Porto dobra lucro para R$ 2,2 bilhões em 2023, sendo a vertical Seguros responsável por 86%

Paulo Kakinoff CEO da Porto

A Porto comemora os resultados obtidos em 2023, com crescimento e rentabilidade nas quatro verticais da holding: seguros, saúde, banco e serviços. O lucro líquido dobrou de um ano para outro, alcançando R$ 2,26 bilhões no ano passado, com a vertical Seguros responsável por 86%. O Retorno sobre Patrimônio Médio (ROAE) foi de 19,6% no ano. 

“Realmente foi um ano histórico para o grupo, com um resultado que gera entusiasmo em toda a equipe com a preservação do time executivo e aquisição de novos, como o diretor de relações com investidores, Domingos de Toledo Piza Falavina, e a nova executiva-chefe de operações da vertical Porto Seguros, Patrícia Chacon, ex-CEO da Liberty. Temos uma agenda estruturante pela frente, que nos anima muito”, comentou em entrevista a um grupo de jornalistas Paulo Kakinoff, que assumiu o comando do grupo em janeiro de 2024, mas vinha no último ano acompanhando todas as principais decisões do corpo diretivo num período de transição com Roberto Santos, agora no Conselho. 

Segundo ele, o bom desempenho veio da recomposição dos preços num ambiente competitivo, crescimento de 16,2% das vendas em todas as verticais para uma receita total de R$ 31,7 bilhões, com avanço na expansão orgânica dos negócios, incorporação dos clientes da CDF e a estreita relação com os mais de 37 mil corretores parceiros de negócios. 

“Os corretores, que conhecem as características regionais e culturais em todo o Brasil e cada CPF individualmente, são responsáveis também pelo bom resultado que estamos apresentando. Eles são essenciais na nossa modelagem de risco, agregando valor ao imenso banco de dados que usamos para fazer uma subscrição equilibrada”, citou. O índice de renovação de apólices está em 75%. 

Na Porto Seguro, vertical comandada por Rivaldo Leite e que responde pelos produtos de seguros e por quase R$ 1,9 bilhão do lucro de 2023, os prêmios avançaram 12,1%, para R$ 19,8 bilhões, justificado pelo aumento de 8,1% na base de clientes comparado ao ano anterior e por adequações na precificação. O Índice Combinado encerrou o ano passado em 86,9%, com índice de sinistralidade de 53,7% considerando-se Porto e Azul. Segundo o executivo, a melhora se deve ao aprimoramento na subscrição de riscos, aumento no controle de sinistros e evolução mais favorável no valor dos automóveis, diminuindo a pressão sobre os custos dos sinistros, explicaram os executivos. 

Kakinoff destacou que a Porto Saúde, comandada por Sami Froguel,  ultrapassou 543 mil beneficiários, com receitas de R$ 4,6 bilhões e lucro de R$ 200 milhões, segundo dados do balanço publicado no portal da holding. “Vislumbramos uma tendência de crescimento em saúde em razão de produtos desenhados para cada mercado e pela segmentação de clientes”, afirmou. A sinistralidade recuou 3,7 p.p. no quarto trimestre de 2023 em comparação ao 4T22 e 4,4 p.p. em relação ao 3T23. Segundo os executivos, este fato foi impulsionado pelas iniciativas de adequação tarifária, ações para redução de fraudes e melhoria na subscrição de riscos.

Na Porto Bank, vertical de negócios financeiros liderada por Marcos Roberto Loução, as receitas totais superaram R$ 4 bilhões em 2023 e o ganho chegou a R$ 451 milhões, com destaque para o crescimento nas receitas de consórcio e para o incremento de negócios na vertical. “Em relação às operações de crédito, o banco apresentou um resultado com evolução positiva da inadimplência, com tendência de se manter em 2024. As novas safras têm apresentado boa performance, indicando a efetividade das políticas implementadas nos últimos meses. Assim, o foco na gestão de risco e na melhor qualidade da carteira de crédito continuam sendo pilares do crescimento sustentável da vertical”, destacou Kakinoff. 

Em outros negócios, a companhia atingiu receita de R$ 853 milhões no ano e perdas de R$ 157 milhões.  A redução é explicada pela desaceleração do ritmo da operação do carro por assinatura, que passa por uma reestruturação. “Estamos neste momento discutindo sobre qual será o formato que a Porto vai ofertar este serviço. A hipótese é que a companhia tenha uma parceira para fazer a gestão, através da qual pode capitalizar o negócio com seus distribuidores, os corretores de seguros”, informou, sem descartar ter um sócio. “Mas a nossa preferência é ter parcerias”, enfatizou. 

