Minha Casa, Minha Vida completa 15 anos com atuação da Wiz Corporate no Nordeste 

Fonte: Wiz

O programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV) completou em abril 15 anos de implementação. De abril de 2009 para cá, mais de 5,5 milhões de imóveis foram financiados em todo o País com recursos do FGTS pela Caixa Econômica Federal. Apenas no estado de Pernambuco, o número de unidades habitacionais financiadas pelo Programa no período é superior a 130 mil.

Desde o início do programa, a Wiz Corporate vem atuando na consultoria de seguros corporativos em Pernambuco. Com 50 anos de experiência, a corretora chegou ao Estado em 2009 para atender às necessidades específicas de seguros do setor da construção civil dentro do MCMV, oferecendo soluções inovadoras e personalizadas. 

Ao longo desses 15 anos, a empresa cumpriu essa missão, estabelecendo novos padrões de qualidade e eficiência, por meio de parcerias duradouras, pautadas na busca pela satisfação do cliente. Graças ao seu compromisso com a agilidade e ao entendimento claro das necessidades do cliente e dos bancos financiadores, a Wiz Corporate consolidou sua presença no mercado pernambucano, como uma provedora de soluções inclusive para além da construção civil.

“Chegamos ao Estado com a missão de acelerar os processos de contratação dos seguros obrigatórios exigidos para os financiamentos da construção civil junto aos bancos públicos. Logo de início, conseguimos reduzir o tempo de espera em 70%. Em poucos meses, com o surgimento das apólices digitais, essa redução chegou a 90%. No fim do primeiro ano, com o atendimento voltado exclusivamente para o segmento corporativo, passamos a ser demandados também para outros seguros, além dos obrigatórios”, recorda Anchieta Filho, Diretor da Regional Nordeste da Wiz Corporate.  

Em um setor em constante transformação, a corretora tem se destacado pela sua capacidade de inovação e adaptabilidade. Ao incorporar os mais recentes recursos tecnológicos, a Wiz Corporate garante que seus clientes estejam sempre protegidos contra os perigos e desafios que emergem do mundo dos negócios. 

Um exemplo que ilustra essa evolução é a W-Garantia, ferramenta de autosserviço que permite aos clientes da corretora a emissão de seguro garantia nas principais seguradoras do país. “Com poucos cliques, o cliente tem acesso a todas as taxas e limites de crédito, como em uma butique de seguros”, compara Anchieta Filho.

AON: 47,3% das empresas brasileiras aplicam metas de diversidade para a liderança

Fonte: AON

Aon plc (NYSE: AON), líder global em serviços profissionais, divulgou recentemente sua Pesquisa de Benefícios 2023, que inclui insights valiosos sobre as práticas de diversidade e inclusão no ambiente corporativo brasileiro.

As companhias estão se comprometendo com metas de diversidade para a alta liderança (37,7%) e média liderança (31%). Em termos de treinamento para inserir a diversidade na cultura corporativa, 82,8% já realizam treinamentos para todos oscolaboradores, e 81,6% fornecem capacitações específicas para líderes.

No entanto, há áreas que ainda necessitam de desenvolvimento. A Pesquisa de Benefícios 2023 aponta que 56,2% das empresas ainda não possuem programas de formação para grupos minorizados. Entre as que possuem, 28,3% oferecem mentoria, 20,8% desenvolvimento de liderança, 20,5% capacitação para atividades internas e 15,5% cursos de idiomas.

Já ao público LGBTQIA+, os resultados mostram que 12,8% das empresas oferecem apoio na regularização de documentos, 5,2% oferecem subsídios para tratamentos hormonais, 4,9% subsidiam procedimentos cirúrgicos e 2,4% cobrem procedimentos estéticos. Além disso, apenas 1,5% das empresas oferecem subsídio para casais homoafetivos adotarem filhos.

“A diversidade e a inclusão são a força motriz para a inovação e o desenvolvimento sustentável nas empresas. Nosso estudo mostra que ao investir em políticas inclusivas, as organizações não apenas atendem às demandas sociais, mas também colhem benefícios significativos em termos de engajamento e performance.”, afirma Leonardo Coelho, vice-presidente de Health & Talent da Aon no Brasil.

