A Caixa Seguridade registrou lucro contábil de R$ 1,08 bilhão no terceiro trimestre, alta de 11,7% ante o registrado no mesmo período de 2023. A emissão de prêmios de seguro da Caixa Seguridade alcançou no terceiro trimestre o maior volume da história, segundo a companhia, somando R$ 2,5 bilhões. O número é quase 8% maior que o registrado no terceiro trimestre de 2023. No segmento de previdência, as contribuições cresceram 2,4%, enquanto capitalização teve queda de 10,4 % e consórcio avançou 82%. No total, os recursos somaram R$ 8,2 bilhões, 8% acima dos R$ 7,5 bilhões do terceiro trimestre de 2023.
Após ter os resultados do segundo trimestre afetados pelas enchentes no Rio Grande do Sul e pela necessidade de provisionamento, a companhia apresentou uma melhora dos números no terceiro trimestre. A receita operacional cresceu quase 6%, chegando a R$ 1,33 bilhão, na visão contábil. O resultado de investimentos em participações societárias, que respondem por cerca de 57% da receita total, cresceu 1,7% puxado principalmente pela Caixa Consórcio.
Os segmentos habitacional e residencial apontaram crescimento de 13,4% e 13,3%, respectivamente, enquanto o seguro prestamista cresceu 13% e o assistencial 25%. A emissão de prêmios de seguro de vida, por outro lado, teve uma redução de 4,5% no período.
A sinistralidade voltou aos patamares normais após as enchentes no Rio Grande do Sul afetarem o indicador no segundo trimestre, encerrando setembro em 20,1% — 39,3 pontos percentuais abaixo do registrado nos meses de abril a junho.
Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, houve melhora de 1,5 ponto percentual, movimento atribuído à dinâmica de regulação e ao reconhecimento de provisões para sinistros e resseguros relacionados à enchente no Sul.
Com o intuito de promover ações que tragam benefícios não apenas para seus clientes, mas também para corretores e colaboradores, a AXA no Brasil prepara uma série de vantagens no seu Super Novembro. Durante todo o mês, a seguradora terá condições de pagamento facilitadas, oferta de brindes, vouchers para serviços e extensão de benefícios.
Para os clientes do Seguro Empresarial, a empresa oferece um parcelamento mais amplo para apólices contratadas em novembro, com pagamento em até 10 vezes sem juros. Já as novas apólices do Auto Frota recebem um voucher para cristalização do para-brisa e polimento dos faróis de todos os veículos da frota, em uma ação realizada em parceria com a Maxpar Assistências, empresa do Grupo Autoglass. A companhia também vai dobrar a vigência do Clube de Descontos para clientes que contratarem seu seguro até 30 de novembro. Assim, os segurados terão acesso a descontos em uma série de serviços e produtos por mais um ano.
Os corretores também são contemplados no Super Novembro: após o sucesso em outubro, a distribuição de brindes ao girar a roleta foi prorrogada, sujeita à disponibilidade. Para concorrer, o corretor precisa assistir a um dos conteúdos disponíveis no Meu Mundo AXA ou personalizar uma das peças de produtos na plataforma.
Os colaboradores da AXA também terão acesso a uma plataforma exclusiva que oferece condições especiais à mais de 200 marcas e milhares de restaurantes.
“No Super Novembro, queremos fortalecer nossa conexão com clientes, corretores e colaboradores. Essas iniciativas refletem nosso compromisso em proporcionar experiências completas e agregar valor real a cada parceria,” destaca Danielle Fagaraz, Diretora Comercial Digital, Marketing e Clientes da AXA no Brasil.
Pouca gente conhece os projetos sociais das seguradoras ao redor do mundo. São inúmeras iniciativas com foco em melhorar a vida de diferentes comunidades. Recentemente, um desses projetos ganhou destaque em um jantar em Londres, durante o Brazil UK Insurance Forum, promovido pelas associações de seguros CNseg, do Brasil, e ABI (Association of British Insurers), do Reino Unido, no dia 30 de outubro.