Vertical de Serviços: a vedete de 2024

A menina dos olhos para 2024 é a nova vertical Porto Serviço, lançada em dezembro de 2023 e que tem como CEO Lene Araújo, inicia sua jornada com o potencial de alavancar o volume de vendas no B2C e já tem intensificado parcerias estratégicas B2B para distribuição do seu portfólio de serviços. Os resultados desta vertical, considerando os rebates das seguradoras, serão divulgados a partir do primeiro trimestre de 2024. 

A vertical de Serviços é que deve receber a maior intensidade de ações e projetos neste ano, inclusive aquisições como as já divulgadas Unigás e CDF, pelo potencial imenso tanto com expansão geográfica como em oferta de serviços. Este processo deve se intensificar ao longo deste ano, informou. “Temos uma capacidade de processamento gigantesca, com atividades de aquisição, desenvolvimento de conhecimento da marca, dos serviços que são oferecidos, do portfolio”, acrescentou, ressaltando que o seguro auto é um dos principais indutores da vertical de serviços. 

Ganho financeiro mantido com aplicações de longo prazo

Questionados sobre conseguir obter o mesmo resultado financeiro em 2024 com a tendência de queda da taxa Selic, os executivos afirmaram que o atual portfolio de investimento deverá apresentar bons resultados nos próximos três anos, beneficiando-se de títulos longos e numa aposta de que os juros ainda se manterão num patamar elevado. E mesmo que caia mais rapidamente, a composição do preço dos produtos e serviços irá considerar esta diferença. O CFO da Porto, Celso Damadi, informou que a carteira de títulos comprados considera juros entre 5% e 5,5%. “Levando em conta uma inflação de 3,5% a 3,8%, consideramos ter um receita robusta para os próximos anos”.

O retorno sobre as aplicações financeiras (ex-previdência) geridas pela tesouraria da companhia foi de R$ 378,2 milhões no 4T23, o que representa uma rentabilidade equivalente a 106,7% do CDI. O desempenho foi impulsionado, principalmente, pela rentabilidade das alocações em renda variável no período, além do fechamento dos spreads de crédito e da marcação a mercado de uma parte da carteira alocada em juro nominal (DI futuro). Mesmo com impacto negativo dos títulos marcados na curva (NTN B), o resultado foi acima do CDI no período. Em relação ao quarto trimestre do ano passado, o resultado financeiro cresceu 111,4%, atingindo R$ 355,9 milhões.

Mudanças climáticas sob a lupa dos dados

Os efeitos das mudanças climáticas é algo que não preocupa a direção da Porto. Até o momento, apesar de todos os desastres naturais ocorridos em 2022 e 2023, Kakinoff afirmou os dados da companhia não sinalizaram um risco sistêmico. “É inegável que vivemos mudanças climáticas, mas temos base para um refinamento das modelagens de risco e preço. Somos uma companhia com grande escala”, enfatizou.

A visão da Porto é que as mudanças climáticas podem, na verdade, ter um efeito positivo ao impulsionar o crescimento do setor como um todo, caso a população entenda como riscos que colocam seu patrimônio em risco. “Nosso negócio é vender produtos que protejam a sociedade de riscos”, comentou. Vale lembrar que a Porto Seguro é líder destacada de mercado de seguro auto e residência, com significativa margem da segunda colocada em cada segmento.

No âmbito da digitalização das operações, a Porto registrou 49 milhões de interações e atendimentos digitais no quarto trimestre de 2023 e 53% dos acionamentos para serviços de carro ou residência do trimestre foram feitos por meio do Super App e do WhatsApp.

Corretora de seguros Solutions registra indenizações de R$ 15,8 milhões em 2023

A corretora de seguros  Solutions foi responsável por gerenciar o total de R$ 15,8 milhões de indenizações decorrentes do acionamento dos seguros contratados sob sua intermediação junto às seguradoras com as quais opera e que garantem os riscos de seus clientes. 

“Em 2023, verificamos uma maior incidência de eventos climáticos, como alagamentos, queda de raios, vendavais, que causaram danos materiais às instalações prediais, veículos, obras e corporais às pessoas”, afirma Sérgio Frade, diretor-presidente da Solutions Gestão de Seguros. A corretora também observou maior incidência de roubo de bens, especialmente veículos e cargas transportadas.

Fator Seguradora torna oferta do garantia judicial recursal e trabalhista 100% online

SÃO PAULO, 26 DE FEVEREIRO DE 2024 – A Fator Seguradora reformulou a maneira de cotar e emitir o Seguro Garantia Judicial Recursal e de Execução Trabalhista, produtos da carteira de Seguro Garantia da Seguradora, migrando 100% da operação de backoffice para o seu canal digital, o fatorconnect. Com esse movimento, a Fator quer desmistificar o Seguro Garantia como produto complexo e que requer especialização por parte dos Corretores. As mudanças são uma ótima oportunidade para os Corretores que ainda não emitem Apólices de Seguro Garantia pelo canal digital da Seguradora. 

