HDI: avanço tecnológico objetiva aprimorar produtos, soluções e serviços

Pela primeira vez, o grupo HDI participou do Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros como conglomerado, com suas marcas HDI e Yelum ganhando visibilidade. O estande da empresa foi ponto de encontro para corretores e executivos, além de oferecer ativações interativas que fortaleceram o relacionamento com parceiros. “Tivemos o prazer de encontrar nossos parceiros de negócio e reafirmar o comprometimento do grupo em oferecer as melhores soluções e experiências para todos os nossos públicos. Não poderíamos estar mais satisfeitos”, destacou Eduardo Dal Ri, CEO do Grupo HDI.

Entre os principais painéis do evento, o debate sobre “Transformação Digital como aliada dos Corretores de Seguros” contou com a participação de Igor Di Beo, vice-presidente de Vida & RE do Grupo HDI. Durante sua fala, Di Beo ressaltou o impacto positivo da digitalização no setor: “Todo avanço tecnológico tem como objetivo aprimorar produtos, soluções e serviços para o consumidor. É indispensável levarmos em consideração esse público quando pensamos em melhorias, pois, assim, somos capazes de otimizar a forma como o corretor vai oferecer os produtos”.

Rafael Ramalho, Vice-presidente de Auto do Grupo HDI, também subiu ao palco no painel “O futuro do automóvel. E o seguro?”, discutindo as inovações que estão moldando o setor de seguros automotivos. Ele destacou a importância de acompanhar as tendências do mercado: “O mercado tem respondido positivamente às novas demandas, e nós estamos dedicados a evoluir para acompanhar essas tendências e oferecer soluções personalizadas, tanto para os clientes quanto para os corretores”.

Com uma presença robusta de seus executivos, o grupo HDI reforçou seu compromisso com a inovação e o relacionamento próximo aos corretores. O evento consolidou a atuação da empresa no mercado e reforçou sua estratégia de estar sempre à frente nas transformações que impactam o setor de seguros no Brasil.

Seguradoras arrecadam R$ 288 bi até agosto de 2024, avanço de 13,5%

estudos sobe desce

As seguradoras arrecadaram R$ 288 bilhões de janeiro a agosto deste ano, crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período de 2023. Já o retorno à sociedade, por meio de indenizações, resgates, benefícios e sorteios, foi de R$ 161 bilhões no período, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

Os segmentos de seguros de danos e pessoas apresentaram, sem considerar o VGBL, uma arrecadação de R$ 135,87 bilhões, o que representa uma alta de 10,42% em comparação com o mesmo período do ano anterior. 

O VGBL arrecadou R$ 16,11 bilhões em contribuições somente em agosto de 2024. Durante os oito primeiros meses do ano, foram R$ 121,32 bilhões arrecadados, um montante 19,4% superior ao mesmo período de 2023. 

Os produtos de capitalização arrecadaram, no período, R$ 20,72 bilhões. Assim, houve um crescimento de 5,7% na receita acumulada até agosto de 2024, em relação aos oito primeiros meses de 2023. 

Akad unifica diretorias para aumentar eficiência e focar na experiência do cliente

danilo gamboa akad seguros

Fonte: Akad

A Akad Seguros acaba de anunciar Rafael Fragnan como o primeiro CUO (Chief Underwriting Officer) da companhia. Com a formação da nova diretoria, a seguradora busca fortalecer a sinergia com seus corretores e parceiros de negócio. O objetivo é agregar mais qualidade e agilidade no fluxo de atendimento aos clientes, coordenando esforços desde a geração da demanda até a subscrição e o desenho do resseguro.

Administrador de empresas, Fragnan possui pós-graduação em Gestão de Negócios pelo Mackenzie e MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ingressou na Argo em 2012, onde atuou como gerente de P&C, diretor de Sinistros e Riscos e Chief Risk Officer (CRO). Quando a seguradora recebeu o aporte da GP Investimentos e passou a se chamar Akad em 2022, Fragnan assumiu o cargo de Chief Operation Office (COO).

