EZZE Seguros marca presença no evento, destacando inovação e ampliação de negócios

Ivo machado EZZE seguros

A EZZE Seguros, que recentemente completou cinco anos, participa do Brazil UK Insurance Forum, em Londres, organizado pela Confederação das Seguradoras, a CNseg, no dia 30 de outubro. “Trilhamos um caminho sólido até aqui, com o apoio dos principais resseguradores mundiais. Patrocinar este evento é estratégico para interagirmos com os principais atores do setor e mostrarmos o novo momento de cooperação entre Brasil e Reino Unido”, comenta Ivo Juca Machado, sócio-fundador e vice-presidente da EZZE, ao Sonho Seguro durante o evento.

Durante o evento, a EZZE apresentou seu avanço, incluindo o lançamento de novas linhas de produtos — já são mais de 70 em seu portfólio — e expansão da rede de distribuição. A seguradora planeja retornar ao mercado de seguro agrícola, dependendo de parcerias viáveis, e também quer atrair parceiros para o seguro aeronáutico, lançado neste ano. 

Um dos temas centrais do evento foi o impacto das mudanças climáticas sobre a indústria de seguros. Machado enfatizou a importância de ampliar a compreensão sobre como as coberturas podem evoluir para atender às novas demandas, citando como exemplo o aeroporto de Porto Alegre, que está há sete meses fechado pela tragédia climática de abril deste ano. “Queremos antecipar soluções para que nossos clientes possam superar esses desafios de maneira rápida,” comentou Machado.

Idealizada pelos sócios Ivo Machado, Claudio Vale e Richard Vinhosa, a EZZE Seguros iniciou suas operações em 2019 e registrou R$ 1 bilhão em prêmios emitidos em 2023, um aumento de 37% em relação ao ano anterior. Com mais de R$ 10 bilhões em ativos, a meta é atingir R$ 5 bilhões nos próximos anos, diversificando linhas de negócios e fortalecendo parcerias com corretores e assessorias.

Desde seu início, a EZZE expandiu significativamente sua estrutura e rede de parceiros. Em 2019, a empresa contava com 20 colaboradores e um produto, o seguro garantia. Hoje, possui mais de 250 profissionais, cinco filiais e uma rede com mais de 15 mil corretores e 80 assessorias.

A linha de produtos também evoluiu. Inicialmente focada em produtos para pessoa jurídica, como garantia e fiança locatícia, a seguradora ampliou seu portfólio para atender pessoas físicas, lançando produtos como seguro automóvel e, em 2024, seguros para obras de arte, carros clássicos, aeronaves e residencial.

Para avançar nas linhas pessoais, a seguradora reforçou investimentos em marketing para dar visibilidade a marca e se aproximar do consumidor final. “Escolhemos o esporte, patrocinando o Corinthians, Stock Car e Copa Truck e o retorno que temos tido é impressionante”, comenta Machado.

O planejamento da EZZE para os próximos anos inclui o lançamento de produtos como quebra de garantia, prestamista, consórcio e vida individual, mantendo seu foco nos canais de corretores, bancos e varejo.

Richard Vinhosa, CEO da seguradora, integrará o painel “Tendências de inovação para a indústria de seguros: IA, cibersegurança e big data”, abordando os benefícios da transformação digital para o setor de seguros e a crescente relevância da cibersegurança, que demanda investimentos e novas responsabilidades.

“A atração de investimentos para o Brasil é urgente”, afirma presidente da CNseg

Em um contexto de intensas transformações globais e regionais, o painel “Oportunidades do Brasil nos Setores da Indústria e Serviços”, parte do Lide Brazil Conference, em Londres, traz à tona um tema crucial para a agenda de desenvolvimento do Brasil: a atração de investimentos. O evento conta com a participação de Dyogo de Oliveira, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), que se junta a outros líderes para debater o papel estratégico dos investimentos no fortalecimento de setores chave da economia brasileira.

Para uma nação com lacunas em infraestrutura, urbanização, distribuição de renda e educação, a atração de investimentos é um caminho indispensável. Não se trata apenas de solucionar gargalos econômicos, mas de fomentar um desenvolvimento mais equilibrado e sustentável. Como destacou Oliveira, “a atração de investimentos para o Brasil é uma necessidade urgente, considerando que temos ainda muito a avançar em termos de infraestrutura e desenvolvimento socioeconômico.”