Pelo fatorconnect, a cotação e emissão é descomplicada, autoexplicativa e automática. Em poucos cliques, o Corretor de Seguros consegue realizar o cadastro do Tomador, cotar e emitir uma Apólice. A emissão do Seguro Garantia Judicial Recursal ou de Execução Trabalhista não demora mais de três minutos para ser concluída no novo sistema.

Nestas modalidades de Seguro Garantia, quem contrata a Apólice é o Tomador do seguro (empresa que precisa apresentar garantia no processo), que garante ao Segurado (juízo do processo ou a contraparte do Tomador) o pagamento no caso de inadimplência. O público-alvo é qualquer empresa que seja reclamada ou executada na Justiça do Trabalho, independentemente do porte, o que faz o produto ter amplo universo de comercialização. 

“No seu dia a dia, as empresas precisam lidar com custos decorrentes de processos judiciais. Com o Seguro Garantia Judicial Recursal e de Execução Trabalhista, elas não precisam depositar dinheiro em juízo, nem comprometer suas linhas de crédito contratando fiança bancária. Sempre recomendamos aos Corretores que eles tragam essa possibilidade de contratação por serem produtos de preço acessível e que dispensam o depósito de dinheiro, que poderia ser investido ou aplicado no negócio”, afirma Fabio Gobara, Superintendente de Subscrição da Fator Seguradora.  

Atrativos para os Corretores

Uma das facilidades agora disponíveis passam pelo processo de aprovação automática de crédito, sem a necessidade de interação com a Seguradora. Além disso, os meios de pagamento foram aprimorados, como a antecipação da data do vencimento da 1ª parcela do boleto e a possibilidade de pagamento pelo cartão de crédito.

“Esta antecipação pelo boleto ou o pagamento pelo cartão de crédito dá ao Corretor de Seguros mais segurança e eficiência operacional” – comenta Liliana Márquez, Superintendente de Crédito e responsável pela Transformação Digital do Seguro Garantia da Fator Seguradora.

Grupos de Tomadores

Para a contratação do Seguro Garantia Judicial Recursal e de Execução Trabalhista pelo fatorconnect, são definidos critérios de aceitação para dois grupos distintos de Tomadores:

– Tomadores com limite aprovado de forma 100% automática pelo fatorconnect, poderão emitir Apólices de Seguros de até R$ 100.000,00 de Importância Segurada (I.S) até o limite de crédito concedido, sem a necessidade do Contrato de Contragarantia (CCG).

– Tomadores com limite aprovado pela equipe de crédito da Fator Seguradora, poderão emitir Apólices com Importância Segurada (I.S) de até R$ 1.000.000,00 de forma 100% automática, desde que tenham seu Contrato de Contragarantia (CCG) devidamente regularizado, bem como, enviar propostas com valores superiores, pelo fatorconnect, e solicitar uma análise à área de Subscrição (mesa) da Fator Seguradora.

Consumidores afirmam que ter um seguro aumentaria confiança nas compras online, mas são sensíveis ao preço

pesquisa chubb varejo

Os consumidores que realizam compras em plataformas de comércio eletrônico confiam mais nelas do que nas empresas que vendem seus produtos por meio desses canais digitais, revela uma nova pesquisa da Chubb.

Essa diferença de confiança é mais evidente entre o crescente segmento de compradores que adotaram os sites de comércio das redes sociais, com 85% afirmando confiar nos mercados das redes sociais. Isso contrasta com as empresas que vendem seus produtos por meio desse canal. Uma maioria significativa dos vendedores online não confia nos sites de comércio das redes sociais quando se trata de gerenciar inventário (75%), lidar com reembolsos e devoluções (69%), envio e conformidade (67%), processamento de pagamentos (65%) e à segurança e privacidade (58%). Essas são algumas das principais conclusões de “Crossing the e-commerce trust divide”, uma pesquisa global de consumidores e vendedores online encomendada pela Chubb à iResearch Services.

Entre os consumidores que fazem compras online por meio de plataformas de comércio eletrônico e redes sociais, três em cada quatro relatam terem sofrido fraudes financeiras, e mais da metade (55%) tiveram pagamentos perdidos devido a falhas. Mais de dois em cada cinco (42%) afirmam receber frequentemente produtos danificados.

“Seja nas redes sociais ou nas plataformas de comércio eletrônico, a jornada do cliente deve ser simples, fácil e inspirar confiança no consumidor: sua confiança é frágil”, disse Amy McNeece, Chefe de Parcerias para Consumidores Digitais e Pequenas Empresas da Chubb na América do Norte. “Problemas de entrega, produtos danificados e fraudes online podem minar a confiança do consumidor em um instante, e a fidelidade do cliente é fundamental na era do comércio digital”.

