FOLHA: Comissão do Senado aprova projeto que retoma seguro DPVAT e libera R$ 15 bilhões 

Fonte: Folha

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta terça-feira (7) o projeto que recria o seguro de trânsito DPVAT e libera cerca de R$ 15,7 bilhões ao governo. O texto deve ser votado ainda nesta terça (7) pelo plenário do Senado.

O gasto extra foi incluído para resolver o impasse em torno dos R$ 5,6 bilhões em emendas parlamentares vetadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O acordo que vem sendo negociado prevê a recomposição de parte do valor na próxima sessão do Congresso.

O projeto de lei tratava originalmente da volta do DPVAT, seguro obrigatório para indenização a vítimas de acidentes de trânsito. A liberação do montante de R$ 15,7 bilhões foi definida, porém, em acordo entre a Casa Civil e a Câmara dos Deputados.

Mesmo com o DPVAT extinto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a cobertura aos usuários continuou sendo feita com recursos federais do fundo administrado pela Caixa. Desde que o valor foi esgotado, o governo Lula pensava em uma alternativa para manter o pagamento às vítimas

O projeto de lei prevê o pagamento obrigatório do seguro anualmente e mantém a Caixa como operadora do fundo arrecadado. Quando foi eliminado, o seguro era gerido pela Seguradora Líder, consórcio formado por seguradoras privadas.

A cobertura inclui indenização por morte e por invalidez permanente (total ou parcial). Tanto o valor a ser pago pelos motoristas como o da indenização serão definidos pelo Conselho Nacional de Seguros Privados.

Relator e líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que, apesar disso, as estimativas do Ministério da Fazenda giram entre R$ 50 e R$ 60 por ano por condutor. “Queria deixar firmado aqui perante os colegas que o valor será entre R$ 50 e R$ 60 para todos.”

O valor do DPVAT sofreu cortes, ano após ano, entre 2016 e 2020 —quando passou de R$ 292,01 para R$ 12,30 no caso de motos, e de R$ 105,65 para R$ 5,23 no caso de carros. A indenização era de R$ 13,5 mil em caso de morte ou invalidez permanente.

Jaques também se comprometeu com o veto do presidente da República ao trecho que previa infração grave para o motorista que não pagasse o seguro (cinco pontos na carteira de motorista e multa de R$ 195,23).

O seguro será batizado de SPVAT, Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito. DPVAT era a sigla para Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre ou por sua Carga, a Pessoas Transportadas ou não.

O projeto foi aprovado na CCJ por 15 votos a 11. Senadores da oposição reclamaram da volta do seguro obrigatório e da inclusão do chamado “jabuti”, dispositivo incluído pelos parlamentares sem relação com o o tema do projeto de lei.

A medida inserida permite a antecipação da expansão do limite de gastos de 2024 ao estabelecer que o crédito poderá ser aberto após a primeira avaliação bimestral de receitas e despesas —que já foi divulgada em 22 de março.

O texto atual do arcabouço fiscal prevê que o governo pode abrir o crédito suplementar caso a avaliação das receitas seja favorável no relatório de avaliação do Orçamento do segundo bimestre, a ser divulgado no dia 22 de maio.

Segundo técnicos do governo, com base no relatório de março o Executivo conseguirá usar todo o espaço potencial de R$ 15,7 bilhões. Se a receita depois frustrar, o governo pode adotar eventual contingenciamento para cumprir a meta fiscal.

A mudança também ajuda o Executivo a reverter o bloqueio de R$ 2,9 bilhões sobre despesas de custeio e investimentos anunciado em março, além de acomodar eventuais pressões por aumento de gastos —como o movimento grevista iniciado por parte dos servidores públicos.

A medida antecipa e dá segurança ao governo sobre a liberação do valor num momento em que a equipe de Fernando Haddad (Fazenda) tem tido que lidar com uma série de incertezas em torno da arrecadação com as medidas de ajuste e os dividendos da Petrobras.

Assist Card e grupo LATAM assinam acordo para oferecer seguro viagem

Fonte: Assist Card

A Assist Card, multinacional de assistência integral ao viajante com mais de 50 anos na América Latina, acaba de fechar um acordo comercial com o grupo LATAM para oferecer produtos no site da LATAM. O acordo envolve as operações domésticas e internacionais do grupo LATAM no Brasil, Chile, Peru, Colômbia e Equador e será expandido posteriormente para Argentina, Uruguai e Paraguai.

