Icatu Seguros traz avanços da previdência privada em debate com gestores de recursos

Investir em um fundo de previdência privada é mandatório para quem pensa em qualidade de vida no futuro. Esta foi a principal conclusão do evento “Conversa com Gestores”, promovido pela Icatu Seguro no dia 3 de julho. Luciana Seabra, planejadora financeira, mestre em Economia e fundadora da Indê Investimentos, garante que a previdência é relevante no portfólio, que precisa ser diversificado para diluir os riscos inerentes das aplicações que tem aquela regra básica de não colocar todos os ovos na mesma cesta.

Mas (sempre tem um), ainda é preciso que as regras dos produtos conhecidos como Planos Geradores de Benefício Livre (PGBLs) e Vida Geradores de Benefício Livre (VGBLs) sejam mais flexíveis para fazer frente às mudanças nos mercados financeiros em todo o mundo. “O limite de 70% que se pode aplicar em ações deveria ser mais flexível, no entanto já é melhor do que no passado, de 49%”, citou ela, que diz almejar ter uma Superintendência de Seguros Privados (Susep),órgão regulador de seguros e previdência, semelhante ao que é a CVM (Comissão de Valores Mobiliários, que tem o objetivo de fiscalizar, normatizar, disciplinar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no Brasil.

Para a planejadora também é vital o investimento em educação financeira. Não só do investidor, mas de quem vende o produto a ele. “Principalmente agora, com a possibilidade de transformar parte da reserva em renda vitalícia. Se esses pontos forem bem trabalhado pela Susep e pelas seguradoras, a eficiência tributária dos fundos de previdência se soma ao potencial de retorno dos gestores”, citou no painel que dividiu com o CEO da companhia, Luciano Soares, e Henrique Diniz, diretor de Produtos de Previdência da Icatu.

Os benefícios dos planos de previdência foram citados por todos os participantes, com ênfase na vantagem tributária para o dinheiro de longo prazo sobre outros investimentos, com a possibilidade de deduzir o valor aportado na declaração anual de Imposto de Renda, chegar ao tributo de 10% depois de dez anos, ao imposto zero para rendas mais baixas e até a ausência de contribuições de herança em alguns Estados.

Soares e Diniz destacaram os avanços da Susep e do mercado em geral nos últimos anos para democratizar a previdência e o seguro de vida no Brasil, principalmente com a maior consciência da população sobre a urgência de ter uma reserva para emergências instigada pela pandemia Covid-19. “Em ativos, o setor possui mais de R$ 1,4 trilhão, o que representa cerca de 13,1% do PIB. O setor tem avançado, o que mostra o quanto temos investido em trazer produtos aderentes aos fundos de investimentos tradicionais. Particularmente na Icatu, temos mais de 140 fundos de diversos gestores de recursos”, disse Soares.

Dados da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), revelam que nos quatro primeiros meses de 2024, a captação líquida somou R$ 21,2 bilhões, um crescimento de 225% em relação ao mesmo período do ano passado. A arrecadação total somou R$ 64 bilhões em prêmios e contribuições, alta de 26,9% na comparação com o mesmo período de 2023. Já os resgates caíram 2,5%, totalizando R$ 42,8 bilhões.

Na Icatu, um ponto importante da democratização vem do baixo tíquete de entrada. “São valores mínimos, pois acreditamos que com a educação financeira nosso cliente vai aos poucos entendendo a importância da reserva financeira e priorizando os depósitos”, afirma Diniz. Segundo ele, ainda há uma agenda robusta para tornar os fundos mais atraentes. “A Susep busca fomentar o mercado de renda, o que agrega opções para o investidor transformar parte do valor acumulado em renda, como, por exemplo, pagar o plano de saúde”, cita.

