Brasil impacta positivamente balanço do grupo alemão Talanx

O Grupo Talanx espera reportar um lucro líquido de mais de 1,25 bilhão de euros nos primeiros nove meses do atual exercício financeiro de 2023, o que ajudou a elevar a perspectiva de lucro para o fechamento do ano. Esta meta de lucros pressupõe pouca probabilidade de grandes perdas com catástrofes naturais ou feitas pelo homem, que os mercados de capitais não sofrerão quaisquer perturbações e que não surgirão flutuações cambiais materiais.

Em nota divulgada ontem, o Conselho de Administração da Talanx AG aumentou a sua previsão de lucro para todo o exercício financeiro de 2023, que deverá avançar para 1,5 bilhão de euros. Isso porque o grupo alemão, que controla a HDI, espera que a aquisição dos negócios da Liberty Mutual no Brasil seja concluída ao longo do quarto trimestre. Os efeitos associados da consolidação proporcional ao tempo já estão incluídos na previsão aumentada.

A Talanx AG apresentará os resultados finais dos primeiros 9 meses do atual ano financeiro de 2023 em 13 de novembro de 2023, conforme programado.

Não à toa, o presidente da HDI Brasil, Eduardo Dal Ri, disse durante evento CONEC, realizado no inicio de outubro, que “a Liberty é a melhor seguradora do Brasil. Sem qualquer dúvida”, afirmou em sua fala no painel com outros CEOs e uma plateia de mais de mil corretores de seguros.

Icatu promove edição ao vivo da IcatuNews com Samy Hazan

FOnte: Icatu

Na última sexta (20), a Icatu, maior seguradora independente do Brasil em Seguro de Vida, Previdência e Capitalização, deu continuidade às atividades especiais para o Mês do Corretor com uma versão da IcatuNews, ao vivo, para toda a sua base de corretores parceiros. Na edição especial, a companhia promoveu uma palestra sobre inovação no mercado segurador com Samy Hazan, consultor especializado em transformação digital de seguradoras e corretores de seguros, professor da ENS e Curador do CQCS Insurtech. 

“Não poderia ter maneira melhor de finalizar este Mês do Corretor aqui na Icatu. Já promovemos debates sobre venda consultiva, tendências de transformação digital e agora encerramos com o Samy Hazan, um grande especialista em capacitar e tornar estes profissionais cada vez mais estratégicos. Essas iniciativas reforçam um dos papéis que queremos assumir como seguradora, ou seja, sermos uma solução para que os corretores tenham cada vez mais autonomia, agilidade e conhecimento para que sigam oferecendo serviços e produtos de alta qualidade aos seus clientes”, afirma Alexandre Vilardi, Vice-Presidente Corporativo da Icatu.

As ações do Mês do Corretor da Icatu estão em linha com uma série de outras iniciativas para melhorar a experiência e a jornada dos corretores. Entre as últimas novidades estão melhorias no Educatu – plataforma online gratuita de treinamento –, que passou a contar com um aplicativo e uma versão desenvolvida e adaptada para mobile; e a criação de um novo relatório de gestão de produtividade, onde é possível visualizar o desempenho geral da corretora e o desempenho individual de seus colaboradores na oferta de seguro de vida. 

Encontro presencial – A celebração pelo Mês do Corretor contou ainda com um encontro presencial para corretores especialistas na sede da companhia, na Zona Portuária do Rio de Janeiro. Os corretores participaram de uma roda de conversa com as áreas de Experiência Digital, Venda Consultiva e Marketing da Icatu, e ainda assistiram presencialmente a edição da IcatuNews, que contou com sorteios de brindes e prêmios. 

No bate-papo, os corretores conversaram sobre o futuro digital aliado ao corretor, os desafios de acompanhar as mudanças de vida do cliente e, em primeira mão, souberam um pouco do que os aguarda na próxima edição da Campanha Antônio Carlos de Almeida Braga, a ser realizada em Monique, na Alemanha, em 2024. 

