dos anos 2050. Foi isso que Jorge Nasser pediu a sua equipe quando assumiu o comando do braço de vida e previdência do grupo Bradesco Seguros, em 2016. Sendo a longevidade a premissa da companhia, a missão foi facilmente entendida pelos executivos. “Saímos da estratégia com foco em produtos para o “clientecentrismo”, com o segurado no centro de tudo”, conta o diretor da área de Vida da companhia, Bernardo Castello, acompanhado dos superintendentes Executivos Alessandro Malavazi (produto Vida), Alexandre Zanelato (inovação, processos e qualidade Vida e Previdência) e Ricardo Campos (comercial Vida e Previdência).

Em conversa com a coluna, os executivos trouxeram insights sobre as tendências do segmento de Vida e casos concretos do uso de inovação das respectivas operações. Eles abordaram o uso crescente de ferramentas de IA não só para entender melhor o comportamento e as preferências dos consumidores como para ganhar eficiência e reduzir perdas. Também, falaram de novos modelos de negócios e sobre como atrair novos consumidores para um setor que ainda tem baixo consumo per capita de seguros.

A pandemia de Covid-19 foi um divisor de águas para todo o ecossistema do setor de seguros. Trouxe ganhos como agilidade nos processos operacionais, redução de custos e aumento da capilaridade e ainda despertou as empresas e as pessoas para a importância das proteções financeiras para vidas, bens e família, produtos que são a razão de ser do grupo Bradesco, do qual a Bradesco Vida e Previdência faz parte.

De um lado, boa parte dos consumidores afirma que o seguro é caro, mas Castello aponta que a contratação de um seguro de vida pode ser mais barata do que uma assinatura de streaming, por exemplo. De outro, as seguradoras ressaltam que boa parte da população ainda não tem cultura do seguro. Segundo a mais nova pesquisa encomendada pela FenaPrevi ao DataFolha, apenas 18% dos brasileiros possuem seguro de vida atualmente. O propósito do setor no Brasil tem sido mudar isso.

Mesmo antes da pandemia, o setor de seguros já vinha aportando recursos para atender aos novos hábitos dos consumidores e as tendências mundiais. Novas tecnologias, como dispositivos vestíveis, telemática e análise de dados estão transformando a forma como todos avaliam os riscos. Os wearables fornecem dados de saúde contínuos que permitem às seguradoras tomar decisões mais assertivas sobre o financiamento da saúde. Além disso, as tecnologias digitais desempenham um papel crucial na minimização de riscos em indústrias de todos os segmentos da economia, das intempéries do clima para o agronegócio até a responsabilidade de todos com as ações da sigla ESG (ambiente, social e governança). 

Ao integrar tecnologias de sensores e aplicações inteligentes, os riscos potenciais podem ser significativamente reduzidos e, consequentemente, o preço do seguro se torna acessível. Com uma massa seguradora maior, este ciclo virtuoso traz ganhos a todos. “Muito já foi feito, mas as novas tecnologias nos desafiam diariamente e sabermos o quanto precisamos avançar, pois há um solo fértil para a inovação em pequenos detalhes e em grandes processos”, afirma Castello. 

Os executivos contam que o grupo Segurador vem passando por uma profunda transformação nos últimos 10 anos, que foi ainda mais acelerada de 2021 para cá. Para construir a seguradora dos próximos 30 anos, tecnologia é fundamental. Somente em 2022 foram disponibilizados R$ 1 bilhão e o grupo tem mantido a cifra neste ano. 

Uma delas, talvez a mais importante e mais custosa, é o movimento de sistemas para a nuvem, o que coloca a seguradora “onboard” com o banco. A reestruturação das empresas também contou pontos. O grupo separou as empresas em previdência, vida e saúde, em ramos elementares e auto, e em saúde. Todas têm uma gestão independente das empresas do conglomerado, mas contam com estratégia e alinhamento unificados.

Isso mudou praticamente todo o processo operacional, com áreas antes dedicadas apenas a uma companhia do grupo, passando a atender a todas, como tecnologia, compliance, comunicação. “Mudou o mindset. Todos passaram a pensar ainda mais em como agregar valor ao corretor, ao cliente e aos acionistas, o que inclui uma cadeia produtiva que une diversas áreas em comum, nos tornando um ecossistema voltado a soluções para os consumidores”, explica Castello. 

Além de toda a inovação dentro de casa, o grupo aposta nas empresas de tecnologia que surgem em todo o mundo para melhorar os mais diversos processos, desde redução de custos internos como para viabilizar o pagamento da indenização em apenas alguns segundos para o cliente. “Temos muitas startups com boas ideias para alavancar a inovação, ao mesmo tempo que outras mudanças são orquestradas dentro do grupo, que é um dos maiores da América Latina”, diz Zanelato.

Outra bala na agulha para chegar jovem em 2050 é avançar para “mar aberto”, o que traz uma nova frente de possibilidades de expansão ao atuar de forma mais abrangente com os corretores de seguros numa operação de vida e previdência, até então concentrada em bancassurance (venda no canal bancário) no Brasil. 

A Bradesco Vida e Previdência tem intensificado os “roadshows” e contatos com corretoras para ampliar a base de distribuição e o “cross-sell”, ouvindo o que os clientes querem e produzindo dentro de casa produtos que se encaixam na realidade dos consumidores, tanto em termos de necessidade como também de valores que caibam dentro dos orçamentos financeiros. 