O executivo revela que a nova diretoria foi criada para agregar e nortear o trabalho de áreas consideradas estratégicas para a jornada do corretor. Entre elas estão os departamentos comercial e de marketing, responsáveis por criar o conteúdo de marca para o parceiro. Fragnan cita ainda a equipe de subscrição, responsável pelo desenho, precificação e detalhamento das condições dos produtos. Outro time fundamental para o CUO é o de resseguros, encarregado de buscar parcerias para viabilizar novas oportunidades de negócio.

“Minha maior atribuição nesta nova função será conduzir um time de profissionais extremamente capacitados, que já possuem um olhar condicionado a otimizar a jornada de trabalho dos corretores”, afirma Fragnan. “O principal objetivo será coordenar os esforços, desde a geração da demanda com os clientes até o desenho do resseguro, passando pela subscrição. Uma solução única, integrada e fluída, para dar agilidade a solução das demandas dos clientes”, completa Danilo Gamboa, CEO da Akad. 

Fragnan e Gamboa contam que a nova diretoria atuará com atenção especial em Seguro de Pessoas, segmento no qual a seguradora estreou no último mês de julho ao obter a licença da Susep (Superintendência de Seguros Privados). “Trata-se de um mercado com excelente oportunidade de criação de novos produtos, sobretudo produtos disruptivos, capazes de gerar novas frentes de negócio para os corretores”, projeta o novo CUO.

Segundo Fragnan, a intenção é também priorizar produtos dos ramos de danos, entre os quais a seguradora já se estabeleceu como referência de mercado e possui market share relevante. Responsabilidade Civil Profissional, Transportes, D&O, Bike e Cyber são alguns exemplos citados pelo executivo.

Senadores discutem projeto para fortalecer seguro rural em evento da CNA

Fonte: Agência Senado

Senadores conversaram com representantes dos setores agropecuário e financeiro nesta segunda-feira (14) sobre projeto que libera dos bloqueios orçamentários os benefícios financeiros pagos pelo governo aos produtores rurais que contratam seguro para suas atividades. O workshop “Modernização do Seguro Rural no país” ocorreu em Cuiabá (MT) e foi promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com a parceria do Senado.

O contingenciamento ocorre quando gastos públicos estão acima dos limites legais. Para retirar o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) desse mecanismo, o projeto de lei (PL) 2.951/2024, da senadora Tereza Cristina (PP-MS), passa a considerar as despesas com a subvenção como “operação oficial de crédito”. A mudança dará segurança aos produtores e aumentará a área segurada, uma modernização já adotada nos Estados Unidos da América, segundo a senadora.

— Precisamos ter previsibilidade… O Ministério da Agricultura está de pires na mão pedindo para o governo […] dinheiro para subvenção do seguro. Quando eu fui ministra, começamos com R$ 400 milhões [em subvenção], chegamos a R$ 1 bilhão e pouquinho. Este ano tivemos menos de R$ 1 bilhão de novo [no orçamento aprovado], é muito pouco — disse Tereza Cristina no evento.

No orçamento de 2024, são 13 subvenções econômicas semelhantes com possibilidade de serem bloqueadas, e 11 categorizadas como operação oficial de crédito.

O PSR foi criado pela Lei 8.171, de 1991, para permitir aliviar o custo de contrato de seguro pago pelo agricultor. Ao contratar uma apólice, o produtor (pessoa física ou jurídica) pode minimizar suas perdas ao recuperar o capital investido na sua lavoura, caso ocorra algum dano, como perda da safra pela seca ou enchentes. Segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), até 2021, mais de 247 mil produtores rurais já foram beneficiados com o PSR.

Também participaram do workshop o relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Jayme Campos (União-MT). A CCJ será o único colegiado a analisar o texto. Também estavam presentes os senadores Jaime Bagattoli (PL-RO) e Wellington Fagundes, que está licenciado.

Taxas favoráveis

A proposta ainda permitirá ao Conselho Monetário Nacional (CMN) criar regras sobre a contratação de seguro rural nas operações de crédito rural. Com o empréstimo coberto por seguro, o produtor segurado poderá, por exemplo, ter benefícios como taxas de juros mais baixas nos financiamentos. Outra vantagem pode ser a flexibilização das garantias exigidas. Para Tereza Cristina, a alteração é relevante pois, atualmente, “o poder público não pode exigir a contratação de seguro rural como condição para acesso ao crédito de custeio agropecuário”.

