Por meio da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, e visando reforçar seu compromisso com a redução do impacto ambiental, a Yelum Seguradora, nova marca do Grupo HDI que veio para dar continuidade ao legado da Liberty Seguros, é a principal patrocinadora do Festival Paredes Vivas. O evento é organizado pela Parede Viva (@paredeviva), iniciativa sociocultural que acredita na arte urbana como uma ferramenta para aproximar as pessoas dos ambientes, com apoio da Rede Nacional de Brigadas Voluntárias (RNBV) e da Mina Cultural.
A edição de 2024 do festival tem como tema central “Cinzas da Floresta” (@cinzasdafloresta) e, com o intuito de representar cada um dos biomas brasileiros, teve início na cidade de Campo Grande (MS) e passará também por Belém (PA), Fortaleza (CE), Goiânia (GO) e São Paulo (SP). O objetivo da ação é incentivar a conscientização socioambiental por meio da pintura de empenas de prédios, com tinta produzida a partir das cinzas das queimadas da Amazônia, do Cerrado, da Mata Atlântica e do Pantanal, coletadas pelo grafiteiro e fundador da Parede Viva, Mundano.
De Campo Grande para outras capitais do Brasil
O município de Campo Grande, primeira parada do festival, ganhou um mural de 114,4 m², também pintado com as tintas resultantes da coleta de cinzas das queimadas de florestas brasileiras, feito por Victor Macaulin, artista visual sul-matogrossense. A obra fica em um prédio residencial de moradia popular, localizado no bairro Aero Rancho, terceiro mais populoso da cidade.
Além das pinturas em algumas das principais capitais brasileiras, o movimento cultural oferece oficinas de atividades artísticas e educacionais em todas as cidades por onde passa, direcionadas a alunos de escolas públicas, com a articulação de artistas locais para a realização de murais colaborativos. No caso de Campo Grande, quem realizou a oficina foi a artista Alice Hellmann.
As atividades acontecem em três etapas: a primeira é a exibição do filme “Cinzas da Floresta”, que acompanha a viagem de Mundano pelas florestas brasileiras em chamas, com o objetivo de coletar as cinzas para a produção das tintas. Depois, é promovido um debate e uma oficina de pintura para os alunos das escolas. Por fim, os estudantes fazem uma visita à empena do prédio em que foi feita a obra do artista local.
As perdas com pagamentos de indenizações com a tragédia no Rio Grande do Sul interromperam a alta do lucro das seguradoras observada há anos. No passado recente, apenas a pandemia e a marcação a mercado de títulos mobiliários tinham impactado o ganho das companhias de seguros. De janeiro a maio deste ano, o ganho informado à Superintendência de Seguros Privados (Susep) foi de R$ 11,3 bilhões, ligeiramente inferior aos R$ 11,4 bilhões do mesmo período do ano anterior.
Apesar da sutileza do recuo nos cinco primeiros meses deste ano, de apenas 0,7%, ele estanca um aumento que vinha na casa dos dois dígitos há tempos, conforme estudo da Siscorp. Com a Covid-19, o setor registrou baixa no lucro líquido por dois anos. Em 2019, o lucro foi de R$ 17,9 bilhões. Em 2020, R$ 14,4 bilhões. Em 2021, R$ 8,3 bilhões, tendo como pano de fundo a Covid-19, que gerou indenizações acima de R$ 7 bilhões.
Em 2022, o lucro avançou 118%, para R$ 18,1 bilhões. Além de comparado a uma base sofrida, foi impulsionado pelos ganhos operacionais com a digitalização, incrementada pelas seguradoras aos tempos de homeoffice, e a alta dos juros. Em 2023, o lucro líquido avançou 65,7%, para R$ 29,9 bilhões.
A arrecadação do setor de seguros no Brasil de 2019 a 2023 foi marcada por um crescimento constante: 2019, R$ 270 bilhões; 2020, R$ 306 bilhões; 2021, R$ 357 bilhões; 2022, R$ 356 bilhões; e 2023, R$ 388 bilhões, sem considerar o segmento de saúde.
