Clientes Vida PME da Zurich passam a contar com a aplicativo Livewell 

Fonte: Zurich

Um estilo de vida saudável é aquele que promove a saúde física, mental e emocional de uma pessoa. Isso significa a adoção de hábitos alimentares equilibrados, prática regular de atividades físicas, sono adequado, gerenciamento do estresse e manter relações sociais e emocionais positivas. Adotar novos hábitos, muitas vezes, requer disciplina e comprometimento. E é aí que entra o novo benefício oferecido aos segurados do Zurich Vida Empresa PME, aplicável tanto para novos clientes quanto para as apólices já vigentes. 

Agora, de forma gratuita, os clientes terão acesso ao Livewell, o aplicativo de saúde e bem-estar do Grupo Zurich que ajuda o usuário a ter uma vida mais saudável. “Queremos trazer aos nossos segurados qualidade de vida, incentivo a atividades físicas e de relaxamento”, diz Daniela Cruz, Superintendente de Vida, Previdência e Capitalização da Seguradora Zurich. 
 

Ao fazer uso do aplicativo, o segurado pode monitorar seus hábitos, como o número de passos, horas de sono, minutos de exercício e, também, ganhar pontos por escolhas saudáveis e trocá-los por diversas recompensas.Ao receber um código de acesso no certificado do seu seguro PME, o segurado pode baixar o aplicativo, realizar o login com este código e usufruir dos benefícios disponibilizados na plataforma. 

“O aplicativo permite ainda que o usuário crie suas próprias metas, dá acesso a meditações guiadas, conteúdos e dicas para uma vida mais saudável, além de permitir a participação em campeonatos virtuais, criar times ou entrar na equipe favorita para competir com outros usuários, o que também estabelece conexões entre os colaboradores além do trabalho”, pontua a executiva da Zurich. 

Segundo Daniela, ao oferecer o Zurich Vida PME a seus colaboradores, as empresas podem contar com uma ferramenta importante na melhora da saúde dos mesmos. Na prática, isso se configura como um benefício para ambos, já que o aplicativo promove uma melhor qualidade de vida para os funcionários e ajuda a prevenir eventuais problemas relacionados à saúde no trabalho, como afastamentos e baixa produtividade. 

“Este novo benefício está em linha com a nossa proposta de construir produtos de vida que possam ser utilizados em vida, no dia a dia das pessoas”, conclui a executiva. 

Oportunidade para o corretor 

O Zurich Vida PME é uma boa oportunidade de negócio para o corretor de seguros, que pode aproveitar o novo benefício para ressaltar ainda mais a importância do seguro de vida para as pequenas e médias empresas quando o assunto é retenção e atração de talentos e qualidade de vida dos colaboradores.

No caso do Livewell, vale ressaltar que ele já é usado pelos próprios colaboradores da Zurich: quase 40% baixaram o app e 32% são usuários engajados, utilizando as funcionalidades do aplicativo mensalmente, o que ajuda a comprovar a sua eficácia no acompanhamento contínuo das metas de saúde dos funcionários. 

Daniela lembra que o seguro de vida é uma forma de democratizar a proteção à vida e à saúde dos brasileiros – atualmente, o produto da Zurich conta até mesmo com telemedicina. 

“Pequenas e médias empresas representam a maior parte da economia brasileira, o que é uma oportunidade para o corretor ressaltar a sua importância para a proteção da população. Muitas empresas têm o desafio de entregar propósito, tranquilidade financeira e qualidade de vida para seus funcionários. Então, o seguro de vida é uma solução interessante para as companhias que querem proteger suas pessoas”, conclui Daniela.

Previdência privada: captação líquida de planos cresce 22% até novembro, diz Fenaprevi

Fonte: Fenaprevi 

De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi, o mercado de planos de previdência privada aberta continua em expansão no país. Dados do último relatório produzido pela entidade demonstram que o resultado dos depósitos realizados nesses planos, entre janeiro e novembro de 2023, totalizaram R$ 153 bilhões.

Quando descontados os resgates do mesmo período (que somaram R$ 116,9 bilhões), o resultado final é de R$ 36,1 bilhões em captação líquida, um crescimento de 22,1% em relação aos onze primeiros meses do ano passado.