Em produtos de vida, a seguradora traz na prateleira produtos personalizáveis para atender os mais variados perfis de clientes, com 20 modelos de coberturas e 19 de assistências, conta Alessandro Malavazi. “Saímos de uma oferta compulsória e conquistamos um avanço da customização. Temos produtos por menos de R$ 10 mensais, com cobertura mínima de funeral a doença grave como ponto de partida para todos”, diz.

Potencial de mercado é o que não falta. A penetração de seguro de vida no Brasil ainda está longe da média de países desenvolvidos, com participação inferior a 1% do PIB brasileiro. As razões passam pela condição econômica da população até questões sociais, como a baixa preocupação com o futuro da família ou ausência de planejamento financeiro. 

“Temos diversos estudos que nos mostram o quanto podemos crescer para proteger os brasileiros. E nós temos muito espaço para conquistar novos segurados dentro e fora do banco, usando nossos corretores para conscientizar clientes pessoas física e jurídica, como também atrair clientes dos nossos corretores de mercado de qualquer parte do Brasil que buscam a solidez de uma instituição financeira como o Bradesco, para ter produtos financeiros de longo prazo”, cita Ricardo Campos. 

A diversificação e flexibilidade dos produtos tem ajudado nas vendas. “O corretor pode moldar o produto para atender as necessidades de seus clientes nos diversos momentos da vida. O seguro de vida tem coberturas para riscos gerais, como morte, invalidez. A partir disto, ele agrega o que for mais importante para o perfil do consumidor, como doenças graves, funeral, diárias hospitalares. Há uma série de serviços que podem ser escolhidos, principalmente num momento em que cuidar da saúde é o desejo de grande parte da população”, acrescenta Zanelato.

O grupo Bradesco se mostra aderente às tendências de seguros no mundo, onde as seguradoras tradicionais veem reconhecendo o valor da parceria com startups para criar relacionamentos mutuamente benéficos. Ao combinar a vasta experiência e base de clientes, todos se beneficiam das soluções tecnológicas de ponta e das abordagens inovadoras criadas conjuntamente. 

De acordo com estudos, à medida que o cenário digital evolui, a indústria de seguros enfrentará, sem dúvida, novos desafios e oportunidades. Por isso, recomendam os especialistas em tendências, é crucial que as partes interessadas adotem uma mentalidade dinâmica e se adaptem de forma consistente ao cenário em rápida mudança da transformação digital.

Castello, um assíduo participante de eventos sobre inovação e futuro da indústria de seguros, dentro e fora do país, repete o mantra do CEO do grupo Bradesco, Ivan Gontijo: “Somos uma companhia de pessoas que pensam ininterruptamente no atendimento exemplar a pessoas, clientes e corretores, utilizando o melhor da tecnologia para atingir esse objetivo”.

Cresce interesse do brasileiro em contratar seguros: mas o que impede a aquisição?

Fonte: Infomoney

Cresceu a intenção do brasileiro em contratar seguros pessoais e previdência privada no próximo ano, que subiu de 53% para 57% de 2021 para 2023, de acordo com pesquisa realizada pelo Datafolha, a pedido da FenaPrevi(Federação Nacional de Previdência Privada e Vida). Foram entrevistados, ao todo, 2 mil pessoas em julho deste ano.

O maior interesse é o de contratar plano ou seguro de saúde. Em comparação com o estudo anterior, de 2021, seguro por invalidez e seguro prestamista apresentam aumento mais significativo na intenção de contratação, subindo de 26% para 33% e de 17% para 26%, respectivamente.

Já o índice de quem tem algum seguro ou plano de previdência é de 46%, sendo que os planos ou seguro de saúde e seguro funeral são os produtos com maior penetração (26% cada), seguido pelo seguro de vida (18%).

A vontade de adquirir algum seguro nem sempre se concretiza em ação. No seguro de vida, por exemplo, em 2021, na primeira edição da pesquisa, 24% afirmaram pensar em comprar no ano seguinte – índice menor de quem realmente possui o seguro atualmente.

Considerando a previdência privada, somente 9% têm algum plano, enquanto 25% disseram ter a intenção de comprar há dois anos. Similar ao seguro prestamista, que está presente na vida de 7% dos consumidores enquanto, há dois anos, a intenção de compra era de 17%.

Como transformar a intenção em compra?Um dos questionamentos nesse sentido foi se o entrevistado possuía seguro para veículo, com resposta positiva de 12%. A pergunta feita na sequência para esses foi se eles tinham também “algum tipo de proteção, igual você tem para seu veículo, por exemplo, Seguro de Vida, Seguro de incapacidade temporária ou outro?” e para 54% a resposta foi não. Após questionados se o “carro vale mais do que sua vida e sua integridade”, 71% admitiram que deveriam repensar a proteção da vida para si mesmos e a família.

A pesquisa questionou ainda aos entrevistados, que revelaram possuir algum desses seguros, o que motivou a contratação dos produtos. No caso do seguro funeral, o que mais influenciou na decisão de compra foi já ter passado pelo falecimento de alguém próximo (34%), além da experiência com a Covid-19 (19%). A maioria (81%) tem seguro funeral familiar.