A parceria permite que os passageiros do grupo LATAM contratem seguro viagem e demais produtos da Assist Card no site da LATAM e acumulem pontos LATAM Pass e qualificáveis, reforçando a proposta do marketplace de oferecer pontos ao passageiro em todos os produtos adicionais à passagem aérea adquiridos no site.

“Quando duas empresas líderes na América Latina se unem em uma aliança tão potente, quem ganha são os viajantes. A partir de agora, milhões de passageiros do grupo LATAM, tanto em viagens domésticas quanto internacionais, podem viajar protegidos contra qualquer imprevisto médico ou não médico em seu destino”, afirma Alexandre Camargo, diretor-geral Assist Card no Brasil.

Mark Lamac, diretor de Ancillary do grupo LATAM, destaca que “com esta nova aliança, vamos melhorar a experiência dos nossos clientes na região, que poderão adquirir seu seguro viagem da Assist Card em latam.com e ter acesso a um serviço de excelência e acumular pontos LATAM Pass”. 

A Assist Card projeta que seu volume de vendas de seguro viagem cresça de forma sustentável graças à parceria com a LATAM, que além de produtos personalizados, oferece ao passageiro atendimento personalizado 24 horas por dia no App mobile, WhatsApp, site, Contact Center ou pontos físicos. Segundo a Assist Card, esse mercado cresceu cerca de 70% na América Latina após a pandemia de Covid-19, mas apenas 40% dos viajantes na região contratam um seguro antes de embarcar. 

O grupo LATAM, vale lembrar, opera voos para 149 destinos em 26 países e é o único da região que conecta a América do Sul com outros 4 continentes: América do Norte, Europa, Oceania e África. Em 2023, o grupo aéreo transportou cerca de 74 milhões de passageiros. 

A Assist Card oferece serviço direto de assistência em viagens em mais de 190 países, nos cinco continentes, com atendimento personalizado multilíngue, em qualquer hora e lugar.

Procura por seguro viagem dispara no primeiro bimestre de 2024, informa CNseg

Fonte: CNseg

Em função do maior número de embarques, um levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) identificou o aumento de 9,5% na demanda pelo seguro Viagem, se comparado com o ano anterior, resultando em uma arrecadação de R$143,1 milhões no primeiro bimestre de 2024. O comportamento do produto anda em paralelo com os dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que mostrou um avanço de 23,1% no total de viajantes com o total de 2,2 milhões. Ao considerar as viagens regidas pelo Tratado de Schengen (acordo de livre circulação entre países Europeus), onde este tipo de seguro é obrigatório, o total indicado pela Agência foi de 650 mil pessoas no somatório de janeiro e fevereiro deste ano, 16,0% a mais que em 2023.

Em fevereiro deste ano, as férias e o Carnaval impulsionaram o crescimento de 38,8% na demanda pelo seguro Viagem, se comparado com o mesmo período de 2023, alcançando cerca de R$80 milhões em arrecadação. Em indenizações, nesse mês, foram pagos cerca de R$60 milhões em apólices, avanço de 19,8%, o que mitigou o impacto de eventos inesperados nas viagens de milhares de brasileiros. Neste período, a ANAC registrou embarque de mais de um milhão de viajantes para destinos internacionais, avanço de 26,8%. No bimestre, a alta de pagamentos foi de 4,0% com o total de R$110 milhões em desembolsos.

O seguro Viagem garante ao segurado, ou aos seus beneficiários, uma indenização na forma de pagamento do valor contratado, de reembolso ou de prestação de serviços, no caso da ocorrência de riscos cobertos, desde que relacionados à viagem. O produto oferece como coberturas básicas: despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas em viagem (DMHO); traslado de corpo; regresso sanitário; traslado médico; morte, ou morte acidental, em viagem; e invalidez permanente total ou parcial por acidente em viagem.

Para as coberturas de morte, ou morte acidental, em viagem, a indenização consiste no pagamento do capital segurado aos beneficiários estipulados em contrato. Para viagens ao exterior, é obrigatória a contratação da cobertura de Despesas Médicas Hospitalares e Odontológicas (DMHO). Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, explica que, além das coberturas citadas anteriormente, o produto também pode cobrir, adicionalmente, extravio e dano de bagagem, funeral, cancelamento de viagem e regresso antecipado.