Ainda sobre os totais arrecadado e resgatado, houve altas de 8,7% e de 5,1%, respectivamente. Ao mesmo tempo, os ativos em previdência privada também aumentaram e atualmente estão em R$ 1,4 trilhão, uma expansão de 13,6% em relação a novembro de 2022.

Mais de 11 milhões de pessoas possuem previdência privada 

O resultado é fruto do esforço de poupança dos pouco mais de 11 milhões de pessoas no país que possuem algum tipo de plano de previdência privada aberta. Desses, 8,8 milhões estão em planos individuais, ou seja, a iniciativa partiu do próprio indivíduo. 

Ao mesmo tempo, já são quase 14 milhões de planos comercializados, sendo somente 2,8 milhões deles planos coletivos, o que revela o enorme potencial de crescimento desta modalidade dado o tamanho do mercado de trabalho nacional.

Cerca de 62% dos planos comercializados são do tipo VGBL

O levantamento também detalha os resultados por tipo de contratação do plano de previdência. A grande maioria, cerca de 62% dos planos comercializados, foram o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), responsáveis pela arrecadação de R$ 139,8 bilhões, o que corresponde a 91,4% do total. 

Outros 22% dos planos comercializados se referem à opção pelo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), os quais somaram R$ 10,4 bilhões e que representam 6,8% do montante captado no período. Já os demais planos contratados foram os Tradicionais (16%) com R$ 2,8 bilhões arrecadados, e responsáveis por, aproximadamente, 1,8% do total.

Tokio Marine vai doar mais de 3 toneladas de alimentos às vítimas das fortes chuvas no interior de SP

Luciana Amaral_Diretora de Pessoas e Planejamento da Tokio Marine Seguradora

Fonte: Tokio

Assim como realizado no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina no ano passado após a passagem do ciclone extratropical, a Tokio Marine se solidariza, mais uma vez, com as vítimas dos fenômenos climáticos ao redor do País. Após as fortes chuvas que ocorreram recentemente no interior de São Paulo, a Seguradora anuncia a doação de 3,7 toneladas de alimentos ao Fundo Social de Solidariedade de Sorocaba e à Secretaria de Assistência Social de Socorro.

Nos últimos meses, a Companhia tem reforçado diversas medidas para minimizar os impactos das fortes chuvas em todo o País. Para Luciana Amaral, Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine, essas ações fazem parte do compromisso da Seguradora com o bem-estar da população. “Temos uma forte preocupação com a comunidade na qual estamos inseridos e, nesse momento de sofrimento, precisamos nos unir como sociedade para levar dignidade a essas pessoas”, afirma a executiva.  

HDI e Liberty Seguros anunciam novo time de executivos à frente das marcas

HDI Liberty Sompo

Fonte: HDI

O Grupo HDI, formado pelas marcas Liberty Seguros e HDI, anunciou o quadro de profissionais que, ao final de 2023, passou a liderar as empresas de forma integrada no Brasil. O novo comitê é formado por pessoas que já atuavam em uma das duas companhias e que, agora, passam a fazer parte de um time unificado.

O novo time e seus respectivos cargos e áreas são:

  • Eduardo Dal Ri, CEO
  • Marcos Machini, vice-presidente Comercial
  • Vagner Guzella, vice-presidente administrativo Financeiro
  • Rafael Ramalho, vice-presidente técnico Auto
  • Igor Di Beo, vice-presidente técnico Não-Auto
  • Vanesa Bustamante, Chief Information Officer
  • Andre Steiner Truzzi, Chief Transformation Officer
  • Marcio Popper Probst, Chief Claims Operations Officer
  • Carlos Savarese, Chief Actuarial Officer
  • Luciane Merli, COO da Fácil Assist
  • Delane Giannetti, Chief Talent Officer
  • Karen Schiavon, Chief Legal & Compliance Officer

Com a compra da Liberty, anunciada em meados de 2023 e aprovada em dezembro, o Grupo HDI passa a ser o segundo maior conglomerado segurador do mercado brasileiro. A empresa oferece hoje uma carteira diversificada, com 25% dela composta por produtos não-auto, além de contar com 32 mil corretores ativos e mais de seis milhões de clientes.

