RIMS 2024: Gestores são desafiados com incertezas inerentes aos eventos futuros, afirma Marsh

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Priscilla Rosa, líder de contratos multinacional da Marsh no Brasil, destaca o potencial do Brasil no evento RISKWORLD, promovido pela RIMS, a associação de gestores de riscos dos EUA, durante os dias 5 a 8 de maio, em San Diego. “Entretanto, entendo que este ano segue como transição para retomada dos negócios a partir de 2025, tendo em vista que a retomada do segmento de grandes riscos, em 2024, depende de vários fatores, incluindo a recuperação econômica, as tendências do mercado de seguros e as condições específicas de cada setor”, diz.

As expectativas para o Brasil (PIB na casa dos 2%), ficam abaixo do realizado em 2023 (PIB 2,9%), muito por conta do agronegócio que teve um ano de 2023 espetacular. “Por outro lado, ainda há incertezas quanto às outras indústrias. A produção industrial, por exemplo, teve uma performance muito baixa e a tendencia não é de melhoria ainda neste ano”, comenta. “Apesar da tendência de queda de inflação, taxa de desemprego e Selic, haverá grandes desafios, não só internos, como também de políticas internacionais que afetam nosso país.

Além de questões macroeconômicas, como inflação, PIB, cenário das indústrias, taxa de desemprego, entre outros, o Fórum Econômico Mundial, em colaboração com a Marsh, divulgou em janeiro seu relatório Global de Riscos. Esse relatório aborda cenários geopolíticos, econômicos e sociais que poderão afetar todas as empresas em breve, além de uma análise mais a longo prazo. Dentre os possíveis riscos, com foco especificamente no Brasil, os mais comentados, com certeza, serão inflação, Dívida Pública, catástrofes naturais e desigualdade social. Outros temas que certamente estarão no top of mind serão: desinformação, energia renovável, hidrogênio verde, wind offshore e Inteligência Artificial.

Para a executiva, o atual momento dos gestores de risco nunca foi tão desafiador estar nesse papel, e que é atualmente umas das profissões mais importantes do mercado. No atual cenário macroeconômico de 2024, com mais de 70 países enfrentando eleições, crises políticas, crescimento global do PIB abaixo dos últimos três anos, impactos de condições climáticas extremas sem precedentes, conflitos armados e outros riscos, é de extrema importância que os gestores de riscos possam contar com um consultor especializado.

“Esse consultor deve ser capaz de analisar não apenas os riscos transferíveis, mas também de tratar e minimizar aqueles que não podem ser transferidos”, afirma. “Empresas que não gerenciarem seus riscos enfrentarão impactos graves em suas operações. Para tomar decisões assertivas, é essencial ter um entendimento profundo de diversos temas. E é para isso que estamos aqui, para estar junto aos nossos clientes, nos momentos que importam”.

Entre os principais desafios e oportunidades da profissão de gestor de riscos, Priscila Rosa entende que os gestores de risco enfrentam desafios complexos, mas também têm a oportunidade de fornecer informações valiosas, que podem impulsionar e melhorar a vantagem competitiva da organização. “Dentre os diversos desafios, vejo as incertezas inerentes aos eventos futuros e suas consequências. É de suma importância avaliar e quantificar os riscos potenciais, mas normalmente as informações disponíveis são limitadas.”

Segundo ela, os riscos para as organizações estão em constante transformação e tendem a ficar cada vez mais complexos, devido à globalização, mudanças climáticas, mudanças regulatórias e avanços tecnológicos. Outro desafio importante é a conexão que os profissionais desse ramo precisam ter com outras áreas dentro das empresas, como operações, finanças, comercial, compliance, entre outros. Estar alinhado com os objetivos estratégicos da companhia é essencial. 

O ambiente está em constante mudança e os gestores de risco devem ser capazes de se adaptar rapidamente a novas ameaças e oportunidades. Isso porque quando bem-preparados e informados, também é possível encontrar grandes oportunidades. Através do conhecimento de seus riscos, os gestores podem fornecer informações valiosas e isso pode ajudar a organização a aproveitar oportunidades e evitar ameaças, acrescenta.

Como estamos em constante evolução, a executiva enfatiza que a gestão de risco deve ser um processo contínuo, aprimorando práticas e processos, para levar a organização a um caminho mais resiliente e eficiente. Outra oportunidade ao tratar os riscos é a inovação, que pode ajudar a impulsionar transformações importantes, o que pode refletir em uma vantagem competitiva. “Ao identificar e gerenciar os riscos de forma proativa, os gestores de risco têm condições de ajudar a organização a se destacar no mercado, conseguem evitar danos e prejuízos que poderiam impactar a saúde financeira de uma maneira irreversível”.

Dentro deste cenário, Priscila Rosa destaca o valor que seguradoras e corretores podem agregar ao gestor de risco. Ao utilizar dados, análises e tecnologia, como os disponibilizados pela Marsh, os executivos têm a oportunidade de adotar uma abordagem abrangente e proativa em relação aos riscos, resultando em decisões estratégicas alinhadas aos objetivos corporativos.

