A Zurich Seguros reforça a campanha de incentivo “Vou com a Zurich” após a realização das viagens da edição 2025/2026, que levaram corretores e parceiros de negócios para Bariloche, na Argentina, na categoria Premium, e para a África do Sul, na categoria Infinite Blue. A ação reconhece os profissionais com melhor desempenho em vendas e fortalece o relacionamento da companhia com seus canais de distribuição.
Criado em 2012, a campanha faz parte da estratégia da Zurich para valorizar a atuação dos corretores e parceiros de negócios ao reconhecer a relevância desses profissionais para o crescimento da companhia e para a relação com os clientes. Ao longo dos anos, já premiou participantes com experiências em destinos como Ilha de Comandatuba, Fernando de Noronha, Foz do Iguaçu, Marrocos, Mendoza, Croácia e Cartagena.
“As viagens representam um momento importante de reconhecimento e aproximação com os nossos parceiros. É uma oportunidade de celebrar resultados e proporcionar experiências diferenciadas para profissionais que têm papel fundamental na trajetória da Zurich”, afirma Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição.
A percepção de proximidade também é compartilhada pelos parceiros que participaram da experiência. Para o Grupo Exalt, que viajou para a África do Sul, a viagem reforçou o valor do relacionamento construído com a seguradora e a importância da interação entre as equipes. “Foi uma experiência sensacional em todas as etapas. O time da Zurich demonstra, no dia a dia, muita atenção e empenho em apoiar a nossa operação, com uma postura que contribui para o nosso negócio e para a evolução da parceria. É muito bom investir em parceiros que investem em nós”, afirma Alexandre Federman, CEO do Grupo Exalt.
Destinos
Para a edição 2026/2027, a Zurich já definiu os próximos destinos internacionais da campanha. Os comtemplados da categoria Premium serão premiados com uma viagem para o Panamá, enquanto os contemplados da categoria Infinite Blue terão como destino Málaga e Sevilla, no sul da Espanha.
Com foco em proporcionar experiências exclusivas, o intuito consiste em oferecer vivências que vão além dos roteiros tradicionais, com exclusividade, integração, relacionamento e troca de experiências entre corretores, parceiros de negócios e executivos da seguradora.
“Na Zurich, acreditamos que o crescimento sustentável é construído em parceria. Temos avançado de forma consistente no fortalecimento de relações baseadas em confiança e colaboração, e esta campanha é uma forma de reconhecer e valorizar quem faz parte dessa jornada”, afirma Sidemar Spricigo, diretor executivo de Parcerias da Zurich Seguros.
A MAG Seguros e a Favela Seguros, iniciativa da MAG voltada à democratização do acesso à proteção financeira nas periferias brasileiras, foram reconhecidas na 19ª edição do Prêmio SegNews, uma das principais premiações do setor de seguros no país.
A cerimônia foi realizada no dia 22 de maio, em São Paulo, e reuniu empresas e profissionais que se destacaram nacionalmente pela inovação, impacto social e contribuição ao desenvolvimento do mercado segurador.
A MAG Seguros recebeu o prêmio na categoria Destaque Nacional em Inovação em Seguros de Pessoas (Seguro de Vida – AP). A companhia foi representada na cerimônia por Adriana Simis Ehrl Derzie.
Já a Favela Seguros conquistou o prêmio de Destaque Nacional em Seguros para Comunidades & Cultura do Seguro (Inclusão), categoria que reconhece iniciativas comprometidas com a ampliação do acesso ao seguro em territórios periféricos e com o fortalecimento da educação securitária nas comunidades. O prêmio foi recebido por Jaqueline Palma, representante da F Seguros, que destacou a importância de ampliar o debate sobre proteção financeira nas periferias. “O seguro de vida é um produto para todos. E levá-lo a favelas e periferias de todo o Brasil também é inclusão”, afirmou.
Incentivar práticas de educação financeira e securitária é uma forma poderosa de inclusão. Em um país que amadurece rapidamente, compreender como planejar, consumir, se preparar para imprevistos e se proteger financeiramente deixa de ser um diferencial e se torna uma necessidade.
