Generali firma parceria com rede de varejo baiana Ramiro Campelo

A seguradora Generali assinou um acordo com o grupo baiano Ramiro Campelo para venda de seguros nas lojas da rede, que é formada pelas marcas Guaibim e Casa+Fácil. Segundo a companhia, o contrato tem duração de cinco anos, e a expectativa é emitir mais de R$ 90 milhões em prêmios durante esse período.

A varejista atua na venda de itens como telefones, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis, materiais de construção e utilidades para o lar. Serão oferecidos produtos como seguro garantia estendida, proteção financeira, residencial e acidentes pessoais.

“Firmar essa parceria com o Grupo Ramiro Campelo vai além de uma estratégia comercial para a Generali; é uma oportunidade de levar o impacto social do seguro para outras geografias, além de promover a democratização do acesso aos benefícios de seguridade”, disse Claudia Lopes, diretora comercial e marketing da Generali, em nota.

Indenizações com incêndios em Palisades e Eaton podem chegar a US$ 35 bilhões

por Matthew Lerner, da Business Insurance

O grupo Extreme Event Solutions da Verisk Analytics Inc. divulgou na quarta-feira, 22, que as perdas seguradas em propriedades devido aos incêndios Palisades e Eaton, combinados, devem variar entre US$ 28 bilhões e US$ 35 bilhões. A estimativa inclui perdas causadas pelos incêndios e perdas relacionadas ao California FAIR Plan, informou a Verisk em comunicado.

As perdas seguradas do incêndio Palisades estão projetadas para ficarem entre US$ 20 bilhões e US$ 25 bilhões, enquanto as perdas do incêndio Eaton devem variar entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões, com a maior parte das perdas concentrada em riscos residenciais, segundo a Verisk.

As estimativas abrangem perdas em propriedades residenciais, comerciais e industriais, além de automóveis, considerando danos às edificações, conteúdos, coberturas relacionadas ao tempo (como interrupção de negócios) e levam em conta fatores como aumento na demanda, remoção de destroços e taxas estimadas de adesão ao seguro.

A Verisk esclareceu que suas estimativas de perdas não incluem danos causados por fumaça; perdas decorrentes do incêndio Hurst ou outros incêndios ocorridos no último mês além dos de Palisades e Eaton; perdas agravadas por litígios, fraudes na cessão de benefícios ou inflação social; perdas de coberturas de custo de substituição garantida; perdas relacionadas a normas ou legislações; perdas em propriedades não seguradas; perdas em infraestruturas; obrigações contratuais adicionais; custos de limpeza de resíduos perigosos, vandalismo ou comoção civil, causados direta ou indiretamente pelos eventos; ou despesas de ajuste de perdas.

Em nota separada divulgada na sexta-feira, o Moody’s RMS Event Response estimou que as perdas seguradas devido aos incêndios que ocorreram em janeiro de 2025 na região de Los Angeles provavelmente ficarão entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões.

Essa estimativa preliminar reflete as observações feitas até o momento, mas inclui “incertezas significativas”, já que alguns desses incêndios ainda estão em andamento. O incêndio Palisades está 31% contido e o Eaton, 65% contido.

O Moody’s RMS Event Response informou que divulgará sua estimativa final de perdas seguradas para esses eventos após a contenção total. A estimativa do Moody’s inclui danos materiais, custos de evacuação e danos causados pela fumaça, interrupções de negócios e despesas adicionais de vida em linhas residenciais, comerciais e industriais, segundo o relatório.

A estimativa também leva em consideração o California FAIR Plan, que, em 30 de setembro de 2024, tinha mais de US$ 112 bilhões em exposições, ou 23% de seu portfólio, no condado de Los Angeles. As estimativas de perdas seguradas chegaram a atingir valores de até US$ 45 bilhões.

Eventos climáticos extremos e polarização social estão entre os riscos mais temidos em 2025

O Relatório de Riscos Globais 2025, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial em co-autoria com a Zurich Insurance Group e a Marsh McLennan, revela um cenário global cada vez mais vulnerável, destacando a urgência de ações coletivas para mitigar crises futuras. Baseado na percepção de mais de 900 especialistas ao redor do mundo, o documento classifica os principais riscos globais e enfatiza as rápidas mudanças climáticas como uma ameaça iminente.

