Grupo HDI coloca plano emergencial em ação em Santa Catarina

Em razão das fortes chuvas que vêm atingindo o estado de Santa Catarina nos últimos dias, o Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do Brasil, anunciou que já está trabalhando com ações emergenciais para dar suporte à população. Seguindo sua premissa de colocar as pessoas sempre em primeiro lugar, a companhia se solidariza com os afetados pelo evento climático e está atuando prontamente para minimizar impactos.

Com equipes de prontidão, que estão monitorando assistências e sinistros, além de atender de forma ágil qualquer necessidade nas ruas, a prioridade da companhia é garantir a segurança e o apoio à comunidade local neste momento de crise.

Para prestar auxílio de forma eficaz, o Grupo HDI reforça que seus canais digitais, assim como o suporte do Bate Pronto de Florianópolis e Itajaí, estão à disposição dos clientes das três marcas do Grupo – HDI Seguros, Yelum e Aliro. A empresa colocou, ainda, as regiões afetadas pelas chuvas como prioridade na fila de sua central de atendimento.

Um time especializado em situações de catástrofe já está no local a postos para iniciar remoções de veículos conforme a água baixar e direcioná-los para as bases das marcas na região. A companhia também está com uma frota personalizada atuando nas cidades de São José, Itajaí, Blumenau, Balneário Camboriú e Florianópolis, e deslocou um veículo 4×4 para a região de Beira Mar, a mais afetada até o momento, para auxiliar em reboques.

A atuação em Santa Catarina é um exemplo do esforço constante do Grupo HDI em monitorar o impacto e atuar com prontidão em situações de fortes chuvas, como aconteceu, por exemplo, no estado do Rio Grande do Sul em 2024. Na ocasião, a companhia agiu rapidamente para apoiar toda a população afetada pelas consequências advindas dos eventos climáticos.

O Grupo HDI informa, ainda, que em virtude do mau tempo na região, as ações do Solarium Yelum, previstas para acontecer neste final de semana em Balneário Camboriú e Jurerê Internacional, no litoral catarinense, estão canceladas, para que o foco esteja totalmente no apoio aos afetados pelas chuvas.

Para auxiliar os segurados neste momento, qualquer situação de emergência pode ser informada por meio dos canais oficiais do Grupo HDI no WhatsApp e telefone, via assistência 24h e SAC.

Regulamentação de cooperativas de seguro e proteção patrimonial mutualista abre novo mercado no Brasil

A publicação da Lei Complementar 213/25, no Diário Oficial da União desta quinta-feira (16), marca um passo significativo para o mercado de seguros no Brasil. A regulamentação dos segmentos de proteção patrimonial mutualista e de cooperativas de seguros estabelece uma nova era de oportunidades, ampliando o acesso da população a soluções de proteção financeira, com segurança jurídica e supervisão adequada.

O mercado de proteção patrimonial vinha crescendo de forma expressiva, mas sem regulamentação, o que gerava insegurança para consumidores e operadores, com mais de 300 ações na justiça pedindo a paralisação das associações que atuavam como seguradoras, sem ser. Agora, com regras claras e supervisão estatal, este segmento oferece garantias essenciais para os consumidores, como a preservação da liquidez e da solvência das instituições participantes, além da adequação dos produtos às necessidades dos consumidores. Esse avanço fortalece a confiança no mercado e fomenta seu desenvolvimento sustentável.

De acordo com a CNseg, a confederação das seguradoras, a nova lei trará desafios aos diversos atores do setor de seguros privados, desde a fiscalização até como será a comunicação com o consumidor e demais entidades do Sistema Nacional de Seguros Privados. No entanto, a CNseg concorda que surge um novo mercado e que há “expectativas positivas de que a lei colabore para fomentar o mercado de seguros privados e ampliar o seu alcance aos consumidores”.

Caberá ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) dispor sobre condições, requisitos e limitações para constituição de cooperativas centrais de seguros formadas por cooperativas singulares de outros segmentos. Ao sancionar a nova lei, o presidente Lula vetou apenas, por inconstitucionalidade, o Art. 11, que prevê a criação, já a partir de 1º de janeiro de 2025, de Cargos Comissionados Executivos (CCE) e Funções Comissionadas Executivas (FCE) na estrutura da Susep.

Com a nova lei, as cooperativas centrais de seguros e as confederações de cooperativas de seguros poderão aceitar riscos em cosseguro de cooperativas singulares filiadas e das filiadas de suas cooperativas centrais, respectivamente.

