Com o objetivo de entender cada vez mais como o mercado segurador pode se renovar e entregar valor, rapidez, dinamismo e tecnologia para seus clientes em um mundo cada vez mais veloz e tecnológico, a Porto Educ, hub de desenvolvimento e capacitação da Porto, reuniu alguns jovens executivos corretores para um encontro online cheio de trocas para entender como a profissão corretor pode se tornar mais atraente e desejada.
“Hoje, estamos aqui para dar início a uma jornada única, uma parceria que atravessa gerações e conecta pessoas de diferentes idades em busca de um futuro promissor”, destaca Oliver Haider, Superintendente de Marketing da Porto.
“A grande motivação para o lançamento do projeto é sobre como o mercado segurador estará daqui há 10 anos. Quem é o corretor do futuro?”, explica Eva Miguel, Diretora Executiva de Produção Brasil da Porto.
O lançamento do programa contou com a participação de mais de 50 jovens executivos selecionados, grupo em boa parte formado por empreendedores e influentes profissionais do mercado segurador.
“Parabéns Porto pelo programa! Se antes eu admirava a companhia, isso só aumentou ainda mais por pensar em cada um de nós. Todos nós sabemos os desafios de sucessão. Aguardando ansiosamente para nos encontrarmos em junho”, comenta a corretora Mariana Chaves.
O encontro presencial será em junho, na matriz de São Paulo, que contará com os executivos da Porto, além de convidados renomados do setor. O programa, pioneiro no mercado, vai acontecer ao longo do ano, com diversos encontros presenciais e online, conteúdos para desenvolvimento e negócios e o principal: projetos desenvolvidos por este grupo, a serem testados e discutidos construindo a visão de futuro do corretor.
Para Eva Miguel, Diretora Executiva de Produção Brasil da Porto, o Programa Gerações cumpre um papel fundamental em um mercado extremamente dinâmico, que conta cada vez mais com novas tecnologias e ferramentas diferenciadas para oferecer aos clientes. “Queremos proporcionar um ambiente inovador, apoiando esse grupo, para que eles contribuam ativamente com o aprimoramento da performance da corretora e transformando juntos, o mercado nos próximos anos”, finaliza a executiva.
O Programa de Gerações veio para aproximar o tradicional com o novo, com a tecnologia e, principalmente, o olho no olho. Explorar a potência de construir juntos novos negócios, com mentes conectadas no futuro. Afinal, Todo Cuidado é Porto.
Referência em inovação e utilização de inteligência artificial no mercado brasileiro de seguros, a Akad atraiu o interesse de investidores e acaba de anunciar uma rodada Série A de R$110 milhões para impulsionar seu crescimento, incluindo a estreia da companhia no segmento de vida. Foram co-líderes da rodada o fundo de growth da Valor Capital Group, gestora de fundos de Venture Capital e Growth Equity pioneira na estratégia “cross-border”, e a Across Capital, gestora de Growth Equity focada em investimentos nas Americas.
Também fizeram aporte os atuais acionistas e outros investidores como, Endeavor Scale-Up Ventures, Endeavor Catalyst e Actyus. “A experiência desses investidores contribuirá muito para nosso crescimento exponencial. Essa captação reforça nossa capacidade de empregar tecnologia de forma intensa para oferecer serviços cada vez melhores para nossos parceiros”, diz Danilo Gamboa, CEO da Akad.
“A Inteligência Artificial começa a ter uma importância relevante em diversos setores da economia e acreditamos que não será diferente com a indústria de seguros. Muitos dos processos nesse mercado ainda são realizados de forma analógica, através de ligações telefônicas e formulários em papel. Vemos uma enorme oportunidade de ganho de eficiência através da automatização de processos.”, afirma Paulo Passoni, sócio e head do fundo de Growth Equity da Valor Capital Group. “A Akad tem por trás um time extremamente técnico, exigido para conduzir uma operação no mercado de seguros, mas ao mesmo tempo com o DNA de tech que a posiciona com potencial de disruptor do setor nos próximos anos”, completa.
