Servidores de órgão que fiscaliza setor de seguros no Brasil fazem paralisação por 2 dias

susep

FONTE: Infomoney

Servidores públicos da Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão fiscalizador do mercado de seguros, iniciaram nesta segunda-feira (4) uma paralisação que deve durar até esta terça (5).

A medida foi tomada após assembleia geral extraordinária, realizada na sexta-feira (1º), segundo informou o Sindsusep (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Superintendência de Seguros Privados), que representa a categoria, “para definir ações de mobilização em prol da valorização das carreiras da autarquia”.

De acordo com o sindicato, a partir de quarta-feira (6), ocorrerá “a implementação de operação-padrão que comprometerá a prestação de serviços e o andamento das atividades da autarquia”.

Servidores públicos da Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão fiscalizador do mercado de seguros, iniciaram nesta segunda-feira (4) uma paralisação que deve durar até esta terça (5).

A medida foi tomada após assembleia geral extraordinária, realizada na sexta-feira (1º), segundo informou o Sindsusep (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Superintendência de Seguros Privados), que representa a categoria, “para definir ações de mobilização em prol da valorização das carreiras da autarquia”.

De acordo com o sindicato, a partir de quarta-feira (6), ocorrerá “a implementação de operação-padrão que comprometerá a prestação de serviços e o andamento das atividades da autarquia”.

Veja na íntegra a nota enviada à reportagem:

O Conselho Diretor da Susep esclarece que tomou ciência das ações de mobilização definidas pelos servidores da Susep, que, em Assembleia, deliberaram e aprovaram paralisação nos dias 4 e 5 de março, e, a partir de 6 de março, a implementação de operação padrão.

Sobre o assunto, a Susep entende legítimo o pleito do corpo técnico, que vem, faz considerável tempo, manifestando preocupação com a atual situação das carreiras que compõem o quadro de servidores da Autarquia, principalmente quanto à significativa redução do corpo funcional nos últimos anos, à previsão de agravamento dessa situação nos próximos meses e à necessidade de reestruturação das carreiras e de negociação para a recomposição das perdas salariais acumuladas.

Adicionalmente, há uma preocupação dos servidores com relação à sobrecarga de trabalho que pode advir com a aprovação do Projeto de Lei que insere no mercado regulado pela Susep as cooperativas e associações.

Atualmente, a autarquia é responsável pela supervisão das provisões técnicas do setor de seguros, resseguros, previdência complementar aberta e capitalização, que correspondem a cerca de 15% do PIB Nacional e o setor segue em constante crescimento: em 2022, houve alta na arrecadação de 16,2% em relação a 2021, e em 2023, ocorreu crescimento de 9% em relação ao ano de 2022. Esses números são devidos, dentre diversos fatores, à excelência da atuação regulatória e fiscalizatória, derivada diretamente da qualidade do corpo de servidores da autarquia.

De modo a buscar a melhor solução para o fortalecimento da Susep, a Diretoria vem mantendo um diálogo amplo e aberto com a entidade representativa dos servidores, auxiliando na interlocução com representantes do Ministério da Fazenda (MF) e do Ministério de Gestão e Inovação (MGI).

Em relação à realização de novo concurso público, a autarquia tem mantido diálogo constante com o MGI, Ministério responsável por definir as prioridades da autorização dos novos concursos públicos no Poder Executivo Federal.

Assim, o Conselho Diretor da Susep tem atuado de modo explícito e ininterrupto no apoio aos servidores da Autarquia, esperando que as partes competentes cheguem a um consenso e à melhor solução possível, tendo em vista a relevância da Susep e dos mercados por ela supervisionados para o desenvolvimento econômico nacional.

Rodrigo Pacheco informa CNseg que PL de Seguros voltará a tramitar neste mês

Dyogo Oliveira CNseg

Enquanto Lula promove confraternização com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco nesta terça-feira, 5, numa tentativa de conseguir avançar com os projetos na casa, o setor de seguros busca o líder político para aprovar o PL 29. “Estivemos com Rodrigo Pacheco e ele nos disse que o projeto deve voltar a tramitar neste mês de março”, contou Dyogo Oliveira, presidente da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), durante coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira, 4, na sede do SindSeg-SP (Sindicato das Seguradoras de SP). Um ano de PMDS, avanços do setor e revisão para cima do crescimento de 2024 também foram temas desta conversa.