A escolha tributária também foi um avanço. Antes, o investidor tinha de optar por uma das duas formas de tributação possíveis na hora do ingresso no plano. Agora, a decisão passa a ser feita no resgate. “Antes o investidor ficava amarrado à opção feita lá atrás, na hora da adesão ao plano, sobre o regime de tributação. Agora é possível mudar de ideia e usar a tabela de imposto que for mais vantajosa”, ressalta Diniz.

Soares destaca outra mudança regulatória recente. A determinação de que os planos instituídos, ou seja, aqueles que preveem contribuição por parte dos patrocinadores, estabeleçam cláusula de adesão automática de participantes. Por exemplo, quando uma pessoa é contratada por uma empresa que oferece planos de previdência aos empregados, ela será automaticamente incluída no plano. “Antes, era preciso que o novo funcionário manifestasse interesse em aderir ao plano. Agora ele entra, tem a chance de entender o benefício, e se quiser, pede para sair. Nos EUA este modelo ajudou a elevar o nível de poupanças das famílias por meio da previdência”, disse.

Além de ter uma estrutura mais transparente e flexível, com aplicativos que ofereçam uma boa experiência ao usuário, é preciso também ter gestores renomados para garantir uma rentabilidade que agregue reais a reserva financeira. A Icatu tem mais de 100 gestores, que buscam balancear o mix da carteira de investimentos, que vai de renda fixa pura, crédito, multimercado, ações e fundos internacioanais.

Diante de uma macroeconomia incerta em várias partes do planeta, é preciso muita experiência para captar as oportunidades de entrada e de saída de posições. “Um cenário macroeconômico de muitas incertezas, há muito menos inclinação a se tomar riscos. As empresas ficam ansiosas e evitam fazer novos investimentos, e o consumo fica mais cauteloso, então pode virar uma profecia autorrealizada”, afirmou o gestor de crédito privado da ARX Investimentos, Pierre Jadoul, durante encontro promovido pela Icatu.

Florian Bartunek, sócio e executivo-chefe de investimentos (CIO) da Constellation, a bolsa no Brasil é cíclica e é preciso ter liberdade para alcançar bons retornos. “Estamos num momento claramente de ciclo de baixa no mercado no valuation das companhias porque têm uma percepção ruim do futuro. Mesmo assim nossos clientes internacionais, que representam dois terços de nossos são vencedores na bolsa. É preciso realmente saber quando comprar e quando vender”.

Perdas no Sul começam a aparecer nos dados do setor de seguros em maio, segundo Susep

Porto Alegre, 03/05/2024, Prefeitura de Porto Alegre a esquerda e o Mercado Municipal a direita, alagados, após chuva intensa. Foto: Gilvan Rocha/Agência Brasil

A sinistralidade nos seguros de danos saltou para 66,1% em maio de 2024; o mesmo indicador estava em 42,1% no mês anterior. Esse aumento na média nacional ocorre no mesmo mês em que foi declarado estado de calamidade pública em diversos municípios do Rio Grande do Sul, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) referentes ao mês de maio de 2024.  

Em um recorte por Unidade da Federação, observa-se que, no Rio Grande do Sul, os valores de sinistros diretos no segmento de danos totalizaram R$ 1,69 bilhão em maio de 2024, um crescimento de 192,5% em relação a abril, quando o montante foi de R$ 580 milhões.  

A Susep, para conhecer melhor a dimensão do impacto das enchentes no Rio Grande do Sul no mercado segurador, seguirá monitorando de perto a sinistralidade na região afetada. A Autarquia, desde o início da emergência, vem fazendo estudos para análise das possíveis consequências do evento sobre os mercados supervisionados, verificando, além dos sinistros avisados, o devido atendimento aos segurados e, ainda, os aspectos financeiros e prudenciais das seguradoras.  

Para o mês de maio, o relatório traz, ainda, outros destaques, como a arrecadação total no setor nos primeiros cinco meses do ano, que foi de R$ 174,54 bilhões, um crescimento de 17,2% em relação ao mesmo período de 2023. 

