Auto Compara muda portal e foca prioridades do consumidor ao contratar seguro do carro

denis ferro santander

O Auto Compara, corretora multicanal do Santander Brasil, colocou no ar, hoje, uma tela de resultados de buscas revela as seis principais características de cada uma das ofertas apresentadas. O objetivo é que o dono do veículo tenha uma visão completa ao comparar as propostas que cada seguradora oferece.

A corretora é parceira das maiores companhias de seguros do país: Allianz, Aliro, Azul, HDI, Mapfre, Porto Seguro, Santander Auto, Tokio Marine, Yelum (antiga Liberty) e Zurich. A corretora multicanal atende, em média, 100 mil clientes por mês, por meio do site do Auto Compara e agências do Santander.

Para incrementar os resultados da busca pelo seguro ideal, o Auto Compara realizou diversos estudos, análises de dados e testes de uso do comportamento de cada usuário na jornada de contratação de um seguro auto. O levantamento se baseia nos últimos quatro anos de histórico. E para complementar, a corretora também promoveu pesquisas qualitativas e quantitativas com gerentes de agências do Banco de todo o país.

“Temos no Auto Compara mais de 2 milhões de acessos por ano. A base é muito grande, o que nos dá legitimidade para saber o que o cliente mais busca e prioriza ao escolher o produto ideal para o seu bem”, afirma Denis Ferro, senior head de Seguros do Santander Brasil, em nota divulgada.

O executivo destaca que, embora o valor do seguro já tivesse local de destaque no resultado das buscas nos canais da corretora, o preço não é o único fator que influencia a decisão dos consumidores. “Como em toda decisão de compra, o cliente faz uma análise de custo e benefício. Porém, no caso do seguro, observamos que alguns itens fazem de fato a diferença na hora de bater o martelo”, explica.

Neste sentido, o Auto Compara identificou seis condições que o cliente prioriza ao escolher o seguro, que vão desde o pagamento de 100% da tabela FIPE pela seguradora em caso de roubo, furto ou perda total em decorrência de colisão, até a modalidade e o valor da franquia, além da cobertura para terceiros.

“Não é só uma nova tela. É um resumo de tudo que queremos entregar em experiência e soluções para o cliente. O Auto Compara nasceu e cresceu com um propósito: ser claro, rápido e seguro, com absoluta imparcialidade que dê ao cliente total liberdade de escolha. Para isso, a transparência dos resultados das buscas deve ser total”, completa Rogério Ferreira de Souza, CEO do Auto Compara no Brasil.

O que o dono do carro quer de um seguro?

1º lugar: cobertura em casos de colisão do veículo

2º lugar: percentual de indenização, referenciado na tabela FIPE, em caso de perda total, roubo ou furto do veículo

3º lugar: valor da franquia caso precise acionar o seguro

4º lugar: carro reserva para período que o veículo ficar na oficina

5º lugar: limite de quilometragem dos serviços de remoção do veículo em caso de pane ou acidente

6º lugar: cobertura para veículos de terceiros

Regiane Calvo assume como gerente de subscrição do seguro garantia da ESSOR

Fonte: Essor

Atuando no mercado de seguro garantia há mais de 20 anos, Regiane Calvo ao assumir o cargo na ESSOR, quer contribuir para que ele siga diversificando. “Em suas modalidades e coberturas, de modo a acompanhar as plurais e mais inovadoras tendências do mercado, como por exemplo, os contratos digitais, a inteligência artificial, os pequenos negócios e prestadores de serviços que cada vez mais se fazem presentes e fortificam modelos criativos de negócios da economia”, afirma Regiane. 

Formada em Administração – Gestão Empresarial, possui especialização em Project Finance pela Saint Paul Escola de Negócios, e Direito do Seguro e Resseguro pela Fundação Getúlio Vargas. Em sua trajetória, Regiane integrou o quadro de grandes companhias do setor e acompanhou importantes marcos do seguro garantia, como as principais mudanças legislativas e a evolução dos produtos, bem como o seu papel decisivo nas concessões, nas parcerias públicas-privadas, nos grandes projetos imobiliários, portuários e aeroportuários, nas inovações do judiciário e na abertura do mercado ressegurador do país. 

