Reag Seguradora chega ao setor com planos de alcançar R$ 50 milhões

A Reag anunciou o lançamento e início das operações da Reag Seguradora. O plano é alcançar R$ 50 milhões em prêmios no primeiro ano de funcionamento. A empresa de seguros do grupo da Reag Investimentos recebeu a autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e está apta a emitir apólices.

A Reag Seguradora, que atuará para grupos familiares e empresariais, terá foco nos seguros de danos e pessoas no segmento S3. Em nota, a companhia afirma que a entrada no segmento de seguros é uma peça-chave no planejamento estratégico de receitas e novos negócios do grupo, com produtos de seguro garantia e finanças locatícias, property (riscos patrimoniais) e responsabilidade civil.

“A Reag Seguradora permite agregar uma apólice de seguro a uma operação estruturada, o que fortalece a solidez de crédito da transação e traz mais segurança para os clientes”, afirma, em nota, Antonio Augusto Villar, diretor-presidente (CEO) da Reag Seguradora.

A companhia planeja oferecer seus serviços para o público em geral, e não apenas para clientes das empresas do grupo. Diante disso, afirma ter produtos que atenderão a todo o mercado.

PL de seguros ganha regime de urgência

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A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, o regime de urgência para o projeto que estabelece o marco legal dos seguros privados. Essa decisão permite que o texto seja votado de forma mais rápida, acelerando a tramitação da proposta no Congresso.

O projeto tem como objetivo modernizar e simplificar as regras do setor de seguros. A nova legislação busca aumentar a concorrência entre as seguradoras e garantir maior proteção aos consumidores, promovendo a criação de produtos mais diversificados, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem dito em suas falas sobre o tema.

Afirma que as novas diretrizes pretendem melhorar a transparência nas informações oferecidas pelas seguradoras. A proposta também visa facilitar o acesso dos consumidores a informações claras sobre os produtos disponíveis no mercado.

Ao aprovarem, os deputados enfatizaram a necessidade de atualizar a legislação vigente, que se encontra defasada. A expectativa é que as mudanças ajudem o Brasil a se alinhar às práticas internacionais e impulsionem o crescimento do mercado de seguros no país.

O IRB(Re), principal ressegurador do Brasil – criado em 1939, perdeu o monopólio do mercado de resseguros, em 2007 e privatizado em 2013 – manifesta seu apoio à aprovação do texto e espera que isso ocorra ainda em 2024. “Após contribuir para as discussões e analisar de forma profunda o conteúdo do projeto, especialmente as regras relacionadas à atividade resseguradora, acreditamos que o PL contribuirá para o desenvolvimento saudável da operação resseguradora no país. Além disso, o IRB(Re) vem suportando, via Associação Nacional das Resseguradoras (ANRE), o pragmático Grupo de Trabalho coordenado pela Susep e reconhece o empenho do Ministério da Fazenda em prol do desenvolvimento do mercado de seguros”, disse ao Sonho Seguro o CEO Marcus Falcão.

No entanto, apesar de não haver margem para mudanças no PL, há na regulamentação a cargo da Susep que promove o grupo de trabalho para discussões neste sentido.Nos grupos de whatsapp de executivos do setor de seguros, o assunto tem sido tratado como prioridade e se mostra com ênfase a necessidade de debater o tema resseguros de forma equilibrada e realista.

O resseguro é o seguro das seguradoras. É ele que distribuiu riscos em todo o mundo, para que seja possível ter capital suficiente para indenizar clientes na ocorrência de uma catástrofe, seja ela natural ou produzida pelo homem. Num exemplo simplista seria a tragédia do Sul, com grande volume de chuvas, e as perdas com o seguro de crédito pelos balanços fraudulentos da Lojas Americanas.

Se o apetite dos resseguradores estrangeiros for cortado, quem sofrerá são os clientes que compram seguro, pois as seguradoras não tem apetite para grandes riscos localmente. A não ser que tenham um bom contrato de resseguro, com preços acessíveis, coberturas que sejam coerentes com os riscos.

O que se viu na tragédia do Rio Grande do Sul ocorrida em final de abril e maio deste ano exemplifica muito a baixa penetração de resseguros ainda no país. Dos mais de R$ 100 bilhões em perdas econômicas, menos de 10% tinham seguro. E desses 10%, uma parte está sendo negada, pois muitas apólices não tinham cobertura para os danos causados. A realidade brasileira hoje é incentivar capital para riscos catastróficos e não o contrário.

