Prudential do Brasil anuncia Bruno Guaglianone como diretor de parcerias comerciais

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A Prudential do Brasil anuncia a nomeação de Bruno Guaglianone como novo Diretor de Parcerias Comerciais, com reporte direto ao Vice-Presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais, Carlos Cortez. A chegada do novo executivo visa acelerar o crescimento seguros Vida em Grupo e o lançamento de novos produtos, garantindo a sustentabilidade do Canal Corretor. 

Com mais de 17 anos de experiência no mercado de seguros, Bruno Guaglianone retorna à companhia para liderar o crescimento do canal de corretoras com foco tanto na expansão de bases quanto no desenvolvimento de novos produtos sustentáveis para o Canal Corretor.

“Bruno traz profundo conhecimento do mercado e sólida experiência na construção de parcerias de alto impacto, atributos essenciais para acelerarmos nosso plano de expansão em 2026”, afirma Carlos Cortez. 

Bruno já atuou em posições de liderança comercial em grandes players do setor, como SulAmérica e Alper, e terá missão estratégica de reforçar o papel da Prudential junto às corretoras parceiras em todo o país.

“Estou feliz em retornar à Prudential e com os desafios que temos à frente. A seguradora tem um papel fundamental no desenvolvimento do mercado de seguros de pessoas no Brasil, especialmente junto ao Canal Corretor. Vou trabalhar em parceria com corretores e parceiros para ampliar nossa presença geográfica e desenvolver soluções que gerem valor sustentável para o mercado, para os parceiros e, principalmente, para os clientes”, reforça Bruno.

CNseg: Casa do Seguro encerra COP30 com neutralidade de emissões de carbono

A Casa do Seguro na COP30, iniciativa que funcionou como embaixada do setor segurador durante a 30ª edição da Conferência do Clima, realizada em Belém, encerrou oficialmente suas atividades com a aquisição de 105 créditos de carbono, equivalentes a 105 toneladas de dióxido de carbono equivalente (tCO₂e), destinados à neutralização integral das emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas ao longo dos 11 dias do evento.
 

A aquisição dos créditos pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) em volume superior às 104,258 toneladas de CO₂ equivalente emitidas reforça o papel da CNseg nas discussões ambientais no Brasil.

A compensação em volume superior ao emitido foi realizada com o apoio da Eccaplan, empresa pioneira no Brasil em soluções sustentáveis e inovadoras para quantificação e compensação de emissões, e é uma prática padrão do mercado de carbono: os créditos são negociados exclusivamente em unidades inteiras, cada uma correspondente a uma tonelada (1.000 kg) de CO₂. 
 

“Como não é possível adquirir frações, as 104,258 toneladas apuradas no inventário exigiram o arredondamento para cima, resultando na compra de 105 créditos. Esse procedimento garante a neutralização total das emissões e reforça o compromisso climático ao ultrapassar a neutralidade estrita”, destaca Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg.
 

A compensação foi realizada por meio do projeto Cerâmica Kamiranga, localizado em São Miguel do Guamá, no Pará. O projeto foi selecionado por seu alinhamento geográfico e por apresentar impactos socioambientais relevantes na região amazônica. A iniciativa atua na substituição do uso de lenha nativa por biomassa renovável no processo produtivo cerâmico, evitando de forma contínua a emissão de gases de efeito estufa. Cada tonelada de CO₂ evitada é convertida em um crédito de carbono, posteriormente comercializado e permanentemente aposentado, assegurando que a redução de emissões seja real, mensurável e definitiva.
 

Os 105 créditos adquiridos pela Casa do Seguro já foram formalmente aposentados em nome da organização, o que significa que não estão mais disponíveis para comercialização em plataformas públicas. Essa aposentadoria permanente garante a integridade ambiental da compensação e evita qualquer possibilidade de dupla contagem.
 

Claudia Prates acredita ainda que a aquisição dos créditos contribui para a viabilidade econômica do projeto, assegurando sua operação, manutenção e expansão. “Os recursos gerados fortalecem toda a cadeia do mercado de carbono, remunerando etapas como estruturação metodológica, monitoramento, verificação independente, registro e gestão, o que confere rastreabilidade, legitimidade e confiabilidade ao processo”, disse.
 