Engajamento – Para fechar o mês e as comemorações do Dia do Corretor, a Icatu programou uma série de ações de engajamento e reconhecimento no Comunicatu – perfil da seguradora no Instagram voltado para os corretores parceiros. Para acompanhar e participar, basta seguir @comunicatu_corretor.

Resseguro pode alavancar seguro de vida no país

por Márcia Alves

“Entendendo o papel do Resseguro para o mercado de Vida” foi o tema da segunda edição do Café CVG-SP, realizado no dia 19 de outubro, nas dependências da associada anfitriã Swiss Re. Após as boas-vindas de Fred Knapp, Head Reinsurance Brazil & Southern Cone da Swiss Re, o presidente do CVG-SP, Marcio Batistuti, diretor de Varejo da MAG Seguros, destacou que “o mercado conhece superficialmente as possibilidades que o resseguro oferece para impulsionar o seguro de vida”. 

A abertura do evento foi realizada pelo diretor de Relações com Mercado do CVG-SP, Renato Barbosa, diretor Comercial Nacional da Centauro-ON. Sob a mediação do diretor adjunto de Seguros do CVG-SP, Marcos Salum, Life & Health Client Manager e Market Underwriter para a região do Cone Sul da Swiss Re, o evento contou com a participação dos debatedores Gustavo Silvestre, Senior Pricing Actuary para a região do Cone Sul da América Latina da Swiss Re, Ronald Poon Affat, Head Life & Health do IRB Re, e Alessandra Monteiro, diretora de Subscrição de Vida e Saúde da Austral Re.

Demanda de resseguro

De acordo com dados apresentados por Salum, o mercado de seguro de pessoas, no segmento de não-acumulação, fechou o último ano com R$ 57 bilhões em prêmios e até agosto já acumulou R$ 39 bilhões, registrando um crescimento de 7% em relação a 2022. No entanto, deste valor, apenas 2% dos prêmios são cedidos ao resseguro, percentual mais baixo que os demais países da América Latina, que variam entre 5% e 7%. “Por que essa diferença?”.

Para Alessandra Monteiro, o resseguro no país ainda é muito associado à capacidade. “O resseguro pode apoiar os seguradores com proteção para eventos catastróficos, com treinamento, ferramentas de subscrição e troca de expertise, impulsionando suas carteiras”, disse. Gustavo Silvestre acrescentou que resseguro não é apenas para grandes riscos. “Pode participar em várias pontas dos negócios, oferecendo desenvolvimento de produtos, serviços de subscrição e expertise”, disse. 

Ronald Poon Affat informou que 17 seguradoras compram resseguro de vida, porém, o volume de 2% de prêmios é baixo. “O contrato de resseguro representa um casamento de balanços. Imagine solvência, fluxo de caixa, é uma oportunidade para juntar as partes. O Brasil não está aproveitando o resseguro”, disse.

Respondendo a um questionamento de Salum sobre a qual seria a jornada da seguradora para contratar resseguro, Alessandra Monteiro destacou que, diferentemente do seguro, a participação do corretor é facultativa. Já em relação à quantidade de resseguradores, ela informou que no caso do vida, por causa da pouca demanda, é comum a seguradora atuar com apenas um.

Qualidade dos dados

“Para uma oferta adequada, o que o ressegurador espera das cedentes?”, perguntou Salum. Silvestre respondeu que o principal é a qualidade de dados. Segundo ele, nos pacotes de renovação, os resseguradores analisam o volume de sinistros das carteiras e aplicam uma margem. “Quanto melhor a qualidade dos dados, menor será a margem de segurança necessária para chegar ao preço”, disse. 

Alessandra Monteiro concordou sobre a importância dos dados. “Brinco que na ausência de dados de qualidade, completamos com preço”, disse. Ela reiterou que a qualidade e precisão dos dados levam ao preço mais justo e adequado. Para Affat, “transparência é a palavra-chave”. 