Em consonância com as palavras da Ministra Isabela, Oliveira frisou que é essencial evitar denegrir a imagem do país em plataformas internacionais. “Não precisamos usar esses palcos para destacar apenas nossas dificuldades. O Brasil tem imensas qualidades e oportunidades, que precisam ser enfatizadas para atrair mais investidores estrangeiros,” disse. “Temos dificuldades e problemas, mas também um país maravilhoso, que vai muito bem em muitos aspectos.”

Hoje, o Brasil configura-se como um destino atraente para investidores globais, oferecendo uma economia robusta, com fundamentos sólidos e uma capacidade comprovada de resposta a crises. O cenário de crescimento da economia brasileira para o terceiro ano consecutivo, com taxa média de 3% ao ano, inflação controlada e massa salarial em alta de 7% em termos reais, é particularmente promissor. “A economia brasileira tem mostrado uma resiliência impressionante, com o PIB e a massa salarial em alta, e um mercado de trabalho que segue em recuperação sólida. Isso é uma excelente base para atração de investimentos,” afirmou Oliveira.

Entre os principais desafios ainda enfrentados, Oliveira destacou a necessidade de segurança jurídica como um ponto central. A estabilidade nas regras é fundamental para atrair investidores de longo prazo, evitando que mudanças bruscas e interpretações voláteis gerem insegurança para empreendimentos de grande porte. “Precisamos de um ambiente jurídico previsível, sem mudanças abruptas, para garantir que o investidor internacional se sinta seguro em fazer negócios de longo prazo no Brasil,” pontuou.

Para o setor de seguros, as perspectivas de crescimento são igualmente promissoras, com previsão de um aumento de 11% para este ano, abrangendo segmentos como seguros patrimoniais, pessoais e garantias financeiras. Oliveira observou que o setor tem se beneficiado diretamente do fortalecimento econômico do Brasil, e esse crescimento é impulsionado, em parte, pela inovação e resiliência dos empreendedores locais, além das inovações no setor financeiro, como o sistema Pix.

Outro ponto foi o impacto das mudanças climáticas e a necessidade de uma gestão de riscos mais eficiente no Brasil. A criação do Seguro Social de Catástrofe, proposta pelo setor de seguros, visa mitigar os efeitos econômicos dos desastres climáticos sobre as populações mais vulneráveis, proporcionando uma indenização rápida para permitir que famílias afetadas se recuperem com agilidade. “Estamos falando de uma proteção que vai além do lucro, é uma resposta necessária para mitigar os efeitos dos desastres climáticos sobre a sociedade,” defendeu Oliveira, ressaltando o compromisso do setor com o desenvolvimento social.

Ao final do painel, Oliveira reforçou que o Brasil, com suas inúmeras oportunidades de crescimento e inovação, continua sendo um dos destinos mais promissores para investidores globais. “O Brasil é um país de potencial imenso, que precisa ser apresentado de forma positiva no cenário internacional. Estamos avançando em reformas e prontos para receber investidores que queiram crescer junto com o nosso país,” concluiu o presidente da CNseg.

No dia 30, a CNseg realiza o Brazil UK Insurance Forum, com a participação de uma comitiva de executivos brasileiros que buscam estreitar ou iniciar relações comerciais com parceiros do Reino Unido.

CNseg e Fasecolda firmam aliança para transformar o mercado segurador na América Latina

Fonte: CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Colombiana das Seguradoras (Fasecolda – sigla em espanhol) assinaram, na última sexta-feira, 25, um Acordo de Cooperação Técnica para o desenvolvimento do mercado de seguros na América Latina e no Caribe. O documento destaca ações que serão realizadas pelas entidades para promover o intercâmbio de informações e o compartilhamento de boas práticas, além de prever a realização de eventos e treinamentos técnicos.

As iniciativas terão como foco inicial o Open Insurance, os Seguros Paramétricos, a Sustentabilidade e a construção de agendas conjuntas para atuação em Conferências Temáticas das Nações Unidas. Ana Cristina Barros, diretora de Sustentabilidade da CNseg, destaca que as entidades compartilham o desafio de colaborar por um planeta saudável, apoiando negócios que preservem a Amazônia e seus serviços ambientais e culturais. “Com esta aliança, podemos ampliar o horizonte de inovação, compartilhando experiências que fortalecerão nossas operações tanto no Brasil quanto na Colômbia”, afirmou.