O inventário de emissões contemplou diferentes frentes operacionais do evento. Nos deslocamentos terrestres, foram considerados os trajetos realizados pela equipe ao longo das fases de montagem, realização e desmontagem, com distribuição modal informada de 70% em motocicletas, 20% em automóveis e 10% em ônibus, além de quatro caminhões que percorreram, ao todo, 46.136 quilômetros até Belém. Nos deslocamentos aéreos, foram contabilizadas viagens de cerca de 70 pessoas, com origens distribuídas entre São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Também foi incluído no cálculo o consumo de 14.650 litros de óleo diesel utilizados em geradores, enquadrados na categoria de infraestrutura.
 

“Todos os cálculos seguiram a metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol, utilizando fatores de emissão específicos para cada modal de transporte e fonte energética, com base em dados operacionais fornecidos pela própria organização”, explicou Claudia.
 

A compensação resultou na concessão do selo Evento Neutro, que atesta a realização de inventário completo das emissões e a compensação ambiental integral dentro do escopo definido. O registro da neutralização é vitalício e pode ser verificado publicamente, sustentado por metodologia reconhecida, dados reais validados tecnicamente e compensação realizada com créditos provenientes de projetos auditados, o que reforça a transparência e mitiga riscos de greenwashing.

Para o mercado segurador, a iniciativa representa uma sinalização objetiva de governança ESG, alinhando discurso e prática na condução de eventos institucionais e fortalecendo a credibilidade do setor diante de segurados, investidores e da sociedade. Já para a CNseg, o processo consolida a autoridade institucional em temas de clima e sustentabilidade, além de estabelecer um modelo replicável para todo o ecossistema segurador, posicionando o setor como protagonista na agenda climática brasileira.
 

A Casa do Seguro foi um projeto concebido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) para promover o debate sobre temas estratégicos, entre eles o papel do mercado segurador na resiliência climática e na agenda de mitigação das emissões de gases de efeito estufa. Essa abordagem se insere em uma trajetória já consolidada da entidade na incorporação de práticas sustentáveis em seus eventos institucionais.
 

Antes mesmo da compensação dos créditos de carbono da Casa do Seguro, a CNseg já havia recebido o selo de Evento Neutro pela realização da Conseguro 2025, reconhecimento concedido com base na realização de inventário e neutralização das emissões no mercado voluntário de carbono, o que reforça a continuidade e a coerência da atuação da entidade na agenda climática.

Carnaval aumenta riscos para celulares e exige atenção redobrada dos foliões

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O Carnaval reúne fatores que elevam a exposição de celulares a furtos e roubos, como grandes aglomerações, distração e uso intenso do aparelho ao longo do dia e da noite. Dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mostram que, entre 28 de fevereiro e 4 de março de 2025, foram registrados 3.678 furtos e roubos de celulares no estado, evidenciando a vulnerabilidade dos foliões em ambientes de grande circulação. 

Mesmo com ações de segurança pública que contribuíram para reduções pontuais em algumas regiões, grandes eventos seguem concentrando ocorrências desse tipo. Informações do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que os furtos de celulares acontecem com maior frequência aos finais de semana e em locais de grande fluxo de pessoas, cenário típico do período carnavalesco. 

Esse contexto também se reflete no mercado de seguros. Segundo dados da Zurich Seguros, líder em proteção para celulares no Brasil, o período entre o Carnaval e o pós-Carnaval está entre os mais críticos em termos de sinistralidade: o intervalo tem o maior índice de acionamento do seguro do ano, com crescimento de 20% comparado a média dos demais meses, tendo como base o ano de 2025. E por isso, a proteção do seguro celular é fundamental. 

“O Carnaval reúne uma combinação de fatores que aumenta o risco de perda do celular, como aglomeração, distração e uso constante do aparelho. Muitas vezes, o consumidor só percebe a dimensão do prejuízo depois que o problema acontece”, afirma Carlos Eduardo Silva, superintendente de Parcerias da Zurich Seguros. 