O mercado de seguros no Brasil é relevante e sólido. Conforme dados da CNSeg, em 2025, o setor segurador do país arrecadou R$ 764,5 bilhões, o que representa 6,4% do PIB no mesmo ano – considerando seguros, previdência aberta, capitalização e saúde suplementar. Ainda, segundo a Confederação Nacional de Seguradoras, esse setor cresceu 8,8% nos últimos cinco anos. Entretanto, ele pode ser bem mais inclusivo. Cerca de 30% da frota circulante tem seguro e somente 15% das residências brasileiras estão protegidas.
Crises agudas como a do coronavírus revelaram a importância da proteção contra imprevistos, e o seguro ocupou um espaço maior no “desejo de consumo” das famílias. Isso revela conscientização sobre riscos e a importância de proteção ao longo da vida.
Porém, sem educação financeira e securitária, o acesso a produtos não se traduz necessariamente em decisões melhores. E é nesse ponto que precisamos avançar. Houve uma melhoria na qualidade de vida e longevidade das pessoas, o que exige mais cuidados e proteção. Sociedades maduras tendem a se proteger mais. Isso reforça que precisamos acelerar a educação para que seja compatível com a velocidade de amadurecimento da população.
Essa importância ganha ainda mais relevância quando olhamos para a população das classes C, D e E. Atualmente, o número de apólices de Seguro de Vida abrange apenas 18% da população. Esse número é ainda menor nas classes sociais mais vulneráveis. Historicamente, o acesso a instrumentos de proteção sempre foi mais restrito a esses públicos, seja por barreiras de renda, de linguagem ou de compreensão dos serviços.
No Grupo Bmg, temos tratado esse tema como prioridade. Por meio do Instituto Marina e Flávio Guimarães, desenvolvemos o Bemi, um projeto de educação financeira voltado para o público 60+, com conteúdos simples e conectados à realidade das pessoas.
Ampliar o acesso à educação financeira e securitária é um caminho consistente para reduzir vulnerabilidades, evitar decisões inadequadas e fortalecer a autonomia das pessoas. Precisamos desmistificar o seguro. Mostrar que não é algo abstrato, inatingível ou complexo. E sim de reservar alguns recursos e atenção destinados à tranquilidade e à dignidade. No fim, estamos falando de qualidade de vida.
Essa é uma agenda que exige atuação conjunta do setor privado, do poder público e da sociedade. Porque a inclusão financeira, no seu sentido mais completo, também passa pela capacidade de se proteger.
A MetLife e a Global Citizen anunciam o “Footwork for Futures”, um desafio global nas redes sociais com tema de futebol que apoia o acesso de crianças à educação de qualidade e ao esporte, ajudando a formar comunidades mais confiantes e resilientes. Ele convida as pessoas a compartilharem em suas redes sociais – Instagram, LinkedIn, X, TikTok ou Facebook- um vídeo curto jogando ou tentando jogar futebol (fazendo embaixadinhas) incluindo a hashtag #FootworkForFutures, ou enviando um vídeo pelo aplicativo Global Citizen. Para cada vídeo elegível enviado, a MetLife doará US$ 5 ao FIFA Global Citizen Education Fund, até o limite de US$ 100.000, para ajudar a ampliar o acesso à educação de qualidade e ao esporte para crianças, por meio de subsídios a organizações comunitárias em todo o mundo.
Esta campanha social se baseia na contribuição de US$ 9 milhões da MetLife Foundation como doadora fundadora do FIFA Global Citizen Education Fund. O fundo concede recursos a organizações em comunidades ao redor do mundo que oferecem programas educacionais e esportivos. O Footwork for Futures aproveita o entusiasmo da Copa do Mundo FIFA 2026™ deste verão para ajudar essas organizações a expandirem suas iniciativas, com o objetivo de aumentar a confiança das crianças e fortalecer as comunidades.
“O FIFA Global Citizen Education Fund é a prova do que é possível quando unimos o amor mundial pelo futebol ao poder da educação para fortalecer nossas comunidades”, disse Nuria Garcia, Head Global de Sustentabilidade da MetLife e Presidente da MetLife Foundation. “O Footwork for Futures torna essa missão divertida, concreta e acessível. Cada vídeo enviado é um passo significativo rumo à construção de futuros mais confiantes para jovens em todo o mundo.”