“O acesso a ferramentas analíticas e tecnológicas, que avaliam a exposição e o impacto dos riscos, simplifica o processo de gerenciamento de riscos, fornecendo recursos essenciais para monitorar, mitigar e gerenciar os riscos nas empresas. A Marsh, por exemplo, possui a capacidade de oferecer suporte às organizações, permitindo que os gestores de risco reduzam e transfiram os riscos para seguradoras, quando apropriado. Dessa forma, estarão mais bem preparados para lidar com processos em constante mudança, regulamentações em evolução e condições econômicas voláteis, além de poder implementar estratégias focadas em alcançar as metas e resultados desejados em seus respectivos negócios.”

Segundo ela, estar no RIMS, atualmente uma das maiores feiras com foco em gerenciamento de riscos e seguros, é uma chance de conexão com colegas da indústria e clientes, trocar ideias, compartilhar experiências e estabelecer relações importantes para desenvolvimento de negócios. “Somado a isto, temos também oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional, com diversas palestras e workshops sobre tendências e práticas mais recentes que serão ministradas por profissionais altamente qualificados neste setor”.

Como nos anos anteriores, os especialistas da Marsh fizeram apresentações sobre uma variedade de tópicos, incluindo ambientais, sociais e de governança (ESG), cibernéticos, fusões e aquisições (M&A), e muito mais. Havia também o Marsh Café, para facilitar reuniões com clientes e clientes potenciais. Especialistas também participaram de seções para demonstrar com profundidade e amplitude os recursos e soluções mais recentes de que o grupo dispõe.

RIMS 2024: Prestação de serviços aos clientes é o diferencial da Brokerslink num cenário competitivo

Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink, afirma que há um consenso no mercado internacional que o efeito “hardening” ficou para trás, o que não significa que as taxas começaram, imediatamente a cair.  “A combinação região e atividade segue norteando o apetite do mercado segurador e ressegurador.  Riscos mais sujeitos às catástrofes naturais seguem enfrentando resistência do mercado no processo de renovação”, diz ele durante sua participação no RISKWORLD, evento promovido pela RIMS, associação de gestores de riscos dos EUA, que acontece entre 5 e 8 de maio em San Diego, Califórnia.

A Brokerslink, mais uma vez é a única rede de corretores com stand no evento, que conta com uma delegação de aproximadamente 80 executivos, representando cerca de 40 países. Sendo a delegação mais internacional do RIMS, a Brokerslink procura passar ao mercado a mensagem de que é a solução global para todas as necessidades relacionadas à contratação de seguros, resseguros e serviços ligados ao segmento.

Segundo Couto, a atratividade de um determinado risco para o mercado é função de alguns aspectos como a sinistralidade histórica, sua atividade, características físicas, processos de governança – incluindo planos de manutenção, contingência e recuperação, bem como a saúde financeira da empresa. “Um risco bem gerenciado é tratado de forma diferente no mercado, que passará, em breve, a considerar também os critérios de sustentabilidade no processo de subscrição”, diz.

Ter uma politica ESG já se tornou uma exigência para obter um programa de seguros com mais facilidade e em condições mais acessíveis, segundo ele. “Com a publicação da Circular Susep 666 as seguradoras que operam no Brasil deverão, de acordo com um cronograma definido, passar a considerar as políticas ESG na aceitação e precificação dos riscos.  Ao firmarem compromissos relacionados ao meio-ambiente, alguns resseguradores e algumas seguradoras internacionais já possuem políticas mais restritas para aceitação de riscos relacionados a atividades mais poluentes, por exemplo’, cita.

Para o executivo, se diferenciar num cenário de acirrada concorrência no mundo dos corretores, a palavra chave é a prestação de um serviço diferenciado, que engloba contar com uma equipe altamente qualificada, com amplo conhecimento técnico, bom relacionamento com os mercados, alcance global e o uso da tecnologia a favor dos clientes, promovendo experiências cada vez mais completas, seguras e amigáveis.

Além de contar com um stand no evento, a Brokerslink promoveu um café da manhã na segunda-feira, dia 6, para todos os membros presentes, além de oferecer, no mesmo dia, em conjunto com a corretora norte-americana Alliant, membro da rede nos Estados Unidos, uma recepção para todo o mercado, que contou com cerca de 1000 participantes.  Os corretores da Brokerslink presentes ao evento se dividiram entre as inúmeras reuniões com clientes, seguradores e os muitos eventos promovidos no período.

RIMS 2024: Greenberg fala sobre reforma jurídica, inflação, mudança climática e transição energética

Com agências internacionais

“A inflação dificilmente voltará à meta de 2% do Fed (banco central americano). Vamos viver de forma mais permanente em um mundo com inflação mais alta”, disse Evan Greenberg, CEO da Chubb, durante a sessão de abertura desta terça-feira do RISKWORLD, a conferência anual da Risk & Insurance Management Society Inc. (RIMS).