Uma das principais inovações trazidas pela lei é a possibilidade de os corretores de seguros, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, atuarem como intermediários na promoção e angariação de contratos de participação em grupos de proteção patrimonial mutualista. Essa medida amplia o portfólio de serviços dos corretores, permitindo que eles desempenhem um papel ainda mais relevante na proteção financeira dos brasileiros.

Segundo Armando Vergilio, presidente da Fenacor, a regulamentação representa “a principal notícia de todos os tempos para o mercado”, pois possibilita que milhões de consumidores, antes limitados a soluções não reguladas, tenham acesso a produtos mais seguros, econômicos e supervisionados. Além disso, a medida preenche uma lacuna histórica no Brasil, que até então era um dos poucos países sem regulamentação para o sistema mutualista.

A lei promove ainda a inclusão social e econômica, democratizando o acesso à proteção financeira e criando um ambiente mais competitivo e diversificado para os consumidores. Com isso, o setor ganha robustez e maior alinhamento às demandas da sociedade.

A aprovação da lei é resultado de um amplo diálogo entre entidades do setor, parlamentares e o Executivo. Lideranças como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o secretário de Reformas Econômicas, Marcos Pinto, desempenharam papéis importantes nesse processo, juntamente com representantes da Susep e deputados envolvidos diretamente no projeto. A aprovação quase unânime no Congresso reflete o consenso sobre a importância dessa regulação.

Com o mercado regulamentado, espera-se uma rápida expansão do setor, que ganha condições de competir de forma justa e integrada à economia nacional. A atuação dos corretores de seguros, agora ampliada, será fundamental para conectar consumidores a soluções seguras e inovadoras, consolidando o papel do Brasil como um mercado de destaque no cenário global de seguros.

Segundo a Fenacor e a Susep, essa nova legislação não apenas moderniza o setor, mas reforça sua importância estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, reafirmando o compromisso de proteger os consumidores e fortalecer o sistema financeiro.

Tokio Marine faz parceria com Cilia e agiliza orçamentos de sinistros de automóveis

A Tokio Marine Seguradora fez uma parceria com a Cilia Tecnologia para agilizar a realização de orçamentação de sinistros de automóveis, que passa a ser em minutos por meio de um modelo mais preciso de Inteligência Artificial (IA), com o objetivo de melhorar ainda mais a experiência do cliente. A parceria otimiza a análise dos danos no veículo, sem necessidade de vistoria presencial, além de reduzir o tempo necessário para a liberação de reparos e para o pagamento de indenização no caso de perda total.

Para o diretor executivo de Operações, Sinistros e Tecnologia, Adilson Lavrador, esta iniciativa não impacta apenas a Companhia, como todo o setor. “A inovação está no DNA da Tokio Marine e permeia todas as nossas ações. Por isso, é com muito orgulho que anunciamos essa novidade, que tem o objetivo de promover uma experiência ainda melhor para nossos Segurados e Corretores, com autonomia e agilidade”, afirma o executivo.

A ação faz parte de uma série de projetos que vem sendo implementados pela área de Sinistros da Tokio Marine para simplificar a jornada do Cliente, como a integração da Assistência 24h dos Seguros Automóvel e Patrimonial, em que o Segurado pode abrir uma solicitação de maneira totalmente digital apenas com seu CPF ou CNPJ; e o Projeto 72h, também pioneiro no mercado brasileiro, que cobre toda frota segurada e tem como objetivo pagar os clientes em até 3 (três) dias.

De acordo com o diretor de sinistros, Laur Diuri, a ideia é trazer cada vez mais celeridade aos processos da Companhia. “Em momentos delicados como na ocorrência de um sinistro ou na abertura de uma assistência, nós queremos que nosso Segurado tenha a tranquilidade de saber que a Tokio Resolve. Por isso, seguimos investindo em melhorias constantes em nossos processos e serviços, sempre com iniciativas inovadoras no mercado securitário brasileiro”, finaliza.

Como a IA funciona

Ao acionar a Seguradora para relatar uma batida, o segurado recebe uma mensagem de WhatsApp com o link para realização da vistoria 100% online. Após clicar no link, ele deve checar seus dados na tela inicial e iniciar o upload das imagens do automóvel, seguindo a indicação dos quadros que aparecem na tela do celular. Esse procedimento é feito sem a necessidade de baixar nenhum aplicativo, basta seguir os modelos de cada uma das fotos que devem ser capturadas, com indicações sobre a posição em que se deve manter o aparelho.