O mês do orgulho LGBTQIA+ reforça a necessidade de se reconhecer os avanços feitos e os desafios que permanecem. “A Aon se une em todo o mundo para celebrar esta causa, através de nossos dos Business Resource Groups (BRGs), grupos voluntários liderados por colaboradores, organizados em torno de dimensões de diversidade. Estes grupos planejam atividades e eventos ao longo de todo o mês, incluindo participações em Paradas do Orgulho ao redor do planeta, webinars informativos, bate-papos e muito mais”, destaca Coelho.

Diversidade e Inclusão no mundo

Já a Pesquisa de Diversidade, Equidade e Inclusão 2022 da Aon (DEI), o estudo mais recente do tipo, revela que 58% das empresas do mundo todo cobrem a identidade de gênero em suas políticas de DEI. Em termos de terapia hormonal para pessoas trans, a cobertura é de 11%. O apoio à saúde mental, incluindo avaliação e assistência na transição, é oferecido por 41% das organizações. 

O estudo de DEI também mostra que empresas com altos níveis de engajamento têm maior probabilidade de implementar políticas abrangentes de diversidade e inclusão. Entre as empresas altamente engajadas, 66% incluem a identidade de gênero em suas políticas de DEI, em comparação com 53% entre as empresas com baixo engajamento.

Grupo Bradesco Seguros divulga seu Relatório de Sustentabilidade

Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.
Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

O Grupo Bradesco Seguros acaba de lançar seu Relatório de Sustentabilidade 2023 mostrando seu desempenho nas principais práticas ASG (ambientais, sociais e de governança). O documento atende aos frameworks internacionais de sustentabilidade, como GRI, SASB, TCFD e o IIRC. Além disso, compila os resultados financeiros da companhia e demais empresas da Bradseg Participações, com as práticas ASG adotadas no dia a dia das operações da companhia.

Entre os destaques do relatório estão: 

  • O lançamento da Política de Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros no ano de 2023;
  • Realização do 1º Workshop de Negócios Sustentáveis, iniciativa realizada para despertar senso crítico em ASG nas áreas de Desenvolvimento de Produtos e Serviços;
  • Divulgação das informações relativas à Gestão dos Riscos de Sustentabilidade por meio das Tabelas Padrão SUSEP, que foram incorporadas ao Relatório de Sustentabilidade, na seção de Anexos, em atendimento à Circular Susep nº 666. 
  • Por meio do site de Educação em Seguros, o Grupo disponibilizou diversos conteúdos para ajudar na construção de uma vida financeira mais saudável e sobre a cultura de proteção. Apenas em 2023, impactaram mais de 5000 usuários;
  • A participação da 10ª Semana Nacional de Educação Financeira, uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF), com o tema ‘Resiliência Financeira’, promovendo lives, que totalizaram mais de de 1.800 participações.
  • A comemoração dos 20 anos de Ouvidoria, pioneira e referência no exercício de suas atividades, e já conta com mais de 25 prêmios;
  • Mais de duas mil participações nas principais iniciativas para o desenvolvimento das lideranças;
  • Programa Ouvindo o Cliente, realizado em 2023, com o objetivo de estreitar ainda mais o relacionamento com os clientes. A seguradora replicou a estrutura da Central de Atendimento nos prédios administrativos das empresas do Grupo e contou com executivos para acompanhar atendimento reais de clientes;

Para a Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo, Valdirene Soares Secato, o compromisso da seguradora com o desenvolvimento sustentável vem se consolidando nos últimos anos através de diversas iniciativas. “Nós promovemos constantemente o alinhamento dos nossos produtos, serviços e soluções com as melhores práticas socioambientais e de governança da operação. Essas ações reforçam nosso comprometimento em prol da sustentabilidade, além de compromissos voluntários como o PSI (Princípios para a Sustentabilidade em Seguros) e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Reforçamos os nossos compromissos com as métricas internacionais relacionadas a ASG para estruturar nosso relatório,  a fim de contribuir com a comparabilidade e padronização das informações no mercado, buscando gerar impacto positivo ao nosso redor, afirma a executiva.

CAE aprova Marco Legal dos Seguros

Com Agência Senado

O projeto que institui um novo marco para o setor de seguros (PLC 29/2017) foi aprovado nesta terça-feira (18) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Com relatório favorável do senador Otto Alencar (PSD-BA), a matéria segue em regime de urgência para o Plenário.