“Temos um time de verdadeiras estrelas à frente da companhia, e isso nos deixa felizes e muito animados com o novo momento do Grupo HDI”, comemora o CEO da empresa, Eduardo Dal Ri. “Trabalharemos duro para manter o bom desempenho conquistado pelas duas seguradoras individualmente e o forte foco em cuidar dos segurados, corretores e parceiros, sempre valorizando as pessoas, que são os maiores responsáveis pelo sucesso do grupo e do mercado como um todo”, observa o executivo.

Fundação SURA abre inscrições para o edital “Cultura Latino-Americana 

Maria Mercedes Barrera SURA Seguros

Fonte: Sura

Como parte da sua contribuição para os países onde está presente com os seus negócios de seguros, pensões, poupanças e investimentos, a SURA mantém um compromisso histórico com a promoção da arte e da cultura na América Latina, por isso a Fundação SURA acaba de anunciar a abertura do seu edital “Cultura Latino-Americana”, que visa criar e dar visibilidade para projetos culturais e artísticos, além de promover cenários adequados para o avanço e projeção de organizações culturais.

A Fundação fornecerá recursos de até US$ 100 mil para acompanhar projetos de duas organizações culturais dos países onde a SURA está presente (México, Colômbia, El Salvador, República Dominicana, Panamá, Brasil, Peru, Chile e Uruguai), por meio de apoio financeiro, intercâmbio de experiências e fortalecimento do setor cultural.A iniciativa é direcionada a escolas de artes, companhias de dança, orquestras, museus, centros culturais, teatros, bibliotecas ou outras organizações que cumpram os requisitos e que desenvolvam constantemente projetos com elementos de identidade e interação com as comunidades.

“Reconhecemos que o apoio às organizações culturais é responsabilidade de todos, seja como cidadãos ou aliados do setor cultural. Por isso, conscientes da necessidade de fortalecer nosso papel no ecossistema cultural da América Latina, lançamos este edital com foco no fortalecimento coletivo da cultura”, afirma Maria Mercedes Barrera, diretora executiva da Fundação SURA na Colômbia.


Quais são os requisitos para participar?

Podem se inscrever organizações que:

• Sejam reconhecidas como entidades ou organizações sem fins lucrativos: associações, fundações, corporações, cooperativas, entre outras.

• Operam com recursos mistos e têm um histórico financeiro apresentado em balanço.

• Influenciam processos de transformação social nos seus territórios e apoiem processos pedagógicos ou educativos.

• Promovam a memória, identidade e/ou expressão de manifestações culturais típicas do território onde estão inseridas.

As organizações interessadas devem inscrever projetos binacionais que unam entidades com presença nos países já mencionados.

Quais projetos se podem candidatar?

• Projetos de criação de produto, obra, conteúdo, serviço ou solução para uma necessidade ou reflexo da comunidade.

• Práticas pedagógicas artísticas e/ou culturais de troca de conhecimento entre comunidades, com componentes de memória e gestão do conhecimento.

• Projetos em que a ideia ou concepção da criação esteja previamente consolidada e participe para fins de sua materialização e produção.

• Iniciativas já desenvolvidas e apresentadas para divulgação em novos cenários ou territórios.

As inscrições estão abertas até 17 de março de 2024 e serão selecionadas 30 organizações culturais e 15 projetos. A divulgação dos finalistas ocorre em abril de 2024 e o regulamento completo está disponível no site da Fundação SURA (site).

Porto abre inscrições para o primeiro Programa de Estágio de 2024 

carolina zwarg PORTO

Fonte: Porto

A Porto abre inscrições para a primeira onda do Programa de Estágio do ano. São 30 vagas para diversas áreas de atuação nas verticais de negócios: Porto Seguro, Porto Saúde, Porto Bank e Porto Serviço. Os estudantes interessados poderão se inscrever até o dia 22 de fevereiro. 

Para se candidatar, é necessário que a pessoa interessada esteja com matrícula vigente em curso de ensino superior com formação prevista entre julho de 2025 e julho de 2026. As oportunidades são para atuação na cidade de São Paulo e a modalidade de trabalho poderá ser no formato presencial ou híbrido (três dias presenciais e dois dias em home office). 

O objetivo do Programa de Estágio da Porto é proporcionar aprendizado e desenvolvimento contínuo na carreira de seus talentos, oferecendo treinamentos, imersões e experiências práticas em projetos reais, a fim de contribuir proativamente com o crescimento profissional. “Tive oportunidades de aprendizado e experiências que não imaginava que teria nesse momento da minha carreira. Me senti incentivado por todos e pude ir muito além”, enfatiza Jonathan Moraes, estagiário da área de TI. 

