Agenda Jurídica 2026 reforça alerta sobre saúde, tributação e segurança prudencial

A CNseg lançou a Agenda Jurídica 2026 do mercado segurador com uma mudança relevante de escopo: além do acompanhamento dos processos em tramitação no Supremo Tribunal Federal, a publicação passa a reunir também os temas repetitivos do Superior Tribunal de Justiça, num movimento que reflete o peso crescente da jurisprudência infraconstitucional para o setor.O evento aconteceu no dia 11 de março, na sede da OAB Seccional Rio de Janeiro.

No conjunto, a Agenda Jurídica 2026 mostra um setor que entra neste novo ciclo legislativo e regulatório com três frentes bem definidas: acompanhar de perto a formação da jurisprudência do STJ sob o novo marco legal do seguro, enfrentar a pressão da judicialização na saúde suplementar e defender, no STF, teses consideradas decisivas para a estabilidade prudencial e econômica do mercado, como créditos de carbono e PIS/Cofins sobre reservas técnicas.

A edição deste ano foi atualizada até 24 de fevereiro de 2026 e consolida-se como um instrumento de monitoramento dos temas mais sensíveis para seguros, previdência, saúde suplementar e capitalização. Segundo a própria CNseg, a inclusão do STJ amplia a visão sobre a atuação do mercado perante os tribunais superiores e ganha ainda mais importância diante da entrada em vigor do novo marco legal dos seguros. 

Na apresentação da agenda, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, destaca que 2026 será um ano de transição jurídica importante para o setor, com novos institutos, conceitos e formas de interpretação trazidos pela nova lei do contrato de seguro. “Esse contexto exige acompanhamento mais estruturado da jurisprudência e maior cuidado regulatório para preservar a segurança jurídica do mercado”, afirmou.

Na mesma linha, a diretora jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, afirmou que a entrada dos repetitivos do STJ atende a uma demanda antiga do setor e se tornou ainda mais necessária diante do volume já existente. “Hoje são 21 temas repetitivos em matéria de seguros no tribunal, com potencial de repercussão nacional. A própria agenda informa que o novo capítulo do STJ foi dividido entre 15 temas em que a CNseg ou as federações atuam como amicus curiae e outros 6 em monitoramento”, detalhou.

No STF, 41% das ações acompanhadas são de natureza cível e regulatória, seguidas por 29% de matérias tributárias. Questões constitucionais e de trânsito representam 12% cada, enquanto 6% envolvem temas ambientais. Um dos pontos que mais chamam atenção é o peso da saúde suplementar nesse contencioso. “Quase metade dos repetitivos do STJ envolve saúde, num cenário que ajuda a explicar o elevado grau de judicialização do segmento”, disse. Esse diagnóstico aparece em linha com o material da agenda, que incorporou entre os novos processos do STF a ADI 7.265, sobre critérios para cobertura de tratamentos fora do rol da ANS.

Para a diretora, o julgamento mais relevante para o setor em 2025 foi justamente o dessa ação, porque o Supremo, ao tratar da Lei 14.454/2022, teria adotado uma solução técnica e equilibrada. “O STF admitiu exceções ao rol, mas com critérios objetivos, como requerimento administrativo prévio, deferência ao processo regulatório da agência e exigência de comprovação científica”, comentou.

Na avaliação de Glauce, 2026 já começou em ritmo acelerado para o setor nos tribunais superiores. Ela ressaltou que, mesmo ainda no início do ano judiciário, o mercado segurador já acumulava cinco casos repetitivos julgados no STJ, o que, segundo ela, mostra a velocidade com que as teses vêm sendo formadas.

Entre os precedentes mais relevantes, citou o Tema 1385, considerado estratégico para o seguro garantia, ao consolidar o entendimento de que esse instrumento se equipara à fiança bancária para fins de garantia em execução fiscal. Para a diretora, foi um julgamento importante por afastar dúvidas que persistiam mesmo entre especialistas da área. A agenda da CNseg destaca esse tema entre os repetitivos acompanhados no STJ e reforça a relevância do precedente para a utilização do produto em disputas tributárias. 

Glauce também chamou atenção para decisões recentes em saúde suplementar, como a validade da rescisão de contratos empresariais com menos de 30 vidas, desde que haja justificativa idônea, e os julgamentos envolvendo bomba de insulina, terapias para transtorno do espectro autista e dano moral por negativa de cobertura. Na leitura dela, o STJ vem, em alguns casos, reproduzindo balizas regulatórias já existentes, inclusive as vinculadas ao rol da ANS, mas ainda restam desafios de interpretação prática e de contenção de excessos.

A Agenda Jurídica 2026 efetivamente inclui, entre os repetitivos do STJ, temas sobre rescisão unilateral de contratos coletivos com menos de 30 beneficiários e outros litígios relevantes de saúde suplementar, o que evidencia o protagonismo desse segmento na formação da jurisprudência do setor. 

