Ketlyn Stefanovic assume como diretora de sinistros na Junto Seguros

Ketlyn Stefanovic acaba de assumir como diretora de Sinistros na Junto Seguros. Na empresa há mais de seis anos, a executiva era responsável pela Superintendência Jurídica, de Sinistros e Controle de Riscos.

“Ketlyn teve um crescimento e desenvolvimento profissional notáveis ao longo de sua trajetória em nossa organização. Trata-se, portanto, de um movimento natural para uma profissional que está, definitivamente, preparada para assumir a posição de Diretora de Sinistros da Junto Seguros”, ressalta Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros. 

Ketlyn é membro das Comissões de Crédito e Garantia (CRCG) e de Assuntos Jurídicos (CAJ) da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais). Formada em direito e relações internacionais, Ketlyn assume a diretoria com o desafio de ampliar a proximidade com o segurado e melhorar sua experiência durante todo o processo. 

Segundo a executiva, “desenvolver produtos que considerem as especificidades e necessidades de cada cliente também está entre os objetivos, sempre com uma comunicação clara e efetiva. Desta forma, quando acontecer o sinistro, o contato dos nossos profissionais será de forma fluida e com mais proximidade, melhorando a experiência de todos os envolvidos”, esclarece a nova diretora.

Ketlyn passa a integrar o time de C-Level mulheres da Junto Seguros. Na empresa, a presença feminina ocupa 52,49% das posições de trabalho, sendo que 42% dos cargos de gestão são ocupados por mulheres.

Allianz Seguros mira crescimento e diversificação para 2024 e 2025

Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros

Após a consolidação dos esforços para retomada da rentabilidade em 2023, a Allianz Seguros segue otimista para 2024 e 2025. Sob a liderança de Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, a empresa superou os desafios impostos pela pandemia e recuperou sua performance, com destaque para a redução do índice de sinistralidade, no ano passado, nas carteiras de Automóvel (65%) e Rural (41%). Além disso, registrou crescimento expressivo em prêmios nas linhas Patrimoniais (27%), Rural (31%) e Responsabilidades (20%).

No primeiro semestre de 2024, a Allianz atingiu um faturamento de R$ 4,3 bilhões (sem Saúde), um aumento de 5,4% em relação ao mesmo período de 2023. O lucro operacional no período foi de R$ 283,8 milhões, colocando a companhia entre os dez maiores players do mercado segurador brasileiro. A diversificação do portfólio continua sendo uma estratégia central, com foco em segmentos como Residencial, Empresarial PME, Condomínio, Transportes e Rural. A empresa também tem reforçado sua atuação no seguro de Vida Individual, lançando uma oferta personalizada recentemente.

“Os efeitos dos alagamentos no Sul do Brasil já foram contabilizados nos resultados do primeiro semestre de 2024, com impacto sobre o setor. No entanto, a Allianz demonstrou resiliência, apoiada por sua robustez financeira e uma estrutura de resseguros bem consolidada para enfrentar esses eventos climáticos, ressalta Folch. 

A seguradora tem investido fortemente na diversificação dentro do próprio segmento de Automóvel, direcionando esforços para produtos como Frotas, Moto e Caminhão, este último com tíquete mais alto em comparação aos veículos leves. A empresa também acompanha de perto o avanço dos carros elétricos e híbridos no Brasil, mercado que registrou aumento de 91% nas vendas em 2023. A Allianz aproveita sua expertise internacional para explorar o potencial desse segmento no Brasil, de olho na projeção de crescimento de seis vezes até 2030, segundo a consultoria McKinsey.

No ramo Rural, a Allianz registrou crescimento significativo de 52% no primeiro semestre de 2024, com destaque para as modalidades de Cultivo (alta de 58,8%) e Equipamentos (33,4%). O seguro de Propriedades também apresentou forte desempenho, com aumento de 34,6% no mesmo período.