“A aprovação do PLC 29/2017, que será nossa primeira lei especial de contrato de seguro, é o maior avanço na história do seguro brasileiro depois da criação do IRB em 1939. Naquela época, se buscava criar um aparato estatal para o desenvolvimento da economia e da sociedade através do resseguro. Agora, com o mercado brasileiro aberto, apoiado e exposto ao resseguro internacional, novamente olhamos para o presente e para o futuro requalificando os seguros para servirem à sociedade. O Senado foi muito feliz, como em 2017 foi a Câmara dos Deputados. O IBDS deu o pontapé inicial, há 21 anos, agora tantas entidades vieram apoiar, como o Brasilcon, Fiesp, CNI, CNT, CNSeg, Fenacor, e tantas outras dos mais diversos setores. Os senadores Otto Alencar e Jader Barbalho, e todos os demais, mostraram que o Brasil tem instituições parlamentares capazes de promover o desenvolvimento democrático. E o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com sua equipe, especialmente Alessandro Octaviani, Marcos Pinto e Laio Morais, demonstraram estar unidos para melhorar o nosso país. No deserto dos seguros éramos a única grande economia sem leis desse tipo, agora temos uma das melhores”, comemorou Ernesto Tzirulnik, presidente do IBDS – Instituto Brasileiro de Direito do Seguro, idealizador do Projeto de Lei do Contrato de Seguro.

Setor de etanol e açúcar no Brasil pode render mais de R$ 500 milhões em apólices de seguro

O setor de etanol e açúcar no Brasil é essencial para a economia nacional, mas enfrenta desafios únicos na gestão de riscos e seguros. Estima-se que os ativos seguráveis das unidades de processamento alcancem R$ 220 bilhões, gerando um potencial de prêmios de seguros anuais de R$ 500 milhões, afirma o especialista e consultor em risco Waldemir Queiroz.

O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar e deve colher esse ano mais de 700 milhões de toneladas que serão esmagadas em 345 usinas para produção de etanol. Em maio, o tema chamou a atenção do setor de seguros com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na inauguração da nova planta industrial de etanol de segunda geração da Raízen.

O Etanol de Segunda Geração avança em importância com o tema “Transição energética” por se diferenciar pelo uso do bagaço proveniente da produção do açúcar e etanol comum para produzir mais etanol. O reaproveitamento, que também envolve ingredientes como palha e outros elementos residuais, proporciona aumento de até 50% na produção, sem aumento de área plantada, e índice 30% menor de emissão de gases de efeito estufa. Cerca de 70% dos equipamentos para o processo de transformação do E2G são produzidos no Brasil. A pegada de carbono é 80% menor que a gasolina comum. 

“Embora se pense que o setor está concentrado nos grandes grupos produtores, os dez maiores grupos representam apenas 35% da capacidade total de moagem de cana. Portanto, os médios produtores de etanol e açúcar são a força vital da indústria de biocombustíveis no Brasil”, revela estudo realizado por ele juntos a clientes.

O setor agro tem diversas sugestões para melhorar a relação entre clientes e seguradoras. As Organizações têm avaliado a adoção de estratégias de consolidação de coberturas entre unidades para otimização dos custos, como relatado por Jamil Nasrallah, CFO da Araí Energy, que opera unidades em São Paulo, Goiás e Bahia.

A proteção dos ativos no setor de etanol e açúcar no Brasil requer uma gestão de risco eficaz e inovadora. As experiências compartilhadas pelos líderes do setor destacam a importância de investir em prevenção e adotar uma abordagem estratégica e integrada na gestão de seguros. A implementação de seguros paramétricos, embora promissora, ainda enfrenta desafios devido ao conhecimento limitado e à falta de adoção ampla no mercado. Além disso, a necessidade de equilibrar os custos de seguros com a capacidade financeira das empresas menores continua sendo um obstáculo significativo.

O autor da pesquisa afirma que para garantir a sustentabilidade e o crescimento do setor, é fundamental fortalecer as médias e pequenas empresas, que desempenham um papel vital na produção nacional. “A consolidação de coberturas entre unidades e a integração de departamentos internos podem otimizar custos e melhorar a eficácia das estratégias de mitigação de riscos. Com uma abordagem colaborativa e informada, o setor de etanol e açúcar pode continuar a prosperar, contribuindo significativamente para a economia brasileira enquanto enfrenta um ambiente cada vez mais desafiador”, conclui Waldemor Queiroz.