A Akad obteve, recentemente, autorização da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) para atuar no ramo de seguros de pessoas – um mercado em crescimento que já supera R$60 bilhões. O plano é disponibilizar uma oferta mais completa de produtos e soluções para os corretores e parceiros, sempre empregando tecnologia para diferenciar a qualidade do serviço oferecido.
Desde que recebeu o aporte de GP Investimentos e Cyberlabs, a Akad vem acelerando o processo de digitalização da oferta de seguros para se tornar a principal referências em soluções para grandes empresas e PMEs. Com um time de tecnologia único no mercado, a seguradora usa inteligência artificial, big data e machine learning para automatizar a jornada de cotação, contratação, emissão e atendimento ao cliente. Mais de 80% das apólices que emite são totalmente automatizadas, uma marca inédita no mercado nacional. Além de tornar os produtos mais acessíveis para futuros segurados, a Akad tem foco em facilitar a jornada e melhorar a performance dos corretores parceiros.
No ano passado, a companhia registrou um faturamento recorde de R$ 926 milhões em prêmios brutos emitidos, o que representa um crescimento de 50% ao ano desde 2021. A expansão é resultado principalmente do bom desempenho na plataforma digital para corretores, e nas parcerias de seguro embedded para PMEs que apresentaram crescimento anualizado de 130% desde 2021. Em 2023 a Akad aumentou sua liderança em Responsabilidade Civil Profissional (RCP) e teve desempenho muito positivo nas linhas de Transportes, Empresarial, Equipamentos, Garantias, D&O, RCG e Cyber.
BRADESCO SAòDE / DIVULGAÌONa foto o executivo Alexandre Nogueira, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.
Alexandre Nogueira, diretor de marketing do Grupo Bradesco Seguros*
A cada dia a sociedade se conscientiza mais quanto à necessidade de se preparar para uma vida mais longeva.
No Brasil, segundo o IBGE (2022), a expectativa de vida atingiu 75,5 anos, sendo que no início da década de 1950 a média em escala global era inferior a 50 anos (de acordo com relatório do Fórum Econômico Mundial).
Temos, atualmente, múltiplas gerações convivendo, nas empresas e famílias. Esse convívio intergeracional que estamos vivenciando certamente trará um aprendizado sem precedentes, com benefícios mais evidentes no futuro, perante o poder transformacional que essa relação entre gerações tem o potencial de promover.
O nosso País está envelhecendo rapidamente. Os “60+” já são, e serão, cada vez mais, relevantes em termos de opinião, poder aquisitivo e influência.
Diante desse contexto, o mercado publicitário pode e deve realizar ações de marketing e de comunicação que considerem essa transformação presente e futura.
Destinar parte importante do planejamento com foco em um “Marketing da Longevidade” passa a ser estrategicamente importante e pode fazer toda a diferença nos resultados de médio e longo prazo das empresas.
Importante esclarecer que quando falamos de “Marketing da Longevidade”, estamos falando de ações de comunicação e marketing destinadas não apenas às pessoas 60+, mas a todos que estão e valorizam a jornada para a longevidade, principalmente pessoas a partir dos 30 anos, que a cada dia querem saber mais e se preparar melhor para uma vida longa e feliz.
Então, como podemos definir esse “Marketing da Longevidade”? Apresento aqui minha singela definição: são estratégias, ações e ativações que têm como objetivo promover marcas, produtos ou serviços voltados para o objetivo de trazer informações, conteúdos e apoio para quem pretende viver mais e melhor, considerando atitudes saudáveis ao longo da jornada da vida.
As ações de “Marketing da Longevidade” podem incluir a criação de conteúdo, gerenciamento de redes sociais, por exemplo, sensibilizando as pessoas com relação aos quatro pilares essenciais, conforme definição de especialistas sobre o tema, para uma vida mais longa e melhor: long life learning; alimentação e práticas saudáveis; planejamento financeiro; e convívio social.
