Crescimento do PIB Global deve desacelerar 2,5% em 2023, projetam economistas da Allianz Trade

Fonte: Allianz

A projeção do crescimento do PIB global deve desacelerar em +2,5% em 2023, atingindo níveis tão baixos quanto em 2019. É o que aponta o relatório global, “Atlas Setorial”, divulgado na última semana pela Allianz Trade, líder global em seguro de crédito comercial, onde foram analisados os riscos de não pagamento de empresas em 18 setores da economia, em 70 países. 

Os setores analisados foram: Agroalimentar, Automotivo, Construção, Eletrônicos, Energia, Equipamentos Domésticos, Equipamentos e Maquinários, Equipamentos de Transporte, Farmacêutico, Químicos, Metais,  Papel, Serviços de TI, Varejo, Telecomunicações, Têxtil e Transportes.  

Os economistas que desenvolveram o estudo, apontam que a temporada de lucros do 2T revelou um declínio nas receitas globais de -1,9% em relação ao ano anterior, marcando a primeira contração em todas as regiões desde 2020.

Diminuição nos lucros globais

As receitas dos EUA caíram -0,3%, enquanto isso, após um primeiro trimestre forte, as empresas europeias estão caminhando para uma queda de -6,0% nas vendas, principalmente devido ao setor de energia (excluindo energia, projeta-se um aumento de +0,6%). Já os lucros globais diminuíram -1,2% em relação ao ano anterior, com contrações significativas nos setores de transporte marítimo, papel, produtos químicos e metais e mineração. 

Mesmo assim, os especialistas reforçam que a economia dos EUA continua robusta, apesar de um ambiente monetário desafiador, enquanto a zona do euro enfrenta um crescimento mínimo e problemas persistentes de inflação. “Como os bancos centrais continuam determinados a se livrar da inflação, as taxas de juros devem permanecer mais altas por mais tempo, o que prejudicará os setores altamente alavancados e também acabará por reduzir o capex”, afirma o Felipe Tanus, Diretor de Crédito na Allianz Trade do Brasil. 

Já a perspectiva de crescimento da China diminuiu devido a vários desafios, que vão desde problemas no setor imobiliário até a baixa confiança do consumidor, e os mercados emergentes também devem registrar um crescimento menor.

Impacto das taxas de juros

Segundo o relatório, o impacto iminente do aumento das taxas de juros pode levar ao rebaixamento das classificações, aumentando os custos de financiamento. Embora as empresas mantenham uma capacidade de cobertura de juros maior do que a pré-pandemia, o índice está diminuindo. 

“Diante desse cenário, observamos um panorama de risco equilibrado do ponto de vista do setor. A maior parte das nossas avaliações setoriais está classificada como ‘Médio risco’ ou ‘Risco Sensível’ (um total combinado de 85% de todas as avaliações) em todas as regiões. No entanto, existe uma considerável dispersão de riscos entre as regiões, com a Ásia parecendo estar do lado mais seguro, enquanto a América Latina está do lado mais arriscado”, explica Felipe Tanus

O relatório aponta ainda que, em termos de setores, as indústrias farmacêuticas ou de software e serviços de TI são aquelas com avaliações globais melhores, enquanto construção, têxteis e metais são frequentemente considerados mais arriscados.

Metodologia

A Classificação de Risco Setorial da Allianz Trade Economic Research avalia o risco de não pagamento por empresas de 18 setores em 70 países em todo o mundo. 

Ele é medido em uma escala de quatro níveis, de Baixo a Alto. As avaliações de risco do setor são baseadas na avaliação prospectiva de quatro determinantes principais – demanda, lucratividade, liquidez e ambiente de negócios – usando dados internos da Allianz Trade e julgamentos de especialistas, bem como dados concretos de fontes secundárias.

Governador do Sul reforça a importância de honrar o pagamento do seguro para danos do ciclone

O governador Eduardo Leite participou nesta quinta-feira (21/9) de reunião com o conselho diretor da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), em São Paulo, para falar sobre o processo de recuperação econômica das empresas afetadas pelas inundações do início do mês no Vale do Taquari. Durante o encontro, Leite reforçou a importância de que sejam honradas as apólices de seguro das companhias que tiveram perdas durante a enchente.