Em discussão há duas décadas, o PL 29 foi desarquivado no final de março de 2023 pelo Senado e lá continua, mesmo após as atualizações acordadas com a CNseg e publicado o texto final pelo relator Jader Barbalho em outubro passado. As alterações agradam as seguradoras que atuam nos seguros massificados, mas contrariam os resseguradores acostumados a atuar com normas internacionais. 

O tema ganhou a militância do ministro Fernando Haddad, que se reuniu com Pacheco assim que publicado o relatório final. A promessa de encaminhamento do Senado para a Câmara dos Deputados para votação em 2023 passou para o início de 2024. Como nada andou, Haddad se reuniu com banqueiros, donos das maiores seguradoras, em meados de fevereiro deste ano e pediu ajuda para projetos que tramitam no Congresso, incluindo o PL 29, na sede Febraban (Federação Brasileira dos Bancos).

Segundo Oliveira, o projeto consolida em uma lei o que hoje já é praticado pelas seguradoras e está disperso em diversos normativos, como o Código Civil, resoluções da Susep, jurisprudências de decisões judiciais, entre outros. “O PL organiza regras que já são consideradas pelo setor, que já é bem regulado e resiliente, como mostrou na crise financeira de 2008 e na pandemia. O setor seguiu solvente, pagou as indenizações e não tivemos registros de problemas em companhias do setor”, afirmou. 

Já a maioria dos resseguradores estrangeiros, responsáveis pelo seguro das seguradoras, luta para que o resseguro siga com um normativo próprio, uma vez que os contratos envolvem riscos específicos de grandes contratos, como petróleo, embarcações, usinas, aviões e grandes fábricas. São contratos comprados por especialistas, diferentes de seguros pessoais, quando muitas vezes o consumidor desconhece o que está comprando. O IRB RE foi um dos raros resseguradores que publicou nota em apoio ao PL.

Outra mudança pleiteada pelos resseguradoras é que a arbitragem, em caso de desacordo de segurado e seguradora em relação ao pagamento da indenização, seja realizada no país de origem do ressegurador. No entanto, o PL determina que seja no Brasil. “Defendemos que isso não fosse incluído no PL. Nossa percepção é que pode ser livremente negociado entre as partes”, comentou o presidente da CNseg.

Na visão dos resseguradores, o projeto tem como argumento proteger o direito dos segurados com a intervenção do Estado, mas no final engessa as coberturas para as grandes empresas, que podem vir a sofrer com restrições de capacidade financeira de resseguro para proteger seus riscos vultosos e possível aumento no custo do seguro.

Revisão do arcabouço regulatório para estimular o crescimento

Fora este imbróglio do PL 29, o setor segue com avanços relevantes em diversas frentes. “A regulação do setor de seguros tem sido eficaz, tanto na garantia da solidez do sistema de seguros como um todo, como na garantia das relações de consumo. O mercado brasileiro de seguros é competitivo, moderno e sofisticado”, ressaltou, citando diversas iniciativas.

A primeira delas foi a resolução BCB nº 324, publicada em junho do ano passado. Ela incluiu o seguro como um instrumento mitigador do risco de crédito das instituições financeiras no ano passado e agora será regulada, sendo o percentual de mitigação de risco a ser adotado um dos pontos altos da discussão. A expectativa é de que a resolução estimule o crescimento do seguro de crédito no país, uma vez que tem como função mitigar o risco de crédito dos bancos, o derivativo de crédito ou garantia fidejussória providos por seguradoras.

O presidente também destacou a Lei de Licitações nº 14.770, publicada em dezembro passado, com destaque para a obrigatoriedade de contratação do seguro garantia em licitações de obras públicas com valores acima de R$ 200 milhões, sendo o seguro garantidor de até 30% do valor do contrato. Também passou a permitir o uso de títulos de capitalização como garantia na contratação de obras e serviços pelo poder público.

Outro destaque de mudanças de regras vem da previdência e produtos de sobrevivência. As resoluções CNSP 463/24 e 464/20 divulgados em fevereiro deste ano atualizam as regras até então em vigor, o que deve gerar mais interesse da população pelos produtos e maior competitividade no setor, além de promover educação financeira e salientar a importância do planejamento para a aposentadoria, visto que cada vez mais a longevidade cresce no país, pontuou o executivo.