Entre as atividades mencionadas no Acordo de Cooperação, Barros ressalta a experiência colombiana em taxonomia verde e seguros sustentáveis como um incentivo à inovação. Este modelo tem sido uma fonte de inspiração para o desenvolvimento da taxonomia no Brasil e está em discussão no Grupo de Trabalho do Governo Federal, do qual a CNseg faz parte. Além de fixar propostas a serem desenvolvidas pelas organizações, o documento reforça a importância da colaboração em fóruns internacionais, como a Conferência das Nações Unidas (COP29), que será realizada em Baku, Azerbaijão, este ano.

O documento, assinado durante a Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP16), realizada na Colômbia, representa um marco para o desenvolvimento da indústria de seguros na América Latina e beneficiará a sociedade ao facilitar a oferta de produtos e serviços que proporcionem mais resiliência e segurança para os países. “Este é um momento histórico, em que a CNseg e a Fasecolda fortalecem seus laços e contribuem para a criação de um setor de seguros mais inovador, sustentável e preparado para os desafios do futuro”, concluiu a diretora da CNseg.

Bradesco Vida e Previdência firma patrocínio com o programa ‘Conversa com Bial’

A Bradesco Vida e Previdência anuncia parceria com o ‘Conversa com Bial’, que tem exibições no GNT e na TV Globo. A marca estará presente em um dos programas de entrevistas mais bem avaliados da televisão brasileira na atualidade, consolidando ainda mais sua relação com o público e reforçando seu posicionamento como referência em soluções para uma vida mais longeva. 

A parceria, viabilizada pela AlmapBBDO, contempla entregas de marca durante a exibição da atração, como em vinhetas de abertura e encerramento, speech durante o programa e breaks no intervalo. Ainda fazem parte das entregas conteúdos exclusivos da marca nas redes sociais do GNT. Por conta da parceria, uma das edições do ‘Conversa com Bial’ foi gravada no XVII Fórum da Longevidade, evento organizado pelo Grupo Bradesco Seguros.

Ameaças digitais preocupam tanto quanto assaltos a casas, aponta Allianz

A segurança cibernética e os assaltos a residências são igualmente preocupantes para europeus e australianos, com quase 40% preocupados com ambas as ameaças. Os dados são do mais recente estudo Allianz Partners Customer Lab, uma pesquisa exclusiva com consumidores que analisa o comportamento e as necessidades dos consumidores em relação a casa, mobilidade, saúde e viagens. A edição de 2024 pesquisou 10.000 consumidores na França, Itália, Alemanha, Reino Unido e Austrália.

Os resultados revelam que os jovens adultos com filhos são os mais preocupados com essas questões. Quase metade das famílias pesquisadas está notavelmente preocupada com ambos, com seu nível de preocupação excedendo a média em 10 pontos percentuais. Essa preocupação elevada ressalta a necessidade crescente de soluções de segurança integradas que abordem as ameaças físicas e digitais em conjunto para oferecer proteção abrangente às famílias.

Ao mesmo tempo, o lar continua sendo um fator importante na vida cotidiana das pessoas. Um número significativo de 83% dos entrevistados valoriza a sensação de segurança em casa, acima dos 78% da pesquisa de 2022. Esse sentimento é particularmente forte entre as pessoas com 66 anos ou mais, com 87,4% priorizando a segurança doméstica, enquanto apenas 68,9% dos jovens (entrevistados da Geração Z) compartilham essa preocupação. Geograficamente, os entrevistados do Reino Unido atribuíram a maior importância à segurança doméstica, com 89,7%, enquanto apenas 77,6% dos entrevistados na França tiveram a mesma opinião.

Comentando a pesquisa, Genoveva Perez-Lijo, diretora de Easy Living, Dispositivos Móveis e Risco Digital da Allianz Partners, disse: “Na atual era digital em rápida evolução, é digno de nota que as preocupações com a segurança doméstica estejam mudando de ameaças tradicionais, como roubos a residências, para ameaças cibernéticas. O Risk Barometer da Allianz 2024 revelou recentemente que os incidentes cibernéticos foram identificados como o principal risco global para as empresas pelo terceiro ano consecutivo. Os dados do Allianz Partners Customer Lab refletem essas preocupações, destacando o crescente reconhecimento de que as ameaças cibernéticas são um risco importante para empresas e indivíduos em todo o mundo e a necessidade de medidas de segurança aprimoradas nos domínios físico e digital.”