É fundamental que a estratégia adotada para esse tipo de marketing seja planejada e executada por um grupo intergeracional, com capacidade empática que permita a adoção de uma linguagem relevante e envolvente sobre o assunto, aproveitando o contexto em que as pessoas, cada vez mais cedo, estão ficando interessadas em saber e aprender sobre como podem mudar seus hábitos para viver mais e melhor.
Tenho a convicção de que, diante da importância desse tema, esse debate estará cada dia mais presente nas conversas familiares e em escolas e universidades. Isso porque abrange um público gigantesco e para quem as empresas têm muito para falar e que demanda pesquisa e ciência de dados para que seja praticado um marketing assertivo.
Os profissionais de marketing têm um papel relevante para motivar uma convivência cada vez mais salutar e, também, para obter resultados nas comunicações. Afinal, não é um tema passageiro, é um tema que vai permanecer, daqui para frente, no dia a dia e nos grandes fóruns de debate da sociedade mundial.
Então, vamos promover ainda mais a cultura da longevidade. Vamos praticar uma comunicação “com” e “para” as pessoas que querem viver mais e melhor.
A AXA no Brasil anuncia a todos os corretores parceiros o programa completo com os destinos de viagens da nova edição da campanha Top Club 2024. Para este ano, a companhia escolheu as belas paisagens nacionais de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, e para o destino internacional, a África do Sul.
Parte da robusta proposta de valor da seguradora, a campanha Top Club premia corretores parceiros com os melhores desempenhos todos os anos com viagens nacionais e internacionais, com direito a acompanhante. Em 2024, uma alteração no regulamento proporciona maior oportunidade para os corretores parceiros, com mais viajantes na campanha, além de todas as categorias concorrerem à premiação a partir deste ano. Corretores das categorias White, Red, Blue e Premium serão premiados com a viagem nacional, enquanto corretores das categorias Blue, Premium e Exclusive viajarão para o destino internacional.
Conheça a campanha
A Top Club, além de uma experiência memorável, proporciona à companhia e aos corretores maior integração, troca de informações e reforça a parceria tão importante para ambos os lados. Destinos internacionais como Paris e Bordeaux (França), Deserto do Atacama (Chile), Marrakech (Marrocos), e nacionais como Santa Cruz de Cabrália (Bahia), Chapada dos Guimarães (Mato Grosso) e Gramado (Rio Grande do Sul) já foram contemplados no programa. Esse ano, corretores premiados pela campanha 2023 viajarão para Roma e Florença (Itália), Porto de Galinhas (Pernambuco) e Trancoso (Bahia). Para estarem aptos a participar, os corretores precisam estar de acordo com as regras da campanha, disponíveis no Portal do Corretor.
Além da Top Club, a AXA contempla outros tipos de incentivo para corretores parceiros no Portal do Corretor, como uma plataforma de capacitação, AXA Antecipa (antecipação de comissão), acordos de comissões adicionais, produtos diversificados, atendimento personalizado aos corretores parceiros e o AXA Personaliza, em que eles podem criar peças personalizadas para divulgação para clientes. O Clube de Vantagens também faz parte dos benefícios e dá descontos em grandes lojas do varejo, cursos e outros serviços.
O Governo de Mato Grosso lançou nesta quarta-feira (3), em cerimônia realizada em Cuiabá, a primeira licitação de obra pública do Brasil com previsão de Cláusula de Retomada no Seguro Garantia. O evento contou com a presença do governador Mauro Mendes e do secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, do diretor de relações Institucionais da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Esteves Colnago, e dos presidentes da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antônio Trindade, e da Comissão de Crédito e Garantia da FenSeg, Roque Melo.
Ao lançar o novo edital, o governador Mauro Mendes, lembrou que a burocracia às vezes diminui a efetividade da execução de empreendimentos. Para ele, essa alteração legislativa e lançamento do edital vai tornar a administração pública mais eficiente, e a parceria com o setor segurador está auxiliando nisso, trazendo ao gestor público formas para economizar e investir em diversas ações em prol da população do estado.