A queda do lucro em 2024 deverá ser mais evidente nos meses de junho e julho, quando se espera o anúncio de um volume maior de indenizações pagas aos clientes com perdas no Sul. De acordo com a CNseg, confederação das seguradoras, a expectativa de indenizações solicitadas pelos segurados com as perdas no Rio Grande do Sul é de R$ 3,88 bilhões considerando-se 48,8 mil pedidos, segundo dados divulgados no relatório até o dia 18 de junho. Esse valor significa apenas os “sinistros avisados”. Depois da regulação das perdas pelos reguladores de sinistros próprios ou contratados pelas seguradoras, o número pode avançar ou recuar. A expectativa da CNseg é de avanço deste valor, com a chegada de novos avisos no decorrer dos meses.
Fora isso, apenas não houver novos imprevistos as seguradoras devem encerrar o ano com lucro em alta, uma vez que a Selic, que remunera praticamente a totalidade da carteira de investimentos do setor, estimada em mais de R$ 1,5 trilhão, se mantém em alta. A longa duração dos títulos do governo em carteira também garante um ganho financeiro significativo em 2025, mesmo que as taxas de juros recuem.
De acordo com o ranking de lucro líquido elaborado pela consultoria Siscorp, a disputa pela liderança segue entre a BB Seguros, que reúne as empresas de seguridade do Banco do Brasil, e o grupo Bradesco Seguros, empatadas com R$ 2,2 bilhões. Apenas cerca de R$ 60 milhões separam a primeira da segunda colocada. No entanto, como as indenizações a serem pagas pela tragédia do Sul, é possível que Bradesco volte ao topo no balanço do primeiro semestre, diante da liderança do segmento em seguro rural da BB Seguridade.
Analistas de bancos já começam a calcular as perdas das seguradoras com as indenizações pagas pelas perdas no Sul, que ainda estão apenas começando a ser lançadas nos balanços. De olho no índice de sinistralidade, o Bradesco BBI informou em seu relatório sobre o setor que o seguro de vida foi o único que não mostrou um aumento acentuado na taxa de sinistralidade, com os segmentos habitacional e rural sendo os maiores destaques negativos.
A Caixa Seguridade é mais exposta no segundo de seguro habitacional, a BrasilSeg em seguro rural e a Porto em seguro automóvel, três linhas mais afetadas. De acordo com o BBI, Brasilseg e Porto mostraram deteriorações nas margens de subscrição de 5,4 pontos percentuais (pp) e 4,1 pp, para 38% e 21%, respectivamente.
A Caixa Seguridade informou que estima um potencial impacto negativo de R$ 342,2 milhões relacionado ao provisionamento de sinistros de seguro prestamista de sua investida XS1, o que deve se traduzir em um impacto negativo de R$ 123,2 milhões relacionado ao resultado de equivalência patrimonial do 2T24.
Segundo o documento, a XS1, que detém ações das seguradoras XS2 e Caixa Vida e Previdência, recebeu da Caixa Econômica Federal um banco de dados contendo uma lista de pessoas falecidas que figuravam como titulares de contratos de crédito, resultando assim no provisionamento dos sinistros do seguro prestamista entre maio e junho de 2024. A Caixa Seguridade informou ainda que o pagamento aos beneficiários desses contratos ainda estará sujeito à apresentação dos documentos exigidos em até 180 dias, sendo que, ao final deste período, essas provisões poderão ser baixadas e revertidas, embora ainda possam ser reabertas dependendo dos prazos legais, relatou o Infomoney em reportagem.
Já o Itaú BBA destaca que o índice de sinistralidade geral do BB Seguridade aumentou em 31 pontos percentuais na base anual para 53%, impulsionado por aumentos acentuados nas linhas de Hipoteca e Rural, impactados pelas enchentes no sul do Brasil. Em maio, todas as principais linhas de seguros da seguradora mostraram uma diminuição anual nos prêmios emitidos. Por enquanto, o desempenho no trimestre em termos de prêmios sugere um desvio de mais de 10% em relação às estimativas do BBA.