Outra questão apresentada foram os critérios de subscrição. Silvestre esclareceu que o contrato prevê o limite de aceitação. “Se a seguradora puder subscrever riscos de até R$ 3 milhões, por exemplo, então a partir deste limite a aceitação será do ressegurador”, disse. Alessandra Monteiro acrescentou que é importante alinhar todos os critérios no momento da negociação. Para tanto, um serviço importante são os manuais de subscrição. 

Parceria

Salum quis ouvir os debatedores sobre a experiência de cada um no desenvolvimento de produtos e outros serviços. “Por sua experiência, o ressegurador pode apoiar a resseguradora no caso de um novo produto, por exemplo, prestando um serviço melhor que um consultor externo”, disse Alessandra Monteiro. “Usem seu ressegurador para isso”, acrescentou. 

Segundo ela, a ajuda do ressegurador pode ser útil até mesmo em produtos que não necessitariam de resseguro. “O que ganhamos com isso? Ajudamos a fomentar o mercado e a desenvolver o seguro. Ela afirmou que o ressegurador também pode ser parceiro na oferta de tecnologia. “O ressegurador pode investir, por exemplo, numa ferramenta de subscrição automática. Para a seguradora é um ganho”, disse.

Silvestre mencionou as coberturas que podem ser usufruídas em vida, como doenças graves, hospitalização e cirurgias, afirmando que, também nesses casos, o ressegurador pode ser útil. “O ressegurador pode ajudar a seguradora na melhor definição possível e incidência para aquele tipo de inclusão. Por mais que não gere grandes volumes de resseguro, ajuda a fomentar as vendas da seguradora. Esse é o papel do resseguro”, disse.

Affat observou que o apoio do ressegurador pode ser na forma de dados de produtos que a seguradora não tenha experiência. “Além de estatísticas e dicas, também haverá quatro olhos acompanhando o novo produto”, disse. Salum perguntou, ainda, sobre a gestão de capital oferecida pelos resseguradores. “Ajuda as companhias na otimização de impostos, a ter solidez financeira e estabilidade de resultados”, disse Silvestre. Para Alessandra Monteiro, “permite que as seguradoras utilizem seu capital de forma mais inteligente e assertiva”. 

O mediador encerrou o evento, mencionando todos os pontos importantes debatidos no talk show. “O papel do resseguro vai muito além da capacidade, alcançando novos produtos, novas tecnologias, inovação, gestão de capital e parcerias estratégicas. O CVG-SP trouxe o tema para debate e, assim, cumpre seu propósito de conectar o mercado”, disse.

Apisul em parceria com a Essor lançam cobertura RC-V para motoristas terceirizados

Fonte:Apisul

Em parceria inédita com a Seguradora Essor, o Grupo Apisul lança produto exclusivo e customizadopara o transporte rodoviário de cargas com a proteção e garantia para a responsabilidade civil veicular (RC-V). Este é um seguro feito especialmente para a cobertura de profissionais terceirizados, o famoso TAC (transportador autônomo de cargas), que atuam nas empresas de transporte.  

A RC-V Apisul oferece proteção total por danos materiais e pessoais ocasionados por alguma eventualidade gerada a terceiros pelo condutor do veículo (TAC) ou pela carga transportada. O produto está em conformidade com a Lei 14.559/2023, obrigatória desde 20 de junho deste ano e que traz as novas diretrizes exigidas da responsabilidade civil veicular. 

De acordo com Marcus Cunha, diretor comercial e de marketing do Grupo Apisul, a cobertura pode ser solicitada por meio da Apisul Seguros ou dos parceiros Aphicor. “Somos referência em proteção de transporte rodoviário de cargas no Brasil e estamos muito animados em oferecer essa solução que foi desenvolvida com todo o cuidado e segurança para nossos clientes. Esta é uma demanda urgente do mercado e queremos que a cadeia de transporte esteja cada vez mais estruturada e tranquila. O RC-V Apisul é o único produto do mercado emitido no ramo 0553, conforme circular da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP)”, frisa.

Outro grande destaque é a averbação simplificada que deve ser realizada, obrigatoriamente, antes do início da viagem, e pode ser efetuada via sistema de averbação Apisul ou AT&M (empresa de averbação eletrônica). O cliente terá um acesso rápido e eficiente ao alcance de um clique. 