Entre os riscos mais temidos pelos entrevistados no curto prazo, destacam-se eventos climáticos extremos, conflitos armados entre Estados, confrontos geoeconômicos, polarização social e a disseminação de desinformação em larga escala. No longo prazo, os maiores receios incluem eventos climáticos extremos, o colapso de ecossistemas e a perda de biodiversidade, mudanças críticas nos sistemas terrestres, a escassez de recursos naturais e a continuidade da polarização social.

Edson Franco, CEO da Zurich Brasil, alertou para a necessidade de ações urgentes: “O relatório é um diagnóstico e um chamado para agirmos agora. Países que se anteciparem aos riscos climáticos e investirem em soluções inovadoras estarão protegendo seu desenvolvimento econômico e social, além de liderarem a transição para uma economia mais resiliente e de baixo carbono.”

Já Eugenio Paschoal, CEO da Marsh McLennan Brasil, destacou a interconexão dos riscos: “A adaptação não é mais opcional, mas um imperativo estratégico. Nosso papel é oferecer uma visão holística de gestão, permitindo que clientes compreendam as complexas relações entre cenários e desenvolvam estratégias eficazes de mitigação e transferência de riscos.”

O relatório reforça que a colaboração entre governos, empresas e a sociedade civil é indispensável para enfrentar os desafios globais. A Zurich e a Marsh, como coautoras do estudo, reiteram que a resiliência e a inovação serão fatores-chave para transformar riscos em oportunidades e proteger o futuro global.

A guerra comercial ameaçada pelo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, pode gerar hesitação em investimentos e gastos com inovação, segundo Carolina Klint, diretora comercial para a Europa na Marsh McLennan, coautora do relatório.

“É possível que a incerteza em torno das políticas comerciais leve a uma abordagem de ‘esperar para ver’ entre as empresas, o que, de fato, pode retardar a inovação e o investimento”, disse ela em uma coletiva online. “E, dado o cenário de tensões geopolíticas e políticas protecionistas em desenvolvimento, é provável que vejamos o surgimento de guerras comerciais.”

Ainda assim, o relatório do Fórum Econômico Mundial alerta que as preocupações com IA podem rapidamente ganhar relevância. “A complacência em relação aos riscos dessas tecnologias deve ser evitada, dado o ritmo acelerado de mudanças no campo da IA e sua crescente ubiquidade”, destaca o relatório. “De fato, os resultados adversos das tecnologias de IA são um dos riscos que mais sobem no ranking de riscos a 10 anos em comparação com o ranking de 2 anos.”

As preocupações relacionadas às mudanças climáticas, como eventos climáticos extremos, perda de biodiversidade e escassez de recursos naturais, dominaram as preocupações de longo prazo dos entrevistados. Apesar disso, as preocupações com IA, especialmente com os resultados adversos da tecnologia, foram classificadas como menos urgentes por aqueles que participaram da pesquisa.

O relatório de 2025 também ressaltou que os temores relacionados à desinformação podem ganhar mais atenção devido à capacidade da IA de produzir “conteúdo falso ou enganoso em larga escala, agravando a polarização social”.

De forma geral, os resultados do relatório de 2025 mostram que, enquanto os entrevistados estão cada vez mais preocupados com a instabilidade no curto prazo, estão significativamente mais apreensivos e menos otimistas com o longo prazo.

O relatório concluiu projetando que a “ordem global liderada pelo Ocidente” continuará em declínio em termos de influência, mas permanecerá relevante, enquanto outras regiões do mundo continuarão a emergir. “Centros de poder alternativos provavelmente se fortalecerão, liderados não apenas pela China, mas também por potências emergentes como Índia e os Estados do Golfo.”

Em Minas, Alper Seguros adquire Ducais e fortalece sua atuação em Benefícios

Fonte: Alper

A Alper Seguros anuncia a aquisição da Ducais, corretora especializada em benefícios com sede em Belo Horizonte (MG). Esta operação marca a sétima aquisição focada em Benefícios e reforça a estratégia de expansão da companhia no mercado mineiro, unindo-se à recente aquisição da Togni Consultores Associados, realizada em 2024, também no estado mineiro

Fundada em 2010, a Ducais se destaca no mercado pela excelência em consultoria e pós-venda aos clientes, com foco em gestão de saúde, apoio especializado de equipe médica e enfermagem, além de soluções em Business Intelligence. Com uma estrutura de 13 colaboradores, a corretora registrou mais de R$ 50 milhões em prêmios emitidos em 2024.