Para 2025, a Allianz projeta crescimento sustentado por três pilares: expansão de margem, eficiência de capital e crescimento orgânico. “A empresa busca identificar tendências e necessidades do mercado, aplicando inovações tecnológicas como inteligência artificial, big data e análise de dados para oferecer serviços cada vez mais personalizados e eficientes. A experiência do cliente será central, com foco na simplificação de processos e na jornada intuitiva, do início da cotação ao possível sinistro”, afirma o presidente. 

Além disso, a Allianz Commercial, lançada em setembro de 2023, amplia a atuação no mercado corporativo, oferecendo soluções para riscos complexos em setores como infraestrutura, energia renovável e grandes obras de engenharia. A expectativa é que o Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do governo federal gere novas oportunidades, fortalecendo a atuação da seguradora em Riscos de Engenharia, Riscos Operacionais e Responsabilidade Civil.

Embora esteja sempre atenta a oportunidades de fusões e aquisições, a Allianz mantém sua estratégia de crescimento orgânico. A companhia acredita que seu modelo de negócios, baseado em um portfólio amplo e de escala, continuará sustentando um crescimento sólido nos próximos anos. A combinação de eficiência operacional, inovação tecnológica e ampliação da base de segurados coloca a Allianz em posição de destaque no competitivo mercado de seguros brasileiro.

Artigo: o papel do corretor na era digital

por Manuel Matos, especialista em seguros e coordenador do comitê de Open Insurance da Câmara Brasileira de Economia Digital

Os corretores de seguros desempenharam um papel fundamental na estruturação do sistema de certificação digital brasileiro, atuando como Autoridades de Registro no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP Brasil). Ao longo dos anos, esses profissionais emitiram milhões de certificados digitais qualificados, permitindo que pessoas físicas e jurídicas realizassem transações seguras, com autenticação robusta e confiável. Essa atuação foi decisiva para o fortalecimento da confiança digital no Brasil e a viabilização de ecossistemas como o Open Banking e o Open Insurance.

A certificação digital possibilitou a criação de uma base sólida para transações eletrônicas, consolidando o Brasil como referência em identidade digital segura. Um exemplo prático desse impacto é o uso de certificados digitais ICP Brasil no acesso ao eCAC da Receita Federal do Brasil, que permite a assinatura de procurações eletrônicas de forma segura e juridicamente válida. Essa democratização do uso de certificados foi facilitada pelos Corretores de Seguros, que atuaram para tornar a tecnologia amplamente acessível.

Mais do que emissor de certificados, o corretor de seguros também é um agente de defesa contra riscos cibernéticos. Além de oferecer coberturas para esses riscos, os corretores educam o mercado sobre a importância da autenticação segura e promovem práticas como o dual login, em que o usuário pode optar entre uma autenticação mais segura, com o uso de certificados digitais, ou uma opção menos segura, como login por senha. Ao disseminar essa prática, os Corretores de Seguros fortalecem a segurança digital de todo o ecossistema.

O Brasil, por meio da atuação dos corretores de seguros, também se posiciona como referência global para a OpenID Foundation. A expertise adquirida na emissão de certificados e na estruturação de ecossistemas digitais tem sido utilizada em outros países, como os do Mercosul e da África, onde o Brasil contribuiu para a implantação de infraestruturas de certificação digital (PKIs). Esse protagonismo internacional reforça a posição do país como líder em inovação digital e segurança.

Com a entrada dos corretores de seguros no Open Insurance, atuando como Sociedades Processadoras de Ordem do Cliente (SPOCs), o futuro da autenticação e do consentimento digital se tornará ainda mais seguro. A base criada pelos corretores, que já simplificaram a emissão de certificados digitais no passado, permitirá que o consentimento seja concedido de forma instantânea, transparente e segura, promovendo um modelo de contratação sem fricções e com maior proteção aos dados dos usuários.