“Tenho repetido que não podemos aceitar que as pessoas sejam vítimas duas vezes. Elas já foram vítimas da tragédia, que causou danos muito grandes, e não podem também ser vítimas de desassistência. Por isso, o governo está em diálogo com as seguradoras, que têm se mostrado sensíveis a essa situação”, afirma o governador.

Leite apresentou aos executivos um balanço dos estragos causados pelas inundações e as principais ações do governo para mitigar os danos sociais e econômicos para a população. O governador também reforçou o ineditismo e a extensão do evento climático nas instalações de algumas empresas. Um dos pedidos do governo é de que seja dada agilidade aos processos dessas empresas por meio do fast track, mecanismo de resposta mais rápida por parte das seguradoras após a entrega de documentações dos sinistros.

“Algumas indústrias já tinham enfrentado outros alagamentos ao longo do tempo e já havia uma certa rotina a ser seguida em situações como essa, com remanejo de equipamentos, por exemplo. Mas a intensidade da chuva superou em muito qualquer outra inundação. A água chegou onde nunca tinha chegado antes e tapou linhas de produção inteiras”, contou Leite.

Ao longo da reunião, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Dyogo Oliveira, e o presidente do Conselho Diretor, Roberto Santos, apresentaram ao governador os detalhes de um projeto de lei que pode auxiliar as vítimas de desastres naturais. A proposta, em tramitação no Congresso, prevê o pagamento obrigatório de seguro por parte dos proprietários de imóveis residenciais em todo o território nacional. O seguro cobriria danos de até R$ 20 mil a partir de inundações, alagamentos ou desmoronamentos.

A CNseg apresentou o substitutivo ao Projeto de Lei 1.410 que visa oferecer, para todas as regiões do país, acesso a seguro social contra desastres naturais. O PL busca oferecer direito a cobertura de bens e auxílio funeral decorrentes de eventos naturais relacionados às catástrofes como chuvas, enxurradas e deslizamentos, sendo essas reconhecidas como calamidade pública pela autoridade competente do estado afetado. 

O presidente da CNseg ressalta que a proposta visa impactar todas as camadas sociais do País. Por isso, mesmo sendo obrigatório, a proposta de preço para tal produto, estimado pelo setor, pode variar entre R$ 2 e R$ 5 mensais, valor que poderia ser descontado diretamente na conta de energia elétrica. A indenização prevista seria de R$ 15 a R$ 20 mil por residência e transferida via PIX de maneira automática para o segurado, mesmo que o segurado esteja inadimplente. O recurso vai garantir necessidades emergenciais, como fogão, colchão, produtos de limpeza, alimentos, água e outros itens, conforme necessidade de cada família, explica Dyogo. 

“A indústria seguradora brasileira tem potencializado seus esforços para desenvolver produtos e soluções levem mais conforto e dignidade às vítimas e seus familiares. Por isso, reunimos grandes seguradoras e nos unimos em debate com o governador Eduardo Leite que, infelizmente, teve uma experiência recente com impacto climático e pode compartilhar desafios, aprendizados e, claro estratégias para mitigar tais danos no presente e futuro”, explica Oliveira.

Uma das missões da CNseg é justamente ampliar a adesão aos seguros pelos brasileiros, tendo em vista que, quanto mais pessoas adquirirem os produtos deste mercado, mais acessíveis serão e, eventualmente, maiores serão as indenizações. Os contratos firmados com as seguradoras ficariam sob responsabilidade das concessionárias de energia elétrica e do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que caberá a fiscalização e regulamentação da modalidade de seguro. 

“O setor de seguros tem dado contribuição importante em outras áreas. Apenas no Rio Grande do Sul, por exemplo, o setor segurador pagou cerca de R$ 6 bilhões em indenizações em 2022. Contamos com o apoio do governador Eduardo Leite tanto na discussão das necessidades quanto na articulação política para que, nosso projeto seja publicado o mais breve possível e, a partir dessa data, em doze meses, a população possa ter esse suporte”, conclui o presidente da CNseg.