Na parte regulatória, o diretor da Susep, Carlos Queiroz, afirmou que a autarquia acompanha com atenção a adaptação do mercado ao novo marco legal e reconheceu que a construção da regulação infralegal demanda cautela justamente para garantir segurança jurídica ao regulador, ao regulado e ao mercado como um todo.

Ele disse que a Susep continua ouvindo propostas e novas teses apresentadas pelo setor mesmo após a fase de consulta pública, o que ajuda a explicar o tempo maior de maturação das normas. Na visão do supervisor, esse cuidado é indispensável num ambiente em que a nova legislação traz institutos e conceitos inéditos e exige reflexão antes da consolidação regulatória.

Queiroz também reforçou a preocupação prudencial da Susep com dois julgamentos que aparecem entre os mais sensíveis da agenda: a ação sobre créditos de carbono e o debate sobre PIS/Cofins sobre receitas financeiras das reservas técnicas, que pode chegar a alguns bilhões de reais. No caso da ADI 7.795, a publicação da CNseg registra que a controvérsia envolve a obrigatoriedade de aplicação de pelo menos 0,5% ao ano das reservas técnicas, hoje totalizam R$ 2,5 trilhões, em créditos de carbono ou fundos de ativos ambientais.

A entidade sustenta a inconstitucionalidade da exigência, e o andamento do processo mostra parecer da PGR pela inconstitucionalidade, além de votos de Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no mesmo sentido, antes da suspensão por pedido de vista de Cristiano Zanin. 

Ao comentar o tema, Queiroz afirmou que a discussão preocupa a supervisão prudencial porque envolve ativos de elevada subjetividade, com dúvidas sobre natureza, recuperabilidade e critérios de avaliação contábil. Segundo ele, esse tipo de ativo exige cautela redobrada tanto na carteira própria das supervisionadas quanto, principalmente, quando se pensa em provisões vinculadas à poupança previdenciária e ao cumprimento futuro de obrigações com consumidores.

A posição converge com a da CNseg, que argumenta na agenda que a vinculação compulsória das reservas técnicas a um mercado ainda incipiente pode gerar riscos de liquidez, distorções e prejuízos à proteção dos segurados e participantes. 

Sobre o PIS/Cofins, o diretor da Susep afirmou que a discussão também tem forte impacto prudencial, inclusive por envolver passivos relevantes acumulados ao longo dos anos e já monitorados pela autarquia nas supervisionadas. Na visão dele, há confusão quando se tenta aproximar a atividade das seguradoras da lógica bancária, já que a seguradora não opera como instituição financeira típica nem pode livremente emprestar recursos, sendo a gestão das reservas vinculada a exigências regulatórias de solvência.

“A CNseg sustenta que a tributação das receitas financeiras das reservas técnicas encarece o seguro e cria barreiras de acesso, especialmente para as camadas mais vulneráveis da população”, finalizou Oliveira.

Susep suspende Seguradora Infinite em seguro garantia

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) informa que o Conselho Diretor da Autarquia, em Reunião Ordinária realizada nesta quarta-feira (11), determinou, em caráter preventivo, a suspensão imediata de novas emissões de apólices de seguro garantia pela Seguradora S/A Infinite.

A decisão foi tomada com base em ações de supervisão conduzidas pela Susep em relação à companhia, que apuram possíveis irregularidades relacionadas às regiões geográficas autorizadas para emissão de apólices, à não observância do limite de retenção da seguradora, bem como ao descumprimento de limites, exclusões e demais requisitos previstos nos contratos de resseguro em que a empresa figura como cedente.

Enquanto a medida estiver vigente, a seguradora ficará impedida de emitir novas apólices no ramo de seguro garantia. A companhia permanece autorizada a operar normalmente nos demais ramos de seguro, apenas na 1ª (Amazonas, Pará, Acre, Roraima, Amapá e Rondônia), 2ª (Piauí, Maranhão e Ceará), 3ª (Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte), 4ª (Sergipe e Bahia) e 5ª (Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins) regiões do território nacional, para os quais possui autorização, conforme Portaria DIR1/SUSEP nº 108, de 18 de outubro de 2023.

Fundo de R$ 500 milhões mira startups que ampliem o acesso à proteção financeira e de saúde

Apesar de todos os problemas do mundo, os investimentos seguem acontecendo. A Mundi Ventures anunciou o primeiro closing de seu LatAm Fund I, um fundo de venture capital de R$ 500 milhões voltado a empresas de tecnologia que atuam na ampliação do acesso à proteção financeira e de saúde na América Latina e no Caribe. A iniciativa reúne investidores institucionais relevantes, como BID Invest e COFIDES, além de seguradoras e instituições financeiras da região, que participam como investidores e também como parceiros estratégicos no desenvolvimento das empresas investidas.