Os corretores de seguros, ao desempenharem o papel de SPOCs, terão uma posição central na autenticação e no processamento de ordens de clientes no Open Insurance. Com a crescente demanda por soluções digitais, esses profissionais se consolidam como os guardiões da confiança digital, garantindo que o Brasil continue a liderar a implantação de ecossistemas Open, influenciando a segurança e a eficiência de transações em todo o mundo.

Em resumo, a atuação dos corretores de seguros na certificação digital, tanto no âmbito da ICP Brasil quanto no Open Insurance, é um dos pilares que sustenta a transformação digital no Brasil e em outras partes do mundo. O impacto dessa atuação continuará a moldar o futuro dos ecossistemas digitais, colocando o Brasil na vanguarda da proteção de dados e da confiança digital global.

Setor de seguros terá aumento de R$ 3 bi em receita a cada 1% de avanço sobre o PIB

Segundo dados do estudo da PwC, Panorama do mercado de serviços financeiros, o setor de seguros terá aumento de R$ 3 bilhões no faturamento a cada 1% de avanço sobre o PIB. A possibilidade aberta pelo Open Insurance de compartilhamento de informações entre as empresas é a principal aposta para o avanço deste mercado no país e promete um avanço significativo na operação e na forma como as seguradoras devem se posicionar neste novo contexto. 

Hoje, apesar do mercado de seguros no Brasil ainda ser considerado tímido, os indicadores da pesquisa reforçam o quanto existe uma trajetória de crescimento em potencial no mercado brasileiro. Em países desenvolvidos chega a movimentar de 20% a 25% do PIB. Em 2030, o mercado segurador planeja alcançar 10% do PIB brasileiro e tem o potencial de movimentar até R$1,14 trilhões no período. A estimativa foi feita pela CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, que analisou os efeitos macroeconômicos, como inflação e variação do PIB; e efeitos micro, levando em conta as contribuições do próprio setor com ações de melhorias e avanços estruturais. 

Muitas destas mudanças são creditadas à introdução do Open Insurance, iniciativa liderada pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) que promete gerar valor com base na personalização, inovação e fomento à competição, beneficiando seguradoras e seus clientes. Ao promover a integração dos dados com o consentimento do cliente, o novo modelo pode aumentar a subscrição de apólices, automatizar processos e melhorar a eficiência dos produtos oferecidos.  

“Esse modelo promove uma competição saudável entre as seguradoras, estimulando a criação de produtos mais adequados às necessidades dos consumidores e fomentando novos modelos de negócios. Assim como o Open Finance está reformulando o setor bancário, o Open Insurance promete transformar o setor de seguros, alterando a dinâmica de atração e retenção de clientes”, explica Eliseu Tudisco, sócio da Strategy&, consultoria estratégica da PwC e um dos autores do estudo em nota divulgada.

De acordo com ele, o novo sistema é uma oportunidade de expansão com avaliações mais assertivas de risco, ofertas de jornadas integradas que podem colocar em uma mesma plataforma, por exemplo, a compra do veículo, o financiamento e a contratação do seguro. A implementação do Open Insurance será dividida em três fases. Na primeira haverá obrigação das seguradoras de disponibilizar informações detalhadas e padronizadas sobre seus produtos. O segundo momento será a vez do cliente escolher quem terá acesso aos seus dados. A última etapa será um incremento das capacidades digitais e, consequentemente, na oferta de serviços dos provedores de seguros, ampliando as opções e melhorando a experiência do consumidor com mais inovação e personalização.

Embora o consumidor se mostre desconfortável com o compartilhamento de seus dados bancários e de produtos de seguro, Tudisco diz que é preciso uma educação para a população de forma geral vencer essa barreira. Tanto o Open Finance como o Open Insurance podem ajudar a ampliação do acesso a produtos mais adequados ao consumidor.
“É preciso deixar clara a proposta de valor para o consumidor, principalmente aqueles de classe mais baixa que são os que têm menos acesso aos serviços financeiros e quem acaba pagando mais caro”, afirma o sócio da PwC. 