Além do governador, participaram do encontro o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, e a secretária de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans.

Empatia é o tema central da campanha da Liberty na “Semana do Cliente”

A Liberty Seguros, que aguarda a aprovação da Susep (Superintendência de Seguros Privados) da oferta de aquisição pela HDI Seguros divulgada em julho deste ano, escolheu o tema “empatia” para comemorar a Semana do Cliente deste ano.  Uma conversa com jornalistas fez parte das mais de 20 ações divididas em palestras, painéis e sessões interativas para engajamentos de seus principais públicos estratégicos.

“Queremos explorar temas que são fundamentais para sempre oferecer o melhor serviço e assistência aos nossos clientes”, afirmou a superintendente de Transformação, Experiência Digital e Clientes, Etienne Gonçalves, em coletiva de imprensa. “Queremos sensibilizar todos os nossos colaboradores, parceiros de negócios e prestadores sobre a importância da empatia, pois é por meio dela que conseguiremos um atendimento ao cliente cada dia mais humano, mesmo por meio do digital”, acrescenta Helen Eles, superintendente de Marketing de Produtos e Canais.

O tema empatia permeou todas as ações. “É um tema que abraçamos há muitos anos, mas ele precisa ser relembrado sempre para aprimorarmos a nós mesmos. E a consequência disto, além dos benefícios próprios para cada pessoa, está num melhor atendimento da equipe Liberty aos clientes”, afirmam as executivas. Ambas ressaltam o comprometimento da alta liderança da empresa, na pessoa da CEO Patrícia Chacon, que apoia de todas as formas ações dentro do escopo de ter o cliente no centro da estratégia da seguradora.

Ainda sem ter números sobre os atendimentos prestados, um dos exemplos recentes que podem ilustrar na prática o valor da empatia foi o socorro à população do Sul do país atingida pelos efeitos do ciclone tropical da semana passada, pelosprestadores da Fácil Assist, empresa do grupo especializada em serviços de atendimento 24 horas. “A primeira ação da nossa equipe foi atender as pessoas, clientes e não clientes. Feito isso, nossos colaboradores e prestadores iniciaram o cuidado com os bens e deram andamento a abertura do processo de pagamento da indenização”, relatou Etienne.

As executivas contaram que foi renovado o Conselho de Corretores, que faz parte do Programa Cresça com a Liberty e que busca criar soluções, ferramentas e conhecimento para alavancar o crescimento dos corretores, principal canal de distribuição da companhia.  São 120 no total, sendo que 20 novos profissionais ingressaram neste ano. “Construímos jornadas inteiras em parcerias com os corretores, desde aprimorar o atendimento da assistência 24 horas ao cliente até detalhes das jornadas no Portal do Corretor. Isso porque queremos facilitar o dia a dia do corretor para que ele ofereça ao cliente o melhor atendimento possível”, afirmam as executivas. 

Também nesta semana começa a Jornada Digital, com treinamentos sobre todas as facilidades tecnológicas implementadas pela seguradora para facilitar a vida do corretor e do cliente. Até mesmo um jogo de tabuleiro foi criado para mostrar os benefícios da jornada digital, com uma grande pitada de empatia nas regras. Ana Claudia Freitas, gerente de Estratégia Digital da Liberty, uma das criadoras do jogo, apresentou a brincadeira aos jornalistas. 

“Toda a jornada do seguro desde a cotação até a renovação mostra que as decisões interferem no resultado final do atendimento e nos conscientizam sobre como podemos melhorar nossas escolhas aguçando mais nossa empatia ao ver as consequências de cada etapa da jornada do cliente”, explicou. Os jogadores sentem na pele os prós de optar pelo atendimento digital, como avançar casas na trilha do jogo, e os contras de escolher o atendimento humano, perdendo uma ou mais rodadas da jogada de dados. 

Além do tema principal da semana, as iniciativas abordam a jornada do seguro, a metodologia ágil, User Experience (UX), acessibilidade digital, Cultura WOW, personas e tendências, novas tecnologias, entre outros. Os corretores tiveram a oportunidade de assistirem ontem pela manhã, uma palestra da atriz Denise Fraga, que falou sobre conexões humanas na Era Digital para um grupo de corretores presentes na matriz do grupo, em São Paulo. 