“Esta aquisição representa um momento importante em nossa trajetória de crescimento, fortalecendo a área de Benefícios, que atualmente já possuímos 1,4 milhão de vidas administradas. Além disso, ampliaremos ainda mais a nossa capilaridade de atendimento em uma praça tão estratégica para a Cia”, afirma André de Barros Martins, VP Sênior de

Com a integração, a estrutura executiva da Ducais será incorporada à Alper, para fazer parte do time junto ao Alessandro Barletta, diretor da Filial de Belo Horizonte. “A chegada da Ducais fortalece ainda mais a filial de BH e a nossa unidade de Benefícios, que tem apresentado crescimento expressivo. Esta aquisição faz parte da nossa estratégia de oferecer um portfólio completo de soluções aos nossos clientes, combinando expertise local com a força de uma estrutura nacionao”, reforça Alexandre Boccia, vice-presidente de Filiais da Alper Seguros.

A chegada da Ducais representa um momento transformador para clientes da Alper em Minas Gerais. Para Barletta, a corretora passa a oferecer um atendimento ainda mais completo, combinando a expertise em Riscos Corporativos com uma estrutura agora focada em Benefícios. “Esta integração nos permite entregar soluções verdadeiramente completas, com uma equipe local altamente qualificada e um suporte especializado em gestão de saúde. Nosso objetivo é ser cada vez mais um parceiro estratégico para as empresas, oferecendo não apenas produtos, mas consultoria e acompanhamento que realmente fazem a diferença no dia a dia dos nossos clientes”, comenta.

A Alper Seguros mantém sua estratégia consistente de crescimento, tanto orgânico quanto por meio de aquisições estratégicas, consolidando sua posição como uma das principais corretoras de seguros do país. A empresa planeja investir cerca de R$400 milhões em aquisições durante o ano, o que representa a consolidação de 5 a 8 empresas e possui um time focado em acompanhar a movimentação do mercado securitário visando oportunidades de novos M&A’s.

Corretores de seguros realizam 750 fusões e aquisições em 2024; Alper faz a primeira do ano no Brasil

fusões aquisicoes

Impressionante o volume de fusões e aquisições de corretores de seguros no mundo. De acordo com um relatório divulgado pela Optis Partners LLC, houve 750 fusões e aquisições de agências e corretoras de seguros em 2024, uma redução de 10% em relação às 833 registradas em 2023. No entanto, três “grandes negócios” foram realizados durante o ano. “Há uma desaceleração geral no ritmo de aquisições por mais da metade dos compradores historicamente mais ativos”, disse Steve Germundson, sócio da empresa de consultoria financeira e banco de investimento com sede em Chicago, em um comunicado.

No Brasil, já temos a primeira do ano. A Alper Seguros acaba de comprar a Ducais, corretora especializada em benefícios com sede em Belo Horizonte (MG). Essa é a sétima aquisição focada no segmento de benefícios. A Ducais presta consultoria e atendimento pós-venda ao cliente, com foco em gestão de saúde. Em 2024, foram mais de R$ 50 milhões em prêmios emitidos.

A Alper projeta investir cerca de R$ 400 milhões em aquisições durante este ano, entre cinco e oito negócios ao longo de 2025. O setor de saúde é prioridade para a companhia e responde por 45% dos negócios. Outros segmentos que figuram na lista da Alper e possuem potencial de mercado são transporte, grandes riscos e resseguros.

Os oito maiores compradores dos últimos 10 anos — Acrisure LLC, Hub International Ltd., BroadStreet Partners Inc., AssuredPartners Inc., Arthur J. Gallagher & Co., PCF Insurance Services (agora rebatizada como Trucordia), World Insurance Associates LLC e Alera Group — responderam por 36% dos negócios no ano passado, em comparação com 42% nos últimos 10 anos, segundo o relatório.

Em 2024, apenas BroadStreet, Trucordia e Alera, entre esse grupo, relataram um aumento no número de negócios em relação a 2023, de acordo com o relatório. BroadStreet foi o comprador mais ativo com 90 transações, seguido pela Hub com 61 e pela Inszone Insurance Services com 48.