Dados históricos acompanhados pela seguradora indicam ainda uma mudança no perfil dos sinistros ao longo dos últimos anos. Os furtos passaram a representar a maior parte das ocorrências registradas, superando outros tipos de danos. “Em 2018 os registros de furtos representavam 43,7% do total de casos notificados. Já em 2023 e em 2024, essa proporção foi, respectivamente, de 53% e 56%”, complementa o executivo. Isso indica que a atenção dos foliões deve ser redobrada. 

Além da perda do aparelho em si, o impacto tende a ser ampliado pela dependência crescente do smartphone no dia a dia. É de conhecimento público que uma parcela significativa da população utiliza o celular como ferramenta de trabalho, especialmente em atividades ligadas à economia informal, o que faz com que a perda do dispositivo represente não apenas um transtorno, mas também impacto direto na renda. 

“O celular deixou de ser apenas um meio de comunicação. Ele concentra informações pessoais, profissionais e financeiras e, para muitas pessoas, é essencial para o trabalho, para a organização da vida cotidiana e para o acesso a serviços digitais que fazem parte da rotina”, explica Carlos Eduardo. 

Durante o Carnaval, esse risco é potencializado pelo uso intensivo de meios de pagamento digitais. O Pix está entre os meios de pagamento utilizados durante a folia, o que reforça a importância da proteção de um dispositivo que concentra dados sensíveis e acesso a recursos financeiros. 

Gap de proteção

Para além da época carnavalesca, o mercado de seguros para celulares segue em crescimento no Brasil, acompanhando a valorização dos aparelhos e a maior percepção de risco por parte dos consumidores. Informações da FenSeg apontam que, atualmente, esse mercado movimenta cerca de R$ 2 bilhões por ano. 

“Esse movimento reflete uma mudança gradual no comportamento do consumidor, que passa a enxergar o celular como um bem que merece cuidados semelhantes aos de outros itens de valor do dia a dia. Nesse cenário, o seguro celular ganha relevância como uma forma de proteção e de redução de impactos em situações de perda ou roubo. 

Atualmente, cerca de 10 milhões de smartphones contam com algum tipo de cobertura no país, o que indica espaço relevante para expansão, já que isso representa apenas 4% da base total de smartphones em uso no país. 

“Apesar do crescimento dos últimos anos, o percentual de proteção ainda é muito baixo. Há muito espaço para crescer, para promover a conscientização sobre a importância do seguro, e isso não pode acontecer apenas depois que um infortúnio acontece”, pontua o superintendente de Parcerias da Zurich Seguros.  

Em um cenário de maior circulação de pessoas e uso intensivo do celular, o planejamento passa a ser um aliado importante para quem quer aproveitar a folia com mais tranquilidade. A combinação entre conscientização, escolhas preventivas e soluções de proteção ajuda a reduzir imprevistos e a minimizar transtornos em um dos períodos mais movimentados do ano. 

Susep aprova Eduardo Cruci como diretor técnico da Junto Seguros

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A aprovação de Eduardo Cruci como diretor técnico da Junto Seguros pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), formalizada nesta semana, consolida a nova configuração das áreas de Risco de Crédito e Underwriting da Junto Seguros em um momento decisivo para o seguro garantia no país — agora sob as regras já vigentes do Marco Legal dos Seguros (Lei 15.040/2024), em vigor desde 11 de dezembro de 2025.

Referência nacional no segmento e pioneira na emissão da primeira apólice de seguro garantia no Brasil, a companhia atravessa uma fase de fortalecimento técnico e expansão em um ambiente regulatório mais exigente. A formalização do executivo ocorre no momento em que o setor combina forte demanda por infraestrutura com novas obrigações legais que impactam diretamente subscrição, provisões e gestão de sinistros.