Após a captação das imagens, a Inteligência Artificial atua na identificação dos danos sofridos pelo veículo, baseado em um modelo inovador em 3D que considera não só as peças visíveis, mas também as avarias causadas pela dimensão do impacto. Com base nesse modelo, a ferramenta gera um orçamento das peças, seja para conserto ou troca, e da mão de obra necessária para a execução do reparo, além de também ser capaz de verificar se houve perda total – agilizando a liberação do pagamento da indenização, se for o caso. Todo esse fluxo é realizado em minutos e comunicado ao Cliente e/ou ao Corretor.

Para isso, a Tokio Marine conta com a parceria da Cília Tecnologia, insurtech situada em Goiânia (GO), cuja equipe conta com alunos de graduação, mestrado e doutorado da Universidade Federal de Goiás (UFG) e apoio do Centro de Excelência em Inteligência Artificial, permitindo que a empresa seja um elo entre o mundo acadêmico e o corporativo no desenvolvimento de produtos.

Bradesco Vida e Previdência lança seguro para despesas essenciais

Bernardo Castello diretor da Bradesco Vida e Previdencia

A Bradesco Vida e Previdência acaba de lançar o Seguro Despesas Essenciais, que garante proteção e contribui com o planejamento financeiro das famílias ao assegurar o pagamento de contas de consumo.

O produto é destinado a pessoas físicas, de 18 a 65 anos, e cobre despesas básicas e necessárias, como contas de água, telefone, luz e internet, em caso de imprevistos como perda de renda, invalidez total ou morte. Além disso, inclui benefícios, como assistência cartão alimentação e funeral familiar, visando manter a qualidade de vida e o suporte financeiro dos beneficiários mesmo em situações inesperadas.

Com um processo de contratação rápido e descomplicado, a solução pode ser personalizada de acordo com o perfil de consumo do cliente, garantindo a melhor oferta para as suas necessidades. 

“A customização dos produtos de seguro é essencial para atender de forma precisa às necessidades individuais dos nossos clientes. Cada pessoa tem um perfil único e diferentes prioridades financeiras. Com o Despesas Essenciais, reforçamos nosso compromisso de oferecer soluções para segurança e planejamento financeiro da família”, afirma Bernardo Castello, diretor de Seguros de Pessoas da Bradesco Vida e Previdência.

MAPFRE e Reservas Votorantim lançam iniciativa de reflorestamento para compensar emissões de carbono 

ceo da mapfre

Em linha com os

A MAPFRE firmou uma parceria com a Reservas Votorantim (RV) para lançar o projeto ‘Floresta MAPFRE’ visando cumprir objetivos globais de sua estratégia de sustentabilidade – que prevê a neutralidade em carbono de todas as suas operações até 2030.

Com duração de quatro anos, a iniciativa vai compensar 5,1 mil toneladas de carbono com a restauração florestal de uma área de 29,42 hectares da Mata Atlântica, o equivalente a 30 campos de futebol, assegurando a neutralização local das emissões da MAPFRE até 2028.

O local escolhido para a realização da iniciativa foi o Parque Estadual Carlos Botelho, uma unidade de conservação de proteção integral com mais de 37 mil hectares distribuídos pelos municípios de Capão Bonito, São Miguel Arcanjo e Sete Barras, no interior do estado de São Paulo. A região é considerada um dos mais importantes refúgios da vida selvagem no Sudeste do país. Ao todo, serão plantadas no local mais de 42 mil mudas de árvores nativas para o sequestro de carbono.

Na avaliação do CEO da MAPFRE no Brasil, Felipe Nascimento, a ação materializa o compromisso da companhia com a sustentabilidade. “Sabemos que a mitigação das mudanças climáticas é um desafio global, e, como empresa, queremos ser parte da solução. Com o Floresta MAPFRE, vamos contribuir ativamente para a redução das emissões de carbono, para a proteção da fauna e flora e para o fortalecimento das comunidades que dependem dessas florestas. Esta iniciativa não é apenas sobre compensar carbono, mas sobre criar um legado de biodiversidade e um compromisso real com o futuro do Brasil”, explica o executivo em nota.