O CMN também poderá criar benefícios e incentivos para empréstimos ao setor amparados por seguro rural, como priorizar determinados casos, exigir taxas de juros mais baixas e relativas a financiamento do prêmio seguro. No evento em Cuiabá (MT), Jayme Campos considerou altos os juros para o agronegócio.

— O agro vem sendo penalizado muitas vezes [com] juros acima daquilo que tem que ser praticado no mercado. E sobretudo na questão do seguro […] é muito caro. Fica além da capacidade de pagamento do homem do campo, na medida em que nós estamos tendo oscilação hoje gigantesca em relação aos preços das nossas commodities. O saco de soja estava R$ 170, hoje é R$110, R$ 112.

Transparência e estatística

O projeto também fortalece o compartilhamento de dados estatísticos sobre o setor para facilitar os cálculos de risco e a precificação do seguro rural. Para isso, o produtor que acessar o benefício do PSR deverá fornecer dados históricos de seus ciclos produtivos antecedentes.

A Lei 8.171, de 1991, já prevê que o governo forneça ao público banco de dados com as informações das operações subvencionadas pelo PSR. O Mapa possui um Atlas do Seguro Rural com dados desde 2006. Mas, para Tereza Cristina, ainda faltam informações organizadas o suficiente para uma análise adequada, em comparação com o sistema americano.

— [A gente] muitas vezes recorre aos números deles [americanos] para poder fazer o cálculo nosso aqui de risco.

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), do Poder Executivo, poderá estipular regras para as informações a serem prestadas pelas sociedades seguradoras.

Fundo Catástrofe

O projeto também busca aprimorar o Fundo Catástrofe, previsto na Lei Complementar 137, de 2010, com o objetivo de socorrer produtores rurais apenas em casos de grandes desastres climáticos, mas ainda inexistente. Entre as novidades estão novas formas de a União financiar o fundo, como por meio de suas ações em empresas estatais, o que deverá ser normatizado em regulamentação posterior. De acordo com a proposta, outras fontes de recursos também poderão ser utilizadas.

Atualmente, a lei do Fundo Catástrofe já prevê aporte da União de até R$ 4 bilhões, por meio de títulos públicos (dívida pública) ou dos cofres públicos (despesa orçamentária), opções mantidas no projeto.

Também compostos por recursos privados, os fundos seriam abastecidos pelas empresas de seguro ou resseguro que operam no âmbito do PSR, que seriam obrigadas a colaborar e a contratar a cobertura suplementar ofertada pelo fundo. A participação seria facultativa para outras empresas da cadeia do agronegócio.

Regras

Apesar de ainda não funcionar por falta de regulamentação, o fundo tem novas regras previstas no projeto. Pelo texto, ele só poderá auxiliar atividades rurais seguradas que estejam contempladas em zonas previamente delimitadas como de “riscos agropecuários”, definidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

Tereza Cristina propõe tornar permanente a “isenção tributária irrestrita de quaisquer impostos ou tributos federais” nas operações do fundo. A regra de hoje é que a vantagem durará apenas no primeiro ano de funcionamento do Fundo Catástrofe.

Se o projeto for aprovado, a gestão ficará a cargo de uma instituição administradora, pessoa jurídica criada para esse fim específico, e seu conselho diretor terá dois representantes de seguradoras e dois de resseguradora. Hoje, a lei prevê um representante de cada setor.

Além disso, Tereza Cristina especifica que o seguro rural inclui a atividade pesqueira, para sanar a atual “dubiedade interpretativa acerca do tema”.

Bradesco Vida e Previdência lança seguro de vida para MEIs 

Data: 10.02.2020 Local: Alphaville, SP Assunto: Retrato de Bernardo Castello, diretor Bradesco Vida e Previdência. Foto: Bitenka

A Bradesco Vida e Previdência lança o Seguro de Vida Empresarial Flexível Bradesco MEI, solução que possibilita ao microempreendedor individual adquirir uma apólice de vida, podendo ser ampliada para um funcionário. O objetivo do produto é atender às necessidades de quem trabalha de forma independente, proporcionando uma maior segurança a esses profissionais. De acordo com dados do Sebrae, foram abertas 2,1 milhões de MEIs no país somente em 2024. 