Com quase 30 anos de experiência em crédito, underwriting e finanças corporativas, Cruci passa a comandar de forma integrada duas áreas-chave para a tomada de risco. O movimento consolida uma operação unificada, com maior robustez técnica e agilidade decisória, especialmente em projetos estruturados de concessões, PPPs e contratos públicos e privados de grande porte — operações que exigem interlocução sofisticada com resseguradores e modelagens financeiras detalhadas.

O pano de fundo é um mercado em expansão. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) projeta crescimento de de 13,6% em 2026. Em 2024, as vendas superaram R$ 5 bilhões, e a Junto lidera o ranking da modalidade.

Segundo Cruci, o ciclo de investimentos em infraestrutura — com mais de 560 projetos em desenvolvimento e demanda estimada superior a R$ 750 bilhões — exige estruturas financeiras robustas, com seguros e garantias desenhados de forma integrada à concessão de crédito. “Projetos de longo prazo demandam disciplina técnica na análise e gestão ativa do risco ao longo de todo o contrato”, afirma.

Com o novo marco já em vigor, o impacto operacional é concreto. Em sinistros, o prazo prescricional passa a contar apenas após o aviso formal, ampliando a perenidade do risco e pressionando provisões. A exigência de liquidação em até 120 dias encurta a janela de atuação da seguradora, enquanto a aceitação tácita impõe prazos rígidos mesmo em riscos de alta complexidade e valor bilionário. O resultado é um ambiente que combina maior proteção ao segurado com necessidade de rigor técnico redobrado por parte das seguradoras.

A resposta da Junto foi estrutural. A companhia reforçou o time de sinistros com profissionais mais seniores e ampliou a atuação da área de controle de riscos, que passa a ter papel ainda mais protagonista no pré e no pós-sinistro. A meta é reduzir ambiguidades contratuais, acelerar análises sem comprometer a qualidade técnica e preservar a sustentabilidade da carteira no longo prazo.

Além do ambiente regulatório, o executivo aponta fatores macroeconômicos que exigem cautela: juros elevados comprimindo retornos de projetos, inflação impactando custos de obras, eventos climáticos severos e gargalos na cadeia de fornecedores que afetam cronogramas e margens. “O mercado está mais seletivo. Há oportunidades relevantes em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, mas o cenário exige disciplina e avaliação integrada de crédito e subscrição”, diz.

A formalização da liderança de Cruci ocorre, portanto, em um ponto de inflexão para o seguro garantia: crescimento estrutural da demanda por infraestrutura, maior sofisticação dos contratos e um arcabouço regulatório que eleva o padrão técnico do setor. A aposta da Junto é que a integração entre risco de crédito e underwriting — com visão financeira completa do projeto — será determinante para sustentar a liderança no próximo ciclo de investimentos.

Ícaro Demarchi, ex-B3, assume como CEO da Guru Spoc

icaro leite B3 seguros

A Guru SPOC anunciou a nomeação de Ícaro Demarchi Araujo Leite como novo CEO. Fundada por Antonio Cassio e Cassio Amaral, a empresa foi a primeira Sociedade Processadora de Ordem do Cliente (SPOC) autorizada a operar no ecossistema de Open Insurance no Brasil.

Ícaro Leite já atuou como diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e como executivo da B3. Ele assume a liderança da companhia em um momento de avanço regulatório e operacional do Open Insurance e do Open Finance no país.

A empresa atua como plataforma de infraestrutura voltada à integração de dados, distribuição e serviços no ambiente de seguros, com foco na conexão entre seguradoras, plataformas digitais e parceiros de outros segmentos financeiros.

De acordo com o novo CEO, a estratégia envolve ampliar a atuação da companhia na intersecção entre seguros e crédito. “Nosso objetivo é abrir novos canais para o mercado securitário, gerar negócios de forma acelerada e criar oportunidades especialmente em segmentos com alto potencial de inclusão. Atuamos com ambidestra entre Open Insurance e Open Finance, explorando as intersecções entre seguros e crédito, além de desenvolver modelos que integram soluções de proteção a jornadas digitais já existentes”.