No primeiro bimestre do ano, o setor de seguros, excluindo a Saúde Suplementar, pagou R$ 39,1 bilhões em indenizações, resgates, benefícios e sorteios, avanço de 1,5% sobre o ano passado. Destaca-se o segmento dos Títulos de Capitalização, que cresceu 27,6%, com quase R$ 4,7 bilhões pagos em resgates e sorteios. Pelo lado da procura pelos produtos do setor, no período, foi observado avanço de 17,3% na arrecadação, somando R$68,3 bilhões, R$10 bilhões a mais do que em 2023. Considerando apenas fevereiro de 2024, a arrecadação com produtos do setor totalizou R$ 33,2 bilhões, expressivo avanço de 22,7% sobre o mesmo mês do ano passado. Pelo lado das indenizações, o setor pagou R$ 18,3 bilhões, uma evolução de 2% sobre o resultado do mesmo mês de 2023.

Desempenho de 2023
Com a recente divulgação, em abril deste ano, dos dados do quatro trimestre de 2023 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a Confederação Nacional das Seguradoras identificou uma alta na demanda por proteção de bens, da vida e da renda dos consumidores e empresas. No consolidado do ano passado em relação com 2022, ocorreu o avanço de 11,5% com um volume de quase R$ 670 bilhões arrecadados. 

O pagamento de indenizações, despesas assistenciais, resgates, benefícios e sorteios, também seguiu a tendência positiva e registrou crescimento de 7,9% sobre 2022. Somente o segmento de Saúde Suplementar, em 2023, pagou R$ 241,2 bilhões em despesas assistências médico-hospitalares e odontológicas, avanço de 13,4% sobre 2022, com arrecadação de R$ 281,5 bilhões em contraprestações líquidas, 15,0% a mais que no ano anterior. 

Bradesco Seguros lança produto para equipamentos agrícolas

Fonte: Bradesco

A Bradesco Seguros lançou no 1º trimestre o Bradesco Pré-Formatado Equipamento Agrícola, seguro exclusivo para os clientes do banco. O novo seguro foi um dos temas abordados pela seguradora durante a 29ª Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola do país que aconteceu em Ribeirão Preto (SP) de 29 de abril a 03 de maio.

No evento, que reúne soluções para todos os tipos de culturas e tamanhos de propriedades, executivos da seguradora apresentaram aos corretores e clientes detalhes sobre os produtos voltados para o segmento, com destaque também para o Bradesco Seguro Equipamento Agrícola.

“Muito bom estar próximo dos principais players da região promovendo o networking e debatendo sobre as novidades do agronegócio. Tivemos também um encontro muito positivo junto os corretores locais que têm mais afinidade com o segmento, realizando uma troca de experiências e conhecimentos muito positiva em prol do crescimento do setor”, explicou Leonardo Freitas, diretor comercial da companhia.

A Bradesco Seguros investe constantemente no segmento Agro, digitalizando processos e implementando soluções inovadoras para melhorar a experiência do cliente e aumentar a eficiência operacional. 

“A agropecuária puxou a economia nacional no ano passado e que vem gerando impacto positivo no desempenho da Seguradora. Em 2023, o crescimento da companhia foi da ordem de R$ 18 MM, o que representa alta de 8% em relação ao ano anterior. Seguimos firmes como grandes aliados do agronegócio e com o objetivo de manter o protagonismo brasileiro do setor em nível mundial”, destaca o superintendente executivo comercial, Altevir Prado.

Liverpool FC e AXA celebram o crescimento da parceria

Fonte: AXA

 A AXA, líder global em seguros com 147.000 funcionários em todo o mundo, juntou-se à família de parceiros do Liverpool FC como Parceira Oficial de Seguros do clube em 2018. Construída sobre valores comuns e aspirações dentro e fora do campo, a parceria cresceu e evoluiu ao longo das últimas temporadas com a AXA demonstrando seu compromisso com a equipe masculina e feminina do LFC. Como Parceira de Treinamento Global Oficial, desde o início, a AXA tem se esforçado para apoiar o objetivo comum de promover o bem-estar, um estilo de vida saudável e apoiar o progresso.