Seguradoras e segurados devem se adaptar a níveis mais altos sustentados de inflação econômica e “inflação social”. As pressões inflacionárias na economia dos EUA não devem diminuir, e os aumentos em veredictos e acordos judiciais continuarão devido a mudanças nos valores sociais e financiamento de litígios, afirmou ele.

Segundo ele, as corporações devem se preparar para financiar, com apoio das seguradoras, uma campanha de reforma jurídica de longo prazo para deter a tendência. Mudanças climáticas e a transição para energia renovável, aumento do protecionismo, mudanças nas cadeias de suprimentos e gastos baseados em déficit contribuem para a inflação mais alta, afirmou ele.

Ressaltou que a inflação social também aumenta os custos. “Este é o problema que, para dizer o óbvio, é duradouro. Não é episódico. Não está indo embora e está piorando”, disse ele. Mais vereditos individuais, ações coletivas e novas teorias de responsabilidade estão aumentando o custo de acordos e vereditos, acrescentou.

“Além disso, a advocacia de litígio se tornou uma “indústria lucrativa” com novas fontes de financiamento, e a sociedade está se tornando mais “anti-corporação”, afirmou. “Não vamos resolver isso simplesmente como uma indústria de seguros. Mas podemos fazer muito para apoiá-lo”, disse Greenberg.

“As corporações devem desenvolver um plano de longo prazo para apoiar a reforma jurídica. Isso vai custar dinheiro. Vai exigir talento. Terá que ser abordado como uma campanha política de longo prazo”, afirmou Greenberg.

Andreia Paterniani e Cristiane Martins da Silva são nomeadas diretoras na seguradora Sompo

Fonte: Sompo

Sompo acaba de anunciar que Andreia Paterniani e Cristiane Martins da Silva foram nomeadas como novas diretoras executivas. Andreia Paterniani assume o cargo de Diretora Executiva de Sinistro, enquanto Cristiane Martins da Silva será responsável pela Diretoria Executiva de Atuarial, Gestão de Riscos e Compliance. Esta é a primeira vez que mulheres ocupam cadeiras no board da companhia. A Sompo também anuncia a promoção de Roberta Caravieri ao cargo de Diretora de RH e Sustentabilidade e Isabel Candido Willig ao cargo de Diretora Jurídica.

Com isso, a seguradora conta agora com cinco mulheres em cargos de diretoria, uma vez que, em janeiro deste ano, já havia anunciado a contratação de Maria Cristina Bettencourt como diretora de Resseguros, Atuarial de Produtos, Produtos Corporativos e Precificação.

Os reconhecimentos que levaram à contratação ou promoção de mulheres em cargos de liderança em áreas estratégicas e complexas, que exigem alto grau de conhecimentos específicos, reflete o compromisso contínuo da Sompo em promover Diversidade, Equidade & Inclusão em todos os níveis, bem como um avanço nos esforços da companhia na promoção da equidade.

“A diversidade é um valor fundamental que impulsiona a empresa para um futuro mais equânime. A presença de mulheres em cargos de liderança é essencial para construir um ambiente de trabalho mais representativo e inclusivo”, afirma Alfredo Lalia Neto, CEO da Sompo. “Quando assumi a Sompo, em 2021, havia apenas uma diretora. Agora são cinco, sendo que duas delas estão no board, contribuindo com as decisões e direcionamentos da companhia. Consideramos essencial buscar ferramentas e caminhos que garantam às pessoas a segurança de serem quem são, com a certeza de que poderão encontrar igualdade de oportunidades no ambiente de trabalho”. 

A Sompo tem demonstrado um forte compromisso com a equidade de gênero e a promoção do papel feminino no setor. A empresa é patrocinadora da iniciativa “Sou Segura”, que busca fortalecer a importância e representatividade das mulheres no mercado segurador. Além disso, em 2023, a Sompo realizou a primeira edição do Programa Eles com Elas, um programa de mentoria feminina projetado para promover um ambiente de trabalho mais equitativo.

Vale lembrar que, desde 2019, a Sompo é signatária dos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs), uma iniciativa da ONU Mulheres junto ao Pacto Global que estabelece parâmetros para a igualdade de gênero por meio do empoderamento das mulheres. Esta iniciativa faz parte do esforço contínuo da Sompo por meio de seu squad de Diversidade, que promove ações, práticas e políticas para fomentar a igualdade de oportunidades e o respeito mútuo no ambiente corporativo.