Em entrevista, Rafaela Andrade, partner da Mundi Ventures, explica como será o processo de seleção das startups, quais são os critérios que uma empresa precisa cumprir para entrar no radar do fundo e como a rede de advisors — entre eles Marcelo Blay e Sheynna Hakim — ajuda a identificar oportunidades e fortalecer a conexão entre o venture capital e a indústria de proteção na região.

O fundo anunciou R$ 500 milhões para investir em empresas de tecnologia ligadas à proteção financeira e de saúde. Como será o processo de seleção das startups que poderão receber esse investimento?

O processo parte de uma tese muito clara: investir em empresas de tecnologia que ampliem o acesso à proteção financeira e de saúde na América Latina. Estamos olhando para negócios que usem tecnologia para transformar como produtos de proteção são distribuídos, precificados e operados, especialmente em áreas como insurtech, healthtech, fintech e climate tech. O foco está principalmente em empresas em estágio de crescimento, tipicamente Série A e B, que já demonstraram product market fit e têm capacidade real de escalar. Mais do que buscar tendência, buscamos empresas resolvendo problemas estruturais da região com modelos sólidos e escaláveis.

Existe um pipeline já mapeado de empresas na América Latina ou o fundo ainda está iniciando a prospecção ativa de oportunidades?

Já existe um pipeline bastante sólido com mais de 1.000 empresas mapeadas. A Mundi Ventures acompanha o setor há anos, investe globalmente em tecnologia e já vinha monitorando a evolução de muitas empresas da região antes mesmo do lançamento formal do fundo. Por meio dos fundos globais que gerimos, concluímos cinco investimentos na região, incluindo a Sami Saúde no Brasil, e estamos muito empolgados com tudo mais que poderemos fazer com o novo fundo. Então não estamos começando do zero. Ao mesmo tempo, a prospecção continua muito ativa. Seguimos próximos de founders, fundos locais, executivos da indústria e parceiros estratégicos, o que fortalece constantemente esse pipeline.

As startups interessadas podem se apresentar diretamente ao fundo ou a seleção ocorrerá principalmente por meio da rede de advisors, investidores e parceiros estratégicos?

As duas coisas acontecem. Startups podem, sim, se apresentar diretamente ao fundo, e esse canal é importante. Mas uma parte muito relevante das oportunidades também chega pela rede da Mundi, que inclui investidores, executivos do setor, advisors e parceiros estratégicos. Esse é um diferencial importante porque, em setores como seguros e saúde, contexto e relacionamento fazem muita diferença. Muitas das melhores oportunidades surgem justamente dessa rede especializada e próxima da indústria.

Quais são os principais critérios técnicos e de negócios que uma empresa precisa cumprir para entrar no radar da Mundi Ventures?

O que mais pesa é a combinação entre time, mercado e execução. Buscamos fundadores fortes, com visão clara, capacidade real de executar e conhecimento profundo do problema que estão resolvendo. Além disso, olhamos para o tamanho da oportunidade, a qualidade da tração, a escalabilidade do modelo e o grau de diferenciação da tecnologia. Em setores como seguros, clima, soluções de fintech e saúde, também valorizamos muito empresas que consigam construir boas parcerias com seguradoras, bancos ou grandes plataformas.

O fundo conta com Marcelo Blay e Sheynna Hakim como senior advisors. Eles já indicaram empresas ou segmentos prioritários para investimento?

Sim. Além da visão estratégica que trazem para o fundo, Marcelo Blay e Sheynna Hakim também já vêm contribuindo diretamente com originação. Eles já nos apresentaram algumas empresas e nomes interessantes, o que mostra na prática o valor da rede e da experiência que trazem para a plataforma.

Mais do que uma função formal de advisory, eles atuam como ponte real entre a Mundi e o ecossistema, ajudando a identificar fundadores, tendências e oportunidades com alto potencial. Essa combinação entre leitura estratégica do setor e acesso qualificado a empresas é um dos pontos que fortalece o fundo desde o início.

Na prática, qual será o papel deles na avaliação das startups?

Na prática, eles ajudam a elevar a qualidade da análise. Trazem repertório para discutir estratégia comercial, relação com incumbentes, canais de distribuição e capacidade de execução em setores complexos como seguros e serviços financeiros.

Isso é especialmente valioso para um fundo com uma tese tão conectada à transformação da indústria de proteção na região.

Eles atuarão mais na originação de negócios, due diligence ou no acompanhamento das investidas?

Eles podem contribuir nos três momentos. Podem ajudar na originação, apoiar discussões durante a avaliação das empresas e também contribuir no acompanhamento das investidas, especialmente em temas como escala, contratações de executivos-chave, parcerias estratégicas e navegação do mercado latino-americano.