Entre os participantes estava Jorge Sant’Anna, cofundador e CEO da BMG Seguros, um executivo que nasceu para conectar pessoas em prol dos negócios. Sempre que entra em uma roda de conversa, vê oportunidades, transformando problemas em soluções em um jogo de ganha-ganha para todos. Foi assim com a BMG Seguros, com um histórico de aquisições e vendas de participações acionárias, e é assim com o Celeiro Vó Tunica, projeto social que visa transformar vidas e construir um futuro digno para meninas que precisam deixar o lar de acolhimento ao completarem 18 anos.
“Virei um pidão. Peço ajuda a todos os executivos com quem convivo, seja financeira, de estágio ou para participarem de iniciativas que façam a diferença na vida das meninas atendidas pelo projeto”, contou ele. Atualmente, apenas meninas são beneficiadas, mas há o desejo de também ajudar meninos em situação de vulnerabilidade. “Temos o sonho grande de ter mais casas e mudar a vida de mais jovens”, disse. Atualmente, além da Bmg, as corretoras Guy Carpenter e Lojacorr, e a Associação de Brasileira de Bancos (ABBC) são “semeadoras” do projeto.
No restaurante Balthazar, em Covent Garden, Sant’Anna recebeu apoio do CEO da EZZE Seguros, Richard Vinhosa, que se comprometeu a apoiar o projeto social. Dyogo de Oliveira, presidente da CNseg, também manifestou apoio e compartilhou informações sobre o “Programadores Cariocas do Mercado Segurador”, uma iniciativa que capacita jovens para o mercado de seguros. Realizado em parceria com o Senac Rio, o programa já empregou 10 dos 50 alunos participantes em seguradoras associadas. Sant’Anna demonstrou interesse em selecionar jovens do programa para a BMG Seguros, e Oliveira colocou o Celeiro Vó Tunica no radar dos programas sociais das seguradoras.
Dia 19 de novembro tem uma festa de comemoração dos 5 anos deste projeto e é também uma oportunidade para captar recursos para mais uma casa de acolhimento de jovens. Quem quiser colaborar, ingressos sympla https://lnkd.in/ddrydu_W
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Sant’Anna participou do fórum de seguros para falar sobre infraestrutura. “É urgente aproximar o mercado internacional dos projetos brasileiros de infraestrutura. Uma estimativa rápida aponta que são necessários entre R$ 40 e R$ 45 bilhões em resseguro para apoiar o aumento das obras do PAC, com investimentos previstos em R$ 1,7 trilhão até 2030. Entre janeiro e agosto deste ano, o seguro garantia arrecadou R$ 3,3 bilhões, e espera-se um crescimento de 29,1% em relação a 2023, quando o total foi de R$ 4,3 bilhões.”
Sant’Anna está à frente da BMG Seguros, seguradora que ele e Renata Oliver fundaram em 2016, mas que está prestes a mudar de “chapéu” para Daycoval. Em setembro de 2024, o Banco BMG firmou um contrato de venda com a Dayprev Vida e Previdência, controlada pelo Banco Daycoval, para alienação da BMG Seguros. Após a transação, a BMG Seguros foi reclassificada como ativo mantido para venda, deixando de ser consolidada nos resultados do banco. É previsto que os fundadores permaneçam na companhia após a aprovação do negócio, que está em fase final.
Com a venda da BMG Seguros, especializada em seguro garantia, o Banco BMG continua no setor de seguros com a BMG Seguridade, composta por uma corretora e uma seguradora voltada para produtos massificados, liderada por Marcelo Picanço, ex-CEO da vertical de seguros e ex-vice-presidente financeiro da holding, desde abril deste ano. Em agosto de 2022, o Banco BMG anunciou uma reorganização societária que consolidou a BMG Seguridade, reforçando o acesso das famílias brasileiras a produtos de seguros e ampliando a proteção da população.
A BMG Seguridade é estratégica para o Banco, fortalecendo o relacionamento com clientes e potencializando o cross-selling, o que aumenta a rentabilidade da base. No varejo, a companhia oferece seguros como prestamista, de vida e acidentes pessoais, incluindo assistência funeral, médica, residencial e sorteios mensais.