MetLife inaugura um espaço de colaboração voltado para transformação e inovação

A MetLife Brasil realizou um evento interno com colaboradores para inaugurar um novo andar em seu prédio, no Brooklin, na capital Paulista, destinado a ser um hub de inovação da empresa. Com design integrativo e moderno, áreas de convivência e criatividade, o espaço, localizado no13º andar, marca uma nova jornada de transformação da companhia, o que contribuirá com mais agilidade no desenvolvimento de produtos e soluções, no estudo de possibilidades ao mercado e na resolução de processos internos, o que já se reflete no momento histórico da MetLife no País. Em 2023, ano que a área de transformação foi criada, a seguradora registrou o melhor ano de sua história no Brasil, com crescimento de 33% na emissão de prêmios em relação a 2022 e um lucro líquido cinco vezes superior ao ano anterior. 

Na ocasião, além de conhecerem os espaços e dialogarem com os líderes das áreas envolvidas na construção deste novo modelo de trabalho, os colaboradores fizeram visitas guiadas para entender a nova metodologia de trabalho, que começa a ser implementada agora em maio.

“Nos últimos anos, temos acelerado nossa trajetória de crescimento, e, não à toa, temos construído novas formas de distribuir nossos produtos para proteger e dar suporte a mais famílias. Temos a responsabilidade de continuar crescendo no nosso mercado, de aumentar nossa relevância nas discussões da indústria, de criar soluções que possam levar proteção e oportunidades de acesso a soluções de saúde e vida a mais pessoas. O espaço, não só une os times, como se configura em uma área que fará uso de metodologias ágeis e inteligência artificial para proporcionar o melhor aos nossos canais comerciais”, afirma Breno Gomes, CEO da MetLife Brasil. 

Para Fernando Trujillo, SVP Transformation da MetLife Brasil, a nova “Cultura Maker” que a MetLife está adotando, convida todos os colaboradores a dedicar mais tempo para experimentar novas ideias, tecnologias, novas formas de executar velhos processos com simplicidade e eficiência. “Estamos entusiasmados com o resultado de criar conexões mais rápidas entre as diversas áreas e com mais tecnologia e inovação, o que com certeza se configurará em na oferta de mais agilidade na resolução de processos e etapas cruciais da inovação”, comentou.

Para este ano, estão previstos investimentos de aproximadamente R$40 milhões de reais exclusivos exclusivamente nas áreas de tecnologia e inovação, com foco na experiência e na jornada de corretores e clientes. “A arquitetura tecnológica de portais de serviços será ampliada para sustentar a jornada do crescimento operacional, além de centralizar o uso de dados como pilar estratégico. Estamos olhando para frente, não só para a MetLife, mas como esse novo momento poderá ser um marco para impulsionar o setor como um todo e até a troca de experiências”, acrescenta a AVP de New Business & Innovation, Paula Toguchi.

Munich Re obtém receitas de € 15,1 bilhões no primeiro trimestre de 2024

Christoph Jurecka Munich Re

A resseguradora global Munich Re anunciou hoje um aumento nas receitas de seguros provenientes de contratos emitidos para € 15,1 bilhões no primeiro trimestre de 2024, impulsionado pelo crescimento orgânico no seu negócio de resseguros e também na ERGO International.

No mês passado, a Munich Re pré-anunciou um lucro líquido de € 2,1 bilhões para o primeiro trimestre de 2024 e um índice combinado de resseguro de 75,3% em seguros gerais (Property & Casualty -P&C) e um resultado técnico total em vida e saúde ( L&H) de € 586 milhões.

Hoje, a resseguradora divulgou os seus resultados completos para o primeiro trimestre do ano, que, juntamente com o aumento das receitas de seguros, incluem um resultado técnico total de € 2,8 bilhões, acima dos € 1,8 bilhão no primeiro trimestre de 2023, e um resultado operacional de quase € 3 bilhões, em comparação com € 1,8 bilhão no ano passado.

“A Munich Re iniciou o novo ano financeiro com grande impulso. Nosso resultado líquido do primeiro trimestre deste ano é quase 70% superior ao de 2023. Cada linha de negócios desempenhou um papel neste desempenho impressionante. Além disso, obtivemos um impulso com as renovações do tratado em 1 de Abril, onde aproveitámos oportunidades de crescimento atraentes num contexto de taxas elevadas contínuas. Ainda esperamos gerar um lucro de 5 mil milhões de euros em 2024. Na verdade, tornou-se mais provável que ultrapassemos essa meta”, afirmou Christoph Jurecka, Diretor Financeiro (CFO).

No primeiro trimestre de 2024, o segmento de resseguros contribuiu com € 1,888 bilhão para o resultado líquido, o que representa uma melhoria em relação aos 1,051 mil milhões de euros do primeiro trimestre de 2023. As receitas de seguros provenientes de contratos de seguros emitidos aumentaram de € 9,232 bilhões para € 9,858 bilhões. Ao mesmo tempo, o resultado técnico total aumentou 77% para € 2,2 bilhões, e o resultado operacional aumentou 77% para € 2,592 bilhões.