Já as principais motivações para ter contratado seguro de vida são o fato de a empresa em que trabalha oferecer (21%), ter passado por mudança na estrutura familiar (19%) e também a experiência com a pandemia (19%). Metade das contratações são de seguro de vida vitalício.

Planejamento financeiroPara Carlos Gondim, diretor executivo de Vida e Previdência da Porto, o mercado tem que demonstrar ao consumidor que o seguro de vida, por exemplo, é uma das ferramentas que podem ser utilizadas para executar um planejamento financeiro de forma acessível. “Se eu preciso juntar dinheiro para ter recursos caso algo aconteça com minha família, vou dizer que é muito e levará tempo. Mas se fizer seguro de vida agora, pagarei menos e terei proteção desde já”, exemplifica o executivo.

Ele avalia que de fato o brasileiro tem problemas para fazer o dinheiro sobrar no fim do mês, mas, em sua opinião, o setor tem trazido soluções com preço mais acessível e mais flexível, que não obriga o segurado “a carregar um caminhão de cobertura”.

Por exemplo: se é um indivíduo solteiro, não há a necessidade de adquirir uma cobertura de morte uma vez que não tem dependentes que precisem do dinheiro para se reestruturar na sua falta. Nesse caso, é mais vantajoso contratar uma cobertura de invalidez e doenças graves que gere uma indenização para que o próprio individuo possa recompor sua vida financeira ao passar por situações do tipo. “Posso contratar pedaços do que é mais importante para mim”, acrescenta.

De acordo com Claudio Sanches, diretor presidente do Itaú Vida e Previdência, é preciso que o setor trabalhe a educação financeira da população para conseguir ampliar a proporção de brasileiros que saiam apenas da intenção de compra e consigam adquirir o seguro por dois motivos.

“Primeiro porque acho que as pessoas não querem se educar. Quando fazemos pesquisa com clientes para entender [porque não comprar], não acham que o problema é porque o mercado fala de maneira muito complexa. Simplesmente não querem saber e parar para entender o que é previdência e risco. Segundo porque estamos falando de uma mudança muito dura”, sinaliza.

Como exemplo, ele relembra da mudança que houve em relação ao cinto de segurança, que as pessoas não passaram a usar mais apenas porque estavam preocupadas com a segurança, mas sim porque as multas eram muito altas para quem não utilizava. Ou seja, ele acredita que é preciso focar em criar gatilhos que façam ofertas melhores para as pessoas contratarem os produtos – até utilizando a Inteligência Artificial, que está “finalmente decolando”.

Corretor, banco, lojas, na empresa, na cooperativa, na SPOC? Onde compro o meu seguro?

seguros especial valor economico

Responder a esta questão é impossível diante da personalização do seguro e da proliferação da oferta, que chega por todos os lados enviada por diversos profissionais de vendas: corretor, gerente, assessor financeiro, vendedor de loja e robôs de plataformas diversas para citar os mais comuns meios utilizados para levar o seguro até o consumidor.

Antes de escrever esta matéria fiz uma simples simulação pelo celular do seguro residencial, a bola da vez por ser muito rentável para as seguradoras e ter um grande potencial de vendas, uma vez que menos de 20% da população do país compra este produto para proteger o imóvel e seu conteúdo de incêndio, raio, quebra de vidros, danos a terceiros e roubo, para citar algumas da cobertura.

Optei pela praticidade. Como cliente do Itaú, que tem a Porto como sócia, a minha simulação, em bases iguais de coberturas e valores, custaria R$ 1,1 mil para a indenização máxima de R$ 530 mil ao conteúdo em caso de incêndio do meu apartamento. Direto na Porto, que inclui automaticamente o meu corretor do carro, R$ 460 por ano. Ou seja, metade do valor do “investimento” ofertado pelo banco para a compra via aplicativo. Uma experiência fantástica. Rápida. Em um minuto tive as duas coberturas. Em ambas, criei a minha proposta para ter bases iguais. Uma simples pesquisa me fez economizar metade do valor.

Dito isso, vamos às notícias sobre a infraestrutura que o setor tem construído para saltar dos 6,4% de penetração do PIB no Brasil para 10% até 2030. As seguradoras e corretoras instaladas no Brasil investem bilhões para conquistar os consumidores e blindá-los dos estrangeiros que consultam especialistas brasileiros para saber como atuar no país do futuro e quando chegará este momento de verdadeiro crescimento em seguros, que depende muito das condições sociais e econômicas.

A CNseg faz a sua parte desenhando a estratégia geral do setor e a Susep (Superintendência de Seguros Privados) avança na regulamentação. No meio deste cenário, os prestadores de serviços de tecnologia, principalmente, se debruçam para reduzir custos, potencializar a abrangência das ofertas e tornar a experiência do cliente melhor.

Apesar de todos colocarem o cliente no centro, há interesses de todos os lados. Afinal, ninguém levanta da cama todo dia para ser voluntário na expansão de seguros no Brasil. Bom lembrar que o lucro é o que move qualquer pessoa ou empresa. Quanto maior, melhor. Tal ambição tem como fator determinante o quanto o consumidor está disposto a pagar pelo produto ou serviço.

O cliente decide o que cabe no orçamento, o que vai para a coluna gasto e o que vai para a coluna investimento. Vou gastar R$ 400 com um seguro de vida de R$ 500 mil? Melhor pagar a academia e ir todos os dias praticar saúde. Vou pagar R$ 25 por mês para um seguro funeral ou pago a Netflix para me divertir com filmes e documentários? Por isso, quanto mais foco no cliente, maior a chance de vencer a concorrência pelo salário do consumidor.