O executivo explica ainda que, este é um seguro de contratação obrigatória dos transportadores rodoviários de carga. “Juntos com a Essor, pertencente a seguradora do Grupo SCOR SE, um dos maiores re-seguradores do mundo, foi desenvolvido este produto exclusivo e dedicado para atender o mercado de transporte rodoviário de carga. Oferecemos o melhor e isso facilitará a gestão de todos os tamanhos”, finaliza Marcus. 

Alper aposta em tecnologia e prevenção para reduzir sinistralidade

Fonte: Alper

A alta taxa de sinistralidade dos planos de saúde é um desafio para o mercado de seguros e, no primeiro semestre, ela fechou em 87,9%, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). De olho no equilíbrio entre custos operacionais e a rentabilidade, a Alper Consultoria e Corretora de Seguros, que tem Benefícios como sua maior unidade de negócio, aposta na tecnologia e na atenção primária. 

Para isso, conta com o Dr. Alper, sua plataforma healthtech que permite o atendimento remoto, em grande escala, com acesso à saúde e atendimento médico 24 horas por dia. Criada em fevereiro de 2020, o app trouxe excelentes resultados logo após seu lançamento por conta do período pandêmico, e ao longo desses anos trouxe ainda mais recursos sempre com foco na prevenção e cuidado à saúde.

Tudo isso para levar ao usuário atendimento médico, psicológico ou com nutricionista de alta qualidade, sem a necessidade de locomoção ou deslocamento até o pronto-socorro. Em 2022, os usuários de plano de saúde no Brasil realizaram em média 1,24 visitas no Pronto Socorro, segundo os dados da ANS. Quando comparamos com a carteira da Alper, esse número é 11% inferior (1,11 visitas por ano).

“Estamos falando de uma economia de R$ 62 milhões em sinistro evitado com mais de 86 mil atendimentos realizados via aplicativo. Essa atitude viabiliza o acesso ao cuidado com a saúde e economiza tempo e dinheiro, do funcionário que não paga nenhuma coparticipação por essa utilização, e para a empresa, além da redução da sinistralidade, existe ainda o cuidado com o colaborador.”, explica André de Barros Martins, Vice-Presidente de Benefícios da Alper.

Hoje, uma consulta em pronto socorro pode custar para o plano de saúde de R$ 282,36 a R$ 480,00, ou seja, o uso de ações educacionais e novas tecnologias podem reduzir o impacto na sinistralidade e também trazer melhorias para o uso inadequado do plano de saúde. 

Apesar do resultado positivo do mercado em geral, planos de saúde registraram lucro líquido de R$ 2 bilhões nos seis primeiros meses deste ano, não são todas as operadoras que estão em situação confortável, segundo dados ANS, e a tendência para o segundo semestre com a redução da taxa de desemprego, retração da inflação e redução de juros, deve fortalecer o setor e trazer mais possibilidades.

Combate às fraudes

Para combater fraudes em solicitações de reembolso de planos de saúde, a companhia faz uso de ações educativas e tecnologia: “empresas com maior engajamento na telemedicina, também possuem a maior redução de utilização no pronto socorro. Quando realizamos o comparativo de utilização entre os períodos de 2019 e 2022, temos os seguintes cenários: a ANS aponta redução de 1,43% na utilização do pronto socorro comparando 2022 x 2019 e, na carteira Alper, temos a redução de 24,49%. Por isso é importante manter campanhas de saúde, de divulgação dos benefícios e de uso consciente do plano de saúde para maior bem-estar dos beneficiários e garantir um bom desempenho financeiro do benefício na empresa”, completa Martins.

Visando solucionar e prestar uma consultoria para assegurar seus clientes, a Alper realiza estudos específicos que demonstram o impacto do uso inadequado do plano de saúde na sinistralidade dos contratos empresariais. Assim consegue criar um benefício eficaz para melhor acesso à saúde, sem desperdício. “A consultoria também é fundamental para a criação de um desenho de benefício eficaz para melhor acesso à saúde, sem desperdício. Um de nossos clientes do ramo fitness que sofria com uso desenfreado de reembolso de exames diminuiu 83% dos gastos, apenas com uma alteração na regra do desenho.