Dentro dos resseguros, o braço de P&C produziu um resultado líquido de € 1,336 bilhão no primeiro trimestre de 2024, em comparação com € 760 milhões no primeiro trimestre de 2023, uma vez que as receitas de seguros provenientes de contratos de seguro emitidos aumentaram ligeiramente para € 6,831 bilhões. O índice combinado de resseguros P&C melhorou de 86,5% para 75,3%, e o índice combinado normalizado foi de 79,5%.

Durante o trimestre, as principais perdas superiores a 30 milhões de euros cada, totalizaram 650 milhões de euros para a Munich Re, o que é inferior aos € 1,035 bilhão do ano passado, e inclui ganhos e perdas resultantes do resultado de grandes perdas de anos anteriores. As despesas com grandes sinistros corresponderam a 9,9% da receita líquida de seguros, valor inferior à média de 14%. As grandes perdas provocadas pelo homem aumentaram para € 418 milhões, contra € 165 milhões, sendo a maior perda individual o colapso da ponte Francis Scott Key, em Baltimore. As principais perdas resultantes de catástrofes naturais caíram para € 232 milhões, contra € 870 milhões.

No que diz respeito ao resseguro de vida e saúde, o segmento produziu um resultado técnico superior de € 586 milhões em comparação com € 320 milhões no primeiro trimestre de 2023. A contribuição para o resultado líquido da liberação da margem de serviço contratual ficou em linha com as expectativas, diz Munique Re. O resultado líquido do segmento aumentou para € 552 milhões, contra € 291 milhões, e as receitas de seguros provenientes de contratos de seguro emitidos aumentaram para € 3,027 bilhões, contra € 2,734 bilhões.

A Munich Re também comentou a sua experiência nas renovações de resseguros de 1 de abril de 2024, revelando que conseguiu aumentar o volume de negócios emitidos em 6,1%, para € 2,6 bilhões.

“A empresa explorou seletivamente as atuais condições de mercado favoráveis para expandir negócios atraentes, com oportunidades de crescimento sendo concretizadas especialmente na Índia, na América Latina e na Europa. Isso envolveu tanto o fortalecimento dos relacionamentos com os clientes existentes quanto o estabelecimento de novos”, afirma a empresa.

GLOBO: Bradesco Seguros recebe pedidos de indenização que ultrapassam R$ 100 milhões 

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Fonte: O Globo

Em menos de uma semana do início da segunda Operação Emergencial de Tratamento de Sinistros da Bradesco Seguros realizada este ano, no estado do Rio Grande do Sul, a seguradora recebeu mais de 400 chamados emergenciais, a maior parte deles de Santa Cruz do Sul, São Leopoldo, Caxias do Sul e Porto Alegre, e a estimativa de indenizações já ultrapassa os R$ 100 milhões. O valor é 20 vezes superior ao desembolsado na operação realizada em janeiro quando foram feitas mais de 600 indenizações, principalmente, em Porto Alegre, Gravataí e Canoas, cidades que voltaram a ser atingidas pelos fortes chuvas no Rio Grande do Sul.

Essa é a 45ª operação emergencial da seguradora, que iniciou esse programa em 2015, quando houve um forte tornado no Sul do país. O ano passado, no entanto, o grupo estabeleceu um recorde devido a fenômenos naturais extremos, com um total de oito operações entre janeiro e dezembro, principalmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Em 2022, havia sido realizada apenas uma.

No mesmo período, a seguradora observou um salto na utilização das coberturas relacionadas a riscos climáticos – como tempestades, vendavais e e enchentes – no Brasil. Houve crescimento de mais de 377% nos chamados, com cerca de 6,2 mil avisos de sinistros, em 2023, contra 1,3 mil no ano anterior . Em termos de indenizações, o aumento foi de 435%: passando de R$ 6,7 milhões em 2022 para quase R$ 30 milhões no ano passado.

Os desastres climáticos estão, de fato, mexendo com o mercado segurador. Pela primeira vez em cinco anos, Grupo Bradesco Seguros , que é líder do setor nacionalmente, identificou um crescimento acima da média nacional do já consolidado mercado do Rio de Janeiro: o estado cresceu 15,6% no primeiro bimestre deste ano contra 15,1% da média nacional. Nos anos anteriores, o mercado fluminense vinha ficando ao menos dois pontos percentuais abaixo da média de crescimento do país. Na avaliação de Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Seguros, pesa nesse resultado uma mudança na percepção da importância do seguro, principalmente, diante do aumento de fenômenos naturais extremos no estado.

Os dados comprovam isso ao apontar um crescimento expressivo da contratação de seguros que contam com coberturas para risco climáticos no estado. Segundo a Bradesco, a venda de seguros residenciais no mercado fluminense cresceu 19,5% contra 9,1% registrado no Brasil; no segmento de automóveis houve alta de 13,3% ante a uma média nacional de 1,9%.