“Esse instrumento será praticado em todos os outros no estado. Contratar serviços com preço justo e capacidade técnica para garantir a execução qualitativa e no tempo previsto. Certamente, esse novo mecanismo, como dito pelos representantes do setor, é uma legislação eficiente e capaz de honrar os compromissos firmados em edital”, destacou.
Esteves Colnago parabenizou o governo do estado pela parceria inédita com o setor segurador. Para ele, essa cooperação, que foi amplamente debatida, demonstra a compreensão da importância do papel que os seguros desempenham como mitigadores de riscos em projetos e investimentos na infraestrutura do estado.
“A previsão da cláusula de retomada no seguro garantia em contratos de licitação viabiliza a sustentabilidade e sucesso de obras que o Estado compreende necessárias para seu desenvolvimento socioeconômico, tal como o asfaltamento da rodovia MT-530. É um selo que vai confirmar aquilo que foi contratado desde o início do edital”, afirmou o diretor da CNseg.
Iniciativa inédita
A cláusula de retomada irá permitir que as seguradoras possam assumir obras cujos contratos tenham sido descumpridos pela empresa vencedora da licitação. O objetivo é garantir a execução de obras com qualidade e dentro do prazo estipulado.
O secretário de infraestrutura e logística do MT, Marcelo de Oliveira destacou a retomada das obras no estado. A licitação apresentada nesta quarta-feira prevê o asfaltamento de 50 km da MT-430, nos municípios de Confresa e Vila Rica e tem um investimento previsto de R$ 110 milhões.
Segundo ele, atualmente o estado de Mato Grosso tem 374 contratos de serviços de engenharia de grande vulto, destes 40 são acima de R$ 50 milhões. Deste total, 369 contratos já contam com o seguro garantia.
Desenvolvimento socioeconômico
Ao explicar a importância da alteração da norma que engloba o seguro garantia e cláusula de retomada, o Procurador-Geral do Estado do Mato Grosso (PGE/MT), Carlos Eduardo Bonfim, apontou a importância do diálogo com técnicos do governo estadual, da CNseg e Fenseg.
Segundo ele, a redução do valor para obras de grande vulto (diminuindo de R$ 200 milhões para R$ 50 milhões) foi muito importante, pois vai auxiliar as construtoras a procurarem seguradoras para apólice junto a empresas que administram de forma exitosa as obras. Além disso, as seguradoras vão acompanhar juntamente com técnicos da Secretaria para garantia de qualidade e cumprimento de prazos da obra.
O presidente da FenSeg, Antônio Trindade, ressaltou a importância da iniciativa promovida por Mato Grosso. Para ele, o estado inova, sendo a primeira unidade da federação a construir um mecanismo, que talvez pode servir de parâmetro para demais estados do país, para auxílio na redução de valores em obras de grande vulto, consequentemente ampliar empreendimentos de qualidade em prol da população.
Parceria com estados
Desde 2023 a CNseg desenvolve um projeto de Parcerias com os Estados e Municípios. O objetivo da ação é promover projetos que possam auxiliar governos locais nas áreas de infraestrutura, com o seguro garantia no aprimoramento de editais, concessões e Parcerias Público Privadas (PPPs). Além disso, a Confederação quer continuar o diálogo com todas as Unidades Federativas e que, de forma descentralizada, possa apresentar as mais viáveis soluções de desenvolvimento regional, incluindo também, ações voltadas para o meio ambiente, segurança, inovação tecnológica, e auxílio às famílias em situação de baixa renda.
O IRB(Re) completa 85 anos de fundação hoje. Criado em 3 de abril de 1939 pelo presidente Getúlio Vargas, o ressegurador nasceu com a missão de regular e reter os riscos de empresas brasileiras, até então transferidos para o exterior. Mais tarde, em 1970, a data de fundação da companhia inspirou a assinatura do decreto que regulamentou a profissão e instituiu o dia do atuário.