No terceiro trimestre de 2024, o Banco BMG detinha 60% de participação na BMG Corretora, que se destaca na comercialização de seguros massificados nos canais do Banco. Em novembro, o BMG exerceu a opção de compra de mais 9% de participação, passando a deter 51% da corretora. A parceria com a Generali foi mantida para seguros de pessoas, mas a BMG Corretora também pode comercializar produtos de outras seguradoras.
Em setembro de 2024, a carteira da BMG Corretora alcançou 8,9 milhões de apólices, representando um crescimento de 5,9% em relação ao trimestre anterior. Nos primeiros nove meses do ano, foram comercializados R$ 721 milhões em prêmios, com destaque para o seguro BMG Med, que atingiu 366 mil apólices, um aumento de 99% em relação ao trimestre anterior.
A BMG Seguradora, adquirida pelo Banco BMG em dezembro de 2022, firmou um acordo de cosseguro com a Generali, dividindo a operação de produtos nos canais do Banco. Nos primeiros nove meses de 2024, a BMG Seguradora emitiu R$ 258 milhões em prêmios, dos quais R$ 101 milhões no terceiro trimestre, um aumento de 6,7% em relação ao ano anterior. A seguradora registrou uma receita de R$ 35 milhões no trimestre, com um índice combinado de 71%, posicionando-se entre as mais rentáveis do Brasil.
Como parte de uma extensa agenda de debates, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) trará para a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), entre os dias 11 e 22 de novembro, em Baku, Azerbaijão, dois debates muito relevantes: o papel do seguro como ferramenta essencial na mitigação dos efeitos climáticos e os impactos da eletrificação da frota automobilística brasileira.
O primeiro evento, dia 11 de novembro, organizado em parceria com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e a Confederação Nacional da IndústriA (CNI), é o painel “Expansão do mercado de veículos eletrificados no Brasil: reflexos na indústria automotiva e no setor de seguros” , que ocorrerá das 16h às 17h (horário local), no pavilhão da CNI, na Green Zone (estande E32).
O painel, que contará com a participação do presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, do diretor-executivo da Anfavea, Igor Calvet, do presidente do Sistema Transporte (CNT / SEST SENAT /ITL), Vander Costa, e do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), busca apresentar soluções de como governo e setor privado podem cooperar para acelerar a produção de veículos eletrificados no Brasil, de que modo a indústria brasileira de veículos eletrificados e o setor de seguros podem convergir esforços na direção do desenvolvimento econômico sustentável e como as seguradoras podem ampliar seu repertório técnico de produtos e serviços para atender ao crescimento da frota de veículos eletrificados no Brasil.
Já no dia 13 de novembro, das 11h às 12h (horário local), a CNseg e a CNI realizarão o painel “O papel do setor de seguros na transição climática: de Baku a Belém”, que vai jogar luz em como o setor segurador pode ajudar na sustentabilidade e proteção de empresas e governos contra riscos climáticos.
O painel contará com Butch Bacani, líder da Iniciativa de Seguros Sustentáveis (PSI) da Organização das Nações Unidas, Davi Bontempo, superintendente de Sustentabilidade da CNI, Maria Netto, CEO do Instituto Clima e Sociedade (iCS), Barbara Buchner, Global Managing Director da UNEP FI, e moderação do presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, analisará os produtos e serviços do setor de seguros já disponíveis para a sociedade, enfatizando novas propostas, como o Seguro Social de Catástrofe, além de definir pautas e entregas prioritárias a serem realizadas entre as COPs de Baku e de Belém.
As chuvas causaram um custo de até US$ 300 bilhões às seguradoras no mundo. O dado foi informado por José Goldemberg, PhD em Física e ex-ministro de Educação e de Saúde, durante a palestra magna no evento “Está Chegando o Verão: Mudanças Climáticas, Urbanização e Vulnerabilidade – Impacto no Curto Prazo”. O encontro foi promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Sindicato das Seguradoras de São Paulo (SindsegSP) e Academia Paulista de Letras na última terça-feira, dia 5, na capital paulistana.