Os maiores negócios do ano passado foram realizados pelas três maiores corretoras de seguros do mundo: a aquisição da NFP Corp. pela Aon PLC por US$ 13 bilhões em abril, a compra da McGriff Insurance Services pela Marsh & McLennan Cos. Inc. por US$ 7,75 bilhões em novembro, e a aquisição da AssuredPartners pela Gallagher por US$ 13,45 bilhões, anunciada em dezembro e com conclusão prevista para o trimestre atual.

“Achamos que podem surgir mais grandes negócios nos próximos 12 a 24 meses, embora provavelmente não na magnitude desses três. Ainda assim, a busca por escala continua”, disse Tim Cunningham, sócio-gerente da Optis, em comunicado. No quarto trimestre, foram anunciados 199 negócios, uma redução de 16% em relação ao mesmo período de 2023, segundo o relatório.

A presença feminina no Clube da Bolinha-RJ

Fonte: VTN

A inclusão das mulheres na confraria foi uma quebra de paradigmas e um marco histórico nas mais de sete décadas do Clube, que até a gestão do ex-reitor Oswaldo Mário Pêgo de Amorim Azevedo (2001/02), era formada somente por homens. Ele lembra que o assunto surgiu com a tentativa de inclusão de uma tradicional corretora de seguros, recusada pelos membros na época, alegando que o estatuto informal não permitia. 

“Pesquisando o mercado, soube que o clube de Minas Gerais já possuía uma participante feminina como membro. Se Minas, um estado dos mais tradicionais do nosso país permitia, não fazia o menor sentido o Rio de Janeiro, o estado mais liberal, não aceitar mulheres, que já ocupavam posições importantes no mercado. Depois de várias discussões acatamos a entrada de associadas nas regras informais do nosso Clube”. E completa, “acho que a participação da mulher traz uma visão diferente e complementar às dos homens em relação aos assuntos de interesse do mercado, em especial aqueles ligados a ASG (Ambiental, Social e Governança), bastante em voga nos dias de hoje”. 

A primeira diretora – Elas foram chegando, ainda em pequeno número, mas ganhando espaço como Maria da Glória Faria, consultora jurídica da CNseg, e primeira mulher diretora do Clube. “É para mim motivo de muito orgulho não só ter sido uma das pioneiras, mas, sobretudo, ter participado da gestão da entidade como primeira diretora eleita para o cargo. Os encontros nos jantares mensais são regados a boas conversas, reminiscências e novidades do dia a dia do mercado. Vale ressaltar que é o confrade Neival Freitas quem está à frente do movimento de integração das mulheres”, comenta Gloria, como é mais conhecida no mercado.

Tradição e inovação– Entre as novas integrantes da confraria, Liliane Guimarães, CEO da Lawmed Perícias Médicas, se sente honrada de fazer parte desse seleto grupo, cuja história e relevância são marcadas por grandes contribuições ao setor. “É uma entidade reconhecida no setor, que desempenha um papel significativo nesse processo de transformação. Embora sua origem esteja associada a uma confraria tradicional, o Clube tem demonstrado abertura e compromisso com a evolução e a inclusão de temas que refletem as demandas do mercado atual, como a promoção da diversidade e o fortalecimento da participação feminina no setor segurador. Isso evidencia a capacidade do grupo de se adaptar, alinhando-se aos valores contemporâneos de igualdade e inovação”, enfatiza Liliane.

Para Beatriz Herranz, diretora executiva da FenaPrevi, a honra ao receber o convite para ingressar no Clube ao longo do tempo foi se transformando também em gratidão, pela oportunidade de conviver com ilustres pessoas, que ajudaram, e continuam ajudando, a construir a história do mercado segurador e previdenciário. “Mais do que isso, que se importam e cuidam do futuro do setor, para que seja cada vez mais promissor”, fala Beatriz que ressalta ainda a capacidade do Clube de acompanhar a dinâmica da sociedade, se reinventando.

Já a associada Karini Madeira, superintendente técnica da CNseg, revela que é um orgulho fazer parte do Clube onde é possível unir experiências e talentos para enriquecer as discussões e decisões. “A presença de mulheres não apenas quebra estereótipos, mas também traz novas perspectivas e abordagens inovadoras para os desafios do mercado de seguros. Vamos celebrar e promover a igualdade, construindo um futuro onde todos tenham espaço para brilharem “, conclui.