Sompo lança programa para melhorar seguro transporte

A Sompo, subsidiária da empresa responsável pelas operações de seguro e resseguro do Grupo Sompo Holdings fora do Japão, acaba de lançar o Sompo Risks, seu novo Programa de Gestão e Redução de Sinistros em Seguro de Transporte, desenvolvido para elevar o nível de segurança e eficiência nas operações logísticas dos segurados. 

A metodologia opera com múltiplas camadas de validação e inteligência de dados aplicada à análise de risco. O Sompo Risks disponibiliza às transportadoras e embarcadores informações estruturadas sobre motoristas e veículos antes do início de cada viagem. A solução torna o processo de aceitação mais preciso, melhora a precificação e contribui para operações mais seguras. 

“O Sompo Risks representa um avanço significativo na forma como analisamos e assumimos riscos no transporte de cargas. Ao integrar tecnologia, critérios técnicos e inteligência de dados, entregamos aos nossos clientes e parceiros corretores de seguros uma camada adicional de proteção e estabilidade, contribuindo para um ambiente logístico mais seguro e eficiente”, observa Adailton Dias, Diretor Executivo de Produtos e Resseguro na Sompo. 

Tecnologia, governança técnica e prevenção de perdas 

O Sompo Risks apoia a subscrição e precificação com base em critérios que combinam análises históricas, validações antifraude e um robusto banco de dados dinâmico. Por meio dessa governança, a Sompo oferece ao mercado uma ferramenta que agrega previsibilidade, mitiga a exposição a riscos e contribui com a redução na frequência e severidade de eventos como roubo e apropriação indébita. 

“Construímos uma solução capaz de fortalecer todo o ciclo de gestão do risco. O Sompo Risks não apenas melhora a qualidade das informações utilizadas na aceitação e na precificação, como também eleva a capacidade de prevenção. Com mais informação qualificada disponibilizada automaticamente, é possível ser mais ágil e preciso na decisão. É uma ferramenta que trabalha para antecipar riscos e proteger a cadeia de transporte como um todo”, avalia Thiago Amorim, Superintendente de Gerenciamento de Riscos na Sompo. 

Principais benefícios do Sompo Risks 

O programa foi desenvolvido para ampliar a assertividade técnica e entregar vantagens concretas, que beneficiam todos envolvidos na operação logística, do motorista ao segurado, incluindo: 

  • Redução da POS (Participação Obrigatória do Segurado) prevista na apólice — com possibilidade de chegar à isenção, dependendo do perfil de risco. 
  • Aumento automático de até 20% no sublimite (limite específico aplicado a certas mercadorias ou riscos, que define procedimentos adicionais de gerenciamento de risco) para determinadas mercadorias e categorias, quando aplicáveis. 
  • Menor restrição ao uso de motoristas sem histórico de viagens, aumentando a flexibilidade operacional do transportador. 
  • Análises mais robustas para mitigação de sinistros, especialmente em casos de apropriação indébita ou falsidade ideológica. 
  • Maior previsibilidade e eficiência para toda a cadeia do seguro de transporte. 
  • Mais segurança, mais competitividade e melhores resultados 

Ao assumir a governança técnica do risco, a Sompo reforça sua liderança no segmento de Seguro de Transporte e seu papel de atuação estratégica em gerenciamento de riscos, bem como amplia a entrega de valor para os parceiros corretores de seguros, transportadores e embarcadores.  

Responsabilidade Social 

Como parte de seu compromisso social e da responsabilidade em toda a cadeia logística, a Sompo também vai intensificar, por meio do Sompo Risks, o apoio ao Programa Na Mão Certa – Pacto Empresarial pelo Fim da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, iniciativa da Childhood Brasil à qual aderiu em 2025. Desde então, a companhia assumiu publicamente compromissos voltados à prevenção e ao enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes — uma causa que dialoga diretamente com o propósito da Sompo de proteger pessoas e impactar positivamente a sociedade. Nesse período, foram promovidas ações de conscientização junto às equipes internas, motoristas de caminhão e demais parceiros de negócios, reforçando a importância da mobilização coletiva para a proteção de crianças e adolescentes. Com a nova solução, esse trabalho será ampliado, fortalecendo a atuação responsável da Sompo e contribuindo para que toda a rede de transporte esteja ainda mais engajada na defesa dessa causa essencial. 

FGV e IRB(Re) firmam parceria para ampliar pesquisas em seguros e riscos climáticos 

por Marcia Gomes

  

O IRB(Re) lançou, nesta segunda-feira (3/3), no Maravalley, no Rio de Janeiro, o Centro Brasileiro de Estudos de Risco e Resiliência, iniciativa dedicada a articular academia, setor público, setor privado e sociedade civil na produção de conhecimento aplicado à gestão de riscos no país. 