Neutralidade em quatro anos

O projeto Floresta MAPFRE tem como meta compensar integralmente a pegada de carbono das operações da MAPFRE no Brasil até o ano de 2028. Isso inclui as emissões geradas por atividades operacionais da empresa, como o consumo de energia, emissões provenientes de viagens de negócios realizadas por colaboradores e seus deslocamentos diários para o trabalho, além das relacionadas à gestão de resíduos e à cadeia de suprimentos.

Parceira da MAPFRE nessa iniciativa, a Reservas Votorantim – empresa de gestão de territórios e desenvolvimento de projetos da economia verde da multinacional Votorantim – reforça que é possível gerar negócios com a floresta em pé, garantindo a manutenção da área e fomentando cadeias produtivas locais. A RV trabalhará em conjunto com cooperativas e trabalhadores da região para estimular o desenvolvimento social por meio da geração de renda para a comunidade.

“Projetos como o Floresta MAPFRE são cada vez mais importantes para o enfrentamento às mudanças climáticas e dão sinais claros para o mercado de que todos precisam se engajar e tomar ações concretas para garantir um mundo mais sustentável. O local escolhido se torna ainda mais relevante por ser uma unidade de conservação que integra o maior corredor ecológico de Mata Atlântica do país, bioma considerado um hotspot mundial para a conservação da biodiversidade. A Reservas Votorantim tem orgulho de executar uma iniciativa tão importante”, destaca o diretor executivo da Reservas Votorantim, David Canassa.

Como acompanhamento, a RV enviará relatórios semestrais para apresentar o progresso da iniciativa, que também contará com visitas periódicas da MAPFRE para verificações in loco e auditoria independente. Para isso, foi desenvolvida uma metodologia validada de carbono in setting, que permitirá à MAPFRE utilizar os dados de plantio em seu inventário de emissões de 2028. O progresso do projeto será comunicado aos stakeholders nos relatórios anuais de sustentabilidade da seguradora.

“As mudanças climáticas são um dos maiores desafios que enfrentamos atualmente como sociedade. É nossa responsabilidade – enquanto empresa e cidadãos – fazer algo para minimizar o impacto no meio ambiente. O Floresta MAPFRE é uma resposta a esse chamado, um compromisso firme que demonstra que estamos alinhados com o nosso propósito e fazendo a nossa parte, expressando o nosso comprometimento com o desenvolvimento sustentável”, ressalta a diretora de sustentabilidade da MAPFRE no Brasil, Fátima Lima.

Patrimônio Mundial Natural – O Parque Estadual Carlos Botelho destaca-se por ser um dos mais significativos corredores ecológicos que conectam os remanescentes da Mata Atlântica no país, além de abrigar a maior população de muriquis-do-sul, espécie criticamente ameaçada de extinção.

A unidade de conservação é reconhecida como Sítio do Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO. Além disso, a iniciativa foi aprovada no âmbito do Programa Nascentes, do Governo do Estado de São Paulo, que visa à restauração de áreas degradadas públicas e privadas.

A seleção das espécies para o projeto de restauração florestal foi realizada com base na lista da Coordenação Especial para Restauração de Áreas Degradadas (CERAD), que orienta a escolha conforme o bioma e ecossistema de ocorrência. Foram identificadas 264 espécies, que serão selecionadas de acordo com a disponibilidade nos viveiros parceiros no momento do plantio.

Patrícia Chacon assume a presidência do Sindseg SP

Patrícia Chacon assume hoje (15) a presidência do Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros do Estado de São Paulo – Sindseg SP, marcando um momento histórico para a instituição. A executiva é a primeira mulher a ocupar o cargo em mais de oito décadas de atuação do sindicato e vai liderar uma diretoria renovada, composta por profissionais de destaque em grandes companhias e que refletem a força, a diversidade e a evolução do mercado de seguros brasileiro. A primeira mulher em sindicatos de seguradoras veio em outubro de 2023, quando Andreia Padovani assumiu a liderança do SindSeg MG/GO/MT/DF.

“Assumir essa posição é uma grande honra e também uma enorme responsabilidade. O setor está em transformação e o Sindseg SP tem um papel essencial na promoção de ações que apoiem as empresas e os profissionais neste cenário, sempre com foco em oferecer melhores serviços aos nossos clientes e gerar conhecimento sobre a importância dos seguros para o desenvolvimento social e econômico do país”, afirmou Patrícia.