Segundo ele, em sua pesquisa, Octavio Quartim, CFO da Rio Amambaí Agroenergia, destaca que não existem “usinas pequenas”. Cada unidade, por menor que seja, apresenta uma complexidade, faturamento e riscos superiores aos de muitas indústrias de grande porte no Brasil.

Os grupos independentes, apesar do tamanho e complexidade, muitas vezes não possuem uma estrutura dedicada à gestão de riscos e seguros. Célido Ricardo, superintendente da Usina Estivas em Arez, RN, relatou na pesquisa que investimentos em segurança desde 2019 resultaram em uma redução de 25% no prêmio de seguro patrimonial.

Desafios Financeiros foi um tema destacado na pesquisa. Pequenos e médios produtores enfrentam dificuldades para equilibrar os custos de seguros com sua capacidade financeira, levando muitos a operar sem cobertura. Carlos Alamon, gerente de controladoria da CBB em Vila Boa, GO, menciona que essa situação prejudica a sustentabilidade e o crescimento das empresas.

David Somlo, da corretora Itsy, aponta a desconexão entre as taxas de seguro e os riscos reais das operações. Ele sugere o uso de benchmarking para diferenciar as usinas mais eficientes. Segundo ele, as seguradoras muitas vezes não entendem completamente o trabalho de prevenção realizado, contribuindo para taxas inadequadas de seguro.

Prevenção de Riscos e Seguros Paramétricos

O seguro paramétrico está presente nos anseios das cadeira Agro. Maria Ferrante, senior banker do RaboBank, observa melhorias na prevenção de riscos operacionais com a entrada de novos players no setor sucroalcooleiro que possuem uma forte cultura de prevenção. Ela, que opera uma carteira de mais de 20 clientes no setor, destaca a falta de adoção significativa de seguros paramétricos na agricultura.

Medidas para mitigar riscos hídricos têm ganhado mais atenção, embora a aplicação de seguros paramétricos ainda seja incipiente. David observa muito potencial nos seguros paramétricos, que são pouco utilizados devido ao conhecimento limitado do mercado. Quartim, da Rio Amanbai, no entanto, mencionou experiências com seguros paramétricos, que, apesar de promissores, ainda não foram testados na prática pela empresa.

Marcelly Araújo, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente na USACUCAR em Maringá, PR, enfatiza a importância de integrar a gestão de seguros na estratégia global de riscos. Com uma capacidade de moagem de 11 milhões de toneladas de cana por ano e planos de expansão para 17 milhões, a USACUCAR desenvolve um Sistema Integrado de Gestão de Riscos com o auxílio de uma consultoria internacional. Ela ressalta que a integração entre o departamento de suprimentos e a gestão de seguros é crucial para a eficácia da estratégia de mitigação de riscos. Já Quartin, ressalta que sua organização possui apólices adequadas, mas enfrenta o desafio de envolver o time operacional na discussão dos riscos e das coberturas seguradas.

Abertas as inscrições para o programa de aceleração de startups da AlperTech 

Fonte: Alper

A AlperTech abriu inscrições para seu 6º Programa de Startups 2024/2025, uma iniciativa dedicada a impulsionar a inovação, apoiar empreendedores e promover o crescimento de startups promissoras. O programa busca startups nas áreas de health techs, insurtechs, fintech, analytics, artificial intelligence, geração de leads, soluções em PDV, HR Techs, LogTech e AgTech.

“Em 2019, nós lançamos a primeira edição do nosso programa de aceleração. Desde então, temos trabalhado para diversificar as startups escolhidas, que tenham fit não somente com seguros, mas com as necessidades internas e do dia-a-dia dos nossos clientes. Já auxiliamos muitos clientes com startups que solucionam problemas relacionados a processos e rotinas, principalmente para o RH. Esse é o nosso diferencial em levar para o cliente o novo e ir além do nosso trabalho”, comenta Gabriela Rosati, Diretora de Marketing, Comunicação e Digital da Alper. 

Até o momento, a AlperTech já acelerou mais de 20 startups – entre elas, a OrientemeCarbigdataSuridata e Linha Direta – por meio de mentorias e conexões estratégicas, reforçando a visão tecnológica da companhia e consolidando sua posição como uma das corretoras mais inovadoras do mercado.