Para ela, o seguro garantia é uma importante ferramenta estratégica financeira para melhor administração de custos operacionais e do patrimônio. “Representa a confiança e a convicção de que um negócio ou uma obrigação será cumprida. Com isso, sua força jurídica tem a função de proteger segurados de possíveis prejuízos e frustações causados pelo descumprimento de um negócio ou processo. Ele se estende às relações públicas, administrativas e privadas. E não somente para os Segurados, mas também aos Tomadores”, declara Regiane.

Entre os diferenciais do produto da ESSOR em relação a concorrência, a executiva destaca a plataforma digital personalizada que com a tecnologia de forma autônoma, oferece suporte necessário para o corretor parceiro apresentar com agilidade e qualidade as melhores soluções aos clientes. “Contamos com uma equipe qualificada em parceria com a OnPoint, que atua desde a subscrição, realizando a avaliação técnica dos contratos, a análise das demonstrações financeiras, bem como monitoramento e atualizações regulatórias, proporcionando aos nossos clientes um processo transparente e ágil, que nos permite praticar condições personalizadas e competitivas”. 

Regiane prevê como modalidades destaques do seguro garantia, além, da liderança do seguro garantia judicial, para os próximos anos, um significativo aumento das modalidades relacionadas aos projetos e obras a serem realizados para o cumprimento do chamado “Marco do Saneamento”.  “Modalidades de prestação de serviços, fornecimento de materiais e execução de obras, além das concessões ligadas a essas operações”, finaliza. 

Seguro Aeronáutico em alta: produto avança 28,1% em 2024

Carlos Polizio MAPFRE

Em um cenário em que a aviação exerce um papel crucial na conectividade global e na eficiência das operações de transporte, o Seguro Aeronáutico se destaca como uma peça fundamental para garantir a segurança das atividades aéreas. Não à toa, no primeiro semestre de 2024, o grupo aeronáutico, que congrega o Satélite, Responsabilidade Civil Hangar, Aeronáutico Cascos, Responsabilidade Civil Facultativo e Responsabilidade Civil do Explorador ou Transportador Aéreo (RETA), arrecadou cerca de R$ 607,7 milhões, alta de 28,1% sobre o primeiro semestre de 2023. Em indenizações, foram pagos R$ 262,6 milhões, avanço de 57,0%.

No ramo aeronáutico, um produto de natureza obrigatória e voltado para a proteção das vítimas de acidentes aéreos, tem ganhado destaque. O RETA, também conhecido como “DPVAT dos ares”, cobre danos causados a terceiros, incluindo materiais e os custos de proteção a vítimas de acidentes aeronáuticos. As indenizações vão até R$ 103 mil por pessoa e até R$ 205 mil para danos materiais em solo, de acordo com as normas atualmente em vigor. Somente nos primeiros seis meses do ano, este produto pagou mais de R$ 4 milhões às vítimas. Já a arrecadação passou de R$ 9,9 milhões para R$ 10,3 milhões, avançando 4,3% na comparação dos semestres. 

O coordenador da subcomissão de Seguros Aeronáuticos da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Carlos Polizio, explica que o seguro RETA, por ser obrigatório para todas as aeronaves registradas no Brasil, já é uma ferramenta consolidada no mercado. “Ele representa uma tranquilidade para o operador, pois repara danos que a sua operação possa causar a terceiros. Essa tranquilidade se estende à população, uma vez que o RETA repara danos causados a um proprietário de terreno, casa ou outro bem que tenha sido atingido em um acidente aéreo”, afirma em nota divulgada.

Ainda dentro do Aeronáutico, o sub-ramo Casco é aquele com maior participação, respondendo por 67% da arrecadação do segmento. Esse produto protege o casco da aeronave, reparando os danos que possam atingir a sua estrutura, bem como motores e equipamentos. Há também a cobertura que garante o reembolso de despesas relacionadas a sinistros e responsabilidade civil de passageiros, carga e tripulação, além de pessoas e bens em solo aos quais o segurado seja responsabilizado a pagar. Somente o seguro de Casco arrecadou R$ 407,1 milhões entre janeiro e junho deste ano, alta de 19,8% em comparação com 2023, e pagou mais de R$ 192,3 milhões em indenizações, avanço de 78,8% em relação com o período anterior. 