O estudo também revela diferenças regionais, uma vez que os consumidores da América Latina compram em plataformas de comércio eletrônico com mais frequência do que os da América do Norte, Europa e Ásia. “O ritmo acelerado das compras online na América Latina revela um consumidor digitalmente inteligente”, disse Gabriel Lázaro, Vice-Presidente Executivo e Chefe Digital do negócio internacional de seguros gerais da Chubb. “Isso tem sido impulsionado pela alta adoção de dispositivos móveis e redes sociais ao longo da última década. O consumidor da classe média emergente tem acesso, por meio das plataformas de comércio eletrônico, a uma gama cada vez mais ampla de serviços em comparação com os canais tradicionais.”

Outras descobertas importantes:

  • Nada no comércio eletrônico é mais importante para os consumidores do que a segurança dos pagamentos. Quase oito em cada dez consumidores em todo o mundo afirmam que a segurança da plataforma de pagamento é sua principal preocupação.
  • O aumento da confiança nos mercados das redes sociais não se limita à Geração Z ou às mulheres. As gerações nascidas após os Baby Boomers (Geração Z, Millennials e Geração X) tendem a sentir-se mais à vontade com o comércio nas redes sociais do que com outros canais de venda. Os homens tendem a utilizar mais as plataformas de redes sociais para fazer compras do que as mulheres, com uma diferença de 61% para 31%. A Geração Z, o grupo etário mais jovem pesquisado, compra através das redes sociais duas vezes mais do que os compradores da Geração X.
  • Os consumidores latino-americanos são os usuários mais frequentes de lojas online entre as regiões pesquisadas. Um em cada quatro (25%) dos entrevistados latino-americanos compra online várias vezes por semana, o dobro da taxa de consumidores em outras partes do mundo. Além disso, quase três quartos (74%) visitam e compram em plataformas de comércio eletrônico pelo menos várias vezes por mês, em comparação com 62% dos entrevistados norte-americanos, 59% dos europeus e 56% dos asiáticos.
  • Os consumidores afirmam que ter um seguro aumentaria sua confiança para realizar compras online, mas são sensíveis ao preço. A maioria dos consumidores diz que ter um seguro aumentaria sua confiança para realizar compras online. Sete em cada dez consumidores gostariam de ter cobertura, principalmente para proteger as compras de produtos eletrônicos, eletrodomésticos, equipamentos de exercício e roupas. Para proteger essas compras, a maioria diz que estaria disposta a adicionar um por cento ao preço dos itens que compram.

Há uma área em que consumidores e vendedores online estão alinhados: ambos querem uma experiência de compra mais segura de ponta a ponta. “A disponibilidade de seguros online pode contribuir para construir e manter a confiança”, disse McNeece. “Isso é especialmente verdadeiro para as empresas menores que precisam pensar em como construir e proteger suas marcas e conquistar clientes recorrentes”.

Metodologia

A pesquisa, encomendada pela Chubb, foi realizada pela iResearch em novembro de 2023, envolvendo 500 consumidores que compram por meio de canais online, incluindo plataformas de comércio eletrônico, redes sociais e vitrines digitais, e 525 vendedores online que vendem por esses canais online. A pesquisa, conduzida online e compilada pela iResearch, ouviu consumidores e vendedores online da América do Norte, Europa, Ásia e América Latina. Trinta por cento dos consumidores pesquisados estão na Europa, 30% na América do Norte, 25% na Ásia-Pacífico e 15% na América Latina. A pesquisa também representa uma ampla variedade de vendedores online em todo o mundo: 32% estão na América do Norte, 31% na Europa, quase 20% na região da Ásia-Pacífico e 18% na América Latina.

Liberty lança primeira campanha de incentivo para corretores de 2024 

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros, marca que integra o Grupo HDI, anunciou o lançamento da primeira campanha de incentivo para corretores de 2024, com foco em seguros de vida. A ação faz parte do programa Cresça com o Vida, projeto da empresa que visa desenvolver os profissionais e ampliar seus negócios no segmento, além de reconhecer os parceiros que tiverem as melhores performances em vendas de produtos do setor. 

A campanha teve início no dia 1º de fevereiro e se estenderá até 30 de abril, com emissões válidas até o dia 15 de maio deste ano. A ação será dividida em duas mecânicas de premiação, a “Vendeu, Ganhou” e o “Ranking Corretor”, e os produtos participantes são Liberty Vida Perfil, Liberty Vida Especial, Liberty Affinity Vida, Liberty Vida Global e Liberty Vida Mais Tranquila. 