A participação no Footwork for Futures está aberta a todas as pessoas, independentemente de habilidade ou experiência, permitindo que cada um demonstre sua própria maneira de manter uma bola de futebol em movimento. A iniciativa vai até 19 de julho de 2026 ou até que as doações atinjam US$ 100.000. Envios feitos após esse período poderão ser compartilhados; no entanto, não contribuirão para novas doações. Os participantes são incentivados, mas não obrigados, a indicar amigos e familiares para participar.
Todos os vídeos devem seguir as regras das respectivas plataformas de mídia social e os Termos e Condições da campanha, disponíveis nesse site: TERMOS E CONDIÇÕES: Footwork for Futures. Para serem elegíveis, os vídeos devem mostrar claramente uma pessoa real realizando, de forma segura e responsável, embaixadinhas (ou tentando realizá-las) com uma bola de futebol. A Global Citizen reserva-se o direito de desclassificar quaisquer inscrições que não atendam a esses critérios. Para mais informações sobre como participar, visite: Footwork for Futures.
A educação financeira vem ganhando protagonismo no mercado financeiro e segurador brasileiro diante do aumento do endividamento da população, da expansão das apostas online, do avanço da digitalização dos serviços financeiros e da maior exigência dos consumidores por transparência e confiança nas relações digitais. Em um país ainda marcado pela baixa penetração dos seguros e pela reduzida cultura de proteção financeira, o tema passou a ocupar espaço estratégico na agenda de reguladores, seguradoras, bancos, corretoras e entidades do setor.
A Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), realizada neste mês, reforçou esse movimento ao reunir órgãos públicos, instituições financeiras e empresas privadas em torno de iniciativas voltadas à conscientização da população sobre planejamento financeiro, proteção patrimonial, previdenciária e gestão de riscos.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep), que atualmente preside o Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF), teve papel de destaque nas discussões. O superintendente da autarquia, Alessandro Octaviani, vem defendendo a integração entre educação financeira, democratização do crédito e ampliação do acesso aos instrumentos de proteção securitária.
“Planejar hoje pode garantir um futuro mais longo, tranquilo e próspero. A Educação Financeira é a ponte entre seus sonhos e a vida que você quer viver ao longo de toda a sua jornada”, afirmou Octaviani durante as atividades da Semana ENEF.
A Susep também participou, no último dia 21 de maio, do V Congresso de Regulação e Concorrência no Mercado Financeiro, em Brasília. No painel sobre Open Finance e Pix Garantia, Octaviani destacou a importância da interoperabilidade e da eliminação de barreiras de entrada para ampliar o acesso da população ao crédito e aos produtos financeiros e securitários.
Segundo ele, uma das agendas estratégicas é garantir plena eficácia à Resolução CNSP-CMN nº 12/2024, que autoriza o uso de recursos de previdência privada aberta e títulos de capitalização como garantia em operações de crédito. A medida é vista pelo mercado como um instrumento capaz de ampliar o acesso ao financiamento e, ao mesmo tempo, estimular a cultura de planejamento de longo prazo.
O avanço dessa agenda ocorre em um contexto considerado desafiador para o país. Dados recentes mostram crescimento do endividamento e da inadimplência das famílias brasileiras, enquanto plataformas de apostas online avançam sobre uma parcela da população sem conhecimento adequado sobre riscos financeiros. Paralelamente, o mercado segurador ainda convive com índices historicamente baixos de penetração em diversas modalidades, como seguro de vida, residencial e rural.
Nesse cenário, entidades do setor passaram a reforçar o discurso de que educação financeira e proteção precisam caminhar juntas. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) também vem defendendo o fortalecimento da educação securitária como ferramenta de inclusão financeira e ampliação da resiliência econômica da população. Em diferentes fóruns e eventos recentes, a entidade tem ressaltado a necessidade de aproximar os consumidores do conceito de proteção financeira e do planejamento de longo prazo, especialmente diante do envelhecimento populacional, das mudanças climáticas e do aumento da exposição a riscos patrimoniais e pessoais.