MAG Seguros avança com inovação e capacitação dos corretores

Para atender a essa demanda crescente pelo seguro de vida, a MAG Seguros, que completará 190 anos em janeiro próximo, vem investindo fortemente em inovação, produtos aderentes, educação financeira e na capacitação de novos corretores. O Programa de Formação de Novos Corretores da MAG, realizado em parceria com a Escola de Negócios de Seguros, já formou mais de 300 profissionais apenas no primeiro semestre deste ano, com um índice de aprovação de 89%. “Usamos a inteligência artificial e people analytics no programa “Formandos 4.0”, que tem como objetivo otimizar a seleção de novos corretores e gerar leads para impulsionar as vendas”, conta segundo Helder Molina, CEO da MAG Seguros.

“A pandemia trouxe maior conscientização sobre a importância do seguro de vida. Tanto corretores quanto clientes passaram a valorizar mais a proteção financeira em momentos de imprevistos, como doenças graves e invalidez, que antes eram vistas como coberturas secundárias. Essa conscientização levou ao aumento da procura por seguros, especialmente entre os mais jovens”, destaca. De acordo com relatório da Susep, o seguro de vida registrou R$ 16,3 bilhões até junho de 2024, um crescimento de 14,6% em relação ao primeiro semestre de 2023.

A MAG tem apostado na comunicação direta com corretores por meio de canais exclusivos, como o Conecta MAG, que oferece suporte por Telegram, com informações sobre produtos e campanhas de vendas. No atendimento aos segurados, a seguradora realizou o rebranding da antiga linha Vida Toda Bem-Estar, agora chamada de INVIDA, com foco em coberturas voltadas à saúde. “Essa reformulação busca desmistificar a ideia de que seguros de vida se limitam à cobertura em casos de morte, mostrando que são ferramentas importantes para proteção em diversas situações”, pontua.

Outro destaque na operação da MAG é a criação de uma diretoria focada na experiência do cliente, com o objetivo de centralizá-lo nos processos. Molina revelou que a área de Suporte ao Cliente (CRMAG) já atinge 89,6% de resoluções na primeira chamada, enquanto a área de Sucesso do Cliente, que foca em relacionamento proativo e autosserviço, registrou um aumento de 128% na cobertura de pontos de contato digitais nos últimos sete meses.

No campo das inovações, além do rebranding da linha INVIDA, a MAG lançou recentemente o Acolhe BEN, um processo de pagamento mais eficiente para beneficiários de segurados que faleceram. “É uma iniciativa incrível, que oferece suporte na organização de documentos para aviso de sinistro, além de atendimento psicológico e consultoria financeira, sem custos adicionais”, comenta.

Em termos de distribuição, a MAG conta com 39 unidades no Brasil, mais de 800 parceiros de negócios e 6,6 mil corretores. A seguradora tem buscado ampliar suas operações digitais e foi pioneira, em 2017, ao lançar o Venda Digital, que permite que todo o processo de comercialização seja realizado de forma 100% digital. Em 2023, essa ferramenta foi responsável por mais de 95% das vendas individuais. Outro destaque é o MAG Phygital, ferramenta de captação, gestão e distribuição de leads, que apresentou um aumento de 9% na taxa de conversão de vendas em 2024.

A adoção de tecnologias como inteligência artificial tem permitido à MAG otimizar tanto a análise de riscos quanto os processos de venda. Molina menciona o uso do machine learning no MAG Phygital, que torna a experiência de compra mais adaptada às preferências dos clientes, e o SARA (Simplified Automated Risk Assessment), ferramenta desenvolvida em parceria com a Munich Re, que melhora o processo de underwriting, oferecendo uma experiência mais rápida e personalizada aos clientes da linha Private Solutions.

O desempenho financeiro, Molina destaca que, de 2019 até 2023, o faturamento da MAG com seguros de vida (sem VGBL) dobrou, saindo de R$ 1,4 bilhão para R$ 2,8 bilhões. Esse crescimento foi impulsionado pela conscientização da população sobre a importância da proteção da vida e pela diversificação dos produtos oferecidos pela seguradora. No ano passado, a MAG pagou R$ 816,3 milhões em benefícios, o segundo maior valor da sua história.