No primeiro formato, a cada apólice de vida emitida dos produtos contemplados, o participante ganha R$ 50 no cartão Cresça com a Liberty, e a cada emissão do produto Vida Mais Tranquila, o profissional recebe R$ 30 no Cartão. Já na categoria “Ranking Corretor”, os três parceiros que mais se destacarem durante o período da iniciativa concorrem a uma bicicleta, um relógio smartwatch e R$ 1 mil em créditos no Cartão Cresça com a Liberty. Os interessados em participar da campanha podem acessar este link para mais detalhes.

“A frente de seguros de vida é extremamente estratégica para o Grupo HDI, e vemos um grande potencial neste segmento em 2024 e nos próximos anos”, explica o Diretor de Seguros de Pessoas do Grupo HDI, Alexandre Vicente. “Nesse contexto, um dos nossos focos é constantemente lançar projetos que empoderem e eduquem os corretores sobre a venda dessas proteções, para que eles continuem atuando como os verdadeiros agentes de negócio que são, ensinando os consumidores sobre a importância desses produtos e contribuindo para o desenvolvimento do mercado segurador como um todo”, completa o executivo.

Tokio Marine Seguradora comemora lucro de R$ 1,4 bilhão e vendas de R$ 12,1 bilhões

Daniel Dibe, diretor executivo de Finanças e Administração da Tokio Marine.

A seguradora Tokio Marine entrou para o clube do bilhão em lucro líquido, restrito apenas a seis companhias no Brasil, com ganho de R$ 1,4 bilhão em 2023. A subsidiária local do maior grupo segurador do Japão obteve o melhor resultado em 64 anos de atuação no país. As vendas atingiram R$ 12,1 bilhões, avanço de 14,7% em relação ao ano anterior. As indenizações pagas aos clientes que acionaram o seguro por alguma perda totalizaram R$ 5,4 bilhões. O patrimônio líquido encerrou o ano passado em R$ 5 bilhões e o retorno sobre o PL em 24,9%.

O Índice Combinado, que mede a eficiência operacional de uma seguradora, ficou em 88%, bem melhor do que os 95% de 2022. Neste indicador, quanto mais abaixo de 100%, melhor. O IC foi beneficiado por dois indicadores de darem inveja aos concorrentes. O índice de sinistralidade situou-se em 49% e a despesa administrativa em 8,5%, praticamente a metade da média do setor. O índice de comercialização ficou dentro da média, em 21%.

“Foi, de fato, um ano excepcional, no qual recebemos o reconhecimento do mercado e nos destacamos pela ampla oferta de produtos e coberturas de seguros, com preços competitivos, qualidade na entrega de serviços, intenso relacionamento com cerca de 40 mil corretores e assessorias e uma sólida estrutura interna de governança corporativa, base do crescimento sustentável da companhia ao longo dos últimos anos”, afirma o diretor executivo de Finanças e Administração, Daniel Dibe.

O executivo destaca a performance da diretoria de produtos massificados entre os fatores que impulsionaram o bom desempenho da Tokio Marine em 2023. Na carteira de automóvel, que responde por 61% do faturamento, a companhia registrou crescimento de 15,2% (sem DPVAT e o Garantia Estendida Auto), acima dos 9,1% registrados pelo mercado. Já o seguro fiança locatícia registrou avanço de 167,4% e o seguro condomínio de 55,8%. Na carteira de Pessoas, com abrange seguro de vida, de acidentes pessoais e seguro viagem, a seguradora registrou vendas 16% acima do ano anterior.  

O segmento de seguros corporativos foi outro destaque no período, retificando o apetite da Tokio Marine por grandes riscos. Como um dos principais players deste mercado, a seguradora oferece soluções customizadas e abordagem comercial consultiva aos parceiros de negócios. Entre os produtos com crescimento significativo em 2023 estão o segmento de responsabilidade civil geral, com 114,9%; Erros & Omissões, com 56,5%; seguros marítimos, com 34,6% e riscos cibernéticos, com 31%.

Para 2024, os planos da Tokio Marine são o de dar continuidade ao crescimento orgânico em todas as carteiras, manter o índice de sinistralidade e despesas administrativas sob controle e seguir com investimentos parrudos em tecnologia para atender seus parceiros de negócios e seus clientes com agilidade e uma jornada assertiva, desde a cotação do seguro até o pagamento da indenização. “Nosso app é intuitivo e em poucos cliques nossos parceiros e clientes têm em mãos as informações que necessitam para solucionar suas demandas”, afirma Dibe.

Em novos negócios, a seguradora tem olhado especialmente para cibernético, riscos ambientais e energia verde, cuja demanda crescente encontra poucas opções no mercado. “Temos buscado ofertar os melhores produtos e serviços. Em energia renovável, temos realizado eventos para conversar com este público para entender suas necessidades, uma vez que energia verde é uma grande aposta do Brasil, país visto como um dos mais promissores do mundo”, comenta.