Santander lança serviço de assistência à saúde para correntistas com custo mensal de R$ 19

O Santander Brasil fez um movimento inédito para dar a seus clientes acesso à rede privada de saúde. O Banco lança nesta semana um pacote de assistências único no mercado com foco principal nos correntistas de baixa renda e que não possuam plano de saúde. Pelo valor R$ 19,90 por mês, o contratante e mais três pessoas indicadas por ele têm acesso a atendimentos ilimitados por telemedicina, com triagem e consulta por médicos de 12 especialidades. Ginecologia, cardiologia e pediatria são algumas delas.

Os três beneficiários indicados não precisam ter qualquer vínculo familiar com o titular, nem ser clientes do Santander. É possível incluir, por exemplo, um amigo, um trabalhador doméstico, um familiar do cônjuge. Outro diferencial do pacote é não impor limite de idade, o que torna o serviço ainda mais inclusivo e vantajoso, considerando os custos elevados da saúde privada para a população idosa.

O serviço garante ainda descontos de até 80% no valor de consultas agendadas, por meio de uma rede nacional de profissionais de todas as especialidades. Para isso, o Santander criou um aplicativo e uma central de atendimento que localiza os médicos conforme o endereço do beneficiário. Na consulta, o cliente já fica sabendo o valor do atendimento e do abatimento, podendo escolher o profissional da sua preferência.

Além disso, contratante e beneficiários também têm abatimento ilimitado de 80% na compra de qualquer medicamento. “Só este benefício isoladamente já compensa o custo de 19,90 por mês”, avalia Paula Akemi Kajihara, head de Canais e Inovação do Santander.

A executiva explica que a decisão do Banco por uma oferta de valor acessível a qualquer pessoa é atender a uma parcela significativa da população que só tem acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o IBGE, apenas 25% dos brasileiros têm acesso a planos de saúde privados. Sendo que o custo médio de um seguro saúde é R$ 800 mensais por pessoa.

O produto helpS Saúde é um complemento da plataforma de assistências 24 horas do Santander, lançada em 2022, com soluções para diferentes tipos de emergência. O serviço inclui ainda assistência carro e moto no helpS Mobilidade, e até serviços domésticos, como encanador, chaveiro, eletricista e para pets como consultas veterinárias entre outros no helpS Casa+Pet. “O foco é estar presente no dia a dia dos nossos clientes, entregando serviços aderentes às suas necessidades”, explica a executiva do Santander.

Vale destacar que o Santander é o único banco a oferecer um produto de assistência sem ter uma apólice de seguro vinculada.

O modelo da plataforma helpS é inédito porque o contrato fica atrelado ao CPF do cliente, mas o serviço pode ser prestado a qualquer pessoa que ele desejar. Ou seja, cabe ao cliente decidir como usar os serviços. A inovação do Banco no mercado de assistências é exatamente o conceito de usar onde, quando e pra quem o cliente quiser, isso traz flexibilidade e garante que o cliente utilize os benefícios para terceiros.

Trata-se de uma alternativa competitiva em relação às assistências que possuem valores elevados quando contratadas de forma avulsa, quando um imprevisto acontece. “A ideia é ofertar uma comodidade de custo mensal relativamente baixo, principalmente quando comparada aos valores das seguradoras e planos de saúde”, finaliza a head de Produtos do Santander helpS.

No caso do helps Saúde, a contratação para correntistas pode ser feita pelo aplicativo do Banco, na Rede de Agências ou até mesmo pela Central de Atendimento. Não tem período de carência. O cliente paga a primeira mensalidade e já tem direito utilizar os serviços.

HDI destaca praticidade do seguro Auto Funcionário

Fonte: HDI

Com o avanço de médios e microempreendedores no país, a procura por alternativas acessíveis para manter o negócio em desenvolvimento e seguro também cresce. As empresas buscam incessantemente por soluções que se adequem ao orçamento e que, ainda assim, viabilizem o bom funcionamento do negócio. Nesse contexto, a HDI Seguros apresenta o HDI Auto Funcionário, proteção focada aos veículos dos funcionários da empresa mediante acordo operacional. O produto oferece segurança e praticidade com condições especiais como desconto diferenciado e parcelamento facilitado em até 11 vezes sem juros no momento da contratação.