Ações institucionais

Oliveira também contou que a CNseg tem realizado encontros para divulgar a importância do seguro em Estados e Municípios em todo o Brasil. “Aumentar o controle das rodovias e das ruas, por exemplo, pode resultar em seguros mais baratos para a população, que tem seu patrimônio protegido por perdas involuntárias como acidentes”, foi um dos exemplos citados sobre as diversas pautas institucionais a serem trabalhadas com gestores públicos.

PMDS

No dia 16 de março, o PDMS (Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros) completa um ano. A CNseg pretende destacar um balanço das ações e receber novas propostas. Todos os participantes do mercado poderão mandar sugestões. Das 67 ações propostas, sete foram concluídas, 37 estão em andamento e duas foram excluídas. “Estamos otimistas com as iniciativas, que mantém o setor de seguro num ciclo virtuoso. Já estamos revisando o crescimento de 11,5% estimado no final de 2023 para 2024. A economia cresce, o setor de seguros avança na casa de dois dígitos, as empresas estão solventes. Isso comprova que a regulamentação do setor tem sido eficiente para manter um mercado em evolução constante”. 

AM Best coloca seguro D&O em perspectiva negativa

AM Best divulgou nesta segunda-feira, 4, uma perspectiva negativa para o segmento de seguros de responsabilidade civil de diretores e executivos, já que a capacidade crescente no setor levou a preços mais baixos.

A agência de classificação de crédito com sede em Oldwick, Nova Jersey, disse que os prêmios para cobertura D&O diminuíram quase 20% desde que atingiram o pico de US$ 14,9 bilhões em 2021 e estão a caminho de atingir o nível mais baixo em nove anos. Ela estima que os prêmios este ano chegarão a US$ 12 bilhões.

A oferta ultrapassou a procura no mercado de D&O nos últimos anos, como resultado de menos ofertas públicas iniciais e de mais empresas que entram no mercado sem assumirem direitos legados. Além disso, mais seguradoras estão expandindo sua cobertura para o mercado de D&O, disse A.M. Best.

Bradesco Seguro oferece desconto exclusivo para correntistas PJ

Fonte: Bradesco

Os clientes Pessoa Jurídica correntistas do Banco Bradescoterão 5% de desconto para contratar o Seguro Auto. A promoção é válida para novas contratações e para veículos de passeio e picape.

E ainda contam com diversas vantagens do produto auto, como Assistência dia e noite com km ilimitado (opcional); Serviço de vidros, lanternas, faróis e retrovisores; Martelinho e Reparo Rápido; Carro reserva e muito mais. E o melhor, pagamento facilitado em 12 vezes sem juros no cartão de crédito Bradesco. 

“Além do desconto, os clientes terão direito a todos os benefícios dos produtos de automóveis da Bradesco Seguros”, destaca o Superintendente Executivo de Produto Auto da Seguradora, Eduardo Menezes. Segundo o executivo, além de uma cobertura completa do seguro, com diversas coberturas e serviços, os clientes contam também com facilidades, como Clube de Vantagens, com descontos exclusivos em diversos estabelecimentos, e aplicativo com todos os serviços do seguro na palma da mão. 

Tokio Marine realiza descarte ecológico de mais de 17 toneladas de materiais em 2023    

Fonte: Tokio

A Tokio Marine Seguradora, em parceria com a Ecoassist, empresa especializada em logística reversa, descarte ecológico e consultoria ambiental, realizou a coleta de mais de 17 toneladas de resíduos provenientes de clientes do Seguro Residencial em 2023. Dentre os materiais coletados estão eletrodomésticos, eletrônicos, móveis, entulhos, plásticos, entre outros.

De acordo com a Superintendente de Produtos RD Massificados da Tokio Marine, Magda Truvilhano, a inclusão de serviços e produtos sustentáveis faz parte da estratégia da Seguradora de fortalecer cada vez mais sua agenda ESG.

“Sustentabilidade é um tema prioritário para a Companhia e ao oferecermos uma solução pensada para minimizar os impactos ambientais, conscientizamos nossos Clientes sobre a importância de cada um fazer sua parte. Tanto é que em 2023 dobramos a quantidade de itens coletados em relação ao ano anterior.” destaca a executiva.

Por meio da contratação da Assistência VIP oferecida pelo Seguro Residencial da Tokio Matine, além do serviço de Descarte Ecológico, os segurados têm à disposição o serviço de consultoria ambiental para esclarecimentos sobre o consumo sustentável de água e energia elétrica, separação e reciclagem do lixo e demais orientações sobre ações ambientalmente responsáveis.   

