Serasa amplia acesso a seguros de proteção pessoal com a inclusão do Bolsa Protegida em seu portfólio

A Serasa amplia o acesso a seguros de proteção pessoal com a inclusão do Bolsa Protegida em seu portfólio. O seguro já está disponível no aplicativo da Serasa e foi desenvolvido em parceria com a Tokio Marine. A solução oferece cobertura para roubo, subtração com rompimento de obstáculo – quando o bem é levado após a quebra, arrombamento ou destruição de algo que protegia o objeto – ou coação envolvendo a bolsa e pertences pessoais, além de proteção contra fraudes em transações financeiras realizadas por meio de cartões e canais eletrônicos.

A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla da Serasa de estimular a cultura de seguros no Brasil, atuando de forma complementar ao trabalho de Corretores e Seguradoras, com foco na ampliação do mercado e na entrada de novos consumidores em soluções de proteção.

O Bolsa Protegida combina cobertura para pertences pessoais com proteção contra fraudes financeiras, reunindo em uma única apólice salvaguardas voltadas a situações comuns do cotidiano urbano. O seguro cobre roubos e subtração com rompimento de obstáculo, além de transações não reconhecidas, compras ou saques sob coação e movimentações financeiras indevidas realizadas por meio de aplicativos, como transferências, Pix, pagamento de boletos e recargas de celular.

“Quando um celular é roubado, não é apenas o bem material que se perde. Em muitos casos, o episódio marca o início de tentativas de fraude, uso indevido de cartões e acesso não autorizado a aplicativos financeiros”, afirma Thais Pfeiffer, Diretora de Finanças e Seguros na Serasa. “Ao disponibilizar o Bolsa Protegida em nosso aplicativo, ampliamos o acesso a uma solução que combina proteção de bens e defesa financeira em um único produto.”

Além das coberturas financeiras, o seguro também oferece serviços de assistência em casos de atos violentos, como orientação jurídica, apoio para reposição de documentos, envio de chaveiro e auxílio emergencial, válidos em todo o território nacional, desde que a ocorrência seja registrada em Boletim de Ocorrência.

“Os mecanismos de segurança evoluíram significativamente nos últimos anos, mas grande parte dos prejuízos ainda começa na subtração de um aparelho ou na coação sofrida pelo consumidor”, afirma Thais Pfeiffer, Diretora de Finanças e Seguros na Serasa. “O Bolsa Protegida adiciona uma camada relevante de defesa ao reunir ressarcimento de bens, proteção contra fraudes e serviços de assistência.”

Com sua inclusão no portfólio da Serasa, o Bolsa Protegida passa a compor uma oferta crescente de soluções de proteção pessoal e financeira. A Serasa mantém planos de evolução contínua da plataforma, com a ampliação de coberturas, funcionalidades e a entrada de novas Seguradoras parceiras.

“Essa expansão reforça nosso propósito de construir um ecossistema de confiança que gere valor para Seguradoras, Corretores e Consumidores. Ao ampliar o acesso a proteção, reforçamos o nosso compromisso com o desenvolvimento do Mercado Segurador, contribuindo para a expansão da base de segurados no país e para o fortalecimento do ecossistema como um todo.”, conclui Thais Pfeiffer.

HDI Seguros está entre as empresas mais inovadoras pelo projeto de integração do Salesforce

A HDI Seguros foi reconhecida pelo IT Fórum como uma das empresas selecionadas para o prêmio As 100+ Inovadoras no Uso de TI, com destaque para seu projeto de integração do Salesforce. O ranking final será divulgado em março.

O reconhecimento destaca iniciativas que utilizam a tecnologia de forma estratégica para gerar impacto real nos negócios. No caso da HDI, o projeto implementa uma plataforma única que integra todos os canais de relacionamento, oferecendo visão 360º da jornada do cliente.

“A Integração Salesforce representa uma transformação estrutural na forma como a HDI se relaciona com clientes, corretores e parceiros. Ao unificar canais, dados e processos em uma única plataforma, conseguimos avançar simultaneamente em eficiência operacional, experiência e sustentabilidade do negócio”, afirma Vanesa Bustamante, CIO do Grupo HDI.