“A HDI tem um portfólio extenso, com vários tipos de seguros e sempre pensamos no que é melhor e mais acessível para todo tipo de empreendedor. O HDI Auto Funcionário é um exemplo de seguro auto ideal para os veículos dos seus colaboradores. Desenvolvemos o produto com o objetivo de garantir proteção e vantagens na contratação, o seguro é administrado no nome do funcionário, com customizações de acordo com a rotina de cada um e que pode se estender também para cônjuges, pais e filhos”, comenta Carla Oliveira, Diretora de Automóvel da HDI Seguros. Para a contratação do HDI Seguro Funcionário são aceitos desde veículos de passeio e picapes, nacionais e importados, até motos, no valor de até R$ 600mil. O plano de assistência 24 horas dispõe de três opções – Essencial, Especial e Vip – para se adaptar melhor a realidade de cada empresa. 

Zurich é reconhecida como uma das 10 melhores grandes empresas para trabalhar em São Paulo 

Fonte: Zurich

A Seguradora Zurich está entre as melhores empresas para trabalhar no Estado de São Paulo. A companhia galgou posições em relação ao ano anterior e ficou entre as 10 melhores empresas para trabalhar na categoria Grandes Empresas do Ranking GPTW São Paulo 2023, que contou com a inscrição de mais de mil organizações. Juntas, essas empresas são responsáveis por empregar mais de 1,5 milhão de pessoas. 

O reconhecimento é resultado dos investimentos da Zurich em políticas de diversidade, inclusão, desenvolvimento de talentos, saúde e bem-estar dos colaboradores. Há três anos consecutivos, a seguradora é certificada com o selo GPTW – a certificação, obtida através de pesquisa com os próprios funcionários, é condição primordial para participar dos rankings GPTW, que visam premiar as empresas em âmbito nacional, regional, setorial e temático.

Carlos Toledo, diretor executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich, destaca como diferencial para essa conquista uma das medidas adotadas pela companhia em prol dos colaboradores em 2022: a adoção do modelo híbrido de trabalho após a pandemia. A sede da companhia, em São Paulo, passou por uma reforma cuidadosamente concebida para tornar os ambientes mais acolhedores, estimulando a colaboração e criatividade – ao mesmo tempo, a companhia manteve a maior parte do tempo de trabalho em formato remoto. 

“Nosso objetivo era promover um ambiente saudável e equilibrado, e acredito que estamos sendo bem-sucedidos nesse propósito”, ressalta o executivo. “Buscamos estimular a prática de três comportamentos chave (clientecentrismo, autonomia e agilidade), que espelham os valores e visão de futuro da companhia e nos ajudam a criar juntos um futuro melhor”. 

No início de setembro, a companhia também ficou entre as três primeiras grandes seguradoras no Ranking GPTW de Melhores Instituições Financeiras para Trabalhar. “Sermos reconhecidos em dois rankings importantes sinaliza que nosso comprometimento com nossos colaboradores e compromisso em criar um ambiente saudável com oportunidades para todos está no caminho certo”, afirma Toledo. 

Ambiente saudável 

A saúde e bem-estar também é uma preocupação constante empresa – tanto que a companhia tem um programa voltado especificamente à questão. “Ele foi criado com o objetivo maior de ajudar o colaborador e sua família a cuidarem da saúde de maneira simples e completa”, explica Carlos. 

Através do programa, lançado em 2019, a companhia e dispõe de uma série de benefícios para os seus funcionários, como GymPass, Psicologia Viva, seguros saúde e odontológico, telemedicina, campanhas de vacinação e ações de conscientização, além de aconselhamento psicológico, terapias, meditação e atividades variadas. “O conjunto de todas as nossas ações visam a saúde integral dos nossos colaboradores, e contribuiu para sermos reconhecidos mais uma vez pelo GPTW”, enfatiza o diretor. 