“Construímos um conhecimento sobre resseguros no Brasil que nenhuma outra empresa tem. Graças à capacidade técnica dos nossos colaboradores, contribuímos para o desenvolvimento do país, assumindo riscos com responsabilidade. Atualmente, um terço do nosso time é composto por atuários”, conta Marcos Falcão, CEO do IRB(Re), que lançou hoje a marca comemorativa da empresa.
O ressegurador, que hoje é uma empresa privada e de capital aberto, reportou na semana passada lucro líquido de R$ 114,2 milhões em 2023 e, agora, volta seu foco para o futuro. “Chegamos aos 85 anos com espírito de startup, buscando novas soluções e oportunidades para ampliar o mercado de seguros e resseguros e reduzir o gap de proteção da nossa sociedade”, completa Falcão.
A MAG Seguros — seguradora especializada em vida e previdência — lançou em parceria com o Peper (Proteção Escolar Permanente), o “Educacional MAG”. O lançamento do produto aconteceu ontem, 3, na matriz da seguradora e teve como objetivo reforçar a importância do Seguro Educacional, tanto para as instituições de ensino quanto para os responsáveis financeiros pelos estudantes. O evento contou com a presença do Helder Molina, CEO da companhia, e dos diretores do PEPER, Elaine Patente e Alexandre Godinho.
O Educacional MAG é uma solução que oferece segurança e estabilidade financeira para os responsáveis pelo pagamento das mensalidades escolares. Para Waldemir Couto, diretor de mercado da MAG Seguros, com a chegada do produto educacional, a MAG completa o leque de proteções disponíveis para o ambiente escolar.
“Já oferecemos o seguro Vida em Grupo para professores e funcionários, e no último ano, em colaboração com o Peper, introduzimos o seguro de acidentes pessoais para os alunos. Agora, com o Educacional MAG, disponibilizamos um portfólio completo de seguros, atendendo a todas as necessidades das escolas brasileiras e reforçando nosso compromisso com a segurança e o bem-estar das instituições de ensino do país”, complementa.
Por que contar com um seguro educacional?
Um seguro é um importante instrumento para um bom planejamento financeiro. Se tornando ainda mais pertinente quando o objetivo da proteção contratada é garantir que os filhos ou dependentes tenham acesso à educação de qualidade sem que isso comprometa a renda e o orçamento familiar.
Para as instituições de ensino, o seguro educacional é uma garantia de recebimento dos valores das mensalidades, de forma que, mesmo que os responsáveis sofram alguma instabilidade financeira, algo cada vez mais comum diante das circunstâncias econômicas atuais, os pagamentos sejam realizados. E os números ilustram bem tal situação: de acordo com dados levantados pelo Instituto Semesp, vinculado ao Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior (SEMESP), no primeiro semestre de 2020, que marcou o início da pandemia, a evasão apresentou um aumento de 14% em relação ao mesmo período de 2019.
Como a solução da MAG Seguros funciona?
Na MAG Seguros, as coberturas oferecidas envolvem tanto a proteção financeira quanto a pessoal para alunos, colaboradores e pais, seja em caso de acidentes durante a vida escolar ou em situações que comprometam a capacidade de pagamento do responsável financeiro. Todo o portfólio vem acompanhado por uma série de diferenciais, entre eles a aceitação para o primeiro ingresso do responsável financeiro até 70 anos e a proteção a partir do pré-escolar até o ensino superior, garantindo opções competitivas e atrativas com soluções inovadoras oferecidas com excelência pela seguradora.