“Estamos em busca de estudantes que se identificam com a nossa essência de ser um porto seguro para as pessoas e seus sonhos e que tenham visão integrada, criatividade, parceria e vontade de fazer acontecer para crescermos juntos.” comenta Carolina Zwarg, Diretora de Gente e Cultura da Porto.  

Além da trilha de desenvolvimento, a companhia oferece uma ampla gama de benefícios, como bolsa auxílio compatível com o mercado, vale-refeição, vale-transporte, plano de saúde, seguro de vida, Gympass e desconto em produtos e serviços de suas verticais de negócio. 

Em 2023, a Porto foi eleita, pelo segundo ano consecutivo, uma das dez melhores empresas para trabalhar pelo ranking do GTPW – Great Place to Work, na categoria de maiores empresas. 

Na falta dos pais, como funciona o seguro que garante a mensalidade escolar dos filhos? 

Ilan Kajan, corretora Alper

Fonte: Infomoney, por Jamille Niero

O Brasil tem hoje cerca de 16 milhões de estudantes matriculados no ensino privado, de acordo com dados do Censo Escolar 2022 apurados pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). O número considera educação básica e infantil e ensino fundamental e médio.

Boa parte desse número vai se deparar com as mensalidades escolares mais caras em 2024, superando em quase cinco pontos percentuais a inflação prevista para este ano, segundo levantamento da Explorar, empresa de dados do grupo especializado no setor educacional Rabbit. Segundo o levantamento feito com 800 escolas espalhadas por todos os estados do país, as mensalidades das instituições particulares aumentarão acima da inflação, para 9,2%.

De acordo com a consultora financeira Renata Cavalheiro, é importante que os responsáveis pelo pagamento da mensalidade conheçam o seu orçamento doméstico e as fragilidades da sua receita mensal para ter uma melhor compreensão dos impactos de uma parcela na sua saúde financeira. “Principalmente aquelas parcelas que podem durar muito tempo”, diz.

A falta desse responsável – seja por morte, invalidez ou perda do emprego – pode desestabilizar toda uma família e o impacto é muito maior quando acontece com a pessoa que cuida das finanças. Por isso, aponta a consultora financeira, “ter bons produtos financeiros que proporcionem a continuação das atividades familiares como a educação é fundamental”, acrescenta.

Quais são os direitos do aluno com as mensalidades em atraso?

Se ocorrer atrasos ou não pagamento da mensalidade escolar, a instituição de ensino pode adotar sanções legais e administrativas, compatíveis com o Código de Defesa do Consumidor, e com o Código Civil Brasileiro, caso a inadimplência perdure por mais de noventa dias. Por exemplo: pode “negativar” o nome do responsável, ou seja, inclui-lo nos serviços de proteção ao crédito, e protestar o contrato de prestação de serviço. Mas não pode adotar nenhum tipo de penalização pedagógica – como suspender provas ou reter documentos escolares.

“Se esse contrato estiver de acordo com a legislação na cobrança de débitos, o aluno inadimplente não poderá ser exposto ao ridículo, não será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça. A escola não pode impedir o aluno inadimplente de frequentar as aulas nem adotar qualquer outra medida que venha a constranger o educando”, explica Renata Abalém, advogada e diretora jurídica do IDC (Instituto de Defesa do Consumidor e do Contribuinte IDC). Segundo ela, essas normas constam na Lei 9870/1999, que dispõe sobre o valor total das anuidades escolares e assuntos correlatos.

A lei também define que o aluno inadimplente não poderá renovar sua matrícula e poderá perder o vínculo com a instituição, mas um eventual desligamento desse aluno somente poderá ocorrer ao final do ano letivo. A instituição de ensino também não é obrigada a ofertar novas condições de pagamento para os alunos inadimplentes.

Segundo Abalém, a escola que penalizar ilegalmente o estudante pode responder por falha na prestação de serviço. Ela ressalta ainda que a dívida de mensalidade escolar pode prescrever. “Tem um prazo que a escola pode cobrar, que é de cinco anos. A partir desses cinco anos a escola não pode executar essa dívida”, complementa a diretora jurídica do IDC.

E o seguro?