O novo produto disponibilizará até 12 opções de coberturas que protegem o contratante e até um funcionário, além de quatro voltadas para os filhos do empreendedor, e outras 18 que contemplam serviços e assistência para o negócio. 

“O lançamento está alinhado com o crescimento exponencial do empreendedorismo nacional nos últimos anos, proporcionando segurança, planejamento e um processo ágil de contratação e implementação. Um seguro de vida adequado gera uma rede de segurança financeira em caso de imprevistos, além de oferecer tranquilidade. Esse é um produto que chega para completar o nosso portfólio empresarial”, ressalta Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência, em nota.

Novos benefícios do Pessoa Chave 

O produto Empresarial Flexível Pessoa Chave ampliou suas vantagens. Com isso, além de proteger os sócios da empresa, agora contempla seus diretores. O seguro passa a contar com vigência vitalícia por invalidez permanente ou doenças graves até os 75 anos.  

O Pessoa Chave é um seguro de vida que visa minimizar os impactos financeiros e/ou patrimoniais em razão do falecimento de um dos sócios da empresa. Nesse caso, como beneficiária do seguro, a companhia contratante poderá utilizar esse capital para pagar aos herdeiros legais o valor correspondente às cotas do sócio falecido sem precisar utilizar recursos do caixa. Assim, eles têm seus direitos mantidos e os demais sócios podem continuar suas atividades sem impacto no quadro acionário da empresa. 

Fator Seguradora anuncia Fabiano Suzarte como diretor técnico de seguro garantia

fonte: Fator

Reconhecido no mercado como inovador e com visão estratégica, Fabiano Suzarte assume o cargo de diretor técnico de seguro garantia na Fator Seguradora, substituindo Pedro Mattozinho, que deixou a companhia para assumir a área na Swiss Re Corporate Solutions. Suzarte tem como meta incrementar a atuação da Seguradora como uma referência no mercado de Seguro Garantia. 

Para isso, o foco será na inovação e na eficiência a fim de estreitar o relacionamento e consolidar parcerias com os corretores de seguros, por meio de uma oferta de soluções cada vez mais tecnológicas e personalizadas pela plataforma digital fatorconnect.

Segundo ele, “logo na minha chegada, estabelecemos uma agenda com os principais corretores para entender os seus anseios e necessidades. É muito importante ouvir a dor do nosso cliente e de que forma o time Fator poderá ajudá-los. E nos primeiros meses, o foco será na evolução do fatorconnect, nosso sistema de emissão on-line e das nossas API´s”, antecipou. 

Novas funcionalidades

Para tornar o fatorconnect mais intuitivo para os corretores e parceiros, novas funcionalidades estão previstas. “O objetivo é simplificar processos e oferecer um sistema que, além de rápido, agregue valor ao negócio dos corretores, facilitando desde a cotação até a emissão das apólices, com total transparência e controle, para permitir uma emissão ainda mais rápida e eficiente. Além disso, queremos explorar novas modalidades de garantias, sempre atentos às necessidades do mercado”, disse Suzarte.

Potencial para os Corretores 

O novo executivo da Fator Seguradora comentou que há uma demanda reprimida do Seguro Garantia, especialmente em licitações públicas, concessões e projetos de infraestrutura, devido ao Novo PAC, Programa de Aceleração do Crescimento. Reiterou, ainda, que há oportunidades para o Seguro Garantia Judicial, o que traz uma grande oportunidade para a Fator Seguradora e seus parceiros.

“O mercado de Seguro Garantia passa por um momento de transformação. Temos necessidades importantes e oportunidades tanto para o Seguro Garantia Judicial como para o Seguro Garantia Tradicional. A Fator Seguradora tem uma grande oportunidade de expansão, especialmente em projetos de infraestrutura e concessões públicas. No mercado privado, estamos atentos às demandas de garantias contratuais, principalmente, as provenientes dos contratos de infraestrutura e concessões, com um enfoque em oferecer soluções customizadas e digitais que atendam às necessidades tanto de grandes quanto de médias empresas”, afirmou.