As diversas iniciativas promovidas pela companhia – e priorizadas pela alta gestão –têm rendido reconhecimentos à Zurich também na figura de seus executivos. Em 2023, Carlos Toledo foi escolhido pela segunda vez consecutiva no Prêmio Melhor RH Sudeste pela excelência em gestão de pessoas – Edson Franco, CEO, também concorre em sua categoria.

Grupo Bradesco Seguros promove o 16° Fórum da Longevidade

Fonte: Bradesco

Compromissado em ajudar os brasileiros a aumentarem seu conhecimento e hábitos sobre longevidade, o Grupo Bradesco Seguros promoverá seu 16° Fórum da Longevidade. O evento acontecerá no dia 03 de outubro, no Teatro Bradesco, em São Paulo.

De volta ao formato presencial, a programação conta com palestras e debates que reforçam a missão da seguradora em cuidar e garantir um futuro longevo e protegido para todos. Entre os convidados, estão a atriz e apresentadora Cissa Guimarães, as atrizes Zezé Motta e Bruna Lombardi, a cantora Thalita Pertuzatti e Alexandre Kalache, médico epidemiologista e pioneiro no estudo das questões do envelhecimento. O encontro também prestará homenagem a ícones da longevidade que devem ser anunciados em breve.

“Sabemos que a longevidade precisa se tornar um tema de interesse de todas as faixas etárias e, por isso, nosso fórum busca ampliar essa discussão. É de extrema importância falar sobre a busca do envelhecimento saudável dentro de todos os quesitos: físicos, sociais e financeiros”, afirma Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

O 16º Fórum da Longevidade também contará com transmissão ao vido pelo canal da companhia no YouTube, a partir das 14h.

Universeg do Grupo Bradesco Seguros lança “Programa Ciclos”

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros segue atuando para fortalecer, cada vez mais, sua parceria com corretores de seguros e contribuir com o crescimento do setor. Com isso, a companhia anuncia mais um lançamento exclusivo, o “Programa Ciclos”, uma iniciativa desenvolvida pela Universeg.

O objetivo principal do programa é trazer soluções e conhecimentos atualizados sobre sucessão empresarial, um tema crucial para a perenidade dos negócios das corretoras de seguros. A jornada conta com aulas online ao vivo e materiais digitais complementares. A parceria com esses profissionais, que já vem escrevendo uma história centrada na proteção das pessoas, patrimônios, saúde e futuro dos clientes, agora se volta para a sustentabilidade e longevidade dos negócios. 

Ministrado por consultorias especializadas no ramo de Sucessão Empresarial, como o IBMEC, MCF Consultoria e o Atingire, o ‘Programa Ciclos’ visa equipar os corretores com as ferramentas e estratégias mais atuais para enfrentar os desafios da sucessão em suas empresas. A seguradora reconhece a importância de uma transição suave e eficaz para a próxima geração de corretores, garantindo que o setor de seguros continue a servir seus clientes com excelência.

Este é um passo importante do Grupo Bradesco Seguros em direção à construção de um setor mais robusto e preparado para os desafios do futuro. Ao investir no desenvolvimento e na sucessão de seus parceiros, a empresa reforça seu compromisso com a excelência em atendimento ao cliente.

Ricardo Montenegro é o novo presidente da Aconseg-SP

Fonte: Aconseg-SP

Representantes das 40 assessorias associadas à Aconseg-SP participaram de um processo eleitoral para a escolha do novo presidente na manhã de 19 de setembro, no restaurante El Tranvia. Foram duas chapas capitaneadas por integrantes da atual diretoria: Jairo Christ, vice-presidente, e Ricardo Montenegro, diretor Financeiro.

Helio Opipari Junior, atual presidente da Aconseg-SP, destaca que foi a segunda vez que a associação teve duas chapas. “Fizemos um processo democrático e transparente, de forma que os dois candidatos tivessem tempos iguais para apresentação. É uma satisfação ver dois candidatos que fazem parte da gestão atual comprometidos com uma pauta que já estamos desenvolvendo há quatro anos, o que mostra a satisfação das assessorias com a atual gestão”.