A contratação do seguro é essencial para garantir a proteção dos viajantes nacionais e internacionais. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostram que o setor da aviação civil brasileira terminou o primeiro semestre deste ano com números positivos. Entre janeiro e junho, foram movimentados 56,2 milhões de passageiros nos aeroportos brasileiros, 4,4% a mais que nos primeiros seis meses de 2023.  

Polizio frisa a importância do operador ter ciência dos riscos e responsabilidades a que está sujeito para contratar o seguro mais adequado ao tipo de operação que exerce, seja aeronave de uma grande linha aérea, aeronave agrícola, jato ou helicóptero executivos e até mesmo um drone. “Para onde a aeronave está voando, o que ou quem ela está transportando? Nesse momento, é essencial contar com a consultoria de um corretor especializado para enquadrar corretamente o seu perfil de operação e dimensionar os valores a serem reparados a terceiros”, completa o coordenador da subcomissão da FenSeg.

O Seguro Aeronáutico no Brasil possui uma trajetória que acompanha o desenvolvimento da aviação no país. Um estudo do Centro de Documentação e Memória do Mercado Segurador (Cedom), uma iniciativa da CNseg, destaca que nos primeiros anos da aviação comercial, a cobertura de seguros era limitada, refletindo a fase inicial da indústria aérea nacional. “Até o início da década de 1940, a comercialização desse tipo de cobertura estava sob responsabilidade de seguradoras internacionais. Foi apenas em janeiro de 1944, com a entrada do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) neste segmento, que foi assegurada às companhias brasileiras uma entrada segura neste novo nicho de mercado”, sinaliza a pesquisa.

Com a fundação da Comissão de Seguros Aeronáuticos, que reunia todas as seguradoras atuantes no setor, foi possível estabelecer uma definição para este tipo de seguro, além de desenvolver uma apólice que especificava as coberturas disponíveis naquela época. Atualmente, o seguro aeronáutico no Brasil é regulamentado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e está integrado ao contexto global, seguindo as melhores práticas internacionais e acompanhando continuamente as demandas do setor aéreo.

Insurtech Pitzi pretende neutralizar 175 toneladas de carbono até 2025

Fonte: Pitzi

A insurtech Pitzi, que atua com proteção para celulares no Brasil, com mais de 2,5 milhões de aparelhos segurados, anuncia a neutralização de 175 toneladas de carbono provenientes das suas atividades, até abril de 2025. Além disso, a marca conquistou o Selo Carbon Free, que reforça sua responsabilidade ambiental e alinhamento de suas operações com normativas internacionais de sustentabilidade. Esta certificação, fornecida pelo Carbon Free Brasil, comprova que a startup compensa suas emissões de CO2 por meio de projetos que removem esse elemento da atmosfera.

Para calcular as emissões, a instituição avalia diversos aspectos das operações de uma empresa, como o consumo de energia, a geração de resíduos e o uso de combustíveis. Com base nesses dados, a Pitzi implementou medidas eficazes para compensar a emissão de carbono, contribuindo para projetos de reflorestamento e energia renovável.

A iniciativa do Carbon Free vem se tornando um aliado do meio ambiente e das empresas que buscam cuidar do planeta e ainda se destacar no mercado, tendo contribuído para a restauração de 183.600 m² de Mata Atlântica, a compensação de 45 mil toneladas de CO2 e o plantio de 30 mil árvores. “Estamos empenhados em reduzir nosso impacto ambiental, com a neutralização de 175 toneladas de carbono provenientes das nossas atividades até abril de 2025. Essa certificação reflete nosso compromisso em ser um modelo de sustentabilidade e responsabilidade social de longo prazo”, comemora Tatiany Martins, vice-presidente comercial e marketing da Pitzi.