Já o Seguro Garantia Arbitral é uma inovação essencial para o mercado. Com o crescimento das arbitragens em contratos de grande porte, essa modalidade se posiciona como uma solução eficaz para dar segurança às partes envolvidas. Pretendemos reforçar nosso pioneirismo, ampliando nossa oferta e mostrando aos clientes os benefícios dessa modalidade”.

Fundos de previdência

A Fator Seguradora está desenvolvendo soluções para expandir a atuação no segmento de fundos de previdência, conforme antecipou Suzarte. “O segmento de fundos de previdência oferece grandes oportunidades, principalmente, com o uso de garantias para operações de solvência do fundo e de garantias judiciais para suas necessidades diárias. Estamos desenvolvendo soluções específicas para esse mercado, oferecendo produtos de garantia que atendam às exigências regulatórias, além de focar na criação de novas parcerias com fundos de previdência complementar”.

Com mais de 14 anos de atuação na área de Seguros e Riscos, antes de ingressar na Fator Seguradora, Fabiano Suzarte atuou como diretor de riscos na BMG Seguradora. Para finalizar, ele deixou uma mensagem de otimismo. “Estamos construindo uma Fator cada vez mais forte, inovadora e adaptada às necessidades do mercado. Conto com o apoio de todo o time e dos nossos corretores para que juntos possamos entregar soluções que realmente façam a diferença e dos nossos resseguradores. A inovação é o nosso caminho, e o sucesso será resultado do nosso esforço conjunto!”. 

Helene e Milton devem somar indenizações entre US$ 35 bi e US$ 55 bi, prevê Moody’s

A Moody’s RMS Event Response estimou que as perdas seguradas totais no mercado privado dos EUA causadas pelos recentes furacões Helene e Milton provavelmente ficarão entre US$ 35 bilhões e US$ 55 bilhões.

Milton atingiu a costa no dia 9 de outubro, no condado de Sarasota (Siesta Key), na costa oeste da Flórida, como um furacão de categoria 3, trazendo ventos fortes, chuvas intensas, tornados e ressacas, resultando em perdas de vidas, danos a propriedades e infraestruturas, além de cortes de energia.

Enquanto isso, Helene atingiu a região de Big Bend, na Flórida, duas semanas antes, afetando muitas das mesmas áreas.

Segundo a Moody’s RMS, os números das perdas seguradas estão associados a ventos, ressacas e inundações induzidas por precipitação dos dois eventos.

Mohsen Rahnama, Diretor de Modelagem de Riscos da Moody’s, comentou: “Essa estimativa inicial de perdas combinadas é baseada na abordagem rigorosa da Moody’s RMS Event Response para estimar perdas seguradas e inclui uma combinação de dados observacionais, reconhecimento detalhado de campo que até agora abrangeu mais de 2.000 milhas e análises de imagens aéreas de ambas as tempestades na região afetada.

“Nossas equipes de reconhecimento estão na Flórida neste momento e continuam a inspecionar as áreas impactadas. Estimar perdas nesses eventos é desafiador, e é importante considerar todas as complexidades e incertezas associadas, especialmente nas regiões sobrepostas afetadas por ambos os furacões.”

Na semana passada, a Moody’s RMS estimou que as perdas seguradas de Helene variariam entre US$ 8 bilhões e US$ 14 bilhões e que as perdas do Programa Nacional de Seguro contra Inundações (NFIP) poderiam ultrapassar US$ 2 bilhões.

A empresa destacou que divulgará sua estimativa de perdas para a indústria apenas para Milton até o final desta semana, além de sua estimativa final de perdas para Helene.

Luciano Calheiros sai e Allianz nomeia Mauricio Masferrer como diretor executivo de linhas corporativas

A partir desta terça-feira, 15, Mauricio Masferrer assume como diretor executivo de Negócios Corporativos da Allianz Seguros e Managing Director da Allianz Commercial Brasil. O executivo será responsável por desenvolver as carteiras voltadas às médias e grandes empresas e riscos especializados.