A chapa conduzida por Ricardo Montenegro foi eleita para o biênio 2024-2025 e é composta por Milton Ferreira (vice-presidente), Alberto Novais (diretor Financeiro), Mônica Dargevitch (diretora Administrativa), Maria Guadalupe  (diretora para o Interior), Marcos Holanda (presidente do Conselho). Jorge Teixeira Barbosa, Luiz Philipe Baeta e Wilson Lima compõem o conselho fiscal.

“Parabenizo o Montenegro e desejo que ele tenha muito sucesso nos próximos dois anos. A Aconseg-SP sai ainda mais fortalecida desse processo. Tenho certeza que ele fará uma excelente gestão”, cumprimenta Opipari Junior.

Ricardo Montenegro possui uma trajetória de 50 anos dedicados ao mercado de seguros, é sócio-fundador da Aconseg-SP e participou das diretorias da associação nas duas últimas gestões. “Chegar à presidência de uma entidade tão representatividade e importante é uma satisfação enorme. É uma alegria indescritível. Irei honrar os votos que tive”, comenta o presidente eleito.

Montenegro não pretende fazer mudanças radicais na associação. Sua proposta consiste em dar continuidade ao processo evolutivo que marca a história dos 20 anos da Aconseg-SP. “Começamos pequenos e chegamos, após 20 anos, a esses números maravilhosos. A nossa proposta traz melhorias e propostas que serão focadas no nosso associado. Mas é uma continuidade da atual gestão”, comenta o presidente eleito.

Em seus 20 anos de existência, a Aconseg-SP conquistou uma forte reputação por chancelar o atendimento das assessorias aos corretores de seguros com base na excelência.

Segundo o 7º Relatório da Aconseg-SP – O mercado de assessorias e consultorias no estado de São Paulo, as assessorias faturaram R$ 2,73 bilhões em 2022, são responsáveis pelo atendimento a 18 mil corretores.

O processo eleitoral ocorreu a partir de uma comissão eleitoral presidida por Marcos Colantonio, presidente do Conselho da atual gestão. “Saimos daqui mostrando ao mercado a nossa coesão com todos seguindo o mesmo caminho para continuarmos a fazer a nossa Aconseg-SP cada vez mais forte e importante no mercado”.

O novo presidente assumirá o cargo em janeiro de 2024, quando a diretoria liderada por Helio Opipari Junior conclui o mandato.

Mais de 90% das seguradoras incluem ASG em sua estratégia

Fonte: CNseg

A agenda ambiental, social e de governança (ASG) está fortemente presente nas empresas que compõem o universo segurador. É o que mostra o novo Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, produzido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), ao indicar que 93,5% das empresas participantes da pesquisa já integram ASG em sua estratégia, crescimento de 7.1 p.p. em comparação com o relatório anterior de 2021, assim como adotam práticas de promoção da diversidade e não-discriminação. Nesta edição do documento, participaram 45 seguradoras, que correspondem a 75% da arrecadação total do mercado representado pela CNseg.

O documento aponta também que 63,3% das empresas afirmam monitorar e avaliar as ações em sustentabilidade com base em critérios claros e objetivos, verificando sua efetividade. 64,5% das empresas entrevistadas incluem questões ASG em suas políticas de investimentos (próprios ou geridos por terceiros). E 70,6% incluem as questões ASG em suas políticas gerais de subscrição de risco, que é o processo da seguradora em dimensionar, avaliar, precificar e aceitar o risco do cliente. 

Os indicadores presentes no estudo correspondem a análises realizadas entre janeiro e dezembro de 2022. Para o presidente da Confederação, Dyogo Oliveira, a publicação anual destaca iniciativas que ampliam o protagonismo do setor nesse campo e se multiplicam em diversos vértices, ratificando o compromisso permanente com essa agenda. “Mais uma vez, evidenciam-se avanços significativos do mercado, que apontam novas direções rumo a um futuro melhor.”