Tecnologia aplicada à eficiência e à experiência

A iniciativa substitui estruturas fragmentadas por processos padronizados e integrados, com ganhos diretos em produtividade, redução de retrabalho e maior capacidade analítica. Entre os principais avanços estão a unificação de múltiplas instâncias do Salesforce, o descomissionamento de sistemas legados, a migração dos canais de chat para o ambiente nativo da plataforma, além do uso de automações, bots e recursos de autosserviço.

A implementação de dashboards e relatórios amplia a visibilidade da operação e fortalece a tomada de decisão baseada em dados. “Desde o início, nosso papel foi garantir que a tecnologia fosse um meio para viabilizar a estratégia de negócios. Construímos uma arquitetura robusta, escalável e preparada para evoluir, inclusive para a adoção de inteligência artificial e novos modelos digitais”, complementa Vanesa.

Plataforma evolutiva e alinhamento regulatório

Além dos ganhos operacionais, o projeto antecipa exigências regulatórias do setor, com processos já alinhados às demandas da Susep previstas para 2026, incluindo a estruturação da Base de Dados de Reclamações (BDR). Concebido como uma plataforma evolutiva, o Salesforce Unificado prevê próximos passos como a ampliação do uso de automação e autosserviço, integração com soluções de IA generativa, evolução contínua da camada analítica e expansão para novas jornadas, produtos e canais.

“O reconhecimento do IT Forum reforça nossa visão de que inovação precisa gerar valor concreto. A TI no Grupo HDI atua como parceira estratégica do negócio, conectando tecnologia, governança e resultados de longo prazo”, finaliza a executiva.

Coface aponta resiliência da economia dos EUA e projeta ciclo de juros mais cauteloso na América Latina em 2026

A economia dos Estados Unidos segue em trajetória de crescimento em 2026, sustentada pelo consumo das famílias de maior renda, pelo mercado acionário aquecido e pelo forte ciclo de investimentos em tecnologia e infraestrutura ligada à inteligência artificial. Ao mesmo tempo, a América Latina deve conviver com juros elevados por mais tempo, crescimento moderado e desafios persistentes para o crédito. A avaliação foi apresentada no webinar “Um ano de Trumpnomics”, promovido pela Coface, com os economistas Marcos Carias, responsável pela análise da América do Norte, e Patricia Krause, economista-chefe para a América Latina.

Segundo Carias, a Coface projeta crescimento de 2,2% do PIB dos EUA em 2026, com possibilidade de revisão para cima, diante de dados recentes mais fortes do que o esperado. O consumo segue como principal motor da atividade, impulsionado pelo chamado efeito riqueza: os 20% mais ricos da população americana respondem por 50% a 60% do consumo total, beneficiados pela valorização do mercado acionário.

“O consumo nos Estados Unidos é altamente concentrado nas famílias de maior renda, que têm maior exposição ao mercado acionário. Com a valorização dos ativos financeiros, esse grupo segue sustentando a demanda, mesmo em um ambiente de juros elevados”, afirmou Marcos Carias, economista da Coface para a América do Norte.

No campo inflacionário, embora o impacto das tarifas tenha sido menor do que o inicialmente temido, a pressão permanece presente. A inflação ao consumidor está em 2,7%, acima da meta de 2% do Federal Reserve, com expectativa de reaceleração para perto de 3% nos próximos meses. Os dados apresentados no webinar indicam que as tarifas vêm sendo majoritariamente absorvidas pelas empresas americanas, pressionando margens.

“Os dados mostram que os exportadores não estão reduzindo preços para o mercado americano. O ajuste está acontecendo dentro da própria economia dos EUA, com empresas absorvendo parte das tarifas nas margens”, explicou Carias.

Diante desse cenário, o Federal Reserve manteve os juros estáveis, e o mercado projeta até dois cortes ao longo de 2026, condicionados à trajetória da inflação.