Para 2025, a seguradora tem uma perspectiva positiva, com foco em expandir sua participação no mercado de seguros de vida individual e em grupo. A digitalização e a inovação continuam sendo prioridades para a companhia, que busca desmistificar o seguro de vida e apresentá-lo como uma ferramenta essencial para o planejamento financeiro das famílias brasileiras.

Sobre a cobertura de pandemias, Molina afirmou que, durante a crise da Covid-19, a MAG decidiu pagar benefícios aos segurados, mesmo em apólices que não previam esse tipo de risco. A empresa está ativamente envolvida nas discussões do setor sobre a cobertura de futuras pandemias, com o objetivo de garantir a melhor proteção financeira para os brasileiros.

Procura por coberturas para doenças graves dobrou na Prudential do Brasil

prudential do brasil
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Fonte: Prudential

O número de mulheres que busca o seguro de vida como uma proteção financeira para doenças graves cresceu na Prudential do Brasil, maior seguradora independente do segmento de pessoas do país. As contratações e os benefícios pagos para elas em casos de câncer de mama dobraram em um período de cinco anos. Atualmente, 40% de todos os pagamentos de indenizações feitos pela Prudential por coberturas de doenças graves para clientes do sexo feminino são relacionados à doença.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se mais de 73 mil novos casos de câncer de mama em 2024. Estudos mostram que uma em cada oito mulheres possa desenvolver câncer de mama ao longo da vida. Nos últimos anos, a Prudential tem direcionado um olhar especial para as mulheres, ampliando e adaptando seu portfólio para atender às necessidades específicas de saúde feminina. O aumento da demanda tem sido impulsionado por fatores como longevidade, maior incidência de doenças crônicas e a participação crescente das mulheres no mercado de trabalho.
 
De acordo com o vice-presidente de Marketing e Clientes da Prudential do Brasil, Carlos Cortez, a cobertura para doenças graves pode ser um recurso importante para o planejamento financeiro. “No mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama é importante lembrar que esse é o tipo de câncer que causa mais mortes entre as mulheres. Hoje, elas têm um papel decisor na contratação de um seguro de vida já que, em muitos casos, são chefes de família ou contribuem no orçamento familiar. Além de custear o tratamento, a indenização ajuda a manter a estabilidade financeira da família em caso de perda momentânea de renda”, explica o executivo.

Líder em Doenças Graves – Pioneira no país, a Prudential do Brasil tem a maior carteira de Doenças Graves do mercado e oferece esse tipo de cobertura desde 2004. Em 2019, lançou o Doenças Graves Modular, que engloba até 25 doenças e procedimentos, com um diferencial importante para as mulheres: 50% adicional ao capital segurado em caso de câncer de mama diagnosticado em estágio avançado.

Em 2022, a seguradora lançou o Prudential Proteção em Vida que cobre uma série de doenças graves e dá acesso a assistências e coberturas adicionais, como internação hospitalar, cirurgias e quebra de ossos. No mesmo ano, foi a vez do Prudential Minha Primeira Proteção, primeiro seguro para doenças graves destinado a crianças de 2 a 13 anos. Em 2023, o Prudential Vida e Saúde chegou ao mercado como o único produto a incluir cobertura vitalícia para doenças graves, além de possibilitar a utilização de até 50% do capital segurado total contratado para morte em uma indenização em vida. 

Valor Econômico publica especial de Seguros

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O jornal Valor Econômico traz hoje um especial sobre seguros com 19 matérias. Entre elas, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em parceria com agência da ONU, desenvolveu ferramentas de auxílio às empresas do setor para melhor enfrentarem os impactos provocados pelas mudanças climáticas. Realizado ao longo de 15 meses (de julho de 2022 a outubro de 2023), o projeto desenvolveu o Mapa de Calor, uma ferramenta para apresentar uma visão macro da exposição geográfica brasileira a 11 riscos climáticos físicos, considerando dois cenários climáticos (aumento de 2°C e de 4°C) e dois horizontes temporais (2030 e 2050).