A parceria entre o Liverpool e a AXA foi marcada por diversas conquistas. A AXA tem orgulhosamente sido apresentada em todos os kits de treinamento do Liverpool FC desde 2019, quando se tornou a Parceira Oficial de Kit de Treinamento do clube. Em 2020, a AXA expandiu sua parceria para incluir os direitos de nomeação de uma nova instalação de treinamento de ponta – o AXA Training Centre – em Kirkby. O acordo renovado viu a AXA expandir sua relação original com o kit de treino para um foco mais holístico no treinamento e ajudou a dar início a um novo capítulo na ilustre história do clube.

A AXA e o LFC fortaleceram ainda mais sua parceria quando o clube recebeu Melwood de volta à família do LFC como o novo lar do LFC Women, oficialmente conhecido como AXA Melwood Training Centre. O retorno a este local lendário, rico em história, abriu mais um capítulo emocionante para a equipe feminina e academia de garotas, permitindo-lhes continuar competindo no mais alto nível, atraindo, desenvolvendo e retendo os melhores talentos do jogo.

Ambas as instalações de última geração desempenharam um papel fundamental no desenvolvimento de talentos e no sucesso em campo, solidificando ainda mais o compromisso da AXA com as equipes masculina e feminina e apoiando o desenvolvimento do futebol em todos os níveis. Especificamente, o AXA Melwood Training Centre personifica a dedicação da AXA em capacitar as mulheres no esporte. Em um mundo onde as atletas femininas frequentemente enfrentam desafios, a AXA mantém firmemente sua crença de que “Ser mulher não deveria ser um risco”. O AXA Melwood Training Centre é um testemunho desse compromisso, proporcionando um espaço seguro e capacitador para a equipe feminina do Liverpool FC e para a academia de garotas prosperarem.

Ben Latty, Diretor Comercial do LFC, disse: “Parcerias com marcas globais e o desenvolvimento de relacionamentos de longo prazo e significativos são partes vitais de nossa estratégia comercial. Os direitos de nomeação de nossas instalações de treinamento de última geração e a presença da AXA em nossos kits de treinamento foram fundamentais para nosso sucesso, e esta renovação reafirma o compromisso da AXA com nossas equipes masculina e feminina, nossos fãs e nossas comunidades. Estamos animados para ver como essa parceria continuará crescendo e evoluindo.”

Virginie Berçot, Diretora Global de Marca da AXA, disse: “Isso marca a continuação de nossa orgulhosa e duradoura história. Estamos felizes em anunciar a extensão de nosso compromisso de longo prazo com o clube até 2029, seguindo nossa dedicação anterior às equipes femininas ao emprestar nosso nome para seu novo centro de treinamento sete meses atrás. Tornar-se a única e exclusiva Parceira de Treinamento Global do clube é um marco significativo para nós, reafirmando nossa estratégia de uma colaboração frutífera e com propósito em torno de nossas prioridades de marca.”

Previdência privada aberta tem alta de 19,8% no 1º trimestre e confirma retomada do setor

Os planos de previdência privada aberta alcançaram mais de R$ 47,1 bilhões em prêmios e contribuições no primeiro trimestre — o melhor resultado para o período, de uma série histórica iniciada em 2013, considerando o efeito da inflação. Comparado ao mesmo intervalo do ano passado, houve 19,8% de crescimento, segundo relatório elaborado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi.

Os resgates registraram queda de 7,4%, na mesma base de comparação, somando R$ 31,5 bilhões no trimestre. Assim, a captação líquida (resultado da arrecadação descontados os resgates) totalizou R$ 15,6 bilhões, 194,7% maior do que o primeiro trimestre de 2023. Em ativos, o país possui mais de R$ 1,4 trilhão, o que representam cerca de 13% do PIB.

Grande potencial de crescimento

Ainda segundo o relatório produzido pela Federação, ao final do primeiro trimestre de 2024 cerca de 11,1 milhões de pessoas possuíam um plano de previdência privada aberta, sendo que 20% na modalidade coletiva. Ou seja, ao todo são 2,3 milhões de pessoas em planos coletivos, o equivalente a 3,8% dos trabalhadores formais do país no período.