Para utilizar o serviço de coleta é muito simples. O Cliente deve entrar em contato com os canais digitais de atendimento da Tokio Marine e fazer o agendamento para a retirada do item em sua residência, o qual seguirá para triagem, desmontagem e separação por tipo de material, seja para reciclagem ou para o descarte adequado.

Seguro de acidentes de pessoais do Santander vai dar consulta ginecológica a R$ 25

denis ferro santander


Fonte: Santander

No Mês da Mulher, o Santander vai dar um incentivo para aquelas que buscam estar em dia com a saúde: uma consulta médica na especialidade de ginecologia por R$ 25,00. O benefício será dado para todas as clientes do Santander Seguro Acidentes Pessoais, ou para novas contratações da proteção no período de 1 a 31 de março.

Além disso, novas e atuais clientes ganham acesso gratuito por 90 dias ao aplicativo Tem Mulher, que oferece consultas a especialistas em saúde da mulher, assistência parental para auxiliar na educação dos filhos, assistência feminina personalizada para cada momento da vida da mulher, além de eventos online com personalidades e influencers do mundo feminino e materno, programas de hábito saudáveis, cardápios e treinos. O aplicativo possui ainda um canal de apoio a mulheres que sofrem violência doméstica, com orientações legais e suporte psicológico para vítimas.

Tanto a gratuidade por três meses do aplicativo como as condições da consulta por R$ 25,00, durante o mês de março, são válidas para mulheres de todas as faixas etárias. Os especialistas são profissionais da rede médica credenciada do produto Santander Seguro Acidentes Pessoais. O seguro já tem como benefício regular a clientes descontos de até 80% em consultas, exames e medicamentos.

Vale destacar que a consulta pode ser agendada para a titular ou para uma dependente do segurado maior de 18 anos no aplicativo, no portal www.app.temsaude.com/login ou pela Central de Atendimento pelos números 4000-1640 (Capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 836 8836 (para as demais regiões).

“Essa campanha reforça o nosso total interesse pela saúde de nossas clientes, mas também visa tornar mais conhecido um seguro que traz muitos benefícios embutidos, como sorteios e garantias em casos de acidentes, principalmente para a mulher que é autônoma, pequena ou média empreendedora”, afirma Denis Ferro, senior head de Produtos da Santander Seguros, em nota enviada à imprensa.

O produto Santander Acidentes Pessoais pode ser contratado pelo aplicativo do Banco, pela central de atendimento ou pela rede de agências.

TV, geladeira e mais: seguro garantia estendida cresce 4 vezes mais que varejo; como funciona?

Fonte: Infomoney, Jamille Niero

O seguro garantia estendida cresceu quatro vezes mais que o comércio varejista em 2023, aponta levantamento da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais). Enquanto o seguro avançou 4,4% e arrecadou R$ 2,7 bilhões, a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE apontou expansão de 1% do mercado de móveis e eletroeletrônicos, segmentos em que a venda de garantia estendida mais se destaca. Os números são os mais recentes e referentes aos meses de janeiro a outubro do ano passado.

Televisores e telas envolvem 16% dos planos de garantia estendida na base de dados da startup Pitzi, encabeçando a lista dos produtos que mais instigam os consumidores a efetivar a contratação dessa modalidade de proteção.

Acessórios de áudio portáteis (fones) ocupam a segunda posição, com 12% de procura. Em terceiro lugar, empatados, aparecem ventiladores e circuladores de ar e panelas e fritadeiras elétricas, que abrangem 10% da contratação de garantia estendida cada; já na quarta posição estão os computadores portáteis (9%). O quinto lugar da lista traz impressoras e periféricos, que alcançam 6% dos contratos.

“Seja por possíveis furtos, roubos ou até acidentes, nos últimos anos, o consumidor brasileiro se tornou mais consciente da importância de proteger equipamentos, sobretudo os de uso cotidiano. Não à toa, notamos uma crescente adesão à garantia estendida oferecida pela Pitzi, com crescimento expressivo”, destaca Marco Garutti, CIO da startup.

Como funciona?

O seguro de garantia estendida geralmente é adquirido pelo consumidor no varejo, junto com a compra de bens duráveis como celulares, equipamentos de som, TVs, geladeiras, fogões e máquinas de lavar. A proteção desponta como uma opção para garantir tranquilidade em relação a possíveis danos ou defeitos nos produtos após o prazo de garantia dado pelo fabricante. Mas, afinal, quais são os prós e contras dessa modalidade de seguro?