A frequência de utilização permaneceu a mesma, sem prejuízo do uso preventivo, mas com um direcionamento para a rede credenciada da operadora”, conta o executivo. Outros fatores, segundo o Vice-presidente, que fazem a diferença para a prevenção de fraudes, é a Resolução Normativa nº 529 da ANS que passa a obrigar o envio de comprovantes de desembolso aos beneficiários do produto saúde, e a tecnologia implementada para biometria e reconhecimentos faciais, além de informativos e campanhas sobre como realizar corretamente o reembolso.

“A Alper busca sempre soluções para responder com excelência aos desafios dos nossos clientes. Com uso da telemedicina, a média de redução dos gastos assistenciais é de 3%. Outro exemplo é a utilização de BI Health Analytics para entender o comportamento da população e os grupos de risco para direcionamento para programas específicos, que seguem desempenhando um papel crucial na identificação e combate às fraudes, garantindo a integridade do sistema”, detalha Martins.

Além dos listados pelo executivo, a Alper segue atenta em contribuir com o futuro da saúde suplementar, auxiliando as empresas a terem uma gestão estratégica para cuidar da saúde dos seus colaboradores e previsibilidade dos gastos. Por isso, recomenda acompanhamento das internações de alta complexidade, com oferta de segunda opinião médica, que podem trazer melhor qualidade de vida para os benefícios que evitam cirurgias desnecessárias e reduzem os custos com planos de saúde em até 5%; e gestão de atestados e dos casos de afastamentos previdenciários também são importantes para redução dos gastos com pessoal, pois é possível agir em situações e áreas específicas da empresa, diminuindo as despesas com pessoal em 2%, a longo prazo.

Todas as ações em conjunto conseguem diminuir 12% dos gastos assistenciais e, com o auxílio da tecnologia, uso de aplicativos e uma estratégia definida, trazem mais saúde, bem-estar e produtividade para as empresas.

Alper é a TOP 3 na categoria seguros do ranking  


Fonte: Alper

A Alper Consultoria e Corretora de Seguros é a TOP 3 na categoria seguros do ranking 100 Top Open Startups Corps – premiação realizada pela 100 Open Startups, plataforma pioneira e líder em open innovation na América Latina -, e mostra que está sempre na vanguarda, buscando novas maneiras de inovar, trazendo tecnologia ganho de eficiência e escalabilidade para o setor que atua.

“Ser uma das três melhores no setor de seguros é um reflexo do comprometimento da Alper que segue investindo em inovação e tecnologia, por meio da frente de negócios AlperTech que já acelerou 22 startups entre healthtechs, HR Techs, AgTechs e outros”, comemora Gustavo Croitor, Vice-presidente de Marketing, Tecnologia & Inovação e Chief Digital Officer (CDO).

Durante a cerimônia, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, no dia 18, quarta-feira, além o Vice-presidente ao lado de Gabriela Rosati, Diretora de Marketing e Digital, prestigiaram o evento que tem como objetivo reconhecer as 100 corporações que mais praticaram inovação aberta com startups no país no último ano, a partir de dados gerados pelo próprio mercado.

Publicado desde 2016, o Ranking 100 Open Startups mostrou que a contratação de startups por corporações mais do que dobrou no último ano. O volume de contratos de Open Innovation entre Corporações e Startups aumentou de R$ 2,8 bilhões para R$ 6,4 bilhões no período, o que representa um crescimento de 130%. Em 2023, o Ranking registrou mais de 32 mil open startups cadastradas, sendo 4.177 com contratos validados – cerca de 31% mais que as 25 mil cadastradas no ano passado, quando 3.821 tiveram contratos validados.