50 anos de Galo de Ouro: premiação valoriza corretores e parceiros da MAG Seguros 

A MAG Seguros, especialista em vida e previdência, celebrou os 50 anos do ‘Galo de Ouro’ em uma linda comemoração na Tailândia. A viagem fez parte da premiação, considerada uma das mais tradicionais do mercado segurador, e aconteceu entre os dias 12 e 18 de janeiro, passando pelo Hotel Anantara, em Phuket, e finalizando no Hotel Mandarin Oriental, em Bangkok.

No primeiro jantar do grupo, composto pelos 17 galistas premiados, seus acompanhantes e algumas lideranças de vendas da MAG, uma intimista solenidade foi iniciada com um discurso do CEO do Grupo MAG, Helder Molina, sobre a importância que tem a premiação do Galo de Ouro e a alegria de celebrar esse momento em dias tão especiais com os galistas. 

“É um orgulho chegarmos à 50ª edição do Galo de Ouro, uma premiação que é  símbolo de tradição no mercado de seguros, em um momento tão especial como a celebração dos 190 anos da MAG. Hoje, vamos reconhecer o esforço, a dedicação e a vitória dos melhores especialistas em proteção financeira, que têm se empenhado dia após dia no nosso compromisso de levar segurança financeira às famílias brasileiras”, comentou o executivo. 

A solenidade também contou com a presença e palavras de Osmar Navarini, membro do Conselho Consultivo do Grupo MAG, e Carolina Vieira, diretora de Parcerias Estratégicas da companhia, e reconheceu os profissionais que mais se destacaram em 2024. Nesta edição, foram premiadas 17 categorias entre corretores e colaboradores de vendas do grupo.

Experiências inesquecíveis para os galistas  

A viagem também envolveu uma série de experiências cinematográficas, como as visitas ao Santuário de Elefantes, ao Templo do Amanhecer, ao Grande Palácio de Bangkok e ao World Siam Stadium para acompanhar uma luta de Muay Thai, além de um passeio de barco pelas Ilhas James Bond. A programação ainda contou com uma rotina gastronômica pelos melhores restaurantes da Tailândia, como o Black Ginger, o Three Monkey Bar, o Tree House Restaurante, além de um cooking class exclusivo no The Oriental Thai Cooking School.

50 anos do ‘Galo de Ouro’ 

O ‘Galo de Ouro’ foi criado em 1974 por Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade MAG e membro do Conselho Deliberativo da MAG Fundos de Pensão. Inspirada na história do pugilista peso-galo Éder Jofre, tricampeão mundial de boxe. 

A premiação visa reconhecer os profissionais de vendas que se destacam no setor. Os ganhadores receberam uma medalha de reconhecimento e, como marco aos 50 anos da premiação, uma joia desenhada exclusivamente para os galistas. O tradicional troféu do Galo de Ouro seguirá para as unidades de negócio da MAG espalhadas pelo Brasil, e serão entregues aos vencedores em novas homenagens que estão sendo preparadas pela companhia.

Renovações de resseguro em 1º de janeiro de 2025 revelam redução das taxas

As renovações globais de resseguro em 1º de janeiro de 2025 sofreram desaceleração geral, refletindo a forte adequação de preços e as ambições de crescimento das resseguradoras, segundo relatório de mercado para 2025, “Past the Pricing Peak”, divulgado pela Howden, corretora especializada em seguros de alta complexidade.

A demanda foi impulsionada pela experiência volátil de perdas, exposições crescentes e mudanças de modelo, enquanto o aumento do apetite das resseguradoras tradicionais e dos mercados de capital gerou uma oferta mais do que suficiente. Uma característica fundamental das renovações deste ano foi a diferenciação por cliente e programa, já que os mercados adotaram uma abordagem mais granular, ressaltando a importância da transparência dos dados. 