O movimento também alcança corretoras e distribuidoras de seguros. A RM7 Seguros participou da Semana ENEF em Brasília com ações voltadas à conscientização sobre o papel do seguro no planejamento financeiro das famílias e empresas. Um dos principais desafios é desmistificar conceitos financeiros e securitários, traduzindo termos técnicos em linguagem acessível para ampliar a compreensão da população sobre a importância da proteção patrimonial e pessoal.
“A educação financeira precisa deixar de ser um tema restrito aos especialistas e chegar de forma prática à vida das pessoas. Quando mostramos que o seguro protege a renda, o patrimônio, os sonhos e até a continuidade de um negócio, ajudamos o consumidor a compreender que proteção também é planejamento financeiro”, afirma a CEO Roseane Mota.
A executiva destaca que a população ainda associa o seguro apenas a situações extremas, sem perceber o impacto que a ausência de proteção pode gerar no orçamento familiar. “O seguro não deve ser visto como custo, mas como investimento em estabilidade e tranquilidade. Muitas famílias entram em dificuldade financeira justamente porque não estavam preparadas para lidar com imprevistos”, afirma.
A corretora destacou modalidades consideradas essenciais para a estabilidade financeira das famílias, como seguro de vida, residencial, saúde e viagem, reforçando que o seguro deve ser entendido como instrumento de preservação de patrimônio, renda e continuidade financeira em momentos de crise.
“A inclusão financeira passa também pela inclusão securitária. Nosso papel é mostrar que existem soluções acessíveis para diferentes perfis de renda e necessidades. Quanto mais informação e consciência financeira a população tiver, maior será sua capacidade de tomar decisões responsáveis e sustentáveis”, afirma Roseane.
Outro ponto enfatizado pela corretora foi a necessidade de ampliar o alcance da educação financeira para diferentes públicos, incluindo jovens, empreendedores e famílias de menor renda. A avaliação é que a proteção adequada pode contribuir para a sustentabilidade financeira dos negócios e para a redução da vulnerabilidade econômica das famílias diante de imprevistos.
A Bradesco Seguros está promovendo, ao longo de maio, uma série de ações de marketing e comunicação voltadas à conscientização sobre segurança no trânsito. A iniciativa visa mobilizar clientes, corretores, equipes comerciais e canais digitais da companhia com mensagens focadas em prevenção, atenção e convivência responsável nas vias.
Com o conceito “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, as ações trabalham situações cotidianas que impactam diretamente na redução de acidentes, especialmente diante do aumento da circulação de motocicletas nas cidades. Entre os conteúdos divulgados, a companhia reforça orientações relacionadas à distância segura entre veículos, atenção em cruzamentos, respeito a pedestres e ciclistas e sinalização antecipada de manobras.
A estratégia inclui conteúdo para redes sociais, WhatsApp, e-mail marketing, banners digitais e comunicações segmentadas para corretores e clientes. “A proposta foi construir uma comunicação mais próxima da realidade das pessoas, trazendo o tema da segurança no trânsito para situações práticas do dia a dia. Quando a mensagem gera identificação, ela também amplia a capacidade de conscientização”, afirma a superintendente sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros, Ana Cláudia Friguetto Gonzalez.
As ações também envolvem a rede de corretores da companhia, estimulando a disseminação de informações sobre direção responsável e prevenção de acidentes. Um dos conteúdos direcionados aos parceiros reforça justamente o papel do corretor na orientação dos clientes sobre comportamentos mais conscientes no trânsito.
Para o diretor de Produtos da Bradesco Seguros, Saint’Clair Lima, ampliar o debate sobre prevenção é parte essencial da construção de um trânsito mais seguro. “Grande parte dos acidentes está ligada a comportamentos que podem ser evitados com mais atenção e responsabilidade. Pequenas atitudes fazem diferença concreta na preservação de vidas e precisam estar presentes na rotina das pessoas”, diz o executivo.
O Grupo Bradesco Seguros realiza, no dia 19 de maio, o DesBRAva Day, encontro híbrido que reunirá, na sede da seguradora na Avenida Paulista, funcionários que concluíram o programa desBRAva, iniciativa estratégica voltada à disseminação e ao fortalecimento da cultura de inovação na companhia. O programa está atualmente em sua quarta edição, e já possui mais de 100 participantes na comunidade formada.