O lucro líquido registrado pelas seguradoras no primeiro mês de 2024 foi de R$ 2,28 bilhões, pouco acima dos R$ 2,19 bilhões de janeiro do ano passado. Vale lembrar que em 2023 o setor comemorou lucro recorde de R$ 29,9 bilhões, com as 50 maiores no positivo. A arrecadação das seguradoras no primeiro mês do ano foi de R$ 35 bilhões, representando uma alta de 12,5% em relação ao primeiro mês de 2023. Os valores que retornaram à sociedade somaram um total de R$ 20,7 bilhões, sendo apenas R$ 6 bilhões em indenizações de seguros e o restante em resgates de planos de previdência e títulos de capitalização, dinheiro que pertence aos investidores destes produtos.
Este é o primeiro dado divulgado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) neste ano. Historicamente, é praticamente o único mês no ano em que o grupo Bradesco Seguros perde a liderança do ranking produzido pela consultoria Siscorp. De acordo com os dados, o Banco do Brasil lidera o ganho em janeiro, com R$ 437 milhões, seguido pela Bradesco, com R$ 353,4 milhões. Em janeiro de 2023, o lucro ficou em R$ 439 milhões e R$ 404 milhões, respectivamente.
A Caixa manteve o terceiro lugar, com R$ 334,5 milhões. Já a quarta colocação mudou. A HDI saltou da 13a colocação de janeiro de 2023 para a quarta posição neste ano com lucro de R$ 144,7 milhões, após consolidar a aquisição de carteiras da Sompo e da Liberty Seguros no ano passado. Com isso, o Itaú foi rebaixado para a quinta colocação, com R$ 140 milhões em janeiro deste ano (R$ 142 milhões em 2023).
Aos olhos dos analistas, o setor de seguros tem pela frente um ano positivo, de acordo com o relatório do banco Pactual, com avaliação das empresas listadas em bolsa. O banco manteve a indicação de “compra” para as ações de BB Seguridade e da Porto Seguro, com preços-alvo de R$ 32,52 e R$ 30,89 respectivamente. No caso do IRB (Re), a casa reforçou a classificação “neutra” para os papéis com preço-alvo em 2024 de R$ 37,35.
A BB Seguridade também é citada como a queridinha dos analistas na bolsa em matéria do Valor, apontada por três corretoras participantes. Maria Fernanda Quelhas, analista de ações da Warren Investimentos, afirma que a BB Seguridade foi sua principal escolha no segmento devido à sua “posição em linhas de seguros rentáveis em comparação aos pares”.
Outra notícia que agita o noticiário de seguros é a Caixa. Segundo noticiou a Veja, o empresário José Seripieri Filho tem pressionado a direção da Caixa para que a estatal venda sua participação na corretora de seguros Wiz. Atualmente, a holding Caixa Seguridade (CSH) detém 25% dos papéis da corretora. Já o Valor Invest acrescenta que holding da Caixa Seguridade com os franceses da CNP mandatou o Bank of America (BofA) para vender a participação de 25% na distribuidora de seguros. A venda da posição da CSH, avaliada em R$ 620 milhões, será feita em bloco. O roadshow começa na semana que vem.
Notícias sobre a regulação do setor de seguros seguem na pauta do setor, principalmente sobre o andamento no Senado da aprovação do PL 29, que muda os contratos de seguros. Há também outras frentes de mudanças comandadas pela Susep, que luta para aumentar seu quadro de funcionários e assim fazer frente a tantas mudanças propostas, inclusive de fiscalização online das seguradoras, com o andamento dos prazos do Open Insurance e do Open Banking, que se consolidam no Open Finance.
Será um ano de muito trabalho para todos os segmentos do setor e portes de companhias, de grandes grupos seguradores a insurtechs, considerando-se que a taxa básica de juros da economia, que remunera quase a totalidade dos R$ 1,5 trilhão da carteira de investimentos das seguradoras, está num ciclo de queda; a maior parte da população ainda tenta reduzir o endividamento; e os parrudos investimentos em infraestrutura anunciados pelo governo Lula, que certamente demandarão diversos tipos de seguros, estão previstos para se tornarem realidade a partir de 2025.