Ainda conforme o documento, os valores que retornaram à sociedade totalizaram R$ 99,12 bilhões até o quinto mês, dos quais, R$ 22,58 bilhões somente em maio.  

Os segmentos de seguros de danos e pessoas, excluindo-se o VGBL, tiveram, no acumulado até maio, uma arrecadação de R$ 81,47 bilhões, alta de 11,47% frente ao mesmo período de 2023, quando a arrecadação foi de R$ 73,09 bilhões. 

Já os seguros de danos tiveram crescimento de 8,5% na arrecadação de prêmios na comparação do acumulado até maio de 2024 com o mesmo período de 2023.  

O documento informa ainda que, nos seguros de pessoas, o seguro de vida alcançou em maio de 2024 o montante acumulado de R$ 13,64 bilhões, obtendo um crescimento de 16,1% em relação ao mesmo período de 2023.​ 

Nova temporada do Conversa Segura, da CNseg, discute a Reforma Tributária 

Fonte: CNseg

Com apresentação das jornalistas Leila Sterenberg e Anne Barbosa, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) estreia a segunda temporada do Conversa Segura, videocast do SeguroPod. Com publicação semanal, sempre às quintas-feiras, às 18 horas, no canal do Spotify e do Youtube da Confederação, o programa reunirá grandes executivos das maiores empresas do setor, além de representantes do Executivo e Legislativo brasileiro.

Os novos episódios debaterão temas relevantes para o mercado segurador, mostrando sua importância no desenvolvimento de políticas públicas, econômicas e sustentáveis. O primeiro episódio, que irá ao ar no dia 4 de julho, nesta quinta-feira, terá como tema a “Reforma Tributária”. Anne Barbosa recebe o ex-senador e economista Romero Jucá e o diretor Técnico, de Estudos e Relações Regulatórias da CNseg, Alexandre Leal. 

Durante a entrevista, Jucá alertou que a população precisa estar atenta ao que acontece no cenário político nacional. “O que define a vida das pessoas é a política, porque é ela que decide o imposto que você vai pagar e como você vai conduzir a sua vida dentro da legislação do País. É importante cada um acompanhar e cobrar do Deputado Federal e Senador para que ele lhe represente e que possa atuar no sentido de melhorar a sua vida e dar oportunidade de gerar mais empregos no Brasil”, explicou.

Já Alexandre Leal, em uma abordagem direcionada ao mercado segurador, destacou que a Confederação, em conjunto com as suas associadas, está atuando próximo às casas legislativas e ao Governo Federal. O executivo destacou que o setor segurador teve um ganho importante que foi a extinção do Imposto sobre operações financeiras (IOF). 

“Um Seguro Automóvel ou Residencial pagava 7,38% de imposto sobre o valor do prêmio, sendo este um percentual menor no Vida, de 0,38%, e no Saúde, 2,38%. Isso está extinto com a Reforma Tributária, o que é bastante importante”, explicou o executivo. Leal informou que o que está sendo discutido é como será calculado o tributo. 

Agenda de divulgação do Conversa Segura

Na semana subsequente, dia 11, o programa abordará a “Emergência Climática”, seguido pelo “Seguro Social contra Catástrofe”, em 18, e pelo “Seguro como Estímulo do Crédito” fechando o mês de julho no dia 25.

A programação continua em 1º de agosto com o “Seguro na Agenda Econômica do Governo”, as próximas quintas-feiras seguirão, respectivamente com: “Seguro, projetos de Infraestrutura em Grandes Obras”, “Longevidade”, “Como Ampliar o Acesso da População a Produtos de Seguros” e “Seguros de Vida e Previdência Privada”. 

Os dois programas que serão veiculados nas duas primeiras quintas de setembro abordarão a “Capitalização”, dia 05, e “Subscrição de Risco no Contexto da Agenda Climática”.