Icatu Seguros já registra crescimento de 91% no vida individual em 2024

A Icatu Seguros registrou crescimento de 91% no segmento de Vida Individual no 1º semestre de 2024, em comparação ao mesmo período de 2023. O avanço é significativamente superior ao do mercado, que apresentou alta de 25,3%, conforme relatório da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Durante esse período, a companhia alcançou R$ 2,4 bilhões em prêmios retidos, consolidando seu desempenho em outros segmentos: Vida em Grupo (13%), Vida PME (52%) e Prestamista (14%).

Líder entre as seguradoras independentes em prêmios ganhos, a Icatu Seguros registrou um crescimento de 6% em sua base de clientes no período, e conta atualmente com 6% de Market Share no segmento. Além disso, a companhia contribuiu para a sociedade com o retorno de aproximadamente R$ 761 milhões em indenizações nos seis primeiros meses do ano.

“Estamos sempre atentos às necessidades dos nossos segurados e corretores, promovendo atualizações contínuas em nossos produtos e serviços para acompanhar as mudanças do setor e da sociedade. No Vida Individual, em especial, temos adotado iniciativas com foco em enriquecer ainda mais o trabalho consultivo dos corretores, por meio do desenvolvimento de soluções disruptivas e inovadoras. A evolução em 2024 comprova a assertividade dessa estratégia e o nosso compromisso em garantir proteção para todos os perfis e fases da vida, oferecendo coberturas adicionais e processos simplificados”, comenta Luciana Bastos, Diretora de Produtos de Vida da Icatu Seguros.

O desempenho segue a tendência de crescimento do grupo Icatu, que já havia alcançado um recorde histórico de R$ 4,2 bilhões em prêmios retidos em 2023, uma evolução de 21% em relação a 2022.

Seguradoras recorrem a climatologistas para melhorar análises de risco

Na manhã desta quinta-feira (10), 60 pessoas se reuniram no Centro de Estudos da Amazônia Sustentável da Universidade de São Paulo – seis eram alguns dos maiores climatologistas do país, e os demais, executivos de seguradoras. O workshop produziu três conclusões, traz reportagem do Valor Econômico.

A primeira é que já existem modelos que dão previsões e materialidade a algumas ameaças climáticas. A segunda, que a escala e o período das previsões funcionam para as dimensões do Brasil, mas devem ser ajustadas em tempo e espaço para o setor de seguros.

A terceira é a intenção das seguradoras de construir com com os cientistas um instrumento que seja útil a todos. “Queremos desenvolver um instrumental de modelagem para o setor que calibre os modelos de risco e seja útil tanto para o planejamento financeiro das empresas como para desenvolver os produtos”, diz a ecóloga Ana Cristina Barros tem 30 anos de trabalho em clima e biodiversidade e há três meses foi convidada a dirigir a área de sustentabilidade da CNseg.

Leia a matéria completa no Valor.

Zurich Seguros e Instituto BRK lançam projeto para escolas em terras indígenas

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O projeto “Fonte de Futuro”, lançado pelo Instituto BRK em parceria com a Zurich Seguros, busca transformar a vida de comunidades indígenas, rurais e áreas afastadas dos centros urbanos, levando água tratada e educação ambiental para escolas nessas regiões. O estado do Tocantins é o primeiro a receber a iniciativa, que impactará diretamente cerca de 10.500 pessoas na região, incluindo alunos e funcionários de 20 instituições de ensino. A primeira fase do projeto fornecerá aproximadamente 220 mil litros de água tratada por dia, beneficiando 18.000 pessoas de forma direta e indireta.

De acordo com o Instituto Trata Brasil, 32 milhões de brasileiros ainda vivem sem acesso à água potável. A situação é particularmente grave nas áreas indígenas e rurais, onde 9% das escolas não contam com acesso à água tratada, segundo o Censo Escolar de 2022. Em Tocantins, escolas como a Tainá, na Aldeia Canoanã, e a Escola Municipal Rural Sebastião Lopes da Silva, no Assentamento Lagoa da Onça, serão as primeiras a receber os sistemas de tratamento de água desenvolvidos pela PWTech, empresa brasileira responsável por eliminar 100% dos vírus e bactérias da água.

“Um projeto como o Fonte de Futuro é um aliado valioso, ainda mais em escolas indígenas. Ele contribui com diversos aspectos, principalmente com relação à saúde e ao bem-estar dos alunos e funcionários”, destacou Leomarcia Ferreira Maia, coordenadora pedagógica da Escola Tainá, em nota.