“Em 2024 enxergamos uma continuidade nas oportunidades de crescimento global no setor de seguros e resseguros. Apesar da volatilidade econômica e geopolítica global, o segmento demonstrou resiliência, e os clientes conseguiram ver alguns indicativos de queda na pressão por preços em diversos segmentos. Esse é o cenário ideal para inovação, que é uma das marcas registradas da Howden, sempre desenvolvendo novos produtos e estruturas de resseguro”, comenta Antônio Jorge Rodrigues, Head de Resseguros Contratos da Howden Brasil, em nota.

Catástrofes globais 

Apesar da elevada atividade de catástrofes em 2024, incluindo a incerteza em torno das perdas causadas pelos furacões Helene e Milton no final da temporada, as condições favoráveis do mercado permitiram que as seguradoras enfrentassem esses desafios e garantissem operações de catástrofes patrimoniais com reduções de taxas.  

Nos EUA, as expectativas iniciais de reduções de taxas nas renovações de catástrofes patrimoniais acabaram se confirmando, apesar da incerteza inicial causada pelos furacões, que infligiram danos substanciais na Flórida e, no caso do Helene, em estados do interior. Em geral, prevaleceram condições favoráveis para os compradores, resultando em reduções de preços ajustadas ao risco que variaram de 7,5% a 15%. 

A experiência de perdas desempenhou um papel fundamental na formação das renovações europeias de catástrofes patrimoniais em 1º de janeiro de 2025. Os programas sem sinistros garantiram reduções nas taxas, em média, entre 3% e 15%, enquanto as regiões afetadas por sinistros sofreram ajustes significativos de preços acima após as recuperações. 

Segundo Antônio Jorge Rodrigues, no Brasil já sentimos alguns impactos após as catástrofes naturais que atingiram o Sul do país. “Apesar de não termos um aumento significativo de taxas das renovações por conta de diversos fatores, entre eles a baixa penetração do seguro no país como um todo, vemos um endurecimento nos termos e condições, com clausulados mais restritivos, menos oferta de capacidade e maiores requerimentos de informação, que se tornaram cruciais para o sucesso das renovações de contratos”, explica. 

Perspectivas para 2025 

Embora os preços estejam começando a diminuir em relação aos níveis historicamente altos, é provável que as mudanças estruturais introduzidas durante o mercado difícil perdurem. Espera-se que as seguradoras enfrentem uma volatilidade contínua dos lucros em 2025, já que absorvem a maioria das perdas por catástrofes – especialmente de tempestades severas, enchentes e incêndios florestais – devido a pontos de fixação persistentemente altos. 

O cenário de riscos permanece inabalável. Guerras devastadoras e crescentes, choques de commodities, preços em alta, instabilidade do mercado financeiro e altos níveis de endividamento deram início a uma ordem global fragmentada com profundas implicações para a segurança, o comércio, os investimentos, as cadeias de suprimentos e a estabilidade política. 

Encontrar soluções inovadoras de transferência de risco para sustentar o crescimento do mercado e abordar as lacunas de proteção será fundamental à medida que a dinâmica dos preços diminuir. A partir daqui uma ênfase renovada na inovação será essencial para impulsionar a próxima fase. 

“Nosso relatório é um alerta para o setor. O mercado de seguro e resseguros vêm experimentando um forte crescimento há quase uma década, mas, como mostramos, a dependência apenas do preço não é mais suficiente para sustentar esse impulso. O início de um novo ciclo apresenta oportunidades à medida que as seguradoras buscam novos negócios para impulsionar o crescimento. Em um mundo mais volátil, nossos clientes estão clamando por mais proteção, desde o cibernético até as energias renováveis. Uma maior ênfase na inovação, na colaboração e em ouvir as necessidades do cliente significará um ganho mútuo para os clientes, a sociedade e as seguradoras”, conclui, David Howden, fundador e CEO da Howden

Allianz aciona ações especiais em Santa Catarina em decorrência das fortes chuvas

Diante das consequências das fortes chuvas que estão atingindo o estado de Santa Catarina nos últimos dias, a Allianz Seguros adotou medidas especiais para assistir corretores e clientes. Os esforços da companhia estão voltados, principalmente, às assistências 24h, já que aumentaram os pedidos de atendimentos emergenciais. As ações contemplam:

  • Trabalho conjunto com a Allianz Partners, empresa do Grupo Allianz de assistência 24 horas, na central e rede de prestadores, para acompanhamento de cada atendimento e fornecimento de todo o suporte adequado aos clientes;
  • Estruturação de pátios para recolhimento dos veículos e vistoria no local;
  • Contato com as oficinas referenciadas da região e confirmação de que estão aptas para recepcionar e reparar carros afetados;
  • Análise do sinistro, com times focados na regulação dos processos e no contato com clientes e corretores;

A Allianz Seguros lamenta e se solidariza com todos que foram atingidos pelo evento climático.