Diferente da primeira temporada, que foi liderada pelo presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, os 11 episódio que compõem a nova série trazem a apresentação da ex-âncora da GloboNews, Leila Sterenberg, e da ex-jornalista da Globo e da CNN, Anne Barbosa. 

O “SeguroPod” faz parte da estratégia da área de Comunicação e Marketing da CNseg de desmistificar a imagem do seguro e ampliar o conhecimento da população brasileira sobre a importância de adquirir produtos do setor para garantir proteção no dia a dia das pessoas.

Bradesco Seguros anuncia nova superintendência sob liderança de Fábio Frasson

Bradesco Seguros anuncia a criação da Superintendência de Inteligência e Assistência Operacional, sob o comando de Fábio Frasson, executivo com mais de 20 anos de experiência no mercado segurador. Conhecido por seu entusiasmo pela transformação digital, multicanalidade e práticas de ASG, Frasson traz para a posição toda sua expertise nas frentes de inovação, excelência na gestão de fornecedores e na centralidade no cliente.

Inicialmente, o executivo tem como objetivo o aprimoramento contínuo da qualidade e entrega dos serviços e assistências existentes nos segmentos de Automóveis e Ramos Elementares, ao mesmo tempo em que atuará no planejamento de novidades para os próximos meses. “Com a criação de uma área específica para cuidar da entrega de serviços e assistências dos seguros de Automóveis e Ramos Elementares, corretores de seguros e consumidores serão amplamente beneficiados. Nosso objetivo de curto prazo é garantir uma experiência excepcional e fortalecer a confiança e credibilidade da marca Bradesco com clientes e parceiros de negócios. Contem conosco para aprimorar ainda mais a qualidade e eficiência de nossos serviços”, afirma Fábio Frasson, novo superintendente da área de Inteligência e Assistência Operacional da Bradesco Seguros.

Com uma carreira de mais de 20 anos nos serviços financeiros, Frasson ingressou no segmento de seguros como estagiário e progrediu até se tornar superintendente de sinistros, coordenando diversas áreas operacionais e logísticas, atuando em Companhias de renome do mercado. Posteriormente, teve passagem por uma empresa de tecnologia focada em inteligência artificial. Fábio possui uma vasta formação complementar, incluindo um MBA em Administração de Negócios pela FAAP, além de especializações em Desenvolvimento de Negócios, Economia e Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral, Programa de Decisões 4.0 pela ISE Business School, Transformação Digital de Negócios pelo Insper e Formação de Consultores pela Adigo.

HDI Seguros incentiva prática de esportes por meio de patrocínio do Circuito Transformar 

Fonte: HDI

A HDI Seguros, empresa parte do Grupo HDI, anuncia que será uma das patrocinadoras do Circuito Transformar 2024, projeto esportivo que vai realizar quatro corridas de rua ao longo deste ano. A primeira etapa ocorrerá no primeiro domingo de julho, dia 07, no Parque Teresa Maia, na cidade de Cotia, interior de São Paulo. A iniciativa faz parte do compromisso do Grupo HDI com o incentivo de projetos sociais e ao esporte. 

As inscrições para a corrida são abertas ao público e podem ser feitas por meio do site oficial do evento. Os participantes da prova poderão escolher o percurso de 5 km ou o de 10 km – ambos com largada marcada para 7 horas da manhã. Após a primeira etapa em Cotia, o Circuito Transformar seguirá para outras localidades durante o ano, com datas e regiões a confirmar. Cada corrida promete trazer desafios e experiências únicas para os corredores, fomentando a saúde e o bem-estar.

O patrocínio do projeto é alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e foi selecionado por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. O Grupo HDI tem a sustentabilidade como um dos principais pontos de sua estratégia e trabalha diariamente para contribuir com a comunidade em que está inserido. As ações escolhidas, como o Circuito Transformar, estão conectadas com essa premissa e promovem experiências transformadoras.