A Guru SPOC afirma que pretende atuar como hub de integração no ecossistema regulado, conectando seguradoras e parceiros de forma alinhada às diretrizes do Open Insurance. Recentemente, a empresa concluiu uma rodada de investimentos para sustentar seus planos de crescimento, embora não tenha divulgado valores.

Com a mudança na liderança, a companhia inicia uma nova etapa voltada à consolidação de sua atuação no ambiente de infraestrutura do Open Insurance e Open Finance.

Tokio Marine adere ao Pacto Global da ONU para Desenvolvimento Sustentável 

A Tokio Marine Seguradora anuncia sua adesão ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), reforçando seu compromisso com práticas responsáveis e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A iniciativa reúne mais de 21 mil organizações distribuídas em cerca de 70 redes locais e presente em 160 países e estimula a incorporação de princípios universais de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção nas estratégias e operações das empresas.

A adesão ao Pacto Global está conectada às diretrizes internacionais da Tokio Marine Holdings e ao plano estratégico Tokio Transforma, que orienta a atuação da companhia no País com foco em crescimento sustentável, excelência em serviços e inovação.

A Tokio Marine dará continuidade ao processo de estruturação de seus compromissos estratégicos relacionados aos ODS prioritários, que serão apresentados de forma responsável e aderente ao plano de sustentabilidade da companhia, garantindo consistência técnica e viabilidade prática.

“A adesão ao Pacto Global da ONU representa um marco importante na evolução da agenda ESG da Tokio Marine no Brasil. É um passo estratégico que reforça nosso compromisso com a responsabilidade, a transparência e o alinhamento às melhores práticas globais. Ao integrar o maior movimento corporativo de sustentabilidade do mundo, reafirmamos nossa atuação responsável, abrangendo o respeito aos direitos humanos, a valorização do trabalho digno, a proteção do meio ambiente e a integridade no combate à corrupção, com compromisso permanente de evolução contínua”, afirma André Cordeiro, Superintendente de Estratégia de Mercado, Qualidade e ESG da Tokio Marine.

Brasil entra em nova era de extremos climáticos e reforça papel do seguro frente às mudanças do clima

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Relatório mais recente sobre eventos climáticos da Howden Re Brasil — publicado em fevereiro de 2026 e alinhado às análises anteriores sobre variabilidade e extremos — traz evidências de que o Brasil atravessa um período de intensificação de eventos climáticos extremos, impulsionados por um clima global aquecido e mais volátil. O documento analisa padrões recentes de chuva, seca, ondas de calor e frio, além dos impactos socioeconômicos desse cenário, e alerta para a necessidade de ampliar a segurabilidade e a resiliência nacional diante das mudanças climáticas. 

O relatório destaca que, no período recente analisado, o país experimentou contrastes fortes: desde fortes chuvas e recuperação de reservatórios no Sul até seca prolongada em partes do Nordeste, com ondas de granizo e frio que expuseram fragilidades no setor agrícola e na infraestrutura energética. Situações como essas exemplificam a crescente variabilidade climática que, segundo especialistas, tende a ser intensificada pelo aquecimento global — cenário em que extremos substituem padrões climáticos estáveis. 

Segundo meteorologistas e cientistas climáticos, eventos extremos — como enchentes localizadas, ondas de calor e frentes frias intensas — não são apenas “anomalias isoladas”, mas parte de uma tendência amplificada pelo aumento das temperaturas médias globais, efeito direto das emissões humanas de gases de efeito estufa. Esses eventos geram perdas materiais significativas e pressionam diretamente setores produtivos e infraestrutura. 

No Brasil, além das chuvas irregulares e secas intermitentes, fenômenos como tempestades severas e geadas intensas comprometem a produção agrícola, afetam o abastecimento de energia — notadamente a geração hidrelétrica — e elevam custos logísticos e operacionais de empresas. Esse quadro — já observado em estudos científicos sobre eventos extremos — mostra que o custo econômico do clima extremo é substancial e tende a crescer com a intensificação das mudanças climáticas.