HDI Seguros lança canal exclusivo no Whatsapp para segurados e corretores 

Fonte: HDI


A HDI Seguros apresenta seu canal exclusivo no Whatsapp voltado para segurados e corretores. Com a nova ferramenta à disposição, a companhia reforça a sua estratégia multicanalidade para atendimento de seu público. O objetivo é proporcionar soluções que gerem uma relação mais fluida, ágil e integrativa de comunicação com a marca.

“Estamos muito orgulhosos em podermos oferecer mais uma opção de ponto de contato entre a HDI e seus segurados e corretores. Trabalhamos constantemente para estreitar ainda mais a relação com nossos stakeholders, a partir de soluções cada vez mais personalizadas e imediatas. O canal da companhia no Whatsapp significa exatamente este cuidado, com atendimento a qualquer hora do dia, sete dias por semana, onde quer que esteja, representando comodidade e segurança”, afirma Paulo Ricardo, VP Comercial e de Marketing.

Neste primeiro momento de lançamento, todo atendimento será voltado para responder dúvidas e irá direcionar os segurados e os corretores para os canais digitais mais adequados para resolver as demandas com rapidez e praticidade. “Apesar da termos lançado a ferramenta essa semana, nós já estamos trabalhando na evolução do canal. Nosso intuito é que em breve possamos oferecer maior interação com recebimento de documentos, por exemplo, para facilitar ainda mais os processos”, completa.

O executivo ainda explica que o canal da HDI Seguros no Whatsapp irá facilitar ainda mais o acesso a informações importantes e garantir uma experiência completa para os clientes da companhia. Para ter acesso à nova ferramenta, basta adicionar o número (11) 99524-8188 à agenda do celular e iniciar a conversa.

Catástrofes naturais causam perdas de US$ 88 bi de janeiro a setembro, segundo AON

As perdas globais seguradas decorrentes de desastres naturais de janeiro a setembro deste ano atingiram pelo menos US$ 88 bilhões, acima da média de US$ 75 bilhões e da mediana de US$ 62 bilhões para o período, de acordo com um relatório divulgado quinta-feira pela corretora de re/seguros Aon Plc.

As perdas seguradas causadas por fortes tempestades nos Estados Unidos ultrapassaram os US$ 50 bilhões pela primeira vez desde que há registo e representaram cerca de 60% de todas as perdas seguradas globais, afirma o relatório.

Houve 32 eventos individuais de perdas seguradas de bilhões de dólares, o maior total anual já registrado, 21 dos quais foram devidos à atividade “implacável” de tempestades severas nos EUA. A Europa viu dois eventos individuais de perdas graves por tempestades de bilhões de dólares, incluindo a Itália.

Já onde a penetração de seguros é menor, as perdas para o setor também recuam. Os terramotos de fevereiro na Turquia e na Síria causaram cerca de US$ 5,7 bilhões em perdas seguradas, enquanto os incêndios florestais de agosto no Havai causaram cerca de US$ 3 bilhões em danos segurados.

Michal Lorinc, chefe do Catastrophe Insight da Aon, comentou no release que nos EUA, cerca de 80% do crescimento das perdas por tempestades severas pode ser explicado pela mudança de exposição ao risco. “Os incêndios florestais e as fortes tempestades foram mais uma vez altamente proeminentes. A pesquisa da Aon revela que ambos estão se tornando cada vez mais caros para as seguradoras, comunidades e governos”.

Seguradoras, países do Mercosul e governo unem-se contra a emergência climática

Fonte: CNseg e Zurich

Os seguros são um tema central na agenda de enfrentamento à emergência climática. A fala de Aloisio Mello, diretor de Políticas Climática do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA), abriu o encontro inédito promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e o MMA, nesta quinta-feira (19), em Brasília. O evento “O Papel Do Setor de Seguros no Enfrentamento à Emergência Climática” reuniu representantes das seguradoras, governo federal e dos países-membros do Mercosul: Argentina, Paraguai e Uruguai.