O seguro educacional se apresenta como uma alternativa para auxiliar o custeio das despesas com educação. Neste seguro, o responsável financeiro pelo estudante paga um valor à seguradora em troca de indenização que custeie as mensalidades na ocorrência de alguma das situações listadas (veja mais abaixo) no contrato de seguro.

O pagamento da indenização pode ser realizado diretamente ao estabelecimento de ensino dependendo das coberturas contratadas. As mais comuns são: 

  • Morte;
  • Invalidez permanente por acidente;
  • Incapacidade temporária;
  • Desemprego ou perda de renda;
  • Doenças graves.

A apólice (contrato de seguro) deverá especificar o início e o fim de vigência do seguro – que pode variar entre apenas um ano letivo ou todos os anos de um ciclo de estudo.

Como o seguro educacional está atrelado ao custeio de despesas escolares, cobrindo o pagamento de um número de mensalidades escolares definida no contrato, normalmente as escolas firmam convênios com as seguradoras para oferecer essa modalidade de seguro aos responsáveis financeiros dos seus alunos, geralmente no momento da matrícula.

Foi o que aconteceu com Vitória Abreu, 23, que perdeu o pai aos 9 anos, mas teve garantido o pagamento das mensalidades escolares até o ensino médio graças à contratação do seguro educacional realizada por ele junto à escola. 

Vitória, que hoje já se formou no Ensino Superior, e trabalha na área comercial de uma empresa de tecnologia, conta que a indenização foi importante para a mãe, que não teve que se preocupar com o pagamento da escola na ausência do pai, que era responsável financeiro, além de poder seguir com a educação de qualidade em uma instituição de ensino que ela já conhecia.  

“Além do peso que foi a morte do meu pai, eu não tive que trocar de escola e passar por mais esse trauma. Tem os dois lados, tanto psicológico, quanto financeiro”, diz Vitória. Ela conta que o pai também fez outro seguro, de vida, que a amparou financeiramente quando ela precisou morar no interior paulista para estudar em uma faculdade pública. Formada no ano passado, ela ressalta que a indenização a ajudou a pagar as despesas com aluguel e mercado, por exemplo, no tempo que passou estudando “longe de casa”. “Eu hoje estou num ótimo emprego e tenho certeza de que uma boa parte disso é graças a minha formação educacional”, avalia.

Para Bernardo Castello, da Comissão de Produtos de Risco da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa as seguradoras que operam no segmento, o seguro educacional ainda é pouco trabalhado no país, mas tem um enorme potencial para crescer. Para efeito comparativo, o seguro educacional arrecadou R$ 21,52 milhões em prêmios (valores pagos pelos clientes às seguradoras) de janeiro a novembro de 2023, enquanto a arrecadação do seguro automóvel – o mais popular do país – foi de R$ 50,77 milhões no mesmo período, mais do que o dobro.

Segundo Castello, há um desafio de comunicação para as seguradoras ampliarem a comercialização do produto, ao mostrar os benefícios da proteção proporcionada a um “custo muito baixo”, que corresponde “de 1,5% a 3% do valor da mensalidade”, salienta o executivo. 

Na avaliação do executivo, o principal entrave hoje é o modelo de negócio praticado, uma vez que para ser ofertado aos pais ou outros responsáveis financeiros pelos alunos, o seguro depende de parceria entre as instituições de ensino e as seguradoras, promovida por corretores especializados. Por outro lado, devem ajudar a incrementar essa oferta algumas iniciativas já em andamento no Brasil, considera o representante da Fenaprevi. Entre elas, o Pix Automático, que poderá ajudar a eliminar custos de emissão de boletos mensais, e o Open Insurance, que permitirá a oferta do seguro ao identificar o débito da mensalidade escolar na conta bancária, por exemplo.

De acordo com Ilan Kajan (foto), vice-presidente de Riscos Corporativos e Sinistros na Alper, a corretora tem apostado na oferta do seguro educacional diretamente aos responsáveis financeiros, sem a “intermediação” da escola, como um caminho para ampliar as vendas do segmento. Ele conta que, hoje, esse produto de adesão “facultativa” acaba tendo “mais visibilidade e aderência em escolas de alto padrão, porque o responsável financeiro tem mais clareza do funcionamento do seguro”. 