O evento reuniu representantes de órgãos reguladores, centros de pesquisa e instituições acadêmicas, a exemplo da Fundação Getulio Vargas, que, na ocasião, também anunciou a criação de um novo centro voltado a estudar riscos climáticos, adaptação e mitigação. 

Durante a cerimônia, o IRB(Re) reforçou que o novo centro nasce com foco especial na compreensão dos riscos climáticos e na produção de soluções capazes de apoiar políticas públicas, iniciativas regulatórias e instrumentos de proteção financeira. 

Ao comentar a relevância estratégica do centro recém-lançado, Mauricio Quintella, presidente do conselho de administração do IRB(Re), destacou o papel histórico da instituição no ecossistema segurador brasileiro: 

“O mundo mudou e os riscos mudaram. O IRB(Re) sempre foi a espinha dorsal da inteligência brasileira na indústria do seguro, e o que vemos aqui neste lançamento é essa inteligência reunida – academia, parceiros, executivos – trabalhando pelo país.” 

O CEO do IRB(Re), Marcos Falcão, lembrou que o cenário climático global exige novas abordagens metodológicas: “Para proteger o futuro, precisamos reinventar a forma de entender e modelar riscos.” Falcão reforçou ainda o problema da baixa proteção securitária no país: “Uma sociedade como a nossa, tão desenvolvida em tantos setores, continua profundamente subsegurada. Precisamos mudar isso com ciência, tecnologia e cooperação.” 

Anúncio do novo centro da FGV ocorre durante o evento 

A cerimônia do IRB(Re) também marcou o anúncio de uma nova iniciativa da Fundação Getulio Vargas: o Centro de Estudos de Riscos Climáticos, Adaptação e Mitigação (FGV Riscos Climáticos), que será desenvolvido pelo Instituto de Inovação em Seguros e Resseguros (FGV IISR) em parceria com o IRB(Re). 

A diretora de Pesquisa e Inovação da FGV, Goret Paulo, apresentou a ideia do centro e destacou que a criação da unidade responde diretamente ao aumento da frequência e severidade dos desastres ambientais no Brasil: 

“Eventos climáticos extremos estão cada vez mais frequentes. O ecossistema está mudando, e precisamos direcionar nosso esforço de pesquisa para enfrentar esses desafios que se colocam para a sociedade”, disse Goret que também participa do Conselho Consultivo do FGV IISR. 

O anúncio reforça a ampliação da cooperação entre o IRB(Re) e a FGV, que já atuam conjuntamente em estudos, capacitação técnica e projetos envolvendo seguro rural, econometria climática e modelagem de risco. 

Estrutura e foco científico do FGV Riscos Climáticos 

O novo centro da FGV está organizado em três pilares científicos. O primeiro dedica-se à modelagem de risco físico, combinando simulações estocásticas, dados observacionais e metodologias de catastrophe modeling para estimar probabilidades, severidade e perdas econômicas de eventos extremos. 

O segundo pilar aplica econometria climática avançada, voltada para instabilidades, não-linearidades e efeitos em cascata, produzindo previsões robustas e inferência causal sobre impactos ambientais e socioeconômicos. 

Já o terceiro transforma esses riscos em implicações macrofinanceiras, com estudos sobre solvência, ativos, regulação prudencial, modelos de transferência de risco e métricas aplicáveis a testes de estresse prudenciais e políticas públicas. 

Segundo Goret Paulo, ampliar a base de conhecimento é essencial para enfrentar gargalos históricos do país: 

“O Brasil tem um enorme gap de cobertura na área de seguros que precisa ser diminuído. Para isso, estamos mobilizando nossos mais de 700 pesquisadores na FGV e, ao mesmo tempo, investindo em mudar a cultura, ampliando a educação e a capacitação em seguros.” 

Rede de parceiros e próximos passos 

O FGV Riscos Climáticos já nasce conectado a uma rede multidisciplinar de parceiros estratégicos, entre eles a Columbia University e a Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas do Município de São Paulo (SGM/SECLIMA). A expectativa é ampliar a colaboração para o desenvolvimento de modelos inovadores, formação de recursos humanos e suporte à formulação de políticas públicas. 

O Centro Brasileiro de Estudos de Risco e Resiliência, do IRB(Re), também terá foco na construção de uma rede nacional de pesquisadores e parceiros, envolvendo universidades, empresas, governos e organizações da sociedade civil. 

Bradesco Seguros faz operação especial para segurados de Minas Gerais

emanuel nascimento bradesco seguros

Após as fortes chuvas recentes que atingiram as cidades da Zona da Mata de Minas Gerais, a Bradesco Seguros iniciou uma operação de apoio à região. A Companhia está com uma mobilização de profissionais e corretores das cidades atingidas para agilizar a liquidação de sinistros, realizando o pagamento das indenizações aos segurados, no menor prazo possível.