O setor de seguros tem uma preocupação crescente com os efeitos adversos da mudança do clima. No Brasil, o mercado segurador tem atuado de forma intensa no desenvolvimento de ações para enfrentar as mudanças sentidas no meio ambiente. A diretora de Sustentabilidade e Relações de Consumo da CNseg, Ana Paula de Almeida, contextualiza que o Brasil é a 11ª economia mundial e líder do mercado de seguros na América Latina, “então tem o dever de liderar os debates sobre esse tema, pois sabemos que uma sociedade se torna sustentável quando ela tem um instrumento financeiro como o seguro.”

O diretor de Políticas Climática do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA) informou que tem ficado claro, nas falas do presidente Lula, a importância e a centralidade da agenda climática e a necessidade da atuação no âmbito da mitigação e da adaptação. “Entendemos que o Brasil terá um papel muito relevante até a COP30, que é o de dinamizar um processo de diálogo internacional em torno da ambição dos países para enfrentam a emergência climática”. Uma das ações que contribuirá no alcance desse objetivo é o desenho, até fevereiro de 2024, de dois grandes documentos de estratégia nacional de adaptação e de mitigação, os quais se desdobrarão, até o final do ano que vem, em estratégias setoriais. 

A agenda da mitigação e redução da emissão de gás de efeito estufa, de forma a estabilizar a concentração de gás na atmosfera em um limite que seja tolerável, de acordo com o representante do MMA, é central e não é dissociada à necessidade da atuação na adaptação. “Durante bastante tempo, a adaptação era relacionada às projeções de alterações nas variáveis climáticas que vão ocorrer e em algum momento em 2050 ou 2100. Hoje está muito mais claro e evidente que é uma realidade.”

“A oportunidade de diálogo entre o setor privado de seguros é um iniciativa pioneira e importantíssima para o enfretamento dos desafios climáticos que se apresentam no presente e no futuro. As seguradoras, como gestoras de riscos, têm um papel estratégico, e considerando o conhecimento em modelagem de riscos que o setor possui, podemos ajudar pessoas e empresas a se prepararem na adaptação e resiliência climática. A Zurich, por exemplo, considera em seu planejamento estratégico o tema de cidades resilientes, e temos uma atenção especial para alguns temas relacionados a esse tópico, como o saneamento básico”, afirma Nathalia Abreu, gerente Executiva de Sustentabilidade da seguradora Zurich.

Dados do Ministério de Ciência e Tecnologia, citados por Mello, mostram que nos últimos 60 anos já é observada a alteração nas temperaturas médias em várias regiões do Brasil, em algumas em mais de 3°. Eles observam, já nessa série histórica, de que a precipitação já diminuiu na região Brasil Central, no Nordeste e no Sul. “Ou seja, é uma realidade que de fato se impõe. Precisamos de uma mudança de comportamento para conviver e ganhar resiliência nesse contexto em que os eventos extremos já são o ‘novo normal’.  Se não revertemos essa tendência de aumento da concentração, que é um processo de longo prazo, será um longo normal cada vez mais intenso.”

A realidade do Mercosul é tão desafiadora quanto a brasileira, pois os impactos da mudança do clima já são observados nos países do bloco há bastante tempo, tanto nas áreas urbanas quanto nas áreas rurais. Gisele Beja, diretora de Assuntos Ambientais Internacionais da Direção Nacional de Meio Ambiente (DINAMA) do Uruguai e representante do Subgrupo de Trabalho (SGT) 6, citou que nos últimos três anos o Uruguai experimentou a pior seca que se conhece nos últimos 70 anos e que o prognóstico climático mostra que isto vai repetir cada vez com mais intensidade. “Transpor esses desafios não é apenas responsabilidade do Estado, mas também compete à toda população”.

Beja sinalizou, ainda, a situação suscetível do Uruguai, por conta de sua localização territorial e concentração populacional. “70% da nossa população reside na zona costeira e a maior concentração está nas zonas urbanas. Essa é a população que está mais exposta aos riscos climáticos”. Para o Uruguai, o planejamento da ação climática é fundamental, “pois consiste em como podemos fortalecer a capacidade de adaptação e fomentar as resiliências relacionadas às mudanças climáticas para a população que mais necessita”, ressalta

Complementando a fala da autoridade uruguaia, Martín Illescs, diretor-geral de Projetos e Financiamento Externo e Cooperação do Ministério de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Argentina e representante do SGT-6, citou que a Argentina tem sentido os fenômenos climáticos há ainda mais tempo. “Faz 85 anos que estamos presenciando os impactos das mudanças climáticas no país”. A autoridade destacou que a indústria seguradora tem sido afetada de forma intensa pelo clima e que as autoridades e o setor privado argentinos estão se unindo para o desenvolvimento de ações para combater as mudanças climáticas. 