Em números de planos comercializados, já são mais de 14 milhões no Brasil, sendo a maioria (8,8 milhões) de Vida Gerador de Benefício Livre – VGBL; mais de três milhões de Plano Gerador de Benefício Livre – PGBL, e outros 2,3 milhões são planos Tradicionais.

Em termos de volume de recursos, 92% do valor acumulado no primeiro trimestre foi em VGBL, 6% em PGBL e o restante (2%) em planos tradicionais.

Aperfeiçoamento regulatório favorece cenário positivo

Outro aspecto que também ganhou destaque nos últimos meses foi a aprovação de normas e a regulamentação de medidas que melhoram o ambiente de negócios para o segmento, conforme enfatiza Edson Franco, presidente da Fenaprevi.

“Estamos em um ano de grande avanço regulatório. Medidas como a adoção da adesão automática em planos previdenciários coletivos, respeitando a cláusula de saída; a possibilidade de o plano ser dado em garantia de empréstimos, mitigando a necessidade de resgates de recursos; o pagamento de rendas aos clientes de forma mais aderente às suas necessidades e desejos; bem como a escolha pelo regime de tributação no momento do primeiro resgate ou do benefício, têm como objetivo aumentar a proteção previdenciária e estimular a poupança de longo prazo”, avalia Franco.

Zurich anuncia nova gerente regional para interior de São Paulo 

zurich seguros Ana paula Mello

Fonte: Zurich

A Seguradora Zurich acaba de anunciar Ana Paula Mello como nova Gerente Regional Ribeirão Preto/Bauru. A executiva se reportará diretamente à Marcia Radavelli, Diretora Regional São Paulo Interior.  

Graduada em Marketing, com MBA Gestão Estratégica e Econômica, Ana Paula traz consigo uma bagagem de 25 anos no mercado segurador, com atuação na área comercial de bancos e seguradoras. Ana Paula chega para estreitar cada vez mais os laços com os corretores e apoiá-los em seus negócios, permitindo que eles possam levar proteção a um número cada vez maior de pessoas e empresas.

’Em 2023, esta Gerência Regional apresentou crescimento de 19,9%. Tenho certeza de que, com todo amplo conhecimento do mercado segurador, Ana impulsionará ainda mais os negócios na região e atenderá de forma próxima e consistente os nossos parceiros de negócios, que nos inspiram na constante busca pela excelência’’, comenta Marcia Radavelli, Diretora Regional São Paulo Interior.

Lojacorr duplicará valor doado em campanha para população do Sul

A maior rede de corretoras de seguros do país, Lojacorr, iniciou uma campanha de solidariedade para ajudar a população atingida pelos efeitos da tragédia climática no estado do Rio Grande do Sul (RS). A campanha ajudará a Rede de Bancos de Alimentos do Rio Grande do Sul duplicando o valor arrecadado. Ou seja, para cada real doado, a Lojacorr também doará um real, dobrando o impacto de sua ajuda. 

Ao todo, a enchente, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil na tarde desta segunda-feira, dia 6, já afeta 149,3 mil pessoas fora de casa, sendo 20 mil em abrigos e 129,2 mil desalojadas (nas casas de familiares ou amigos). Atingindo 364 municípios e 873 mil pessoas do estado. 

Para o presidente da Lojacorr, Dirceu Tiegs, a ação é um ato imprescindível neste momento. “Na Lojacorr, sempre defendemos a missão de proteger as pessoas cada vez mais e melhor. Agora não seria diferente! Nos unimos pelo objetivo de garantir a ajuda aos mais afetados por essa catástrofe e contribuir com alimentos, higiene, água e todos os mantimentos que precisarem. Para a Lojacorr, é um prazer estender essa mão e juntos ajudarmos quem mais precisa”, fala Tiegs. 

As doações via Lojacorr podem ser feitas pelo PIX chave e-mail: sosenchentes@bancodealimentosrs.org.br 

Seguros para satélites arrecadam mais de R$ 255 mi entre 2019 e 2023, diz CNseg

Fonte: Estadão

Entre 2019 e 2023, as seguradoras brasileiras arrecadaram mais de R$ 255 milhões com os seguros para satélites, de acordo com levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Ao todo, cinco satélites brasileiros que estão em órbita têm seguros, e há apólices para os chamados nanosatélites, com peso entre 1 e 10 quilos.