Tokio Marine recebe certificação máxima em Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa 

Fonte: Tokio Marine

Empenhada com o cumprimento de práticas ESG (Environmental, Social e Governance), a Tokio Marine conquistou o Selo Ouro do inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG). O reconhecimento indica que a Companhia cumpriu uma série de critérios rigorosos como precisão, confiabilidade dos dados e o gerenciamento das emissões.

A publicação do inventário está diretamente alinhada com a Política de Sustentabilidade da Seguradora, baseada na filosofia “Good Company”, disseminada pelo Grupo Tokio Marine nos 46 países em que atua. O conceito implica em uma forma única, responsável e sustentável de conduzir os negócios, baseada nos pilares de Olhar além do lucro; Capacitar os Colaboradores e Cumprir os Compromissos com a Sociedade.
 

“Temos como prioridade promover a transparência e a responsabilidade em nossas operações e iniciativas para Clientes, Colaboradores, Corretores e Comunidade e a publicação do inventário reflete esse comprometimento. Entendemos que o documento é uma ferramenta essencial para gerenciar e reduzir o impacto ambiental, contribuindo para os esforços globais de combate às mudanças climáticas, além de permitir a identificação de nossas principais fontes de emissão de gases de efeito estufa” comenta Luciana Amaral, Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine. 
 

Essa é primeira vez que a Tokio Marine publica o inventário, que contabilizou as emissões dos escritórios da Companhia no Brasil, considerando os prédios administrativos em São Paulo e as Sucursais distribuídas pelo País. A Companhia segue focada em planejar uma abordagem integrada contínua para adoção de práticas ESG em sua estratégia de negócios. “No início do ano, lançamos o plano Tokio Transforma, que sustentará nossas ações até 2026. Nosso propósito é contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, transparente e que use os recursos naturais de forma responsável “, finaliza Luciana.

BB Seguridade nomeia Rosiane Barbosa para vice-presidente

BB Seguridade

A BB Seguridade nomeou Rosiane Barbosa Laviola para a função de vice-presidente do colegiado. Ela vai completar o mandato 2023-2025, na posição que estava vaga até então. Segundo o comunicado, Laviola tem graduação em Administração de Empresas, bem como MBA em Gestão Financeira e especialização em Planejamento e Gestão Empresarial. No Banco do Brasil há 31 anos, ela exerce atualmente a função de diretora de Controladoria, área em que também ocupou a posição de gerente-executiva. Além disso, atua como conselheira de administração na BB Consórcios.

Porto Seguro celebra o mês do cliente com desconto de até 25% no Seguro Celular

Fonte: Porto

Em setembro é comemorado o mês do cliente, e para prestigiar a data, a Porto Seguro anuncia desconto de até 25%* para quem contratar o seguro para celular. A promoção é válida entre os dias 2 e 30 de setembro. Com a campanha, a empresa reforça o compromisso na oferta de produtos e serviços de alta qualidade, com preços competitivos e benefícios exclusivos. 

O seguro para celular da Porto Seguro é a solução ideal para garantir proteção completa, com cobertura para os mais diversos imprevistos e sem carência. Entre as opções disponíveis estão quebra, roubo, furto simples e até transações digitais e pix – inclusive fora do Brasil. Além disso, a Porto Seguro possui mais de 300 parceiros que oferecem descontos em produtos e serviços pela Porto Plus. 

Para garantir assertividade na contratação do seguro, é possível contar com a assistência de mais de 36 mil corretores parceiros da Porto, que estão disponíveis para atender às mais diversas novidades de cada perfil de cliente.

Moody’s eleva perspectiva de resseguradoras globais para positiva

moodys resseguro

Fonte: Reuters

A Moody’s Ratings elevou sua perspectiva para as resseguradoras globais de estável para positiva, devido aos preços mais altos e políticas mais restritivas das resseguradoras, além de uma renda de investimentos saudável, afirmou a agência de classificação de risco em um comunicado na terça-feira.

As resseguradoras, que seguram as seguradoras, aumentaram suas taxas e excluíram alguns negócios nos últimos anos em resposta a perdas acentuadas causadas pela pandemia de COVID-19, guerras e catástrofes naturais. Taxas de juros mais altas também impulsionaram a renda de investimentos das resseguradoras.