Criado em 2024 pelo time de Inovação, em parceria com a Universeg, o desBRAva se consolidou como uma iniciativa de formação estruturada, com o objetivo de desenvolver funcionários capazes de atuar como multiplicadores da cultura inovadora, conectando conhecimento teórico, aplicação prática e interação com o ecossistema de tecnologia e inovação.
A jornada é estruturada em quatro módulos progressivos, que abrangem desde o nivelamento conceitual até a aplicação prática de inovação e inteligência artificial. O modelo permite que os participantes desenvolvam uma visão sistêmica sobre o tema e suas aplicações no contexto dos negócios e da transformação digital.
“A transformação digital só acontece de forma consistente quando as pessoas estão preparadas e engajadas. O desBRAva reforça nosso compromisso com o desenvolvimento contínuo dos funcionários, estimulando o aprendizado, a troca de experiências e a construção de uma cultura de inovação alinhada aos nossos valores e à sustentabilidade do negócio”, afirma Valdirene Secato, diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros.
Ao longo da trilha, o programa combina diferentes formatos de aprendizagem, como webinars com especialistas, rodas de conversa com executivos, workshops práticos e uma expedição presencial a hubs de inovação em São Paulo, proporcionando contato direto com tendências, tecnologias emergentes e casos reais do mercado.
“Investir em inovação passa, necessariamente, pelo desenvolvimento das pessoas. O desBRAva é uma iniciativa que prepara nossos profissionais para pensar o futuro, experimentar novas soluções e aplicar a inovação de forma prática no dia a dia do negócio, fortalecendo a competitividade e a evolução contínua da companhia”, destaca José Loureiro, diretor de Inovação, Digital e Dados do Grupo Bradesco Seguros.
Seguindo o propósito de ser uma iniciativa de aprendizado contínuo, o desBRAva mantém uma comunidade ativa, com encontros periódicos mensais voltados à troca de experiências, proposição de desafios e projetos, e atualização contínua. O DesBRAva Day se insere nesse contexto como um momento de conexão, visão de futuro e celebração, reforçando o engajamento dos profissionais e a continuidade do desenvolvimento após a formação.
A iniciativa reflete a estratégia do Grupo Bradesco Seguros de investir de forma consistente na capacitação de seus funcionários e na construção de uma cultura organizacional alinhada às transformações tecnológicas e às demandas de um mercado em constante evolução.
O Supremo Tribunal Federal retoma nesta sexta-feira o julgamento sobre a determinação para que seguradoras e entidades de previdência complementar apliquem pelo menos 0,5% de suas reservas técnicas e provisões, ao ano, em créditos de carbono. Três integrantes da Corte já votaram para derrubar a previsão que consta da Lei 15.042 de 2024.
A norma em questão, que criou o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), ganhou os holofotes na última semana após o projeto que a originou ser mencionado nas investigações da Operação Compliance Zero.
O inquérito mostrou que emenda apresentada pelo senador Ciro Nogueira para ampliar a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) teria sido redigida dentro do Banco Master, mas, segundo a PF, tal episódio não teria sido “isolado”. A corporação narrou que, em 2023, Vorcaro determinou que um funcionário retirasse, da casa de Ciro, envelopes com minutas de projetos de lei de seu interesse, entre eles o texto que criou o SBCE.
Como mostrou o GLOBO, neste caso, as suspeitas de autoridades recaem sobre uma emenda apresentada pelo atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em dezembro de 2023, quando ainda não havia assumido o cargo. O deputado é próximo de Nogueira, que trabalhou para que o aliado fosse escolhido como sucessor de Arthur Lira (PP-AL) no comando da Casa.
Motta nega ter tratado do assunto com Nogueira. Ele diz que a emenda apresentada foi “resultado de um acordo partidário” e destacou que “o ato de legislar não é crime”. “A emenda apresentada garante que parte do faturamento do setor de seguros seja voltada para a compra de crédito de carbono como forma de assegurar a aplicação de recursos na sustentabilidade ambiental, principalmente quando se trata de atividades poluidoras. Ao aprovar a emenda, o Legislativo considerou que ela cumpre os critérios constitucionais”, disse, em nota.