Patricia Fumagalli, Chief Digital Officer (CDO) da Alper Seguros destaca: “A AlperTech está comprometida em impulsionar o desenvolvimento de novas soluções e negócios inovadores. Além de contribuir com o ecossistema, melhoramos a experiência dos nossos clientes e levamos a inovação a todas nossas áreas de negócio”.

Para participar do programa, as inscrições estarão abertas a partir de 10 de junho de 2024 até o final de julho. Os interessados podem se inscrever por meio do Link. Durante este período, ocorrerá a seleção das startups, seguido pelo Pitch Day, programado para apresentar as selecionadas na primeira semana de agosto.
 

As empresas selecionadas terão a oportunidade de realizar uma POC por três meses com as áreas e clientes da Alper Seguros, contar com o know-how de renomados executivos de uma das maiores corretoras do país e um acompanhamento por 12 meses, sem necessidade de equity. “Na prática, as startups aceleradas têm a oportunidade de se conectar com nossos clientes, oferecendo suas respectivas soluções com a chancela da Alper, de maneira estratégica e segmentada”, esclarece Patrícia.

Mariana Espindola, fundadora e CEO da Kiddle Pass, startup participante da última edição do programa da AlperTech, conta como foi sua experiência: “A nossa experiência no Programa de Aceleração da AlperTech foi surpreendente, conseguimos desde o início ter conversas transparentes sobre nossos objetivos e desafios e, no desenrolar dos meses foi traçado um plano personalizado e assertivo para nos auxiliar e desafiar. Além disso, nós tivemos mentorias com grandes executivos, ações comerciais com clientes relevantes e a implementação da nossa solução junto ao RH da Alper. Super rico, saímos muito mais maduros e fortalecidos como empresa e gestores”.
 

Bradesco Capitalização inova e lança produto que pode ser adquirido com pontos Livelo

Fonte: Bradesco

A Bradesco Capitalização, em parceria com a Livelo, maior programa de recompensas do Brasil, lançou o Max Prêmios Livelo, que pode ser comprado com pontos via Pix QR Code ou Copia e Cola.

“Este lançamento reforça a nossa missão de viabilizar estratégias inovadoras de negócios e parcerias para o segmento. O Max Prêmios Livelo pode ser adquirido por qualquer pessoa que utilizar os serviços da Livelo, sendo pessoa física correntista ou não do Banco Bradesco”, ressalta o superintendente Executivo da Bradesco Capitalização, Douglas Duran.

“A Livelo busca estar presente no dia a dia das pessoas, trazendo soluções que possam facilitar sua rotina por meio dos pontos. Essa inovação permite que os mais de 45 milhões de clientes do nosso programa tenham mais opções para usar os pontos e obter recompensas incríveis”, afirma Marcelino Cruz, diretor Executivo de Desenvolvimento de Negócios B2B da Livelo.

A parceria firmada permite que os clientes troquem seus pontos por título de capitalização para concorrer a mais de 80 sorteios semanais de até R$ 10 mil. Ao final do período de 36 meses, o cliente resgata 100% do valor do produto. Os prêmios são líquidos e os sorteios ocorrem pela Loteria Federal.

13ª Comissão Mista Transfronteiriça propõe seguros para facilitar transporte entre Brasil e Guiana Francesa

Esteves Colnago CNSEG

Fonte: CNseg

O encontro da 13ª Comissão Mista Transfronteiriça Brasil-França (CMT), realizada em Macapá (AP), entre os dias 11 e 12 de junho, teve entre os temas discutidos a proposta de acordo que visa a contratação de seguros veiculares que possa facilitar o transporte de passageiros e cargas entre o Brasil e a Guiana Francesa, que é parte do território francês na América do Sul e faz fronteira com o Amapá. 

O encontro, que contou com representantes da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), propôs que ambos os países padronizem normas e regras com vistas à ampliação da circulação de pessoas e o comércio entre os dois países. 

Durante os debates sobre seguros ficou acordada a criação de um Grupo de Trabalho Bilateral que terá como principal função pesquisar a cobertura securitária mais adequada às especificidades das operações transfronteiriças. 

O diretor de relações institucionais da CNseg, Esteves Colnago, destacou que a ação conjunta dos governos Federal e o do Estado do Amapá junto ao setor promovem, sobretudo, o desenvolvimento da região. 