A CONTA DO CLIMA

A cobertura de danos causados por catástrofes pode não ser novidade para o mercado de seguros, mas as mudanças climáticas têm colocado componentes adicionais nessa conta. A frequência e a severidade com que os eventos extremos têm ocorrido acendem o alerta do setor em relação a coberturas e modelagens de classificação de risco. O país, que não tinha histórico de grandes perdas provocadas por desastres dessa natureza, vem registrando números de catástrofes cada vez mais intensos, como as enchentes no Rio Grande do Sul, que teve perdas de quase R$ 6 bilhões, de acordo com fontes da indústria.

FINANCIAMENTOS A CIDADES

Seguradoras estão propondo mudanças em regulamentações para facilitar os investimentos em projetos de mitigação e adaptação das cidades à crise climática. A ideia é estimular as obras necessárias agora, para evitar desembolsos maiores no futuro em indenizações para cobrir eventuais danos causados por eventos climáticos extremos.

GUERRAS

O total de prejuízos para o setor de seguros e resseguros causado por guerras em curso no mundo é uma cifra bilionária que continua a crescer no mesmo ritmo da escalada das tensões. Tanto a guerra entre Rússia e Ucrânia como o conflito entre Israel, de um lado, e Hamas e Hezbollah, do outro, parecem longe de um final.

RESSEGURO

O aquecimento global provoca aumento na incidência de catástrofes climáticas. Mais seguros contra danos são feitos. As seguradoras recorrem às resseguradoras para garantir que conseguirão prover os ressarcimentos, em caso de sinistro. Resumidamente, esse é o ciclo que faz crescer as cifras no mercado de resseguros, foco de empresas como o IRB(Re), que, com 85 anos de atuação, lidera o setor de resseguros no Brasil, tendo 17% do mercado e contabilizando R$ 6,5 bilhões em prêmios vendidos às seguradoras em 2023.

LRS

Um novo instrumento financeiro para lidar com riscos catastróficos chamado LRS (Letra de Risco de Seguro), regulamentado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) neste ano, aguarda aval da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para autorizar as sociedades seguradoras de propósito específico (SSPE) interessadas em atuar no Brasil. “A expectativa é que algumas sejam autorizadas em breve”, diz o diretor da Susep, Carlos Queiroz, sem revelar quais. Dois nomes, entretanto, são dados como certos: Andrina Seguros, ligada ao IRB (Re), e uma vinculada ao fundo Galapagos Capital.

PL DE SEGUROS

O novo marco legal de seguros, ou Lei do Contrato de Seguro, completou 20 anos de tramitação em 2024 e irá passar novamente pela Câmara dos Deputados. Entre outras medidas, o Projeto de Lei 2.597/24 proíbe a extinção unilateral do contrato pela seguradora e a criação de um questionário de avaliação de risco, a ser preenchido pelo segurado no ato da contratação.

AI

As aplicações de inteligência artificial generativa (IAGen) em seguros ainda estão em teste, mas já surgem resultados em assistentes digitais, desenvolvimento de softwares e ferramentas de produtividade ou relacionamento com o cliente. Cuidados são essenciais em um setor com informações pessoais abundantes.

SEGURO DE VIDA

A pandemia de covid-19 trouxe uma nova realidade para o mercado securitário no Brasil, impulsionando o crescimento das vendas de seguros de vida e mudando a percepção dos consumidores sobre a importância da proteção financeira. Com o avanço da digitalização e a introdução de novas tecnologias, como a inteligência artificial, seguradoras registraram crescimento significativo ao personalizar produtos e integrar soluções de saúde e vida, tendências que devem moldar o mercado nos próximos anos.

DOENÇAS GRAVES

Vem ocorrendo um forte aumento da procura por seguros para doenças graves no Brasil. Fatores como histórico familiar de enfermidades, maior longevidade e predisposição ao planejamento financeiro para o futuro são algumas das razões dessa tendência, que é notada principalmente entre as mulheres – e entre elas, se destacam aquelas que são chefes de família ou que contribuem no orçamento familiar, afirma Carlos Cortez, vice-presidente de marketing e clientes da Prudential do Brasil.

LONGEVIDADE

A indústria da previdência acelera seu crescimento em ritmo histórico, acompanhando uma população que se torna mais velha e longeva. Parte da explicação vem da percepção de que o brasileiro está mais preocupado com a qualidade de vida na aposentadoria e com as dificuldades financeiras que pode vir a enfrentar.