A noticia desta semana é que a B3, a bolsa do Brasil, assinou contrato para ser a fornecedora de infraestrutura tecnológica para a primeira Sociedade Processadora de Ordem do Cliente (SPOC) do mercado de seguros. As SPOCs são empresas credenciadas pela Susep para realizar atividades de processamento de pedidos dos clientes, dentre outros serviços.

Devem entrar em completo funcionamento na conclusão da Fase 3 do Open Insurance, também conhecida como “Efetivação de Serviços”, com obrigatoriedade prevista para maio de 2024. Mas não são obrigatórias, informa a Susep. “Não é obrigatória. Os serviços de iniciação de movimentação também podem ser prestados por sociedades supervisionadas, como seguradoras e corretoras”.

Trata-se da Guru SPOC, empresa recém-criada que tem como sócio Cassio Gama Amaral, sócio do escritório de advocacia Machado Meyer Advogados, e sócio-fundador da Guru Spoc, e Antonio Cássio dos Santos, conselheiro do IRB e da corretora de seguros Wiz, entre seus vários negócios no mundo dos seguros.

Amaral explica em nota que a Guru Spoc “oferecerá uma plataforma digital one-stop-shop de intermediação e gestão aos corretores e intermediários parceiros (B2B2C), despontando como um hub de oportunidades para que seus clientes possam usufruir, em tempo real, das vantagens e benefícios propiciados pelo Open Insurance, contribuindo para maior penetração e pulverização do mercado de seguros no país, de maneira eficiente e transparente, em linha com os valores e objetivos do próprio Open Insurance”.

Na semana passada, a SPOC também foi notícia. Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, afirmou que a confederação das seguradoras tem feito estudos junto à Susep para ver de onde virá o ganho. “Até agora só vejo custos. Além dos tradicionais, as seguradoras têm mais custos com Open Insurance e agora da Spoc.”, disse durante painel no evento promovido pela Fenaprevi.

Segundo ele, uma pesquisa feita com um grupo de seguradoras revelou que as empresas estão investindo cerca de R$ 10 milhões por ano para se adequarem as novas normas. Falamos de R$ 600 milhões em investimentos por ano só para o Opin. As empresas estão cumprindo a legislação, mesmo sem estar claro sobre quais serão os benéficos do open insurance. Ao contrário do open banking, que já tem claro os benefícios”, citou. 

Os entrevistados citam que a SPOC funcionará como um agregador ou comparador de diferentes serviços para que o consumidor possa aproveitar as vantagens do Open Insurance. Por meio dela, por exemplo, que o cliente poderá fazer uma comunicação de sinistro ou contratação de determinada ou portabilidade de apólice, assim como pode fazer o corretor ou a seguradora.

Eu, como consumidora e jornalista especializada no assunto, desejo, de verdade, que o consumidor esteja no foco das empresas seja elas quais forem. É preciso caber no bolso o seguro de casa, de carro, de saúde, de vida, de celular, do computador, de responsabilidade civil, de viagem, funeral, contra hacker, roubo de cartões, pix e tudo mais.

Nada contra o lucro de todos que compõem o ecossistema do setor, como gostam de dizer. Somente a favor da máxima que quanto mais gente consumir seguro, mais todos ganham. Inclusive e governo, que tem falhado na saúde, na segurança, na infraestrutura, o que resulta num ônus terrível para a população brasileira, pagante ou não impostos, que perde seus bens pelos assaltos, enchentes e morte daqueles que não conseguem atendimento médico.

Insisto nisso. É preciso ter foco na oferta de qualidade ao cliente final e não apenas baseada em preço, como tem sido no Open Banking, uma vez que os produtos sao similares (valor do empréstimo e taxa de juros, por ex). Em seguros muitas vezes o menor preço significa menor cobertura. Importante que todos saibam antes o que estão contratando e não na hora que precisam usar.

Esse cenário de transparência do produto ofertado atrelado a educação financeira é o que fará o seguro crescer. O preço é importante, mas a experiência do usuário tem se mostrado mais decisiva para a compra de seguro. Um setor que frustra o cliente, derrapa. Já o que surpreende, avança. Vamos ver como isso se comportará em 2024. Pessoalmente, acredito que há espaço para tudo neste mercado de seguros que tem ainda muito a avançar.

Como costuma dizer Alessandro Octaviano, titular da Susep, “se começa a vir um amontoado de negativas em seguros, na verdade o que está sendo vendido não é um seguro adequado, é um pastel de vento”.

Por isso, #ficaadica: pesquise, consulte o corretor, avalie as ofertas do Open Finance. Cuide dos seus seguros como cuida dos seus investimentos.

Furtos de celulares disparam no país

Henrique Volpi Kakau e associação das insurtechs


Fonte: Kakau

O Brasil está enfrentando um preocupante aumento nos furtos de celulares, com 25 estados e o Distrito Federal registrando um crescimento alarmante nos índices de crimes dessa natureza. Os dados divulgados recentemente pelo “Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023” revelam um cenário de preocupação que merece a atenção tanto de cidadãos como das instituições.