A Genial Investimentos comenta que a Porto apresentou uma deterioração significativa do índice de sinistralidade, chegando a 63% no mês. No entanto, a piora na sinistralidade da empresa é bem inferior aos pares mais expostos as regiões afetadas como a HDI, que apresentou uma sinistralidade de 95,6%.
Além da piora na sinistralidade, a Genial destaca que a Porto apresentou um fraco desempenho nos prêmios emitidos que ficaram estáveis na comparação anual (-0,1%), levando a uma perda de participação de mercado de 0,3 pp na base anual. Segundo estimativas, esse evento irá resultar em um impacto de aproximadamente R$ 94 milhões no lucro da Porto em 2024, representando cerca de 4% das estimativas para o lucro do ano. Apesar da queda na estimativa de lucro, a Genial reiterou recomendação de compra e preço-alvo de R$ 35.
O BBA destaca que o índice de sinistralidade diminuiu 20 pontos percentuais na base para 35%. Segundo o BBA, apesar do impacto das enchentes nas linhas de Auto, Residencial e corporativas, a empresa mais do que compensou isso com uma reversão nas provisões no seguro de Vida e Vida de Crédito, ambos mostrando um índice de sinistralidade negativo de 23%.
“O lucro líquido de maio foi afetado por sinistralidades mais altas na operação de automóveis, enquanto Vida e Previdência, apesar de um índice de sinistralidade mais baixo, ainda viu uma queda na base anual devido a maiores reversões no ano anterior”, explica BBA. Os números do trimestre até a data mostram uma queda de 34% no lucro da operação de automóveis e uma queda de 26% na operação de Vida e Previdência.
O Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer ao cidadão um serviço de consulta online de todos os tipos de seguros e apólices comercializadas no país, trazendo mais transparência e segurança aos proprietários de apólices. O Sistema de Registro de Operações, ou SRO, é uma iniciativa da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O assunto foi tema de um painel na Insurtech Brasil 2024, em São Paulo.
Lançado em 2023, o Sistema de Consulta de Seguros do SRO caminha a passos largos para incluir, em seu escopo, todos os tipos de seguros. “Ele é um dos únicos sistemas de registros de seguros do mundo que reunirá todas as informações sobre o tema e poderá ser consultado pela população. Existem outros sistemas, em outros países, mas nenhum tem essa pretensão. Podemos dizer que somos pioneiros”, afirma o coordenador-geral na Susep, Cristiano Cesário, que participou da mesa de debate sobre o assunto.
O SRO é um projeto que moderniza o envio de dados do mercado supervisionado à SUSEP, através de registradoras de operações de seguros, previdência complementar aberta e capitalização, permitindo que o regulador controle e fiscalize as operações realizadas no mercado. É por meio do SRO, por exemplo, que qualquer cidadão portador de seguro em um ramo registrável pode ter acesso às informações de sua apólice, consultando o Sistema de Consulta de Seguros da SUSEP com sua conta gov.br. Atualmente, apenas os seguros de danos e pessoas em regime financeiro de repartição simples devem ser registrados no SRO.
Para Cesário, o objetivo do SRO é disponibilizar um repositório centralizado de informações com as principais operações do mercado de seguros para que a Susep possa melhorar sua atuação. “Eles servirão para que a Susep possa dar respostas mais céleres às demandas não só de órgãos de controle, como de toda a sociedade”, disse.
O CTO da CSD BR, Daniel Polano, também integrou a mesa de discussão sobre o tema durante o Insurtech Brasil 2024. Ele destacou que o SRO ajudou a digitalizar as seguradoras desde seu lançamento. “As empresas têm diferentes níveis de maturidade tecnológica. Em alguns casos, tivemos que criar a tecnologia para ‘ler’ arquivos PDFs, por exemplo. Então, o SRO está acelerando esse processo de transformação digital e padronização das seguradoras”, reforça.
Polano contou que a CSD BR participou das discussões para a implementação do SRO e explicou que um dos maiores desafios foi uniformizar as informações que deveriam ser enviadas pelas seguradoras para as registradoras, como a CSD BR. “Hoje, podemos dizer que o mercado está muito mais maduro, tanto as registradoras e seguradoras quanto a Susep, que tem escutado as demandas do mercado e colaborado para essa construção”, continua.