Mesmo com esta resistência de parte dos clientes, o mercado brasileiro demonstra boa capacidade de adaptação pelo crescimento constante no número de chamadas de API (forma padronizada de troca de informações entre plataformas), que começou na Fase 1 do projeto, em janeiro de 2022, e alcançou impressionantes 160 milhões de chamadas em 2023.

“Esse aumento significativo destaca a aceitação e a rápida adoção das novas práticas e tecnologias introduzidas no Open Insurance pelas empresas do setor. Além disso, a evidência de melhorias contínuas e avanços indica um potencial ainda maior para expandir esses números à medida em que a implementação do novo modelo evoluir”, conclui Tudisco.

180 Seguros faz novo aporte de R$ 45 milhões na seguradora para aumentar capital regulatório

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A 180 Seguros anuncia novo aporte de capital em sua seguradora no valor de R$ 45 milhões , reforçando ainda mais sua posição de solidez e compromisso com o crescimento sustentável. Este investimento, 55% maior que o aporte inicial de R$ 29 milhões feito em 2021, no pedido de aprovação, eleva o capital total para R$74 milhões. Esta injeção de recursos prepara a empresa para o crescimento esperado nos próximos meses, além de reforçar as garantias da  capacidade da empresa para continuar seu processo de crescimento.

Em 2023, a 180 Seguros conquistou a licença definitiva da Susep para atuar como seguradora S3, e, desde então, a empresa já conta com mais de 15 parcerias entre bancos, fintechs, empresas do ramo imobiliário e varejistas.

“Este segundo aporte é uma clara demonstração de confiança e otimismo em nossa capacidade de gerar valor no mercado de seguros. Desde o início, nossa seguradora foi constituída com um patrimônio significativo, o que nos permite garantir níveis de solvência e segurança acima da média de mercado aos nossos parceiros e clientes. Com este patamar de capital regulatório, hoje já suportamos mais de R$400 milhões de prêmio de seguros por ano, reforçando nossa capacidade financeira e o compromisso de permanecer nesse mercado por muito tempo”, destaca Mauro Levi D’Ancona, fundador e CEO da 180 Seguros, em nota.

“Nosso objetivo é continuar expandindo nossa presença e demonstrar aos diversos players do mercado que temos uma base sólida e a intenção clara de sermos uma referência no setor de seguros”, acrescenta o executivo da seguradora fundada em 2020. 

Com mais de R$ 220 milhões captados em rodadas de investimentos que reúnem grandes fundos de venture capital do Brasil e do mundo, como Canary, Dragoneer, Rainfall, Monashees, 8VC, entre outros, e mais 20 investidores anjo, a seguradora tech tem crescido de forma muito acelerada com uma estratégia de distribuição focada através de empresas parceiras, como Open Co, Solfácil, Paketá, Blipay, Loft, Unifique,  entre outros.

IcatuCast promove debate sobre a importância do planejamento financeiro 

Fonte: Icatu

Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o seguro de vida registrou um crescimento de 15,2% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano anterior. Atualmente, apenas 17% dos brasileiros maiores de 18 anos possuem um seguro de vida, sendo 58% na modalidade coletiva, oferecida por empresas aos seus colaboradores. Além disso, somente 9% da população conta com previdência privada. Esses números mostram o potencial crescente no mercado e uma vasta oportunidade de expansão.

Em apoio ao Mês da Conscientização do Seguro de Vida, celebrado em Setembro, o 4º episódio da segunda temporada do IcatuCast – Corretor que Inspira, videocast da Icatu Seguros dedicado aos corretores, tem como tema “Proteção Completa: a importância do planejamento financeiro para o seu cliente”. 

O programa conta com a participação de JP Bottecchia, Membro Vitalício do MDRT e CEO da JPlanner, e Renato Gomes, Superintendente de Venda Consultiva da Icatu Seguros. 