Segundo dados coletados e analisados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública durante o ano de 2022 em relação ao ano anterior, os criminosos têm visado com maior frequência os dispositivos móveis, prejudicando não apenas as vítimas, mas também a sociedade como um todo.

Os estados que registraram os maiores aumentos nos furtos de celulares em 2022 em relação ao ano anterior foram Paraíba (157,7%), Bahia (132,2%), Rio de Janeiro (109,3%), Sergipe (78,5%) e Pernambuco (49,3%). Em contrapartida, o número de roubos de celulares caiu em 19 estados e apenas 7 registraram crescimento. São eles: Bahia (51,1%), Rondônia (16,5%), São Paulo (15,4%), Paraná (12,5%), Rio de Janeiro (9,4%), Rio Grande do Sul (7,5%) e Distrito Federal (1,8%).

“Não se trata apenas do impacto econômico, mas também dos danos sociais que o furto do celular acarreta. Muitos brasileiros utilizam seus aparelhos para trabalho, estudos e comunicação, tornando esses dispositivos essenciais em suas vidas cotidianas”, explica Henrique Volpi, CEO da Kakau, plataforma digital que utiliza tecnologia de inteligência artificial para entregar resultados mais precisos no segmento de seguros.


Marcas favoritas
 

Um estudo conduzido pela empresa de consultoria B4Risk investigou as marcas preferidas pelos criminosos em São Paulo, revelando que a Samsung é a mais visada pelos ladrões, devido à sua grande popularidade no mercado de smartphones. Já a Apple alcançou a segunda posição, subindo do terceiro lugar na lista de roubos e furtos em 2022, possivelmente devido ao alto valor de mercado dos iPhones.


Adicionalmente, o levantamento revelou que cerca de 60% dos furtos e roubos ocorrem durante a noite, entre quinta-feira e domingo, principalmente em vias públicas, totalizando 72,98% dos casos.

Mas, aos poucos, a conscientização da importância da proteção dos aparelhos vem aumentando. A Kakau testemunhou um crescimento de 466% até setembro de 2023 nas apólices, em relação ao ano anterior, refletindo uma tendência crescente na região Sudeste do Brasil.

“A importância da proteção do celular com um seguro não pode ser subestimada, especialmente no cenário atual, em que nossos smartphones são praticamente uma extensão de nós mesmos. Além disso, quero reforçar que o seguro da Kakau para celulares oferece diversas vantagens, entre elas: não tem carência, a contratação é feita totalmente na web e é liga e desliga”, conta o CEO da Kakau Seguros.


Responsabilidade compartilhada

No cenário atual, em que os smartphones desempenham um papel central na vida de todos, a segurança pessoal e a proteção são mais importantes do que nunca. Com o uso cada vez maior desses dispositivos, é fundamental lembrar que a segurança digital é uma responsabilidade compartilhada. 

Uma pesquisa recente realizada pela Opinion Box em 2023 revelou que os brasileiros continuam a demonstrar um receio significativo de utilizar seus smartphones fora de casa: 83% dos entrevistados relataram evitar expor os dispositivos em público, indicando que a preocupação com a segurança permanece inalterada em relação ao ano anterior.


No entanto, é notável que os brasileiros têm experimentado uma sensação crescente de segurança, especialmente no transporte público. Nos trens, a proporção de pessoas que evitam expor seus dispositivos caiu de 30% para 22%. Nos ônibus, houve uma diminuição de 55% para 48%, enquanto no metrô, a proporção caiu de 34% para 27%. 


“Mas será que essa redução na preocupação é justificada? O crescente uso de smartphones requer uma atenção constante à segurança pessoal”, finaliza Henrique Volpi.

Porto reforça o cuidado nas ativações de marca no GP São Paulo

porto formula 1

Fonte: Porto

Acompanhar o GP São Paulo de F1 das alturas pode ser uma experiência única, que todo mundo guarda na memória. É essa a ideia que a Porto Bank, founding partner do Formula 1 Rolex Grande Prêmio de São Paulo 2023, teve ao levar uma roda-gigante de 36 metros de altura ao autódromo de Interlagos, durante o GP deste ano, que acontecerá entre os dias 3 e 5 de novembro. A atração tem capacidade para 500 pessoas por hora e está na lista das experiências que a companhia reserva para a corrida em Interlagos.

A Porto estima receber 4 mil pessoas, entre corretores, clientes e convidados, em sua Arquibancada Exclusiva, que fica no final da Reta Oposta do autódromo. Ao chegar, o público se depara com ativações da mais atual plataforma de comunicação da companhia, com a tagline “Todo cuidado é Porto” exposta em vários locais, além de mensagens para homenagear os principais parceiros da empresa: os corretores. Ahashtag #CorretorÉPraSempre também vai povoar esse espaço.

Ações de Branded

A marca Porto poderá ser vista em toda a arquibancada Porto e em itens como os copos colecionáveis, distribuídos para todos os presentes. e um boné exclusivo com as assinaturas do squad de pilotos que são patrocinados pela marca: Fernando Barrichello, que corre pela F4 Brasileira e F4 Espanhola, Eduardo Barrichello e Rubens Barrichello, pilotos da Stock Car, Aurélia Nobels, que disputa a Fórmula 4 Italiana e Felipe Drugovich, piloto reserva da Aston Martin. 

Todas as transações de compras no autódromo, como bebidas, alimentos e demais itens, deverão ser feitas com o cartão cashless do evento, pré-carregados no local ou previamente. 