“Nossas equipes estão em contato ativo com segurados e corretores de forma a flexibilizar a demanda de documentos possibilitando uma maior agilidade no suporte aos clientes da região atingida. Também estamos encaminhando equipes de apoio (Guinchos e Vans Residencial). Até o momento, já foram registrados dezenas de avisos de sinistro de nossos clientes”, explica Márcio Jordão, Superintendente Sênior de Sinistros da seguradora. “A Bradesco Seguros está solidária aos familiares das vítimas das chuvas na Zona da Mata de Minas. Como liderança local, posso garantir que nossos funcionários da região estão empenhados em agilizar os processos e prestar o apoio necessário aos atingidos e aos corretores de seguros ”, afirmou Emanuel Nascimento, Superintendente Regional MG/RJ/ES . 

180 Seguros anuncia nova estrutura executiva

A 180 Seguros anuncia a criação de uma nova frente estratégica dedicada exclusivamente ao desenvolvimento e aplicação de inteligência artificial em sua operação. O movimento ocorre após a companhia registrar crescimento de 919% em 2025, alcançando R$273,9 milhões em prêmios emitidos, posicionando-se entre os maiores crescimentos proporcionais do setor no período.

Como parte da novidade, Franco Lamping, cofundador da companhia e até então CTO, assume o cargo de Chief AI Officer (CAIO), passando a liderar de forma transversal toda a estratégia de IA da companhia.

A decisão formaliza um processo que já vinha sendo construído internamente. Ao longo dos últimos cinco anos, a 180 desenvolveu integralmente sua própria plataforma de seguros, estruturada desde a origem para ser segura, escalável e orientada a dados. Essa base permitiu acelerar o desenvolvimento de soluções com IA sem reconstruir a arquitetura, o que sustentou o crescimento de dez vezes registrado no último ano.

Com a transição de Franco para CAIO, Bleise Cruz assume como CTO, responsável por engenharia, arquitetura tecnológica e evolução da infraestrutura da companhia, com foco em robustez operacional e segurança da informação. Bleise passou quase 10 anos no Nubank, onde ingressou ainda na fase de Series A e participou da construção e escalabilidade da arquitetura da empresa. Está na 180 há quase quatro anos, acompanhando a consolidação da plataforma própria desde seus primeiros ciclos de crescimento.

“IA não é uma camada isolada. Ela exige arquitetura, governança de dados e infraestrutura preparadas para operar em escala, integradas ao core do negócio. Nossa capacidade técnica, construída sobre tecnologia própria, é o que sustenta esse modelo e nos permite aplicar inteligência artificial à subscrição e às jornadas digitais de forma estruturada. Como novo CTO, meu papel é garantir que essa base evolua para absorver volumes cada vez maiores com qualidade, segurança e eficiência.” afirma, Bleise Cruz, novo CTO da 180 Seguros.

Seguros SURA, Intelbras e bem-te-vi lançam seguro residencial 100% digital em todo o Brasil 

A Seguros SURA Brasil e a startup bem-te-vi seguros firmaram parceria com a Intelbras, uma empresa brasileira de tecnologia para facilitar a contratação de seguros residenciais 100% digitais no mercado nacional. A iniciativa integra coberturas essenciais diretamente às soluções de segurança residencial da Intelbras, como câmeras Wi-Fi, fechaduras digitais, sensores e sirene, por meio de uma contratação online e descomplicada.
 

O produto pode ser adquirido diretamente no aplicativo de casa inteligente, o Intelbras Smart, o que torna a proteção patrimonial mais acessível e integrada à rotina dos usuários. Na cobertura das modalidades disponíveis, há indenização para incêndio, queda de raio e explosão, danos elétricos (cobrindo prejuízos causados por variações anormais de tensão, curtos-circuitos, calor gerado acidentalmente por eletricidade, descargas elétricas, eletricidade estática e raios), e roubo e furto qualificado de bens (amparando perdas causadas por arrombamento, uso de violência, ameaça, ou rompimento de barreiras). 

“Esta parceria é estratégica em nossa atuação no canal Afinidades e reforça nosso compromisso em expandir o acesso a soluções de seguro digitais, eficientes e acessíveis. Estamos otimistas de que este modelo de fácil adesão atenderá a uma demanda crescente por proteção no ambiente residencial moderno”, declara Patrizia Pavani, diretora de Canais e Afinidades da Seguros SURA Brasil.
 

“Na Intelbras, nosso foco é simplificar a vida das pessoas por meio da tecnologia. Essa parceria amplia o valor do nosso ecossistema ao integrar proteção patrimonial a soluções já presentes no dia a dia dos clientes, de forma digital, acessível e descomplicada. É mais um passo para oferecer segurança completa, que vai além do produto e entrega tranquilidade”, afirma Dario Valerio dos Santos, Gerente de Soluções e Produtos da Intelbras.