Tokio Marine amplia coberturas e assistências do seguro de vida individual


Fonte: Tokio

A Tokio Marine Seguradora anuncia novidades no Seguro de Vida Individual. A partir de julho, o produto ficará ainda mais completo, oferecendo cobertura de Doenças Graves para até 30 enfermidades, a maior do mercado. Dentre as doenças que passam a fazer parte dos combos oferecidos pela Seguradora estão Doença de Crohn, Doença do Neurônio Motor, Doença de Hodgkn, Perda da Fala, além da inclusão do procedimento de Cirurgia da Aorta.

A nova versão do Vida Individual Tokio Marine oferece também a possibilidade de contratação da cobertura de Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD), que garante indenização quando a pessoa sofre de uma enfermidade e fica com sequelas que a incapacite, de forma irreversível, o pleno exercício das relações autonômicas. Além disso, na compra do Seguro de Vida Individual, o Cliente terá acesso ao Programa Vida Saudável, que oferece um pacote de benefícios com cinco tele orientações com especialistas do Hospital Israelita Albert Einstein. 

Por meio do novo programa, os Segurados poderão contar com assistência psicológica para controle do estresse, ansiedade e apoio emocional a perdas e luto; atendimento com educador físico e fisioterapeuta para elaboração de treino e orientações sobre exercícios, postura e reabilitações; atendimento com nutricionista para elaboração de um plano alimentar de acordo com o estilo de vida e objetivos do Segurado e fonoaudiólogo para melhora do sono e ronco. 

“Estamos sempre atentos às tendências do mercado e às necessidades de nossos Clientes e a reformulação do Seguro Vida Individual foi pensada para proporcionar cada vez mais tranquilidade e segurança aos nossos Segurados por meio de um produto completo e com benefícios essenciais para serem usufruídos em vida.” finaliza Nancy Rodrigues, Diretora de Seguros de Pessoas da Tokio Marine.

Itaú Unibanco aprimora experiência do cliente e registra alta na contratação do seguro viagem

itau seguros

Fonte: Itaú

Com o objetivo de modernizar e aprimorar a experiência dos clientes, o Itaú Unibanco implementou melhorias na jornada de contratação do seguro viagem via aplicativo. O processo foi simplificado, com uma navegação intuitiva que permite a comparação de planos e a escolha daquele que melhor atende às necessidades, tudo na palma da mão. 

Agora é possível incluir até cinco pessoas no plano, independentemente de parentesco e para múltiplos destinos, além disso, os prestadores de serviço do seguro podem ser acionados a qualquer momento via WhatsApp, seja para solicitar assistência, tirar dúvidas ou enviar feedbacks.

“Viajar é um momento de lazer e nosso objetivo é que a experiência de contratação do seguro seja uma etapa prática e positiva para que o cliente, sua família e amigos viajem em segurança e sem preocupações. Seja para uma viagem de férias, um intercâmbio ou uma viagem a negócios, queremos que o Itaú seja a escolha ideal para quem deseja aproveitar ao máximo cada momento” afirma Eduardo Domeque, diretor de Seguros do Itaú Unibanco.

Aumento na demanda por seguro viagem

Os brasileiros têm se mostrado cada vez mais atentos à segurança nas viagens, conforme indica levantamento recente feito pela CNSeg. Em fevereiro deste ano, a demanda por seguro viagem registrou aumento de 38,8%, comparado ao mesmo período de 2023, resultando em cerca de R$ 80 milhões em arrecadação.

Dados do Itaú também mostram a crescente preocupação com a proteção durante as viagens de diversos propósitos, como férias ou estudos. O banco registrou um aumento de 103% na emissão do produto em maio deste ano, se comparado ao mesmo período em 2023.

Artigo: equipes autogerenciáveis impulsionam resultados em seguros

Por Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros

O mundo corporativo em constante transformação exige novas formas de trabalho. As empresas buscam modelos de gestão horizontais, que valorizem a autonomia e o empoderamento dos colaboradores. Nesse cenário, o papel do líder se torna crucial para guiar e inspirar as equipes autônomas, impulsionando o sucesso da organização. Mas será que, na prática, é aplicável a todos os perfis?