VALOR: Setor de seguros pode ter perdas bilionárias com chuvas no RS 

Fonte: Valor

A persistência das enchentes e dos riscos de deslizamentos causados pelas chuvas no Rio Grande do Sul vai afetar todo o mercado de seguros e pode causar prejuízos semelhantes a outro evento catastrófico ocorrido no Estado, a seca de 2022. Na ocasião, segundo dados da Federação Nacional das Seguradoras (FenSeg), o mercado segurador registrou um desembolso de R$ 8,9 bilhões em indenizações ao setor agrícola, enquanto os cálculos de perdas totais apenas nas lavouras variaram de R$ 18,2 bilhões, segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CMN), a R$ 31,7 bilhões, conforme a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul).

Dessa vez, segundo o vice-presidente da comissão de seguro rural da FenSeg, Daniel Nascimento, “os maiores prejuízos não estarão do seguro agrícola, como no caso da seca”. Na visão do especialista, “os impactos devem afetar o mercado segurador como um todo”. Especialistas citam coberturas tão variadas quanto auto, residencial, condomínio e vida, no caso das pessoas físicas, quanto lucro cessante, riscos operacionais, de máquinas agrícolas, compreensivo empresarial e seguros atrelados a concessões públicas, no caso empresarial.

O presidente da BMG Seguros, Jorge Sant’Anna, avalia haver meio bilhão em prejuízos já mapeados para o setor, mas diz que o volume total pode alcançar as dezenas de bilhões de reais. “Apesar de ser difícil mensurar as perdas, o mercado já fala em cerca de prejuízos de R$ 500 milhões até o momento, podendo ficar entre R$ 25 bilhões e R$ 40 bilhões. Deste total, as resseguradoras teriam que responder por cerca de R$ 10 bilhões.”

Para efeito de comparação, as enchentes ocorridas em setembro de 2023 também no Rio Grande do Sul causaram perdas da ordem de R$ 3 bilhões. No ano passado, esse evento climático durou apenas alguns dias, enquanto as previsões para a crise atual indicam que o nível dos rios que transbordaram pode levar semanas até se normalizar.

De acordo com Sant’Anna, as estimativas são aproximadas e vão depender da extensão dos problemas, já que apenas uma pequena parte de pessoas ou empresas acionaram os sinistros. Conforme Nascimento, da FenSeg, “os avisos de sinistros ainda estão em número limitado, porque as pessoas têm preocupações maiores neste momento”. Para o dirigente, “a tendência é de a quantidade de avisos subirem nos próximos meses, conforme o cenário se normalize”.

O sócio do escritório Machado Meyer, Cássio Amaral, afirma que o cenário no Rio Grande do Sul mostra que as perdas tendem a serem similares, “senão maiores”, do que as vistas na seca que afetou o setor agrícola em 2022. “No caso das empresas, o cenário é severo, porque se tem quebra de máquina, paralisações de atividade, lucro cessante e outros eventos, isso entra nas coberturas de riscos operacionais, de seguros compreensivos das indústrias e até de concessões.”

Na visão de Carlos Ximenes, sócio do escritório Castro Barros Advogados, “ainda que não é possível mensurar os danos neste momento, mas já se sabe que terão impactos por seguros de diversos ramos, de vida à garantia, passando inclusive por grandes eventos —- até os jogos de futebol serão adiados por algum tempo”. Para o especialista, “além de vidas, carros e casas perdidas, o Estado vai precisar de grandes obras para reconstruir rodovias e o patrimônio público”.

A especialista e sócia de seguros do Campos Mello, Marcella Hill, chama a atenção para o fato de que o aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, tende a ficar várias semanas fechado. “O impacto será significativo nessa parte de aeroporto, aeronaves, companhias aéreas que vão ter de paralisar linhas, e no patrimônio das empresas, por isso, ainda é difícil de dimensionar os custos, porque há perdas que ainda vão ocorrer”, explica.

O CEO da Guy Carpenter, Pedro Farme, faz avaliação semelhante. “Os danos maiores serão em apólices de habitacional que incluem cobertura de alagamento no DFI [cobertura de danos físicos aos imóveis], apólices de automóvel, riscos pecuários dados os danos em regiões de criação de gado, e também em coberturas de lucros cessantes quando previstas em atividades industriais e comerciais”, afirma. “O ramo aeronáutico sofrerá também com possíveis perdas vindas do aeroporto central de Porto Alegre e outros impactos de aviação regional.”

Apesar das expectativas de parte do mercado, o diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Carlos Queiroz, acredita que a situação está sob controle. “A Susep está tranquila e monitora a situação, tanto em relação ao atendimento aos segurados quanto aos aspectos financeiros das seguradoras”, diz. “O mercado trabalha com bons contratos de resseguros.”

Segundo Queiroz, mesmo as companhias sediadas no Rio Grande do Sul estão funcionando normalmente. “Por enquanto, não há nenhum sinal de alerta”, completa. O seguro rural deve ser afetado. Para este ano, a expectativa é que a sinistralidade volte a crescer, afetada pela crise no território gaúcho.

Farme, da Guy Carpenter, discorda da avaliação de que os prejuízos possam se assemelhar aos vistos em 2022, porque, em sua opinião, haverá mais contestações e eventuais exclusões de coberturas. “Não devemos chegar perto das cifras das perdas seguradas de safra de 21/22”, afirma. “Para o caso atual, apesar de destruição e impactos em enorme escala e em todas as classes econômicas e regionais, o debate será maior, pois, em geral, seguros de multirrisco patrimonial, condomínios e outros não oferecem automaticamente cobertura de alagamento, o que poderá levar a recuperações mais baixas.”

O especialista enxerga, no entanto, um maior potencial de volume de perdas financeiras entre os produtos voltados às empresas. O impacto será mais significativo, por exemplo, “nas coberturas de lucros cessantes, que são compradas por grandes industriais e atividades mais complexas”.

O CEO da HDI, Eduardo Dal Ri, também compartilha a visão de que as perdas serão mais limitadas. “Ao nosso ver, as perdas não são mensuráveis ou comparáveis [com as da seca de 2022]”, diz. “Algo que podemos discutir, entretanto, são os pontos de atenção levantados diante dessas catástrofes: estão se tornando cada vez mais frequentes — 70% das ocorrências devido a desastres naturais se deram entre 2020 e 2023, considerando a última década, de acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras”, avalia o executivo.

Apesar do potencial de perdas catastróficas, os especialistas veem impacto relativamente controlado para o setor devido à pulverização dos riscos subscritos. Analistas do Bank of American (BofA) avaliaram a exposição das seguradoras listadas em relação ao Rio Grande do Sul. Segundo relatório do banco, a diversificação geográfica e de produtos é fundamental para as seguradoras.

Os especialistas do BofA indicam que entre 5% a 9% dos prêmios das seguradoras listadas foram emitidos no Estado. O banco aponta que BB Seguridade é a mais exposta, com 9% do total de prêmios, seguida pela Caixa Seguridade, com 7% de exposição, Bradesco Seguro e Porto Seguro, com 5% cada. “É importante ressaltar que a diversificação de produtos provavelmente reduz a exposição real aos desastres no Rio Grande do Sul para menos de 3% do total de prêmios, considerando apenas linhas com potencial impacto (hipoteca residencial, comercial, imobiliário, automóvel, agrícola e penhor rural).”

Há ainda o risco de um efeito colateral no pós-crise. Conforme Sant’Anna, da BMG Seguros, a situação deve ter impacto sobre o mercado de resseguros no Brasil. “Desde 2022, a crise do agronegócio provocou uma perda enorme para os resseguradores no Brasil. O resseguro no país vai passar por uma reprecificação para cima, e justamente no momento em que precisamos para o PAC”, diz.

“Há uma tendência de o Rio Grande do Sul sofrer no pós-desastre em termos de custos de renovação de cobertura e aceitação de riscos”, afirma o sócio do Mattos Filho Thomaz Kastrup. “Os resseguradores internacionais vão olhar para o Brasil com muito mais cuidado. A região Sul toda vai ser impactada em termos de preço.”

Universal Assistance e Seguradora Zurich debatem avanços e melhorias para seguros viagem

mauricio Amaral universal seguros


A Universal Assistance, marca de seguro viagem na América Latina pertencente ao Grupo Zurich, recebeu em seu escritório em São Paulo executivos da Seguradora Zurich do Brasil para conversar sobre novas ações e avançar na integração das operações das duas companhias. 

Dentre os temas tratados estão o aprimoramento do aplicativo da Universal Assistance, que permite que viajantes ativem seu seguro sem necessidade de ligação telefônica, e sua integração com produtos digitais de saúde da Universal Assistance. Além disso, foram abordadas futuras parcerias estratégicas com outros players do setor do turismo e estratégias voltadas para agentes e agências de viagem. 

Maurício Amaral, CEO da Universal Assistance no Brasil, destacou a importância dessas reuniões para o fortalecimento da marca e a melhoria contínua dos serviços oferecidos aos clientes. “Estamos muito satisfeitos com os avanços discutidos e com a integração cada vez maior entre a Universal Assistance e a Zurich. Essa união nos permite oferecer soluções ainda mais completas e inovadoras no mercado de seguro viagem para proteger mais e melhor os viajantes brasileiros que confiam em nós”, afirma. 

Já Edson Franco, CEO da Seguradora Zurich no Brasil, afirmou: “há interesse de que todas as marcas do Grupo Zurich sejam reconhecidas como referência em suas respectivas áreas, e nosso trabalho é dar apoio, suporte técnico e dividir experiências para alcançarmos esse patamar coletivamente”.

A Universal Assistance, antiga Travel Ace, foi adquirida pelo Grupo Zurich em 2018. Desde então, passou pela mudança de nome e por uma restruturação que modernizou os produtos e o atendimento da marca, aproveitando a expertise e abrangência da Zurich. Hoje, a Universal Assistance oferece seguro viagem em 180 países em todos os continentes. No Brasil, são mais de 3 mil agências e operadoras de turismo espalhadas por 17 estados. O mercado de seguro viagem no Brasil cresceu 167% nos últimos anos, com arrecadação superior a R$ 901 milhões, segundo a CNSeg.

Mapfre lança seguro empresarial para público 60+

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É urgente buscar soluções para o cuidado dos idosos, ressalta Martin Henkel, SeniorLab Mercado & Consumo 60+.”Temos o Brasil mais sênior da história”, afirmou ele durante sua apresentação do lançamento do seguro empresarial para o público 60+ pela seguradora Mapfre. Projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que, até 2100, a porcentagem de idosos no país subirá para 40,3% da população.

De olho em garantir a integração dos aspectos de sustentabilidade ao próprio negócio, a Mapfre foi aprender com Martin Henkel sobre como poderia agregar valor e proteção ao publico 60+. E o resultado é lançamento de um seguro empresarial desenvolvido especificamente para instituições de longa permanência. “Os consumidores seniores são uma força emergente no Brasil e o mercado de seguros precisa reconhecer a crescente importância, dedicando soluções para atender aos desafios do público 60+, à medida que essa população continua a se expandir no país. A Mapfre compreende o seu papel de prover mais segurança financeira, qualidade de vida e independência dos idosos, contribuindo para um envelhecimento mais saudável e seguro”, afirma o CEO regional da Mapfre no Brasil, Felipe Nascimento.

A Mapfre selou uma parceria com a Terça da Serra, considerada a maior rede de franquias de residenciais para idosos do Brasil. A empresa pertence ao Grupo SMZTO, um dos principais grupos de investimentos em franquias do país. Os espaços da Terça da Serra contam com fisioterapia, nutricionista, enfermagem e cuidado 24h, atividade física adaptada, musicoterapia, estimulação cognitiva, salão de beleza, cinema, inserção social e outras ações planejadas individualmente para ampliar a qualidade e rotina dos seus hóspedes. Atualmente, a rede conta com mais de 150 unidades presentes em todo o país e prevê chegar a 200 até o final deste ano.

Além de estar alinhado com a estratégia de sustentabilidade da seguradora, esse projeto também atende à demanda de um segmento de mercado com grande potencial de crescimento no Brasil. O produto é o primeiro do projeto que a empresa chama de MAPFRE Sênior e inclui Serviços e Assistências com proteção à estrutura física, administrativa, legal e operacional. Por meio desses serviços, as ILPIs ou Senior Living estarão protegidas em caso de intercorrências e poderão contar com pacote de assistências emergenciais personalizadas para este perfil de cliente. Essas instituições abrigam diferentes perfis do público 60+, seja uma pessoa independente ou que precisam de cuidados especiais.

“A economia do envelhecimento é o conjunto de oportunidades decorrentes do impacto econômico e social das atividades desenvolvidas e exigidas pela população com mais de 60 anos. Podemos continuar pensando em linha com esse crescente movimento da demografia e de mercado. Por isso, estamos buscando cada vez mais introduzir em nosso modelo de negócio novas soluções em produtos e serviços que possam atender a demanda desse segmento tão importante da sociedade”, afirma Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade da Mapfre.

“O grupo buscou entender as reais necessidades do público 60+, assim como das instituições de longa permanência para idosos existentes no país e buscou esse público para conseguir, em um único produto, construir serviços e assistências adaptadas”, detalha a executiva. 

A seguradora disponibiliza cinco tipos diferentes de pacotes de contratação, proporcionando flexibilidade e personalização de acordo com as especificidades de cada instituição. Os pacotes variam em termos de extensão de cobertura, limites de indenização e serviços adicionais inclusos. O novo produto resolve ainda uma necessidade do segmento de ILPIs, que antes precisava contratar diversas coberturas de forma descentralizada e com proteções tradicionais do mercado.

Pedro Moraes, economista e CFO da Terça da Serra, ressaltou a importância da parceria com a seguradora ao poder oferecer aos franqueados um seguro que atende as necessidades deste tipo de instituição. “O seguro garante proteção tanto para a propriedade como também para os funcionários e hóspedes, além da assistência 24h, 7 dias por semana, em caso de imprevistos e manutenção. Esta iniciativa demonstra um compromisso genuíno com o bem-estar dos idosos em todo o Brasil”, afirmou em sua apresentação.

Ampliação do projeto

Segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira com 60 anos ou mais subiu de 14,7% em 2021 para 15,1% em 2022. Há uma década, em 2012, esse percentual era de 11,3% e esse número tende a aumentar nos próximos anos. Projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que, até 2100, a porcentagem de idosos no país subirá para 40,3% da população.

Pensando nisso, a Mapfre vai aumentar o portfólio para reforçar a estratégia voltada ao público 60+, dentro do projeto MAPFRE Sênior, com iniciativas e produtos voltados também às pessoas físicas e familiares de idosos. O objetivo é promover a independência e proporcionar mais bem-estar para o público sênior.