O CTO também destacou que a padronização das informações facilita uma das inovações trazidas ao SRO, a portabilidade, que permitirá que as seguradoras mudem de registradoras mais facilmente.
Luiz Gustavo Anastácio, Associate Partner do BTG Pactual, também presente no debate, explicou que, por parte das seguradoras, o trabalho é intenso há alguns anos para o registro dos produtos no SRO. “A gente se dedicou para fazer essa integração desde o início. E é ótimo porque a gente traz as seguradoras para um nível de maturidade digital histórico”, afirmou.
Anastácio disse, ainda, que os primeiros produtos exigiram uma demanda de trabalho maior para serem registrados, contudo, com o passar do tempo, os passos seguintes ficaram facilitados. “Hoje a gente consegue fazer esse trabalho com mais automação e menos recursos”, finalizou.
Consulta Pública Como o projeto está evoluindo, no último dia 2 de julho, a SUSEP abriu uma consulta pública para que as empresas do setor enviem propostas para alterar o escopo de dados que devem ser enviados ao órgão regulador. A CP nº 08/2024 ficará aberta até 2 de agosto para o recebimento de sugestões.
A Insurtech Brasil 2024 foi realizada no dia 3 de julho, na Amcham Brasil, em São Paulo, e é um dos eventos mais relevantes para o mercado segurador brasileiro.
A Austral Seguradora bateu a marca de R$ 1 bilhão de prêmios emitidos no segmento de Riscos de Petróleo, com a entrada de três novas apólices em favor da Petrobras que viabilizarão a construção das unidades P-80, 82 e 83. As novas plataformas da empresa estão sendo construídas em Singapura e vão integrar o Campo de Búzios, no Rio de Janeiro, que concentra o maior volume de óleo e gás em águas profundas do mundo. O supercampo do Pré Sal vai representar 37% da produção da Petrobras, algo em torno de 2 milhões de barris por dia.
Narely Nicolau de Paula, gerente de Riscos de Petróleo da Austral Seguradora, destaca a complexidade e relevância dos projetos segurados nas Apólices emitidas: “Ficamos orgulhosos de garantir a cobertura de projetos desta magnitude por serem o marco de uma nova era de plataformas mais sustentáveis, capazes de convergir soluções de baixo carbono com maior capacidade de produção. É importante entender o seguro como uma estratégia fundamental para viabilizar o desenvolvimento de novos horizontes para a Indústria.” comenta a executiva.
Para Simon Zelenoy, diretor Executivo de Resseguros de Energy na Aon, líder global em serviços profissionais, que integralizou o resseguro, a emissão desta apólice foi feita em uma colocação de quase a capacidade total do mercado de Energia, um feito inédito: “Estamos falando de uma apólice bem pulverizada, painel diverso de resseguradores e apoio de parceiros, com a expertise dos escritórios da Aon no Brasil, Londres e China para tornar essa colocação possível”.
A Schroders Capital lançou um projeto-piloto de tokenização para investir em títulos vinculados a seguros (ILS). Este projeto foi o resultado de mais de um ano de colaboração entre a Schroders, a Hannover Re e o i.AM Innovation Lab, sob a supervisão da Comissão de Serviços Financeiros de Guernsey (GFSC). A divisão especializada em mercados privados da Schroders diz que “este projeto-piloto inovador de tokenização foi projetado para melhorar a forma como os investimentos em títulos vinculados a seguros (ILS) são investidos e geridos”.
O conceito foi uma colaboração com a empresa global de resseguros, Hannover Re, explica a gestora de ativos britânica. A iniciativa com a Hannover Re, que foi testada pela Schroders apenas internamente, “permitiu com sucesso que contratos de resseguro fossem tokenizados e negociados numa plataforma pública de blockchain usando contratos inteligentes”, informa o portal português Sapo.
A iniciativa com a Hannover Re, que foi testada pela Schroders apenas internamente, “permitiu com sucesso que contratos de resseguro fossem tokenizados e negociados numa plataforma pública de blockchain usando contratos inteligentes”, avança a sociedade gestora.