“Se a economia continuar rodando forte, o Fed pode ter menos espaço para cortar juros. Isso afeta diretamente setores mais sensíveis ao crédito, como construção e empresas mais alavancadas”, acrescentou o economista.

América Latina: crescimento moderado e política monetária desigual

Na avaliação de Patricia Krause, a América Latina deve crescer 2,3% em 2026, ritmo semelhante ao de 2025 (2,2%), mas com desempenho bastante heterogêneo entre os países. A região segue exposta à política comercial dos Estados Unidos, que ampliou tarifas sobre setores como aço e alumínio, além da introdução de uma tarifa-base de 10% aplicada à maioria dos países latino-americanos. Já o México segue exposto e à incerteza sobre a revisão do acordo comercial com os Estados Unidos em 2026.

“Apesar do aumento das tarifas e de um ambiente externo mais desafiador, as exportações latino-americanas mostraram resiliência, em parte pela diversificação de mercados e pelo redirecionamento de fluxos comerciais”, destacou Krause.

No Brasil, a inflação encerrou 2025 dentro da banda de tolerância e a Coface projeta início do ciclo de corte de juros em março de 2026, após a Selic ter sido mantida em 15% ao ano. A expectativa é que a taxa encerre este ano em 12,25%, ainda em patamar elevado. Nesse contexto, a Coface projeta crescimento do PIB brasileiro de cerca de 1,9% em 2026, em desaceleração em relação aos anos anteriores, refletindo o impacto prolongado dos juros altos sobre consumo, crédito e investimento.

“No Brasil, o início do ciclo de flexibilização monetária deve ser cauteloso. Mesmo com a inflação recuando, os juros seguirão elevados por mais tempo, o que limita uma retomada mais forte da atividade”, avaliou a economista-chefe da Coface para a América Latina.

A Argentina, por sua vez, apresentou queda relevante da inflação — de 284% em abril de 2024 para 31,5% ao fim de 2025 — com expectativa de recuo para 20% em 2026 e 13% em 2027. Segundo a Coface, o país deve registrar crescimento do PIB de 3,4% em 2026, acima da média da América Latina, impulsionado por uma melhora no consumo das famílias decorrente da desaceleração inflacionária. Além disso, os investimentos tendem a ser estimulados por uma melhora no ambiente de negócios.

“O cenário para 2026 combina crescimento, mas com riscos relevantes. Juros ainda elevados, incertezas comerciais e uma recuperação desigual entre setores exigem das empresas uma gestão mais rigorosa de crédito, liquidez e exposição a riscos, especialmente em economias mais sensíveis ao ciclo financeiro”, concluiu Patricia Krause.

Bradesco Seguros reforça educação financeira com game interativo

Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.
Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

Aprender sobre dinheiro pode ser simples. Essa é a proposta de Multiplique-me: Educação Financeira para Transformar Histórias, um curso interativo disponível no Espaço Universeg, que permite o download de um jogo de tabuleiro para aplicar o conhecimento. A iniciativa convida o público a refletir sobre escolhas e comportamentos que impactam a vida financeira ao longo do tempo, utilizando um game para esse momento de aprendizado. 

O curso faz parte de um conjunto de conteúdos de educação financeira oferecidos pelo Espaço Universeg. A plataforma, que oferece acesso gratuito aos materiais também disponibiliza cursos como a trilha Introdução à Matemática Financeira e o podcast Espaço Cast – Previdência Privada, além de dicas práticas para melhorar a organização das finanças pessoais. 

“A promoção da educação financeira é um compromisso que assumimos para apoiar escolhas mais conscientes e sustentáveis ao longo da vida. Em um cenário de crescente longevidade e transformações demográficas, fomentar o planejamento financeiro de longo prazo deixa de ser uma recomendação e passa a ser uma responsabilidade social”, destaca Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria. 

O Espaço Universeg conta com mais de 150 conteúdos voltados ao desenvolvimento pessoal e profissional, atendendo desde iniciantes até quem busca aprofundamento técnico. O acesso é gratuito, por meio do site: https://www.espacouniverseg.com.br.