Kajan avalia que para a Classe C, por exemplo, é uma proteção com um “apelo gigantesco” em teoria, já que o impacto da falta do responsável financeiro é maior em um cenário de mensalidades escolares mais altas. Contudo, “falta clareza” ao consumidor sobre os benefícios do seguro nos momentos de aperto ou mesmo perda da renda. “Acaba que tem baixa adesão e alto índice de cancelamento, porque dentro da hierarquia das despesas dele, [o seguro facultativo] é um dos que vai cair primeiro, ele vai preferir consertar a moto ou pagar uma conta”, pontua o executivo da Alper.

Ilan reforça que é uma boa alternativa no caso de desemprego, já que o seguro banca a mensalidade por um período (geralmente 3 ou 6 meses), dando tempo para a recolocação profissional do responsável pelas contas da casa. Mas não é um seguro atrelado ao crédito, “que cobre a inadimplência pura” do segurado, porque depende do “fato gerador” para ser acionado – neste caso, a perda do emprego.

Corretor responde por 80% da venda de seguros no país: como a tecnologia tem mudado a profissão? 

boris ber Sincor-SP

Fonte: Infomoney, por Gilmara Santos

O Brasil tem o registro de quase 125 mil corretores de seguros cadastrados na Susep (Superintendência de Seguros Privados), que juntos respondem por cerca de 80% da venda de apólices (contratos de seguros) em todo o país. Principal força de venda de seguros, os profissionais estão se adaptando às novas tecnologias para garantir sua participação no mercado e facilitar o próprio trabalho, que passa a ser cada vez mais consultivo.

Recentemente, por exemplo, a Baeta Assessoria lançou o SeguroGPT com o objetivo de facilitar e agilizar suas vendas e obter informações sobre seguros em tempo real. “É como se o corretor tivesse ao seu lado um especialista capaz de responder sobre qualquer tema relativo a seguro durante 24 horas”, explica João Arthur Baeta Neves, CEO da Segbox e diretor da Baeta Assessoria.

“Neste novo cenário de mudanças de hábitos de consumo, internet das coisas e inteligência artificial, há novos desafios para o corretor, que tem que informatizar a sua corretora, aprender a lidar com funil de vendas e usar as ferramentas que as seguradoras oferecem para ajudá-lo iniciar, sem nenhum investimento, a digitalização e o marketing”, considera Boris Ber, presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo).

Para especialistas, o papel do corretor no mercado de seguros se mantém consolidado. “A tecnologia não substitui, ela vem para potencializar as relações”, acentua Luiz Arruda, vice-presidente comercial, marketing, dados e clientes da Porto. Na avaliação dos experts deste mercado, o profissional terá função mais consultiva do que apenas a de vender um produto. “A tecnologia é uma importante aliada do nosso trabalho, mas o papel do consultor segue sendo essencial”, avalia Paulo Grillo, diretor de seguros pessoais e do VC+Seguro, da Alper Corretora de Seguros.

Ele cita o caso do seguro residencial. É importante que o cliente, ao lado de um corretor, avalie a real necessidade da apólice. Se o contratante mora em apartamento, não precisa de cobertura para telhado, por exemplo. “Tivemos o caso de um cliente que estava contratando o seguro residencial para o seu apartamento no valor total do imóvel. Explicamos que não fazia sentido porque o seguro não pagaria uma reconstrução. Isso é responsabilidade do seguro do condomínio. Então, fizemos uma análise do que ele realmente precisava e o valor do seguro ficou bem mais barato”, lembra Grilo.

A cultura do seguro ainda é pouco difundida entre os brasileiros, e o corretor tem o papel de ajudar a disseminá-la. “Menos de 25% da frota de veículos no Brasil é segurada, apenas 17% das residências contam com uma apólice e 7% dos brasileiros contrataram o seguro de vida”, salienta Edson Franco, CEO da Zurich, destacando o potencial de crescimento do setor. Ele diz acreditar que a tecnologia pode facilitar a atuação dos corretores de seguro. Para ele, não existe ameaça ao papel do corretor, pois ele é parte da cultura do setor. 

“Temos de começar a olhar para o corretor como um consultor que tem o conhecimento técnico e sabe o momento adequado para apresentar o produto aos seus clientes. Ninguém conhece melhor o cliente do que o corretor e somente ele pode nos ajudar a criar produtos personalizados”, diz Ivan Gontijo, presidente do grupo Bradesco Seguros.