“Cada token representa uma participação numa carteira de contratos de resseguro, demonstrando como os fundos ILS podem investir através de um ecossistema digital no futuro”, acrescenta.
“A tokenização destes contratos, com a supervisão consistente de profissionais de investimento, permitiu que muitos processos demorados fossem automatizados. Por exemplo, o projeto piloto conseguiu simplificar o processo de investimento, automatizando subscrições e reduzindo os tempos de liquidação”, revela a gestora de ativos.
Além disso, através da integração de fontes de dados sobre seguros contra catástrofes nos contratos inteligentes, os pagamentos ao destinatário apropriado são automaticamente ativados se ocorrerem desastres naturais específicos, como furacões nos EUA ou terramotos, ou tempestades na Europa.
O projeto-piloto “enquadra-se no compromisso do Grupo Schroders com a inovação e liderança em ativos digitais, após ter aderido no ano passado ao Project Guardian da Autoridade Monetária de Singapura e participado na primeira emissão de GBP Digital Bond pelo Banco Europeu de Investimento”, refere a empresa em comunicado.
A Schroders diz que o projeto piloto “também demonstrou o potencial para uma experiência melhorada do cliente, aumentando a acessibilidade, ao permitir que os tokens sejam mantidos nas carteiras digitais dos investidores, juntamente com os seus outros investimentos digitais”.
A utilização de uma blockchain pública aumentou a transparência, permitindo ainda a aplicação de governance e controlos apropriados, adianta.
No início deste ano, a Schroders Capital anunciou que a sua equipa de ILS está agora a gerir mais de 5 mil milhões de dólares em fundos à medida que a procura dos clientes continua a crescer.
A equipa de ILS faz parte do negócio de Dívida Privada e Alternativas de Crédito (PDCA) da Schroders Capital, que foi lançado no ano passado e gere mais de 30 mil milhões de dólares em ativos.
Stephan Ruoff, Co-Head of Private Debt and Credit Alternatives, da Schroders Capital, defende que “o sucesso deste piloto demonstra o imenso potencial para melhorar a transparência, simplificar processos de investimento e melhorar a experiência do cliente no setor de resseguros. Abre caminho para um ecossistema digital mais interconectado e eficiente.”
Durante a 7ª edição do Insurtech Brasil realizada na semana passada, Patricia Fumagalli, Chief Digital Officer (CDO) da Alper Seguros, e Wilson Leal, Diretor Executivo da Seguros Unimed, lideraram uma discussão crucial sobre como a utilização de dados e novas tecnologias estão transformando o setor de seguro saúde. A executiva destacou a importância da tecnologia na comodidade e na gestão personalizada dos planos, destacando iniciativas da Alper nesse processo.
Para Patrícia, os serviços inovadores oferecidos pela Alper Seguros (como o Dr. Alper – uma plataforma pioneira de telemedicina lançada antes da pandemia), são exemplos de como a tecnologia pode ser aplicada para oferecer soluções e proporcionar um acompanhamento personalizado e sustentável para todo o ecossistema de saúde. Ela enfatizou que a alta taxa de retenção de clientes da Alper Seguros é um indicativo da eficácia de seus serviços. “Quanto mais informações conseguimos apurar, mais reduzimos a sinistralidade, impactando diretamente nossos resultados. A taxa de resolutividade ultrapassa 90% nos atendimentos via Dr. Alper”, revelou. Os dados coletados com o aplicativo são usados para acompanhar de perto os benefíciários, oferecendo uma melhor gestão de saúde, e ajudar as empresas a reduzir a sinistralidade em 8% a 15%.
Na visão dos especialistas, as tecnologias inovadoras permitem um acompanhamento preventivo, essencial para uma gestão eficiente da saúde. Isso, aliado a uma estratégia de conscientização via marketing e a um time qualificado de especialistas para oferecer suporte assertivo aos beneficiários resulta no cenário ganha-ganha, com benefícios para os usuários e para os operadores.