SAÚDE

Cresce no mercado de saúde suplementar o número de operadoras que oferecem Atenção Primária à Saúde (APS), tanto como cuidado dos beneficiários como para reduzir impactos financeiros gerados pelo envelhecimento de suas carteiras. Nos últimos 12 anos, a população com mais de 60 anos cresceu 57,4% no Brasil.

PREVIDÊNCIA

O setor de seguros quer ofertar uma modalidade inédita no Brasil, mas popular nos Estados Unidos. Lá, o chamado “universal life” funciona como um híbrido de seguro de vida e previdência, permitindo resgates. Por aqui, o vida universal, em fase de nova regulamentação pela Susep, permite o uso dos recursos acumulados para eventuais atrasos de mensalidades.

CARROS ELÉTRICOS

A expansão dos carros eletrificados impulsiona a venda de seguros para esse tipo de veículo. Na Allianz, as emissões dessas apólices cresceram cerca de 120% entre janeiro e setembro de 2024, sobre o mesmo período de 2023. Na Tokio Marine, a alta foi de 70%. Apesar do volume crescente no segmento, as seguradoras ainda usam métricas dos veículos a a combustão para avaliar risco e prêmios dos eletrificados. “Estamos no primeiro ano de avaliação da demanda por este produto”, diz Eduardo Menezes, superintendente de produto auto da Bradesco Seguros.

SEGURO CIBERNÉTICO

Com investimento anual de cerca de R$ 50 milhões em tecnologia e pessoal para segurança nas operações, a +A Educação — plataforma especializada em soluções tecnológicas e de conteúdo para instituições de ensino superior —, passou a investir em seguro cibernético há quatro anos.

SEGURO TRANSPORTE

O aumento da violência e a entrada em vigor de uma nova legislação estão impulsionando a procura por coberturas para o transporte de mercadorias. Hoje o Brasil só perde para o México no ranking dos países com maior número de roubos de carga — foram 17 mil ocorrências em 2023, ou duas por hora, nas estradas brasileiras.

OPEN INSURANCE

O cenário de compartilhamento de dados e transações, com consentimento, do usuário de seguros (o open insurance, ou Opin), mira o pote de ouro no fim do arco-íris: a integração total do sistema financeiro sob o open finance.

INSURTECHS

O surgimento de novas empresas, em geral de pequeno porte e com foco em inovação tecnológica tanto na gestão de riscos como na prestação de serviço ao cliente, tem ajudado a democratizar o acesso aos seguros ao explorar nichos que não são visados pelos grandes grupos.

SEGURO BIKE

Não há dados oficiais, mas especialistas afirmam que o ramo de seguro para bicicletas está em franca expansão, acompanhando o crescimento dos adeptos de um estilo de vida mais saudável e sustentável. Do mesmo jeito que nos carros, o seguro para bicicletas cobre roubos e furtos, além de reparos após eventuais tombos e colisões.

FUSÕES

Após um período agitado no pós-pandemia, marcado por operações expressivas envolvendo grandes corporações, as transações de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) no setor de seguros tornaram-se mais seletivas, segundo especialistas do mercado.

FenSeg sugere programa de seguros do governo para tratar de desastres ambientais

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Fonte: CNseg

Hoje é consenso de que é preciso pensar não apenas na população que sofre cada vez mais com os efeitos dos eventos climáticos extremos, mas também em dar resiliência às cidades que também vem sendo cada vez mais impactadas pelas consequências das inundações e das secas.

Em painel durante o 7º Seminário Jurídico de Seguros, realizado em 24/10, em Brasília, o ministro do STJ, Raul Araújo, afirmou que a busca por desenvolvimento social e o crescimento econômico passa pela expansão das infraestruturas existentes, mas esse processo traz riscos ambientais, que podem ser severos. Entretanto, disse ele “o setor de seguros possui produtos que possibilitam que os envolvidos na realização dessas obras de infraestrutura ou em sua operação possam ter os seus riscos compartilhados ou transferidos para os seguradores, na conformidade com os contratos de seguro”.

Para Jéssica de Almeida, diretora da Susep, é muito importante que se pense no papel que o setor segurador pode ter na transição climática, mitigando os riscos advindos do atual padrão de desenvolvimento baseado nas emissões de carbono.

O presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, destacou ainda a importância de projetos como o “Programa de seguros para infraestrutura de cidades”, que busca suportar, junto com o Governo Federal, os municípios em caso de desastres climáticos. “Precisamos buscar soluções para diminuir o sofrimento das populações mais carentes, que são justamente as mais atingidas pelos desastres naturais. Sabemos que o brasileiro é solidário e vemos isso quando as pessoas se mobilizam para fazer doações, mas precisamos de soluções que não sejam apenas reativas”, afirmou.

Com o olhar voltado para a as populações mais vulneráveis, a ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Edilene Lôbo, lembrou que a Constituição brasileira traz uma promessa de entrega de desenvolvimento, de redução das desigualdades e de luta contra a discriminação.

O presidente da FenSeg lamentou a inexistência de um programa de seguros por parte do Governo para tratar desses desastres ambientais que, a cada ano, aumentam em frequência e intensidade e cujas perdas para o setor privado alcançaram R$ 320 bilhões entre 2013 e 2022. Ele destacou também a solução de proteção aos atingidos pelos desastres ambientais apresentadas pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) ao governo Federal, o Seguro Social de Catástrofes.

Atualmente existem mais de 8 milhões de brasileiros vivendo em áreas de risco no Brasil. Mais de 2,5 milhões vivem em áreas de alto risco e muita vulnerabilidade. O Seguro Social de Catástrofe funcionaria como um instrumento de proteção e amparo financeiro para essa população vulnerável a desastres provocados por chuvas, inundações, alagamentos ou desmoronamentos. A proposta da CNseg prevê o pagamento de cerca de R$ 15 mil para a cobertura de despesas com perdas materiais e de R$ 5 mil às vítimas fatais, com uma cobrança estimada de R$ 3/mês nas contas de luz.

O projeto, segundo Trindade, teria auxiliado, por exemplo à população atingida em Brumadinho e Mariana, já que “as pessoas jurídicas já receberam suas indenizações, mas ainda há muitas pessoas físicas desassistidas”.

O CEO da Austral Resseguradora, Bruno Freire, abordou a importância do resseguro no processo de fortalecimento da infraestrutura brasileira, fornecendo o aporte financeiro necessário para as seguradorassuportarem os elevados e custosos riscos que envolvem esses projetos.

“Do ponto de vista contratual, o cliente do ressegurador é a seguradora. O ressegurador não tem relação direta com o segurado, mas ele garante que esses grandes capitais sejam cobertos, uma vez que uma seguradora não teria capacidade de assumir sozinha esses grandes riscos. Nesse mutualismo, é fundamental dividir os riscos com o mercado internacional”, disse. Além disso, acrescentou, as resseguradoras não só possibilitam a redução da volatilidade do dia a dia das seguradoras, mas também contribuem com eventual transferência de know-how.

ABGF assina parceria entre Brasil e Reino Unido para crédito à exportação

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Fonte: ABGF

A Agência Brasileira de Fundos Garantidores e Garantias S/A (ABGF) assinou acordo que dá as bases para o compartilhamento de risco entre a União, por meio do Seguro de Crédito à Exportação (SCE) com lastro no Fundo de Garantia às Exportações (FGE), e a United Kingdom Export Finance (UKEF). A parceria foi firmada com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, o ministro de Comércio Internacional e Negócios do Reino Unido, Jonathan Neil Reynolds, e a presidente da ABGF, Maíra Madrid.

O acerto inédito foi firmado em reunião bilateral do Grupo de Trabalho de Comércio e Investimento do G20 e prevê as vendas internacionais de produtos que contêm conteúdo brasileiro e britânico, que poderão contar com seguro à exportação dos dois países, da UKEF e resseguro da ABGF.

Ainda serão definidos os termos operacionais que deverão reger o compartilhamento de risco entre MDIC/ABGF e UKEF, como as estruturas de resseguro, de forma a reduzir, para ambos os países, a exposição a risco de seus programas de apoio oficial ao crédito à exportação e a expectativa é que o acordo final ocorra em janeiro de 2025.

O acordo entre os dois países representa um passo estratégico para fortalecer o crédito à exportação de bens e produtos com conteúdos dos dois países, como aeronaves.

“A iniciativa simboliza o retorno da internacionalização da ABGF e deixará as exportações brasileiras mais atrativas. A cooperação técnica vai compartilhar melhores práticas e manter a atualização de nosso modelo de avaliação e monitoramento de risco, sempre prezando pela solidez técnica da política pública”, ressaltou Maíra.