“A iniciativa de viabilizar o mercado de seguro de transporte de pessoas e de carga é fundamental para otimizar o deslocamento e comércio entre os dois países. A falta de regras específicas é um entrave para o desenvolvimento das relações econômicas entre o Brasil, mais especificamente o Amapá, e a Guiana Francesa”, afirmou.

Os estudos serão coordenados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), com a participação de representantes da CNseg, FenSeg e da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Comissão Mista Transfronteiriça Brasil-França

Criada pelo Acordo de Cooperação Franco Brasileiro, a CMT é o principal mecanismo de concertação entre o Brasil e a França em questões de fronteira. A Comissão é um órgão deliberativo que reúne autoridades e representantes da sociedade francesa e brasileira para debater demandas em diversos eixos, como saúde, educação, meio ambiente, cultura, relações comerciais e diplomáticas. Tem coordenação do Governo do Amapá e conta com o apoio do Ministério de Relações Exteriores. 

Tokio Marine anuncia novo apoio à CO-LEAGUE, empresa que une esporte e educação

Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine_ Luciana Amaral 2

Em sinergia com uma série de ações em prol de melhores práticas sociais, a Tokio Marine anuncia novo apoio à CO-LEAGUE, empresa desenvolvida para atuar como alavanca na vida de meninas no país, e conta com o incentivo da Companhia desde 2023. A associação busca impulsionar a trajetória de atletas femininas, atuando como um hub de conexões na comunidade do voleibol juvenil, com atividades que começam de forma gratuita no ambiente digital e evoluem com participações em festivais presenciais nacionais e escolas de vôlei. 
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No ano passado, a CO-LEAGUE chegou a incentivar 200 atletas de 27 cidades em eventos realizados em São Bernardo do Campo e São José dos Campos, municípios da região metropolitana e do interior do estado de São Paulo, respectivamente. Para 2024, com a aprovação do Ministério do Esporte, a ideia é realizar três eventos para conectar atletas e treinadores nas regiões Norte e Nordeste, contemplando, ao todo, 300 jovens.
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O primeiro festival irá ocorrer nos dias 13 e 14 de julho em Belém do Pará, no Clube Tuna Luso Brasileiro. Com 100 vagas limitadas por ordem de inscrição, atletas de 12 a 18 anos, independentemente de seu nível de jogo, podem se inscrever pelo site oficial da associação, sob supervisão de seus cuidadores, de 24 de junho a 05 de julho. 
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A Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine, Luciana Amaral, reforça que o esporte é um instrumento que pode transformar a vida das pessoas. “É o segundo ano que apoiamos o CO-LEAGUE por avaliarmos que a iniciativa está alinhada com nosso pilar Tokio ESG, ao promover ações que realmente fazem a diferença no desenvolvimento de uma sociedade mais justa. Estamos muito felizes em ratificar o incentivo a esse projeto que transforma a vida de jovens jogadoras de vôlei”, ressalta a executiva.
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”Entendemos o esporte como potencial para transformar as perspectivas de uma carreira, um sonho e uma vida”, explica a sócia-fundadora da CO-LEAGUE, Fernanda Pasquarelli. ”Poder contar com o apoio da Tokio Marine, mais uma vez, como patrocinadora é um privilégio e grande incentivo para seguir alcançando mais meninas com a CO-LEAGUE”, esclarece.

Rafael Calzavara assume a área técnica atuarial da Austral Seguradora

Rafael Calzavara é o novo responsável técnico atuarial da Austral Seguradora, setor estratégico para as análises, estudos e quantificação de riscos. Há dois anos como Gerente Sênior da área na empresa, ele cumprirá todas as tarefas regulatórias da função, assegurando a solvência da companhia. 

Formado em ciências atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com mestrado em administração pela Coppead e pós-graduação em finanças, também pela UFRJ, Rafael atua desde 2011 na indústria de seguros, em diferentes funções atuariais e financeiras.

“Tenho a missão de manter a excelência de execução da função atuarial, que sempre foi muito sólida na Austral. Ao longo dos últimos dois anos focamos em melhorias em nossos processos e análises, segregando e especializando nossas atividades. Temos a responsabilidade como atuários de garantir a solvência e a solidez da Companhia, e agir de forma propositiva e estratégica dentro de nossa expertise que garante, em última instância, produtos de qualidade para nossos clientes”, afirma Rafael.