Para JP Bottecchia, é importante criar uma intimidade com o cliente. “Eu conto a minha história para ele. A partir disso, a gente passa a ter uma intimidade muito maior e ele percebe que eu não estou ali para vender um produto, mas, sim, para que ele pense como ele resolveria os problemas em relação à família que ele tem”, relata. 

“Eu criei uma frase: ‘não se trata de ter seguro, mas, sim, estar seguro do que se tem’. Por exemplo, estes 17% que têm seguro, qual é o tipo de seguro que eles têm? Morte acidental, invalidez, doença grave? Hoje temos um mar de produtos dentro do Seguro de Vida que fazem uma solução completa. Sem diagnóstico não tem prognóstico”, completa JP.

O episódio traz de forma prática dicas e insights valiosos para os corretores de seguros, como o conceito de cliente 360º; práticas consultivas técnicas para entender o cliente em profundidade; como criar uma abordagem personalizada e eficaz; assim como a importância da personalização no atendimento ao cliente tanto para Seguro de Vida quanto para Previdência. 

“Como eu posso tangibilizar as necessidades do cliente se eu não ouvir suas histórias, suas principais preocupações, desejos e ansiedades?”, questiona Renato Gomes, Superintendente de Venda Consultiva da Icatu Seguros. “O fato é que o tempo todo nós estamos fazendo seguro. Estamos protegendo a seguridade, a nossa força de geração de receita e as necessidades das nossas famílias, mas também estamos fazendo seguro para o futuro, que é a Previdência, a acumulação de patrimônio”, comenta.

Segundo JP Bottecchia, as necessidades dos clientes não são criadas, elas já existem. “É o que a gente chama de despertar das necessidades. Ninguém cria necessidade para outra pessoa, mas por meio de perguntas e de exemplos, a gente faz com que a pessoa se coloque na situação. A gente tem que ouvir mais do que falar. Se Seguro de Vida é necessário – e ele é – quanto que basta? É o que realmente solucionaria a necessidade de tê-lo, nem a mais e nem a menos. E do outro lado: preciso de dinheiro para viver. É necessário? É, mas quanto é o suficiente? Às vezes as pessoas vendem Previdência de trás para frente. Respeite o cliente para que ele diga o quanto pode pagar”, finaliza. 

Para auxiliar cada vez mais a jornada de venda e pós-venda do corretor de seguros, recentemente, a Icatu Seguros – maior seguradora independente do país em Vida, Previdência e Capitalização –, lançou a A.V.I., assiste virtual da Icatu projetada para facilitar a gestão de carteira e o apoio às vendas dos corretores no segmento de Vida Individual. 

Com a assistente, os corretores poderão enviar dados como sexo biológico, idade e valor de cobertura desejada e realizar cotações em cerca de 40 segundos – uma otimização de aproximadamente 85% do tempo médio de uma cotação. Além disso, em poucos segundos e com etapas simples, os corretores poderão verificar informações de inadimplência, além do valor do pagamento de comissões das linhas de negócio em que atuam (Vida, Previdência ou Capitalização).

“A A.V.I. veio para tornar mais produtiva e facilitar a jornada do corretor. Mas não vai substituir a sua capacidade de diagnosticar, porque ela é a ponta disso. A apólice é emitida de forma mais rápida, o cliente fica protegido mais rápido, a comissão entra mais rápido. Só coisas boas”, conclui Renato Gomes. 

Lar Corretora comemora parceria com empresa de cicloturismo

Fonte: Lar Corretora

Dos 35 anos de atividades da Lar Corretora de Seguros, sediada em São Paulo-SP, com atendimento em nível nacional, os últimos 10 tiveram grande foco em disseminar a contratação de seguros de bike. Neste tempo, o corretor de seguros e sócio responsável pela Lar, Luiz Morales, se tornou ciclista e participante de diversas cicloviagens nacionais e internacionais.

Luiz Morales explica que o seguro de bike é importante para proteger a bicicleta e o ciclista de riscos que podem ocorrer durante uma viagem, como roubos, furtos, acidentes e danos causados pelo transporte. Aliado ao produto, é fundamental contar com a proteção de um seguro de vida e suas assistências.