“Esperamos que os preços do resseguro de propriedade permaneçam favoráveis”, disse Brandan Holmes, oficial de crédito sênior da Moody’s. “Balanços sólidos ajudarão as resseguradoras a resistir a possíveis perdas elevadas por catástrofes.”

No entanto, compradores de resseguro esperam que os aumentos de preços do resseguro de propriedade desacelerem no próximo ano, após anos de aumentos “significativos” nas taxas, de acordo com uma pesquisa anual da Moody’s com resseguradoras globais de propriedade e acidentes.

Paulo Dart assume como vice-presidente de benefícios da corretora de seguros Inter Risk

paulo Dart Inter Seguros

A corretora de seguros Inter Risk contratou Paulo Dart como vice-presidente da Inter Benefícios. O executivo atua há mais de 19 anos no setor de benefícios e capital humano, passando por operadoras, seguradoras e consultorias e vai liderar uma área que registrou avanço de 230% em seu número de colaboradores de 2020 até hoje.

Antes de se juntar à Inter, Paulo ocupou posição no board da D’Or Consultoria, contribuindo para a expansão e blindagem de carteira, bem como a alavancagem de resultados e posicionamento estratégico. “Estou honrado em me juntar à Inter Risk, uma referência no mercado de seguros, que está ampliando sua atuação com investimentos estratégicos e a chegada de executivos de alto nível. Na Inter Benefícios, temos uma carteira butique que entrega soluções sob medida, com um NPS de 92% e resultados comprovados na gestão de saúde. Nosso objetivo é enfrentar os desafios cada vez maiores do mercado de saúde, oferecendo soluções inovadoras para a gestão de sinistros e políticas de benefícios, com uma visão preditiva e assertiva que continue a gerar valor para nossos clientes. E, com grandes talentos se juntando a nós em breve, estaremos cada vez mais prontos para potencializar a Inter Benefícios a novos patamares”, afirmou Dart.

“Estamos extremamente entusiasmados com a chegada de Paulo Dart à Inter, somando seu talento e valores ao nosso brilhante time de executivos”, afirmou Fernando Coelho, CSO da Inter Risk, em comunicado.”Os investimentos que estamos realizando, que não param por aqui, refletem nossa confiança na estratégia de expansão e no potencial de Paulo para liderar esta jornada,” afirmou Fernando Coelho, CSO da Inter Risk. “Os resultados alcançados até agora pela nossa corretora são apenas o começo. Seguiremos crescendo com qualidade e comprometimento, sempre com o objetivo de entregar o melhor serviço e resultados para nossos clientes.”

Seguro para semeadoras protege contra acidentes usuais durante o plantio

Fonte: FF Seguros

Durante a entressafra, os trabalhos de campo não param. É preciso preparar o maquinário para a temporada seguinte, investindo em limpeza, lubrificação, manutenção preventiva e armazenagem adequada da frota. Embora só seja permitido iniciar a semeadura após o término do vazio sanitário da soja, é fundamental que os agricultores façam o preparo de solo e planejem a semeadura com antecedência para mitigar os riscos inerentes às operações.

Entre os meses de setembro a novembro, há uma intensificação do uso de semeadoras e tratores em razão da janela de semeadura da primeira safra de grãos. Com a aplicação do Sistema Plantio Direito (SPD), as semeadoras são as máquinas responsáveis por cortar a palhada presente na área, com a mínima mobilização possível de solo. Na mesma operação, a máquina abre o sulco de plantio afastando a cobertura vegetal e geralmente realiza a adubação no sulco antes de depositar a semente.

Deve-se realizar a adequada calibragem da semeadora para que as sementes sejam distribuídas com a profundidade e densidade ideais. Assim, é possível garantir uma boa emergência de estande, evitando o surgimento de falhas e duplas nas linhas de cultivo. Porém, mesmo com todos os cuidados habituais de manejo, existem riscos que fogem do controle do produtor e merecem atenção. “As máquinas podem ser danificadas por colisões ou tombamentos, furto ou roubo, incêndio, queda de raio e explosão, entre outros imprevistos”, afirma Roberto Zuardi, que é coordenador de sinistros agrícolas da FF Seguros.