Segundo Dibe, a matriz do grupo acredita que o seguro cibernético é uma cobertura de seguros que vai crescer muito nos próximos anos por conta da necessidade dos clientes, num cenário de grande temor de ataques hackers, como mostrou pesquisa divulgada em janeiro pelo Forum Econômico Mundial, em Davos, Suíça. “No Brasil, estamos aprendendo muito com a experiência das filiais do grupo no mundo e com os resseguradores. Nosso alvo é crescer com moderação, ponderando a divisão de riscos com clientes, parceiros e resseguradores. Nesta carteira, que ainda é um risco novo para todos, é preciso assertividade e dados na subscrição do risco. Em seguro ambiental, a mesma política: capacidade com resseguradores e boa política de subscrição”. 

A Tokio também segue a missão de superar as metas traças na estratégia do triênio 2024, 2025 e 2026 pela matriz. No triênio passado a palavra chave era “inovação”. Neste ano inovação se mantém, mas a palavra global do grupo segurador é “transformar” para cumprir o compromisso da Tokio Marine com todos os stakeholders. “Vamos manter a estratégia de negócios baseada na valorização de nosso capital humano, oferta dos melhores produtos e serviços e ampliação da cultura do seguro no Brasil. Também vamos reforçar nossa missão de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, transparente e que use os recursos naturais de forma responsável por meio das ações do Tokio ESG”, finaliza

Munich Re supera expectativa de lucro em 2023 e vê 2024 com otimismo

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A Munich Re divulgou nesta manhã resultado líquido de € 4,6 bilhões em 2023, superando a sua expectativa inicial em € 600 milhões para o período. O crescimento orgânico no resseguro de Property & Casualty (P&C) e a seguradora ERGO contribuíram para elevar as receitas de seguros para 57,884 bilhões de euros em 2023. No resseguro de P&C o índice combinado de 85,2% gerou um resultado de 2,448 bilhões de euros em 2023, apoiado por receitas de seguros mais elevadas em 27,061 bilhões de euros.

“2023 foi outro ano de sucesso para a Munich Re. Superamos a nossa meta de lucro anual pela terceira vez consecutiva e obtivemos um forte desempenho em todos os segmentos de negócios. Graças a um portfólio de negócios amplamente diversificado, a Munich Re está bem posicionada e no caminho certo para cumprir as metas especificadas no seu programa estratégico Ambition 2025. Com exceção dos riscos sistêmicos – como os cibernéticos e os de pandemia – a nossa vontade de cobrir riscos existenciais para pessoas e empresas está longe de estar esgotada”, comentou Joachim Wenning, CEO e Presidente do Conselho de Administração, em nota.

Aas perdas por catástrofes naturais da Munich Re aumentaram em 2,335 bilhões de euros, em comparação com os 2,118 bilhões de euros de 2022. Segundo o grupo, o elevado nível de perdas naturais, juntamente com uma indústria de resseguros que só vê novos influxos limitados de capital, gera um mercado difícil prolongado. Ao mesmo tempo, a empresa informa que a subscrição de resseguros contra catástrofes “continua a proporcionar margens muito atraentes”.

Olhando para o futuro, a Munich Re afirmou que, “apesar da pressão do mercado aumentar ligeiramente, a Munich Re espera que o ambiente permaneça positivo nas próximas rodadas de renovação de abril e julho”.

Com condições positivas definidas para continuar, a Munich Re aposta que terá como meta um resultado líquido de 5 bilhões de euros em 2024, com receitas de seguros de cerca de 59 bilhões de euros e um retorno do investimento superior a 2,8%. O resseguro será o principal motor para 2024 da Munich Re, com receitas de seguros esperadas de 39 bilhões de euros e uma contribuição para o resultado líquido de 4,2 bilhões de euros.

Além disso, prevê-se que o índice combinado de resseguros P&C caia para 82% neste ano, o que tornaria o negócio de resseguros contra catástrofes que a Munich Re subscreveu particularmente lucrativo. “Num ambiente de mercado preparado para permanecer favorável, a Munich Re aproveitará a sua posição de força para crescer mais uma vez e gerar ainda mais lucros”, cita a nota divulgada.

Ricardo Bottas deixa comando da Unitedhealth, dona da Amil

“Encerrar ciclos podem ser processos que envolvem elevado grau de incerteza, principalmente quando forem ciclos curtos. Mas quando tratamos de ciclos curtos mas de alta intensidade, seguramente precisamos avaliar o que conseguimos entregar de resultados, o que levamos conosco para nossas carreiras e como conseguimos transformar e guiar as pessoas e os negócios para jornadas virtuosas”.