“Dedicamos muito tempo para programar uma cicloviagem, preparamos tudo com antecipação, pesquisamos as melhores rotas, fazemos planilhas e treinamentos. Não podemos ignorar um dos itens mais importantes: garantir a proteção com o seguro da bike e o seguro de vida”, defende.

Grande parte de suas cicloviagens foram realizadas com o apoio da NSA Cicloturismo, que tem foco no turismo de aventura e de experiência, nas modalidades bike e trekking (caminhada), e se tornou parceira para levar o seguro a mais esportistas. “Luiz é nosso cliente e também somos clientes dele, há anos”, conta Leonardo Castelo Branco, sócio da NSA e organizador das cicloviagens. 

A NSA acaba de completar nove anos de atividades, e todos as contratações de seguros para atividades no Brasil são realizadas pela Lar Corretora. “Já realizamos centenas de clicloviagens, temos centenas de clientes participantes. A maioria deles participa de nossos grupos de WhatsApp, onde mantemos uma conversa mais direta, e estão sempre solicitando indicação para se protegerem, então oferecemos o serviço impecável da Lar”, conta Leonardo.

Em todas as atividades que a NSA promove no Brasil e no exterior, por menor que seja, é feita a contratação de seguro para todos os participantes. “É fundamental ter seguro, para garantir mesmo que atendimento para uma desidratação. E nas viagens internacionais, além do seguro para a atividade, nós fazemos um seguro geral que engloba pertences, questão de farmácia, de desembaraço ou alfandegário, se for necessário, então tem a contratação”.

“Nós, ciclistas, estamos fazendo uma atividade que nos expõe. Há riscos de acidentes e de roubo do equipamento que, na maioria das vezes, tem custo elevado para os ciclistas mais empenhados com a atividade”, comenta Luiz Morales. “Além do seguro de bike, temos defendido firmemente a importância do seguro de vida e suas assistências, para garantir a proteção completa na cicloviagem”, afirma.

Além dos seguros, o corretor aponta a importância de investir em segurança. “Digo aos amigos ciclistas que precisamos pedalar com segurança, sem esquecer do LOC, uma sigla que inventei para os itens fundamentais de proteção: luva, óculos e capacete. São os três alicerces de uma proteção preventiva. Nunca devemos sair pedalando sem luva, óculos e capacete, e incluo neste kit o seguro de bike e de vida”.

A próxima grande viagem do corretor de seguros com a empresa de cicloviagem já tem data marcada: de 20 a 27 de junho de 2025, integrando um grupo de ciclistas, eles irão percorrer mais de 300 km no estado da Toscana, na Itália.

Com a parceria e os amigos conquistados com a atividade, no último ano o seguro de bike cresceu 30% na Lar Corretora de Seguros. “É um dos produtos que mais tem crescido na empresa, ao lado dos consórcios para a compra de imóveis ou carros, e do seguro de vida, importante proteção que temos defendido”, conclui.

Porto patrocina Festival Manda Brasa no Rio Grande do Sul  

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Fonte: Porto

Em um momento de renovação e esperança para o Rio Grande do Sul, a Porto anuncia seu patrocínio ao Festival Manda Brasa, que acontecerá nos dias 20 e 21 de setembro em Porto Alegre. O evento celebra a Revolução Farroupilha e visa unir a população, além de promover um impacto significativo na economia local, movimentando os setores de hotelaria, alimentação e transportes, contribuindo para a geração de empregos e renda. Além disso, oferecerá apoio a artistas e técnicos locais, ampliando e valorizando o mercado cultural da região.