Nas últimas quatro décadas, segundo Goldemberg, o número de grandes desastres está aumentando, e a precipitação de água é o fenômeno mais representativo. “Com o aumento da temperatura, ocorre a intensificação das turbulências na atmosfera, o que gera instabilidade. Esse desequilíbrio acaba se transformando em chuvas inesperadas, pois há mais água na atmosfera”, sinalizou. Para o professor, a solução do problema está baseada na redução de emissões ou na identificação da causa que está levando a esse aquecimento.
Os efeitos dos eventos climáticos não são sentidos apenas no Brasil, como se viu no caso do Rio Grande do Sul, onde as seguradoras já desembolsaram R$ 6 bilhões em indenizações. Na última semana, a Espanha sofreu com chuvas e inundações extremas que já deixaram mais de 200 pessoas, mortas e dezenas de desaparecidos. A tragédia já é considerada um dos maiores desastres naturais da Espanha e a enchente mais fatal da Europa desde 1970, quando 209 pessoas morreram na Romênia. Supera também o número de mortos registrados no sul do Brasil, entre abril e maio deste ano, que totalizou 183, segundo dados da Defesa Civil.
Os Estados Unidos, apenas neste ano, já tiveram que lidar com o prejuízo causado por dois furacões, o Helene e o Milton. Antonio Penteado Mendonça, presidente da Academia Paulista de Letras e especialista em seguros, citou na abertura do evento que o país norte-americano “pode registrar até US$ 100 bilhões em prejuízo”. “Nunca planejamos para agir depois dos acontecimentos. Nós estamos atrasados em todos os sentidos”, destacou.
Ainda na abertura, Rivaldo Leite, presidente do SindsegSP, destacou que o Brasil, nos últimos anos, está vivendo experiências cada vez mais difíceis, como o ocorrido em Petrópolis, em 2022; no litoral de São Paulo, em 2023; e no Rio Grande do Sul, neste ano. “Cada mudança climática nos traz oportunidades de melhoria no processo de criação de produtos de seguros, além de produtos mais abrangentes para que a população tenha consciência da importância de se ter uma apólice de seguro”, contou.
Carlos Queiroz, diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), destacou que a sociedade precisa estar preparada para lidar com as mudanças climáticas e seus impactos. “Os eventos que aconteceram mostram que estamos em estado de emergência e precisamos ficar em alerta, assim como compreender a importância do seguro para lidar com essas perdas.”
Para auxiliar nesse preparo, Queiroz adiantou que a Susep está desenvolvendo um estudo focado na tragédia ocorrida no Rio Grande do Sul, buscando incentivar uma maior participação do mercado de seguros na sociedade. Segundo ele, o objetivo é ampliar o acesso e a conscientização para que as pessoas busquem mais produtos de seguro, de modo que o setor esteja mais apto a responder em caso de uma tragédia similar à que afetou o estado gaúcho.
Complementando a visão de Queiroz, Ana Cristina Barros, diretora de Sustentabilidade da CNseg, acredita que o setor de seguros pode ir além da resposta reativa aos desastres, incentivando ações antecipadas para enfrentar fenômenos climáticos e fortalecer uma cultura de sustentabilidade. “Atualmente, 30% das perdas no mundo são seguradas; no Brasil, apenas 10% dos eventos são cobertos por seguros. Então precisamos que as estratégias olhem para o seguro e que coloquem um guizo no nosso pescoço,” afirmou, reforçando a necessidade de sinalizar esses riscos de forma mais eficaz e integrada ao planejamento preventivo do setor.
A MAG Seguros, empresa especializada em vida e previdência com quase 190 anos de atuação no país, foi destaque em três categorias no ranking Época Negócios 360°, divulgado nesta semana pela revista Época Negócios. A companhia ocupou o Top 5, se consolidando na terceira posição na categoria ‘Seguradoras’. Entre os elementos que compõem o levantamento, a MAG se destacou como a mais inovadora dentre as empresas do setor e ainda ocupou o top 5 nas seguintes subcategorias: Pessoas e Desempenho Financeiro (ambas em 2º) e Visão de Futuro (5º).
“É uma honra para a companhia receber este reconhecimento, que vem ao encontro do nosso DNA inovador e com um olhar muito apurado aos nossos colaboradores. Vamos continuar nos empenhando para seguir inovando no setor de seguros e atender às necessidades dos nossos com o mesmo comprometimento que nos trouxe até aqui”, afirma Helder Molina, CEO da MAG Seguros.