Carlos Almiro, presidente do Instituto BRK, ressaltou o impacto social do projeto: “Acreditamos que o saneamento básico pode transformar a vida das pessoas. Com esse projeto inovador, ampliamos o acesso à água tratada em áreas fora do escopo contratual da empresa e levamos educação ambiental para as comunidades beneficiadas.”

A Zurich Seguros, que também apoia a iniciativa, vê no projeto uma oportunidade de reforçar seu compromisso com a sustentabilidade. “Contribuir com o projeto Fonte de Futuro significa melhorar a vida da comunidade em torno da escola. Estamos muito satisfeitos em atuar nesse projeto ao lado do Instituto BRK”, afirmou Nathalia Abreu, gerente de Sustentabilidade da Zurich, em nota.

O projeto abrange ainda a capacitação de funcionários das escolas para a manutenção dos sistemas, garantindo a sustentabilidade da iniciativa após o término da parceria. Ao longo de 12 meses, os profissionais da BRK cuidarão da manutenção dos filtros, enquanto treinam os funcionários das escolas para assumir essa responsabilidade futuramente.

A expectativa é que o projeto atenda a 20 escolas em Tocantins, Macaé (RJ) e Goiás até o final de 2024, levando dignidade e qualidade de vida a milhares de pessoas por meio do acesso à água potável e educação ambiental.

Aportes em previdência privada ultrapassam R$ 130 bilhões, de janeiro a agosto

Relatório realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi informa que, de janeiro a agosto de 2024, foram aportados R$ 130,8 bilhões em planos de previdência privada aberta no país. O número é maior 17,9% do que o montante registrado no acumulado dos oito primeiros meses do ano passado.

Já os resgates, por sua vez, subiram 2,4% na mesma base de comparação, variação menor do que a inflação do período, totalizando R$ 88,5 bilhões.

Dessa maneira, a captação líquida – que é o resultado da arrecadação total dos planos subtraída dos resgates – foi de R$ 42,3 bilhões, alta de 72,3% em comparação com o acumulado no mesmo período do ano anterior.

Outro dado que chama a atenção no documento são os ativos: no fim de agosto, o setor segurador administrava mais de R$ 1,5 trilhão nesses planos,  valor que supera o equivalente a 13% do PIB brasileiro.

Cresce número de planos de previdência e participantes

O universo de clientes ou participantes que possuem previdência privada aberta também aumentou. O relatório revelou que, em agosto desse ano, havia 11,2 milhões de pessoas com planos comercializados no Brasil. Um crescimento de 1,9%, quando comparado ao mesmo mês em 2023.

Apesar do avanço, esse contingente representa apenas 7% da população com 18 anos ou mais no país, deixando claro o potencial de expansão do setor, na visão da Fenaprevi.

Ao todo, essa população possui mais de 14 milhões de planos de previdência privada aberta, dos quais 80% eram da modalidade individual, isto é, quando a própria pessoa toma a iniciativa de contratar um plano desta natureza, enquanto os demais 20% são coletivos.

Ao analisar os planos por tipo de produto, percebe-se que o VGBL — Vida Gerador de Benefício Livre — é o favorito, representando 63% dos planos comercializados (8,9 milhões), seguido pelo PGBL — Plano Gerador de Benefício Livre — com participação de 22% (3,1 milhões de planos) e os demais 15% (2,2 milhões) são planos tradicionais.

VGBL é o produto com os maiores aportes

O relatório da entidade permite ainda avaliar o resultado segmentado por produto. O VGBL foi responsável por 92% da captação total no período, (aproximadamente, R$ 120 bilhões). Já nos planos PGBL foram aportados mais de R$ 8 bilhões ou 6% do total aferido, frente aos cerca de R$ 2 bilhões captados em fundos tradicionais de previdência privada aberta.

Capitalização ultrapassa R$ 40 bilhões em reservas técnicas

O setor de capitalização no Brasil ultrapassou a marca de R$ 40 bilhões em reservas técnicas, um feito histórico que destaca a relevância deste segmento para a economia nacional. A Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) anunciou os números durante um encontro com jornalistas especializados no SindsegSP, em São Paulo, nesta quarta-feira (16/10). O presidente da entidade, Denis Moraes, reforçou a importância da capitalização no estímulo à disciplina financeira e injeção de recursos na economia, especialmente em momentos de resgates e sorteios.