De acordo com ela, uma das prioridades da nova gestão será o estímulo a uma agenda de discussões sobre as demandas atuais da sociedade e as principais tendências do mercado, como as mudanças climáticas, a mobilidade urbana e a incorporação de tecnologia em toda a cadeia de seguros. “Estamos diante de um ambiente que exige mais agilidade, inovação e colaboração. Por isso, queremos produzir e compartilhar informação para a construção de soluções alinhadas às expectativas de um mundo mais digital, sustentável e inclusivo”, destacou.

A chegada de Patrícia Chacon à presidência reflete o compromisso do Sindseg SP em manter-se conectado às mudanças de um mercado em movimento acelerado e um mundo de hábitos e expectativas diferentes, consolidando sua posição de referência no setor de seguros no Brasil. “Estou confiante de que vamos produzir muitas realizações nos próximos três anos, principalmente considerando a experiência e competência de todos os meus colegas de diretoria”, finalizou Patrícia.

Diretoria Sindseg SP

2025 – 2028

Presidente: Patrícia Chacon (Porto Seguro)

Diretor vice-presidente: Leonardo Pereira de Freitas (Bradesco Seguros)

Diretor vice-presidente: Jonson Souza (Mapfre)

Diretora vice-presidente: Andréa Ribeiro (Tokio Marine)

Diretor: Heitor Augusto (SulAmérica)

Diretor: Marco Antônio Messere Gonçalves (MAG)

Diretor: Alexandre Nunes de Oliveira (Zurich)

Diretor: Fernando Grossi (Sompo)

Diretor: Marcos Machini (HDI)

Diretor: Pablo Ricoldy (Brasilseg)

Diretor: Luis Nagamine (Mitsui Sumitomo)

Conselheiro: Andreas Kerl (Allianz)

Conselheiro: Paulo Medeiro (allseg)

Conselheiro: Guilherme Perondi (Swiss Corporate)

Conselheiro: Alexandre de Mattos Malho (Icatu)

Conselheiro: Gabriel de Souza Escabin (BTG Pactual)

Conselheira: Eliane Percino (Suhai)

Valor de mercado de seguradoras derrete com incêndios em L.A. 

Fonte: Estadão, por Aline Bronzati

Os prejuízos dos incêndios florestais que devastaram bairros luxuosos em Los Angeles, na Califórnia, ainda estão sendo calculados e aumentando, mas o mercado segurador já sente o baque desta que pode se tornar a queimada mais cara na história dos Estados Unidos. Seguradoras perderam mais de US$ 40 bilhões em valor de mercado desde que as chamas começaram a assolar a região, mostra levantamento com dados da FactSet compilados pelo Broadcast.

A liquidação das ações de seguradoras em Wall Street supera até mesmo os cálculos para os prejuízos do fogo, que mais que dobraram desde o início dos incêndios há uma semana. A casa de análises Evercore ISI e a corretora britânica Aon estimam que as perdas seguradas alcancem entre US$ 20 bilhões e US$ 25 bilhões. Novas projeções da Fitch Ratings e dos bancos Goldman Sachs e Wells Fargo indicam que a conta das seguradoras pode chegar na casa dos US$ 30 bilhões.

“A situação piorou e está começando a parecer um pouco mais problemática. Esperamos que as perdas seguradas alcancem US$ 20 bilhões. O mercado pode ter reagido de forma mais conservadora, tentando antever o pior cenário”, diz o vice-presidente para ratings globais de seguros e pensões da Morningstar DBRS, Patrick Douville, em entrevista ao Broadcast. Segundo ele, o impacto é “negativo, mas administrável” uma vez que as seguradoras têm negócios diversificados, o que diminui os efeitos de um determinado evento. O especialista também descarta riscos para o rating das seguradoras e à solvência das companhias, ou seja, a capacidade de fazer frente a futuras demandas.

“Os vários incêndios que atingem Los Angeles resultarão em perdas seguradas que excedem materialmente as máximas de eventos de incêndios florestais anteriores, mas provavelmente não afetarão as classificações de resseguradoras e seguradoras”, reforça a Fitch Ratings, em relatório. A agência de classificação de risco estima que as perdas econômicas totais com os incêndios podem chegar a US$ 275 bilhões. 

A classificadora alerta, porém, que os incêndios que ameaçam até marcos icônicos como o letreiro de Hollywood, devem pesar no resultado das seguradoras no curto prazo. “É provável que as seguradoras façam mais comentários sobre o potencial impacto nos lucros à medida que avaliam e quantificam o escopo dos danos durante a divulgação de resultados do quarto trimestre”, diz o vice-presidente e analista sênior da FactSet, John Butters.