Este foi a abertura da mensagem de Ricardo Bottas no linkedin para anunciar a sua saída como CEO do Unitedhealth no Brasil. “Deixo a companhia com um enorme orgulho de ter liderado um incrível time de líderes em uma gigantesca nave com 36 mil colegas colaboradores, mais de 5,5 milhões de clientes, 32 hospitais com mais de 4,5 mil leitos, faturamento anual superior a R$ 27 bilhões e uma missão: contribuir para que as pessoas tenham vidas mais saudáveis e que o sistema de saúde funcione melhor para todos”.

Segundo ele, esta missão ainda está longe de ser concluída e os desafios do sistema de saúde suplementar no Brasil ainda seguem demandando um conjunto de esforços, investimentos, inteligência no uso de dados, pessoas competentes, mas principalmente engajadas com uma verdadeira agenda na direção da integração, do acesso e da sustentabilidade.

Bottas assumiu a posição de CEO da companhia em maio passado. Formado em administração de empresas, com especialização em finanças corporativas, Bottas trabalha há 26 anos em companhias abertas, passando pelos setores de saúde, seguros, energia elétrica, petróleo e gás.

Quando assumiu, o executivo disse considerar a maior oportunidade da minha carreira no exato momento em que, passados 10 anos, o UHG reitera seu compromisso de longo prazo com o país.

No país desde 2012, o UnitedHealth Group Brasil controla a operadora de planos de saúde Amil (com rede própria composta por 20 hospitais no Rio de Janeiro e em São Paulo), a Amil Dental – juntas, as duas empresas atendem 5,3 milhões de beneficiários – e a rede médico-hospitalar Americas (com 12 hospitais de excelência em cinco estados e no Distrito Federal). O grupo no Brasil conta com cerca de 36 mil colaboradores, além de uma extensa rede de prestadores de saúde parceiros, com mais de 29 mil médicos e serviços de saúde credenciados, cerca de 13,5 mil prestadores odontológicos credenciados e realiza sua distribuição de produtos nacionalmente em parceria com corretores de seguros corporativos e de varejo.

Advogados acreditam que o Código Civil atualizado pode colocar o PL 29 em segundo plano

Com Agência Senado

Um grupo de executivos e especialistas que desaprova o Projeto de Lei de Contratos de Seguros, conhecido como PL 29 e que aguarda ficou animado nesta segunda-feira com a atualização do Código Civil (Lei 10.406, de 2002), apresentado pelos professores Flávio Tartuce e Rosa Maria de Andrade Nery. A votação do relatório final deve ocorrer na primeira semana do mês de abril.

Os artigos sobre seguros foram incluídos no Código Civil de última hora. De acordo com o advogado Walter Polido, há alguns pontos que podem ser modificados mas, no geral, é uma versão equilibrada, com viés de atualização daquilo que já existe e baseada na jurisprudência dos tribunais superiores. “Agora é aguardar a receptividade do Congresso, sendo que muito provavelmente o PLC 29/17 ficará em segundo plano. Espero que aconteça dessa forma, para o bem de todos e para a continuidade normal do mercado”, comentou.

Para o advogado Thiago Junqueira, o PL 29/2017, que conta com o apoio do ministro Fernando Haddad e passou por negociações com a CNseg, a confederação das seguradoras, está desequilibrado. “A comissão de reforma do Código Civil teve o mérito de ser plural e adotar uma abordagem equilibrada. Haddad, grande homem público que é, ao perceber os méritos desta reforma, provavelmente compreenderá que esse é o melhor caminho a ser seguido”, comentou.

Junqueira acredita que o principal argumento para os defensores do PL, que segue no Senado, ainda sem data para entrar na pauta, é que o Código Civil está desatualizado. “Esse argumento perde relevo com essa nova versão proposta pela comissão. Na verdade, essa versão da comissão é mais atualizada do que o PL 29/2017”.

Relatora da chamada parte geral do código, a professora Rosa Maria avaliou o trabalho das subcomissões como de “máxima qualidade” e reconheceu que é natural existirem dúvidas e divergências em trabalhos como esse. A jurista ainda disse que procurou atender a todos e registrou que atuou “submissa à Constituição de 1988”.

De acordo com a relatora, o novo texto trará de forma clara que “a vida termina com a morte encefálica”, o que pode colaborar com os transplantes de órgãos. Segundo a professora, temas relacionados a crianças, animais, domicílio, obrigações e situações de ausências foram “alargados” no texto de seu relatório. Ela também reconheceu que a parte de direito empresarial deve gerar divergências que demandam mais debate. Rosa Maria ainda disse que, na parte da família, haverá a previsão de direitos para a mulher gestante. Ela adiantou ainda que, em outros temas da família, será difícil encontrar consenso. Para a professora, no entanto, será possível chegar a um acordo mesmo em temas polêmicos. ” Espero que tenhamos conseguido catalisar aquilo que veio como uma variedade imensa de propostas”, afirmou, informa a Agência Senado.