Todos tem um dever de casa a mais. As alterações climáticas revelam fenômenos meteorológicos mais severos, resultando num impacto crescente nas economias. Portanto, torna-se ainda mais crucial tomar medidas de adaptação e as seguradoras precisam mostrar aos clientes e aos governos como podem ajudar.
Na pauta da semana temos as mudanças que o governo pretende fazer no contrato de concessão da Enel Distribuição São Paulo, que vence em 2026. É um assunto importante para seguros tanto pelos contratos em vigor, como por ser este um modelo que pode vir a ser usado em outros contratos que envolvam seguro garantia e como as mudanças climáticas impactam a todos.
Felipe Estefam, sócio do escritório Cascione Advogado, explica que é possível redigir salvaguardas que evitem que um contrato de concessão fique burocrático demais e com cláusulas exageradas. “É possível utilizar como parâmetro modelagens que fazem a distinção entre eventos de força maior que podem ou não ser seguráveis. Nessas modelagens, o privado assume os riscos seguráveis de força maior e que não possam ser objeto de cobertura de seguros oferecidos no Brasil na época de sua ocorrência.”
Bom ano a todos. Em breve temos a divulgação do resultado do primeiro trimestre do ano, com uma sinalização mais consistente do desempenho das seguradoras.
A Swiss Re anunciou hoje que Andreas Berger, CEO da Swiss Re Corporate Solutions, se tornará CEO do grupo Swiss Re a partir de 1º de julho de 2024, substituindo Christian Mumenthaler, que deixará o cargo. “Estou honrado com a decisão do Conselho de me nomear para liderar esta grande empresa. A Swiss Re possui uma excelente rede de clientes globais em resseguros e soluções corporativas, sustentada pela marca incrivelmente forte e solidez de capital da Swiss Re. Estou ansioso para trabalhar com todos os meus colegas do Comitê Executivo do grupo, com os funcionários da Swiss Re e com o Conselho de Administração para fortalecer ainda mais a marca e servir os clientes da Swiss Re para atingir seus objetivos”, disse Andreas Berger em nota.
De acordo com Jacques de Vaucleroy, vice-presidente do Conselho de Administração da Swiss Re, o Conselho determinou por unanimidade que Andreas Berger é a pessoa certa para aproveitar o momento atual da empresa e liderar a Swiss Re na próxima fase de seu desenvolvimento. “Após cinco anos na Swiss Re, ele tem um histórico convincente, ressaltado pela recuperação bem-sucedida da unidade de negócios de soluções corporativas que liderou. Ele demonstrou um forte foco na execução e, ao mesmo tempo, inovou o negócio com soluções baseadas em análise de dados. Ele levará adiante uma cultura de desempenho e conquistas e fortes valores de liderança. O minucioso processo de planejamento de sucessão do Conselho resultou na nomeação de um excelente candidato para o cargo de CEO do Grupo, ao mesmo tempo que demonstrou a força e a profundidade da liderança da Swiss Re.”
O Conselho também agradeceu a Christian Mumenthaler, que conduziu a empresa durante um período com elevada atividade de catástrofes naturais, um ambiente de taxas de juros baixas sem precedentes e a pandemia de COVID-19. Durante o seu mandato de oito anos, os prêmios ganhos e as receitas de taxas da Swiss Re cresceram de cerca de US$ 30 bilhões em 2015 para US$ 45 bilhões em 2023. A capitalização do grupo também foi substancialmente fortalecida, como evidenciado pelo aumento do índice do teste de solvência suíço.
“Com os ventos favoráveis para cumprir todas as metas financeiras para 2023, um aumento de dividendos e os efeitos positivos da reorganização do grupo, agora é o momento certo para a sucessão do CEO. Christian é um líder incrivelmente dedicado, apaixonado e intelectualmente forte que causou impacto, também além da Swiss Re. Em nome do Conselho, quero expressar gratidão e apreço pelo seu forte compromisso e pelas suas contribuições para o sucesso da empresa. Desejamos a ele tudo de melhor”, ressaltou Vauckeroy em comunicado enviado à imprensa.