Seguradora Sompo anuncia a chegada de dois profissionais

A Sompo anuncia a chegada de Thiago Amorim, que assume o cargo de Superintendente de Gerenciamento de Riscos, e Renato Abreu Soares como Gerente Técnico de Gerenciamento de Riscos Patrimoniais. Com isso, Amorim passa a liderar as estratégias da área que, além da gerência Soares, também conta com Vanderson Gomes, Gerente de Riscos de Transporte e Fernando Santos, Gerente de Riscos de Transporte (Núcleo Montadoras, dedicado ao desenvolvimento de estratégias do segmento Automotivo) e Máquinas e Equipamentos Agrícolas.

A chegada dos executivos é mais uma etapa da estratégia da companhia de incrementar os serviços prestados aos segurados na área de Gerenciamento de Riscos que, além de agregar valor ao contrato de seguros, contribui com a eficiência e segurança operacional dos clientes, entre outros fatores. No ano passado, foi lançada a nova infraestrutura da Central de Monitoramento própria, que agora ocupa uma área de cerca de 655,72 m² e dobrou a capacidade da empresa de monitoramento dedicado de carga, serviço disponibilizado aos segurados em parceria com empresas especializadas nesse segmento, que integra o trabalho de consultoria em Gerenciamento de Riscos de Transporte. Em 2024, foram cerca de 230 mil viagens e R$ 132 bilhões de cargas monitoradas.

“O trabalho que realizamos de gerenciamento de riscos encontrou uma alta aceitação por parte dos segurados e corretores de seguros, com quem trabalhamos em parceria, e foi um diferencial que contribui para alcançarmos a liderança na área de Seguro de Transporte em 2017, posição que mantemos até hoje”, lembra Adailton Dias, Diretor Executivo de Produtos e Resseguro da Sompo. “Nosso público entendeu o valor e passou a demandar essa categoria de serviço, que agora expandimos para clientes de outros ramos e indústrias. As ações de prevenção trazem mais segurança para as pessoas envolvidas na operação, influenciam positivamente na produtividade e no resultado operacional das empresas, são fatores preponderante para a redução nos índices de sinistro, além de terem um impacto importante na sociedade como um todo”, conclui o executivo.

Thiago Amorim é Superintendente de Gerenciamento de Riscos da Sompo. Na companhia, o executivo passa a liderar as áreas de consultoria em gerenciamento de riscos voltadas aos segmentos de Transporte, Máquinas e Equipamentos Agrícolas e Patrimoniais. É Engenheiro químico, formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil, com MBA em Gerenciamento de Projetos (IBMEC) e mais de 15 anos de experiência na área de gerenciamento de risco voltado a empresas nacionais e multinacionais de segmentos com Papel e Celulose, Mineração, Logística e Petróleo e Gás. Nos últimos 6 anos atuou na gestão de riscos e seguros de uma grande empresa de Food Tech Delivery no Brasil, com ênfase em implementar soluções de integrações sistêmicas a partir de Inteligência Artificial e Machine Learning para gestão de riscos. É Diretor Vice-Presidente da ABGR – Associação Brasileira de Gerência de Riscos.

Renato Abreu Soares é Gerente Técnico da área de Gerenciamento de Risco Patrimonial da Sompo. O executivo é Engenheiro Químico pela Escola Politécnica-USP e conta com MBA em Finanças pelo Insper. O executivo tem mais de 20 anos de experiência na área de inspeção de riscos com foco em proteção contra incêndio e interrupção de negócios em companhias do segmento de Seguros, Consultoria Empresarial e Indústria da Transformação. Esteve na gestão de programas de seguros para companhias multinacionais e liderou áreas de inspeção de riscos e controle de perdas para empresas dos segmentos de Alimentos, Têxtil, Energia, Fundição, Agrícolas, Logística, Hotelaria, Saúde etc., além de gerir projetos de otimização de resultados financeiros.