Zurich e Zurich Santander anunciam R$ 2 milhões destinados a Fundo de Catástrofes para 2026

As seguradoras Zurich Seguros, do Grupo Zurich, e a Zurich Santander, joint-venture fruto da parceria entre o Grupo Zurich e o Banco Santander, acabam de anunciar, por mais um ano, a destinação de mais R$ 2 milhões ao Fundo de Catástrofes para 2026, iniciativa voltada ao apoio da população brasileira em situação de vulnerabilidade em função de desastres climáticos e situações de calamidade pública.

O fundo, criado e mantido pelas seguradoras em parceria com o Movimento União BR e o Instituto da Criança, estabeleceu um modelo inovador de investimento social privado para resposta rápida e estruturada a desastres naturais no Brasil. Em 6 anos, a iniciativa já destinou mais de R$ 20 milhões e beneficiou 550 mil pessoas de todas as regiões do país, oferecendo ajuda emergencial imediata e apoio à reconstrução de comunidades.

O diferencial do Fundo não está só no volume aportado, mas no desenho pioneiro do mecanismo. Com conta exclusiva, processos decisórios pré-autorizados e execução em parceria com organizações sociais especializadas, o modelo permite que o auxílio privado chegue rapidamente a quem mais precisa – a liberação de recursos ocorre em apenas 3 a 5 dias úteis, enquanto o padrão em grandes empresas pode variar de 20 a 90 dias.

“Quando ocorre um desastre, como enchentes, secas ou crises humanitárias, as comunidades atingidas não podem esperar. Muitas vezes, há necessidade dos itens mais básicos, desde água e alimentos até atendimento de saúde, e essas necessidades precisam ser identificadas e sanadas com agilidade” explica Nathalia Abreu, gerente de Sustentabilidade da Zurich Seguros. “Esse é o propósito do Fundo: organizar o investimento privado e responder com velocidade e consistência a crises climáticas e humanitárias, cada vez mais recorrentes no país, apoiando famílias que perderam tudo, e ajudando na reconstrução de estruturas que sustentam o futuro das comunidades”, afirma.

O funcionamento do Fundo

O Fundo de Catástrofe nasceu oficialmente em 2022, mas sua origem remonta a 2019, quando a Zurich começou a atuar de forma sistemática no apoio a comunidades afetadas por desastres no Brasil. Na época, a companhia esteve presente em crises como o rompimento da barragem de Brumadinho, a pandemia de Covid-19 e eventos climáticos extremos como enchentes, secas e incêndios.

Em 2022, o Fundo foi oficializado como uma iniciativa recorrente com recursos pré-estabelecidos, funcionando a partir da atuação integrada de seus parceiros. A Zurich Seguros e a Zurich Santander são as mantenedoras do fundo, reforçando a importância de associar a atuação empresarial a impactos concretos para a sociedade.

“Acreditamos que a resposta às crises sociais e ambientais deve estar no centro da estratégia das empresas, e como seguradoras, temos a oportunidade de ir além da indenização, conectando nossa atuação empresarial a um impacto positivo direto na vida das pessoas, especialmente aquelas que estão em situação de maior vulnerabilidade social”, afirma Natalia Moreira, gerente sênior de Sustentabilidade da Zurich Santander.

Já o Movimento União BR atua diretamente na execução das ações de campo, desde o mapeamento de necessidades até a entrega de itens de auxílio. “Nas tragédias climáticas, somos os primeiros a chegar e os últimos a sair. O Fundo de Catástrofe tem sido essencial para ampliar nossa capacidade de agir com rapidez e eficiência desde o dia zero de uma crise”, explica Tatiana Monteiro de Barros, presidente da organização. “Juntos, conseguimos oferecer o socorro imediato necessário e deixar um legado positivo para as regiões afetadas”, conclui.

O Instituto da Criança, por sua vez, assegura a gestão social do Fundo com conformidade e transparência. “O Fundo mostra como o investimento social privado pode ser estruturado com governança, transparência e resultados mensuráveis. Conectamos a Zurich e a Zurich Santander a causas de alto impacto, garantindo que cada recurso seja aplicado com responsabilidade e gere transformação real”, afirma Pedro Werneck, Cofundador e Presidente do Instituto da Criança.