O professor Flávio Tartuce também apresentou um resumo de seu relatório, que abrange questões como direito digital e direito das coisas (que trata dos direitos de posse e propriedade de bens), revisão contratual e sucessões. Ressaltando que a comissão tem como membros “alguns dos civilistas mais importantes do país”, o jurista pediu um esforço de todos os colegas em busca de acordo sobre o relatório final. Ele ainda informou que preferiu não tratar do sistema de garantias por ser um tema que está sendo abordado em alguns projetos de lei dentro do Congresso.

Presidente da comissão, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luis Felipe Salomão informou que as emendas poderão ser apresentadas até o dia 8 de março. Ele também convocou uma semana de esforço concentrado para a primeira semana de abril, quando a comissão deverá votar seu relatório final. O ministro ainda afirmou que o maior consenso possível entre os integrantes vai dar força para o texto tramitar no Congresso Nacional.

Salomão aproveitou a reunião para fazer uma prestação de contas dos trabalhos da comissão. Ele informou que o grupo recebeu 280 sugestões da sociedade civil. Segundo o ministro, foram promovidas três audiências públicas em três capitais (São Paulo, Porto Alegre e Salvador), quando foram ouvidos 34 especialistas em direito civil. Também foram promovidos dois seminários, para debate das questões da atualização do Código Civil.

Na manhã desta segunda-feira, houve uma audiência pública com a presença de um ministro da Corte Suprema da Argentina que atuou na modernização do Código Civil do país vizinho.

O vice-presidente da comissão, Marco Aurélio Bellizze, também ministro do STJ, disse que o trabalho foi complexo. Ele relatou que teve uma reunião na semana passada com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para informar sobre o andamento dos trabalhos da comissão. Segundo Bellizze, Pacheco se mostrou satisfeito. “Espero que possamos chegar a um consenso, para facilitar nosso trabalho. Também espero que aquilo que nos une seja superior ao que nos afasta”, declarou o ministro.

A comissão temporária foi instalada pelo Senado em setembro do ano passado. O colegiado, que tem 40 membros, foi instituído por sugestão do presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco. O prazo para a conclusão dos trabalhos é 12 de abril.

O Código Civil atual foi sancionado em 10 de janeiro de 2002 e entrou em vigência um ano depois, em 11 de janeiro de 2003, substituindo o código anterior, de 1916.

Grupo HDI recebe executivos globais para evento com colaboradores e corretores

HDI Seguros Eduardo Dal Ri

Fonte: HDI

No dia 19 de fevereiro, o Grupo HDI promoveu o HDI Meeting de 2024, evento presencial voltado para colaboradores e corretores. O encontro, realizado no hotel JW Marriott, em São Paulo, contou com a presença de executivos nacionais e internacionais do conglomerado segurador, incluindo o CEO mundial do Grupo Talanx, Torsten Leue, o CEO da HDI International, Wilm Langenbach, e o Head de América Latina da HDI International, Nicolas Masjuan, além do CEO da companhia no Brasil, Eduardo Dal Ri. 

O objetivo principal da reunião foi celebrar o momento do grupo e os grandes resultados conquistados em 2023. Na ocasião, os executivos presentes demonstraram bastante otimismo com o que o Grupo HDI tem construído, especialmente após as aquisições da Liberty Seguros e dos produtos Sompo Automóvel, Residencial, Condomínio, Habitacional, Empresarial e Vida, que ampliam a atuação da companhia no mercado e proporcionam uma diversidade de visões ainda maior sobre o segmento segurador local. 

Além disso, eles destacaram que o grande foco da seguradora são as pessoas e o estabelecimento de uma cultura positiva, já que todos os colaboradores têm papel fundamental no crescimento da HDI. Ao todo, o evento contou com a presença de cerca de 350 colaboradores e 400 convidados do mercado, incluindo corretores e parceiros, além de ter sido transmitido de forma online para outros 1.450 funcionários de todo o Brasil. 

Com as compras das duas companhias, anunciadas em 2023, o Grupo HDI ganhou escala, capacidade e capilaridade, se tornando a segunda maior empresa do mercado brasileiro. O Grupo oferece hoje uma carteira diversificada, com 25% dela composta por produtos não-auto, além de contar com 32 mil corretores ativos e mais de seis milhões de clientes. 

“A HDI sozinha já era uma empresa forte, e agora, com essas uniões, somos muito melhores. Eu valorizo muito o trabalho em equipe e prometo que, por meio das fusões, vamos entregar as melhores experiências possíveis para nossos clientes e corretores”, afirmou Eduardo Dal Ri. “Estou certo de que vamos conseguir atingir esse objetivo, pois temos colaboradores incríveis, uma cultura imbatível e equipes extremamente empenhadas em fazer o melhor possível”, concluiu o CEO.