No decorrer dos debates, a palavra resiliência foi citada inúmeras vezes como uma necessidade do mercado de seguros. O coordenador-geral de Supervisão de Seguros da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Paulo Muller, destacou que a persistência está no DNA da indústria seguradora, pois esta auxilia o empreendimento em atividades que demandam de riscos. 

“O setor segurador é uma indústria base para a economia brasileira e a Susep atua na identificação de obstáculos e na criação de uma agenda que ajude no desenho do país de forma mais Sustentável”, explicou Muller. Nesse sentido, o executivo enumera três papeis que identifica como centrais para a atuação do setor: o primeiro é o de indutor de boas práticas de risco, seguido pelo auxílio ao poder público e, por último, a simetria de conhecimentos. 

Em consonância com  as autoridades presentes no evento, Ana Paula de Almeida destacou que a intenção da Confederação Nacional das Seguradoras é promover discussões abertas para o desenvolvimento de soluções conjuntas com vista em reduzir a exposição da população ao risco. “As seguradoras no Brasil estão contanto com parceiros valiosos para engrenar esses desafios”, reiterou. O evento “O Papel Do Setor de Seguros no Enfrentamento à Emergência Climática – Tendências, Riscos e Oportunidades” contou com cinco painéis e palestra especial de Butch Bacani, programme leader, UN Environment Programme’s Principles for Sustainable Insurance Initiative (da UNEP FI).

Seguradora Zurich lança WhatsApp exclusivo para atendimento ao corretor 

Zurich Seguros - 23/08/2022 - Executivos. Foto: Leonardo Rodrigues

Fonte: Zurich

Um dos pilares da Seguradora Zurich é a confiança na sociedade digital, razão pela qual a companhia tem investido continuamente em serviços que tornem a experiência dos clientes e parceiros de negócios cada vez mais fluida, ágil e descomplicada. O mais recente passo nesse sentido focou em um público que a empresa considera estratégico: o corretor de seguros, que agora pode contar com mais um canal de atendimento.

Por meio do número (11) 2890-2010, os corretores podem acessar via WhatsApp informações como 2ª via de apólices, 2ª via de boleto, detalhes de pagamento e dúvidas frequentes, além de dispor de um atendimento híbrido, com contato inicial via atendente virtual e possibilidade de falar com um atendente humano via chat.  

O serviço está disponível para os seguros de automóvel e residencial, e pode ser acessado a partir do Espaço – Parceiro de Negocios, onde os corretores devem habilitar a ferramenta antes do primeiro uso. “Essa iniciativa vai ao encontro do nosso propósito em ser multicanal, oferecendo diferentes possibilidades de atendimento para que o corretor escolha o seu canal de preferência. Essa ampliação segue uma tendência estabelecida no Brasil, que é o uso maciço do WhatsApp, presente em praticamente 99% dos aparelhos celulares do país”, pontua o diretor executivo de Operações & Tecnologia da Seguradora Zurich, Marcelo Alvalá. 

Segundo o executivo, a implementação do WhatsApp como canal de atendimento para o corretor está relacionada à busca da Zurich pela inovação e faz parte da jornada de digitalização da seguradora.  “Estamos abrindo essa possibilidade para que o parceiro ganhe autonomia e agilidade na resolução das questões rotineiras de seus clientes, também com apoio da assistente virtual da seguradora. 

“Com essa novidade, esperamos agregar praticidade ao dia a dia do corretor, com padronização da comunicação, redução no tempo de resposta e precisão na informação prestada”, diz Alvalá.