Julgamento
O trecho da lei volta a ser discutido em sessão virtual, prevista para começar hoje e terminar no dia 29. Os ministros voltam a analisar uma ação movida pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) contra trecho da lei editada, em 2024.
O debate teve início em dezembro do ano passado, quando o relator, Flávio Dino, votou por declarar inconstitucional o artigo que prevê que seguradoras, entidades de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores comprem créditos de carbono no percentual mínimo de 0,5% ao ano sobre suas reservas técnicas e provisões.
Já seguiram tal entendimento os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Nesta sexta, o julgamento será retomado com o voto-vista do ministro Cristiano Zanin.
Ao Supremo Tribunal Federal, a CNseg sustentou que a obrigação de aquisição de créditos de carbono viola princípios da Constituição como o da livre iniciativa e concorrência. Segundo as entidades, o critério usado para impor, às seguradoras, o “investimento compulsório” não é “objetivo e racional”.
Ao analisar os argumentos da entidade, Dino ponderou que o fato de a lei estabelecer um percentual de aplicação de reservas técnicas e provisões em créditos de carbono “rompe a confiança guardada em relação aos atos do Poder Público”. O ministro anotou ainda que as obrigações em questão ainda estão dentro de um cenário de “incerteza”, que é agravado pela falta de regras de transição ou de implementação gradual de encargos.
“Nesse cenário, é evidente também a violação ao princípio da segurança jurídica. Evidentemente o Congresso Nacional pode revisitar o tema, sanando as inconstitucionalidades e adotando as regras técnicas mais consentâneas com a segurança dos negócios privados e dos próprios consumidores do mercado alcançado pelo regime legal”, anotou o ministro.
A ação
Para a CNseg, a lei obriga a compra de créditos de carbono sem que haja uma “correlação lógica” entre a atividade produtiva das entidades e a emissão de poluentes. Segundo a entidade, a previsão impõe “ônus desproporcional” às entidades, “que são obrigadas a impulsionar um mercado gerado pelos efeitos deletérios provocados pela emissão de gases estufa no ambiente por parte de terceiros”
“O legislador não só restringiu, de forma desproporcional, a liberdade das empresas para dispor sobre os ativos garantidores, como irresponsavelmente determinou a sua alocação obrigatória em ativos que nada tem a ver com a atividade econômica desempenhada por elas, que apresentam segurança e liquidez incertas e que sequer existem em quantidade suficiente para cumprir a obrigação imposta”, sustentou.
Entre 2019 e 2024, o Brasil gastou quase dez vezes mais com resposta e reconstrução após desastres climáticos do que com ações de prevenção e preparação. Foram R$ 23,3 bilhões destinados ao enfrentamento de emergências, contra apenas R$ 2,4 bilhões investidos para reduzir riscos antes que as tragédias acontecessem. O alerta foi feito pelo diretor de Relações Institucionais da CNseg, Hailton Madureira, durante o painel “Financiamento da gestão ambiental e climática municipal”, realizado em 20 de amio, na XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.
Segundo o executivo, essa lógica de reação, em vez de prevenção, tem custado caro ao país. Apenas entre 2022 e 2024, 67 eventos climáticos significativos provocaram perdas econômicas estimadas em R$ 184 bilhões, em um cenário de aumento da frequência e da intensidade dos desastres naturais. Dados apresentados pela CNseg mostram que, entre 2015 e 2019, o Brasil registrava em média 2.500 eventos climáticos por ano, mas entre 2020 e 2024, esse número praticamente dobrou, alcançando cerca de 4.500 ocorrências anuais.
Apesar da escalada dos prejuízos, a proteção securitária ainda é limitada. Tradicionalmente, apenas cerca de 9% das perdas econômicas decorrentes de desastres climáticos no Brasil são cobertas por seguros, percentual muito inferior ao observado em países desenvolvidos, onde a cobertura varia entre 20% e 55%.