Aqueles que desejam adotar o modelo precisam refletir sobre o estilo de liderança que praticam atualmente e o que é imperativo na empresa. Uma das principais características é criar um ambiente de confiança, estimulando a autonomia e o compartilhamento das responsabilidades. O profissional à frente deve ser um facilitador, capaz de criar uma atmosfera propícia para o desenvolvimento individual e coletivo.

Faz parte deste formato de trabalho manter equipes autogerenciáveis, capazes de realizar suas atividades com excelência, definindo as prioridades com proatividade e senso crítico. A autoridade para tomar decisões e elencar os objetivos é do próprio time. Para ser executado com efetividade, é preciso estabelecer um processo de comunicação claro, ter indicadores de desempenho e metas bem definidas, além de manter feedbacks constantes.

Adotar esse modelo de condução exige um conjunto de habilidades distintas do tradicional, com hierarquia vertical, na qual as demandas são cascateadas dos gestores C-levels aos demais colaboradores. A principal característica deste formato é a valorização das pessoas em todos os processos. Aqueles que praticam a liderança horizontal estão mais propensos a realizar e atingir os objetivos estipulados e desejados em projetos desafiadores, pois neste formato os profissionais se sentem importantes e sabem que estão contribuindo com o propósito do que estão realizando. Segundo um estudo da organização internacional SHRM, 7 a cada 10 funcionários afirmam que o empoderamento é um elemento vital para seu engajamento no trabalho.

O ambiente colaborativo proposto na hierarquia horizontal incentiva os membros a testarem ideias novas, terem menos medo de ousar e, eventualmente, errar. Quando bem executado, os benefícios são evidentes: aumento da motivação, maior produtividade, melhora na tomada de decisões, maior inovação e redução de custos, além de ampliar a flexibilidade e deixar as companhias mais ágeis de forma global. Uma pesquisa realizada pela Gallup mostra que empresas com pessoas comprometidas com o negócio tem lucratividade até 21% maior do que as demais.

A implantação dessa estratégia envolve uma mudança cultural e traz consequências a curto, médio e longo prazos. Em um ambiente corporativo que se transforma rapidamente, com a chegada de novas tecnologias; a convivência de profissionais de diversas gerações; as mudanças nos formatos de trabalho; entre outros, investir no formato vertical gera morosidade. Atualmente, lidamos com problemas tão complexos que dificilmente uma ou poucas pessoas que compõe a empresa conseguirão sozinhas achar as melhores soluções ou, quando encontram, demoram um tempo considerável. A inovação plena advém do processo coletivo de concepção, da capacidade criativa aprimorada pelo grupo.

Ao desenvolver essas habilidades e características necessárias, o líder impulsiona a prosperidade da equipe e da empresa como um todo, potencializando os resultados em um ambiente cada vez mais competitivo e dinâmico. A gestão horizontalizada, quando implementada com as devidas reflexões e adaptações, é um salto para o sucesso da organização, impulsionando o engajamento, a produtividade e a inovação.

Moody’s confirma rating da Fator Seguradora

Fonte: Fator

A Moody’s, uma das mais importantes agências internacionais de classificação de risco de crédito do mundo, apresentou o relatório do rating da Fator Seguradora para 2024.  Ao atribuir a nota A-.br, a Moody’s manteve a visão positiva a respeito da estratégia da Fator Seguradora.

O rating de força financeira de A-.br da Fator Seguradora reflete a sua boa diversificação do portfólio de produtos, a adequada qualidade de ativos, os fortes níveis de capital e as práticas conservadoras de constituição de reservas.