De acordo com Patrícia Soeiro, vice-presidente da comissão de seguros gerais e afinidades da FenSeg, a garantia estendida oferece “benefícios significativos”, principalmente do ponto de vista financeiro. Com um custo que varia entre 10% e 15% do valor do bem, esse seguro cobre peças e mão de obra para reparos do produto, livrando o cliente de custos “surpresa”. Além disso, proporciona comodidade a quem o compra, já que a seguradora se encarrega de encontrar profissionais qualificados para os reparos.

Ela explica que é um produto adquirido por todos os perfis de consumidor, mudando apenas a motivação para a aquisição. “No varejo que atende classes C e D, a compra é feita pensando no benefício financeiro. Nos varejistas voltados para classe A e B, tem o mote de comodidade, porque é oferecido um reparo de qualidade, sem peça paralela e sem profissional duvidoso”, comenta Soeiro.

Raquel Silva, diretora de Bancassurance, Affinity e Parcerias da corretora WTW, ressalta a simplicidade do funcionamento desse tipo de seguro, mas avalia que a conexão operacional entre varejistas e seguradorasainda é um desafio a ser superado. Ela destaca também a necessidade de esclarecimento na oferta do segurona ponta. “É a extensão da garantia de fábrica e é importante que quem está ofertando a garantia estendidaexplique a quem está comprando por quanto tempo e quanto exatamente ela custa”, diz.

Fique atento aos benefícios

O advogado Luis Ricardo Trezza, especialista em direito civil e do consumidor, concorda que um dos principais cuidados que o consumidor deve ter na aquisição deste seguro é em relação ao valor pago pela proteção, que deve ser proporcional ao bem adquirido, evitando coberturas excessivas que encarecem o prêmio (valor pago pelo consumidor à seguradora para adquirir o seguro) sem trazer benefícios práticos.

Além disso, é fundamental compreender as situações não cobertas pelo seguro. “Mau uso, danos na aparência do aparelho, como ferrugem ou amassados, ou danos que não envolvam o funcionamento do aparelho, não são cobertos”, observa Trezza.

É importante também verificar as instruções para o acionamento do seguro em caso de situação coberta e os prazos para atendimento. O advogado explica que o consumidor precisa saber onde ligar e quais inações e documentos serão necessários para solicitar a cobertura, por exemplo.

Vale também ficar de olho nas regras para aquisição online de produtos e o seguro de garantia estendida atrelado aos itens. “O consumidor tem o direito de arrependimento no prazo de 7 dias. Nesses casos, é muito recomendável que o cliente leia as condições do seguro, que deverão ser enviadas tão logo confirmado o pagamento, para ver se mantém a contratação ou exerce o direito de arrependimento”, acrescenta Trezza.

O que vem por aí?

Segundo Raquel Silva, da WTW, uma das principais perspectivas para 2024 no segmento é justamente o crescimento da oferta da garantia estendida no ambiente online. Essa expansão tende a facilitar o acesso dos consumidores a esse tipo de proteção, tornando o processo de contratação mais ágil e conveniente.

Além disso, há expectativas de ampliação da oferta para outros tipos de bens, incluindo produtos com garantias de fábrica mais curtas e de menor valor, como acessórios eletrônicos e eletrodomésticos de uso cotidiano, salientam os especialistas consultados.

Em um cenário de crescimento do segmento e maior competição entre as seguradoras, Patrícia Soeiro, da FenSeg, indica que as companhias do mercado têm o desafio e a oportunidade de aprimorar suas práticas e oferecer soluções cada vez mais alinhadas às expectativas e necessidades dos consumidores.

1ª apólice de Seguro Paramétrico para umbu no mundo protege agricultor familiar no município de Uauá-BA

Fonte Newe

A Newe Seguros paga hoje (01/03) indenização inédita no mundo para 5 produtores de umbu da agricultura familiar do município de Uauá, na Bahia. As apólices de seguro sinistradas foram subsidiadas pelo governo federal, dentro do programa do PSR, no valor de R$2.780,78, cada uma. Os beneficiários das apólices são agricultores da COOPERCUC – cooperativa parceira da Newe cuja missão é melhorar as condições de produção local e aumentar a produtividade das lavouras.