O seguro como ferramenta de adaptação e mitigação

Nos últimos anos, o setor de seguros tem sido chamado a responder não apenas à reparação de perdas, mas a atuar como agente de antecipação de riscos. O relatório da Howden Re reforça que a segurabilidade climática — a capacidade de oferecer cobertura adequada e acessível para riscos relacionados ao clima — está se tornando um indicador estratégico de resiliência financeira e competitividade econômica. 

Esse conceito vai além da simples proteção patrimonial: envolve modelagem avançada de risco, gestão integrada de riscos climáticos, mecanismos de compartilhamento de risco e integração com políticas públicas e regulamentações que incentivem práticas resilientes. À medida que eventos extremos se tornam mais frequentes e intensos, a subscrição de seguros passa a incorporar critérios mais rigorosos, refletindo a necessidade de maior robustez na avaliação de vulnerabilidade climática. 

Especialistas do setor ressaltam que o seguro não deve ser visto apenas como um custo, mas como um instrumento que desbloqueia capital, fomenta investimentos em adaptação e pode reduzir perdas econômicas mais amplas. Em um contexto em que extrema a frequência e intensidade dos eventos climáticos — fenômeno que a ciência climática associa de forma robusta ao aquecimento global —, a proteção contra riscos climáticos torna-se parte essencial da estratégia corporativa e pública. 

Brasil e COP30: urgência política e de mercado

Com o Brasil sediando a COP30 em Belém, o debate sobre mudança climática e adaptação ganhou urgência política. Relatórios como o da Howden Re colocam o setor de seguros no centro das discussões sobre resiliência e capacidade de resposta socioeconômica, apontando para caminhos que incluem maior integração entre ciência do clima, gestão de riscos e proteção financeira. 

Nesse ambiente, empresas e governos são instados a revisar estratégias de mitigação e adaptação climática, incorporar análises de risco climático em planejamento de longo prazo e promover instrumentos de transferência de risco que reduzam vulnerabilidades diante de um clima mais extremo e menos previsível.

Lemontech integra seguro-viagem à gestão corporativa de viagens

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A Lemontech, plataforma especializada em tecnologia para gestão corporativa de viagens, firmou parceria estratégica com a Hero Seguros para integrar a contratação de seguro-viagem ao próprio fluxo de solicitação e gestão de viagens corporativas. A iniciativa reduz a fragmentação de processos, amplia a rastreabilidade das contratações e reforça a governança ao reunir, em um único ambiente, tecnologia, controle e proteção.

A partir de fevereiro, a contratação do seguro-viagem corporativo passou a ser realizada diretamente no fluxo de gestão da Lemontech, eliminando a necessidade de plataformas externas e procedimentos paralelos. Para a empresa, a parceria com a Hero Seguros representa um avanço na estratégia de ampliação do ecossistema de soluções oferecidas, elevando o nível de eficiência operacional e controle disponibilizado aos clientes. “Ao incorporar o seguro-viagem à jornada de gestão, reforçamos nosso papel como habilitadora de processos corporativos mais integrados, inteligentes e completos”, detalha Juliana Costa, diretora da Lemontech.

A integração responde a uma demanda recorrente do mercado corporativo, historicamente marcado por processos fragmentados e baixa visibilidade sobre os seguros associados às viagens de negócios. Ao centralizar a contratação dentro da plataforma, o processo passa a ser auditável e ganha mais transparência, permitindo que as empresas acompanhem, em tempo real, informações como valores contratados, prazos de vigência e colaboradores protegidos. “A integração transformou o seguro em um componente nativo da jornada de viagens, com contratação digital, mais transparência e aderência às diretrizes internas de compliance. Com isso, a proteção deixa de ser um item apartado e passa a fazer parte do processo de forma simples e alinhada às políticas do cliente, ampliando a segurança do viajante e reforçando o controle para as organizações”, explica Juliana.