“Foi um verdadeiro privilégio servir e liderar a Swiss Re por tanto tempo”, comentou Christian Mumenthaler. “Estou imensamente grato pela experiência e pelo progresso que toda a empresa fez durante esse período, reunindo tantos talentos excepcionais em torno de um propósito significativo. Tenho o prazer de entregar o comando quando a empresa conseguiu cumprir suas promessas. Sinto que agora é o momento certo para seguir em frente. É fantástico nomearmos um de meus colegas para me suceder. Com Andreas, a Swiss Re estará em boas mãos.”
A PwC divulgou o resultado do recorte Brasil da 9ª edição da pesquisa Banana Skins, que analisa os riscos do mercado segurador e mapeia os riscos mais urgentes que o setor enfrentará em todo o mundo nos próximos três anos. O estudo é publicado a cada dois anos e é patrocinado pela PwC com o Centro para o Estudo de Inovação Financeira (CSFI, na sigla em inglês), do Reino Unido. A pesquisa foi realizada em 2023, com base em respostas de 589 líderes empresariais de 39 países.
Alguns destaques
O crime cibernético aparece em primeiro lugar na lista de riscos tanto no Brasil como no mundo. Um ataque bem-sucedido pode comprometer a continuidade dos negócios e permitir o roubo de dados sensíveis, com consequências desastrosas para a reputação das empresas de seguros e a credibilidade de todo o mercado. Os resultados desta edição indicam a crescente sofisticação dos ataques cibernéticos, com hackers e outros criminosos utilizando uma grande variedade de “vetores de ataque” – ou seja, métodos que os atacantes empregam para invadir sistemas de TI, a fim de explorar vulnerabilidades nas defesas das seguradoras. Há também um aumento da preocupação em relação ao uso da inteligência artificial como uma arma poderosa para violar a segurança das seguradoras.
Tecnologia
O risco tecnológico figura entre os cinco primeiros em todos os segmentos da indústria de seguros. Ele ficou em quarto lugar no mundo e em segundo no Brasil. O dado preocupa porque existe a possibilidade de as seguradoras não conseguirem acompanhar os avanços proporcionados pela transformação digital, como a adoção de modelos de negócios digitais e o desenvolvimento de recursos e interfaces para o cliente. Um dos principais obstáculos à modernização tecnológica é o custo associado. No entanto, o investimento em novas tecnologias, por si só, não assegura uma implementação eficaz. A adaptação e o gerenciamento das mudanças são aspectos fundamentais, como destacado pelos respondentes. Na pesquisa, a gestão de mudanças aparece como o quinto risco mais relevante no Brasil e o décimo no mundo.
Risco regulatório
O risco regulatório (quarto lugar no Brasil e segundo no mundo) preocupa pelo volume crescente de regras e regulamentações. São exemplos as novas obrigações de divulgação impostas pela adoção da IFRS 17, assim como a necessidade de relatar riscos não financeiros associados à agenda ambiental, social e de governança (ESG). Essas exigências ampliam o escopo de responsabilidades das empresas e podem influenciar o risco reputacional.
AI
O risco do uso indevido da inteligência artificial generativa foi incluído entre as principais ameaças pela primeira vez na pesquisa. Ele ficou em sétimo lugar no mundo e em sexto no Brasil. Os principais pontos de atenção são as dificuldades de regulamentação da inteligência artificial, a falta de transparência dos modelos “caixa-preta” e o potencial de dependência excessiva de fontes de dados interligadas, que poderiam criar riscos sistêmicos.
Mudanças climáticas
As mudanças climáticas apareceram entre os cinco principais riscos em todas as regiões pesquisadas: Américas, Europa, África, Ásia e Oceania. Na classificação global, esse risco ocupa a terceira posição. No Brasil, porém, ficou de fora da lista das dez principais preocupações e ocupa o décimo terceiro lugar.
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