Mas a leitura é de que ainda é muito cedo para saber o tamanho do estrago. Previsões da autoridade climática local indicam ventos fortes na região atingida, o que pode aumentar ainda mais o alcance das queimadas, e, com isso, os seus impactos.

“Levará semanas ou meses para determinar a magnitude dos danos segurados, mas os incêndios florestais de Los Angeles estão provavelmente entre os mais caros da história dos Estados Unidos”, diz a Moody’s, em comentário a clientes. Até então, o incêndio florestal mais oneroso para o setor de seguros havia sido o Camp Fire, em 2018, cujas perdas seguradas foram de US$ 12,5 bilhões, considerando valores atualizados.

Douville, da Morningstar, afirma que as seguradoras podem começar a elevar as suas provisões para perdas por conta dos incêndios em Los Angeles no primeiro trimestre deste ano, quando já terão mais clareza em torno do tamanho das perdas. A extensão dos danos no mercado vai depender de como a perda será classificada, se em vários ou apenas um evento, explica. Isso porque se for considerada apenas uma única ocorrência, os contratos de resseguro, ou seja, o seguro das seguradoras, deve ser acionado.

Mesmo neste caso, especialistas não veem o impacto se alastrando para o mercado internacional de resseguros, o que poderia desencadear o aumento de taxas ao redor do globo, e atingir também o mercado brasileiro. Um executivo de uma resseguradora internacional diz, na condição de anonimato, que não vê tal possibilidade neste momento, mas pondera que depende do tamanho do impacto das perdas.

Embora os incêndios florestais em Los Angeles caminhem para ser o mais custoso dos EUA, as perdas devem ficar abaixo de outros eventos de grande monta. O desastre natural mais caro nos EUA foi o furacão Katrina, em 2005, com perdas seguradas estimadas em mais de US$ 100 bilhões, segundo a Aon.

Os prejuízos de bilhões de dólares devem pressionar o já fragilizado mercado de seguros residenciais da Califórnia, elevando os preços do seguro e diminuindo ainda mais a disponibilidade de coberturas na região, conforme especialistas. “As taxas estão um pouco baixas no Estado, e os reguladores não querem deixar as seguradoras subir os preços porque estão preocupados com o acesso ao seguro, mas isso está levando algumas a deixarem de oferecer cobertura na região”, diz Douville. Há também negócios sem proteção por seguro. Dentre os segmentos atingidos, está a indústria de cinema americana.

E esse é um problema global. Em agosto do ano passado, o Brasil enfrentou um salto no número de incêndios florestais. “Na Califórnia, no Brasil e em outros lugares do mundo, onde não há proteção do seguro, as pessoas vão depender de governos ou simplesmente terão de se virar por conta própria se houver um desastre”, lamenta Douville.

Seguradoras faturam R$ 394 bilhões até novembro de 2024

seguros

A arrecadação das seguradoras foi de R$ 394,16 bilhões de janeiro a novembro de 2024, avanço de 12,3% em relação ao mesmo período de 2023, segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

No período, o setor retornou à sociedade R$ 19,4 bilhões, por meio de indenizações, resgates, benefícios e sorteios. No acumulado do ano, o retorno chegou a R$ 221,04 bilhões.    

Os seguros de danos e pessoas (sem o VGBL) arrecadaram R$ 188,55 bilhões nos primeiros onze meses de 2024, 10,61% acima do valor registrado no mesmo período em 2023. A receita dos “seguros patrimoniais – outros”, que inclui, por exemplo, riscos diversos e lucros cessantes, alcançou R$ 5,94 bilhões no acumulado do ano, valor 19% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.    

O VGBL recebeu contribuições de R$ 12,49 bilhões no mês de novembro de 2024. Durante os onze primeiros meses do ano, acumulou R$ 162,75 bilhões em contribuições, um montante 16,3% superior em comparação ao mesmo período no ano passado. 

Os produtos de capitalização apresentaram alta de 4,8% na receita acumulada, em comparação ao mesmo período de 2023. Foram arrecadados R$ 28,66 bilhões de janeiro a novembro de 2024.   