O relatório apontou que 56,7% das entrevistadas possuem produtos ou linhas de negócios relacionados diretamente ao risco ou responsabilidade ambiental, com destaque para o seguro Residencial com serviços ambientais, como consultoria, descarte de eletrodomésticos e móveis (52,9%) e para o RC Ambiental (47,1%) e uma linha de negócio específica para energia solar/eólica (41,2%). Neste último tópico, as participantes deste Relatório têm iniciativas para apoiar o desenvolvimento de fontes de energia renovável, sendo que 46,4% estão focadas no seguro Residencial com a proteção para painéis solares; 32,1% em seguros Empresariais para empreendimentos de energia renovável; e 28,6% em seguro Automóvel para veículos híbridos e/ou elétricos.

O setor de seguros entende a sua vulnerabilidade com relação às mudanças climáticas, por conta de seu impacto no pagamento de indenizações e de sua importância na subscrição de riscos, tendo sido pioneiro na promoção de ações relacionadas a essa temática. As companhias que participam deste Relatório já têm isso em mente e presumem que as mudanças climáticas impactem a estratégia de seus negócios nas áreas de produtos e serviços (93,3%), cadeia de valor (73,3%), operações (53,3%), adaptação e atividade de mitigação (50%) e investimento em pesquisa e desenvolvimento (40%). Quando questionadas, em quanto tempo enxergam que as Mudanças Climáticas serão integradas plenamente em sua governança, estratégia, gestão de riscos e metas e indicadores, 74,2% das empresas acreditam que em até cinco anos, 22,6% delas citam que levará entre cinco e dez anos e 3,2% mencionam mais de uma década. 

Inclusão social no mercado segurador 

A diretora de Sustentabilidade e Relações de Consumo da CNseg, Ana Paula de Almeida Santos, destaca que garantir uma maior participação do seguro na sociedade é fundamental para o desenvolvimento sustentável e para inclusão social. “O seguro desempenha um papel essencial na mitigação de riscos sob os quais organizações, pessoas e governos estão expostos, fortalecendo a resiliência econômica via redução da volatilidade financeira e promovendo maior confiança dos investidores. Além disso, a proteção securitária é imprescindível para reformas estruturais de adaptação climática e para investimentos em infraestruturas verdes”, reforça a executiva. 

Os dados de diversidade apresentados no relatório mostram que as seguradoras estão com o olhar mais cuidadoso esta temática. Das 93,5% das participantes que adotam práticas de promoção da diversidade e não-discriminação, os principais pilares são os de gênero (100%), raça (96,6%), Pessoas com Deficiência (82,8%), LGBTQIAPN+ (72,4%), gerações (58,6%) e etnia (58,6%). Ainda neste tópico, 90% mencionaram possuir canais de reclamação para queixas de preconceito dentro da empresa, bem como 70% executam ações internas, como o monitoramento de indicadores de diversidade do quadro de pessoal e a capacitação de gestores no tema. Destaca-se, ainda, que 87,1% das empresas promovem a diversidade e inclusão como um meio sustentável de obter resultados positivos nos negócios principalmente na atração e retenção de talentos (88,9%) e na melhoria do clima organizacional (85,2%).

Questionadas com relação a ações, políticas ou programas específicos voltados para vulnerabilidades específicas, como mulheres pretas e pardas, para mulheres com deficiência, para mulheres LGBTQIA+ e para mulheres de acima de 50 anos, o relatório mostrou que 90% das respondentes relataram seguir políticas e programas para todas as mulheres, independentemente da sua idade, cor/etnia, orientação sexual, identidade de gênero e condição física.  

Ana Paula ainda sinaliza que ao ampliar o alcance do seguro em camadas da população desassistida, especialmente as mais economicamente vulneráveis, “o seguro reduz o impacto negativo de imprevistos e quebra o ciclo de incerteza financeira que persiste na vida dessas pessoas, auxiliando na diminuição das desigualdades e promovendo a construção de uma sociedade mais inclusiva e justa”, complementa.

O Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros tem o objetivo de ampliar os horizontes de análise e apontar caminhos para o enfretamento dos desafios dos negócios, bem como prestar informações qualificadas à sociedade sobre a atuação das empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização. Ele é elaborado desde 2012 e desde 2015 faz referência às normas GRI (Global Reporting Initiative) para Relato de Sustentabilidade, além de manter correspondência com os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), com as recomendações da Força-Tarefa sobre as Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD, na sigla em inglês) e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS).