Corretora de seguros Alper antevê crescimento em garantia com Novo PAC e mudanças na legislação   ‌‍  

Ilan Kajan, corretora Alper

Fonte: Alper
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No cenário atual de 2024, o mercado segurador brasileiro vislumbra um horizonte otimista, especialmente no que diz respeito aos Seguros Garantia. O recente anúncio do Governo Federal sobre o pacote de investimentos em infraestrutura, junto com a implementação do novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a promulgação da nova Lei das Licitações e ajustes na legislação fiscal, tem injetado confiança e expectativas positivas no setor.
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Ao analisar as perspectivas e as mudanças favoráveis ao mercado de Seguros Garantia, Ilan Kajan, vice-presidente de Riscos Corporativos da Alper Seguros, acredita que o novo PAC abre portas para uma perspectiva otimista sobre o mercado de Seguro Garantia, especialmente considerando o papel histórico desempenhado pelo setor de infraestrutura na promoção deste tipo de seguro no Brasil. “O retorno dos investimentos públicos, aliado aos estímulos para investimentos privados, cria um ambiente propício para o crescimento do mercado de seguros garantidos”, avaliou.
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Quanto aos setores que mais demandarão este produto, Kajan destacou que toda a cadeia pode se beneficiar da segurança oferecida pelo Seguro Garantia.“Desde os grandes empreiteiros até os menores subcontratados podem se beneficiar da agilidade e competitividade na contratação desses seguros. Além disso, o aquecimento do setor de infraestrutura também impulsiona a demanda por uma variedade de fornecimentos e serviços, ampliando o potencial de crescimento do mercado de Seguros Garantia para além do segmento de obras civis”, pontuou.
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Para Kajan, a solidez das perspectivas do mercado de Seguros Garantia é respaldada por fatores como o Decreto 11.889, que favorece a aquisição de materiais e serviços nacionais para os setores beneficiados pelo novo PAC, e pela nova Lei das Licitações, que torna o Seguro Garantia uma opção de contratação obrigatória na execução de obras públicas.
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Ao ser questionado sobre o papel da Alper Seguros nesse contexto, Kajan destacou o compromisso da empresa em oferecer soluções ágeis e tecnológicas aos clientes: “A Alper tem investido em uma equipe de especialistas e desenvolvido ferramentas como o SOL – Surety On-line, que permite a emissão online de garantias judiciais com controle e gestão total para os clientes”.

Com Tadeu Schmidt e “Tadeuzinho”, Grupo Bradesco Seguros lança sexta edição da Quinzena do Seguro

alexandre nogueira grupo bradesco seguros

Fonte: Bradesco

Confira o vídeo: 

Já está no ar a 6ª edição da “Quinzena do Seguro”, tradicional campanha do Grupo Bradesco Seguros que, além de trazer a reflexão sobre como o seguro é um importante aliado para as famílias, oferece produtos a preços mais acessíveis. Tendo como mote o Dia do Seguro, celebrado nessa terça-feira, 14, a ativação traz Tadeu Schmidt ao lado da sua marionete, Tadeuzinho, interagindo, de forma bem-humorada, sobre os imprevistos que podem acontecer na vida cotidiana.

“Há anos nos dedicamos a difundir a importância do seguro como forma de proteção para as pessoas e suas famílias. Nesse sentido, trazer para essa campanha o Tadeu Schmidt, jornalista e apresentador querido pelo público, e “Tadeuzinho”, que traz humor e leveza para a Campanha, nos ajuda a reforçar nossa mensagem de que temos produtos e serviços para atender as necessidades das empresas e das famílias, em todas as fases da vida”, afirma Alexandre Nogueira, diretor de Marketing da Seguradora.

Essa é a terceira vez consecutiva que o apresentador estrela a Quinzena do Seguro que, além de descontos, reforça a diversidade de proteções disponíveis no mercado. A campanha, assinada pela AlmapBBDO, conta com ofertas nos ramos de Viagem, Vida, Previdência, Capitalização, Dental, Auto, Residencial, Empresarial, Agro, Patrimonial e Prestamista. Para mais informações sobre produtos, basta acessar: https://www.bradescoseguros.com.br/clientes/quinzena-do-seguro.

Leandro Assis assume a corretora de seguros da Mercedes-Benz

O Banco Mercedes-Benz do Brasil (BMB), líder em financiamentos em todos os segmentos de atuação, anuncia Leandro Assis, como o novo gerente de Seguros da Mercedes-Benz Corretora de Seguros, atividade que assume em complemento às suas demais atribuições como gestor das áreas de DSC (Dealer Service Center) e PC (Automóveis) do Banco Mercedes-Benz. Assis ocupa o cargo deixado por Cristina Rensi, que se dedicará, exclusivamente, como gerente de Locações e Serviços da Daimler Truck Locações e Serviços, empresa que oferece o produto “Mercedes-Benz Locações Caminhões e Ônibus”.

Graduado em Administração de Empresas, com MBA em Gestão Empresarial e certificação de Habilitação de Corretor de Seguros, Leandro Assis iniciou sua trajetória na Mercedes-Benz Corretora de Seguros, como funcionário terceirizado em 2005, atuando como vendedor de Peças e Serviços, na área do PRC (Programa de Relacionamento com o Concessionário). Em agosto de 2007, assumiu o cargo de supervisor de Vendas de Seguros, na área da Central de Seguros, sendo responsável pelas renovações auto da carteira da Mercedes-Benz Corretora de Seguros e apoiando os F&Is (operadores de serviços financeiros e de seguros) nas simulações e efetivações de seguros auto.

Em setembro de 2014, foi efetivado como coordenador de Prospecção na Central de Seguros, assumindo a prospecção de seguro auto para veículos usados. Participou também do projeto de Transformação Digital da Mercedes-Benz Corretora de Seguros e do Banco Mercedes-Benz.

Em 2017, Assis foi transferido para o Banco Mercedes-Benz, como coordenador de Relacionamento Concessionário, na área do DSC. Desde maio de 2022, vem trabalhando como coordenador de Relacionamento com Concessionários, responsável, também, pela área Comercial Nacional de Automóveis.

Seguradoras estão assustadas com a calamidade no Sul, que lembra o furacão Katrina

As empresas de seguros estão assustadas. Não à toa. A calamidade na região Sul do Brasil já é tida como a maopr na história do país, que lembra em muitos aspectos o rastro de destruição deixado pelo furacão Katrina, em 2005. Obviamente não se pode correlacionar às perdas no maior mercado consumidor de seguros do mundo, os Estados Unidos, com 44% da receita anual de US$ 7 trilhões em 2023, com o Brasil, com 1,1%, de acordo com estudo da Swiss Re em números absolutos. Mas a experiência sim.

As seguradoras pagaram, na época, US$ 40 bilhões em indenizações, enquanto o governo George W. Bush sofreu duras críticas. Há muitos números e estudos sobre a tragédia que arrasou a cidade de New Orleans, deixando quase 1,4 mil mortos e mais de 1 milhão de desalojados na região americana da Costa do Golfo do México. Para os mais visuais, recomendo a série da Apple “Cinco dias no Hospital Memorial”.

A magnitude do Furacão Katrina fez florescer uma profunda discussão sobre como os Estados Unidos tratam das conseqüências financeiras de desastres naturais, e as relações existentes entre as seguradoras, resseguradoras e políticas públicas de atendimento às vítimas. Como aqui agora, 19 anos depois. Cerca de 200 mil imóveis ficaram debaixo d’água. Somente após várias semanas a água foi totalmente bombeada para fora da cidade do jazz.

A consultoria Alvarez & Marsal, especializada na gestão financeiras de crises graves, firmou um acordo com a prefeitura de Porto Alegre para elaborar um plano de reconstrução da infraestrutura do município, que sofre com uma enchente histórica há cerca de duas semanas. Por 30 dias, a consultoria prestará serviços pro bono, ou seja, voluntários, para a elaboração de um plano preliminar de reconstrução da capital gaúcha. “No momento, a equipe concentra seus esforços no diagnóstico e no plano emergencial de ações e, tão logo tenha a estrutura, apresentará cronograma para implementação”, disse a Alvarez & Marsal em nota.

Assim como se sabia há muito tempo que Nova Orleans era vulnerável a inundações, já se sabia que a região Sul sofreria com as mudanças climáticas. “Desta vez, o evento climático atingiu também pessoas que têm dinheiro para adquirir seguros. Até então, os danos ficavam resumidos a pessoas pobres, invasores de encostas ou população abandonada pelo Poder Público. Agora, no RS, foi diferente”, comenta o advogado especializado em seguros de responsabilidade civil, Walter Polido.

Executivos de seguros ainda não podem precisar os valores, mas sabem que a calamidade no Rio Grande do Sul, que já contabiliza 145 mortes, 806 feridos e 132 desaparecidos nos 447 municípios afetados exigirá indenizações nas mais diversas linhas de negócios, de seguro de vida ao lucro que empresas afetadas deixam de ter por estarem paradas, cobertura conhecida como lucros cessantes.

“Ainda é difícil estimar o total de perdas; e até o escoar das águas serão muitos os desafios para avaliação objetiva dos danos e custos de reconstrução. Entretanto, pela dimensão da tragédia, cálculos preliminares indicam que a conta será alta”, comenta no Linkedin o especialista em gerenciamento de riscos da Risk Veritas, Alfredo Chaia. “Os efeitos do fracasso na gestão do clima já chegaram com aumento na frequência e gravidade de condições climáticas severas”.

Analistas de bancos divulgaram relatórios avaliando apenas as empresas listadas em bolsa e poucas ligadas a bancos listados. No entanto, os bancos digitais e oficiais tem boa parte de suas receitas provenientes da venda de seguros. Estratégias começam a ser revistas para compensar um possível recuo das vendas no Sul e com o aumento de preços em diversas linhas, como auto, para recompor as perdas. Se avalia também o aumento da demanda por pessoas que ainda não compravam seguro.

Os analistas citam como principais prejudicados o ressegurador IRB, que divulga balaço após o fechamento do mercado nesta segunda-feira (13), Porto, com balanço previsto para terça-feira, também após o fechamento da bolsa, BB Seguridade e Caixa Seguridade, entre as principais. O Banrisul também é citado como um dos mais afetados. Suas parcerias para venda de seguro automóvel aos clientes são Allianz e HDI, duas subsidiárias dos maiores grupos seguradores da Alemanha.

São tantos pormenores para calcular as indenizações, que ainda é cedo para qualquer afirmação. Além disso, as pessoas ainda estão buscando um lugar seguro. Só depois disto é que vão acionar o seguro. Muitas podem descobrir que a apólice não cobre efeitos da natureza, inundação ou alagamento. Outros, como donos de carros, ficarão aliviados em saber que tem a cobertura, mas podem se frustrar com o valor muito abaixo do necessário para a reconstrução do foi perdido. E bem poucos, que compram seguro de forma consciente, agradecerão ao gestor de risco e ao corretor de seguro por terem feito uma compra consciente.

“Enchente é cláusula excludente da maioria dos seguros empresariais. As que disponibilizam, duas ou três, pelo menos aqui no Rio Grande do Sul, cobram taxa de aproximadamente 10% sobre a importância segurada para alagamento, limitado ao máximo de R$ 30 mil. Tenho 10 segurados de riscos empresariais (até o momento), que estão com suas empresas embaixo d’água, e tive de informar que não terá cobertura e que a jurisprudência dá ganho de causa para a seguradora”, relatou Ranieri G Von Dentzsch, sócio-responsável técnico na Ritmo Corretora de Seguros, no Linkedin.

Um dos casos (com perspectiva feliz para o cliente) comentado nos bastidores é sobre o seguro do aeroporto de Porto Alegre. Por ter uma apólice global na Alemanha, tem uma cobertura mais abrangente. A Fraport Brasil – Porto Alegre é subsidiária da Fraport AG Frankfurt Airport Services Worldwide, uma das empresas líderes no mercado global de aeroportos.

A região Sul está entre os principais consumidores de seguros do Brasil em linhas como seguro auto, residencial, empresas, agronegócios. No ano passado, somente o Rio Grande do Sul registrou arrecadação de R$ 26 bilhões para as seguradoras, com R$ 10,3 bilhões em indenizações pagas.

O seguro automóvel foi responsável por vendas de R$ 4 bilhões, seguro rural por R$ 2,5 bilhões e patrimonial por R$ 1,6 bilhão, segundo dados da Susep analisados pela consultoria Siscorp. Cerca de 98% dos seguros auto tem cobertura compreensiva, ou seja, dá cobertura para danos da natureza. Seguros de vida e planos de previdência somaram arrecadações de R$ 15 bilhões. Segundo a CNseg, o Sul tem a maior penetração de seguro residencial no país, de 38%, seguido por São Paulo, com 29%.

O IRB(RE), como o maior ressegurador do Brasil, atua em diversas pontas, inclusive repassando o risco que assume a outras empresas, em contratos de retrocessão, que mitigarão de forma significativa a perda estimada ao dividir os custos com os parceiros de riscos. Tem parte do resseguro dos contratos da Caixa no habitacional, que representam 7% das vendas, e no residencial, 5%. O seguro cobre, de forma automática, danos com inundações no habitacional. Já no residencial, apenas se o cliente pediu para ter a cobertura.

O IRB (RE) também tem contratos de resseguros relevantes na cobertura de agronegócios. No entanto, há informações de que entre 70% a 80% da safra já havia sido colhida, o que reduz muito a perda. Mas quanto desta colheita ainda estava nos silos? Em grandes empresas como Gerdau e Havan, há também contrato de resseguro com previsão de ser acionado, sendo lucro cessante o principal.

A Porto é a maior seguradora de auto no Brasil. No Sul, as vendas deste seguro chegaram R$ 4 bilhões em 2023. A liderança na região é da HDI, com receitas de R$ 1,27 bilhão, sendo a Porto a segunda, com R$ 770 milhões. Em seguros patrimoniais, com vendas de R$ 1,6 bilhão no ano passado, a liderança é da Mapfre, com R$ 361 milhões, seguida da HDI (R$ 269 milhões), e Porto (R$ 127 milhões).

Um ponto muito levantado pelos entrevistados está no Gap de proteção. Estudo da Swiss Re revela que menos de um terço das perdas por catástrofes naturais na América Latina e no Caribe em 2023 tinha a proteção de seguros. Foram US$ 15,9 bilhões em perdas totais, dos quais apenas US$ 5,1 bilhões tinham seguro.

Segundo Polido, muitas vezes os clausulados dos contratos indicam exclusões genéricas e há necessidade de aquisição de coberturas acessórias para inundação, alagamento, rompimento de adutoras e afins. “O risco de água não pode ter esse tipo de tratamento altamente segmentado. Os síndicos de prédios, por exemplo, ficam em palpos de aranha diante de tamanha variação de cláusulas adicionais, sendo que eles sempre são pressionados pelos condôminos para diminuir custos”, diz, sugerindo mudanças na oferta e investimento na educação de seguros para que a sociedade faça escolhas mais conscientes.

“A imagem do seguro nunca esteve tão exposta como agora nesta situação catastrófica. Dependendo da postura das seguradoras, o resultado poderá ser muito negativo. O seguro deve acolher, deve prestar a melhor assistência possível, garantindo de maneira objetiva e célere a reposição das perdas e principalmente a continuação dos negócios. Se isso falhar, o seguro será rebaixado na crença popular, que já não tem grande estima por ele. Os riscos catastróficos são recorrentes e o Brasil deixou de ser uma zona de conforto”, acrescenta.

De acordo com o Instituto de Informações de Seguros (Insurance Information Institute (I.I.I.), a judicialização no caso do Katrina foi baixa. Dos quase 2 milhões de pedidos relacionadas a danos em residências, imóveis comerciais, negócios em geral e veículos em seis estados americanos, estima-se que menos que 2% das queixas de proprietários de imóveis de Louisiana e Mississippi foram solucionados por mediação ou pela via judicial contenciosa.

Polido faz coro a uma leva de executivos sobre a urgência da mudança de postura do mercado de seguros e do Poder Público. “Precisam acompanhar o novo ciclo climatológico que se instalou no planeta. Precisam tratar a questão de frente, com novos incentivos à gestão de riscos – inclusive financiando projetos nos centros acadêmicos do país, assim como os europeus e os americanos já fazem há muito. Não há paliativo para este cenário. O resseguro é peça fundamental no contexto”.

Realmente são. A boa notícia é que a compra de resseguro pelas seguradoras no Brasil tem avançado. Mesmo assim, ainda é pouco comparado a outros países. A justificativa era de que o Brasil estava livre de catástrofes. Mas agora certamente este rótulo será rasgado. O Brasil teve 12 eventos climáticos extremos em 2023, sendo um deles as chuvas intensas que aconteceram no Rio Grande do Sul, em setembro, segundo relatório publicado na semana passada, pela Organização Meteorológica Mundial, agência especializada da ONU.

“As seguradoras estão com medo”, disse ao Reset um graduado executivo do setor. Alguns modelos inovadores para atrair o capital privado, seja com a ajuda de bancos de desenvolvimento ou com novos instrumentos financeiros, estão sendo testados – inclusive em Porto Alegre. A capital gaúcha faz parte do piloto de uma plataforma de seguros para cidades. A iniciativa é liderada pelo Iclei, uma ONG que reúne cerca de 2 mil governos subnacionais do mundo todo.

As Letras de Risco Seguro, ou “insurance-linked securities” (ILS), semelhante aos cat Bonds já desenvolvidos na Europa, que usam como lastro carteiras de seguros e resseguros, tinham previsão de ter o primeiro lançamento em dois meses. Mas agora, com a situação do Sul, será preciso aguardar o apetite dos investidores.

O interesse por esse tipo de dívida ainda é uma incógnita, diz Leonardo Gava, gerente-sênior de Transição Agrícola da Climate Bonds Initiative, uma entidade que certifica bonds sustentáveis, ao Reset. Por um lado, o mercado de securitização no Brasil em geral desperta apetite, afirma Gava. “Mas, com o que vemos agora no Rio Grande do Sul e outros lugares, o risco parece ser alto. Não temos ideia da disposição dos investidores domésticos para isso.”

A partir das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul no ano passado, a Guy Carpenter acelerou o desenvolvimento de um modelo preditivo de catástrofes climáticas para o Brasil, destacou o Valor em reportagem no último domingo. Segundo Pedro Farme, CEO da companhia, a intenção é disponibilizar a ferramenta até o fim do ano. “Queremos lançar, inicialmente, dois modelos, um preditivo de alagamento e outro para ventos, mas também vamos expandir futuramente para outros eventos, como seca, granizo e incêndios.”

Por ora, o que temos, é o resgate de pessoas pelas seguradoras e o desejo de que tudo se restabeleça, da melhor forma possível, com gestão e mitigação de riscos, para a reconstrução do Rio Grande do Sul. E se este não for o maior sinistro do setor de seguros em termos de números, que seja aquele que impulsionará o Brasil a subir no ranking de adaptações climáticas.

O Brasil é um dos piores países do mundo no quesito resiliência a eventos extremos como secas, chuvas torrenciais e ondas de calor ou frio, e na capacidade de agir para reduzir seus impactos humanos e econômicos. Na comparação com outras 184 nações, o Brasil está em 86º lugar no potencial de resistir e se adaptar aos efeitos das mudanças climáticas, segundo o índice ND-GAIN, elaborado pela Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos. O ranking existe desde 1995 e já estivemos mais bem posicionados — começamos a ficar abaixo do 85º lugar só a partir de 2010. Noruega, Finlândia e Suíça ocupam as primeiras posições, informou o Estadão.

BBC: O maior sinistro de seguros no Brasil

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por Daniel Gallas, da BBC News em Londres

“O Brasil é um país tranquilo, ele não tem terremotos, não tem maremotos. É o que nós brasileiros costumamos dizer. Mas agora o Brasil sofreu algo como se tivesse sido o seu ‘terremoto’.”

A frase acima é de Francisco Galiza, economista consultor e ecoa o que especialistas no setor de seguros disseram à BBC News Brasil: todos foram unânimes em afirmar que as inundações no Rio Grande do Sul serão o maior incidente com sinistros da história do país.

O sinistro é quando uma pessoa ou empresa que paga por um seguro de um bem precisa receber dinheiro da seguradora — porque houve algum incidente que danificou esse bem, ou houve perda total.

Na história do Brasil, já houve incidentes com números de mortos maiores do que os registrados até agora. Enchentes em Teresópolis (RJ) em 2011, por exemplo, mataram quase mil pessoas. Até o momento, as chuvas no Rio Grande do Sulregistraram mais de cem vítimas fatais.

Mas eventos como o de Teresópolis duraram poucos dias e foram mais localizados — assim como a maioria de fenômenos registrados no Brasil. Já no Rio Grande do Sul as chuvas vêm castigando o Estado há mais de duas semanas — e com previsão de novos temporais para os próximos dias.

Nem mesmo o acidente da mineradora Vale em Mariana em 2015 — que provocou mortes, destruiu cidades, poluiu o rio Doce por quilômetros, afetando a vida de milhares de pessoas — teve a mesma magnitude dos danos materiais de agora.

Os governos federal e do Rio Grande do Sul têm falado em um pacote de R$ 50 bilhões para ajudar o Estado.

A duração e extensão dos danos são inéditas no país. Mais de 80% dos municípios foram afetados. Em Eldorado do Sul, a cidade inteira precisou ser evacuada. 

O aeroporto internacional Salgado Filho ficará fechado até o fim do mês. Nunca um aeroporto brasileiro precisou ficar fechado por tanto tempo por causa de estragos naturais. Em Porto Alegre, a cidade pode continuar alagada por semanas. Nenhum dos entrevistados do setor de seguros conseguiu estimar ainda em valores qual será o tamanho do sinistro envolvido — porque as enchentes ainda estão em andamento — apesar de todos concordarem de que será recorde.

Há dois problemas que impedem as seguradoras de estimarem os prejuízos dos clientes gaúchos. O primeiro deles é que não foi possível ainda sequer levantar os estragos já ocorridos — porque em muitas localidades a água ainda não baixou. Os donos de veículos e residências ainda não conseguiram voltar para suas casas para verificar os prejuízos que tiveram e acionar suas seguradoras.

As empresas de seguro disseram à BBC News Brasil que por isso até agora o volume de sinistros registrados ainda foi relativamente baixo — mas deve crescer muito nas próximas semanas, na medida em que as pessoas afetadas conseguirem voltar para seus lares.

O segundo problema é que as chuvas ainda não acabaram. Mesmo que fosse possível estimar o dano feito até agora, não se sabe quanto prejuízo ainda virá pela frente nos próximos dias.

O Rio Grande do Sul ainda está recebendo mais chuvas — tanto nas áreas que já foram até agora mais gravemente afetadas como em novas regiões. Por isso, as seguradoras dizem que só será possível estimar um valor mais exato daqui a dias ou semanas.

Casa de madeira destruída
Legenda da foto, Casa destruída em Lajeado, onde rio Taquari transbordou

Por ora, enquanto a crise das chuvas está em andamento, as seguradoras estão reforçando suas equipes para atender clientes no Rio Grande do Sul neste mês. Algumas empresas maiores possuem frotas de veículos e jet-skis usados em tempos normais para averiguação de prejuízos. Esses equipamentos estão sendo emprestados para a Defesa Civil para ajuda nos resgates em andamento.

Impacto para afetados nas inundações

As autoridades estimam que mais de 1,7 milhão de pessoas foram afetadas – com 395 mil deslocados de suas casas.

Uma pergunta que muitos clientes se fazem nesse momento é se as seguradoras brasileiras terão capacidade de pagar todos os seguros que serão pedidos ao mesmo tempo, na medida que os afetados voltarem para as suas casas?

A resposta é sim, segundo Roberto Santos, presidente do Conselho Diretor da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) — que representa todo o setor no Brasil. Ele diz que as seguradoras brasileiras estão bem posicionadas para lidar com os sinistros.

“O Brasil é muito grande. Você tem um Estado afetado por um evento muito grande, mas você tem o resto do Brasil funcionando muito bem. O setor teria dificuldades só se houvesse um evento desse tamanho em todo o Brasil ao mesmo tempo”, disse Santos à BBC News Brasil.

Diante das enchentes, a confederação fez duas recomendações especiais a todas seguradoras que trabalham com clientes no Rio Grande do Sul.

Primeiro, houve um pedido para que todos os contratos que estavam para vencer agora no mês de maio fossem automaticamente estendidos por alguns dias. O objetivo é que nenhum cliente ficasse sem seguro neste momento por apenas uma questão de poucos dias.

O segundo pedido foi para que pessoas e empresas que tiverem atrasado pagamentos no mês de maio não fiquem sem cobertura de seguros agora. Normalmente as seguradoras não precisam pagar sinistros quando o cliente não está em dia.

“A pessoa que está isolada e esperando ser resgatada não vai pensar em pagar um boleto. Mas se ela deixa de pagar, ela fica sem cobertura. Então fizemos esse pedido às seguradoras para mudar isso neste momento”, diz Santos.

Segundo a CNseg, a maioria das seguradoras está atendendo aos dois pedidos.

Casas destruídas
Legenda da foto, Bairros inteiros ficaram destruídos em Lajeado

Especialistas dizem que pessoas que tiveram perda total com veículos nas enchentes não devem ter problemas para recuperar seus prejuízos.

Mas para donos de imóveis o problema não será tão simples: a grande maioria dos seguros residenciais e empresariais cobrem incidentes como incêndios — mas poucas apólices cobrem enchentes. Geralmente as apólices para enchentes são mais caras — e como esses eventos são mais raros, poucos clientes optam por elas.

Especialistas dizem que depois de enchentes de grandes proporções, como as do Rio Grande do Sul, costuma haver um aumento na procura por coberturas mais completas.

“No segmentos residencial, empresarial e equipamentos, a cobertura básica inclui proteção contra incêndio, queda de raio e explosão”, disse Carlos Oliva, superintendente executivo de operações da Bradesco Seguros, à BBC News Brasil.

“No entanto, é possível proteger a residência de outros riscos (com coberturas contratadas conforme a necessidade do cliente), entre eles, desmoronamento, vendaval, alagamento e inundação, danos elétricos, entre outros serviços. Apesar de a frequência ser menor, se comparada aos sinistros de automóveis, as consequências de uma inundação em casa ou comércio de rua são, muitas vezes, bem mais severas, podendo ocasionar em ‘perda total’ tanto para a estrutura do imóvel quanto os bens internos.”

O problema econômico maior é que a maioria dos prejuízos com as inundações terá que ser arcado pelas pessoas diretamente.

Isso porque a maior parte das pessoas afetadas nas enchentes não têm condições de pagar seguros. Estima-se que no Brasil, apenas 30% da frota nacional de veículos possui cobertura.

No setor de seguros de residências, o Rio Grande do Sul é o Estado brasileiro com maior percentual de casas com seguro. De todas as residências gaúchas, 38% delas possuem seguros. Em São Paulo, por exemplo, esse índice é de 29%. Mesmo assim, como dito anteriormente, a grande maioria das apólices não cobre eventos como inundações.

Aquecimento global encarecerá seguros?

Outro debate no setor agora é se as enchentes no Rio Grande do Sul mudarão o setor de seguros no Brasil.

Contratar um seguro vai ficar mais caro para os clientes — depois de um evento tão grande no país? As mudanças climáticas — que tornam eventos extremos mais comuns — vão encarecer as apólices?

Roberto Santos, da Confederação Nacional das Seguradoras, diz que as apólices não vão ficar mais caras especificamente por causa do evento do Rio Grande do Sul — mas ele diz que seguros já vêm encarecendo nos últimos anos por causa do aquecimento global e de eventos extremos mais comuns.

Essa tendência deve seguir nos próximos anos. Segundo dados da CNseg, em 2022 foram pagos R$ 10,5 bilhões em seguros rurais — um crescimento de 47% em relação ao ano anterior. O maior problema para a safra de grãos foram eventos climáticos extremos, como secas ou excesso de chuvas.

O encarecimento dos seguros por causa das mudanças climáticas é um problema global.

Nos Estados Unidos, duas grandes seguradoras — a AllState e a State Farm — pararam de oferecer seguros para novas residências na Califórnia, devido a grandes prejuízos que elas tiveram com incêndios florestais. O mesmo aconteceu com dezenas de seguradoras na Flórida, Estado americano que enfrenta todo ano uma temporada de furacões.

Roberto Santos, da CNseg, não acredita que este cenário possa acontecer no Brasil. Mas o país enfrenta problemas próprios — como o alto número de pessoas que vivem em áreas de risco. O governo federal está elaborando um novo Plano Nacional Sobre Mudança do Clima para lidar com esse problema.

Mulher limpando casa com lama
Legenda da foto, Em Cruzeiro do Sul, algumas pessoas conseguiram voltar para suas casas, mas encontraram tudo devastado pelas enchentes

O próprio setor de seguros propõe um seguro social — com cobrança nas contas de luz — para pagar cerca de R$ 15 mil a famílias de baixa renda que fiquem desabrigadas por causa de tragédias climáticas. 

Mas essas discussões ainda estão em andamento.

Por ora, um dos efeitos mais imediatos da quantidade de eventos climáticos extremos é o aumento na procura por seguros. Há dez anos, o setor de seguros representava 1% da economia brasileira — hoje ele representa 6%.

Com a frequência maior de grandes enchentes no Brasil, cresceram também os grandes prejuízos e os custos de se proteger deles.

Susep orienta sobre coberturas de seguros que podem ser acionadas pelas vítimas

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), diante das enchentes causadas pelas fortes chuvas que assolaram o Estado do Rio Grande do Sul nos últimos dias, traz algumas orientações sobre as coberturas de seguros que a população atingida pode acionar junto às seguradoras.  

Primeiramente, o consumidor deve verificar nas apólices de seus seguros quais coberturas foram contratadas, bem como a definição de cada uma delas nas condições contratuais do seguro.  Para acessar as condições contratuais, o segurado pode buscar no site da Susep, inserindo na pesquisa o número do processo Susep que aparece na apólice ou proposta.

Além disso, é importante que o segurado entre em contato com a seguradora ou corretor de seguros da apólice para sanar eventuais dúvidas e verificar se o seu seguro cobre os danos causados pelas enchentes.  

Os seguros existentes em nome de pessoas físicas podem sem consultados pelo próprio segurado no Sistema de Consulta de Seguros da Susep, por meio da sua conta gov.br.

Caso o consumidor se sinta lesado por alguma seguradora, orientamos que seja feita uma reclamação por meio do site Consumidor.gov.br, plataforma constantemente acompanhada e monitorada pela Susep.  

Listamos abaixo os principais seguros que podem conter, a depender do que foi contratado, coberturas que cubram os danos causados pelas enchentes e que podem ser acionados pelos segurados:  

Seguro Habitacional: tem por objetivo o pagamento das parcelas de dívida do segurado correspondente ao saldo devedor vincendo na data do sinistro relativa a financiamento para aquisição, reforma ou construção de imóvel, ou a reposição de tal imóvel financiado, na ocorrência de sinistro coberto. Por imposição legal, esse seguro deve obrigatoriamente contemplar pelo menos duas coberturas: a) os danos físicos ao imóvel provenientes de desmoronamento ou ameaça deste, total ou parcial, vendaval, destelhamento e inundação ou alagamento, ainda que decorrente de chuva; e b) morte e invalidez permanente. Todo consumidor que tenha um imóvel financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação obrigatoriamente terá um seguro habitacional contratado.  

Seguro de Automóveis: as coberturas de casco no seguro de automóvel podem abranger, de forma isolada ou combinada, diferentes riscos a que esteja sujeito o veículo segurado, podendo incluir alagamentos e inundações.  

Seguro Residencial, Condomínio e Empresarial: o Seguro Compreensivo Residencial é destinado a residências individuais, casas e apartamentos, habituais ou de veraneio. O Compreensivo Condomínio, por sua vez, é destinado à edificação ou ao conjunto de edificações, abrangendo todas as unidades autônomas e partes comuns, destinadas a fins residenciais ou não residenciais. Por fim, o Compreensivo Empresarial é destinado a atividades comerciais, industriais ou serviços, ou, ainda, a imóveis não residenciais.  

Seguro Rural: possui diferentes coberturas que podem garantir, a depender do que foi contratado, a atividade agrícola e pecuária, o patrimônio do produtor rural, seus produtos, o crédito para comercialização desses produtos, além do seguro de vida dos produtores. Geralmente, as seguradoras definem, em seus planos de seguro, coberturas básicas que devem ser contratadas. Assim, deve o segurado verificar se nas apólices consta a cobertura de eventos como chuva excessiva, alagamento, tromba d´água, ventos fortes, ventos frios etc. Caso as apólices sejam do tipo all risks, em que estão cobertos todos os riscos que não sejam expressamente excluídos, deve o segurado verificar se os eventos acima citados constam ou não da lista de riscos excluídos.

Seguro de Transportes: garante ao segurado uma indenização pelos prejuízos causados aos bens segurados durante o seu transporte em viagens aquaviárias, terrestres e aéreas, em percursos nacionais e internacionais. De forma geral, costumam cobrir sinistros causados por fenômenos da natureza.  

Dessa forma, caso você tenha sofrido prejuízos patrimoniais decorrentes das enchentes no Rio Grande do Sul e tenha algum desses seguros, a Susep orienta que o segurado verifique nas condições gerais se eles possuem coberturas para alagamentos e inundações e entre em contato com seu corretor e/ou seguradora em caso de dúvidas.  

A Susep informa, ainda, que tem atuado junto às seguradoras, recomendando que elas reforcem os canais de comunicação para atendimento e apoio aos segurados, principalmente quanto aos serviços de assistência e demais coberturas, bem como que envidem esforços para pronta liquidação dos sinistros, com reforço das equipes de regulação e disponibilização de lugares para eventualmente reunir os bens sinistrados, como no caso de automóveis e veículos rurais.  

Além disso, a Susep reforçou às seguradoras que é salutar a prorrogação das coberturas dos contratos de seguros de todos os segmentos à população afetada, bem como dos prazos para pagamentos dos prêmios vencidos nesse período, sem prejuízo das coberturas contratadas.  

A Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg tem mantido em seu site as ações que estão sendo tomadas por cada seguradora para garantir o melhor atendimento aos seus segurados.  

Para melhor orientar a população sobre os seguros que podem ser acionados em face dos danos causados pelas enchentes no Rio Grande do Sul, a Susep organizou um webinar com o tema “Os seguros como fator de proteção financeira nas enchentes no Rio Grande do Sul”, durante a 11ª Semana Nacional de Educação Financeira.  

O evento será transmitido ao vivo, no dia 17/05, sexta-feira, às 11h, pelo Canal da Susep no YouTube.  

CNseg integra Câmara Temática para modernização do sistema agropecuário brasileiro

Fonte: CNseg

– A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) vai atuar como uma das 46 entidades que vão compor a recém-criada Câmara Temática de Modernização do Crédito e Instrumentos de Gestão de Risco do Agronegócio (CNPA). A iniciativa do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) propõe o fortalecimento do setor agropecuário em todo o país, e deve aprimorar os mecanismos de financiamento privado, estimular a competitividade e diminuir custos para o produtor rural.

O diretor de relações institucionais da CNseg, Esteves Colnago, destacou a importância de incluir representantes de diversos setores do país para debater a modernização desses instrumentos financeiros e a criação de novos mecanismos que atendam às necessidades do setor agrícola nos estados e municípios. 

“Parabenizamos o MAPA pois esta é uma importante iniciativa para fomentar as discussões sobre os desafios que estamos passando e que iremos passar com as mudanças climáticas. A criação da Câmara Temática de Gestão de Risco Agropecuário é um passo importante também para a construção de políticas públicas eficientes para o agronegócio brasileiro, promovendo a segurança e o desenvolvimento sustentável do setor”, afirmou.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, informa que o colegiado irá desenvolver modelos de financiamento para irrigar o mercado e fazer a agropecuária crescer ainda mais. “Essa Câmara cumpre o papel de pensar novas formas de financiamento para que a agropecuária cumpra o grande papel de gerar oportunidades, empregos e renda para o povo brasileiro”, ressaltou.

Para compor a nova Câmara, foram nomeados os membros titulares e suplentes de diversos setores relacionados ao agronegócio, tanto públicos quanto privados. Entre eles estão associações, empresas do setor, instituições de pesquisa, bancos, seguradoras e órgãos governamentais.

Fortalecimento e diálogo

A CNPA é o resultado da modernização da antiga Câmara Temática de Crédito, Seguro e Comercialização do Agronegócio, que estava voltada para mecanismos públicos de crédito agrícola. A Portaria Nº 56/24, que institui a CNPA e lista seus integrantes, foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (10/5).

As Câmaras Temáticas tratam temas transversais relacionadas a cadeias produtivas, são constituídas por representantes de entidades de caráter nacional, de produtores, trabalhadores, consumidores, empresários, autoridades do setor privado e de órgãos públicos, técnicos governamentais e instituições financeiras.

Porto renova patrocínio com Felipe Drugovich 

A Porto acaba de anunciar a renovação da parceria com Felipe Drugovich, piloto brasileiro reserva da equipe Aston Martin F1 Team, da F1, e que compete também na ELMS, e na 24 horas de Le Mans. A continuidade da parceria é reflexo dos objetivos da empresa para os próximos anos. Em maio de 2023, Felipe Drugovich passou a integrar o squad de pilotos apoiados pela Porto, com grande incentivo às novas oportunidades nas pistas.

“Apoiar o automobilismo está completamente conectado com nosso propósito de ser um Porto Seguro para as pessoas e seus sonhos. Queremos dar cada vez mais visibilidade para direção segura e cuidados no trânsito e ninguém melhor que os nossos pilotos para retratar o tema. Continuar patrocinando o Felipe Drugovich em sua jornada, é uma forma de demonstrar o quanto precisamos contribuir para o desenvolvimento desse esporte e incentivar o sonho de ver brasileiros no lugar mais alto do pódio”, comenta Luiz Arruda, VP Comercial e Marketing da Porto, em nota divulgada.

Além de Drugovich, a Porto apoia ativamente seu squad de pilotos formado por Rubens Barrichello e Eduardo Barrichello, que correm pela Stock Car, Fernando Barrichello, da F4 Brasileira e Espanhola, Gabriel Bortoleto, que compete pela Fórmula 2 e faz parte do Programa de Desenvolvimento da McLaren, e Aurélia Nobels, da F1 Academy e que integra a Academia de Pilotos da Ferrari. O patrocínio também se estende ao FIA Girls On Track, programa educacional de base que visa promover a igualdade de gênero no automobilismo.

Grupo HDI promove série de eventos como parte de novo programa para corretores

HDI Seguros Liberty Seguros Sompo Seguros

FonteL HDI

O Grupo HDI promove uma série de eventos como parte do lançamento do Cresça Corretor, ampliação do programa de corretores que já é sucesso no mercado. Os encontros, conduzidos pelo CEO da empresa, Eduardo Dal Ri, e pelo VP comercial, Marcos Machini, trazem as novidades previstas para o projeto em 2024 a fim de fortalecer ainda mais o relacionamento da seguradora com os profissionais, especialmente depois das aquisições realizadas pelo Grupo em 2023.

Nesta quinta-feira (09), os executivos estiveram em Salvador e se reuniram com 150 parceiros do local para falar a respeito do programa que, além de ser uma super novidade, é um reforço do compromisso da companhia com este público. O Cresça Corretor é dedicado a potencializar o sucesso de toda a empresa, oferecendo suporte para impulsionar as vendas, evoluir a eficiência operacional e expandir o conhecimento dos corretores. A seguradora acredita que o caminho para a transformação do mercado e a sustentabilidade dos negócios é construído em sintonia com esses profissionais.

No início do mês, também foi realizado o evento Café com o Presidente, no Grand Sheraton Rio, no RJ, e, além dos dois executivos, o VP de produtos auto do Grupo HDI, Rafael Ramalho, estava presente, junto com gerentes comerciais. Mais de 40 corretores do estado carioca e região serrana participaram no dia e tiveram acesso a detalhes sobre a nova fase do programa de relacionamento, além de ouvir sobre a importância de um trabalho em conjunto para o crescimento mútuo da companhia e dos parceiros.

“Buscamos sempre aprimorar os recursos que disponibilizamos para os corretores, parceiros de longa data do Grupo HDI, incluindo ferramentas, treinamentos e trocas, para que criemos uma comunidade de crescimento, além dos laços comerciais, em que cada passo dado pelos parceiros é em direção a um futuro mais próspero e inovador”, afirma Marcos Machini. “Temos um compromisso forte com esses profissionais e é sempre muito bacana poder dividir as novidades e pontos centrais da nossa estratégia de negócios com eles. O novo Cresça Corretor vem justamente para colocar esse foco em prática”, complementa o executivo.

Corretora de seguros Alper renova site para tornar a jornada do cliente mais fluída


Fonte: Alper

A Alper Seguros tem o prazer de anunciar o lançamento de seu novo site, marcando um passo significativo na evolução de sua presença digital. Fruto de extenso trabalho e dedicação, o novo site da Alper Seguros foi meticulosamente desenvolvido com base nas melhores práticas de Experiência do Usuário (UX). Esta reinvenção visa proporcionar aos visitantes uma experiência online ainda mais fluida e intuitiva.

A modernidade transparece na nova estrutura das páginas, enquanto a usabilidade simplificada e a linguagem acessível foram cuidadosamente integradas para garantir que o entendimento de produtos e serviços seja descomplicado para todos os usuários.

“Estamos entusiasmados em apresentar essa transformação do nosso site, que reflete nosso compromisso contínuo com a excelência em todos os aspectos de nossa presença digital”, disse Gabriela Rosati, diretora executiva de Marketing, Comunicação e Digital da Alper. “Convidamos todos os nossos clientes, parceiros e o público em geral a explorar as novas funcionalidades e recursos que disponibilizamos em nosso site”.

Além de oferecer uma visão renovada da marca, o novo site da Alper visa melhorar ainda mais a interação com os clientes e fornecer um ambiente online que seja não apenas informativo, mas também funcional e prático..