Zurich promove Caravana em Recife para divulgar o seguro auto

A Zurich Seguros escolheu Recife para mais uma etapa da Caravana Zurich 2026, iniciativa que integra estratégia comercial no segmento de automóvel, relacionamento com corretores e ação social em regiões prioritárias para o crescimento do negócio. 

Recife é vista pela companhia como um hub relevante no Nordeste, reunindo densidade populacional, frota significativa de veículos, verticalização urbana e renda regional que favorecem o avanço das linhas pessoais, especialmente automóvel. A cidade também se destaca como polo econômico e tecnológico, com forte presença de canais massificados e bancos. 

A operação da Zurich na região registrou crescimento de 18% em prêmio emitido na comparação entre 2024 e 2025, com destaque para linhas comerciais, que avançaram 122,3% no período. O desempenho reforça a importância da capital pernambucana na estratégia regional da seguradora. 

Como parte da Caravana, a companhia disponibiliza 10% de desconto no Zurich Automóvel na cidade, com condições válidas até o dia 15 deste mês. A campanha busca impulsionar cotações e ampliar a presença da marca junto a clientes e corretores locais, conectando a data comemorativa da cidade à oferta comercial. 

“A parceria com a Zurich representa uma oportunidade importante para o CERVAC. A ação de voluntariado e o apoio que receberemos contribuem para fortalecer nosso trabalho de inclusão e desenvolvimento das crianças e jovens atendidos pela instituição, além de ajudar na recuperação do espaço após o incêndio que enfrentamos no último ano”, destaca Ana Maria da Conceição, educadora social e sensorial do CERVAC – Centro de Reabilitação e Valorização da Criança. 

Para a Zurich, a Caravana funciona como uma alavanca regional, combinando ativação de vendas, proximidade com parceiros e reforço institucional nas praças onde a companhia busca ganho de escala fora dos grandes centros.  

“A Caravana Zurich integra nossa estratégia de fortalecer o canal e ampliar nossa presença regional com foco em linhas pessoais, especialmente automóvel. Em Recife, unimos campanha comercial, relacionamento com corretores e uma ação social que reforça nosso posicionamento local”, afirma Nathalia Abreu, gerente executiva de Sustentabilidade e Responsabilidade Social da Zurich Seguros. 

Além da frente comercial, a iniciativa incluiu ação de voluntariado no CERVAC – Centro de Reabilitação e Valorização da Criança, instituição dedicada à inclusão e ao desenvolvimento integral de pessoas com deficiência. A Zurich realizou doação direta de R$ 5.000 para apoio à revitalização do espaço, que passou por um incêndio em 2025, e entregou brinquedos produzidos a partir de pneus reciclados. 

A atividade contou com a participação de colaboradores, corretores e assessorias da região, reforçando o engajamento do canal em uma agenda que combina negócio e responsabilidade social. 

“Quando conectamos nossa estratégia comercial à atuação social, nas regiões onde operamos, fortalecemos o relacionamento com corretores, ampliamos nossa relevância local e reforçamos nosso compromisso com um crescimento responsável”, afirma Thales Amaral, diretor regional do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste da Zurich Seguros. 

A Caravana Zurich 2026 prevê ainda ações em Salvador, Porto Alegre e Ribeirão Preto ao longo do ano, mantendo o foco em praças que combinam maturidade de mercado e potencial de expansão para o segmento de seguros varejo. 

Eric Lundgren comemora os resultados da Generali em seu primeiro ano como CEO

Eric Lundgren, CEO da Generali Brasil

A Generali Brasil encerrou 2025 com resultados expressivos e um marco simbólico em sua história no país. No primeiro ano de gestão de Eric Lundgren como CEO, a seguradora italiana registrou lucro de R$ 137,8 milhões, crescimento de 31,39% em relação a 2024, e prêmios emitidos de R$ 2,2 bilhões. Para o executivo, o desempenho reflete não apenas decisões recentes, mas sobretudo o amadurecimento de uma estratégia iniciada anos atrás, quando a companhia redefiniu suas prioridades de negócios.

“Os resultados obtidos representam um trabalho construído ao longo de vários anos, desde o momento em que a Generali passou a focar no seguro massificado. Muitas das apostas feitas no passado amadureceram agora e aparecem nos números”, afirma Lundgren.

Segundo ele, a consolidação de parcerias estratégicas e um cenário favorável para algumas linhas de negócios também impulsionaram o crescimento. “A taxa de juros elevada beneficiou o aumento da receita financeira. Houve também uma expansão forte do mercado em algumas frentes, especialmente no seguro prestamista, que ajudou a alavancar o resultado.”

Ainda sobre o foco na atuação em massificados, grandes riscos e benefícios para colaboradores, o CEO explica que a decisão foi estratégica e o retorno vem se mostrando positivo. Segundo o executivo, os produtos elaborados pela seguradora podem ser comercializados por parceiros que atuam em diferentes segmentos de negócios. 