“Estaremos presentes no GP São Paulo pela segunda edição consecutiva. Após a nossa estreia em 2022, estamos ansiosos por presentear o nosso público com diversas atrações e conveniências, além de expandir o nosso awareness de marca como um todo”, destaca Luiz Arruda, VP Comercial, Marketing, Clientes e Dados.

As peças celebram a exclusividade de acesso para quem usa os cartões da Porto Bank por meio da tagline“Só o Cartão Porto Bank te dá acesso à arquibancada exclusiva com todo cuidado Porto”. A nova plataforma de comunicação da companhia também permeia as criações específicas para o GP, em artes acompanhadas de narrativas, como “Em cada volta do GP, todo cuidado é Porto”. Além da exposição no próprio autódromo de Interlagos, as criações poderão ser vistas em diversos locais externos por meio de mídia OOH – adesivação de trem, relógio de rua e digital.

“O conceito que ressaltamos com essas criações é o cuidado permanente com todas as pessoas e não apenas com os clientes. Também vamos comemorar com 150 corretores e seus acompanhantes, que participaram da nossa campanha de incentivo e ganharam pares de ingressos para o domingo, sublinhando aqui o nosso compromisso com esses profissionais, que são uma peça fundamental em nossa rede de parceiros”, reforça Arruda.

Diversão garantida

Cuidando dos mínimos detalhes, a Porto terá uma estrutura com telão na arquibancada, transmitindo tudo o que acontece na pista. A empresa promove ainda diversos pontos instagramáveis, como um carro de corrida para aquela foto no feed ou nos stories além de um Lounge para descanso e recarga de celular. 

Os mais animados que se preparem: um palco na arquibancada já escalou atrações musicais para performances ao vivo, inclusive após as corridas. O pós-maratona fica por conta dos DJs Cat Dealers e Jetlag. Em um espaço exclusivo da escuderia Aston Martin Aramco Cognizant Formula One™ Team (AMF1) vai expor peças dos pilotos, como macacões e capacetes. Além disso, simuladores testarão a habilidade do público com os carros de corrida, seja fazendo o melhor tempo nas pistas ou trocando os pneus no pit stop.

Para tornar o momento mais emocionante, a Porto vai sediar a final de um campeonato feminino de automobilismo virtual. O Elas no Grid Porto será disputado na arquibancada exclusiva durante o sábado. Idealizado pela Pole & Zuuk, empresa de conexões e tráfego comercial no setor gamer e automobilístico, o campeonato também conta com o apoio da piloto Bia Figueiredo, que, além de integrante no grid da Copa Truck e representante direta da FIA aqui no Brasil, é também presidente da Confederação Feminina de Automobilismo.

Mitsui Sumitomo Seguros apresenta novo presidente para corretores de seguros

Mitsui sumitomo

Fonte: Mitsui

A Mitsui Sumitomo Seguros reuniu os principais corretores e corretoras de seguros corporativos do Brasil em um coquetel para apresentar o novo presidente da seguradora no Brasil, Koichi Kawasaki no dia 25 de outubro.

Em seu discurso, Kawasaki, juntamente com o time técnico, recebeu os corretores, desde os de médio porte até os brokers internacionais e resseguradores, para explicar o novo direcionamento da companhia, com foco no desenvolvimento do segmento corporativo. Os produtos de varejo serão administrados pela Porto Seguro no modelo de cosseguro.

Atento a uma solicitação dos corretores para seguradoras globais, Kawasaki brincou com seu nome, dizendo que não pertence à família fundadora da marca de motocicletas, mas ainda assim adora velocidade. E é dessa forma que pretende atuar: com agilidade e rapidez para que todos realizem ótimos negócios.

“Fazemos parte do maior segurador da Ásia, com mais de 400 anos de história e somos a oitava maior seguradora do mundo, com US$ 49 bilhões em prêmios e ativos de US$ 208 bilhões, o que comprova a solidez e a capacidade de oferecer serviços confiáveis.”

O diretor comercial, Flavio Zoppello, reforçou as palavras de Kawasaki e complementou: “O ano de 2023 foi muito especial para todos. Foi um ano de muitas parcerias, especialmente com os nossos corretores. Então, nada melhor do que comemorar com eles. O evento vem para brindar as grandes conquistas e ratificar nosso compromisso com a operação brasileira e os riscos corporativos para os próximos anos. Reforçamos o compromisso no Brasil com grande foco nos riscos corporativos”

Boris Ber, presidente do SINCOR-SP, esteve presente e falou sobre o novo direcionamento da companhia: “As coisas no mundo estão mudando muito rapidamente. E nós precisamos estar preparados, pois essas mudanças podem ser muito positivas e importantes para o mercado. A Mitsui Sumitomo Seguros está focada em um nicho que é muito importante, essencial para o corretor de seguros. Desejo que essa transformação seja altamente positiva para a MSS, que sempre desempenhou um papel muito bom em sua presença aqui no Brasil e também para nós, corretores de seguros. O mercado tende a gostar dessa mudança.”

Alper completa 13 anos e celebra sucesso no ecossistema dos seguros

Fonte: Alper

A Alper Consultoria e Corretora de Seguros S.A celebra neste sábado, 28 de outubro, 13 anos de sua fundação. A empresa, especializada em gestão de seguros, atua em todo o país em diversos segmentos, pautada pela inovação e tecnologia. Com mais de mil funcionários e 19 escritórios pelo país, ao todo, são 16 empresas adquiridas sob a atual gestão que está listada na bolsa de valores (APER3).
 