Em meio às comemorações pelos 95 anos de operação no país, a capitalização acumula resultados positivos, com crescimento contínuo ao longo de sete meses consecutivos. Entre janeiro e julho de 2024, o setor arrecadou R$ 17,89 bilhões, um aumento de 5,8% em relação ao ano anterior. Os resgates pagos totalizaram R$ 14,16 bilhões, enquanto os sorteios alcançaram R$ 1,06 bilhão, refletindo incrementos de 13,5% e 21,3%, respectivamente. Esses números representam mais de R$ 15 bilhões injetados na economia, beneficiando tanto famílias quanto empresas.

A FenaCap também apresentou uma estimativa otimista para o futuro do setor. Segundo estudo “Estimativa de Potencial de Mercado”, a arrecadação da capitalização pode chegar a R$ 91 bilhões até 2028, três vezes maior do que o faturamento atual. O estudo ainda prevê o pagamento de R$ 69 bilhões em resgates e R$ 5,8 bilhões em sorteios, além de reservas técnicas que devem alcançar R$ 111,4 bilhões.

Moraes destacou a versatilidade da capitalização ao longo das últimas décadas, mencionando a capacidade do setor de se reinventar e inovar. Um exemplo recente é o sucesso da modalidade Instrumento de Garantia, que arrecadou R$ 1,87 bilhão de janeiro a julho, oferecendo uma alternativa ao fiador em contratos de aluguel e outras negociações. Outro destaque foi a Filantropia Premiável, que registrou R$ 2,36 bilhões em arrecadação, com repasses de R$ 1,1 bilhão a entidades filantrópicas, um aumento de 29,5% em relação ao ano passado.

O Sudeste liderou a arrecadação por região, com R$ 10,24 bilhões, seguido pelo Sul (R$ 3,35 bilhões), Nordeste (R$ 1,94 bilhão), Centro-Oeste (R$ 1,61 bilhão) e Norte (R$ 750 milhões). O cenário promissor reflete o papel da capitalização como um importante motor para o crescimento econômico do país, com perspectiva de expansão significativa nos próximos anos.

Demanda por seguros atinge maior valor nominal da história em julho, afirma CNseg

dyogo oliveira cnseg

Um levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostrou que o mês de julho de 2024 teve a maior receita nominal desde o início da série histórica. Foram arrecadados mais de R$ 40,3 bilhões em prêmios de seguros, contribuições de previdência e faturamento com títulos de capitalização, o que representou um avanço de 13,9% em relação ao ano anterior, desconsiderando a Saúde Suplementar. 

No acumulado dos sete primeiros meses, o volume arrecadado somou R$ 249,9 bilhões, alta de 15,1% se comparado com o mesmo período do ano passado. O setor registrou um aumento significativo na procura por produtos como os seguros Fiança Locatícia (+26,6%), Prestamista (+23,4%), Garantia (+22,3%) e Família VGBL (+22,1%).

Em termos de indenizações, foram pagos R$ 141,4 bilhões entre janeiro e julho de 2024, um avanço de 6,0% sobre o total desembolsado pelo setor no mesmo período de 2023. Somente no sétimo mês, houve um aumento significativo de 24,6% nos pagamentos em relação ao mesmo mês do ano passado, alcançando a cifra de R$ 21,6 bilhões.

Ramo em destaque

O seguro Garantia, em particular, está sendo impulsionado pela Lei 14.133/2021, a “Nova Lei de Licitações”, cuja obrigatoriedade de aplicação entrou em vigor apenas no final do ano passado. O produto, que garante a conclusão de obras públicas e privadas, arrecadou mais de R$ 2,8 bilhões nos sete meses deste ano, um aumento de 22,3% na demanda por esse tipo de seguro.

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, explica que a cláusula de retomada, principal objeto da nova lei, permite que, em caso de inadimplência da empresa contratada para uma obra pública, a seguradora assuma a responsabilidade pela conclusão do contrato. “Isso tende a ajudar na redução do número de obras inacabadas no Brasil, estimadas em quase 9 mil segundo o Tribunal de Contas da União. Isso equivale a 40% dos contratos existentes que demandam recursos federais”, explicou.

estado de Mato Grosso foi pioneiro, estabelecendo limite de R$ 50 milhões para obras de grande vulto, com cláusula de retomada obrigatória. Em 2023, o estado lançou a primeira licitação de uma obra pública com a cláusula de retomada para o asfaltamento de 50 km da MT-430, nos municípios de Confresa e Vila Rica, no valor de R$ 115,8 milhões, que posteriormente foi ajustado para R$ 95,1 milhões, demonstrando a eficácia da parceria entre o governo estadual e o mercado segurador.