A gestão inovadora do fundo rendeu às instituições até mesmo um reconhecimento internacional: em julho de 2025, o Fundo de Catástrofes foi premiado no BRICS Solutions Awards na categoria Innovative Financing for Sustainability, em Fórum Empresarial que precedeu o encontro da cúpula dos chefes de Estado dos BRICS no Brasil. A premiação destacou soluções escaláveis de impacto social e ambiental, consolidando o modelo brasileiro como referência global de resposta privada a desastres climáticos.

Acionamentos recentes

Entre os casos mais emblemáticos de atuação do fundo está o apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, tanto em 2024 quanto em 2025, em doações que totalizaram mais de R$ 1 milhão em kits emergenciais, incluindo alimentos, água, colchões, mantas e itens de higiene, além do suporte a abrigos comunitários em áreas de difícil acesso.

Em 2025, um dos últimos aportes do fundo ocorreu após a recente destruição provocada por um ciclone extratropical no Paraná, com mais de R$ 250 mil doados para instalação de uma unidade móvel de saúde (junto a outros parceiros) e aquisição de refeições para apoio a quase 20 mil pessoas atingidas nos municípios de Rio Bonito do Iguaçu, Laranjeiras, Quatiguá, Irati e Santo Inácio do Iguaçu, além da região metropolitana de Curitiba.

No mesmo ano, o fundo já havia sido ativado em Pernambuco, para a aquisição de cestas básicas, visando apoiar a população em função da estiagem prolongada que atinge os municípios do sertão do estado e tem causado sérios impactos sociais e econômicos à população da região. Também foram destinados R$ 420 mil para atender quase 20 mil pessoas atingidas por cheias no Amazonas e mais de 33 mil indígenas Yanomamis, com ações articuladas com parceiros locais para oferecer logística e assistência humanitária. O Rio Grande do Sul também recebeu contribuições – embora não na mesma proporção do ano anterior, o estado continuou sofrendo com as enchentes decorrentes das chuvas.

Bradesco Seguros lança clipe da versão exclusiva da música ‘You’ve Got a Friend’

Bradesco Seguros

A canção responsável por embalar a campanha ‘A Descoberta’ do Grupo Bradesco Seguros, ‘You’ve Got a Friend’, clássico da compositora norte-americana CaroleKinge famosa pela gravação de James Taylor, acaba de ganhar um videoclipe exclusivo na voz da cantora Manda.

A mensagem de afeto e conexão da campanha reforça o posicionamento da companhia como parceira em todos os momentos, embalada pela icônica música, que traduz a importância da empatia e o papel da amizade. “Poder ressignificar a nossa campanha por meio de um videoclipe é uma experiência sensacional para a nossa marca. ‘You’ve Got a Friend’ sempre será um sucesso e combinou perfeitamente com a mensagem que gostaríamos de passar para celebrar a chegada de 2026”, destaca Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Superintendente Sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

Com produção da Musickeria para a AlmapBBDO, as gravações ocorreram no recém-inaugurado Teatro YouTube, em São Paulo. O videoclipe dialoga com trechos do filme ‘A Descoberta’, o que torna a experiência mais próxima ao público.

Com essa nova gravação, o Grupo Bradesco Seguros repete a dobradinha de sucesso com a Musickeria, que também produziu a trilha sonora da campanha ‘A Busca’ de 2024, com o clássico ‘Over the Rainbow’, na voz de Camilla Marotti.

Zurich implementa programa para integrar segurança de software e reduz vulnerabilidades digitais

A Zurich implementa a iniciativa SHIFT LEFT 360°– Cloud, Code & Culture, um projeto interno voltado a integrar segurança da informação ao ciclo de desenvolvimento e ao processo decisório da companhia. O programa atua como vetor de transformação cultural: conecta risco técnico a indicadores de negócio, orienta priorização, reduz decisões de bypass sem contexto e antecipa riscos desde fases iniciais dos produtos digitais. 