O evento será realizado na antiga fábrica Guahyba, no bairro 4º distrito com o objetivo de ressignificar as memórias impactadas pelas recentes enchentes. “Estamos honrados em apoiar o Festival Manda Brasa e contribuir com a reconstrução do nosso estado. A Porto acredita na importância de incentivar a cultura local e fortalecer a economia, especialmente após as recentes enchentes. É um momento de celebração, solidariedade e esperança para todos nós”, enfatiza Paulo Sérgio Rodrigues, diretor comercial Sul da Porto.

Como não poderia ser diferente, o festival será regado a churrasco, arte e muita cultura. O time Porto estará por lá e contará com dois lounges exclusivos e confortáveis para receber os visitantes. “Vamos levar um pouco do nosso cuidado aos participantes do Festival, incluindo 110 corretores convidados e seus acompanhantes”, comenta Paulo Sérgio.
 

O patrocínio destaca o compromisso contínuo da Porto com o estado. Desde o início dos eventos climáticos que atingiram o Rio Grande do Sul, em abril e maio deste ano, a companhia tem tomado medidas especiais para apoiar a região, incluindo o envio de cerca de 200 prestadores de serviços da Porto Serviço, na época, com uma frota de veículos para operações especiais que incluiu motos aquáticas, guinchos e veículos de tração 4×4. “Estamos felizes por ter a oportunidade de participar de um momento de alegria e queremos reforçar o cuidado da Porto mais uma vez”, finaliza o diretor.

Caixa Residencial lança podcast “Fora da Casa”

Fonte: Caixa

A Caixa Residencial lançou seu novo podcast “Fora da Casa”. A cada episódio, o programa contará com a presença de um convidado, promovendo discussões sobre diversos temas relacionados ao mercado segurador, à habitação e proteção do maior sonho dos brasileiros: o seu lar.

No episódio de estreia, a vice-presidente de Habitação da CAIXA, Inês Magalhães, foi a convidada de honra. Em uma conversa super abrangente, Inês falou sobre o atual cenário da conquista da moradia no Brasil, detalhando os programas de habitação oferecidos pela Caixa, incluindo o Minha Casa, Minha Vida, e como podemos apoiar o desenvolvimento do acesso a moradias dignas. Além disso, ela destacou como a proteção oferecida pelos seguros pode tornar os financiamentos imobiliários ainda mais atrativos.

O “Fora da Casa” pretende ser um espaço de troca de ideias e sugestões, contribuindo para a ampliação do conhecimento sobre o mercado de habitação e assegurando que mais brasileiros possam realizar o sonho da casa própria com segurança.

Grupo HDI se consolida como uma das principais seguradoras do Brasil

eduardo dal ri ceo hdi

O ano de 2023 do Grupo HDI foi marcado pelas aquisições dos produtos de varejo da Sompo Consumer, em agosto, e da Liberty Seguros, em novembro. Com as compras, a companhia registrou um total de R$ 13,7 bilhões de prêmios emitidos ao final de 2023, posicionando-se em segundo lugar no ranking das principais seguradoras de ramos elementares (RE) do País.

“Para 2024, a expectativa é pela consolidação das aquisições dessas empresas e a afirmação da nossa posição no mercado. Reforçamos a criação de uma nova marca de seguros no Brasil, enquanto Grupo HDI, que reúne toda a tradição e a reputação robusta construída ao longo dos anos”, conta Eduardo Dal Ri, CEO do Grupo HDI.

“Temos vivido dias incríveis. Formamos um grupo sólido de talentos que tem sido essencial para continuar construindo as metas projetadas para o futuro da companhia, juntamente com nossos corretores e distribuidores, que também nos ajudam a fortalecer todo o projeto. Com isso, conseguimos transformar nossa organização em um grande provedor de seguros que, além de trabalhar com várias marcas, oferece um portfólio completo de produtos, que vão dos mais simples aos mais complexos, como: seguro de PIX; proteção de bolsas; seguros para cartões de crédito; de fábricas; residencial; de condomínio; para pequenas e grandes empresas; seguros agrícolas diversos; bem como seguro de vida. Estamos otimistas com o crescimento do mercado e acreditamos fortemente no potencial para negócios deste ano”, citou.