“Esse modelo de licitação tem mostrado sucesso, sendo visto como referência para outros estados. A iniciativa foi desenhada para trazer segurança jurídica e financeira às obras públicas, facilitando a finalização dos projetos sem a necessidade de novos processos licitatórios”, destaca Oliveira.

A parceria entre o governo e o setor segurador, que ainda aguarda regulamentação completa da SUSEP, aponta para um potencial crescimento dos produtos de Seguro Garantia, impulsionado também pelos investimentos previstos no PAC. Segundo projeções da CNseg, atualizadas mês passado, a expectativa é que o Garantia feche 2024 com um crescimento de 29,3% em relação ao ano passado e, para 2025, projeta-se uma robusta evolução de 17,0% em relação a este ano.

Bradesco Seguros reforça a importância de criar memórias

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros lança sua campanha institucional intitulada ‘Memórias’. Composta por dois filmes, o projeto reforça a importância de se manter ativo e mostra que pessoas com mais idade não têm só lindas memórias de quando eram mais jovens. Ainda há sempre muito a se viver e novas memórias continuam sendo construídas ao longo da vida – fazendo um link com o tema longevidade – pilar importante para a companhia.

No vídeo ‘Futebol’, uma mulher conta com alegria a sua lembrança de uma partida, quando seu marido prometeu fazer um gol para ela. Já em ‘Encontro’, um homem destaca o impacto positivo que teve ao encontrar sua esposa antes de um jantar. O curioso é que ambas as memórias, num primeiro momento, fazem o espectador acreditar que são de um passado bem distante, mas que, na realidade, são da semana passada.

“Queremos mostrar que sempre será possível criar boas memórias e que há sempre um futuro pela frente. Viver um futuro que já começa no presente e o Grupo Bradesco Seguros quer estar em todos os momentos com os brasileiros”, afirma Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

A campanha é narrada pela atriz e apresentadora Zezé Motta, sendo composta por filmes a serem veiculados nas TVs aberta e por assinatura, além de redes sociais. A AlmapBBDO assina o conceito criativo do projeto.

Seguro saúde no Brasil é destaque em conferência internacional da Howden

Ricardo Anbar, superintendente comercial da Howden no Brasil, foi um dos palestrantes no evento que celebrou, em Londres, Inglaterra, os 10 anos da GBN Worldwide, uma rede global presente em mais de 150 países. Com cerca de 100 participantes de 31 países, o executivo abordou o mercado de seguro saúde no Brasil, com a palestra “Health Insurance Market in Brazil: Challenges and Growth Opportunities”.

O tema despertou a atenção do público. Além de saúde ser um tema em evidência e desafiador em qualquer país, Anbar foi o único a tratar de benefícios durante o evento. Ele explicou a relevância do seguro saúde na estrutura de remuneração das empresas brasileiras, comparando-o ao Sistema Único de Saúde (SUS) e à legislação vigente. “Os participantes ficaram impressionados com nosso modelo, que é bastante avançado em comparação a outros países onde o seguro saúde não é tão desenvolvido como o brasileiro”, comentou. Ele também destacou o papel da Howden no uso intensivo de dados e inteligência médica para aprimorar a administração das apólices e trazer avanços ao mercado.

Entre os temas que mais chamaram a atenção dos presentes estavam a inflação médica, a judicialização dos planos de saúde e o crescimento da telemedicina. Anbar também mencionou a preocupação crescente com a saúde mental dos segurados, um aspecto que tem ganhado relevância no cenário atual. “Foi interessante perceber como o público se engajou ao discutir questões que impactam diretamente o mercado, como a saúde mental e o uso de tecnologias no setor”, afirmou.

A inteligência artificial (IA) foi outro ponto de destaque. Segundo Anbar, o uso da IA no controle de sinistralidade, prevenção de fraudes e monitoramento de saúde preventiva gerou uma ampla repercussão entre os corretores presentes. “Chegamos ao consenso de que o uso da IA tem potencial para transformar o mercado, mas é crucial saber como utilizá-la de forma eficiente”, disse ele.

O seguro saúde, de acordo com Anbar, é hoje uma ferramenta essencial para a atração e retenção de talentos nas empresas. No cenário brasileiro, ele destacou que esse benefício se tornou um diferencial importante para a remuneração, reforçando a necessidade de evolução contínua no setor, com a implementação de novas tecnologias e o aperfeiçoamento dos serviços.