Assistências emergenciais crescem 17% em cidades turísticas, apontam MAPFRE e MAWDY

mapfre assistencia

Fonte: Mapfre

A seguradora MAPFRE, em parceria com sua unidade de assistências 24 horas, MAWDY, encerrou a operação especial de fim de ano com um aumento de 17% nos atendimentos emergenciais nas 32 cidades mapeadas como as de maior demanda sazonal. Batizada de ‘Plano Intensivo de Verão’, a iniciativa priorizou destinos como Florianópolis e regiões do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, atendendo ao aumento de chamados durante o período de festas e férias escolares.
 

Um dos grandes destaques deste ano foi a consolidação do uso intensivo das plataformas digitais. Entre os consumidores que acionaram a MAWDY para assistências, 39% utilizaram o aplicativo, o portal do cliente ou o WhatsApp, o que demonstra a crescente preferência dos segurados por essas ferramentas. Além disso, o gerenciamento de demandas junto aos prestadores foi realizado, em sua maioria, por canais digitais (90%), enquanto apenas 10% foram efetivadas por chamadas telefônicas.
 

Os dias de maior movimento foram 23 e 26 de dezembro, além de 2, 3 e 6 de janeiro, com um pico de solicitações logo no retorno das atividades após o feriado. Pane mecânica e elétrica representaram 77% dos chamados, enquanto colisões de veículos ficaram com 20%. Entre as ocorrências mais frequentes destacaram-se superaquecimentos, problemas no motor, troca de pneus e perda de chaves. Já os serviços mais acionados foram guincho (66%), socorro mecânico (19%) e chaveiro (2%).
 

“Nossos esforços foram voltados para oferecer rapidez e eficiência no atendimento, especialmente em momentos críticos para os clientes. A integração dos canais digitais ao atendimento tradicional permitiu simplificar processos e melhorar a experiência dos nossos segurados”, destacou Roberto de Antoni, diretor de operações da MAPFRE.
 

Fabiano Sardá, diretor-geral da MAWDY, também celebrou os resultados da operação. “O alto índice de atendimentos digitais reflete a transformação no comportamento dos clientes e a eficácia dos nossos investimentos em tecnologia e inovação”, comentou o executivo. 

Latin Re anuncia Juliana Leite como head comercial da Latin Wholesale

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Referência no mercado de seguros e resseguros, a Latin Re anuncia a chegada de Juliana Leite como Gerente Comercial da Latin Wholesale. Com mais de 12 anos de experiência no setor, Juliana traz um histórico profissional sólido e uma visão estratégica inovadora para alavancar o crescimento da empresa.

Iniciando sua carreira no segmento de seguro garantia, Juliana consolidou sua expertise como corretora especializada em garantia, seguro de crédito e risco político, além de desempenhar um papel técnico-comercial fundamental em diferentes frentes. Sua trajetória inclui a atuação como gerente comercial em duas das maiores seguradoras desse ramo.

“Estou muito animada e ansiosa para colocar minhas ideias em prática, testar as hipóteses que tenho em mente e fazer novas parcerias! Tenho certeza que essa operação irá crescer muito, sem perder o foco no cliente que faz parte do DNA da Latin Re,” compartilhou Juliana.

Com um olhar atento para o mercado local, Juliana acredita no potencial de crescimento do modelo de wholesales no Brasil. Sua abordagem estratégica combina inovação e foco em soluções diferenciadas:

“No seguro garantia, posso contribuir com meu conhecimento para identificar oportunidades e propor soluções que hoje não estão disponíveis no mercado. Nos demais ramos, buscarei novas parcerias que ofereçam alternativas inovadoras e diversificadas, sempre com um atendimento especializado,” afirmou.

A profissional também destaca sua motivação em integrar a equipe da Latin Re, citando o modelo inovador da empresa e as pessoas como os principais diferenciais: “Inovar em um mercado conservador como o nosso é um desafio e um mar de oportunidades. Além disso, trabalhar com pessoas que admiro e me inspiro profissionalmente é um privilégio e um aprendizado diário.”

A Latin Wholesale administrou um volume de 100 milhões em prêmios nos diversos ramos em 2024, exceto benefícios, consolidando-se como uma operação robusta e diversificada no mercado.

Juliana planeja contribuir para o crescimento sustentável da Latin Wholesale, diversificando o portfólio de soluções e fortalecendo parcerias estratégicas. Com uma visão centrada no cliente e uma abordagem criativa para superar desafios, sua chegada reforça o compromisso da Latin Re em oferecer excelência no atendimento e inovação no mercado de seguros e resseguros.”