“Mais do que uma iniciativa tecnológica, estamos fortalecendo a governança, antecipando riscos e criando uma cultura em que decisões de negócio e decisões técnicas caminham juntas para garantir resiliência e confiabilidade no longo prazo”, afirma Zilea Barrilari, diretora de Tecnologia de Informação da Zurich Seguros. 

Desenvolvido com apoio da Veracode, parceira tecnológica em segurança de aplicações, o case buscou mudar a forma como a companhia lida com riscos cibernéticos, deixando de atuar apenas de forma corretiva e passando a prevenir falhas ainda na fase de desenvolvimento dos sistemas. 

A estratégia promoveu a capacitação contínua de desenvolvedores, lideranças, product managers e product owners ao longo de um ano, com encontros mensais teóricos e práticos. O programa corporativo teve como foco ampliar o conhecimento em segurança, engajar os times e reforçar a responsabilidade compartilhada entre tecnologia e negócio. Para fortalecer esse movimento, a iniciativa incorporou elementos de gamificação, estimulando a participação dos profissionais, acelerando a adoção de boas práticas e contribuindo para a redução consistente de vulnerabilidades no ambiente digital. 

“Na prática, o SHIFT LEFT 360°, trouxe mudanças concretas para a rotina dos times. Passamos a identificar e tratar vulnerabilidades muito mais cedo, reduzindo retrabalho, aumentando a eficiência operacional e qualificando a entrega dos produtos. A parceria com a Veracode foi essencial para acelerar essa evolução e dar suporte técnico ao nosso crescimento em maturidade de segurança de aplicações.”, afirma Igor Espósito, gerente executivo de Segurança da Informação da Zurich Seguros 

A Zurich consolidou segurança de aplicações como capacidade contínua de negócio. O programa mudou comportamento, reduziu vulnerabilidades prioritárias e diminuiu a necessidade de correções em produção. A Zurich segue expandindo o modelo para domínios de negócio e cadeia de fornecedores, gerando ganhos de eficiência operacional, redução de riscos e maior previsibilidade na entrega de soluções digitais. 

“O grande aprendizado desse case foi mostrar que segurança não é apenas tecnologia. Pessoas, cultura e engajamento são fundamentais para sustentar essa transformação ao longo do tempo.”, complementa Zilea. 

Hero Seguros lança Xavier 2.0 e amplia aposta em tecnologia proprietária

A Hero Seguros, insurtech que transformou o seguro-viagem no Brasil com tecnologia, experiência e personalização, anuncia o lançamento do Xavier 2.0, nova versão do seu sistema proprietário de emissão, que representa um avanço estratégico na forma como a companhia utiliza tecnologia para simplificar processos, ganhar escala e profissionalizar a venda de seguros no Brasil. A atualização traz melhorias significativas em experiência do usuário (UX), interface (UI) e funcionalidades, consolidando a Hero como uma insurtech orientada por produto e focada em resolver demandas reais do mercado.

Desenvolvido integralmente de forma interna, o Xavier é o principal pilar tecnológico da operação da Hero Seguros. É por meio da plataforma que parceiros realizam cotações, emissões individuais e em grupo, vendas em lote e a gestão completa da jornada do seguro. Com o Xavier 2.0, essa experiência foi redesenhada para ser ainda mais intuitiva, organizada e eficiente, sem gerar rupturas de acesso ou impactos na continuidade das vendas.

“O Xavier 2.0 traduz a estratégia de produto da Hero Seguros ao combinar tecnologia, dados e uma arquitetura moderna para resolver desafios reais do mercado. Desenvolvido com base em feedbacks práticos dos parceiros, o sistema foi projetado para operar altos volumes de transações com estabilidade, reduzir fricções operacionais e acelerar a eficiência do processo de vendas. Suas funcionalidades impulsionam o crescimento em escala, aumentam a produtividade comercial e entregam uma experiência simples, segura e confiável para quem vende seguro todos os dias”, afirma Vinicio Santos, diretor de tecnologia da Hero Seguros.