Além do destaque na categoria ‘Seguradoras’, o anuário também classificou a companhia no Top 50, ocupando a 17ª colocação entre as empresas do setor em prêmios emitidos e o 91º lugar geral, considerando todos os 24 setores e 420 empresas listadas no levantamento.
A partir de 6 de novembro, o escritório da filial da Generali em São Paulo passa a realizar suas operações administrativas no Edifício Thera Corporate, na Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini, nº 105, 17º andar.
A busca por um ambiente maior e mais sustentável motivou a Generali Brasil, uma das maiores seguradoras do mundo, a mudar seu endereço. Isso porque o local é referência em sustentabilidade e acessibilidade, com Certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) Gold, avaliação que incentiva e acelera a adoção de práticas de construção sustentáveis.
Além de contar com avançados sistemas de automação predial e serviços, com eficiência de água, energia elétrica e outros aspectos, o novo escritório da Generali funcionará em um edifício Triple A. Este é um conceito que se refere ao que existe de melhor em questão de empreendimentos corporativos da atualidade.
A mudança trará mais espaço e conforto para funcionários e clientes, manutenção da ótima localização em um dos melhores endereços de São Paulo e investimento em infraestrutura moderna de tecnologia e workspace.
A Generali foi a primeira seguradora estrangeira a chegar ao Brasil. Sua matriz está localizada no Rio de Janeiro, na região do Porto Maravilha.
A Swiss Re aumentou suas reservas para perdas de anos anteriores no segmento de responsabilidade civil dos EUA da divisão de Resseguros de Propriedade e Acidentes (P&C Re) em US$ 2,4 bilhões no terceiro trimestre do ano, conforme anunciado na quinta-feira. Esse aumento foi parcialmente compensado por liberações em outras linhas de negócios, resultando em um aumento total das reservas neste ano de US$ 3,1 bilhões.
“Realizamos uma revisão abrangente de nossas reservas de P&C, considerando os dados mais recentes da indústria e as tendências legais,” disse o CEO Andreas Berger, que assumiu neste ano o comando do grupo. “Abordamos os desenvolvimentos das reservas em todo o nosso portfólio de responsabilidade civil nos EUA, incluindo todos os anos de subscrição anteriores”, comentou em nota
Devido a esses aumentos, a Swiss Re agora precisa reduzir significativamente suas expectativas de lucro. A previsão atual é de um pequeno lucro de cerca de US$ 500 milhões para o terceiro trimestre de 2024 e cerca de US$ 2,2 bilhões para os primeiros nove meses de 2024.
“Assumindo uma experiência de sinistros normal”, ainda se espera um lucro anual de mais de US$ 3 bilhões em 2024, de acordo com o comunicado. Anteriormente, a resseguradora havia projetado um lucro consolidado de mais de US$ 3,6 bilhões.
Além das medidas anunciadas na quinta-feira, todas as unidades de negócios reportaram “bons resultados” em subscrição e investimentos no terceiro trimestre. As divisões L&H Re (resseguro de vida) e Corporate Solutions continuam no caminho para atingir suas respectivas metas de 2024, de aproximadamente US$ 1,5 bilhão em lucro e uma razão combinada inferior a 93%.
A divisão P&C Re, por outro lado, não alcançará a meta do índice combinado inferior a 87% (em 2024) devido ao aumento das provisões.
A Swiss Re divulgará os números detalhados do terceiro trimestre na próxima semana (14 de novembro).
A Munich Re reportou um lucro líquido de € 4,7 bilhões nos primeiros nove meses de 2024, um aumento de 31% em relação ao ano anterior, apesar das perdas por catástrofes naturais terem chegado a € 1,4 bilhão no terceiro trimestre. O furacão Helene, que afetou a Flórida e outras regiões dos EUA, foi o maior evento de sinistros do trimestre, enquanto a tempestade Boris e o furacão Beryl causaram danos significativos na Europa e no Caribe.