Wilson Leal, Diretor Executivo da Seguros Unimed, complementou a discussão destacando a importância de uma estrutura de governança sobre dados dentro das empresas. “Precisamos quebrar a cultura de que o dado não é de ninguém. O dado é de todos e deve ser utilizado de forma integrada”, disse Leal. Ele também mencionou a importância de adotar abordagens modernas para a gestão de dados ao sugerir a adoção de uma abordagem mais moderna sobre lake de dados.
Durante a discussão, Wilson também abordou a questão da sustentabilidade no setor de saúde suplementar, apontando a importância de uma boa subscrição para evitar fraudes. “A utilização de tecnologia e inteligência é crucial. Estamos desenvolvendo análises documentais inteiramente através de machine learning, em parceria com bureaus de dados, para garantir a estabilidade do setor”, explicou. Em complemento, Patrícia destacou que o uso de dados é central para qualquer organização moderna: “A interoperabilidade de dados certamente ajudará a revolucionar a indústria de saúde”.
A Tokio Marine lança nessa quarta-feira, 10, o Seguro Funeral +, uma solução completa desenvolvida para apoiar os Segurados e suas famílias em um dos momentos mais delicados da vida.
Além de oferecer assistência completa para realização do funeral, o produto é o único do mercado que oferece, por meio de uma plataforma digital, o serviço de orientação especializada para simulação dos custos do inventário e da elaboração da minuta de testamento Vital e Patrimonial, facilitando a partilha e reduzindo os gastos com esses processos.
“A perda de um ente querido, além do impacto emocional para a família, traz imprevistos financeiros no orçamento que podem dificultar ainda mais a etapa do luto. Nosso objetivo com o Seguro Funeral + Tokio Marine é oferecer a melhor opção do mercado, com benefícios inéditos que, além de prestar auxílio financeiro, também reduzam a burocracia que envolve esse processo.” declara Nancy Rodrigues, Diretora de Seguros de Pessoas da Tokio Marine.
Com valor acessível, contratação simplificada e 100% digital, o produto oferece também a cobertura para aquisição de jazigo e indenização por morte, que pode ser utilizada como auxílio financeiro para ajudar os beneficiários do Seguro a organizarem outras despesas.
“O Seguro Funeral+ Tokio Marine foi customizado para atender não apenas os Segurados, mas também os Corretores e Assessorias em todas as regiões do Brasil, uma vez que o Corretor pode realizar as cotações diretamente no Portal ou inserir o link do cotador em seu site e mídias sociais, facilitando o acesso do cliente, além de trazer mais oportunidade de cross selling para esses Parceiros de Negócios.” finaliza Nancy.
O Instituto Porto, uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, proporcionou uma experiência cultural única para mais de 150 crianças vinculadas ao projeto, na última quinta-feira (4). As crianças foram convidadas a assistir ao espetáculo Cirque du Soleil – CRYSTAL antes de sua estreia na cidade de São Paulo. A apresentação, que é inédita no Brasil, e a primeira experiência acrobática do grupo no gelo, já passou pelo Rio de Janeiro e chega ao Parque Villa Lobos no mês de julho, onde permanecerá até o dia 6 de outubro.
Desde a saída do Instituto até os momentos finais da apresentação no Parque, as crianças demonstraram empolgação e ficaram encantadas com as acrobacias, músicas e cenários. “As crianças tiveram uma oportunidade única de vivenciar toda a experiência do Cirque du Soleil, um espetáculo incrível que com certeza ficará marcado na memória delas”, comenta Mirian Mesquita, Gerente do Instituto Porto.
O Instituto, que tem como principal mantenedora a Porto, foi fundado em 2005, fica localizado na região central de São Paulo e tem como objetivo potencializar o desenvolvimento de projetos socioambientais e culturais na região. Atende crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, e apoia no complemento das atividades do ensino escolar com aulas de reforço, inglês, atividades socioeducativas, pedagógicas e artísticas, além de atendimento psicológico e campanhas médicas e odontológicas.