Entre os principais avanços do Xavier 2.0 está a democratização da emissão em grupo, agora disponível para todos os parceiros da companhia. A funcionalidade permite o upload de planilhas padronizadas, validação automática de dados, edição de passageiros e emissão em lote, além do download unificado dos bilhetes, um ganho direto de produtividade, autonomia comercial e redução de erros operacionais.

Outra grande novidade é o White Label Factory, uma das funcionalidades mais aguardadas pelos parceiros. A ferramenta permite a criação de sites de venda personalizados para parceiros, agências e vendedores, de forma simples e rápida. É possível, também, colocar um site de vendas no ar em menos de 5 minutos, sem necessidade de conhecimento técnico, acelerando a entrada no mercado e ampliando o potencial de vendas de forma imediata.

A reformulação completa de UX e UI também reorganiza a navegação e reduz atritos no dia a dia de agentes, parceiros emissores e novos negócios. A lógica de venda permanece familiar, mas a jornada foi otimizada para acompanhar o crescimento do volume de operações e a diversificação dos canais da Hero Seguros.

O lançamento do Xavier 2.0 reforça o posicionamento da empresa como uma insurtech que constrói tecnologia proprietária como vantagem competitiva, a partir de uma leitura profunda das dores do mercado.

“Não se trata apenas de um sistema mais bonito ou mais moderno, mas de uma plataforma pensada para dar escala, segurança e tranquilidade para quem vende seguro todos os dias”, destaca Guilherme Wroclawski, CEO da Hero Seguros

A partir de 22 de janeiro, todas as emissões passam a acontecer exclusivamente no Xavier 2.0, consolidando a nova versão como base tecnológica da operação e reforçando o compromisso contínuo da Hero Seguros com inovação, eficiência e foco no parceiro.

IRB(RE) muda estratégia e decide criar duas seguradoras

O IRB Brasil Re decidiu dar um passo estrutural e anunciou a criação de duas seguradoras próprias, marcando uma mudança relevante em seu modelo de negócios. A companhia pretende atuar diretamente nos segmentos de danos gerais e de vida e previdência, ampliando sua presença na cadeia de seguros.

De acordo com reportagem do Brazil Journal, a estratégia ocorre após anos de reestruturação, melhora operacional e recuperação financeira. O objetivo central é reter prêmios no mercado doméstico, reduzir a exportação de riscos ao exterior e criar novas fontes recorrentes de receita.

A seguradora de danos gerais terá foco em grandes riscos corporativos, operando de forma integrada ao resseguro do grupo. Com isso, o IRB busca capturar negócios desde a origem, fortalecendo sua posição em contratos de maior porte.

Já a seguradora de vida e previdência será construída de forma gradual. O plano prevê atuação seletiva, com underwriting mais conservador e uso de canais que agreguem valor ao grupo, evitando exposição excessiva ao risco.

CNseg figura entre as Top 5 no ranking Focus de curto prazo

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) alcançou a 4ª posição no ranking Top 5 de Curto Prazo Anual (2025) do Boletim Focus, divulgado em janeiro de 2026 pelo Banco Central do Brasil. No levantamento, a entidade obteve nota final de 8,4457, posicionando-se entre as instituições com maior precisão nas projeções macroeconômicas de curto prazo.

O resultado reforça a consistência técnica das estimativas produzidas pela CNseg em um ambiente de elevada complexidade econômica, no qual a acurácia das projeções é um diferencial relevante para a leitura do cenário e a tomada de decisão.

No ranking de Longo Prazo Anual (2025), também divulgado no mesmo período, a CNseg aparece na 12ª colocação, com nota final de 7,4050, mantendo presença entre os participantes avaliados pelo sistema.

Estar entre as instituições com nota máxima no Sistema de Expectativas do Banco Central do Brasil é um marco importante para a CNseg, que entrou para o grupo em novembro de 2022, pois mostra a seriedade reconhecimento das estimativas que regem o setor segurador.