“Começo, com entusiasmo, um novo capítulo profissional, trazendo cerca de 30 anos de experiência nos mercados globais de seguros e resseguros. Ao longo da minha carreira, priorizei a formação de equipes fortes, desenvolvendo talentos, além de construir relacionamentos transparentes e sólidos com os principais players do mercado”, comenta Mauricio Masferrer, sobre sua motivação ao ingressar na Allianz e a forma como lidera seus times e se relaciona com o mercado. O executivo aproveita para ressaltar o que considera essencial para alcançar resultados no setor de seguros. “A chave para o crescimento está em desenvolver soluções inovadoras e eficazes para mitigar riscos, sempre com foco no cliente e excelência operacional. Acredito fortemente na abordagem baseada em dados, o que permite criar soluções escaláveis, melhorar a eficiência e orientar o desempenho.”

Mauricio Masferrer possui ampla experiência local e internacional na definição de estratégias para produtos de Property & Casualty (P&C), incluindo distribuição, desenvolvimento de novos negócios e resolução de sinistros complexos. Em 1997, ingressou na Angra Corretores de Seguros e, após a aquisição pela Aon, em 1999, assumiu a função de corretor de seguros Marítimos e responsável pela equipe seguros Facultativos da Aon Reinsurance Brasil, onde trabalhou por oito anos. Em 2008, se mudou para Londres para trabalhar na Aon Benfield Fac estruturando e colocando o portfólio latino-americano de risco de Property no mercado londrino. Retornou ao Brasil em 2010 como diretor executivo, para coordenar as equipes de corretagem de Property, Responsabilidade Civil, Construção e Infraestrutura. Em 2016, foi nomeado diretor de Corretagem da Aon Commercial Risk Solutions no Brasil, supervisionando as equipes de Produto, Sinistros, Operações e Colocação. Entre 2022 e 2024, ocupou, na mesma empresa, a posição de head de Riscos Comerciais.

A Allianz Seguros agradece ao executivo Luciano Calheiros pela dedicação e comprometimento ao longo de sua atuação na companhia e deseja muito sucesso em seus próximos desafios.  

São Paulo, 14 de outubro de 2024 – A partir desta terça-feira, 15, Mauricio Masferrer assume como diretor executivo de Negócios Corporativos da Allianz Seguros e Managing Director da Allianz Commercial Brasil. O executivo será responsável por desenvolver as carteiras voltadas às médias e grandes empresas e riscos especializados.

“Começo, com entusiasmo, um novo capítulo profissional, trazendo cerca de 30 anos de experiência nos mercados globais de seguros e resseguros. Ao longo da minha carreira, priorizei a formação de equipes fortes, desenvolvendo talentos, além de construir relacionamentos transparentes e sólidos com os principais players do mercado”, comenta Mauricio Masferrer, sobre sua motivação ao ingressar na Allianz e a forma como lidera seus times e se relaciona com o mercado. O executivo aproveita para ressaltar o que considera essencial para alcançar resultados no setor de seguros. “A chave para o crescimento está em desenvolver soluções inovadoras e eficazes para mitigar riscos, sempre com foco no cliente e excelência operacional. Acredito fortemente na abordagem baseada em dados, o que permite criar soluções escaláveis, melhorar a eficiência e orientar o desempenho.”

Mauricio Masferrer possui ampla experiência local e internacional na definição de estratégias para produtos de Property & Casualty (P&C), incluindo distribuição, desenvolvimento de novos negócios e resolução de sinistros complexos. Em 1997, ingressou na Angra Corretores de Seguros e, após a aquisição pela Aon, em 1999, assumiu a função de corretor de seguros Marítimos e responsável pela equipe seguros Facultativos da Aon Reinsurance Brasil, onde trabalhou por oito anos. Em 2008, se mudou para Londres para trabalhar na Aon Benfield Fac estruturando e colocando o portfólio latino-americano de risco de Property no mercado londrino. Retornou ao Brasil em 2010 como diretor executivo, para coordenar as equipes de corretagem de Property, Responsabilidade Civil, Construção e Infraestrutura. Em 2016, foi nomeado diretor de Corretagem da Aon Commercial Risk Solutions no Brasil, supervisionando as equipes de Produto, Sinistros, Operações e Colocação. Entre 2022 e 2024, ocupou, na mesma empresa, a posição de head de Riscos Comerciais.