A empresa, que por quatro anos consecutivos foi listada como GPTW (Great Place to Work), também ostenta o título de que, pelo 3º ano consecutivo, a Alper é a única corretora de seguros no TOP 5 de empresas em inovação aberta no segmento de seguros pelo 100 Open Startups. O ranking considera as principais empresas que buscam inovação no ecossistema, colaborando para o desenvolvimento de novas soluções para os desafios do mercado.

“Desde que começamos, a Alper vem se aprimorando e crescendo. Chegamos aos 13 anos com muita maturidade, segurança e conhecimento para oferecer aos clientes uma solidez única. Estamos prontos e confio na equipe capacitada que aqui temos para buscar soluções para qualquer desafio e dor em qualquer segmento”, destaca Marcos Couto, CEO da Alper.
 

Com mais de 1,3 milhões de vidas e 15 mil empresas como clientes, a Alper conta com soluções que provêm inovação e alta performance para o negócio em mais de 10 categorias, como saúde, educacional, automóvel, agro, aeronáutico, resseguros, transporte e outros.
 

Entre as últimas novidades da Alper está o Vc+Seguro, um aplicativo que coloca o segurado no controle total das apólices, trazendo autonomia e praticidade para o mundo dos seguros. E também, buscando a vanguarda do ecossistema de seguros, a Alper lançou em 2022 a AlperTech, responsável por todos os projetos de tecnologia e inovação digital da Companhia. A novidade surge para oferecer novas soluções e sistemas para os clientes, tornando-se um Hub de tecnologia e disrupção.

Seguro pet já protege 250 mil cães e gatos no país 

Os animais de estimação já superam os 168 milhões de indivíduos nos 90 milhões de lares do país, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Só que o bichinho, além de carinho, precisa de cuidados. Empresas que atuam na área estimam que cerca de 250 mil pets são cobertos por planos de saúde no Brasil. O número representa apenas 0,24% dos 101,4 milhões de cães e gatos, a maioria dos 168 milhões de animais de estimação brasileiros. 

Um estudo global publicado pela revista da Confederação Nacional dos Seguros (CNseg) estima que as vendas mundiais de seguros para pets cheguem a US$ 38,8 bilhões até 2030, a uma taxa de crescimento de 11% ao ano. 

“A oferta do seguro pet no Brasil é relativamente recente, mas já alcança um bom patamar na operação das seguradoras. O seu crescimento é quase natural a partir da existência do seguro e do aumento da posse de animais de estimação, cada vez mais perfeitamente integrados ao ambiente familiar, ou seja, uma demanda crescente que é atendida integralmente pela oferta”, esclarece Ronaldo M Vilela, diretorexecutivo do Sindicato das Seguradoras do RJ/ES. 

O seguro pet é parecido com o plano de saúde para pessoas. Os preços podem variar de acordo com a cobertura escolhida, desde atendimentos de emergência, internação, consultas veterinárias, exames, assistência por telefone e até o funeral do bicho de estimação. O seguro saúde pet é uma importante precaução para evitar imprevistos financeiros ao dono do animal doméstico e garante assistência necessária ao companheiro de todos os momentos. 

 “Afinal, qual é o benefício ao contratar-se esse seguro? Quanto se paga para que o dono do animal de estimação possa contar financeiramente com todas essas proteções ao seu animal? O preço irá variar em relação às coberturas escolhidas. Paga-se, no entanto, em todas as hipóteses, um valor significativamente pequeno em relação ao valor que custaria um ou vários tratamentos do animal caso o seu dono não tenha contratado a cobertura que é dada pelo seguro”, complementa Vilela.

Executivos da Liberty participam de workshop para corretores em Cuiabá

Fonte: Liberty

Executivos da Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, participaram do 3º Workshop do Mercado de Seguros de Mato Grosso, que aconteceu no Hotel Gran Odara, em Cuiabá, na última quinta-feira, dia 26 de outubro. O evento, que teve como tema central “Corretor de seguros, empreendedor ou vendedor?”, contou com a presença da CEO do Grupo Liberty Brasil, Patricia Chacon, do vice-presidente Comercial, Marcos Machini, e do diretor Regional de Minas Gerais, Centro-Oeste e Rio de Janeiro, Alexandre Moreira.

O relacionamento e a proximidade com os corretores são pilares indispensáveis da atuação da Liberty no Brasil e a participação dos executivos no encontro, organizado pelo Sincor-MT, serviu para reforçar ainda mais a parceria com os profissionais da região, que é estratégica para a seguradora. Na ocasião, os profissionais presentes puderam participar de conversas sobre as principais tendências do mercado segurador, além de fortalecer o networking.

Durante o evento, Patricia Chacon conduziu uma palestra magna sobre “A jornada do corretor de seguros empreendedor”, em que trouxe uma visão de como os parceiros são muito mais do que vendedores de seguros. Já Marcos Machini fez parte do painel “O plano de negócios ideal para ter lucratividade com o seguro de automóveis”, que abordou a atuação dos corretores no segmento de seguros para veículos automobilísticos. Por fim, Alexandre Moreira integrou a discussão “Indicação e Networking”, que girou em torno da importância do networking para o trabalho dos profissionais.