“Nosso objetivo é sempre crescer. Mas não crescer a qualquer custo. Temos que crescer observando práticas conservadoras na avaliação de riscos, no provisionamento de sinistros e na gestão de nossos ativos financeiros. Sempre analisamos a possibilidade de lançar novos produtos, a depender de um “business case” detalhado que faça sentido. Nosso principal ativo, razão essencial de nosso sucesso, são as pessoas que colaboram para nosso crescimento. Temos a convicção de que profissionais de alta qualidade fazem sempre a diferença”, afirma Luís Eduardo Assis, CEO da Fator Seguradora. 

Assis comenta também sobre a relação com os resseguradores no desempenho da companhia: “A relação com os resseguradores é absolutamente crítica para a Fator Seguradora. Temos com eles uma relação fiduciária. Eles nos atribuem a tarefa de selecionar riscos da melhor maneira possível, riscos que serão em seguida compartilhados com eles. São nossos parceiros para o longo prazo. Trata-se de uma relação de confiança mútua, sem a qual nosso crescimento não teria sido possível”. 

Destaques 

Em 2023, a Fator Seguradora reportou um lucro líquido de R$ 27 milhões, uma expansão de 19% no comparativo anual. O resultado foi impactado pelo avanço da operação, com aumento dos prêmios emitidos, bem como pelo resultado financeiro, que totalizou R$50 milhões, 23% acima do ano anterior. O retorno sobre o capital foi de 15,3%, acima da média de 6,3% nos últimos cinco anos.

Foco no Massificado

Assis comenta que uma das estratégias da Fator Seguradora é ampliar a presença nos produtos massificados, pelo canal digital da companhia, o fatorconnect, lançado há três anos. “O fatorconnect sintetiza nossa estratégia em buscar uma menor dependência em relação às grandes apólices. Sua participação ainda é pequena, mas seu ritmo de crescimento gira em torno de 50% ao ano. Produtos massificados têm uma importância estratégica para nós, uma vez que representam riscos mais pulverizados, renováveis, com maior retenção e potencialmente com maior rentabilidade. Mas a dinâmica desse mercado é diversa e exige iniciativas específicas”.  

Alper inaugura filial em Guarulhos em busca de diversificação de oportunidades

Fonte: Alper

Após anunciar duas novas aquisições em junho, a Alper Seguros segue em processo de expansão e inaugura uma nova filial em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, mas que atenderá toda a região até o Vale do Paraíba. Esta expansão faz parte do plano estratégico de crescer organicamente e estar mais próxima dos seus clientes, reforçando o compromisso de consolidar sua presença no mercado regional. A inauguração ocorreu na noite do último dia 03 de julho, às 19h.

Alexandre Bonifacio Boccia, vice-presidente de filiais da Alper, destaca que a unidade é o 22º escritório da Alper em todo o Brasil, atendendo mais de 15 mil empresas em sua carteira e totalizando mais de mil colaboradores. Boccia aponta que a cidade “é um mercado prioritário para a Alper por conta da diversidade de oportunidades”, com alto potencial para seguros de transportes, podendo ir além nos segmentos de saúde e riscos corporativos, o que também representa uma excelente oportunidade para se aproximar das regiões vizinhas e do Vale do Paraíba.

“Esta inauguração representa uma oportunidade única de estreitar laços com as empresas regionais e oferecer nossos serviços de excelência. Estamos ansiosos para compartilhar nossas novidades e diferenciais”, destaca o executivo.

A Alper Seguros é amplamente reconhecida como uma corretora consolidadora, por meio de fusões e aquisições no mercado brasileiro. No entanto, a nova unidade reforça a estratégia da companhia de crescimento orgânico, ampliando sua capacidade de atendimento e praças onde atua.

“A nova filial chega para trabalhar uma área que já conta com clientes da Alper, mas tem alto potencial para geração de novos negócios. Estou animado com o desafio e por fazer parte de um projeto tão importante de crescimento orgânico da companhia. Temos também uma equipe completa para atuação em todos os ramos”, explica Felipe Carvalho, diretor da filial.