Quem é o corretor brasileiro?

De acordo com o ‘Painel Corretor de Seguros’, da Susep, o Brasil conta com 124.612 profissionais ativos, sendo que 57,37% atuam como pessoas físicas. Deste universo, a maioria (54,5%) tem entre 35 e 54 anos de idade. 

Na outra ponta, o menor percentual está entre os mais jovens, sendo que corretores com faixa etária entre 25 e 34 anos representam apenas 12,4% dos profissionais ativos. Segundo Diego Rocha, coordenador do curso ‘certificação em aceleração digital para corretores de seguros’, da Escola de Negócios e Seguros, a pouca quantidade de profissionais mais jovens não é negativa.

Ela sinaliza, porém, a necessidade de uma maior renovação do quadro geral, principalmente com o novo perfil de consumidores de seguros, que busca cada vez mais experiências digitais e produtos personalizados em seus atendimentos.

Em relação à formação, os dados mostram que 62,02% dos corretores registrados possuem nível superior completo. “Quanto mais corretores especializados, mais seguros serão vendidos e pessoas protegidas”, considera Rocha.

Brasilprev renova parceria com o Projeto Jovens Talentos Finanças

Angela assis ceo brasilprev

Fonte: Brasilprev

Criar um ciclo virtuoso, proporcionando a jovens no final da graduação ou recém-graduados oriundos das classes menos favorecidas as mesmas chances que os de classe média e alta têm para competir pelas melhores posições do mercado de trabalho na área de finanças. Este é o propósito do projeto Jovens Talentos Finanças – Investindo na Redução da Desigualdade Social, que teve a primeira edição em 2021 e está com as inscrições abertas para ª sua quarta edição, neste ano de 2024.

Aos interessados, basta acessar o site https://www.jovenstalentosfinancas.com.br para todas as informações, bem como inscrições no projeto.

A iniciativa tem a marca da inclusão, já que são elegíveis às bolsas de estudo jovens vindos das camadas populacionais em estado de vulnerabilidade social, com atenção preferencial a pretos, pardos, PcDs e mulheres, tendo em vista que a área de Finanças é muito pouco diversa.

Apoio de uma empresa também inclusiva

Líder e especialista no mercado brasileiro de previdência privada, com mais de R$ 390 bilhões de ativos sob gestão e carteira de clientes que ultrapassa 2,6 milhões, a Brasilprev está apoiando pelo 3º ano consecutivo o projeto Jovens Talentos Finanças, patrocinando cinco das 20 vagas disponíveis. 

“Educação financeira é uma das nossas prioridades, tanto que faz parte das estratégias ASG da companhia”, comenta a presidente da Brasilprev, Ângela Assis. “Nesse contexto, é natural renovar e ampliar o apoio a uma iniciativa que tem dado oportunidade de desenvolvimento a jovens por meio de um curso de pós-graduação de ponta, com conteúdo programático robusto”.

Formação e acesso qualificados

Desde que foi concebido pelo Prof. Carlos Heitor Campani, professor, pesquisador, consultor e autor nas áreas de investimentos, previdência, finanças pessoais e finanças corporativas, o Jovens Talentos Finanças formou 44 profissionais, com uma marca bastante positiva: ao final da formação, que leva cerca de 10 meses, 100% dos jovens talentos estavam devidamente posicionados e atuando no mercado de trabalho de Finanças.

Como carro-chefe do projeto, o jovem talento recebe uma bolsa integral no curso de Formação em Finanças da Iluminus – Academia de Finanças, que conta com mais de 160 horas de aulas ao vivo e aos sábados. Tanto a inscrição quanto a seleção acontecem nesse mês de janeiro e se estendem até a primeira semana de fevereiro. Já o término das atividades de formação e qualificação é em dezembro. No período, os participantes têm acesso a: 

  • Um curso de Formação em Finanças na Iluminus – Academia de Finanças com mais de 160 horas de duração, assim como um curso de 18 horas de Phyton aplicado a Finanças,  mentoria e monitoria semanal.
  • Leitura de livros não acadêmicos, ciclo de palestras com profissionais renomados do mercado financeiro e participação no “Constellation Challenge“.
  • Plataforma de dados e informações financeiras oferecida pela Quantum Finance, assim como a um banco especial de relatórios de análises oferecido pela Eleven Financial Research.
  • Mais de 18 horas de cursos online de finanças na plataforma Udemy, curso de Outplacement da Fox Human Capital para jovens em início de carreira no mercado de Finanças, além de networking e projetos especiais.