No segmento de resseguros, o resultado do terceiro trimestre caiu 21% em relação ao ano anterior, em grande parte devido a perdas acima da média em propriedade e acidentes. No entanto, o crescimento orgânico impulsionou a receita de seguros, com o resseguro de vida e saúde e a divisão de seguros primários ERGO registrando aumentos.
Os investimentos contribuíram positivamente, com o rendimento subindo para € 2,1 bilhões no trimestre. A empresa espera superar sua meta anual de € 5 bilhões em 2024, impulsionada pelo crescimento rentável em todas as áreas, mesmo com sinistros adicionais esperados do furacão Milton no quarto trimestre.
“No terceiro trimestre, nosso Grupo provou mais uma vez sua resiliência. A temporada de furacões no Atlântico Norte foi relativamente severa, causando grandes perdas acima da média e uma queda ano a ano no resultado trimestral. No entanto, com € 4,7 bilhões de lucro líquido nos primeiros nove meses do ano, o resultado geral de 2024 continua extremamente saudável. A Munich Re está crescendo de forma rentável em todos os segmentos. Esperamos superar nossa meta de resultado de 2024 de € 5 bilhões, apesar das despesas com sinistros esperadas do furacão Milton no quarto trimestre”, disse Christoph Jurecka, Diretor Financeiro (CFO).
A Zurich Seguros fortalece sua atuação no mercado de previdência corporativa ao anunciar parceria estratégica com a Stay, fintech conhecida como a “previdência corporativa do século 21”. A colaboração reforça o compromisso da companhia com a inovação ao unir sua experiência em segurança e confiabilidade no setor de seguros com uma solução moderna e tecnológica de previdência corporativa, que visa transformar o acesso a esse benefício no Brasil.
A Stay, fundada em 2023 por executivos de tecnologia, recentemente recebeu um aporte de R$ 15 milhões em uma rodada seed, liderada por grandes investidores como MAYA Capital e Better Tomorrow Ventures. Entre os participantes da rodada estão a 17Sigma, Grão, Ralicap e o fundo scout da Sequoia, além de nomes influentes do setor como Aaron Schumm, fundador da Vestwell, e Roger Lee, fundador da Human Interest — ambos unicórnios de previdência corporativa nos Estados Unidos, um dos mercados mais avançados e inspiradores globalmente.
A parceria com a Zurich proporciona maior segurança e confiabilidade aos planos oferecidos pela Stay, que diferem dos modelos tradicionais ao oferecer uma experiência 100% digital e customizável para colaboradores, RHs e áreas financeiras, facilitando a gestão e adesão aos planos. Atualmente, a prevtech atua em todos os segmentos de empresas, das pequenas às grandes, e, além de oferecer um modelo diferenciado, apoia as empresas na implementação do benefício.
Tsai Chi-Yu, cofundador e CEO da Stay, destaca que embora menos de 10% dos brasileiros possuam previdência privada, todos desejam a estabilidade financeira e as empresas podem contribuir com este objetivo. “Além de oferecer benefícios diretos aos colaboradores, a previdência corporativa se tornou um diferencial competitivo importante no mercado de trabalho. Nossos clientes conseguem criar pacotes de remuneração muito mais atrativos e reduzir significativamente a rotatividade de funcionários”, afirma.
Para Rafael Guilhon, superintendente de Negócios em Previdência da Zurich Seguros, o compromisso da Zurich com a inovação e a satisfação dos clientes se reflete nesta parceria, que permite às empresas levar uma experiência única de previdência corporativa ao mercado brasileiro. “A união de nossa expertise em seguros com a tecnologia da Stay agrega valor tanto para as empresas quanto para os colaboradores, oferecendo mais flexibilidade, facilidade de uso e segurança. Este é um passo importante na nossa missão de ajudar nossos clientes a construir um futuro financeiro mais seguro e acessível, com a melhor experiência possível em sua jornada”, complementa o executivo.
A Zurich, ao firmar essa parceria estratégica, reforça seu posicionamento de inovação e foco no cliente no setor de previdência, já pontuada em outras parcerias estratégicas com fintechs e prevtechs no mercado brasileiro. Para Rafael, essa postura apoia o avanço do setor em direção a uma previdência corporativa mais acessível e eficiente no Brasil.
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