O ano de maior arrecadação foi 2021, com R$ 146,3 milhões em prêmios, cifra milhares de vezes superior à de 2019, de R$ 8,8 milhões. Naquele ano, o Brasil lançou o satélite Amazônia-1, o primeiro de observação da Terra que foi totalmente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil.

Os seguros cobrem os danos ocorridos tanto no lançamento dos satélites quanto durante a vida em órbita. Neste último caso, as vigências são de 12 meses, com renovações anuais ao longo da vida útil dos equipamentos. Os satélites de comunicação, como grande parte dos brasileiros, têm vida útil de cerca de 15 anos.

De acordo com a CNseg, o alto risco envolvido faz com que as apólices em geral sejam cobertas por resseguros, com o compartilhamento dos riscos. Nos últimos cinco anos, não houve pagamento de indenizações nesta linha específica.

Ao oferecer cobertura para os ativos e infraestrutura espaciais, as seguradoras garantem que os investimentos da operação estejam protegidos contra possíveis perdas financeiras, diz o coordenador da subcomissão de SegurosAeronáuticos da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Carlos Eduardo Polizio. “Isso proporciona um ambiente mais favorável para o desenvolvimento de projetos espaciais de longo prazo no Brasil, com mais confiança dos investidores”, explica.

Bancos priorizam ações em seguros para clientes atingidos pela tragédia no Sul

O Itaú realizou um aporte de R$ 5 milhões em iniciativa da companhia aérea Azul para custear voos humanitários para a região, com itens como doações e mantimentos. Itaú garante comunicação proativa e facilitação da abertura de sinistros de seguros de vida ou patrimoniais para pessoas e empresas.

O Santander anunciou uma série de medidas de adequação de prazos e condições para os clientes do Rio Grande do Sul, que estão sofrendo com as fortes chuvas que castigam a região. O banco também criou um fundo de ajuda humanitária, onde vai aportar o mesmo valor doado pelos seus colaboradores. Santander prioridade no acionamento dos sinistros e pagamento de indenizações de seguros.

O Banco do Brasil anunciou a doação de R$ 400 mil, por meio da Fundação BB, flexibilizações em diversos produtos e serviços do BB, como crédito, operações do agronegócio e seguros, além de uma campanha nacional para arrecadação de recursos.

Haverá uma esteira diferenciada para o acionamento dos seguros/Proagro. Nos seguros Residencial e Empresarial, foram ampliados os valores dos serviços de limpeza, cobertura de telhados e desentupimento previstos nas apólices. A BB Seguros também enviou reguladores e peritos para as regiões atingidas, com possibilidade de realizar a vistoria presencial ou de forma remota.

SEGURO RURAL

O Valor informa que a equipe do Departamento de Gestão de Risco do Ministério da Agricultura monitora a situação de nove mil contratos de seguro rural de produtores gaúchos feitos para a safra de verão 2023/24, com subvenção federal, e que, possivelmente, são de áreas onde a colheita de grãos não foi totalmente finalizada até a chegada das chuvas e enchentes da semana passada. As apólices “ativas” abrangem 616,1 mil hectares em 388 municípios gaúchos e que podem gerar sinistros, de acordo com levantamento da Pasta.

O valor segurado dessas áreas ultrapassa R$ 3,8 bilhões. O prêmio arrecadado com os contratos foi de R$ 298,1 milhões e a subvenção paga pelo governo, de R$ 73,8 milhões. O ministério, no entanto, não tem o detalhamento das áreas que ainda estavam em fase colheita. O levantamento mostra o potencial de produção que pode estar sob risco de sinistralidade.

As seguradoras já pagaram R$ 997,7 milhões em indenizações aos produtores rurais neste ano, segundo levantamento da CNseg e da FenSeg. Entre os principais sinistros que levaram aos pagamentos estão as quebras de safras de grãos e os extremos climáticos, em especial no Sul e no Centro-Oeste. Os desembolsos com as indenizações cresceram 19,1% no primeiro bimestre. Como a receita das seguradoras caiu 27,4%, para R$ 808 milhões, o valor das indenizações foi 23,5% maior do que o faturamento das empresas.