Educbank e Icatu se unem para ampliar oferta de seguro escolar na educação básica 

Guilherme Hinrichsen Icatu

Fonte: Educbank

O Educbank, ecossistema financeiro de educação básica na América Latina, se uniu à Icatu Seguros para o lançamento do “Seguro escolar Educbank”, produto que prevê ampliar a oferta de proteção financeira em toda a comunidade educacional privada do país, atendendo tanto alunos quanto professores, funcionários e famílias.  

Inspirado no ‘Seguro Nota 10’, lançado pela Icatu em 2019, o produto tem como diferencial o atendimento integral das instituições de ensino. Além de garantir que o estudante terá o ensino assegurado em caso de perda de renda ou de falecimento do responsável legal, o seguro prevê também a indenização em casos de Invalidez Permanente Total por Acidente e o atendimento (hospitalar e odontológico) no caso de acidentes dos estudantes, professores e demais funcionários das escolas. 

“Dentro do nosso ecossistema financeiro, sempre buscamos oferecer os produtos mais completos e cuja necessidade das escolas sejam atendidas por inteiro. A parceria com a Icatu apenas reforça esse nosso compromisso e evidencia que o nosso maior ativo é sermos obcecados pelo sucesso das nossas escolas”, diz Caio Noronha, cofundador e CEO do Educbank. 

O Seguro escolar Educbank foi personalizado para o atendimento integral das instituições de ensino e cobre desde MEIs (Microempreendedor Individual) até funcionários CLT e profissionais liberais e autônomos, o que representa uma evolução em relação a outros produtos do mercado, com coberturas restritas às famílias e responsáveis financeiros que perdem empregos em regime CLT.

“Momentos difíceis podem atingir qualquer um, sejam eles por demissões, acidentes ou perda do provedor familiar, e podem levar a decisões complicadas, como a retirada de alunos das escolas. Criamos esse seguro justamente para garantir proteção e tranquilidade nestes momentos inesperados. Nosso objetivo é um só: garantir que os estudantes concentrem suas energias no processo educacional ao mesmo tempo em que zelamos pelo bem-estar financeiro dos responsáveis, professores, funcionários e da escola como um todo. Essa é uma proteção completa”, afirma Guilherme Hinrichsen (foto), Vice-Presidente Comercial da Icatu. 

Maior proteção para a comunidade escolar

Para os casos de perda de emprego e perda de renda por incapacidade física temporária, o novo produto cobre o dobro de tempo (6 meses) em comparação aos demais seguros do setor (3 meses). Em casos de falecimento do responsável financeiro, ao invés de cobrir somente o restante do ano letivo como os demais produtos do mercado, o Seguro escolar Educbank permite três opções às escolas: tanto a garantia dos estudos até o fim do ano letivo, como também até o fim do ciclo escolar atual do estudante ou até o fim de todos os ciclos (ensino médio).

Mauricio Neves, Diretor da Veritas – uma das companhias parceiras na distribuição do Seguro Nota 10 – destaca que o produto agrega muito valor às instituições de ensino. “Garantimos que a escola trabalhe com tranquilidade e se que concentre no essencial, que é oferecer educação de qualidade. Vemos que o seguro tende a ser um diferencial para a decisão dos pais e responsáveis na escolha de uma escola”, destaca. 

Entre os benefícios para as escolas está a possibilidade de fidelização e atração de mais famílias por um baixo custo, além de processos automatizados, central de atendimento exclusiva, apoio na comunicação aos responsáveis financeiros e segurança contra imprevistos de estudantes e funcionários. A parceria prevê a Icatu como provedora do serviço e a startup bem-te-vi seguros como a corretora responsável pela operacionalização, atendimento e gestão de sinistros.

“Agora conseguimos potencializar ainda mais as escolas, diminuindo a evasão de alunos, aumentando a probabilidade de renovação, atração e fidelização das famílias, além de permitir segurança aos estudantes de que não terão o ensino descontinuado em razão de imprevistos e os responsáveis financeiros poderão ser menos impactados pelas oscilações do mercado de trabalho”, conclui Danilo Costa, fundador e presidente do conselho de administração do Educbank.