De acordo com um levantamento de sinistros da FF Seguros, com base no estudo de uma amostra de 50 sinistros selecionada entre os anos de 2020 e 2024, o principal risco para esse tipo de máquina é o acidente de causa externa, principalmente colisões, representando mais de 80% dos casos de sinistros analisados pela pesquisa. Em segundo lugar no ranking ficou o risco de danos elétricos, com aproximadamente 10%. O levantamento revelou um aumento do índice de sinistralidade de semeadoras de 2%, em 2022, para 15% em 2023. Esse índice demonstra o crescimento dos casos de sinistros de semeadoras e pagamentos de indenizações pela seguradora.

Além dos prejuízos relacionados à perda total ou despesas para reparo da máquina, os acidentes são preocupantes porque podem interromper as operações de campo, prejudicando o cumprimento da janela de plantio. “Obstáculos na área representam o maior risco. A semeadora opera bem rente ao solo, então obstáculos como pedras e galhos podem danificar a trilha de plantio e componentes da máquina”, afirma Zuardi. Por isso, antes do plantio, recomenda-se monitorar a área e remover obstáculos visíveis como tocos de árvores e cupinzeiros.

Entre os exemplos de sinistros, a FF Seguros indenizou em R$ 148,5 mil um agricultor que teve a semeadora tombada em Arroio do Tigre, no Rio Grande do Sul. O acidente, ocorrido em dezembro de 2023, deixou a semeadora com linhas desalinhadas e deformidades nessa estrutura. Além disso, o tombamento causou deformidades no conjunto de cabeçalho e reservatório de sementes. Em outro caso atendido pela seguradora, em dezembro de 2023, houve uma colisão de semeadora com um obstáculo presente no solo. O acidente ocorreu em São Miguel das Mansões (RS) e a máquina teve perdas que resultaram em uma indenização de R$ 132 mil.

Durante as operações de plantio, os tratores, que são máquinas essenciais para rebocar as semeadoras e implementos, também ficam suscetíveis às perdas causadas por acidentes. Por isso, antes de iniciar o plantio, é recomendável que os bens sejam segurados.

Proteção de máquinas e implementos

A FF Seguros oferece o seguro patrimonial rural e de penhor rural para proteger uma ampla gama de máquinas e implementos agrícolas, como semeadoras, tratores, colheitadeiras, entre outros. Ambas as modalidades de seguro protegem máquinas contra acidentes (colisão ou tombamento), roubo e furto mediante arrombamento. Na análise geral de sinistros das modalidades patrimonial e de penhor rural para todas as máquinas e implementos, a seguradora observou avanço da demanda e valor segurado. “Tivemos um crescimento de aproximadamente 22% de prêmios de 2022 para 2023”, revela Diego Caputo, gerente comercial da FF Seguros.

Os produtos da FF Seguros oferecem condições especiais e flexibilidade. O produtor dispõe da opção de adicionar coberturas extras como furto simples, incêndio, raio, explosão e até lucros cessantes, para cobrir perdas em razão da interrupção das atividades agrícolas. A diferença entre as modalidades é que o seguro de penhor rural protege apenas ativos dados em garantia para bancos em operações de financiamento rural, apontando a instituição financeira como beneficiária da apólice.                      

A contratação pode ser anual ou plurianual, com vigência de até cinco anos. Como diferencial da modalidade patrimonial rural, é possível estabelecer cláusulas de rateio variáveis de acordo com as necessidades do produtor, que pode decidir o valor segurado entre 40% até 100% do valor total do bem.

De acordo com Caputo, os produtores que desejam segurar toda a frota de máquinas e outros bens encontram taxas diferenciadas. “O produtor consegue o melhor custo-benefício ao contratar o seguro patrimonial rural de porteira fechada, que permite segurar todas as benfeitorias existentes na fazenda no momento da contratação, podendo incluir máquinas e mercadorias de forma detalhada item a item na mesma apólice da propriedade rural”, diz Caputo.