Durante o mês de junho, no Rio de Janeiro, a Porto também realizou uma ação especial disponibilizando ingressos para a organização Voz das Comunidades. A iniciativa permitiu que jovens participantes de projetos sociais no Complexo do Alemão tivessem a oportunidade de assistir ao espetáculo. Para muitos desses jovens, foi a primeira experiência em um circo, onde se encantaram com a magia da apresentação.
A Chubb Limited anunciou hoje mudanças na estrutura e liderança da sua operação na América Latina. Para melhor servir aos clientes e parceiros de distribuição e aproveitar ao máximo as futuras oportunidades de crescimento em toda a América Latina, a empresa reorganizou a região em três sub-regiões: América Latina Norte, América Latina Sul e Brasil, e nomeou os seguintes líderes para cada território.
Leandro Martinez, Presidente da Chubb Brasil, manterá as suas responsabilidades por este importante mercado. Diego Sosa, atual Presidente da Chubb México, amplia suas responsabilidades para assumir a América Latina Norte. Além de manter suas responsabilidades atuais, Sosa irá liderar a sub-região que inclui América Central, Panamá e Porto Rico. A Presidente dessas geografias passa a reportar-se a Sosa.
Mario Romanelli, atual Presidente da Chubb Chile e líder da região andina, amplia suas responsabilidades para assumir a América Latina Sul. Além de manter suas responsabilidades atuais, Mario irá liderar a sub-região que inclui Chile, Argentina, Equador, Colômbia e Peru. Edwin Astudillo (Presidente da Chubb Equador) e Fabio Cabral (Presidente da Chubb Colômbia) passam a se reportar a Romanelli.
Sosa, Romanelli e Martinez continuarão a se reportar a Federico Spagnoli, Presidente Regional, Chubb América Latina e Presidente de Linhas de Consumo da Divisão Internacional da Chubb Seguros.
“Nossa nova estrutura regional, com suas três sub-regiões, reconhece o crescimento e o sucesso que experimentamos na região e nos permitirá trazer as capacidades da Chubb com maior foco e qualidade de serviço para nossos clientes e parceiros de negócio”, disse Spagnoli. “Diego, Mario e Leandro são líderes reconhecidos na Chubb. Cada um desses executivos irá liderar um território de grande importância e cheio de oportunidades para a empresa. Tenho grande confiança em seu sucesso futuro”.
Incêndios domésticos estão cada vez mais comuns. Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Brasil teve 86.180 registros de combate a incêndios nos primeiros cinco meses do ano. A quantidade equivale a 567 registros por dia. Um incêndio de grandes proporções causa prejuízos imensuráveis. Neste cenário, um Seguro Residencial de qualidade é essencial para prevenir e mitigar seus efeitos.
Pensando em tornar a aquisição de um Seguro Residencial mais ágil e fácil, a Bradesco Seguros, em conjunto com o Bradesco Expresso, acaba de lançar o Bradesco Microsseguro Residencial. Comercializado inicialmente em 60 pontos autorizados, mas muito em breve nos mais de 38 mil estabelecimentos comerciais que atuam em parceria com o Bradesco Expresso, o produto traz praticidade para o cliente e busca uma maior democratização do acesso ao seguro residencial, visando levar proteção para ainda mais pessoas de todas as faixas de renda, afinal todos os brasileiros podem agora ter um seguro da sua residência.
“O Bradesco Microsseguro Residencial é um seguro pré-formatado, com cinco planos disponíveis, com coberturas fixas já definidas, vigência de três anos e valores a partir de R$ 13,99 mensais”, explica a Superintendente de Ramos Elementares da Companhia, Raquel Cerqueira. O produto inclui cobertura para incêndio, vendaval, roubo e responsabilidade civil familiar, serviços de assistência dia e noite como chaveiro, eletricista, encanador e vidraceiro, além de sorteios mensais de capitalização no valor de R$ 5 mil reais. O produto é válido para residências habituais e de veraneio, casas e apartamentos.
“Oferecemos esse e outros produtos financeiros nestes correspondentes buscando sempre trazer praticidade e conveniência para clientes”, destaca o Superintendente do Bradesco Expresso, Welder Coelho de Oliveira.
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