“Podemos usar o mesmo modelo de produtos para criar seguros vinculados a, por exemplo, seguros voltados para crédito ou novas formas de pagamento digital. A ideia é aproveitar a infraestrutura que já temos.”

Os três pilares da companhia

Cada uma dessas frentes nas quais a empresa atua têm uma dinâmica própria, explica. “Os seguros grandes riscos corporativos dependem muito do ritmo da economia e do crescimento do PIB, enquanto as contas globais de benefícios para colaboradores – Generali Employee Benefits – estão associadas a contratos internacionais do Grupo Generali. Já o seguro massificado continua sendo um segmento muito relevante, especialmente em parceria com instituições financeiras e empresas de varejo”, diz.

Hoje, cerca de 83% dos prêmios da Generali Brasil vêm de seguros massificados, segmento que se tornou o principal motor da operação no país. Lundgren explica que a por conta do foco nesse ramo, a filial brasileira opera de forma diferente das demais do Grupo Generali. “Isso é positivo, pois globalmente nos enxergam como um centro de excelência de massificados.”

Próximos passos

Para 2026, o CEO avalia que “O foco continua sendo crescimento rentável. Estamos conversando com novos parceiros e avaliando oportunidades em novos segmentos. Muitas dessas negociações levam tempo, mas certamente teremos boas notícias no futuro.”

Sobre o crescimento sustentável, o executivo reforça que essa é a prioridade da companhia, mesmo diante de um ambiente econômico mais desafiador. “Este é um ano complexo, inclusive por causa do ciclo eleitoral e das incertezas econômicas. Ainda assim, acreditamos que continuaremos num ritmo relevante.”

Outro ponto positivo para 2026 vem da parceria da Swiss Life Global Solutions com um compromisso de vínculo para a aquisição da Swiss Life Network (SLN) pela Generali Employee Benefits (GEB) Network, e estabelecerá globalmente a rede número 1 em benefícios para colaboradores. O Grupo Generali vai gerenciar mais de €3 bilhões em prêmios, com o objetivo de definir novos padrões de serviço e inovação para multinacionais e seus funcionários ao redor do mundo. 

“O fortalecimento das operações globais do Grupo deve trazer novas oportunidades para a filial brasileira, especialmente na área de benefícios corporativos, com novos clientes globais que podem passar a fazer parte do nosso portfólio no Brasil.”

Empresa inovadora

A transformação da companhia também passa por investimentos relevantes em tecnologia. Em 2025, a Generali destinou R$ 73 milhões à área, movimento que ajudou a posicionar a seguradora entre as 20 empresas mais inovadoras do Brasil pelo quarto ano consecutivo, segundo ranking do MIT Technology Review.

Na prática, esses recursos estão sendo direcionados para simplificar produtos, digitalizar processos e melhorar a experiência do cliente. “Estamos investindo muito em tecnologia para tornar os produtos mais simples e digitais. Temos call center próprio e já utilizamos inteligência artificial para apoiar nossos operadores no atendimento e na venda”, explica o executivo.

A aplicação de IA também vem sendo ampliada em outras áreas da companhia, como análise de risco e gestão de sinistros. “Em seguros de celular, utilizamos análise de imagem para identificar perdas ou possíveis fraudes. A tecnologia ajuda muito, mas ainda acreditamos muito na combinação entre inteligência digital e relacionamento humano.”

Centenário de conquistas

O ano de 2025 também foi marcado pela celebração dos 100 anos da Generali no Brasil, data que mobilizou diversas iniciativas internas e externas. A companhia promoveu eventos culturais, como o apoio a um festival de cinema italiano, além de ações voltadas à sustentabilidade (plantio de 100 árvores no Rio de Janeiro e em São Paulo) e à valorização de sua história no país. 

Internamente, a empresa reforçou programas de cultura organizacional e diversidade, além de conquistar certificações importantes no mercado de trabalho. “Recebemos a certificação Top Employer e o reconhecimento do instituto de melhores práticas em gestão de pessoas e RH. Para nós, isso é fundamental.” 

Lundgren afirma que a seguradora busca manter um ambiente diverso e inclusivo. “Hoje, 54% dos nossos colaboradores se declaram negros ou pardos, refletindo a população brasileira, e cerca de 20% têm mais de 50 anos. Queremos um ambiente onde as pessoas se sintam respeitadas e tenham oportunidade de se desenvolver.” 

O executivo destaca que a colocação no ranking do MIT, o segundo lugar no Prêmio Reclame Aqui e o selo RA1000 refletem o esforço coletivo da organização. “Quero criar uma cultura em que cada resultado importante seja um troféu para toda a equipe. Nada disso é fruto de uma única gestão, mas sim de um trabalho consistente de muitas pessoas ao longo do tempo.”