Os agricultores que receberam o pagamento desses sinistros vão assinar, ainda hoje, a renovação dessas apólices. Esta ação da Newe acontece durante o 11º festival do Umbu que reúne toda a comunidade envolvida nesta cadeia produtiva, sob o tema “Umbu: Sabor que Une”.

A Newe Seguros é uma das patrocinadoras do Festival porque acredita na força deste evento como ferramenta para impulsionar o comércio na região, apresentar o Seguro Paramétrico e como essa proteção pode alavancar toda a cadeia produtiva da Agricultura Familiar.

Prudential do Brasil participa do BTG Summit 2024 

Fonte: Prudential

A Prudential do Brasil participou da 6ª edição do BTG Summit, evento anual promovido pelo BTG Pactual, que reuniu parceiros comerciais, escritórios de investimentos e profissionais de referência do mercado financeiro, nos dias 21 e 22 de fevereiro, em São Paulo. O diretor de Negócios da Prudential, Rui Marques, e o diretor do BTG Pactual, Gabriel Escabin, participaram do painel: “Cenário, tendências e possibilidades de Seguro de Vida no Brasil”. Para ambos, os seguros relacionados à proteção à vida, segmento que cresceu 8% em 2023, de acordo com dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), devem seguir em alta no Brasil.

Ao abordar o crescimento do seguro de vida no Brasil, Rui Marques explicou que o produto não se limita ao pagamento de benefício após a morte do titular da apólice. “A proteção financeira oferecida pelo seguro de vida é algo que pode ser aproveitada cada vez mais em vida. Isso significa que o segurado pode se beneficiar da indenização ao longo dos anos para manter a renda em momentos imprevistos. O uso em vida é uma das principais tendências que temos observado no mercado. Um exemplo é a maior procura pela cobertura Doenças Graves”, reforçou Marques, apontando a pandemia de Covid-19 como um dos fatores que despertou o interesse da população pela proteção.

Outro tema debatido foi sobre a chegada do seguro de Vida Universal ao Brasil, produto que é uma combinação de seguro de vida, previdência privada e proteção financeira. Marques pontuou que a Prudential, assim como os órgãos reguladores, está na expectativa para início da comercialização do seguro. “A Prudential está atenta às mudanças do mercado para poder oferecer os melhores produtos para os nossos clientes, como fez quando trouxe para o Brasil o Vida Inteira”, comparou Rui.

Reconhecimento de parceiros – Como um dos patrocinadores da conferência, a Prudential contou com uma programação especial, chamada de Momento Prudential. Na ocasião, a seguradora reconheceu os setes escritórios qualificados para a convenção TOP 2024 (Trophy of Prudential) que será realizada em Berlim, Alemanha. A Prudential também esteve presente no evento com um estande de 24 metros quadrados, no qual recebeu clientes e parceiros.

“É uma grande satisfação para a Prudential patrocinar, pelo segundo ano consecutivo, o Summit BTG. Nos dois dias, o evento nos proporciona um verdadeiro intercâmbio de experiências e uma rica troca de conhecimento. Sem dúvidas, é uma excelente oportunidade de aproximação maior com nossos clientes, além de fortalecer ainda mais a sólida parceria firmada com o BTG há quase seis anos”,  avalia a vice-presidente de Parcerias Comerciais da Prudential, Glaucia Smithson.  

Marta Schuh, da corretora de seguros Howden, é nomeada diretora da FIESP

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) anuncia a sua nova Diretora do Departamento de Defesa e Segurança – DESEG, Marta Schuh. A executiva, que também é diretora de Seguros Cibernéticos e Tecnológicos na Howden Brasil, contribuirá de maneira estratégica no planejamento, gestão e controle dos processos de proteção das companhias contra ameaças cibernéticas em constante evolução.

Marta Schuh foi reconhecida como uma das principais líderes em segurança cibernética e voz nas Américas para WOMCY. Já trabalhou em instituições financeiras no mercado europeu, como AIB e Société Générale e, nos últimos oito anos, atuou como líder de Riscos Cibernéticos em grandes corretoras.

“Sinto-me honrada por ter sido escolhida como diretora do DESEG da Fiesp. Problemas de cibersegurança geram riscos operacionais e financeiros. E nessa minha nova função o objetivo é auxiliar as indústrias na gestão deste crescente risco que vai além do ambiente de TI”, comenta em nota a executiva que é bacharel em Administração pela University of the Arts de Londres e a responsável por desenvolver e executar a estratégia de produtos e serviços cibernéticos e tecnológicos da Howden Brasil.