Em sintonia com a constante evolução do mercado de turismo, a Hero Seguros conta com um portfólio de produtos desenvolvidos especialmente para o público corporativo, com coberturas diferenciadas – como substituição de executivo, proteção adicional para bagagens especiais e cobertura contra roubo ou furto qualificado de notebook e celular. Para Luciana Volante, Chief Revenue Officer da Hero Seguros, a parceria com a Lemontech reforça o posicionamento da seguradora ao conectar sua expertise em seguros a fluxos corporativos cada vez mais estruturados e digitais. “Temos por princípio simplificar e elevar a experiência com o seguro-viagem, tanto para quem vende, quanto para quem contrata. Essa parceria cumpre o nosso objetivo ao levar a oferta do seguro para dentro da jornada de compra da viagem, tornando o processo mais eficiente e inteligente”, declara Luciana Volante.

CNseg analisa semanalmente o cenário das Expectativas Econômicas

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por CNseg

Para navegar com segurança no mercado de seguros, é preciso olhar além do presente e compreender as forças que moldam o futuro da economia. É com esse objetivo que a área de Estudos e Projetos da Confederação Nacional das Seguradoras disponibiliza, sempre às segundas-feiras à tarde, um combo essencial de análise e informação: o boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas e o relatório complementar DADOS das Expectativas Econômicas.


A consistência técnica desse trabalho foi recentemente reconhecida pelo próprio Banco Central do Brasil: a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) alcançou a 4ª posição no ranking Top 5 de Curto Prazo Anual (2025) do Boletim Focus, divulgado em janeiro de 2026. O resultado reforça a qualidade e a acurácia das estimativas produzidas pela entidade em um ambiente de elevada complexidade econômica, no qual projeções confiáveis são um diferencial relevante para a correta leitura do cenário e a tomada de decisão.


O boletim funciona como uma bússola para o setor. Ele traduz o fluxo constante de indicadores macroeconômicos, como as variações da inflação (IPCA e IGP-M), as oscilações do câmbio e as projeções da taxa Selic, em um panorama estratégico e de fácil leitura. O foco é monitorar as expectativas do mercado financeiro e antecipar como essas tendências podem impactar o ambiente de negócios e o planejamento das seguradoras no Brasil.


Destaques da 394ª Edição

Na edição mais recente, de número 394, publicado em 9 de feveerero, o boletim destaca a nova redução nas medianas de inflação captadas pelo Relatório Focus, acompanhada de revisões no setor externo e de ajustes marginais nos indicadores fiscais 


A ata do Copom reforça que, apesar do avanço da desinflação, o Banco Central mantém postura vigilante, uma vez que as expectativas seguem acima da meta nos horizontes relevantes. Embora o arrefecimento da inflação cheia e das medidas subjacentes seja favorecido por câmbio mais apreciado e commodities em ambiente mais benigno, persiste a pressão da inflação de serviços, sustentada por mercado de trabalho ainda dinâmico. Nesse contexto, a sinalização de corte de juros na próxima reunião indica elevada probabilidade de início do ciclo de flexibilização, ainda que sob condução cautelosa e condicionada à consolidação do cenário.


No campo da atividade, a produção industrial recuou 1,2% em dezembro, com queda mais intensa na indústria de transformação e desempenho positivo da extrativa, consolidando trajetória mais fraca ao fim de 2025 e carrego estatístico negativo para 2026 


As projeções para o IPCA de 2026 foram levemente reduzidas, assim como as estimativas para o IGP-M e os preços administrados, enquanto no setor externo houve revisão marginal do déficit em conta corrente e do saldo da balança comercial, em cenário de fluxo cambial positivo sustentado sobretudo por capitais de curto prazo. Do ponto de vista fiscal, observou-se pequena melhora na projeção do resultado primário e da dívida bruta em 2026, mas piora da estimativa para o resultado nominal em 2027, em meio à aprovação de novos gastos permanentes.


Suporte Técnico e Tomada de Decisão

Para aqueles que precisam de uma imersão técnica ainda mais profunda, a CNseg oferece simultaneamente o arquivo de DADOS das Expectativas Econômicas. Este documento reúne as séries históricas e as tabelas detalhadas que fundamentam as análises, permitindo que especialistas e analistas manipulem as informações e cruzem variáveis com precisão.