Tal feito levou o grupo a ser reconhecido mais uma vez entre as maiores seguradoras do Brasil na 24ª edição do Anuário Valor 1000, elaborado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a Serasa Experian e a Escola de Administração de Empre sas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. Duas das principais marcas de negócio da companhia, Yelum – antiga Liberty Seguros – e HDI, conquistaram a 7ª e 10ª posições no ranking, respectivamente, mantendo suas classificações em relação ao ano anterior.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:

Os efeitos do Sul já aparecem nos resultados da seguradora em 2024?

Sim, os efeitos do Sul nos resultados de 2024 do Grupo HDI já são visíveis. Para se ter uma ideia e entender a dimensão do impacto, foram desembolsados mais de R$ 450 milhões em indenizações para os nossos clientes, o que representa cerca de 150 mil a 250 mil veículos atingidos durante a tragédia na região. Este número reflete muito mais do que as perdas financeiras, pois são histórias de vidas impactadas que nos mobilizaram a agir com ainda mais determinação e dedicação.

Como foi atuar num cenário tão desafiador?

Mesmo diante de um cenário tão desafiador, a nossa robustez financeira, aliada ao apoio essencial dos nossos parceiros resseguradores, nos permitiu continuar focados naquilo que mais importa: a comunidade e os nossos clientes. Estivemos lado a lado com aqueles que mais precisavam e vamos continuar oferecendo suporte por meio de nossos corretores, distribuidores e provedores de serviços na região. Nossa atuação não foi apenas uma resposta a uma crise, mas um compromisso com a reconstrução e o bem-estar das pessoas que confiam em nós e passaram por momentos extremamente delicados.

O que mudou na estratégia com as perdas em automóvel e rural e vendas mais comedidas em outros ramos? Entrou em novos nichos? Em novas regiões? Em novos canais de vendas? Quais?

Não houve mudanças. Acreditamos que as perdas nos setores de automóvel e rural foram eventos isolados. O Grupo HDI possui vasta experiência na região Sul, e continuamos a ser diligentes para garantir os melhores produtos e serviços para nossos clientes e parceiros.

Quais as estratégias e ramos de seguros que estão mais em evidência para o orçamento de 2025?

O Grupo HDI está sempre de olho nas tendências e, para 2025, tem uma estratégia focada na diversificação e no lançamento de novos produtos. Atualmente, oferecemos um portfólio completo, com uma gama de soluções e proteções que atende qualquer pessoa ou empresa, em todo tipo de necessidade ou ocasião, incluindo novos produtos de fiança locatícia e seguro agrícola, além de estarmos desenvolvendo um produto que combina o seguro residencial e o automóvel – dentro da marca Yelum – e investindo fortemente na comunicação das nossas marcas e diferenciais. Atualmente, 25% da nossa carteira é composta por produtos de Vida e Seguros Patrimoniais, além de contar com 32 mil corretores ativos e mais de 6 milhões de clientes. Nosso objetivo é sempre progredir, inclusive dentro dos segmentos que já cobrimos, incluindo seguro de vida, transportes, condomínio, residencial, agrícola, empresarial, equipamentos, automóvel e outros.

Tem no radar fusões e aquisições para ganhar escala?

Nunca descartamos a possibilidade de fusões e aquisições, mas, no momento, estamos mais focados em consolidar novas parcerias e expandir as já existentes. Além disso, estamos trabalhando na melhoria contínua da comunicação entre nossos corretores e clientes. Queremos garantir que aproveitemos o melhor de cada marca para criar um padrão único de qualidade. Atualmente, por exemplo, estamos unificando nossa empresa de assistência 24 horas, a Fácil Assist, que já nasceu como uma das maiores provedoras de assistência no Brasil, para oferecer um serviço de alta qualidade e agilidade para clientes e parceiros. Estamos confiantes de que teremos um futuro próspero não só para nossa companhia, mas para todo o mercado.