Na avaliação da CNseg, essa baixa cobertura amplia a vulnerabilidade da população e transfere para os cofres públicos uma conta que poderia ser mitigada com instrumentos de proteção securitária. “Os gastos com prevenção entram como despesas comuns nos balanços públicos, enquanto os recursos destinados à reconstrução podem ser tratados como créditos extraordinários, sem impacto nas metas fiscais. Isso acaba criando um desincentivo à prevenção”, explicou o diretor da CNseg.
No campo, o cenário também preocupa. Em um momento de aumento dos riscos climáticos, a subvenção federal ao Seguro Rural vem encolhendo, o que compromete não apenas a segurança financeira do produtor, mas toda a cadeia econômica ligada ao agronegócio. Já na infraestrutura pública, a proteção securitária é ainda mais reduzida: levantamento da CNseg indica que menos de 2% da infraestrutura crítica brasileira conta hoje com cobertura de seguros, expondo a população e o orçamento público a riscos crescentes.
Hailton destacou que ampliar a proteção securitária não é apenas uma medida de proteção patrimonial, mas também uma estratégia de política pública. Estudos citados pela CNseg indicam que seguros aceleram a recuperação econômica após eventos extremos, permitem respostas mais rápidas a famílias e empresas e reduzem a pressão sobre os gastos públicos. Segundo estimativas do World Resources Institute (WRI), cada R$ 1 investido em adaptação pode evitar até R$ 10 em despesas pós-desastre.
Diante desse cenário, a CNseg vem estruturando iniciativas para ampliar o acesso ao seguro no país. Entre elas está o desenvolvimento de um produto voltado à cobertura contra alagamentos, em parceria no Rio Grande do Sul, com foco em oferecer uma solução mais acessível à população. A entidade também atua junto ao Congresso Nacional para evitar o contingenciamento de recursos do Seguro Rural e discute modelos de seguro catastrófico para entes públicos, inspirados em experiências internacionais que combinam participação governamental, mercado segurador e bancos multilaterais para reduzir prejuízos e dar maior previsibilidade financeira diante de eventos extremos
Em um cenário de eventos climáticos cada vez mais frequentes e severos, a avaliação da CNseg é que ampliar a prevenção e fortalecer instrumentos de proteção financeira, como os seguros, deixou de ser apenas uma agenda do setor e passou a ser uma necessidade estratégica para reduzir perdas, proteger a população e aliviar a pressão sobre as contas públicas.
Para proporcionar proteção e segurança a um número cada vez maior de brasileiros, a Generali se uniu à fintech BScash para oferecer o seguro “Perda e Roubo de Cartão com Pix” para os clientes da plataforma de gestão de pagamentos.
O seguro da Generali será integrado ao ecossistema da BScash, ampliando ainda mais o alcance da sua proteção financeira. O produto cobre situações inesperadas como perda ou roubo de cartão, saques e transferências sob coação, incluindo operações via Pix.
Com foco em descomplicar o dia a dia das organizações, a fintech oferece uma plataforma completa de soluções financeiras voltadas para pessoas jurídicas e seus colaboradores. Entre os principais serviços estão a conta digital gratuita, cartão pré-pago, crédito pré-aprovado, além de funcionalidades como Pix, TED e pagamento de boletos. Tudo isso com agilidade, segurança e praticidade, promovendo uma experiência financeira mais eficiente e acessível para empresas de todos os portes.
O Chief Commercial & Marketing Officer da Generali, Thiago Machado, destaca que essa parceria reforça nossa estratégia de crescimento em distribuição digital, levando proteção de forma simples e integrada à jornada do cliente. Nosso foco é escalar o acesso a seguros por meio de parceiros relevantes, com soluções que façam sentido no dia a dia das pessoas”.
Para a CEO da BScash, Rafaela Mota, a relação com a Generali se insere na proposta de estar aliada a parceiros que se destacam no mercado a partir de indicadores que garantem o oferecimento de serviços de alto valor, primando pela garantia de segurança da marca. “A Generali Brasil é hoje uma das maiores seguradoras do país a partir de critérios como desempenho financeiro, governança, socioambiental, inovação, visão de futuro e pessoas, aspectos que nos tocam diretamente por fazermos parte de um grupo forte, que é a BSPAR, que tem sua imagem consolidada por preceitos que regem o mercado e valorizam nossos clientes e parceiros”.
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