A Liberty participou ainda do #MinhaVidaProtegida, movimento nacional que tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da proteção e do planejamento financeiro por meio do seguro de vida, uma das principais frentes de atuação da companhia no Brasil. 

“A Região Centro-Oeste do Brasil é muito importante para a Liberty, por isso, foi muito interessante participar desse workshop e aproveitar a oportunidade para nos aproximar dos corretores do estado de Mato Grosso”, aponta Patricia. “Queremos estar sempre próximos dos parceiros de todo o País, pois é por meio deles que conseguimos ter uma visão mais aprofundada do mercado e sempre melhorar nossas operações e oferta de produtos para os consumidores”, completa a executiva.

Black Friday do Seguro: como evitar fraudes durante o período 

Fonte: Tech Trail

A Black Friday tornou-se um fenômeno global, marcado por promoções tentadoras e descontos significativos em uma ampla variedade de produtos e serviços. Não é surpresa que até mesmo o setor de seguros tenha aderido à tendência, oferecendo descontos e ofertas especiais durante o que chamamos de “Black Friday do Seguro”. Embora essa seja uma oportunidade incrível para economizar dinheiro em apólices de seguro, também pode ser uma época propícia para crimes cibernéticos.

A Black Friday do Seguro é uma iniciativa de seguradoras e corretoras que oferecem descontos especiais em uma variedade de produtos, como seguro de automóveis, residencial, de saúde e muitos outros. Os descontos podem ser significativos e proporcionar uma oportunidade para os consumidores economizarem em suas apólices. No entanto, esse período de compras intensas também pode ser aproveitado por fraudadores, por isso é fundamental tomar medidas para evitar fraudes e garantir que você está adquirindo um seguro legítimo.
 

Confira 07 dicas para evitar fraudes durante a Black Friday no setor de seguros:

1. Educação do consumidor:
 

A primeira linha de defesa contra fraudes é a educação do consumidor. Os clientes devem ser informados sobre práticas fraudulentas comuns e incentivados a ler as políticas detalhadamente. A transparência na comunicação sobre os produtos oferecidos durante a Black Friday do Seguro é fundamental para construir a confiança do consumidor.
 

2. Verificação de credibilidade da seguradora:
 

Antes de se comprometer com uma oferta, os consumidores devem realizar uma verificação detalhada da credibilidade da seguradora. Certifique-se de que a empresa está devidamente registrada e regulamentada. Avaliações de clientes, classificações em agências de avaliação e a reputação geral da seguradora devem ser consideradas antes de tomar uma decisão.
 

3. Compreensão das coberturas oferecidas:
 

Durante a Black Friday, é comum que as seguradoras destaquem descontos e/ou benefícios adicionais à compra. Os consumidores devem ler atentamente os termos e condições, fazendo perguntas se algo não estiver claro, para garantir que estão obtendo a cobertura desejada.
 

4. Utilização de plataformas seguras:
 

Ao realizar transações online durante a Black Friday do Seguro, é necessário usar plataformas seguras. Certifique-se de que o site da seguradora possui um certificado de segurança SSL e utilize métodos de pagamento seguros. A proteção de dados pessoais é crucial para evitar que informações sensíveis caiam nas mãos erradas.
 

5. Desconfiança de ofertas irrealistas:
 

Ofertas que parecem excessivamente generosas em comparação com o mercado podem ser um sinal de alerta. Se uma oferta parecer boa demais para ser verdade, é prudente questionar sua autenticidade. Comparações com outras seguradoras e uma pesquisa de mercado são essenciais para avaliar a legitimidade das ofertas.
 

6. Consulta a um corretor de seguros:
 

Consultar um corretor de seguros licenciado pode ser uma jogada inteligente. Esses profissionais têm conhecimento do mercado e podem ajudar os consumidores a encontrar as melhores ofertas de seguro durante a Black Friday. Eles também são capazes de explicar as complexidades dos diferentes tipos de seguro, garantindo que os clientes façam escolhas informadas e adequadas às suas necessidades.
 

7. Atualização das medidas de segurança:
 

Durante o período da Black Friday do Seguro, as seguradoras podem aprimorar suas medidas de segurança, como autenticação em duas etapas e notificações de atividades suspeitas. Os consumidores devem aproveitar essas medidas adicionais para proteger suas informações pessoais e financeiras.

Dessa forma, Castelano Santos, CEO da Tech Trail, insurtech focada em inteligência artificial e análise de dados para o setor de seguros, comenta que a conscientização do consumidor desempenha um papel fundamental na prevenção de fraudes, ou seja, a ocasião oferece oportunidades tentadoras para economizar em apólices, mas também requer um alto nível de vigilância.

“À medida que a Black Friday do Seguro se torna mais difundida, é crucial que os consumidores estejam bem informados e preparados para aproveitar ao máximo as ofertas, sabendo que estão protegendo seus ativos e seu bem-estar de maneira segura e confiável. É fundamental lembrar de que a prevenção é a melhor defesa contra fraudes”, ressalta o especialista.

A Black Friday do Seguro oferece oportunidades valiosas para os consumidores adquirirem apólices essenciais com descontos expressivos. No entanto, a atenção à segurança e a conscientização são fundamentais para evitar potenciais armadilhas e fraudes durante esse período.