Este conjunto de publicações é pensado para quem toma decisões. Executivos, gestores de risco e economistas encontram nesses materiais ferramentas poderosas para identificar oportunidades e se preparar para desafios com base em dados técnicos e confiáveis. Ao oferecer uma visão clara sobre o que o mercado espera para o PIB e para o cenário fiscal, a CNseg garante que seus associados e o público interessado tenham em mãos a inteligência necessária para transformar a incerteza do mercado em estratégia de crescimento.


Acompanhar semanalmente esse conjunto de informações é a melhor maneira de estar alinhado às movimentações que impactam o mercado de seguros no Brasil. Acesse o portal da CNseg todas as segundas-feiras à tarde e utilize as análises e os dados da área de Estudos e Projetos para embasar suas decisões e planejar os próximos passos com muito mais segurança e clareza técnica.

FF Seguros entra em quadra com Bia Haddad e reforça presença do setor no esporte de alto rendimento

bia haddad e ff seguros
FF possui os direitos autorais da imagem


A FF Seguros decidiu jogar em alto nível. A companhia anunciou patrocínio à tenista Bia Haddad Maia, número 1 do Brasil e um dos principais nomes do circuito da WTA – Women’s Tennis Association. A parceria coloca a seguradora ao lado de uma atleta que construiu a carreira ponto a ponto, com disciplina, estratégia e capacidade de reação — atributos que também definem o negócio de seguros.

Com quatro títulos de simples — incluindo Nottingham e Birmingham (2022), Seul e o WTA Elite Trophy (2024) — e oito conquistas em duplas, Bia simboliza consistência e visão de longo prazo. A logomarca da FF estará na viseira da atleta nas temporadas de 2026 e 2027, em todos os torneios do circuito mundial.

Bruno Camargo FairFax FF Seguros

“Estamos muito felizes em apoiar uma atleta que inspira milhões de brasileiros dentro e fora das quadras. A Bia é um exemplo de dedicação e superação. Acreditamos que essa parceria vai além do patrocínio esportivo: trata-se de um investimento em representatividade e em sonhos possíveis”, afirma Bruno Camargo, presidente da FF Seguros.

Para Bia, o apoio institucional faz diferença em um esporte que exige planejamento milimétrico. “É muito importante contar com o apoio de empresas que acreditam no tênis brasileiro e no potencial dos nossos atletas. Valorizo muito o caráter e os valores das pessoas que fazem parte da minha equipe. É uma honra representar a FF e fazer parte dessa família.”

Investidores institucionais dentro e fora das quadras

O movimento da FF não é isolado. No mundo e no Brasil, seguradoras figuram entre os mais relevantes investidores institucionais, com carteiras bilionárias que financiam infraestrutura, empresas e projetos de longo prazo. Essa musculatura financeira também se traduz em apoio consistente ao esporte, à cultura e ao entretenimento.

Diversas companhias do setor patrocinam atletas, equipes e grandes eventos, além de associarem suas marcas a espaços culturais e casas de espetáculos em São Paulo — como Bradesco Seguros, Tokio Marine Seguradora, MetLife, Unimede Akad Seguros, entre outras. O setor, que administra reservas técnicas robustas, transforma proteção em fomento à economia criativa e ao esporte de alto rendimento.

No caso de Bia Haddad, o apoio institucional já contou com nomes como Prudential e Latin Re, reforçando como o mercado segurador e ressegurador enxerga no tênis feminino uma vitrine de disciplina, resiliência e excelência.

Soluções sob medida

A FF Seguros atua nos segmentos comercial, industrial, varejo e digital, com soluções personalizadas de transferência de riscos. A companhia integra o grupo canadense Fairfax Financial Holdings Limited, conglomerado global de seguros e resseguros presente em mais de 100 países.

Ao associar sua marca a uma atleta que compete nos maiores palcos do mundo, a FF reforça a mensagem de que, assim como no tênis, o jogo do seguro exige leitura de cenário, preparo técnico e visão estratégica. Em quadra ou no mercado, vence quem sabe administrar risco e transformar pressão em performance.