A Allianz Seguros agradece ao executivo Luciano Calheiros pela dedicação e comprometimento ao longo de sua atuação na companhia e deseja muito sucesso em seus próximos desafios.  

Mercado de cat bonds recua 1,3% após furacão Milton

Respondendo ao impacto potencial das perdas causadas pelo furacão Milton, o mercado de cat bonds caiu apenas 1,34% no fechamento da semana, de acordo com o índice calculado pela Swiss Re Capital Markets, enquanto a versão específica para ventos nos EUA do índice de cat bonds caiu 3,64%.

Isso contrasta fortemente com o comportamento do Swiss Re Global Cat Bond Index após o furacão Ian em 2022 e, embora esses números estejam dentro da faixa de impactos esperados para o mercado de cat bonds, eles indicam que, na ausência de surpresas futuras, as perdas gerais causadas pelo furacão Milton deverão ser muito administráveis para os gestores de fundos de cat bonds e seus investidores, informa o portal Artemis.

A análise realizada pela gestora de investimentos especializada Twelve Capital sugere uma perda para a indústria de seguros na faixa de US$ 20 bilhões a US$ 50 bilhões devido ao furacão Milton, com uma possível perda de principal de 0% a 4% para o mercado de cat bonds.

Fernando Haddad tem relação de “longa data” com o setor de seguros

por Carla Simões

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que sua relação com o setor segurador vem de “longa data”. Quando professor, Haddad participou da formulação da Tabela Fipe, que virou parâmetro para o mercado de veículos, há 26 anos. 

Em 1998, quando ainda professor e trabalhando na Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), recebeu um telefonema do editor da Revista Quatro Rodas com um pedido de ajuda:  resolver um problema relacionado ao mercado de carros usados, que não possuía uma referência confiável para determinar os valores desses veículos. Haddad então se juntou com alguns de seus colegas da Fipe. 

O ministro estava estudando os chamados mercados imperfeitos, como o de veículos usados. “Nesse mercado, o problema era que quem estava comprando não sabia o que estava comprando, mas quem vendia sabia o que estava vendendo e assim nasceu a tabela da FIPE”. Tabela, esta, que foi rapidamente adotada pelo mercado segurador para a indenização dos segurados, já que não poderia criar a sua própria devido a um potencial conflito de interesses. 

A Tabela Fipe expressa preços médios de veículos anunciados pelos vendedores, no mercado nacional, servindo apenas como um parâmetro para negociações ou avaliações. Os preços efetivamente praticados variam em função da região, conservação, cor, acessórios ou qualquer outro fator que possa influenciar as condições de oferta e procura por um veículo específico, explica o site da Fipe. 

Em 2000, a Fenaseg e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo – Fipe firmaram acordo pelo qual a Fundação passou a disponibilizar tabela mensal de valores médios de veículos, para servir de referência para pagamento das indenizações em caso de perda total dos automóveis. 

A iniciativa veio atender uma circular da Susep, de nº 88 de 26/03/1999, que facultava às seguradoras indenizar perda total pelo valor determinado no ato do contrato ou pelo valor de mercado, ou seja, tabela FIPE.

Um ano depois, a Susep expediu a Circular nº 116, de 03/02/2000, alterando os termos da Circular nº 88. Em vez de formas facultativas, o valor de mercado e o valor determinado no contrato passaram ser opções de oferta obrigatória ao segurado no ato da contratação.

“O uso da tabela Fipe teve um papel muito importante para o desenvolvimento do mercado de seguros de automóveis porque na época de inflação elevada havia muitos litígios em relação ao valor das indenizações. Ainda hoje o mercado usa essa referência.”, disse o Presidente da CNseg, Dyogo Oliveira.

A relação do ministro com o setor segurador não parou por aí. Haddad é um dos responsáveis por ajudar a acelerar a votação da Lei do Marco Legal do Seguro, que já estava em tramitação há mais de 20 anos no Congresso, e ajudará a reduzir uma série de incertezas dos segurados na hora da assinatura do contrato de seguro.

Outro avanço foi o apoio ao Projeto de Lei Complementar 519/18, que regulamenta a atuação das cooperativas de seguros, que passarão a ser supervisionadas pela Susep e poderão contar com o auxílio dos corretores para a comercialização da proteção.